A Munich Re, maior resseguradora do mundo, disse ser improvável que alcance lucro líquido de € 3 bilhões (US$ 3,4 bilhões) em 2015, diante das baixas taxas de juros e diminuição dos preços de resseguro. “Estou confiante de que teremos uma rentabilidade global muito resistente, mas não seria realista esperar um número de 3 bilhões neste atual cenário mundial”, disse o CFO, Joerg Schneider, em teleconferência com analistas.
O grupo divulgou lucro líquido de € 3,2 bilhões em 2014, 3% abaixo dos € 3,3 bilhões de 2013. Schneider informou que a empresa tem mais capital disponível do que precisa e pretende continuar a devolvê-lo aos acionistas. O executivo informou também que o grupo não tem intenção de participar de forma “agressiva” na consolidação da indústria, referindo-se as diversas fusões anunciadas por seus concorrentes, como XL com Catlin e Axis com Partner Re.
A resseguradora divulgou lucro operacional de € 2,9 bilhões (U$ 3,27 bilhões) em 2014, 3,6% acima de 2013. Os prêmios brutos de resseguro recuaram 3,6%, para € 26,8 bilhões em 2014, justificado pelo cenário adverso de crescimento em vários países onde atua.
Após quatro horas de mistério e tentativas de diversos campuseiros, José Ricardo Costa, de 20 anos, ganhou a noite no ‘Quarto Vip’ do BB Seguros, marca do grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. O sortudo do segundo dia da Campus Party Brasil pode deixar o camping e aproveitar o local, que conta com cama, ar-condicionado e muita tecnologia.
Após seis dicas fornecidas pelo Twitter do BB Seguros, o vencedor desvendou o enigma dessa quarta-feira, 4, e descobriu o ator que se passava por um jornalista que circulava pelo evento. Esse mesmo profissional também desafiou o jovem a resolver uma equação matemática. O ganhador resolveu o problema em poucos minutos e foi premiado com uma câmera Lomography. “Estou bem animado. Completo 21 anos no domingo. Foi o meu presente de aniversário”, afirma José Ricardo Costa.
Além de oferecer o Quarto Vip, o BB Seguros está salvando os campuseiros das mais diversas situações. Basta tuitar com a hashtag #BBSegurosSalva, interagir com a marca e fazer um pedido que a companhia poderá ajudar com colchonetes, kits de higiene, lanches e equipamentos (teclado, mouse etc.).
Mais de 60 campuseiros foram salvos nesses dois primeiros dias de evento.
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu o presidente e a diretoria Executiva do Sincor-SP, dia 3 de fevereiro, em almoço exclusivo para associados, no Terraço Itália. “Ano Novo, política nova e nada mais oportuno do que ouvir o presidente do nosso sindicato”, disse o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari. O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, concordou sobre as muitas mudanças em curso, também em nível mundial, reconhecendo que a expectativa de crise econômica deverá movimentar o setor de seguros.
Para ele, a indústria de seguros será uma das poucas fontes de recursos e riquezas, despertando o interesse de profissionais e empresas que não fazem parte do mercado. “Ao verem seus negócios quebrar, muitos poderão se interessar pela carreira de corretor de seguros. Entre as seguradoras estrangeiras, algumas poderão ver no mercado uma maneira de expandir seus negócios para outras localidades, trazendo novas propostas, produtos e hábitos”, disse.
Nesse cenário de mudanças, Camillo reforçou a necessidade de defesa dos interesses da categoria. “É importante iniciar o ano com esse sentimento, porque, mais do que nunca, a nossa representatividade se fará necessária”, disse. Mas, explicou que nenhuma iniciativa poderá ser empreendida do dia para a noite, embora este seja o desejo de parte da categoria. “Antes, é preciso conhecer e entender os processos a fundo”, disse. Em sua avaliação, as ações devem ser pautadas em valores, como conhecimento, respeito, serenidade e assertividade.
