Sincor-SP apoia campanha da PM para redução de roubos e furtos de veículos

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Com o objetivo de reduzir o alto índice de roubos e furtos de veículos, a Polícia Militar lançou campanha de alerta à população nas regiões de Guarulhos e Mogi das Cruzes. A iniciativa tem o apoio das respectivas regionais do Sincor-SP.

Ao todo foram impressos 50 mil folders. Metade deles já está sendo entregue em Guarulhos pela PM. A distribuição do restante acontecerá a partir de fevereiro nas cidades de Mogi das Cruzes e Arujá. Com o título “Educação para Segurança”, os folhetos trazem orientações práticas aos motoristas sobre os cuidados no trânsito, nos cruzamentos e ao estacionar o veículo.

Segundo as estatísticas criminais da Secretaria de Estado da Segurança Pública, o número de roubos de veículos em Guarulhos, entre janeiro e novembro de 2014, foi de 3.305, 31% maior que no mesmo período de 2013, com 2.522. Os furtos cresceram 18%, indo de 3.008 para 3.547. Já em Mogi das Cruzes foram 376 roubos de carros, 40% maior que no mesmo período de 2013, quando houve 268 ocorrências. Os furtos cresceram 62%, indo de 520 para 842.

Claudemir Machi, diretor da Regional de Guarulhos do Sincor-SP, conta que a ideia da distribuição desses folders surgiu durante o I Fórum de Segurança Pública, em outubro de 2014, pelas duas regionais na cidade de Arujá. O próximo fórum acontecerá em Guarulhos em data ainda a ser marcada. “O Sincor-SP mais uma vez atuará como interlocutor entre autoridades, lideranças loc ais e as seguradoras com o objetivo de desenvolver projetos para solucionar o problema”, afirma Machi.

Fábio Ferreira Mattos, diretor da regional Mogi das Cruzes lembra que o aumento do roubos e furtos de veículos atinge negativamente todos os segmentos do mercado de seguros. “O segurado tem de pagar preço maior na contratação ou renovação de uma apólice. Os corretores de seguros sofrem com as quedas em suas vendas, que inevitavelmente terá impacto no faturamento das seguradoras”, afirma.

“Não cabe mais à Susep entrar em questões primárias e de interesse e decisões exclusivas do investidor privado”

Muito interessante a análise de Walter Polido, advogado, árbitro de seguros e resseguros, professor universitário, sobre as recentes entrevistas publicadas sobre os desafios de Roberto Westenberg, a frente da Susep, órgão que regula e fiscaliza a indústria de seguros brasileira. Boa leitura!!!

polido 2Com relação ao projeto “nova Susep” uma luz se acende e duas ou três se apagam, infelizmente. O Superintendente fala em lançar “novos produtos de seguros”, inclusive aumentando o percentual de aceitação do seguro garantia em relação ao valor do contrato que é o objeto deste tipo de seguro. Ora, não cabe ao Estado determinar para a iniciativa privada seguradora quanto ela quer tomar de risco e interferindo, deste modo, na política de subscrição interna dos negócios afetos.

Não é da competência legítima do Poder Público esta prerrogativa. Se a Susep se imiscui em área-fim da empresa de seguros, determinando algo que compete apenas ao investidor privado decidir, por exemplo quanto ele desejará colocar em risco em relação ao patrimônio dele, a coisa desandará ao invés de avançar. Ao Estado compete apenas verificar se a Seguradora tem lastro para aceitar o que ela ela se predispôs garantir e isso para proteger a higidez do sistema e a massa segurada no todo (a mutualidade dos segurados).

Não cabe mais à Susep entrar em questões primárias e de interesse e decisões exclusivas do investidor privado. Neste momento de refeitura do sistema, de novo Governo e com Ministro da Fazenda capaz de fato, seria de todo pertinente mudar a postura da Susep no mercado nacional, desenvolvendo o setor. Ela não deve mais redigir contratos de seguros, ainda que meramente indicativos. Ela não faz um bom serviço neste segmento e acaba mais prejudicando os consumidores do que auxiliando-os.

Não cabe ao Estado determinar, ilustrativamente, a receita do pão francês para as padarias ou a cor dos carros da linha 2015, a qual deverá ser observada pelas montadoras no país, invariavelmente. Isso é desserviço e não desenvolvimento. O pãozinho resultaria horrível, se todos os padeiros tivessem de obedecer o padrão único e as ruas se tornariam monótonas se todos os carros tivessem apenas uma cor.

