Portos e seguradoras temem riscos de meganavios

Fonte: Tradução do The Wall Street Journal publicada pelo Valor Econômico

Por Gregory J. Millman | The Wall Street Journal

Os grandes navios de transporte de contêineres que cruzam as principais rotas mundiais estão cada vez maiores, o que vem reduzindo os custos desse tipo de transporte, mas também deixando operadores de navios, seguradoras e reguladores preocupados com a possibilidade de acidentes catastróficos.

Os navios, projetados para carregar mercadorias armazenadas em grandes contêineres de metal, respondem por boa parte do transporte marítimo mundial, incluindo produtos manufaturados e, cada vez mais, produtos agrícolas. Seu tamanho crescente já está comprometendo os recursos para descarga em algumas instalações portuárias e — junto com problemas trabalhistas — têm contribuído para causar grandes gargalos nos portos.

Desde a última crise econômica, as companhias marítimas têm procurado se manter competitivas usando navios maiores e que consomem menos combustível nas principais rotas, diminuindo o custo de transporte por contêiner, diz Noel Hacegaba, vice-diretor interino do porto de Long Beach, na Califórnia.

Atualmente, os navios de contêineres maiores e mais novos podem transportar cerca de 18 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés, ou 6,1 metros, referência no setor), mas Hacegaba mostra, num estudo de 2014, estimativas de que navios de até 22 mil TEUs começarão a operar até 2018 e que outros de até 24 mil TEUs já estão sendo projetados.

Os navios maiores vão testar ainda mais a capacidade de portos e canais e as habilidades de seus capitães e tripulações. “Há uma escassez mundial de profissionais qualificados para comandar esses navios”, diz Andrew Kinsey, capitão de navio aposentado que hoje é consultor sênior de risco marítimo da Allianz Global Corporate & Specialty, unidade da seguradora Allianz SE. Kinsey acrescenta que o erro humano é um fator presente na maioria dos acidentes com navios.

Embora tenham ocorrido menos acidentes desse tipo nos últimos anos, o custo deles está crescendo. Acidentes marítimos responderam pela maior fatia de perdas das seguradoras entre 2009 e 2013, à frente de incêndios, acidentes aéreos e terremotos, segundo a Allianz.

“Cortes de custos que reduzem a tripulação, a carga horária e o treinamento” têm ampliado os riscos e podem contribuir para acidentes com navios, diz Jonathan Moss, sócio do escritório de advocacia DWF, em Londres.

Um acidente que deu uma grande contribuição para prejuízos recentes foi o do cruzeiro Costa Concórdia, que naufragou na costa italiana em 2012, gerando perdas de US$ 2 bilhões.

Mesmo navios de contêineres relativamente pequenos podem causar grandes problemas. O tribunal ambiental da Nova Zelândia, por exemplo, está analisando uma solicitação do dono e da seguradora do MV Rena, um navio de contêineres de menos de 4 mil TEUs, para abandonar parte do que sobrou do naufrágio do cargueiro, ocorrido em 2011.

O navio perdeu 900 contêineres e causou o vazamento de 200 toneladas de combustível no mar, no que o governo da Nova Zelândia considerou o maior desastre ambiental do país.

Segundo investigadores do governo, o acidente foi causado por erro humano, incluindo falha no cumprimento de procedimentos-padrão nos planos de viagem. O capitão e o piloto do navio passaram meses presos.

No caso de navios maiores, os riscos são amplificados. “Quanto maior o navio, maior o desafio”, diz Nick Brown, gerente de comunicações marítimas da Lloyds Register, firma de serviços marítimos.

Os prejuízos com o misterioso naufrágio do MOL Comfort, de 8 mil TEUs, em 2013, seriam equivalentes a um custo de mais de US$ 2 bilhões num acidente semelhante com um navio de nova geração, segundo a consultoria de resseguros Willis Re. O Comfort, que estava carregado só pela metade, naufragou na costa do Iêmen após se partir em dois.

Um navio novo, com cinco anos de uso, partido em dois, e em condições marítimas que não eram severas, aumenta as preocupações, diz Sean Dalton, que dirige a área de transporte marítimo para a América do Norte da resseguradora Munich Re.

