Lloyd’s anuncia lucro de £ 1,67 bilhão (US$2,86 bilhões) no primeiro semestre de 2014

lloydsDestaques do balanço do primeiro semestre de 2014 sobre o mesmo período do ano anterior

• Lucro antes dos impostos de £1,67 bilhão frente £1,38 bilhão registrado no 1o semestre de 2013.
• Retorno sobre o capital de 16,5%; no 1o semestre de 2013: 14%.
• Receita de investimentos de £642 milhões (US$1,072 bilhão); no 1o semestre de 2013: £247
milhões.
• Índice combinado de 88,2% é superior aos concorrentes; no 1o semestre de 2013: 86,9%.
• Período benigno em relação a grandes catástrofes.
• Elevação na classificação Fitch em junho, de ‘A+’ para ‘AA-‘.

O Lloyd’s, o mercado especializado em seguros e resseguros do mundo, anunciou hoje um lucro de £1,67 bilhão (US$2,86 bilhões) para os primeiros seis meses de 2014, marcando um aumento de 21% sobre o período correspondente no ano passado. Apesar desses resultados mostrarem uma melhoria em relação ao período equivalente em 2013, as condições de mercado estão cada vez mais desafiadoras.

A elevação na classificação Fitch que o Lloyd’s recebeu em junho deste ano, para AA-, citava uma excelente supervisão de subscrição do Lloyd’s e investimento em práticas de gestão de risco e exposição, como parte dos preparativos para as regras de Solvência II.

A Presidente mundial do Lloyd’s, Inga Beale, disse:
“Este é um excelente conjunto de resultados semestrais para o mercado do Lloyd’s. Isso se deve em grande parte à atividade de subscrição especializada do mercado. Inovação continuada, combinada com supervisão robusta e força financeira, tudo garante a operação exitosa do mercado a despeito das condições desafiadoras.”

O Chairman do Lloyd’s, John Nelson, disse:
“Estou muito satisfeito com esses resultados semestrais, principalmente por ocorrerem diante de um ambiente intensamente competitivo. O mercado do Lloyd’s continua numa posição financeira forte e esse sólido fundamento significa que o Lloyd’s está numa ótima posição para se expandir tanto em economias estabelecidas quanto em economias de alto crescimento em todo o mundo.”

Poupança das famílias no Brasil quase dobrou, contra avanço de menos de 30% em nível global, revela estudo da Allianz

Os efeitos da crise financeira mundial não foram motivos para impedir ganhos. Tanto assim que os ativos financeiros brutos mundiais de particulares tiveram aumento de 9,9% em 2013, a taxa de crescimento mais alta desde 2003, elevando-os para um nível recorde 118 trilhões de euros. Tal crescimento foi impulsionado pelo desempenho excepcional de bolsas de valores, visto no Japão, nos EUA e na Europa, cujos : títulos tiveram valorização de 16,5%, mais até do que nos anos imediatamente anteriores à deflagração da crise financeira.

No Brasil, os ativos financeiros brutos tiveram aumento de 7% no ano passado, com um ritmo ligeiramente maior do que a média latino-americana que foi de 6,4%. Segundo a quinta edição do Relatório de Riqueza Global divulgado pelo Grupo Allianz, que analisa em detalhes a situação de ativos e de dívidas das famílias em mais de 50 países, nem todas as regiões conseguiram se beneficiar na mesma medida deste forte crescimento visto no ano passado.

Nos mercados emergentes, o crescimento dos ativos teve uma desaceleração devido à turbulência nos mercados locais de capital e de moeda. Este desdobramento teve um impacto particularmente grande na América Latina: a taxa de crescimento caiu pela metade no último ano, para 6,4 por cento, colocando também a região bem abaixo da taxa vista na América do Norte (+11,7%).

Em termos de desenvolvimento a longo prazo, contudo, a região permanece no grupo superior, junto com a Europa Oriental e a Ásia (excluindo o Japão), com um crescimento médio da ordem de 12,7% ano desde 2000. Se for olhado para o crescimento de ativos em termos reais, ou seja, menos o índice geral de inflação, o índice da América Latina cai para 5,5% ao ano. Segundo o estudo, isto acompanha basicamente o ritmo real de crescimento na Europa Oriental (+6%), mas é muito menor do que na Ásia (excluindo o Japão), que registrou um crescimento de quase 10% ao ano desde a virada do milênio.