O Estado tem funções primárias a cumprir e que não são cumpridas de fato. Quando uma seguradora entra em liquidação, por exemplo, apesar de a Susep determinar e receber informações periódicas mensais sobre as operações dela, algo está errado. Então, em termos regulatórios e fiscalizatórios há muito o que a Susep fazer e bem feito em razão dos consumidores. A seguradora que quebra prejudica milhares de segurados, de uma única vez. Então, indicar produtos padronizados de seguros ao mercado ou estabelecer política de subscrição de riscos para as Seguradoras, certamente não condiz mais com a pós-modernidade, em pleno século XXI.

O Ministro Levy certamente tem cérebro para entender isso! Se fôssemos uma democracia madura de fato, a iniciativa privada se insurgiria diante da intervenção desmedida, extemporânea e completamente anacrônica que ainda persiste neste aspecto da estipulação das bases contratuais dos seguros no país e em prejuízo da criatividade humana e dos reais interesses dos consumidores de seguros nacionais.

Apesar disso, alguns representantes do mercado devem insanamente aplaudir a iniciativa “desenvolvimentista” da Susep, como se estivéssemos no período do “este é o país que vai prá frente”, pois que assim não se comprometerão efetivamente com os consumidores de seguros do país e, se algo der errado ou se for impossível aceitar mais limites de garantias, a culpa será somente da Susep e da miopia dela em pleno século XXI, com ares e pensamento de 1966 (ano do vetusto Decreto-Lei n.º 73/66 – erigido na ditadura militar e que ainda vige entre nós, para o mal do desenvolvimento do mercado segurador nacional e do Brasil em muitos aspectos).

O momento da mudança parece ter chegado e o Superintendente ainda tem como suprimir de seus projetos da “nova-Susep” a confecção de produtos de seguros, cuja disciplina não lhe compete mais. Só assim as Seguradoras com verdadeira vocação de seguradoras poderão desenvolver os produtos delas, em prol de todos os consumidores de seguros do Brasil, hoje aviltados com produtos de baixa qualidade e rechaçados pelo Judiciário, apesar da pecha da “judicialização” que os advogados das seguradoras insistem ainda em imprimir, camuflando a real causa da maioria das milhares de ações judiciais existentes.

Contrato de seguro não se equipara a produtos financeiros bancários, esses sim todos iguais e diferenciados apenas nos valores incidentes. Seguro é muito mais do que “produtinho padronizado” pela Susep. O Mercado Segurador Brasileiro pode e deve se desenvolver para o bem da sociedade brasileira, mas não será a Susep a promotora oficial deste processo. A ela cabe desempenhar o papel dela, fiscalizando de maneira exemplar e eficiente as provisões técnicas e as reservas de sinistros. A elaboração de clausulados de seguros é da iniciativa privada e não do Estado democrático.

Susep autoriza R$ 1,2 bi em aumento de capital nesta terça

A Susep autorizou dez grupos seguradores a elevar o capital nesta terça-feira, segundo portarias divulgadas. Entre outras medidas em destaques na Susep temos a chegada ao Brasil da Starr Unsurance & Reisurance Limitd, para atuar como ressegurador admitido. A Starr foi criada pelo ex-presidente da AIG, Maurice Greenberg, e é uma das mais importantes resseguradoras mundiais quando o quesito de avaliação é a diversidade de aceitação de riscos.

Veja em quanto as seguradoras elevaram o capital nas portarias divulgadas hoje:

ACE – em R$ 721 milhões, para R$ 1,88 bilhão
Munich Re – em R$ 164,2 milhões, para R$ 300,4 milhões
Evidence Previdência – em R$ 140 milhões, para R$ 185 milhões
SulAmérica – em R$ 128 milhões, para R$ 1,86 bilhão
Porto Seguro – em R$ 70,9 milhões, para R$ 1,18 bilhão
XL – em R$ 33,9 milhões, para R$ 69,1 milhões
AIG – R$ 22,5 milhões para R$ 512,6 milhões
Zurich – em R$ 20 milhões, para 120,7 milhões
Essor – em R$ 2 milhões, para R$ 24,2 milhões.
Sancor – em R$ 7 milhões, para R$ 31,5 milhões

Aumenta em 40% o número de incêndios reportados pela imprensa após tragédia de Santa Maria

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As notícias sobre incêndio veiculadas pela imprensa brasileira e monitoradas diariamente pelo Instituto Sprinkler Brasil (ISB) mostra um aumento de 40,7% na comparação entre 2014 e 2012, ano anterior à tragédia de Santa Maria. A série histórica iniciada em 2012 contabilizou 795 notícias publicadas naquele ano, contra 1.275 registros no ano passado. Em relação a 2013 houve crescimento de 14%.

