Gestão de Westenberger na Susep prioriza seguro de pessoas

Dilmo B. Moreira e Roberto Westenberger -Por Márcia Alves

A presença do superintendente da Susep Roberto Westenberger em almoço do CVG-SP, realizado na última terça-feira, 27 de agosto, no Terraço Itália, atraiu público recorde ao evento e a participação de diversas autoridades do setor. Westenberger compareceu ao almoço especialmente para receber o título de sócio honorário do CVG-SP, honraria prevista no estatuto na entidade para ser concedida ao titular da autarquia.

Dilmo B. Moreira, explicou o objetivo de congraçamento do almoço e de cumprimento do estatuto. “Como atuário, diria que a Susep nunca esteve em tão boas mãos”, afirmou Dilmo B. Moreira.Westenberger comentou sobre as iniciativas de sua gestão, admitindo que assumir o posto de superintendente da Susep não estava em seus planos. Revelou que se prepara para uma curta gestão, preocupando-se mais em adiantar o trabalho para o seu sucessor.

Laboratório de produtos

Dentre os itens que compõem o projeto de modernização da Susep, ele destacou o Laboratório de Produtos, cujo objetivo não é o de criar produtos. “O papel da Susep não é este, mas sim induzir à criação de produtos, onde entenda que haja demanda ou necessidade de preenchimento de espaço”, esclareceu.

Já em funcionamento, o laboratório será responsável por colocar no mercado o VGBL Saúde, atualmente em consulta pública na Susep. Antigo pleito do mercado, o produto ainda não conta com os incentivos fiscais do governo, condição que sempre emperrou a sua aprovação na Receita Federal. Mas, Westenberger está otimista. “O apoio do Ministério da Fazenda à Susep é total, o que me faz acreditar que teremos o incentivo fiscal”, disse.

Depois do VGBL Saúde, ele garantiu que será a vez do Universal Life, “com todas as coberturas que o produto possui”, frisou, e do seguro de longevidade para fundos de pensão, no qual acredita que a demanda será grande. “Estes são três exemplos que demonstram a importância do seguro de pessoas na administração da Susep”, disse.

O presidente do CVG-SP elogiou a iniciativa da Susep de atuar na concepção de produtos, especialmente do ramo de pessoas. “São trabalhos de referência, que dão um Norte às seguradoras, incentivando a cultura do seguro e disseminando a ideia de que o produto seguro faz toda a diferença para o progresso da nação”, disse. O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, aproveitou a ocasião para reconhecer a importância da atuação prioritária da Susep no ramo de pessoas. “Estamos satisfeitos. A Susep entende as necessidades do mercado e o corretor, como grande canal, está apto a conduzir tudo isso perante o consumidor”, disse.

Participando da mesa diretora, a presidente da Associação Internacional de Direito de Seguro (AIDA), Angélica Carlini, apelou ao superintendente para que desse especial atenção à redação dos normativos. “Ficamos indignados quando não temos a compreensão daquilo que o nosso regulador quis dizer”, declarou.

O presidente da FenSeg, Paulo Marraccini, manifestou sua preocupação com o aumento dos acidentes de trânsito. De acordo com a Seguradora Líder, no primeiro semestre do ano o seguro DPVAT indenizou quase 260 mil casos de invalidez permanente, principalmente por acidentes de trânsito com motocicletas e a maior parte no Nordeste. “Gostaria de colocar a FenSeg para trabalhar junto com o mercado nesse tema, que é, talvez, o mais grave que temos depois da criminalidade”, disse.

Tendências

Da plateia, o economista da Rating de Seguros, Francisco Galiza, questionou Westenberger sobre a sua visão de mercado no futuro, caso se confirme o impacto das tendências tecnológicas. “Tecnologia é tudo na vida. Mas se pudesse escolher uma como tendência, seria o Big Data, que serviria para aproveitar o oceano de informações que temos em prol do underwriting e da regulação bem feitos”, afirmou Westenberger.

O VBGL Saúde é resultado do trabalho da FenaPrevi, segundo o seu presidente Osvaldo Nascimento, em conjunto com a Susep, ANS e órgãos ligados ao Ministério da Fazenda, como a Receita Federal. Ele informou eu a FenaPrevi está ampliando o seu foco com novos produtos, como os annuities, para as pessoas que pretendem acumular recursos por meio de fundos de pensão, e o suitability, que leva em conta a situação financeira do cliente.

