Bradesco Seguros lança planos de previdência individual

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A Bradesco Seguros, líder do mercado segurador no Brasil, lança dois novos planos de previdência privada Individual – PGBL e VGBL Crédito Privado. Os planos são de renda fixa, com carregamento partilhado e têm como principal diferencial a possibilidade de aplicar mais de 50% do seu patrimônio em títulos privados.

Os títulos de crédito privado são aqueles não emitidos pelo governo federal (títulos públicos), tais como CDB, LF, LCI, LCA, Debêntures, Cotas de FIDCs, entre outros. Em muitos casos, esses títulos são pós-fixados e tendem a remunerar melhor do que os títulos públicos. Dessa forma, os novos planos apresentam baixo risco de mercado e baixa volatilidade. O risco de crédito também é relativamente baixo, devido aos critérios rigorosos de escolha de emissores.

“Os planos de previdência, sejam PGBL ou VGBL, são hoje excelentes alternativas de acumulação de recursos a longo prazo. A composição das carteiras pode assumir características tais que atendem a diversos perfis de cliente quanto a risco, desde os mais conservadores até os mais dinâmicos”, afirma Marcelo Rosseti, superintendente-executivo do segmento de Vida e Previdência da Bradesco Seguros.

O PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre é voltado para quem utiliza a declaração completa do Imposto de Renda (IR) e contribui para a previdência oficial (INSS), podendo usufruir do abatimento da renda bruta anual na fase de contribuição até o limite de 12%, de acordo com a legislação em vigor. Já o VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre destina-se a quem é isento de IR, utiliza a declaração simplificada ou já aproveita o limite máximo de dedução de 12% da renda bruta anual do PGBL ou outro plano previdenciário.

Tanto o PGBL quanto o VGBL Crédito Privado podem ser adquiridos através dos corretores de Seguros nas agências do Banco Bradesco.

Banrisul e Icatu formalizam acordo

O Banrisul informa que assinou nesta terça-feira um acordo com a Icatu Seguros para constituição de empresa seguradora de vida e previdência, conforme anunciado em julho. O Banrisul vai deter 50% do capital total da nova seguradora, sendo 49,99% das ações ordinárias e 50,01% de ações preferenciais. Já a Icatu Seguros deverá ter 50,01% das ações ordinárias e 49,99% das ações preferenciais. O objetivo da parceira é consolidar o Banrisul com uma posição de destaque na comercialização de seguros no Estado do Rio Grande do Sul e na Região Sul, diversificando e aumentando suas fontes de receita. Segundo o Banrisul informou ontem, a seguradora representa uma evolução no modelo de negócios atualmente praticado pelo banco, devendo tornar se “fonte resiliente de receita pelos próximos 20 anos”.

Allianz Parque recebe cerca de três mil convidados em primeiro evento-teste

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Foi dado o chute inicial para os palmeirenses voltarem para a sua casa. No último sábado, 27, na presença de cerca de três mil convidados, entre torcedores, ex-jogadores e figuras ligadas ao clube, o Allianz Parque protagonizou o seu primeiro evento-teste rumo à inauguração da Arena.

A celebração foi oficialmente aberta por Mauro Betting, mestre de cerimônias do evento e um dos diretores responsáveis pelo filme “12 de junho de 1993 – O dia da paixão palmeirense”, que retrata a conquista alviverde no campeonato Paulista de 1993, após um jejum de 16 anos sem títulos. O filme foi exibido em um telão para ao público presente, que se emocionou com a história do clube retratada no longa-metragem e se deslumbrou a nova arena.

A cerimônia contou ainda com a participação do ex-jogador Evair, um dos grandes craques da história do clube. Evair falou sobre a sua emoção em poder presenciar o grande momento da abertura da nova casa do Palmeiras. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, palmeirense de carteirinha, também marcou presença, ao lado do presidente do time, Paulo Nobre.

Ainda antes da abertura oficial do evento, representantes da Allianz Seguros, WTorre e Palmeiras discursaram para os convidados presentes na área VIP da Arena. Miguel Perez Jaime, presidente da Allianz no Brasil, destacou a expertise da seguradora em naming rights. “O Allianz Parque hoje se consagra como mais um membro da nossa Família de Arenas, junto com o Allianz Arena, em Munique, o Allianz Riviera, em Nice, o Allianz Stadium, em Sydney, o Allianz Park, em Londres, e o mais novo integrante Allianz Stadion, em Viena”, declarou o executivo.

O Allianz Parque tem previsão de inauguração para o dia 9 de novembro, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro entre o verdão e o Atlético-MG, conforme informou na ocasião o diretor da WTorre, Rogério Dezembro.

