O Valor Econômico informa que a seguradora AIG Brasil tem novo presidente. O executivo Paride Della Rosa vai assumir a cadeira ocupada por Jaime Calvo, no cargo desde 2012. Della Rosa está na AIG há 14 anos e desde 2011 atuava como presidente para a unidade da AIG na Argentina. Jaime Calvo foi nomeado presidente para a AIG Colômbia. Em 2013, a unidade brasileira da AIG apresentou receita com prêmios de seguros de R$ 332,7 milhões, um avanço de 20% em relação a 2012. A operação, porém, deu um prejuízo de R$ 110,6 milhões no ano.
Segundo dados pesquisados no Google, Paride é um verdadeiro cosmopolita. Nascido na Itália, criado no Brasil, onde formou-se em Administração de Empresas, com MBA e trabalhou nos Estados Unidos, viveu em Cingapura, onde foi vice-presidente de linhas financeiras para o Sudeste Asiático e China AIG, e liderou a operação República Checa, com sede em Praga. Ele é casado, sua esposa é americana, tem uma menina de oito anos nascido em Miami e um menino de 5, nascido em Cingapura. Quando ele começou sua carreira no Grupo AIG em Nova York, há 13 anos, ele trabalhou como gerente de D&O e linhas financeiras para a América Latina.
Não é somente nos grandes teatros que ouve-se música clássica. O projeto “Um Piano nas Escolas”, patrocinado pela CAPEMISA Seguradora, levará recitais para alunos de três escolas do Rio de Janeiro durante o mês de agosto. Os pianistas Vinicius Dias e Itajara Dias irão interpretar grandes nomes da música clássica como Heitor Villa Lobos, Tchaikowiski e Beethoven.
O CIEP 250 – Rosenda Rica Marcos, em São Gonçalo, será a primeira escola a receber o projeto, no dia 12, às 15 horas. A próxima escola contemplada será o Liceu Nilo Peçanha, em Niterói, no dia 19 de agosto, às 16 horas. Já os alunos da Escola Espírita Joanna de Angelis, em Japeri, assistirão ao recital no dia 28, às 14 horas. Os eventos são gratuitos e também são abertos aos pais e amigos dos estudantes. Ao todo, cerca de 2 mil pessoas serão beneficiadas pela iniciativa e terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre música clássica.
Serviço:
Data: 12/08, às 15h
CIEP 250 – Rosenda Rica Marcos
R. Visconde de Itaúna, S/n – Gradim – São Gonçalo
Data: 19/08, às 16h
Liceu Nilo Peçanha
Av. Ernani do Amaral Peixoto, 707 – Centro – Niterói
Data: 28/08, às 14h
Escola Espírita Joanna de Ângelis
Rua Dona Aisa, 232 /235 – Santa Amélia/Engenheiro Pedreira/Japeri
No ano em que comemoram o 50º aniversário de regulamentação da sua atividade profissional (Lei 4.594, de 29 de dezembro de 1964), os corretores de seguros obtiveram nesta quinta-feira (07) uma histórica conquista, que representa, na prática, um marco e o início de um novo ciclo na trajetória da categoria.
A sanção pela presidente Dilma Rousseff à Lei complementar 147/2014 traz muitos bons motivos para comemoração. Em primeiro lugar, porque, com essa lei, a partir de janeiro de 2015, as empresas corretoras de seguros com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões poderão, finalmente, ser inseridas no SuperSimples, pleito acalentado há muitos anos.
Outra boa notícia é o fato de não ter sido vetada a emenda aprovada no Congresso, de autoria do deputado Armando Vergílio, presidente licenciado da FENACOR, que permite a inserção da corretagem de seguros na Tabela III, muito mais favorável e menos onerosa que a Tabela VI, criada pelo relator do projeto na Câmara. Sem essa emenda, aderir ao Simples seria inócuo para a categoria, pois não haveria qualquer desoneração.
Aliás, Armando Vergílio foi muito aplaudido pela plateia ao ser citado pelo ministro da Micro e Pequena Empresa Guilherme Afif Domingos, e pela própria presidente Dilma Rousseff, como um dos principais responsáveis pela aprovação e sanção do projeto. Afif Domingos ainda brincou com o fato de centenas de corretores de seguros participarem da solenidade: “acho que tem mais corretor de seguros que advogado aqui”, afirmou.
Para o deputado Armando Vergilio, que presidiu a Comissão na qual foi elaborado o texto final do projeto e, há 12 anos vem se empenhando diuturnamente por essa conquista dos corretores de seguros, a lei favorece não apenas a categoria, mas também o governo e a sociedade como um todo.