O diretor da Escola Nacional de Seguros, Renato Campos, reconheceu a importância do encontro promovido pelo CVG-SP. “Hoje, dos 12 mil alunos da Escola, cerca de 8 mil são de São Paulo”, disse. Também no programa de mestrado em Londres patrocinado pela Funenseg, a maioria dos alunos é paulista, segundo ele. “Aliás, sobre o programa de mestrado, que é de ponta, devemos agradecer ao Westenberger, que o idealizou”, disse.

Assim como a FenaPrevi, a Susep, segundo Westenberger, também tem empreendido esforços para se aproximar de outros órgãos, como a Abrapp, entidade dos fundos de pensão, e a Previc, autarquia de previdência social. “Susep e Previc, pela primeira vez, vão anunciar uma resolução conjunta, iniciando um grande processo de colaboração”, adiantou.

Ele comentou que em relação à visão de longo prazo o foco da Susep é a educação financeira. Tanto que a autarquia, que integra o Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), presidirá no ano que vem a Semana de Educação Financeira. “Se quisermos pensar em mercado de seguros sustentável em longo prazo, temos de pensar em educação financeira já. É por meio dela que o futuro consumidor será lapidado, com entendimento perfeito do seguro”, concluiu.

Registro

Autoridades presentes: Adevaldo Calegari (CCS-SP); Affonso Fausto (SBCS); Alexandre Camillo (Sincor-SP); Angela Tegami (CCS – Santos); Angelica Lucia Carlini (AIDA); Carlos Barros de Moura (APTS); Gustavo Toledo e José Luiz Lopes Fontes (CVG – PR); Helio Marcelino Loreno (CSP–MG); Jorge Teixeira Barbosa (Aconseg-SP); Jose Luis S. Ferreira da Silva (Clube da Bolinha); Marcello de Hollanda (CVG–RJ); Maria Helena Monteiro (Escola Nacional de Seguros); Osvaldo do Nascimento (FenaPrevi); Paulo Marraccini (FenSeg); Paulo Tarso Meinberg (Ibracor); Pedro Barbato Filho (Camaracor-SP); Rafael Ribeiro do Valle (ANSP); Raquel Gomes (UCS); Renato Campos Martins (ENS); Sonia Regina G Ribas da Costa (ENS).

Foto-legenda: mesa diretora: Angélica Carlini (AIDA), Renato Campos (ENS), Paulo Marraccini (FenSeg), Dilmo B. Moreira (CVG-SP), Roberto Westenberger (Susep), Alexandre Camillo (Sincor-SP), Osvaldo Nascimento (FenaPrevi) e Paulo Meinberg (Ibracor).

Seguro rural em alta

valorFonte: Valor Econômico – Especial Crédito Agricola

Executivos que atuam com seguro rural estão otimistas com o potencial de crescimento das carteiras e as mudanças feitas pelo governo no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), que teve início em 2005. Entre as novidades nas regras, a principal é a concessão do mesmo limite de aplicação para todas as seguradoras a partir deste mês de agosto.

Antes, o valor era definido de acordo com o desempenho de anos anteriores. Outra mudança está na distribuição dos recursos alocados para o PSR: 25% irão para soja, 10% para milho verão, 20% para milho inverno, 10% para uva, 15% para trigo, 10% para maçã e 10% para outras culturas. O objetivo do governo é garantir recursos para atender às diversas culturas e diminuir o avanço do seguro de soja no total da subvenção.

A atual safra (2013/2014) tem subsídio previsto de R$ 700 milhões, 75% acima do valor da safra anterior. Apesar do incremento, o valor ainda é considerado bem abaixo da demanda dos agricultores. “Somos um país jovem em seguro rural”, afirma Wady Cury, diretor da BB e Mapfre, a principal seguradora do segmento, que deteve 81% dos R$ 1,4 bilhão em prêmios comercializados no primeiro semestre do ano. “Há muito a ser feito. O seguro rural tem história de mais de três décadas na Europa e Estados Unidos. Nós temos menos de uma década”.