Mongeral Aegon oferece novo curso de formação de corretores

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A Mongeral Aegon lançou, no início do mês, nova turma de formação de corretores, abrindo vaga para treinar 84 treinandos no curso “Habilitação Técnico-Profissional para Corretores de Seguros de Vida, de Capitalização e de Previdência”. O curso pretende preparar futuros corretores para a função e também oferecer oportunidades a talentos comerciais que ainda não estão inseridos neste mercado.

Ministrado para todo o Brasil e oferecido em parceria com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), o curso tem duração de seis meses, conta com duas etapas – teórica e prática – e ainda auxilia o aluno a adquirir a certificação técnico-profissional exigida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A primeira etapa, que acontece em sala de aula, compreende 40 horas de treinamento presencial, em que são abordados temas habitualmente suscitados no exame aplicado pela Susep, tais como: Fundamentos de Seguro e de Previdência, Processo de Vendas e Processo de Produtos Iniciais, além de uma apresentação institucional da empresa.

“Na segunda etapa, os alunos têm o ‘dia do acolhimento’ e, em seguida, iniciam a aprendizagem prática. Neste momento, já em campo, eles têm a oportunidade de vivenciar o processo de vendas com a supervisão pela Mongeral Aegon, para municiá-los da capacitação necessária à obtenção da certificação técnica exigida pela Susep para se tornar um corretor”, explica Patrícia Campos, superintendente de Educação Corporativa da seguradora.

Somente neste ano, a Mongeral Aegon teve 575 treinandos inscritos, sendo 99 na Regional Norte, 82 na Regional Sul, 223 na Regional Leste e 171 na Regional Oeste. Ao todo, já são mais de 2,5 mil corretores formados com o auxílio do Curso de Habilitação promovido pela empresa. A Mongeral Aegon oferece o curso desde 2002.

Susep aprova mudança de nome da empresa de previdência do Santander e Equatorial Microsseguros

A Susep divulgou diversas portarias nesta terça-feira. Entre as principais consta autorização para mudança de nome de Ablasa Participações para Evidence Previdência, empresa que opera com planos de previdência complementar aberta administrando fundos que não estão mais abertos para captação e que ficaram fora da parceria com a Zurich Santander. O capital da companhia é de R$ 45 milhões, com R$ 22,5 milhões a serem integralizados até o dia 30 de outubro. O controle acionário final e a ingerência efetiva nos negócios são exercidos pelo Banco Santander, informa o normativo.

A Susep autorizou também em portaria divulgada nesta terça feira o funcionamento da Equatorial Microsseguros e subscrição e integralização do capital social de R$ 1,5 milhão. A autorização é para operar exclusivamente microsseguros de danos e pessoas nas regiões primeira a sexta do território nacional.

Seguro rural está na pauta do próximo governo

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo

As principais demandas do agronegócio estão contempladas nos programas de governo dos três candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto à Presidência da República, garantiram, na segunda-feira, 29, os representantes dos candidatos Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB).

Presentes ao “Fórum Estadão Brasil Competitivo: Rumo ao Futuro do Campo”, realizado em São Paulo, o atual secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Seneri Paludo, o biólogo João Paulo Capobianco, representante de Marina, e o engenheiro agrônomo Alexandre Mendonça de Barros, que falou por Aécio, disseram que questões essenciais para o desenvolvimento do setor, como investimento em infraestrutura e logística, garantia de renda e preço, reforma de tributos, desburocratização de processos de licença e liberação de agroquímicos, além de acesso a mercados, estarão no foco do futuro governo. As propostas em 10 áreas para o desenvolvimento do agronegócio, compiladas pela Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), foram reunidas no livro Rumo ao futuro do campo, lançado ontem.

Seguro agrícola que contemple a renda do produtor esteve entre os assuntos mais discutidos entre os participantes, ainda que todos apontem as dificuldades de se tirar do papel um sistema de proteção ao agricultor tão eficiente quanto o dos Estados Unidos.

Mendonça de Barros lembrou que os norte-americanos estão aprimorando seu sistema de seguro ao produtor há 40 anos. Ele afirmou, porém, que um plano de garantia de renda é pilar básico do projeto de governo do candidato tucano para a Agricultura.

O mesmo é considerado para um eventual governo Marina, segundo Capobianco, que reforçou a necessidade de um seguro que vá além da cobertura contra catástrofes climáticas, presente na proposta da pessebista. Em nome da candidata Dilma, Paludo afirmou que o ministério trabalha em um projeto para que o produtor possa acessar o mercado de opções, instrumento que funcionaria como garantia de renda em um cenário de preços baixos. Pela proposta, que mesmo em caso de reeleição da presidente não sairia do papel a tempo para a próxima safra, o governo subsidiaria os custos da operação no mercado financeiro.