Ele observa que, no caso específico das empresas corretoras de seguros, vários estudos e pesquisas mostram claramente que é possível dobrar o número de empregos gerados pelo segmento, consequência que traz relevante impacto tanto sob o ponto de vista econômico quanto social. Além disso, haverá reflexo direto na arrecadação de impostos, particularmente na Previdência Social, contribuindo para os cofres do Tesouro Nacional.
Vergilio destaca que, para os segurados, a desoneração tributária da corretagem de seguros representa a oportunidade de ter um atendimento ainda mais qualificado, pois os empresários do setor certamente destinarão os recursos economizados com a redução da carga de impostos para a qualificação dos seus colaboradores e investimentos em novas tecnologias.
O corretor de seguros poderá também investir no fomento do seu negócio, prospecção de novas oportunidades e ampliação da sua carteira, a partir do momento em que tiver um maior volume de receita disponível.
O presidente em exercício da FENACOR, Robert Bittar também lista uma série de pontos positivos, como o fato de as empresas optantes passarem a ter uma só alíquota de imposto, significativamente reduzida, além de benefícios gerados pela desburocratização e facilidades administrativas, pois todos os tributos, inclusive ISS municipal, serão recolhidos em uma só guia.
Bittar lembra que esta foi a quarta vez na história recente que a categoria teve a oportunidade de concretizar esse antigo sonho. “A Justiça, enfim, está sendo feita”, comemora o presidente em exercício da FENACOR.
Destaca ainda a atuação incansável do deputado Armando Vergilio, visando à aprovação do projeto de lei, na presidência da comissão especial em que o texto original da proposta foi lapidado até chegar ao ponto adequado, aprovado na Câmara e no Senado. “Foi criada nessa nova lei uma tabela (a VI), que se destina aos setores de serviço, a qual incluiria os corretores de seguro, não fosse o magnífico trabalho desenvolvido pelo nosso líder, presidente licenciado da federação, o deputado federal Armando Vergílio, que conseguiu aprovar emenda inserindo a categoria na tabela III, a mais benéfica de toda a carga tributaria que se possa pretender”, ressalta Bittar.
Ele frisa que foram fundamentais os contatos políticos feitos pela diretoria da FENACOR em busca de apoios de lideranças políticas e autoridades. Nas últimas duas semanas, o próprio Robert Bittar participou de duas importantes audiências em Brasília, com o vice-presidente da República, Michel Temer, e o secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Cafarelli.
Depois, ainda encontrou-se, em São Paulo, com o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.
O presidente em exercício da FENACOR ressalva ainda a grande mobilização da categoria e dos sindicatos em defesa da sanção do projeto sem vetos. “Agradeço a todos. Está, sem dúvida, é uma grande vitória da união”, finaliza Bittar.
De acordo com a segunda edição do Indicador de Educação Financeira, brasileiros entre 16 e 24 anos tiveram nota abaixo da média e registraram queda em relação a 2013. Metade da população do país teve nota entre 0 a 6 e somente 3% atingiu pontuação maior do que 8. O índice 2014 mostra ainda que o número de pessoas que poupam caiu em todas as classes sociais. Os bancarizados apresentaram maior nível de educação financeira. População pode entrar no site da Serasa, fazer o teste e verificar sua nota
Os jovens com idade entre 16 e 24 anos, além de terem o nível mais baixo de educação financeira, tiveram piora em relação ao ano passado. Esta foi uma das conclusões da segunda edição do Indicador de Educação Financeira (IndEF) 2014, elaborado pela Serasa Experian, e IBOPE Inteligência, apresentado hoje, 07 agosto, na sede da Serasa Experian. Com o indicador, o Brasil passa a ser o único país do mundo a ter uma metodologia que permite conhecer e acompanhar o nível de educação financeira da população.
“Nosso objetivo é mostrar anualmente o nível de educação financeira do brasileiro para apoiar a medição de resultados em empresas, na sociedade civil organizada e junto aos governos, que encaram o grande desafio de educar financeiramente nossos consumidores”, afirma o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi.
O IndEF 2014, que trabalha em uma escala de 0 a 10, deu média 6 aos brasileiros, a mesma nota de 2013. Quanto maior o índice, maior o nível de educação financeira. Este ano, no entanto, os jovens tiveram o pior desempenho. O grupo de 16 a 17 anos apresentou queda em relação à nota do ano passado: de 5,9 para 5,5. Os brasileiros que têm entre 18 e 24 também caíram na comparação com 2013, de 5,9 para 5,8.