As perdas seguradas do Comfort somaram US$ 523 milhões, segundo estimativas citadas pela Allianz.

Há um ponto de dúvida com relação ao futuro desempenho da nova geração de navios de contêineres no mar porque o oceano afeta grandes e pequenos navios de forma diferente. As vibrações do casco causadas pelas ondas, por exemplo, tornam-se um problema mais sério com o aumento do comprimento do navio.

Por maior que sejam as perdas causadas por naufrágios, porém, elas ainda podem parecer pequenas diante das possíveis consequências do bloqueio de um canal por um navio com problemas.

A colisão entre dois navios causou atrasos no tráfego do Canal de Suez em setembro. Embora a interrupção do movimento tenha sido rapidamente resolvida e não tenha gerado grandes prejuízos, o episódio foi ilustrativo do que pode vir a ocorrer. No caso de navios muito maiores, que oferecem menos margem para erros, o impacto poderia ter sido muito mais grave. “Eu compararia isso a dirigir um utilitário esportivo […] ou um carro de porte médio. Provavelmente tudo bem em uma rodovia, mas numa estrada pequena, com dois carros passando, o tamanho vira um problema. Há menos lugares onde você pode ir com os navios e eles são mais suscetíveis aos efeitos do vento e das ondas”, diz Dalton, da Munich Re.

Além disso, nem todos os portos têm capacidade para receber grandes navios, então o risco está concentrado nos poucos portos onde eles podem atracar. Por ora, o Brasil ainda não recebe esses meganavios. O maior cargueiro a atracar em um porto brasileiro foi o CMA CGM Tigris, da Libra Terminais, com 10.622 TEUs, no Porto de Santos, na sexta-feira, segundo a Secretaria de Portos.

Lojacorr apresenta seu novo diretor nacional de Auto/RE

Lojacorr LongobardiRelease

O então diretor regional do Estado de São Paulo da Lojacorr S.A. Rede de Corretoras de Seguros, Luiz Longobardi Junior, assumiu o novo cargo de diretor nacional Auto/RE. Longobardi ficará sediado em São Paulo na extensão da Matriz da Rede, que está sendo estruturada no estado. É mais um grande reforço para o time da Lojacorr em 2015. “Fiquei muito honrado com o convite. Irei somar com a diretoria-executiva para o fortalecimento de nossas operações em nível nacional”, comenta o diretor.

Segundo o sócio fundador da Rede e vice-presidente executivo, Diogo Arndt Silva, a nomeação do Longobardi ocorreu como reconhecimento as suas importantes contribuições ao modelo de negócios da empresa, nos últimos dois anos. “Estamos estruturando nossas áreas de negócios, para suportar nosso plano de expansão e consolidação da empresa.”, enfatiza Diogo.

Segundo Longobardi, a Lojacorr vive um momento de expansão pelo Brasil, chegando a importantes estados como Minas Gerais, Espirito Santo e Rio de Janeiro, além de abrir novas unidades em cidades do interior paulista. Para ele, a Rede está adquirindo uma dimensão cada vez mais nacional – e assim ela precisa ser vista pelo mercado.

O novo diretor de Auto/RE explica como desenvolverá o seu novo papel: “Eu trabalharei com foco na melhoria operacional e comercial junto às seguradoras, bem como entender as oportunidades no mercado em relação a produtos e serviços a serem oferecidos a nossa rede de corretores e clientes”.

Ele acrescenta ainda que irá detectar as necessidades do canal de distribuição e buscar suas respectivas soluções. Com a nomeação de Luiz Longobardi, que continuará como sócio da Regional São Paulo, Julio Tucci dará continuidade a expansão da Rede no estado como diretor regional.

Vagas para o Programa Amigo do Seguro já têm lista de espera

Release

As aulas da próxima turma do Programa Amigo do Seguros iniciam no dia 24 de fevereiro e tem término previsto para 27 de março. O grupo de 30 alunos já foi selecionado e, segundo os organizadores, já há lista de espera para a turma seguinte, que ocorrerá em abril.