“Apesar do ambiente difícil, os ativos na América Latina mais uma vez mostraram um bom desenvolvimento no ano passado”, disse Michael Heise, economista Chefe na Allianz. “Isto mostra que o processo de recuperação na região continua intacto. Esperamos que o crescimento seja retomado este ano”, acrescentou

No Brasil

Não obstante, o crescimento de 7% do ano passado é o menor aumento anual para o Brasil desde 2008. Os títulos continuaram sendo a classe de ativos mais popular, com mais de 40% do total de ativos, seguidos por seguro de vida e ativos de aposentadoria (cerca de 28%). Ao longo da última década, os ativos financeiros tiveram crescimento de 13,2% ao ano e desde 2007, o último ano antes de crise, a poupança das famílias no Brasil quase dobrou, enquanto a nível global o aumento foi de menos de 30%.

Considerando estes números, segundo o estudo do grupo segurador Allianz, não é exagero dizer que a última década foi uma grande história de sucesso para o Brasil. Com relação aos passivos no balanço financeiro das famílias, no entanto, também foram observadas taxas elevadas de crescimento. No ano passado, as dívidas particulares aumentaram 16,3%, colocando o aumento anual desde 2000 a 18,1%. Consequentemente, a proporção entre dívida externa/PIB de particulares teve um aumento de 47,3%, de longe o mais alto na região.

Dívida

Não foram apenas os ativos que tiveram um forte crescimento no mundo inteiro em 2013; o aumento da dívida (incluindo a dívida hipotecária) também registrou um aumento. Em 3,6%, o aumento da dívida foi mais rápido do que em qualquer outro ano desde o estouro da crise. Não obstante, o índice da dívida global, ou seja, passivos pessoais medidos como uma porcentagem da produção econômica nominal, voltaram a cair ligeiramente no ano passado, registrando uma redução de meio ponto percentual, para 65,1%.

A queda no índice da dívida desde 2009 atinge 6,4 pontos percentuais. Esta desaceleração é, no entanto, unicamente atribuível aos países desenvolvidos, e principalmente aos EUA, onde o índice teve uma queda de 15,5 pontos percentuais nos últimos quatro anos. Nos mercados emergentes, por outro lado, o peso da dívida está aumentando de forma mais ou menos contínua, também em relação à produção econômica.

Na América Latina, a dívida pessoal aumentou 14,3% em 2013, excedendo a marca de 1 trilhão de euros pela primeira vez. No Brasil, o passivo totalizou mais de 700 bilhões de euros e a dívida per capita ficou em 3.520 euros, mais de 50% acima da média regional. Apesar do aumento galopante do crédito visto no passado, a proporção da dívida com relação à atividade econômica geral na América Latina como um todo ainda é relativamente baixa: a dívida regional ficou em 31% no final de 2013 e não excedeu a marca de 50 por cento em nenhum país da região – apesar de o Brasil estar chegando bem perto desta marca.

Matriz de riqueza

Este ano, também pela primeira vez, a Allianz analisou minuciosamente o desenvolvimento da distribuição de riqueza em cada país individualmente, usando uma “matriz de riqueza”. Os resultados não são necessariamente consistentes com a teoria do aumento cada vez maior da desigualdade.

Segundo o estuado a seguradora, na verdade, há mais países, entre aqueles incluídos na análise, em que a distribuição da riqueza, de forma geral, não mudou muito ou até mesmo melhorou ao longo da última década, a maioria sendo economias em ascensão e particularmente na América Latina. Em geral, no entanto, a distribuição da riqueza nos países da América Latina é menos igualitária do que na Ásia, por exemplo, que é mais igualitária.

Distribuição

A população no decil superior geralmente detém mais de 60% do total de ativos. Uma olhada nas economias desenvolvidas revela uma história diferente como um todo. Aqui, a distribuição da riqueza se deteriorou na maioria dos países incluídos em nossa análise, ou seja, a proporção de riqueza nas mãos dos dez por cento mais ricos voltou a crescer. Em nenhum lugar este desenvolvimento foi mais marcado do que nos EUA.