Para a criação do IndEF foram entrevistadas – no primeiro trimestre de 2014 – 2.002 pessoas maiores de 16 anos de idade, em 140 cidades de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior.
O Indicador é composto por três subíndices referentes a finanças pessoais e familiares dos brasileiros: o Conhecimento, a Atitude e o Comportamento, tendo cada um deles um peso diferente: Atitude (24%), Conhecimento (26%) e Comportamento (50%).
O subíndice Conhecimento avalia o entendimento de conceitos financeiros, o subíndice Atitude avalia como o entrevistado enxerga a sua relação com o dinheiro e, por fim, o subíndice Comportamento, que mede as ações do entrevistado no seu dia a dia (como, por exemplo, se ele gasta mais do que ganha, se guarda dinheiro e se planeja o futuro). No IndEF 2014, como em 2013, o subíndice Conhecimento é o que atinge valores mais altos, seguido do Atitude e, por fim, a dimensão Comportamento.
Além da nota geral, o IndEF estabeleceu um critério de classificação dos indivíduos. Assim, considerando como nível 1 notas até 5, com 18% da população. No nível 2, foram levados em conta valores maiores que 5 até 6, representado por 32% dos brasileiros. O nível 3 representa 31%, com valores maiores que 6 a 7. No intervalo entre 7,01 e 8, o nível 4, encontram-se 16% dos consumidores. E, finalmente, no nível 5, com valores maiores que 8, estão apenas 3% dos indivíduos. A idade também é um fator que interfere no IndEF. À medida que as pessoas ficam mais velhas, nota-se uma melhora da educação financeira.
Todo brasileiro pode saber qual é seu nível de educação financeira
Clique aqui e faça o teste:
http://www.serasaconsumidor.com.br/testes
A pesquisa completa do IndEF pode ser acessada neste link: http://serasaconsumidor.com.br/indef/
Três seguradoras e e cinco operadoras de planos de saúde constam entre as 100 empresas no levantamento feito pela revista Exame em parceria com o Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC): Golden Cross (17) SulAmérica (22), Mapfre (24), Porto Seguro (38), Amil (41), Unimed Paulistana (78), Unimed Rio (84) e Intermédica (86). As cinco primeiras empresas mais pontuadas no ranking de atendimento ao cilente foram American Express, Natura, Boticário, Coca-Cola, Nethoes.
Veja o ranking completo no portal da Exame no link
A Allianz Global Coporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do grupo Allianz, lança o relatório Panama Canal 100: Shipping Safety and Future Risks. Com o 100° aniversário do Canal do Panamá, a resseguradora alerta sobre o aumento de riscos que será gerado com o plano de dobrar a capacidade de transporte de carga dos navios que transitam na via.
O estudo identifica que o valor dos bens assegurados que transitam na área do canal pode aumentar em mais de US$ 1 bilhão por dia após a conclusão do Projeto do Terceiro Grupo de Eclusas, que inclui a construção de dois novos conjuntos de eclusas, criando uma terceira via de passagem para grandes navios.
Todos os anos, mais de 12 mil barcos navegam pelo Canal, quantidade que pode crescer significativamente com a inauguração das novas eclusas em 2015. A previsão é que a expansão vá permitir que 12 a 14 embarcações de grande porte possam passar por dia pelo local – um aumento de 4.750 navios.
Com aproximadamente 3% ou US$ 270 bilhões do comércio marítimo mundial já transitando pelo Canal do Panamá todos os anos, a passagem segura de embarcações é fundamental. No entanto, especialistas da AGCS alertam que o aumento do tráfego e navios de grande porte pode impactar o recorde de segurança conquistado na última década, inclusive com aumento de riscos durante o período inicial de abertura do canal.
O Capitão Rahul Khanna, diretor de Riscos Marítimos da AGCS, explica o impacto de gerenciamento de risco potencial dessa expansão: “Grandes navios representam maiores riscos. A enorme quantidade de carga transportada significa que um acidente grave tem potencial de levar a uma perda considerável e maior perturbação. Por exemplo, um navio de 12.600 TEU totalmente carregado é tão extenso quanto quatro campos de futebol com um raio de até 49 metros e pode ter sozinho um valor de carga segurada de US$ 250 milhões”.
Se estiver operando em sua capacidade total projetada após a expansão, AGCS estima que isso poderá resultar em um adicional de US$ 1,25 bilhão em bens segurados que passam pelo Canal em um dia, com navios maiores desempenhando um papel fundamental no aumento da capacidade de processamento.