“Se a demanda continuar nesse ritmo, em março ou abril encerraremos as inscrições para todo o ano de 2015”, afirma Suzana Opatrny, presidente do Instituto Techmail que atua em conjunto com a Escola Nacional de Seguros – Funenseg no desenvolvimento do Programa Amigo do Seguro.

O Amigo do Seguro é um programa desenvolvido pela Escola Nacional de Seguros que visa dar oportunidade de inserção no mercado de trabalho a estudantes matriculados em escolas públicas, que tenham entre 16 e 20 anos. Desde sua criação, em 2002, o projeto já beneficiou 2.400 jovens, em mais de 20 cidades.

Na capital paulista, a iniciativa é realizada com a parceria do Instituto Techmail, que seleciona os alunos e ministra as aulas. O curso tem uma carga de 177 horas/aula, divididas em nove disciplinas: Atendimento ao Cliente, Técnicas de Vendas, Informática Básica, Orientação Profissional, Matemática Financeira Básica, Língua Portuguesa, Teoria Geral de Seguros, Rotinas Administrativas e sistemas de Cotação Online. Além disso, os jovens também participam de oficinas e assistem a palestras.

Todo o programa é gratuito, incluindo lanches, almoços, uniformes, transporte e material pedagógico, além do envio dos currículos dos alunos às empresas corretoras de seguros, prestadoras de serviços e seguradoras. Ao término, os aprovados passam a fazer parte de um banco de dados, e são encaminhados para estágios e programas de aprendizado em empresas do setor e tem seu desempenho continuamente acompanhado.

Informações adicionais sobre a iniciativa podem ser conferidas no www.funenseg.org.br/social.

Generali contrata Rogério Hashimoto como diretor de Pricing e Atuarial

A Generali Seguros reforça sua equipe com a contratação de Rogério Hashimoto, novo diretor de Pricing e Atuarial. Hashimoto será responsável pelo cálculo do pricing técnico dos produtos massificados e assumirá papel importante ao responder também pela área atuarial da seguradora.

Graduado em Ciências Atuariais pela PUC de São Paulo e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, possui 24 anos de experiência na área de seguros e já atuou em empresas de grande porte do setor, incluindo multinacionais. No exercício de suas funções, o novo Diretor irá se reportar diretamente ao CEO da Generali, Hyung Mo Sung.

Aon divulga lucro líquido de US$ 1,4 bi em 2014, alta de 26%

A Aon divulgou faturamento de US$ 12 bilhões em 2014, com crescimento orgânico de 3%. O lucro liquido avancou 26%, para US$ 1,4 bilhão. A área de Risk Solution respondeu por US$ 7,8 bilhões do faturamento e a HR Solutions com US$ 4,2 bilhões, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira.

Bendine, do BB, na Petrobras, informa Reuters

O atual presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, será o novo presidente-executivo da Petrobras, após o pedido de demissão de Maria das Graças Foster, disseram à Reuters três fontes do governo a par do assunto nesta sexta-feira.

O Conselho de Administração da Petrobras se reúne nesta sexta para eleger um nome indicado pela Presidência da República para ocupar a cadeira de presidente-executivo da petroleira, que está no centro de um escândalo bilionário de corrupção.

Segundo a Folha, a indicação de Bendine também agradou o “mercado”; as ações da Petrobras desabaram mais de 6% após a indicação de Bendine, que é funcionário de carreira do BB. Ivan Monteiro, atual vice-presidente de Finanças do Banco do Brasil, será o novo diretor financeiro da Petrobras, apurou a Folha. O cargo é chave para enfrentar a atual crise pela qual a petroleira passa.

Até nome de Leonardo Paixão surge para presidir Petrobras

leonardo paixaoO nome de Leonardo Paixão surgiu na noite de ontem como um dos doze cotados para a presidência da Petrobras. O executivo prepara o IRB Brasil RE para um possível IPO quando as condições do mercado financeiro mundial forem mais apropriadas desde abril de 2010. Desde junho de 2009, no entanto, ocupava a presidência do Conselho do IRB.