O estudo mostra que a desigualdade também aumentou consideravelmente em diversos países da Europa (França, Suíça, Irlanda e Itália) e no Japão. Em 2013, um total de cerca de 912 milhões de pessoas com ativos financeiros líquidos médios vivia nos países incluídos na análise da Allianz.

O número de membros da classe de baixa riqueza (média de ativos financeiros líquidos per capita de menos de EUR 5.300) permaneceu relativamente constante nos últimos anos, em aproximadamente 3,5 bilhões. No entanto, isto é principalmente subproduto de um forte crescimento populacional.

Se a tendência for ajustada para refletir este aumento natural, uma verdadeira história de avanço pode ser encontrada por trás destes números: quase meio bilhão de pessoas no mundo – e mais de 33 milhões de latino-americanos – conseguiu ser promovida desta classe para a classe média de riqueza global nos últimos 13 anos. “Este número, mais do que qualquer outro indicador, ressalta o fato de que, em uma comparação global, cada vez mais pessoas estão conseguindo participar da prosperidade global. Portanto, a partir deste ângulo mundial, certamente não se pode dizer que a desigualdade está aumentando”, disse Heise.

Seguro viagem passa a ter mais coberturas

seguro viagemFonte: Susep

As despesas médicas, hospitalares e odontológicas passam a fazer parte das coberturas obrigatórias que deverão ser oferecidas aos consumidores na contratação do Seguro Viagem para o exterior. Nas viagens nacionais, essa cobertura será opcional. A mudança, aprovada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) a partir de proposta de resolução feita pela Susep , deverá ser publicada no Diário Oficial na próxima semana. A decisão vai beneficiar milhares de pessoas em viagens nacionais e internacionais que passam a ter mais garantia de indenização na ocorrência de sinistro, principalmente envolvendo acidentes pessoais.

Anteriormente, o Seguro Viagem tinha apenas duas coberturas obrigatórias, nos casos de morte e invalidez permanente, que não atendiam plenamente as necessidades dos consumidores. Além das despesas médicas e hospitalares, que agora passam a ser oferecidas, a resolução determina ainda que, nos casos de viagem ao exterior, o seguro deverá cobrir também a volta do consumidor em caso de impedimento de retorno como passageiro regular; traslado médico e traslado de corpo.

“As novas regras do Seguro Viagem vêm preencher uma lacuna do mercado e trazer mais segurança aos que pretendem contratar esse tipo de seguro”, afirma o superintendente da Susep, Roberto Westenberger. Segundo ele, o normativo foi discutido exaustivamente com todos os interessados e uma das maiores preocupações era melhorar as regras do produto ampliando as coberturas. As despesas médicas e hospitalares, afirma Roberto, não eram oferecidas como seguro, mas como serviço de assistência, ficando fora da competência de supervisão da Susep, o que causou vários problemas aos consumidores.

Sem a garantia das coberturas necessárias, vários consumidores descobriram em plena viagem que não tinham direito ao ressarcimento de despesas médicas, justamente quando mais necessitaram desses serviços. Outro problema que acaba com a nova regulamentação é que ao contratar um Seguro Viagem, o consumidor passa a ter todas as informações necessárias sobre o produto ideal para o seu roteiro. Westenberger ressalta que vários países exigem esse tipo de seguro com valores pré-determinados, como no caso da Europa, cujo limite mínimo é de trinta mil euros, e as seguradoras devem obrigatoriamente informar aos passageiros sobre essas condições.

Atualmente, as despesas médicas e hospitalares são ressarcidas através de um contrato de prestação de serviço assistencial que não é regulado e nem fiscalizado pela Susep. Dentro de um ano, no entanto, a partir da data de publicação da resolução, esses serviços passam a ser considerados seguros e só poderão ser comercializados por empresas do setor ou por seus representantes.

Sincor-SP lança hotsite para cobertura especial do XVI Conec

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Com o objetivo de divulgar todas as atividades do XVI Conec, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), organizador do evento, acaba de criar um hotsite especial com toda a cobertura do Congresso. O hotsite traz a programação completa das palestras, debates, sorteios e shows, além dos demais conteúdos relacionados ao evento. O endereço é www.xviconec.com.br.

O design leve e a interface amigável contribuem para facilitar a navegação, contemplando ferramentas de interatividade, como botões de compartilhamento em redes sociais, bem como campos específicos para programação, notícias e vídeos.