Em 2013, o valor segurado bateu recorde. Ao todo, R$ 16,7 bilhões, 91,2% mais que em 2012. Já a área segurada passou de 5,2 milhões para 9,6 milhões de hectares, crescimento de 82%. Esse resultado é o maior já registrado, mas representa menos de 5% da área total ocupada pela agropecuária no país. “Em alguns países da Europa, como Espanha, esse índice chega a 80%. Nos Estados Unidos ultrapassa 90%”, afirma Cury.

Em número de apólices, o Brasil registrou avanço de 60%, para 101 mil com utilização de R$ 557 milhões de dinheiro público, com tíquete médio de subsídio de R$ 5,4 mil por produtor, informa Bruno Kelly, professor da Escola Nacional de Seguros, com base em dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em prêmios de seguros, 2013 registrou R$ 2,3 bilhões, alta de 54% em relação a 2012. Em 2014, a expectativa aponta para incremento de 44%, para R$ 3,3 bilhões. O Paraná é um dos Estados que contam com um programa local de subvenções aos prêmios dos seguros. Os grãos são os principais ativos segurados no PSR, com 90% de toda área segurada (sendo a soja o principal) e representam 80% da subvenção total.

A disputa foi grande nesta primeira distribuição em agosto e deixou alguns players insatisfeitos com o esquema ser baseado em ordem de chegada. A BB e Mapfreconseguiu boa parte da verba. “A subvenção é para o segurado e não para a seguradora. E ter acesso aos recursos é reflexo do nosso investimento nesse setor”, diz Cury.

Segundo o vice-presidente da comissão de seguro rural da FenSeg, Joaquim Cesar Neto, que também é da Porto Seguro, as seguradoras tiveram problemas não pelo modelo implementado pelo Mapa e sim pela quantidade. No ano passado os subsídios somaram R$ 560 milhões e neste ano R$ 400 milhões. Ou seja, faltou verba. No primeiro semestre foram disponibilizados R$ 260 milhões, restando R$ 140 milhões divididos em duas tranches de R$ 70 milhões, sendo a primeira já ofertada em agosto e a segunda prevista para setembro.

Brasil Insurance contrata especialista em auditoria

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Mantendo a estratégia de integração e melhoria de processos da companhia, a Brasil Insurance acaba de contratar Luiz Fernando da Silva para exercer a função recém-criada de gerente de auditoria. O executivo é graduado em Ciências Contábeis, com CISA – Certified Information Systems Auditor – ISACA, MBA em Administração de Projetos pela USP e mestre em Administração pela PUC. Chega com a missão de auxiliar a corretora a atingir seus objetivos e melhorar a eficácia dos processos de gestão de riscos.

Silva atuou como empresário por mais de 30 anos nas áreas de auditoria externa e interna, fraudes, gestão de riscos operacionais, gestão de projetos, auditoria de sistemas, segurança da informação em grandes empresas como Vivo, Telesp Celular, PricewaterhouseCoopers, Deloitte, Pirelli, Origin, Philips e Volkswagen. Mais recentemente foi responsável pela auditoria interna da Unidas S/A. Na Brasil Insurance, ele será responsável pelo desenvolvimento integral dos controles internos da organização.

Mais sobre a Brasil Insurance

Presente em mais de 30 localidades no Brasil, a companhia gera um valor significativo para seus clientes, com inovação, gerenciamento de risco efetivo e soluções para produtividade da força de trabalho. Em sua abertura de capital, realizada em 2010, a Brasil Insurance levantou um total aproximado de R$ 650 milhões.

Na ocasião, a empresa era composta por 27 empresas e atualmente, é formada por 52 corretoras nos segmentos de saúde, vida, veículos, ramos elementares, profissionais, financeiro e afinidade, cobrindo praticamente 100% das necessidades de seguro dos clientes. A Brasil Insurance está listada sob o código BRIN3 no Novo Mercado da BM&F Bovespa conferindo aos seus acionistas a garantia de um trabalho dotado do mais rigoroso padrão de governança corporativa.

Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta o mezzo-soprano Joyce DiDonato no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros traz para o Rio de Janeiro uma das principais vozes líricas da atualidade, o aclamado mezzo-soprano Joyce DiDonato. A apresentação, marcada para a próxima quinta-feira, 28 de agosto, no Theatro Municipal, faz parte da Série O Globo Dell’Arte Concertos Internacionais, com patrocínio da Bradesco Seguros. No programa, Joyce DiDonato apresentará obras de Haydn, Hasse, Handel, Bellini, Rossini e Santoliquido ao lado do pianista francês David Zobel.