Trabalho técnico
No propósito de orientar os corretores sobre as mudanças regulatórias, o Sincor-SP encarregou seu departamento técnico, coordenado por Alexandre Del Fiori, de interpretar a Circular Susep 510, emitida em 22 de janeiro. O trabalho, realizado com a participação do Ouvidor da entidade, Octávio Milliet, foi publicado 48 horas depois da circular. Um dos destaques da circular é a obrigatoriedade de menção em sites de corretores na internet do termo “corretor ou corretora de seguros”, tanto na página principal como nas internas, já que muitos utilizam apenas a palavra “seguros” para identificar a área de atuação. Segundo Camillo, a multa para desobediência à nova regra será pesada.
Outra iniciativa da entidade foi publicar em seu site a cartilha sobre o SuperSimples. Camillo aproveitou o assunto para esclarecer que as corretoras de seguros pessoa jurídica optantes pelo Simples Nacional não estão obrigados a pagar a contribuição sindical, mas devem quitar a contribuição associativa. Já os não optantes pelo Simples Nacional devem recolher ambas as contribuições, sob pena de serem considerados inadimplentes em caso de eventual recadastramento da Susep. “Se o corretor quiser uma entidade representativa, forte, atuante e independente, deve pagar”, disse, reforçando que corretores pessoa física devem quitar as contribuições.
Parceria
O presidente do Sincor-SP convidou os associados do CCS-SP a participarem do evento de lançamento da parceria da entidade com a Caixa Seguros, dia 26 de fevereiro no Expo Barra Funda. Segundo ele, diferentemente de outra seguradora a ligada a banco, que por anos foi combatida por vender seguro sem a participação da categoria, a Caixa Seguros preferiu ter o corretor como seu canal de distribuição do produto Saúde. “Vejam a importância disso: a seguradora estatal se rendeu à nossa força de venda”, disse.
Para o dirigente, o Sincor-SP está cumprindo o seu papel de ajudar os corretores a diversificarem suas carteiras e aumentarem sua rentabilidade, já que, por suas contas, o saúde é bem lucrativo. “Para ganhar a comissão de um plano de saúde de 20 vidas, o corretor teria de vender 20 seguros de automóvel por mês”, calculou. Em seguida, informou que na mesma data do evento haverá reunião de alinhamento com 350 corretores da diretoria do Sincor-SP. “Discutiremos onde estamos e aonde queremos chegar”, disse.
Fim do multicálculo
Uma das novidades anunciadas por Camillo foi o fim do multicálculo e sua substituição por uma ferramenta de gestão, na linha do CRM (Customer Relationship Management), famosa ferramenta de gestão de cliente. “Renegociamos a situação que tínhamos, no âmbito jurídico e financeiro, e repaginamos a proposta para a rentabilidade do negócio”, disse, acrescentando que o assunto ainda será debatido pela diretoria na reunião do dia 26.
Camillo encerrou sua apresentação com dois comunicados. Um, sobre a data de comemoração do Dia da Mulher, que será em 11 de março. Outro, sobre a reabertura, no dia 7 de fevereiro, da Barraca de Santos, no litoral paulista, entre o canais e 4 e 5, exclusivamente para corretores associados e seus convidados.
Homenagem
Em continuidade à programação de homenagens aos seus ex-mentores, o CCS-SP recebeu Milton D’Amelio (mentor na gestão 1990/1992). Camillo leu os dizeres da placa em homenagem a D’Amelio e Calegari a entregou. Outra tradicional homenagem foi feita aos aniversariantes do mês, que, desta feita, em vez de uma bebida, ganharam um jogo de xadrez personalizado.
Sobre a campanha “FAZER O BEM… Transforma”, idealizada pela associada Cristina Favieri, que troca lacres de alumínio por cadeiras de rodas, Calegari comunicou a colaboração de uma escola da Zona Sul e de seus alunos. O mentor foi o intermediário da entrega de 92 garrafas pets de dois litros repletas de lacres, que somadas às garrafas trazidas pelos associados durante o almoço, poderão atingir a quantidade necessária para trocar por uma cadeira, calculada em cerca de 140 garrafas.
Depois da prestação de contas, realizada pelo diretor tesoureiro Paulo Bosisio, Calegari aproveitou a oportunidade para informar o plano de colocar em prática neste ano a deliberação da diretoria de trazer temas novos aos almoços mensais. Segundo ele, a ideia é debater novas propostas e produtos com seguradores e prestadores de serviços. Encerrando o evento, Calegari e Camillo desejaram um bom ano a todos os corretores.