Esses novos navios podem representar grandes desafios no quesito resgate. Em caso de acidentes, pode haver um número insuficiente de especialistas de salvamento qualificados para lidar com os chamados navios-Panamax.
Impacto regional cresce
Com navios maiores em movimento na região, um incidente também pode afetar o tráfego nos principais portos nos Estados Unidos e em outros países, resultando em um potencial aumento da interrupção de negócios e perdas de seguros.
Além disso, portos e terminais americanos no Leste e na costa do Golfo estão expostos a furacões. Os navios que transportam maiores concentrações de bens segurados vão passar mais tempo nesses portos, o que representa um aumento do risco. Por exemplo, uma grande parte das perdas da Supertempestade Sandy em 2012 foi por conta da inundação dos portos na região Nordeste dos Estados Unidos.
Para atender os grandes navios também são necessárias mudanças nos portos mundiais junto à cadeia de fornecimento do canal, o que representa uma série de novos desafios. Além disso, serão necessárias atualizações adicionais de infraestrutura para lidar com o aumento do volume. A capacidade de processamento terá de ser melhorada para evitar gargalos nos portos. A navegabilidade é crítica: correntes de ar e de água precisam ser suficientes para permitir a passagem segura dos navios com contêineres maiores.
Outro grande desafio é a manipulação real de navios de maior porte. Procedimentos operacionais dos portos terão que ser revistos no que diz respeito às limitações de vento e do tempo, dadas às margens operacionais apertadas que esses navios terão de enfrentar.
Por outro lado, uma rota marítima expandida da Ásia para o leste dos EUA / Costa do Golfo poderia levar a uma redução do risco em outra área, como explica o capitão Allan Breese, Engenheiro Sênior de Risco Marítimos da AGCS: “Quanto mais tempo você mantem um contêiner em um navio e não fica fazendo transbordos de um meio de transporte para outro, melhor”.
Treinamento de qualidade é a chave para a mitigação de risco
A AGCS acredita que o treinamento é fundamental para mitigar os novos riscos envolvidos, tanto na própria região do Canal quanto nos portos afetados.
Como o capitão Khanna explica: “A expansão do Canal do Panamá irá representar um novo ambiente de transporte para muitos marinheiros. Com o aumento do número de navios de grande porte que passam por essa importante hidrovia, o nível de formação dos pilotos será extremamente importante. A tentativa de manobrar uma dessas embarcações em espaço restrito por si só cria um risco muito maior”.
As autoridades do Canal do Panamá têm investido em formação de marinheiros, incluindo planos para fretar um navio para a prática de manobras na nova passagem. No entanto, a formação pode não preparar completamente o profissional para lidar com as situações que podem ocorrer com uma embarcação. “É extremamente importante saber que os processos e sistemas em vigor são dinâmicos e que a indústria aprende com os erros, porque, inevitavelmente, alguns serão cometidos. Mesmo com o treinamento, os profissionais só poderão realizar o procedimento com alguns navios. Quando o canal for efetivamente aberto, uma série de embarcações com características diferentes irão passar pela via e isso sim será um desafio”, diz Capitão Khanna.
Perdas em foco
Entretanto, a análise da AGCS identifica que a região do Canal do Panamá tem um histórico de segurança que tem melhorado constantemente ao longo dos últimos anos, com um total relativamente baixo de 27 acidentes de navegação ao longo da última década, incluindo apenas duas “perdas totais”.
Essa taxa de acidentes de cerca de um em cada 4.000 trânsitos é comparada favoravelmente com outros cursos de água importantes como o Canal de Suez (1 em 1100 trânsitos) e o Canal Kiel (1 em 830 trânsitos). Os navios graneleiros, de carga e os porta-contêineres são os que mais passam pelo canal, por isso, representam mais de 75% de todos os incidentes no local desde 2002.
Em um ambiente de transporte relativamente controlado, a causa mais comum de incidentes desde 1993 é o contato com as paredes e colisões entre navios, que representam quase 60% dos incidentes analisados pela AGCS. Danos Máquinas e insucesso ocupam a terceira posição, representando mais de 20%.