Críticas

A crise do setor sucroenergético foi a principal fonte de críticas para o governo. Mendonça de Barros destacou que a política de controle de preços da gasolina foi responsável por uma destruição de valor sem precedentes no setor, e afirmou que a continuidade do controle levará a uma “anidrização” da produção de etanol. O álcool anidro é utilizado na mistura da gasolina, enquanto o hidratado é usado em carros flex. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tokio Marine patrocina o 9º Congresso Internacional de Bioenergia

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Com o objetivo de demonstrar sua expertise mundial e suas soluções para proteger os riscos da cadeia de energia, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, patrocina o 9º Congresso Internacional de Bioenergia, que acontece entre os dias 1 e 3 de outubro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Além do patrocínio, o Superintendente de Property, Riscos De Engenharia e Energy, Sidney Cezarino, apresentará a palestra “Riscos e Garantias nos Investimentos de Geração de Energia Renovável, no dia 02, às 17h.

“Com a participação no Congresso, a Seguradora se posiciona como um player mundial, reafirma seu objetivo de dobrar o market share no segmento de Grandes Riscos e se mantém alinhada à estratégia de crescimento no Brasil entre 2015 e 2017”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. Durante o evento, a Companhia vai apresentar o portfólio de soluções para o setor, que inclui os seguros de Transportes, Responsabilidade Civil Geral, Riscos Diversos, Riscos de Engenharia e Riscos Nomeados.

Além de apresentar seu portfólio, a Tokio Marine irá fortalecer o relacionamento com seus parceiros de negócios e identificar oportunidades de mercado e demandas. Considerado como o mais importante fórum de discussão sobre energias renováveis no Brasil, o Congresso Internacional de Bioenergia projeta-se agora para países da América Latina.

A 9ª edição do evento traz mais de 400 projetos de pesquisadores, professores, graduandos e analistas do Brasil e do exterior. Simultaneamente ao Congresso, acontecem vários eventos, como seminários, mostra e exposição, apresentações de trabalhos técnicos orais e premiação, com a presença dos mais destacados especialistas em energias renováveis do Brasil e do mundo.

Serviço:
9º Congresso Internacional de Bioenergia
Data: 01 e 03 de outubro de 2014
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569, Consolação – São Paulo

Maioria dos jovens não planeja a aposentadoria

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Segundo o Indicador de Educação Financeira (IndEF) 2014, elaborado pela Serasa Experian e IBOPE Inteligência, 62% dos jovens de 16 a 24 anos não fazem nenhum tipo de contribuição para a aposentadoria. Apenas 31% deste público dizem contribuir com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e 1% com a previdência privada.

“Em geral, a preocupação com o futuro não é uma característica marcante dos jovens. Além disso, uma parcela deles pode estar fora do mercado de trabalho formal e a falta de interesse em contribuir de maneira individual também colabora para o alto índice. Esse comportamento ainda é reforçado pela tendência ao consumo imediatista, que concorre diretamente com o planejamento financeiro e com a falta de comprometimento para a construção de um futuro tranquilo”, diz o superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Júlio Leandro.

Para a criação do IndEF foram entrevistadas – no primeiro trimestre de 2014 – 2.002 pessoas maiores de 16 anos de idade, em 140 cidades de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior.

A aposentadoria também não está entre as prioridades das pessoas mais velhas. Isto é, 49% da população de 25 a 34 anos e 46% dos brasileiros de 35 a 44 anos também afirmaram não fazer qualquer investimento para uma vida financeira segura no futuro. Veja abaixo o resultado das outras faixas etárias:

Faixa etária Não planejam aposentadoria
16 a 24 anos 62%
25 a 34 anos 49%
35 a 44 anos 46%
45 a 54 anos 47%
55 e mais 42%

Fonte: IndEF 2014

IndEF 2014
O Indicador de Educação Financeira 2014 (IndEF), apresentado pela Serasa Experian e IBOPE Inteligência, permite conhecer e acompanhar o nível de educação financeira do brasileiro. Com o índice, o Brasil passa a ser o único país do mundo a ter esse tipo de metodologia.

Pelo segundo ano consecutivo, o índice, que trabalha em uma escala de 0 a 10, deu média 6 aos brasileiros. Quanto maior o índice, maior o nível de educação financeira. Este ano, no entanto, os jovens tiveram o pior desempenho. O grupo de 16 a 17 anos apresentou queda em relação à nota do ano passado: de 5,9 para 5,5. Os brasileiros que têm entre 18 e 24 também caíram na comparação com 2013, de 5,9 para 5,8.