A Associação Brasileira de Internet (Abranet), que representa as empresas de internet no Brasil, vem registrando um aumento no número de associados que sofreram ataques cibernéticos DDoS (Distributed Denial of Service, sigla em inglês para Ataques Distribuídos de Negação de Serviços) do exterior. Esse tipo de ataque costuma derrubar sites de comércio, de notícias e data centers, causando prejuízos aos usuários e empresas. “Nossos associados investem muito em segurança, de forma que o usuário pouco percebe o problema, mas é um fator preocupante”, atesta Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo da Abranet.
Os ataques DDoS tornaram-se um fenômeno mundial. O 10º Relatório Global de Segurança de Infraestrutura (WISR – World Infrastructure Security Report), apresentado recentemente pela Arbor Networks, mostra que aproximadamente 50% dos 287 provedores de serviço, hospedagem, serviços móveis e corporativos e outros tipos de operadores de redes pesquisados enfrentaram ataques DDoS no período de novembro de 2013 a outubro de 2014. Quase 40% deles tiveram comprometimento na conexão à internet. No relatório anterior, mais de um quarto dos entrevistados registrou 21 ataques por mês. Nesse último relatório, esta porcentagem chegou a 38%.
O DDoS é uma técnica de ataque de múltiplas fontes com um destino específico. IPs de vários locais do mundo são direcionados para acessar um site ou data center ao mesmo tempo, esgotando maliciosamente a capacidade de resposta por sites que estão sendo atacados. “O DDoS espalha diversos boots em várias máquinas pelo mundo e começa a atacar. Como técnica para mascarar o endereço de origem, usam vários IPs que não são possíveis de ser localizados, conseguindo, assim, despistar sua origem”, explica o executivo.
Os ataques DDoS ocorrem diariamente, várias vezes, conforme mostra o mapa http://www.digitalattackmap.com/. Um exemplo de prejuízo causado pelos DDoS está nos data centers. Mais de um terço dos provedores de data center ouvidos pela pesquisa passou por ataques DDoS, sendo que 44% deles enfrentaram perdas de receita.
De acordo com o relatório da Arbor Networks, “os ataques DDoS agora são uma ameaça séria à continuidade do negócio e às operações das organizações. Atualmente, os ataques DDoS integram campanhas complexas de ameaças avançadas, geralmente duradouras”.
Em linha com a diretriz de facilitar os negócios da categoria no Estado de São Paulo, o Sincor-SP conta agora com o projeto Corretor de Seguros Empreendedor – Módulo Benefícios. Para lançar a novidade, um seguro saúde em parceria com a Caixa Seguradora, o Sindicato realizará apresentação para cerca de 2,5 mil corretores, no Expo Barra Funda, em São Paulo, no dia 26 de fevereiro, seguida de show da dupla Fernando e Sorocaba.
Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o programa Corretor de Seguros Empreendedor foi criado para promover parcerias com foco na ampliação dos resultados da maior força de vendas do mercado de seguros no País. “Reforçando a defesa dos interesses de nossa classe profissional e consolidando a representação político-institucional do Sincor-SP em todos os níveis, bem como destacando a gestão eficiente do Sindicato, o movimento é pioneiro e se projeta como uma chancela da entidade para novos e lucrativos negócios”, comenta.
Camillo lembra que se trata do reconhecimento da capacidade técnica e da capilaridade na distribuição, de modo que o acordo com a Caixa Saúde está alinhado com tais atributos. “É a estreia da Caixa com produto desenhado para o canal corretor e, pelo caráter inovador do movimento, estamos muito satisfeitos e otimistas. O programa Corretor de Seguros Empreendedor está aberto a toda e qualquer iniciativa nesse sentido, ou seja, que valorizem e tragam mais oportunidades ao corretor de seguros”.
No evento do Expo Barra Funda, que contará com grande participação de corretores de seguros, as vagas são limitadas e o Sincor-SP vai detalhar as características e diferenciais do produto, por meio da distribuição de folder explicativo, além de entregar cartilha com explicações mais aprofundadas sobre o programa Corretor de Seguros Empreendedor.