Ao acessar a programação, por exemplo, é possível visualizar a grade completa de palestras, que serão apresentadas ao mesmo tempo em três auditórios. A abertura contará com o projeto “Universo Casuo”, idealizado por Marcos Casuo, protagonista da performance “Alegria”, do Cirque du Soleil. Nos dias 10 e 11 de outubro, respectivamente, haverá shows da banda “Demônios da Garoa” e do grupo “Só Para Contrariar”. A coordenação geral da cobertura é do 1º vice-presidente do Sincor-SP, Boris Ber.

Icatu Seguros lucra R$ 137 milhões no primeiro semestre

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O grupo Icatu Seguros alcançou lucro líquido de R$ 137,4 milhões no primeiro semestre de 2014. O patrimônio líquido da companhia atingiu R$ 752,8 milhões no final do semestre, após distribuição de R$ 50 milhões em dividendos. Já o faturamento da empresa atingiu R$ 1,3 bilhão no semestre e a soma dos ativos sob administração chegou ao patamar de R$ 13,8 bilhões.

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, destaca que a soma dos resultados das operações de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar alcançou R$ 187,8 milhões, crescimento de 18% em relação ao semestre do ano anterior.

“Os resultados do primeiro semestre são fruto de aumento de produtividade e de novos negócios. Temos investido em inovação de produtos e de ferramentas de venda e ampliado cada vez mais nossa presença regionalmente” – afirma Snel.

O segmento de seguros de pessoas apresentou faturamento de R$ 590,2 milhões no semestre, aumento de 29% em relação ao mesmo período de 2013. Em previdência aberta, a Icatu Seguros alcançou captação líquida (entradas – saídas) de R$ 420,1 milhões, em linha com a meta de crescimento de 20% até o final do ano. Já o segmento de capitalização alcançou R$ 1,5 bilhão em provisões técnicas e distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 21,9 milhões.

Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 1,7 bilhão ao final do semestre, distribuídos entre os 38 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e dos seis planos Instituídos. A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou o semestre com R$ 9,4 bilhões em ativos sob gestão. A empresa figura no topo dos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e dividendos.

Chubb apoia a 3ª feijoada da Corrente do Bem

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A Chubb Seguros foi uma das empresas participantes da 3º feijoada anual da Corrente do Bem, evento beneficente ocorrido no dia 20 de setembro no restaurante Pereira, em Salvador. O evento contou com a presença de aproximadamente 500 pessoas e o valor arrecadado com a venda dos ingressos será revertido em alimentos e materiais de limpeza que serão doados às instituições associadas.

“A Chubb busca investir em iniciativas que colaborem para melhorar as condições das comunidades onde atua. Com esta postura, a companhia assume um papel consciente e proativo na construção de uma sociedade mais humana e mais justa”, afirma Maria Celeste, superintendente de marketing da Chubb.

Com os olhos voltados para o futuro, a seguradora vem ampliando seus programas de responsabilidade social, que envolvem seus profissionais e parceiros e beneficiam diversas entidades, principalmente aquelas voltadas ao atendimento da população de baixa renda. Entre elas está o apoio a entidades educacionais e sociais como, por exemplo, o FUMCAD – Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Lar Vinicius, Projeto Novo Ser, Lar Sonho de Criança, entre outras instituições.

Capitalização distribui mais de R$ 700 milhões em prêmios

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Entre janeiro e julho, o mercado de Capitalização distribuiu, por meio de sorteios, um total R$ 701 milhões, o equivalente a R$ 4,7 milhões em premiações por dia útil. Isso representa um crescimento de 26,15% em relação a igual período do ano passado, informa a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que reúne as 17 empresas que atuam no setor.

As provisões técnicas – valores acumulados pelos clientes que serão devolvidos sob a forma de resgates – ultrapassaram os R$ 28 bilhões, um avanço de 15,2%. Até julho, o setor injetou na economia mais de R$ 8,6 bilhões em resgates finais e antecipados, o que representa 15,51% a mais do que foi devolvido aos clientes em 2013. O faturamento global avançou 5,21%, ultrapassando o montante de R$ 12 bilhões.