A pesquisa mostra que o maior número de incêndios divulgados em 2014 ocorreu em edifícios comerciais (27% em lojas, shoppings centers, supermercados), seguido por depósitos (20%) e imediatamente pelos sinistros em indústrias (19%). Outro percentual bastante expressivo – 12% – vem dos chamados locais de reunião de público (igrejas, teatros, aeroportos, clubes, estádios, escolas de samba, casas noturnas, restaurantes e bibliotecas).

O diretor geral do ISB, Marcelo Lima, explica que a pesquisa considera os incêndios que ocorreram em diversos tipos de construções, como instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais e hotéis, excluindo os incidentes em residências. “O levantamento é apenas uma amostragem da realidade, pois os números oficiais não são informados pelas autoridades. Ainda assim, é possível ter um extrato do que acontece para pensarmos e discutirmos políticas públicas para o setor”, avalia.

O levantamento mostra que o Estado de São Paulo lidera as ocorrências de incêndio divulgadas pela imprensa, seguido por Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. “Importante notar uma mudança nos dados do Rio Grande do Sul, onde aconteceu o incêndio na Kiss”, destaca Lima, ao comparar o aumento considerável de 60 incêndios reportados em 2012 contra 101 ocorrências registradas em 2014.

Resseguro em debate nos dias 29 e 30 de janeiro

Acontece nos dia 29 e 30 o Fórum 2015 Brasil Seguros e Resseguros. As inscrições podem ser feitas no portal www.reinsurancebrazilforum.com. Veja a programação:

29 de janeiro

8h30
Credenciamento e Café

9h
Pronunciamento de Abertura

9h05
setting the scene – Pronunciamento do Chairman / Presidente da Mesa
Andre Gregori, CEO da BTG Pactual Seguros

9h30
Case study – Willis Brasil
Luciano Calheiros, Deputy CEO da Willis Brasil

10h05
Case study – XL Group’s Global Program: A Journey to Excellence
Renato Rodrigues, CEO do XL Group

10h40
Coffee Break

11h10
Case study – Allianz Global Corporate & Specialty RE
Harald Grayer, CFO da Allianz Global Corporate & Specialty RE

11h45
Análise do setor – Desafios e Oportunidades para o crescimento continuado no cenário atual
Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re Brasil

12h20
Análise do setor – Panorama Macro do Setor: A Economia e o Mercado Brasileiro de Seguros e Resseguros em Números
Rodrigo Lobo Botti, diretor de Finanças e Operações da Terra Brasis Re

12h55
Almoço

14h
Case study – Estudo de Caso IRB Re
Leonardo Paixão, CEO do IRB Brasil Re

14h35
Case study – Avaliando as Novas Fronteiras de Crescimento no Mercado Brasileiro: Os Próximos Passos para Continuar Avançando
Rodrigo Protasio, CEO da JLT Re – Brasil

15h15
Mesa redonda – Painel de CEOs, Heads e VPs – Desafios, Tendências e Visões para o Crescimento do Setor

Guilherme Neto, VP & Head of Market Management da Allianz Global Corporate & Specialty RE

Paul Conolly, Head of Global Corporate & Commercial Latam da Generali

Beatriz de Moura Campos Mello Almada, Senior Vice President Legal & Compliance da Swiss Re

16h
Café de encerramento

30 de janeiro

8h30
Credenciamento e Café

9h
Pronunciamento de Abertura
Andre Gregori, CEO da BTG Pactual Seguros

9h05
Case study – Inovações em Resseguros: As Visões da Austral Re, do Posicionamento à Oferta de Novos Produtos
Bruno Freire, CEO da Austral Re

9h40
Case study – Avaliando o Impacto das Inovações e Novas Tecnologias na Indústria de Seguros
Samy Hazan, diretoria de Seguros de Pessoas da Yasuda Marítima