Depois de deter o monopólio de resseguros por quase 70 anos, há seis anos o ressegurador local enfrenta os desafios da abertura do mercado, com a entrada de mais de uma centena de concorrentes, que chegaram com uma despesa administrativa infinitamente inferior a praticada pelo IRB. Diferente de estatais internacionais que foram a falência com a abertura do mercado, o IRB conseguiu reverter os desafios em oportunidades. Chegou a ter a sua participação de mercado reduzida para 23%, mas com uma ajuda do governo nas mudanças das regras de abertura, reconquistou market share, atualmente em torno de 35%, e conseguiu concluir o processo de privatização em 2013, com a venda das ações do Tesouro para o Banco do Brasil.

Neste ano, o foco é reforçar a estratégia de internacionalização, conquistando clientes em outras partes do mundo. Uma mudança e tanto diante das previsões de que o então gigante monopolista iria à falência diante da chegada de gigantes mundiais.

A preferência do governo, no entanto, para recuperar a credibilidade da estatal, sem desagradar o PT, recai sobre Luciano Coutinho, que integra o conselho de administração da Petrobrás. Também figuram na lista Murilo Ferreira, presidente da Vale, Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco do Brasil, e Paulo Leme, presidente do Goldman Sachs. De acordo com notícias veiculadas no jornal O Globo,, pessoas próximas ao ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles garantem que ele não cogita a hipótese de se tornar presidente da Petrobras, caso venha a ser convidado pela presidente Dilma Rousseff. Em Londres desde o início desta semana para participar de reuniões do conselho da seguradora britânica Lloyd’s, da qual faz parte, o ex-ministro disse a amigos não estar disposto a abrir mão de compromissos assumidos anteriormente com seus atuais empregadores.

Formado em direito pela Universidade de São Paulo (USP), com doutorado em Direito do Estado pela mesma universidade, Leonardo Paixão atuou como professor de cursos de pós-graduação desde 2004, foi presidente do CONAD, é servidor público federal concursado e possui experiência no setor de seguridade, tendo exercido, entre outras funções, o cargo de Secretário de Previdência Complementar entre 2006 e 2008, época em que foi Conselheiro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

Valor: Economia fraca pode afetar receita de seguradoras

bolsaFonte: Thais Fôlego – Valor Econômico

As seguradoras devem apresentar bons resultados no quarto trimestre de 2014, período sazonalmente forte. Mas a atenção dos analistas ao balanço final do ano passado estará mais voltada para a expectativa das companhias quanto ao impacto da desaceleração econômica sobre a receita das seguradoras neste ano – tema que deve dominar as teleconferências.

A estimativa do mercado é que a economia fraca afete mais os resultados futuros de BB Seguridade, pois deve impactar segmentos importantes para a companhia, como os de seguro de vida, previdência, rural e prestamista. Porto Seguro e SulAmérica têm uma dinâmica mais ligada aos ramos em que são focados: seguro de automóvel e saúde, respectivamente.

“O quarto trimestre é tipicamente o mais forte do ano. Não esperamos nada diferente desta vez, mas acreditamos que pode haver indicações crescentes do impacto do cenário macroeconômico mais fraco, especialmente na parte superior. Isso poderia se materializar em crescimento de volume de prêmios mais fraco em automóvel e contribuições de previdência e aumento de indenizações em saúde – em decorrência do aumento do desemprego”, avalia a equipe de análise do Goldman Sachs, em relatório.

Para BB Seguridade, a média das estimativas de cinco analistas consultados pelo Valor aponta lucro líquido de R$ 909 milhões no quarto trimestre, equivalente a um avanço de 29% sobre igual período do ano anterior. Os analistas esperam que o resultado da holding de seguros do Banco do Brasil comece a mostrar alguma acomodação por conta do “efeito base” – no quarto trimestre de 2013, que foi bastante forte, o avanço do prêmio foi de 50% em relação ao mesmo período de 2012.

Quanto aos prêmios emitidos no trimestre, a equipe de análise do Bradesco BBI espera que os destaques positivos sejam a receita de seguro prestamista na operação de vida e rural (BB Mapfre SH1) e o aumento das contribuições de previdência à Brasilprev. Essas duas operações, que contribuem com quase 80% do resultado, são o foco da companhia e, por isso, serão as que continuarão a ter um “guidance” numérico.