A Willis Group, consultoria de riscos e corretora global de seguros e resseguros, anuncia os resultados do segundo trimestre de 2014. Entre os principais destaques do trimestre, encerrado em 30 de junho de 2014, estão:
· As receitas totais reportadas, que incluem comissões e fees, receita financeira e outros rendimentos, foram de US$ 935 milhões, um aumento de 5,1% comparado ao mesmo período de 2013
·Crescimento orgânico em comissões e fees de 4,5%
·Lucro líquido no período de US$ 47 milhões, ou US$ 0,26 por ação
·Margem operacional de 15,8%
·A região da América Latina apresentou um crescimento em torno de 15% no trimestre, impulsionada, principalmente, por fortes resultados no Brasil
Dominic Casserley, CEO Willis Group, comenta, “A Willis teve um crescimento representativo em receitas em muitos de seus negócios e um modesto, mas importante, crescimento em resseguros onde o mercado enfrenta alguns desafios. Este é o resultado de nossa diversidade em geografias, setores e linhas de negócios e reflete também os investimentos acumulados que temos feito, no segundo semestre do ano passado, em talentos para produção de receitas e serviços à clientes e recursos de gerenciamento de risco.” Casserley continua, “Continuaremos a investir seletivamente em talentos, mas esperamos que o crescimento de despesas de salários e benefícios, excluindo aquisições, seja moderado durante a segunda metade do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior”.
A divisão Internacional, na qual o Brasil está inserido, registrou um crescimento orgânico de 5,6% em comissões e fees em comparação com o mesmo período em 2013. A América Latina apresentou crescimento de 15% no trimestre, impulsionada, principalmente, por fortes resultados no Brasil. As operações na Europa Ocidental cresceram 1% no trimestre, mas com forte desempenho na região da Península Ibérica e na Noruega. Já a Europa Oriental apresentou crescimento de um dígito, com bons resultados na Rússia e Polônia. Na Ásia as operações continuam fortes, lideradas pelo crescimento em nossos negócios de Global Wealth Solution.
O desempenho da indústria automobilística em julho aponta melhora com relação ao mês anterior, segundo dados divulgados na quarta-feira, 6, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea. No sétimo mês do ano foram comercializados 294,8 mil autoveículos, 11,8% maior do que as 263,6 mil unidades de junho.
Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o segundo semestre deste ano apresentará dados positivos em licenciamento, produção e exportação em razão de alguns fatores: “A segunda metade do ano terá mais dias úteis do que a primeira e, historicamente, este período apresenta desempenho superior. Além disso, acreditamos que as medidas anunciadas nos últimos dias trarão aumento de liquidez para a economia brasileira como um todo”.
Os dados de julho foram superiores também para produção e exportação ao defrontar julho contra junho. Foram produzidos em julho 252,6 mil autoveículos, o que representa crescimento de 17% em relação as 215,9 mil de junho. As exportações também terminaram o período em alta de 40,2%: foram 34,2 mil unidades em julho e 24,4 mil no mês anterior.
Nas comparações com os resultados de 2013, contudo, o licenciamento de julho deste ano aponta queda de 13,9% ao se comparar com as 342,3 mil do mesmo mês de 2013. No acumulado do ano o declínio é de 8,6%: 1,96 milhão em 2014 e 2,14 milhões no ano passado.
A produção dos primeiros sete meses, de 1,82 milhão de veículos, está 17,4% abaixo das 2,20 milhões do mesmo período do ano passado. Já no comparativo mensal a produção fechou julho com retração de 20,5% – 317,9 mil unidades foram fabricadas em julho de 2013.
Nas exportações a baixa foi de 35,4%: foram 204,4 mil no acumulado de 2014 e 316,4 mil no ano passado. Ao analisar o resultado do mês, foram enviados para outros países 34,2 mil produtos, decréscimo de 36,7% frente as 54,1 mil de julho do ano passado.
Máquinas autopropulsadas
O resultado das vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias em julho de 2014, com 6,4 mil unidades, ficou 8,8% acima das 5,9 mil unidades de junho e 16% menor ao defrontar com as 7,6 mil de julho do ano passado. As vendas no acumulado registram queda de 19,2% quando comparadas as 39,4 mil unidades deste ano com as 48,7 mil de 2013.
A produção de máquinas autopropulsadas em julho deste ano ficou 7,7% inferior do registrado em julho de 2013 – 8,8 mil contra 9,5 mil – e 50,7% acima das 5,8 mil fabricadas em junho passado. Nos sete primeiros meses as 49,2 mil unidades estão 15,1% abaixo das 57,9 mil de igual período de 2013.
No período acumulado das exportações o desempenho de máquinas recuou 5,8%: foram 7,9 mil este ano e 8,4 mil em 2013. No comparativo mensal o segmento apresentou resultado positivo em julho com alta de 9,1%, quando confrontadas as 1,3 mil unidades e as 1,2 mil de junho, e retração de 2,6% com relação as 1,4 mil unidades em julho do ano passado.