Aclamada por sua potência vocal, DiDonato começou a carreira nas companhias líricas de San Francisco, Houston e Santa Fé. O mezzo-soprano possui uma identificação peculiar com os difíceis papéis da ópera de “bel canto”, de Rossini, repertório que domina como poucas
cantoras . Além do Grammy de 2012 na categoria “Melhor Solo Vocal Clássico” por Diva Divo, ​Joyce DiDonato recebeu também os prêmios “Artista do Ano” Gramaphone Awards de 2010, o “Recital do Ano” peço álbum Colbran, the Muse, além de muitos outros.

Joyce DiDonato, mezzo-soprano

Theatro Municipal – Praça Floriano, S/N, Centro. Tel.: (21) 2332 9191
Apresentação: 28 de agosto, quinta-feira, às 20h30
Programa
Franz Josef Haydn
Arianna a Naxos, Hob XXVIb:2
Nº1 – “Teseo mio bem”
Nº2 – “Dove sei, mio bel tesoro?”
Nº3 – “Ma, a chi parlò”
Nº4 – “Ah! Che morir vorrei”
Johann Adolph Hasse
“Morte col fiero aspetto” (de Antonio e Cleopatra)
Georg Friedrich Händel
“Piangerò la sorte mia” (de Giulio Cesare)
“Dopo notte” (de Ariodante)
Vincenzo Bellini
“Dopo l’oscura nembo” (de Adelson e Salvini)
Giacchino Rossini
“Beltà crudele”
“La Danza”
Francesco Santoliquido
I canti della Sera
Nº 1 – “L’assiolo canta”
Nº 2 – “Alba di luna sul bosco”
Nº 3 -“Tristezza crepuscolare”
Nº 4 – “L’incontro”
Gioacchino Rossini
“Non più mesta” (de La Cenerentola)

Série O Globo Dell’Arte Concertos Internacionais
Considerada um dos principais eventos de música clássica do país e a mais tradicional do Rio de Janeiro, a Série O Globo Dell’Arte Concertos Internacionais chega em 2014 a sua 21ª edição. Durante as duas últimas décadas, mais de 170 artistas – alguns dos nomes mais destacados no cenário da música clássica mundial – passaram por seu palco.

Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente da Bradesco Seguros. Nos últimos anos, o Circuito Cultural Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas no cenário nacional. Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, os espetáculos “O Rei Leão”, “Elis, a Musical”, “Se eu Fosse Você, o musical”, “Bibi – Histórias e Canções”, “O Mágico de Oz”, “A Família Addams” e “Tudo por um PopStar”; a exposiç&ati lde;o “Adriana Varejão – Histórias às Margens”, no Museu de Arte Moderna (MAM), e a “XVI Bienal do Livro”, no Rio de Janeiro.

Segurados contam com Cartório VIP para facilitar a liberação do seguro

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Em ocorrências de sinistros, é comum o segurado ter dúvidas sobre a documentação necessária para liberar o seguro. Muitas vezes, o cliente também não tem tempo para cuidar dos papéis rapidamente, o que pode atrasar a solução. Por isso, o Porto Seguro Auto disponibiliza um serviço diferenciado para auxiliar os segurados em caso de indenização integral. Com o Cartório VIP, um profissional do cartório ou da própria Porto Seguro vai até o segurado para coletar documentos e reconhecer firma, dando todo o suporte para facilitar o processo.

O diretor de Auto da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, afirma que o objetivo é oferecer comodidade ao cliente e tornar a solução de pendências muito mais ágil. “Dessa forma, o pagamento do seguro pode sair mais rápido, o que dá tranquilidade ao segurado”. Sebastião ressalta que o cliente só tem a ganhar com o serviço, já que não há cobranças de taxas adicionais. “O atendimento é uma maneira de ajudar os segurados no dia a dia corrido e diminuir eventuais transtornos ao lidar com os papéis”.

Saiba mais sobre o Cartório VIP

Constatada a indenização integral ou os sinistros de furto, roubo e responsabilidade civil, profissionais da Porto Seguro vão até o cliente para auxiliá-lo com a coleta de documentos e reconhecimento de firma (assinatura). Também acompanham o segurado em procedimentos que precisam ser realizados em cartório. Para o serviço, não é cobrada taxa adicional. Terceiros envolvidos no sinistro também podem ser atendidos, sem custo.