Lançamento do Programa Corretor de Seguros Empreendedor do Sincor-SP
Local: Expo Barra Funda
Endereço: Rua Tagipuru, s/nº – Barra Funda – São Paulo/SP
Data e horário: 26/02, a partir das 19h
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na quinta-feira, 5, os resultados da indústria automobilística no primeiro mês do ano. Foram licenciados 253,8 mil autoveículos em janeiro, queda de 18,8% com relação ao mesmo mês de 2014, quando 312,6 mil unidades foram negociadas. Já no comparativo com as 370 mil unidades de dezembro do ano passado a retração foi de 31,4%.
Na visão do presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junior, o desempenho foi impactado por alguns fatores: “A baixa confiança dos consumidores, o processo de operacionalização das taxas do Finame/PSI e uma expectativa pelo impacto das medidas de ajuste anunciadas no começo do ano influenciaram os resultados. Estes fatores confirmam o cenário extremamente difícil para este primeiro trimestre”.
A produção em janeiro de 2015 apresentou retração de 13,7% em relação ao mesmo mês do ano passado: 204,8 mil e 237,3 mil unidades, respectivamente. Quando se compara com dezembro de 2014, quando 204 mil veículos deixaram as linhas de montagem, o resultado aponta estabilidade.
As exportações neste primeiro mês de 2015 ficaram 27,9% abaixo do registrado em janeiro de 2014 – foram 16,3 mil contra 22,6 mil – e 30,4% menor ante o resultado de dezembro, quando deixaram o País 23,4 mil produtos.
Caminhões e ônibus
Ao analisar o resultado do licenciamento de caminhões, janeiro terminou com contração de 28,8%, com 7,7 mil produtos no mês contra 10,8 mil de igual período do ano passado. Na comparação com dezembro as vendas registraram declínio de 44%, quando comparadas as 13,7 mil unidades comercializadas naquele mês.
Os 8,4 mil caminhões produzidos no início de 2015 ficaram 38,7% abaixo dos 13,8 mil fabricados em janeiro do ano passado e acima em 128,1% ao comparar com os 3,7 mil de dezembro.
As exportações do segmento encerraram o mês com alta de 2,2%, ao se comparar os 1,2 mil caminhões de janeiro deste ano com os 1,1 mil de janeiro de 2014, e apresentou ainda acréscimo de 38,2% ante as 846 unidades que deixaram o Brasil no último mês do ano passado.
O segmento de ônibus registrou crescimento de 8,1% no licenciamento em janeiro: 1,9 mil unidades em 2015 e 1,7 mil em 2014. Na análise contra dezembro, quando 2,3 mil ônibus foram vendidos, o declínio foi de 19%.
Os fabricantes de chassi de ônibus produziram 2,5 mil unidades em janeiro deste ano contra as 604 de dezembro de 2014, um aumento de 311,1%. No comparativo com janeiro de 2014, quando o setor produziu 2,4 mil unidades, o resultado foi maior em 2,1%.
As exportações de ônibus em janeiro ficaram 11,8% abaixo do registrado no mesmo mês de 2014 – foram 285 unidades neste ano e 323 no ano passado. No comparativo com dezembro, com 474 unidades, as exportações retraíram 39,9%.
Máquinas autopropulsadas
No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias as 3,2 mil unidades comercializadas em janeiro ficaram 21,6% abaixo do que as 4,1 mil de dezembro. O resultado do segmento na análise com janeiro de 2014 apresentou redução de 13,9%: foram 3,8 mil produtos no mesmo mês do ano anterior.
Já na produção o segmento apresentou acréscimo de 22,9% em janeiro deste ano no balanço com os dados de dezembro – na ordem, foram 4,6 mil e 3,7 mil unidades em cada mês. Porém, se analisado o desempenho de janeiro de 2015 contra janeiro do ano passado, com 5,2 mil unidades, a produção caiu em 11,3%.
O segmento agrícola e de construção exportou 483 máquinas em janeiro deste ano, o que significa recuo de 13,3% ante janeiro do ano passado com 557 unidades e de 39,7% frente a dezembro com 801 unidades.