Diversos fatores tornam os títulos de capitalização uma opção atraente, especialmente para quem não tem disciplina para guardar dinheiro ou dispõe de poucos recursos para isso. As facilidades de contratação – preço médio de R$ 28 -, a ausência de burocracia na aquisição e o sorteio de prêmios em dinheiro são algumas das motivações dos compradores. “A diversificação dos canais de vendas, por meio de call center, internet e autoatendimento têm sido fundamentais para o crescimento do setor”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

Caixa Seguros é uma das empresas que melhor se comunica com jornalistas

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A Caixa Seguros recebeu o prêmio “Empresas que melhor se comunicam com jornalistas”, promovido pela revista Negócios da Comunicação. A Seguradora foi escolhida como uma das três melhores do mercado segurador por votação de um júri composto por 25 mil jornalistas de todo o país. Os critérios para a escolha da premiação foram: maior abertura no acesso, disponibilização e facilidade de apuração de informações solicitadas.

“Estamos muito contentes com o prêmio. É o reconhecimento de um trabalho sério, de dedicação e construção de um relacionamento com a imprensa brasileira baseado na clareza da comunicação”, afirma a superintendente de marketing da Caixa Seguros, Sany Silveira. A premiação reconhece e incentiva as empresas e suas assessorias de comunicação a manter um bom relacionamento com os jornalistas. Também valoriza o papel dos profissionais da imprensa e contribui para uma informação de melhor qualidade e maior transparência na comunicação.

Liberty Seguros realiza ações do projeto Sinal Livre em São Paulo

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Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da faixa de pedestres, o Projeto Sinal Livre – iniciativa criada pela Liberty Seguros em 2012 – realizará em parceria com o Projeto Quixote, ações em quatro pontos da cidade de São Paulo, durante a Semana Nacional de Trânsito. “A ideia é repetir o sucesso das ações realizadas durante a Copa do Mundo. Vamos chamar atenção dos motoristas e pedestres sobre uso correto deste instrumento que garante a segurança de todos no trânsito. Também utilizaremos nas redes sociais a hashtag #meuexemplo”, ressalta Karina Louzada, superintendente de Assuntos Corporativos da Liberty Seguros.

Em São Paulo, as ações acontecerão no dia 25 de setembro simultaneamente, das 11h às 14h no cruzamento da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini com Rua Guararapes; na Avenida Paulista, em frente ao Conjunto Nacional; na Rua Barão de Itapetininga, em frente ao Teatro Municipal; e no Viaduto do Chá, esquina com a Rua Líbero Badaró. Durante as intervenções, artistas grafiteiros do Projeto Quixote farão arte para conscientizar motoristas e pedestres sobre o uso da faixa. Os desenhos ficarão expostos por cerca de 90 dias e terão a assinatura da campanha “Atravessar na Faixa esse é o #meuexemplo”.

O Projeto Quixote atua na missão de transformar a história de crianças, jovens e famílias em situações de risco por meio de atendimento clínico, pedagógico e social para gerar e disseminar conhecimento. São 2.500 pessoas atendidas por ano, sendo 400 crianças em situação de rua. São oferecidos por ano 28 mil atendimentos clínicos, pedagógicos e sociais.

A Semana Nacional de Trânsito, prevista na Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, do Código de Trânsito Brasileiro, é comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro. As ações do Sinal Livre estão totalmente alinhadas com o tema deste ano, que prioriza o pedestre: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Cidade para as pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre”.

Marco Antonio Rossi é eleito personalidade institucional de 2014

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O presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) Marco Antonio Rossi, acaba de ser eleito “Personalidade Institucional” de 2014 pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). No hall de premiados, a Confederação também foi premiada com o selo de “Entidade Institucional” do ano.

Segundo o executivo, o prêmio é o reconhecimento de um trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos visando o crescimento do setor e das operações. “O mercado de seguros tem a capacidade de transformar a vida das pessoas, oferecendo proteção financeira e auxiliando a prevenir riscos. É uma honra fazer parte da história dessa indústria que tanto tem contribuído para o desenvolvimento do Brasil”, comentou Rossi.

O prêmio, conhecido como “Oscar de Seguros” homenageia personalidades e organizações que contribuíram para o desenvolvimento do mercado de seguros de pessoas ao longo do ano. A entrega das premiações, em 29 categorias no total, será no dia 2 de outubro, no Windsor Guanabara Hotel, no Centro do Rio.