Revista de Seguros é totalmente dedicada à FIDES e à América Latina e Caribe

revista_int2A última edição da Revista de Seguros é totalmente dedicada à Federação Interamericana de Seguros (Fides) e ao mercado latino-americano. Produzida pela CNseg, esta edição especial da revista pretende colaborar na compreensão dos temas de interesse da região e do papel da Fides no seu desenvolvimento. Para isso, traça uma panorama econômico, político e social de cada um dos 18 países integrantes do bloco, além de abordar temas como as perspectivas econômicas de curto prazo na América Latina, as oportunidades de negócios na região e a importância da proteção do seguro nas catástrofes climáticas.

Como enorme potencial de crescimento da penetração do seguro, a América Latina e Caribe ainda possuem um prêmio per capta de US$ 300, valor 13 vezes menor que o dos Estados Unidos. E é nesse processo de desenvolvimento do mercado de seguros na região que a Fides se destaca, principalmente a partir da posse, em maio deste ano, de Marco Antonio Rossi na presidência da entidade internacional, acumulando com os cargos de presidente da CNseg e da Bradesco Seguros.

Para ler a íntegra, acesse o link:

Jovens de 18 a 25 anos são os que mais se envolvem em acidentes durante a madrugada

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A maior parte dos acidentes graves na madrugada é causada por jovens motoristas entre 18 e 25 anos. E os acidentes que acontecem no período são mais graves e a maior parte resulta em Indenização Integral do automóvel. É o que mostra estudo realizado pela Liberty Seguros com base em 144.417 mil acidentes de carros no país, entre agosto de 2013 e julho de 2014.

Análise por faixa etária

Dos 144.417 mil acidentes analisados, 9.319 foram provocados por jovens de 18 a 25 anos: 10,8% aconteceram na madrugada, 24,6% pela manhã, 31,6% à noite, 32,9% no período da tarde. Na madrugada, embora seja menor a frequência de acidentes em relação aos demais horários do dia, são mais violentos. Tanto que 13,5% dos 9.319 acidentes com jovens na madrugada resultaram em Indenização Integral do veículo. Outros 82,7% tiveram perda parcial e 3,8% sofreram roubo ou furto. Já no grupo de motoristas com idade entre 26 e 35 anos foram registrados 23.134 colisões. Desse total, 7,0% aconteceram na madrugada e 11,2% resultaram em Indenização Integral.

Severidade dos acidentes

O estudo mostra também que a severidade e o índice das colisões caem de acordo com o aumento da faixa etária do condutor. Os condutores de 36 e 45 anos responderam por 21.817 acidentes. Do total, apenas 5,1% ocorreram na madrugada e 10,1% resultaram na indenização integral do veículo.

Outra faixa etária analisada no estudo da Liberty Seguros é a de 46 a 55 anos. Esses se envolveram em 17.917 das colisões: 4,9% na madrugada e 9,5% sofreram Indenização Integral. Já aqueles com idade acima de 55 anos estiveram em 18.867 ocorrências. Com 3,4% ocorridos entre meia-noite e seis da manhã, resultando em 8,1% de indenização integral do automóvel, de acordo com o levantamento.

Gravidades dos acidentes por período

O levantamento da Liberty Seguros mapeou também os horários mais frequentes dos acidentes e as suas respectivas consequências. Das 144.417 mil ocorrências analisadas, 88,2% resultaram em perda parcial, 7,9% em Indenização Integral e 4,0% em roubo ou furto.

Na madrugada, embora o número de acidentes tenha sido menor, foi seguido de maior severidade. Do total de 6.673 casos no período, 24,9% resultaram em Indenização Integral do veículo. Já no período da manhã foram 7,0% de Indenização Integral dos 42.014 casos. À noite, por sua vez, foram 8,1% dos 39.560 acidentes. E no período da tarde foram computadas 56.170 colisões, sendo que 6,2% delas também resultaram em Indenização Integral.

Frequência e severidade dos acidentes por região

A pesquisa de acidentes de trânsito da Liberty Seguros analisou também as regiões do país que registraram o maior número de acidentes com base na amostra. Dos 144.417 casos, 58.249 (40,33%) aconteceram no Sudeste e 86,41% resultaram em perda parcial e 7,99% em Indenização Integral. No Sul foram 49.707 (34,42%) ocorrências: 89,71% sofreram danos parciais e 7,62% Indenização integral. No Nordeste por sua vez foram 19.664 casos (13,61%): 87,49% com perda parcial e 8,71% em Indenização Integral.

No Centro-Oeste, outra região analisada, dos 12.420 (8,60%) acidentes, 90,56% registraram perda parcial e 7,01% em Indenização Integral do veículo. Por fim, no Norte foram 4.377 (3,03%) casos: 91,01% com perda parcial e 7,15% com Indenização Integral do automóvel.