O serviço está disponível em todos os Estados, exceto: Acre, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, profissionais do cartório é que vão até o cliente para coletar documentos e reconhecer a firma do segurado, sem que ele precise se deslocar.

Zeca Vieira é escolhido para presidir a Comissão de Comunicação e Marketing da Cnseg

sulamerica zeca de oliveiraFonte: CNseg

Diretor de Marketing Corporativo da Sul América Seguros disse que atuará em prol da imagem do seguro no País
O Conselho Diretor da CNseg aprovou na última reunião ordinária, realizada em 21 de agosto, o nome de Zeca Vieira, diretor de Marketing Corporativo da Sul América Seguros, para presidir a comissão de Comunicação e Marketing da Confederação (CCM).

Em mensagem aos membros da Comissão e ao Conselho Diretor, Zeca Vieira disse estar honrado com a indicação, afirmando que não medirá esforços para alinhar os diversos interesses, unir forças e buscar parcerias em prol da imagem do seguro no País.

Criada este ano, a CCOM é coordenada pela Superintendência da Comunicação da CNseg, tendo como atribuição estudar, debater e sugerir formas de atuação para a melhoria da comunicação com os diversos tipos de públicos do setor, ampliando e disseminando informações de interesse do mercado e do consumidor no portal, nas publicações e em outros veículos de comunicação.

Para conhecer os membros da Comissão, clique aqui: http://www.cnseg.org.br/cnseg/confederacao/comissoes-tematicas/detalhes-comissao/comissao/1041341558.html

Setores de finanças e seguros são os mais visados em ataques cibernéticos

ciberFonte: CNseg

Os setores de finanças e seguros são os mais visados em ataques cibernéticos, segundo o relatório de serviços de segurança 2014 da IBM [IBM Security Services 2014]. Em conjunto com a área de manufatura, que ocupa a segunda posição no ranking com 21,7%, eles representam quase metade dos casos registrados. A terceira posição é ocupada pela área de informação e comunicação, com 18,6% dos ataques.

Se compararmos ao ano anterior, as mesmas indústrias estão no topo do ranking, tendo somente trocado as posições. Isso acontece, pois as invasões desses sistemas resultam em grandes perdas para as companhias e, se bem sucedidas, elas podem permitir ganhos financeiros aos criminosos cibernéticos”, destaca o líder de segurança da informação da IBM para América Latina, Felipe Peñaranda, em comunicado.

Mais de 95% dos incidentes de segurança registrados pela empresa em 2013 estavam relacionados a ações humanas. Clicar em anexos infectados e em hyperlinks inseguros são os erros mais comuns. O estudo apontou, ainda, que má configuração do sistema, má gestão de patches, uso de logins e senhas padrões ou fáceis de serem decifradas, perda de computadores ou dispositivos móveis e divulgação de informações por e-mails inadequados também colaboraram com os cibercriminosos.

Os dois tipos mais comuns de ataques são os códigos maliciosos – softwares criados para uso mal intencionado – e a varredura sustentada – atividade de reconhecimento projetada para coletar informações sobre o sistema alvo. A pesquisa analisou os ataques cibernéticos e incidentes de dados monitorados pelas operações de segurança da IBM em 133 países entre janeiro e dezembro de 2013.

Um resumo do estudo, em inglês, está disponível no link:

http://www-935.ibm.com/services/us/en/it-services/security-services/2014-cyber-security-intelligence-index-infographic/

Seguradora francesa AXA recebe autorização para atuar no Brasil

Fonte: Agência Estado

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou, na semana passada, a seguradora francesa Axa a operar no Brasil, segundo o superintende do órgão regulador, Roberto Westenberger. A companhia será comandada por João Leandro, que deixou o comando da empresa em Portugal para chefiar o grupo em terras brasileiras.

Abaixo dele, estarão os franceses Michel Dubernet, que foi presidente da BNP Paribas Cardif na América Latina e responderá pela operação de vida, e Eric Berger, que comandará a operação de patrimônio e corporate (P&C). Já a resseguradora da Axa no Brasil será comandada por Philippe Jouvelot, que também fazia parte do grupo.