10h10
Susep Update
Carlos Almeida, Technical Analyst da Susep

10h45
Coffee Break

11h05
Case study – BB Mapfre
Danilo Silveira, superintendente de Massificados do BB Mapfre

11h40
Case study – Gestão de Risco de Responsabilidade Civil, Subscrição e Precificação
Márcio Guerrero, superintendência Responsabilidade Civil da HDI-Gerling

12h10
Case study – Visão do Distribuidor da Previdência Corporativa
Carlos Eduardo Sarkovas de Oliveira, diretor Executivo Corporate da Bradesco Seguros

12h40
Perguntas finais da plateia, pronunciamentos finais e almoço de encerramento do Seres

Edward Lange deixa a Brasil Insurance

Edward Lange deixou a presidência da holding de corretoras de seguros Brasil Insurance, onde estava desde maio. Assumiu para tentar dar um novo rumo a empresa, que enfrenta uma crise interna, mas pela nota da coluna de Lauro Jardim, na Veja, desistiu. Nos últimos doze meses, a ação da companhia desvalorizou-se 87%. Miguel Longo, que hoje já é diretor financeiro de Relações com Investidores, acumulará esses cargos com a presidência.

Hoje, o jornal Estado de São Paulo trouxe novamente uma matéria sobre o imbrolio em que a holding que reúne 52 corretoras. Conta sobre a contratação do Morgan Stanley para promover uma ampla reestruturação na companhia, que poderá incluir a venda da empresa, conforme já tinha noticiado o blogueiro da Veja há duas semanas. Nos últimos 12 meses, a desvalorização das ações da única corretora de seguros listada na Bovespa chega a 87%. Só em dezembro, o preço dos papéis caiu 40,6%. Tanto o blogueiro de Veja como a repórter do Estado de S.Paulo informaram que o Morgan Stanley não comenta o assunto. Nem as duas empresas com as quais o banco tentava vender a BR Insurance. A Marsh afirmou ao jornal que não fala sobre rumores de mercado. Já a Qualicorp informou que “não há nenhum tipo de análise ou negociação com a empresa”. “A presença do Morgan Stanley é bastante abrangente. E o trabalho está apenas começando”, diz Miguel Longo, na entrevista.

Yasuda Marítima e Carglass promovem semana de reparo de vidros gratuita

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A Yasuda Marítima, subsidiária da Sompo Japan Insurance Inc. – um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo – e a Carglass®, especialista em reparo e troca de vidros automotivos, promovem no mês de fevereiro a Semana de Reparo de Vidro Gratuíto, nas unidades do CAM- Centro Automotivo Yasuda . A iniciativa tem como objetivo apresentar a importância da manutenção dos vidros para a segurança de motoristas e passageiros

Qualquer proprietário de veículo, seja segurado ou não, poderá solicitar reparo gratuitamente nas unidades em que estiver acontecendo a Semana de Reparo de Vidros Gratuita. Para os segurados, além dos reparos de vidros será possível realizar impermeabilização do para-brisa, lubrificação das canaletas dos vidros laterais e descontos de até 20% nos demais serviços da Carglass (troca de lanternas, faróis, palhetas etc). A ação acontece no CAM Bandeirantes (Av. dos Bandeirantes, 5254 – Saúde) entre 2 e 6 de fevereiro e no CAM Tatuapé (Av. Vereador Abel Ferreira, 100, Tatuapé – São Paulo) entre 9 e 13 de fevereiro. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira das 8h30 às 17h30.

Reparo de Vidros
A técnica de reparo de vidros visa consertar trincas ou fissuras causadas por impactos de objetos que atingem os veículos. O processo é rápido e econômico, já que evita troca desnecessária do vidro.

Vale considerar que uma trinca no para-brisa pode se transformar em uma quebra a qualquer momento. Se isso acontecer enquanto o carro estiver em movimento, a segurança de quem estiver no veículo pode estar em risco.

Os vidros automotivos correspondem a até 30% da resistência estrutural do veículo e fornecem o apoio necessário aos air-bags quando acionados.