Caminhões
Com 77 mil produtos comercializados, o segmento de caminhões registrou nos sete primeiros meses decréscimo de 13,6% frente as 89,1 mil de 2013. Ao analisar o resultado do mês, foram licenciadas 12,4 mil unidades, maior em 17% ao se comparar com as 10,6 mil de junho deste ano e menor em 18,2% sobre as 15,1 mil de julho de 2013.
No último mês foram produzidas 12,3 mil unidades, 50,5% a mais do que em junho, quando o segmento encerrou o mês com 8,2 mil unidades, e inferior em 30,5% com relação as 17,7 mil de julho de 2013. No acumulado as 88,3 mil unidades produzidas em 2014 estão 20,7% menores do que as 111,3 mil de 2013.
As exportações encerraram o mês com recuo de 19,4%, ao se comparar os 1,3 mil caminhões de julho com os 1,6 mil de junho, e diminuição de 39,5% frente as 2,1 mil unidades exportadas em junho do ano passado. O resultado nos sete primeiros meses de 2014, com 11 mil unidades, está 17,9% inferior com relação as 13,4 mil de 2013.
Ônibus
Em julho foram produzidos 2,9 mil chassis de ônibus, alta de 12,9% contra as 2,5 mil de junho deste ano. Por outro lado as unidades fabricadas no sétimo mês deste ano mostram decréscimo de 22,9% sobre julho do ano passado com 3,7 mil unidades e no acumulado 12,8% – foram 22,1 mil este ano e 25,3 mil em 2013.
De janeiro a julho foram licenciadas 15,6 mil unidades, baixa de 15,3% contra as 18,4 mil de igual período de 2013. Só no mês de julho foram comercializados 2,2 mil ônibus, acréscimo de 11,5% ante os 2 mil de junho e decréscimo de 23,6% com relação os 2,9 mil de julho do ano passado.
O mercado segurador brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2014 com lucro líquido não consolidado de R$ 8,5 bilhões, 31,2% acima dos R$ 6,5 bilhões do mesmo periodo de 2013, segundo publicação do dia 6 de agosto da Susep e consolidada pelo consultor Luiz Roberto Castiglione. Excluindo-se o resultado de coligadas e controladas o lucro líquido passa para R$ 5,1 bilhões contra R$ 3,8 bilhões do ano passado um crescimento de 33,7%.
O volume total de prêmios (com VGBL) somou R$ 75,8 bilhões 3,2% acima dos R$ 73,5 bilhões do mesmo period do ano passado, Excluindo o VGBL a produção de seguros atingiu a cifra de R$ 43,7 bilhões contra R$ 39,8 bilhões de 2013, um crescimento de 9,6%.
De acordo com o estudo, a taxa média de retorno do patrimônio líquido anualizada foi de 24,68%, acma dos 18,92% de 2013. O índice combinado representou 88,68% dos prêmios e contribuições ganhas abaixo dos 89,09% do mesmo periodo anterior. “Esse desempenho adveio do segmento de previdência e VGBL onde a margem passou de R$ 1,3 bilhão para R$ 2,2 bilhões. Tal crescimento provém de reversão de outras provisões técnicas (não detalhado pela Susep). O desvio favorável chega a R$ 680 milhões”, destaca Castiglione.
No que se refere ao segmento de seguros à margem declinou passando a representar 25,1% dos prêmios ganhos contra 26,5% de 2013. “Aqui tivemos agravamentos da sinistralidade retida e dos custos de aquisição”, comenta o consultor. As despesas administrativas se mantiveram controladas e o resultado financeiro em função do aumento da taxa básica de juros passou a ser robusto. Com isso a rentabilidade da operação foi equivalente a 22,7% dos prêmios e contribuições ganhas contra 19,8% dos mesmos em 2013.
“De fato a melhoria veio da reversão de provisões técnicas de planos de previdência tradicional e do resultado financeiro, explicado em parte pelo aumento da taxa básica de juros. Ao que parece a busca pela eficiência operacional chegou no seu limite”, conclui.
O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o superintendente da Susep, Roberto Westenberger. O evento será realizado no dia 26 de agosto, a partir das 11h45 no Terraço Itália, em São Paulo. Inscrições através do site www.cvg.org.br ou e-mail cvg@cvg.org.br
Mais informações: (11) 3331.9313 e (11) 9.6308.0220
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