Água, energia e resíduos
A Anfavea apresentou também dados que mostram o esforço permanente da indústria automobilística na melhoria de eficiência em seus processos produtivos. As informações mostram que ao longo dos anos houve redução de 42% de resíduos sólidos, 37% de energia elétrica e 29% de consumo de água por veículo produzido.
Para Luiz Moan Yabiku Junior, “a indústria automobilística promove ações sustentáveis não apenas nos momentos de crise, mas de forma constante. O esforço brutal realizado pelas empresas já trouxe resultados expressivos e isto só foi possível com práticas como captação e utilização de água da chuva, substituição de lâmpadas incandescentes por led ou luz natural, geração própria de energia e gestão eficaz de resíduos sólidos, dentre várias outras”.
O Conselho do PSI (Princípios para Sustentabilidade em Seguros) conta, desde janeiro deste ano, com três brasileiros entre seus 13 membros. Rodolfo Ern, da Bradesco Seguros; Fatima Lima, do Grupo BB e Mapfre; e Adriana Boscov, da SulAmérica Seguros (apresentados na foto, da esquerda para a direita, respectivamente), participarão do órgão que define, atualiza e emenda o regulamento da Iniciativa PSI, zelando por sua governança e desenvolvendo objetivos, estratégias e planos de trabalho.
Os Princípios para Sustentabilidade em Seguros surgiram de uma parceria entre a indústria global de seguros e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira (UNEP FI, sigla em inglês), oferecendo referências para o mercado segurador tratar de riscos e oportunidades relacionadas às dimensões ambientais, sociais e de governança.
O Conselho do PSI é composto por representantes das empresas signatárias dos PSI escolhidos por processo de votação, sendo coordenado por dois co-presidentes cujos novos titulares serão escolhidos pelo grupo. A eleição de três brasileiros para os cargos evidencia a relevância da indústria de seguros brasileira na construção de valores e princípios mais sustentáveis nesse mercado. Tanto assim que é o país com maior número de empresas signatárias na iniciativa.
A Mitsui Sumitomo anuncia a contratação de Ricardo Henrique Beyer para a área de transporte. Ricardo será responsável pela manutenção da rentabilidade do portfólio atual, bem como expandir, nacionalmente, o crescimento sustentável da carteira, aliada a tecnologia e inovação.
Segundo nota do grupo, ele terá como principal desafio fortalecer e consolidar a marca Mitsui Sumitomo Seguros como uma das principais seguradoras provedoras de soluções no segmento dos seguros de transportes, unindo especialidades e inteligências internacionais do Grupo MS&AD.
Formado em Matemática, Ciências Atuariais e Pós Graduado em Seguros e Previdência pela FIA/USP, Ricardo atua no mercado de seguros há 15 anos e já passou por empresas como HDI, Itaú XL, Fairfax e Chubb, sua última experiência atuando como Gerente de Transportes.
Inovar deixou de ser uma estratégia para ser uma missão da equipe Liberty Mutual nos 29 países onde atua. Praticar um preço justo é o caminho mais sustentável para conquistar clientes e corretores e por isso o tema entrou no DNA da equipe e os resultados já podem ser vistos no balanço financeiro de 2014 da subsidiária brasileira. O lucro líquido saiu de R$ 40,7 milhões em 2013 para R$ 83 milhões em 2014, com retorno sobre o capital de 10,9%. “É a primeira vez desde sua chegada no Brasil, em 1996, que a Liberty apresenta um índice combinado (que mede a eficiência operacional de uma seguradora) inferior a 100%”, disse Carlos Magnarelli, que deixou a vice-presidência financeira para assumir o cargo de CEO com a promoção da Pablo Barahona para COO América Latina e Ibéria da Liberty International.
O faturamento registrou avanço de 7,7%, para R$ 2,6 bilhões, mesmo considerando-se que a seguradora optou por sair de médios riscos, apostando suas fichas nas pequenas empresas. “Apesar de o mercado segurador registrar crescimento de 12%, estamos em linha com o desempenho do nosso portfolio de produtos, composto por seguro de automóveis, riscos patrimoniais e apólices de vida. Foi um ano competitivo e nosso foco foi crescer com rentabilidade. Apostamos na qualidade do serviço prestado que ofertamos e inovamos dia a dia para agradar e conquistar consumidores e corretores ”, comenta Magnarelli.