Para a Porto Seguro, a média das estimativas de seis analistas consultados é de lucro líquido de R$ 279 milhões, o que representaria um avanço de 20% em relação ao mesmo período de 2013. Os analistas esperam que a companhia mostre uma aceleração do volume de prêmios de seguros de automóvel, principalmente da marca Azul, de custo mais baixo. Tal expectativa e um menor volume de indenizações nessa carteira devem garantir o crescimento da última linha do balanço.

Já para SulAmérica, os analistas esperam recuo do lucro, pois a alta inflação dos custos médicos deve ofuscar a receita sazonal mais alta do trimestre. A média de projeção de seis analistas consultados é de lucro líquido de R$ 266 milhões, equivalente a uma queda de 7%. A equipe do UBS observa que, apesar de mais um forte ano de reajuste de preços do seguro saúde, espera-se uma desaceleração do crescimento do volume de prêmios dessa carteira para 11,5% em 12 meses.

Em eventos do setor e encontros com a imprensa, executivos do setor têm minimizado o impacto da desaceleração do PIB. Eles afirmam que o setor ainda tem pouco alcance na população e representatividade na economia – quando comparado ao desempenho em outros países – e, por isso, ainda deve apresentar crescimento consistente este ano. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) estima aumento das receitas em torno de 12% em 2015.

Munich Re lucra € 3,2 bi em 2014 e prevê redução para este ano

A Munich Re, maior resseguradora do mundo, disse ser improvável que alcance lucro líquido de € 3 bilhões (US$ 3,4 bilhões) em 2015, diante das baixas taxas de juros e diminuição dos preços de resseguro. “Estou confiante de que teremos uma rentabilidade global muito resistente, mas não seria realista esperar um número de 3 bilhões neste atual cenário mundial”, disse o CFO, Joerg Schneider, em teleconferência com analistas.

O grupo divulgou lucro líquido de € 3,2 bilhões em 2014, 3% abaixo dos € 3,3 bilhões de 2013. Schneider informou que a empresa tem mais capital disponível do que precisa e pretende continuar a devolvê-lo aos acionistas. O executivo informou também que o grupo não tem intenção de participar de forma “agressiva” na consolidação da indústria, referindo-se as diversas fusões anunciadas por seus concorrentes, como XL com Catlin e Axis com Partner Re.

A resseguradora divulgou lucro operacional de € 2,9 bilhões (U$ 3,27 bilhões) em 2014, 3,6% acima de 2013. Os prêmios brutos de resseguro recuaram 3,6%, para € 26,8 bilhões em 2014, justificado pelo cenário adverso de crescimento em vários países onde atua.

Campus Party tem campuseiros ‘salvos’ com noite em ‘Quarto Vip’ e kits de sobrevivência

bbmapfre campsRelease

Após quatro horas de mistério e tentativas de diversos campuseiros, José Ricardo Costa, de 20 anos, ganhou a noite no ‘Quarto Vip’ do BB Seguros, marca do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. O sortudo do segundo dia da Campus Party Brasil pode deixar o camping e aproveitar o local, que conta com cama, ar-condicionado e muita tecnologia.

Após seis dicas fornecidas pelo Twitter do BB Seguros, o vencedor desvendou o enigma dessa quarta-feira, 4, e descobriu o ator que se passava por um jornalista que circulava pelo evento. Esse mesmo profissional também desafiou o jovem a resolver uma equação matemática. O ganhador resolveu o problema em poucos minutos e foi premiado com uma câmera Lomography. “Estou bem animado. Completo 21 anos no domingo. Foi o meu presente de aniversário””, afirma José Ricardo Costa.

Além de oferecer o Quarto Vip, o BB Seguros está ‘salvando’ os campuseiros das mais diversas situações. Basta tuitar com a hashtag #BBSegurosSalva, interagir com a marca e fazer um pedido que a companhia poderá ajudar com colchonetes, kits de higiene, lanches e equipamentos (teclado, mouse etc.).

Mais de 60 campuseiros foram salvos nesses dois primeiros dias de evento.