Serviço

Semana do Reparo de Vidro Gratuito

CAM Yasuda Marítima Bandeirantes
Período: de 02 a 06/02
Endereço: Av. dos Bandeirantes, 5254 – Saúde

CAM Yasuda Marítima Tatuapé
Período: de 09 a 13/02
Endereço: Av. Vereador Abel Ferreira, 100, Tatuapé – São Paulo – SP

Horário de Funcionamento em ambas unidades: De Segunda à Sexta, das 8h30 às 17h30.

Fernando Teles deixa área de seguros e Itaú ainda não tem um substituto

itau seguros logoMais uma mexida na área de seguros do Itaú Unibanco. Fernando Teles, que estava no comando da operação, deixou o cargo e agora está no Banco Original e vai montar a área de varejo do grupo controlado pelo frigorífico JBS. Segundo informou a assessoria de imprensa do Itaú, ainda não há um nome para substituir Teles, que ficou quase dois anos à frente da operação de seguros do grupo.

Em sua gestão, o desafio foi focar a operação em “bancassurance”, ou seja, distribuir seguros em agências bancárias, varejistas, financiamento imobiliário e cartões. Nesse período, o Itaú vendeu a área de grandes riscos para a ACE e a carteira de garantia estendida da Casas Bahia para a Zurich.

Durante apresentação dos resultados do banco na Apimec, Roberto Setubal, presidente do banco, afirmou que o Itaú Unibanco vai seguir em 2015 a trajetória de saída das atividades de seguros consideradas não essenciais para o banco. Citou que a participação no IRB Brasil RE e DPVAT são exemplos de operações não essenciais. A operação com a Porto Seguro em seguros de carros e residência segue sem alterações.

Seguro de pessoas fatura R$ 24,8 bilhões em prêmios até novembro de 2014

O segmento de seguros de pessoas, que inclui produtos como seguros de vida e acidentes pessoais, entre outras modalidades, movimentou de janeiro a novembro, R$ 24,8 bilhões em prêmios. O volume é 6,02% maior que o verificado na soma dos onze meses de 2013. No período, as seguradoras pagaram R$ 6,9 bilhões em indenizações a segurados e beneficiários, alta de 15,72% em comparação a janeiro/novembro de 2013. Ainda no acumulado, o seguro viagem também se destacou com expansão de 45,18% no volume de prêmios pagos por segurados e somou R$ 137,1 milhões. Outro seguro que teve bom desempenho no período foi o prestamista, o qual movimentou prêmios de R$ 7 bilhões com alta de 9,25%. Já os prêmios pagos por segurados para seguros de acidentes pessoais, aquele que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) em acidentes involuntários, foram de R$ 4,6 bilhões, com leve expansão de 3,86%. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 71 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

“O brasileiro está adotando o seguro viagem no planejamento de seus deslocamentos no Brasil e para o exterior, o que explica as altas taxas de crescimento desta modalidade de proteção”, destaca o presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento.

O balanço da FenaPrevi mostra também que o seguro de vida foi o que obteve maior volume de prêmios pagos por segurados em novembro de 2014: foram R$ 921,6 milhões, representando crescimento de 4,20% em relação ao mesmo mês de 2013 (R$ 884,5 milhões). “O crescimento demonstra a preocupação dos indivíduos em garantir a manutenção do padrão de vida dos dependentes na ausência do responsável financeiro da família”, analisa Nascimento.

Outro seguro que teve uma variação significativa no período foi o seguro prestamista (que garante o pagamento de prestações no caso de perda de emprego, morte ou invalidez do segurado), o qual movimentou prêmios de R$ 677,2 milhões em novembro, expansão de 17,01% em relação a novembro de 2013 quando registrou R$ 578,8 milhões.

Nova fusão: Axis com a Partner Re

Como estava previsto, o ritmo de fusões segue acelerado. A notícia desta segunda-feira é a fusão entre duas resseguradoras das Bermudas, AXIS Capital Holdings Limited e PartnerRe Ltd. A negociação cria um grupo com prêmios de US$ 10 bilhões e capital total de US$ 14 bilhões, com ativos acima de US$ 33 bilhões. Essa é a terceira negociação de aquisição e fusão anunciada nas duas últimas semanas, considerando-se a compra do Catlin pelo grupo XL e da Platinum pelo RenaissanceRe’s.

O chairman da PartnerRe, Jean-Paul L. Montupet, permanece com o mesmo cargo na nova companhia e o CEO da Axis, Albert A. Benchimol, será o CEO da nova companhia criada com a fusão.