A Liberty foi a seguradora oficial da Copa 2014 e o patrocínio tem o carimbo de “sucesso” pelo retorno obtido com o reconhecimento da marca. Parte do bom desempenho de 2014 é creditada às ações ligadas ao evento esportivo. O grupo encerrou o ano passado com mais de 1,3 milhão de clientes em carteira, sendo 1 milhão em seguro de carro. “Somos a sexta maior seguradora em automóvel e a décima maior seguradora do Brasil em seguros gerais”, enumera o executivo.
Um dos produtos que pode alavancar as vendas do mercado é o Auto Consciente, que pode custar cerca de 50% mais barato do que o produto com cobertura compreensiva. O seguro cobre danos físicos e materiais a terceiros e ainda conta com serviços de assistência 24H, ressaltou. “Ele indeniza, por exemplo, um terceiro que precisou parar de trabalhar em função de um acidente de carro, cobertura que não está dentro do DPVAT. Com a divulgação do produto e investimento na maior consicentização da sociedade quanto a riscos causados por acidentes automobilísticos, a Liberty pretende chegar a que não podem ou não querem adquirir os produtos convencionais de seguro de carro.
O segmento frotas apresentou um crescimento relevante, de 18%. O bom desempenho, segundo Magnarelli, é creditado ao investimento em TI. “Implementamos um novo workflow, que nos ajudou a quadriplicar o número de cotações em 2014”. Em 2014, o grupo investiu cerca de R$ 14 milhões em TI para aprimorar desde a emissão até o pagamento de sinistros. A expectativa é investir o mesmo montante neste ano.
Um dos exemplos citados por Patrícia Chacon, diretora de marketing e estratégia, foi o pioneirismo em implantar a central de atendimento por meio do SkypeConnect aos corretores e em breve também será lançado para todos os clientes da companhia. “A idéia é reduzir o custo para nossos parceiros e, para nós, a satisfação do cliente é a métrica mais importante para medir nossos resultados ”, diz.
O grupo, que conta com 69 filiais e 13 mil corretores cadastrados, também destacou em seu balanço o apoio a comunidade com o projeto Sinal Livre de Mobilidade Urbana. Segundo Karina Louzada, superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros, o principal objetivo é a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização dos brasileiros para uma locomoção mais segura ancoradas nos pilares da mobilidade verde, fluidez e segurança no trânsito.
Os executivos ressaltaram a importância do investimento no desenvolvimento em pessoas e parceiros. “Claro que tudo isso só foi possível porque temos pessoas comprometidas”, ressalta Magnarelli. Uma das metodologias do ano passado com retorno destacado foi o “empoderamento” dos funcionários na base. “Em 2014, por exemplo, implementamos 340 melhorias sugeridas pelos nossos funcionários, sendo que nos anos anteriores apenas os gestores eram envolvidos nas estratégias”, conta.
A filosofia aplicada no Brasil vem da construção de centros de excelência, que contam com a participação de gestores do mundo todo. O grupo Liberty Mutual é dividido em quatros grandes blocos: seguros pessoais nos Estados Unidos, seguros de empresas nos Estados Unidos, riscos especiais para todo o mundo e, por fim, operações internacionais.
“A inovação faz parte do dia a dia do grupo, que desenvolveu três centros de excelência para apoiar as unidades nos países onde atua”, conta Pablo Barahona. O primeiro é focado no desenvolvimento de estratégias para apoiar todas as unidades do grupo. “Temos subsidiárias que estão prontas para crescer com rentabilidade e outras que precisam de apoio para desenvolver o mercado em que atuam, como China, Índia e Rússia, por exemplo, pois são mercados enormes e que requerem muitas estratégias diferentes”, explica.
Outro centro de excelência visa melhorar a capacidade de precificação, uma vez que as decisões de uma seguradora tem como base um banco de dados como ferramenta para aprimorar a oferta justa. O terceiro centro de excelência é voltado ao aprimoramento do processo de indenizações. “O sinistro é a alma do negócio de uma seguradora. Investir para atender de forma rápida e primorosa nossos clientes, corretor e consumidores, é um fator determinante do sucesso empresarial”, resume Barahona, que está feliz de poder contribuir com o crescimento das subsidiárias do grupo Liberty na América Latina e Ibéria.