Essa é a segunda vez que a seguradora francesa abre unidade no Brasil. A companhia deixou o País em 2003, quando vendeu suas operações para a Porto Seguro, que deram origem à marca Azul, para focar em aquisições na Europa e Ásia. A Axa disputou a carteira de seguros de grandes ricos do Itaú Unibanco, mas foi desbancada pela americana Ace, que adquiriu o ativo por R$ 1,5 bilhão.

Marina não tem responsabilidade sobre avião de Eduardo Campos, diz PSB

Fonte: iG

Marina Silva possa para fotos ao lado de eleitores na Bienal do livro, em São Paulo
Para o PSB, a candidata à Presidência Marina Silva não vai responder sobre o avião que era usado por Eduardo Campos e que caiu em Santos no dia 13 de agosto. O político e as seis pessoas que estavam no Cessna PR-AFA morreram no acidente. A aeronave não havia sido declarada à Justiça Eleitoral e, agora, o partido afirma que Marina Silva, que assumiu a candidatura, não tem que ser envolvida no caso.

Leia também: Documentos sobre avião podem ter sido destruídos no acidente, diz PSB

Segundo informações desta terça-feira (26) do jornal O Globo, Marina tem um novo comitê de campanha, com um novo CNPJ, como determina a lei eleitoral em caso de morte de um candidato. O avião usado por Campos era de responsabilidade do comitê de campanha do ex-governador de Pernambuco e que já foi extinto com a sua morte.

Diante disso, Marina não teria que respoder na Justiça pelo uso do avião. Quem deveria prestar contas e explicar o motivo para a aeronave não ter sido declarada na prestação de contas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é o antigo comitê, segundo dirigentes do PSB. Um dirigente disse ao jornal que com a morte de Campos, uma prestação de contas se interrompe e começa uma outra com Marina.

Entenda: Marina promete respostas sobre compra do jato que matou Campos

A publicação diz ainda que a versão do PSB para o assunto reforça uma tese de que o avião teria entrado em um caixa dois na campanha de Campos, ou seja, o gasto não foi declarado regularmente.

Ainda segundo O Globo, o partido segue duas linhas para explicar a falta de declaração. Uma delas é que Eduardo Campos poderia ter feito um acordo verbal com empresários. Outra é que os documentos estariam dentro do avião e também foram destruídos no acidente. Márcio França, novo tesoureiro da campanha presidencial do PSB, também levantou a segunda hipótese na segunda-feira (25), antes de um debate para o governo de São Paulo. Nos dois casos, o PSB reconhece que não haveria recibo registrado no TSE, como exige a lei.

ACE Brasil destaca envolvimento de rede mundial de engenheiros na cobertura de riscos de infraestrutura

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A ACE Brasil vai destacar a importância da gestão de riscos relacionados com infraestrutura no evento denominado Brazilian Risk Management Summit, que transcorrerá no dia 28 de agosto em São Paulo, no The Hilton São Paulo Morumbi. Durante o encontro, a companhia vai contribuir com os conhecimentos de sua área de engenharia de riscos de propriedade.

“Em questões de infraestrutura, os sinistros simplesmente não podem ocorrer, tendo em vista que, quando acontecem, costumam ser muito severos”, diz Cícero Humberto Aidar, responsável na América Latina pelo setor de Engenharia Global de Riscos de Propriedade da ACE. Ele afirma que esta realidade é a mesma em todo o mundo. “Por esta razão, a companhia desenvolve seus conhecimentos em engenharia de riscos de infraestrutura com base nas unidades que possui em diferentes mercados de 54 países”, conta.

Cícero Aidar afirma que a ACE tem concedido coberturas para riscos complexos com agilidade, aproveitando a sinergia entre suas equipes de engenharia de riscos e de subscrição. “Entre outras tarefas, nós trabalhamos a conscientização do cliente a respeito dos benefícios das técnicas de prevenção de sinistros e mitigação de prejuízos. Neste processo, ele passa a enxergar com mais clareza que pode passar a oferecer um risco mais atraente para a seguradora e diminuir as chances de interromper sua operação em função de acidentes”.

Cícero afirma que a ACE conta com a atuação direta da equipe de engenharia de riscos em toda a sua operação mundial. “Temos ainda um representante na alta diretoria da operação global. Desta forma, a empresa utiliza conhecimentos em engenharia de riscos desde as decisões estratégicas que toma para todo o mundo. Isto faz grande diferença no momento da subscrição, considerando riscos de diferentes complexidades”, finaliza.