A região responde por 79% do faturamento da Liberty International, que acumulou prêmios de US$ 4,3 bilhões no terceiro trimestre de 2014 (os dados finais de 2014 serão divulgados em breve). Dos US$ 3,4 bilhões da região AL e Ibéria, a Venezuela é o maior mercado na região sob a tutela de Barahona, com faturamento de US$ 1,1 bilhão, seguido por Brasil, Espanha, Colômbia, Portugal, Chile e Equador. “As companhias tem muita similaridade, em termos de portfolios, língua e canais de distribuição, e estão bem posicionadas, o que facilitará muito o meu dia a dia. O meu desafio é dar continuidade ao sucesso que todos tem tido ate agora”, brinca Barahona, feliz de manter sua base no Brasil. “Se você me perguntar onde quero estar daqui a 30 anos, vou te dizer: no Brasil. Apesar dos atuais desafios macroeconômicos, o país continua sendo o melhor para um grupo segurador estar”, finaliza o COO da América Latina e Ibéria da Liberty International.
O Brasil pegou gosto pelo rúgbi. Patrocinada pela AIG, a New Zealand Women’s Sevens, desembarca no Brasil e participa do lançamento do Programa +Esporte +Valores do Instituto ALMA Rugby, na Escola da Comunidade, mantida pelo Colégio Visconde de Porto Seguro. A visita do time é para disputar a segunda etapa do Circuito Mundial Feminino de Sevens, que ocorrerá em 07 e 08 de fevereiro, na Arena Barueri, em São Paulo.
A New Zealand Women´s Sevens tem a AIG como patrocinadora e parceira oficial de seguros desde 2012. O patrocínio engloba toda a New Zealand Rugby (NZR) incluindo outros times nacionais, o All Blacks, Maori All Blacks, All Blacks Sevens, New Zealand Black Ferns (time feminino de quinze) e New Zealand Under 20 (menores de 20 anos).
O Programa +Esporte +Valores será lançado pelo melhor time de rúgbi de sete do mundo em 04 de fevereiro, na Escola da Comunidade, mantida pelo Colégio Porto Seguro. O evento, patrocinado pela AIG, irá atender 40 jovens de até 18 anos e tem como missão engajar os alunos com os valores e habilidades do rúgbi dentro e fora de campo, ou seja, respeito, trabalho em equipe, disciplina, cavalheirismo e diversão/prazer de viver.
“Acreditamos firmemente que, por meio da prática esportiva, os jovens podem aprender importantes valores de cidadania, que poderão contribuir de forma decisiva na sua vida. A intenção da AIG com essa ação é incentivar uma educação baseada nesses valores, onde os jovens poderão vicenciá-los em uma atividade atrativa. Desta forma, estaremos contribuindo para fazer deles verdadeiros cidadãos, no sentido mais amplo da palavra”, afirma Paride Della Rosa, CEO da AIG no Brasil.
Segundo o idealizador do Programa Giuliano Passini, essa modalidade esportiva é baseada em princípios importantes na formação dos jovens cidadãos. “Sou apaixonado por rúgbi e sempre soube que o esporte possui regras e valores que devem ser estritamente seguidos para atingir o sucesso. Por isso, pensamos em criar um Instituto que tivesse o rúgbi e seus valores como ferramenta para engajamento dos jovens na mudança de comportamento”.
Atualmente, a Escola da Comunidade disponibiliza cerca de 1.700 bolsas e educação de qualidade a alunos de baixa renda moradores, principalmente, de Paraisópolis e da Vila Andrade. São cursos de Educação Básica, Educação para Jovens e Adultos (EJA) e cursos extras, como artesanato.
“É um privilégio para os alunos terem a oportunidade de conhecer um esporte internacional e, ao mesmo tempo, aprenderem princípios morais importantíssimos por meio dele, como respeito e disciplina”, afirma a vice-diretora da Escola da Comunidade, Rachel Braun.
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