A BB Seguridade Participações S.A. (“Companhia”), nos termos do § 4o do artigo 157 da lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, da Instrução CVM no 358, de 03 de janeiro de 2002, e da Instrução CVM no 10, de 14 de fevereiro de 1980, vem informar ao mercado, aos seus acionistas e ao público em geral que o seu Conselho de Administração, reunido em 25.03.2015, autorizou a recompra de ações de sua própria emissão em circulação no
mercado, conforme detalhado abaixo:
a) Objetivo: pagamento de remuneração variável dos Diretores Estatutários, relativamente ao exercício de 2014, nos termos do Programa de Remuneração Variável da Companhia;
b) Quantidade de ações a serem adquiridas: 19.500 ações ordinárias;
c) Data prevista para recompra: entre 26.03.2015 e 31.03.2015;
d) Quantidade de ações em circulação no mercado: 675 milhões de ações ordinárias, considerando o saldo em tesouraria e em posse de administradores da Companhia.
e) Instituição Financeira Intermediária: Bradesco S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários – Av. Paulista, 1450 – 7o Andar – CEP 01310-917 – São Paulo/SP
Há um ano, em 25 de março, tomava posse a diretoria do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ). Reunidos em Assembleia Geral, os corretores elegeram a diretoria composta por Jayme Torres (presidente); Amilcar Vianna (diretor-tesoureiro) e Luiz Mário Rutowitsch (diretor-secretário).
“A nossa sensação é de que o dever está sendo cumprido e apoiado pelos nossos associados, que têm participado ativamente dos nossos almoços e eventos promovidos pelo Clube. O saldo é bastante positivo e gostaria de destacar a participação maciça das corretoras de seguros, que nos apoiaram desde o início da campanha, em todas as atividades e ações propostas pelo Clube”, afirmou o presidente Jayme Torres.
Como exemplo de agenda positiva marcada pelo pioneirismo, podemos citar a primeira participação pública do Superintendente de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, após sua posse, foi no almoço do Clube, em 14 de maio, no Restaurante Aspargus.
Uma série de líderes do mercado deram a sua contribuição técnica e elucidaram temas de interesse dos corretores nos diversos debates promovidos, entre os quais, destacamos: Fábio Luchetti, Diretor-executivo da Porto Seguro; Roberto Santos, presidente do SindSeg-RJ/ES; José Luiz Silva, diretor da Porto Conecta; Marco Antônio Gonçalves, diretor da Bradesco Seguros; Carlos Renato Martins de Queiroz, presidente da Admix.
O CCS-RJ participou de inúmeras comissões, fóruns de debates, sempre na expectativa de criar condições mais justas e favoráveis para o exercício da profissional da categoria. Podemos citar a participação em comissão e representação na Assembleia sobre Direitos Trabalhistas; Acordo Coletivo de Trabalho do Sindicato Regional, apresentando propostas e sugestões mais coerentes com a realidade atual. “Foi a primeira vez que membros do Clube participaram da Comissão”, disse Torres.
O CCS-RJ apoiou, ainda, a ida de 200 corretores ao 16º Congresso Nacional de Corretores (Conec). Promoveu, também, em parceria com a Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense, um debate com autoridades de Segurança Pública da região para reivindicar a implementação de medidas, visando a redução do roubo de automóveis na Baixada, detectado por estudos do Clube, como sendo um dos mais altos do estado do Rio de Janeiro. “O pleito da diretoria do CCS-RJ foi materializado imediatamente após o debate, através de medidas para minimizar os roubos de automóveis na região”, explica Torres.
Liderado pelo presidente da Fenacor, Armando Vergílio, o movimento do Supersimples ganhou força no Rio, por meio da mobilização promovida pelo CCS-RJ, que culminou com a inclusão dos corretores de seguros na Tabela III, uma das mais acessíveis.
Antenado aos acontecimentos, o Clube foi a única instituição no Brasil que prestigiou seus associados como uma Comenda em comemoração ao 50º aniversário da lei, que regulamentou a profissão do corretor.
Este ano, as ações do CCS-RJ começaram no Dia Internacional da Mulher com uma homenagem e uma publicação especial sobre a data, além disso, o Clube já estabeleceu contato com a Fenacor para garantir a ida de corretores fluminenses ao 19º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, em Foz do Iguaçu. Anunciou, ainda, a parceria com a AIG Seguros para disponibilizar o seguro RC Profissional para a categoria e estuda a criação de um banco de currículos.
“O esforço de toda a diretoria é sempre no sentido de levar as melhores propostas para que possamos valorizar a profissão e garantir um fórum profissional de alto nível, a fim de que nossas questões sejam tratadas democraticamente através da participação de todos os associados e dos agentes parceiros do mercado de seguros. Ainda temos muito por fazer, mas temos a certeza de que, com o apoio de todos, chegaremos ao final deste mandato com um saldo muito positivo”, finalizou o presidente Jayme Torres.
Está chegando a 5ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). A premiação busca estimular e reconhecer iniciativas com potencial para aperfeiçoar a atuação do mercado de seguros, aumentando sua eficiência e aprimorando suas relações com a sociedade. Criado em 2011, o Prêmio vem se consolidando como importante incentivador de práticas inovadoras no setor.
As inscrições começam no dia 30 de abril e vão até 30 de setembro. Poderão participar aqueles que forem colaboradores de empresas de seguros, previdência privada, saúde suplementar, capitalização, resseguros, corretoras e corretores de seguros e resseguros autônomos; com projetos que se enquadrem em uma das seguintes categorias: “Produtos e Serviços”, “Processos” e “Comunicação”. Após passarem por duas etapas de julgamento, serão premiados os três primeiros lugares de cada uma delas.
Durante todo o processo, a avaliação será feita pela Comissão Julgadora, composta por profissionais reconhecidos nas áreas acadêmica, de seguros, direitos do consumidor e da imprensa. Diante do sucesso obtido na última edição, que estreou a segunda etapa do Prêmio, a fase foi ampliada, passando a contemplar 18 finalistas. A mudança duplica o número de participantes que terão a oportunidade de defender seus projetos presencialmente, de modo a proporcionar um conhecimento mais detalhado dos trabalhos. Além disso, este ano, as apresentações serão abertas aos públicos do mercado.
Em 2014, 78 projetos concorreram. O número representa um aumento de 41,3% em relação à edição anterior. Tal tendência reafirma a importância do Prêmio para a CNseg, que vê na iniciativa uma maneira de reforçar, por meio do estímulo aos colaboradores do mercado de seguros, o papel do setor como agente fundamental do desenvolvimento socioeconômico do país. A expectativa é de que o total de trabalhos participantes seja ainda maior em 2015.
Sobre Antônio Carlos de Almeida Braga
Nascido em 1926, filho de engenheiro português dos setores imobiliário e de seguros, Antônio Carlos de Almeida Braga fez da Companhia Atlântica uma das maiores seguradoras da América Latina, vendida para o Bradesco em 1984. Foi ainda o fundador, posteriormente, da Icatu Seguros.
Por seu caráter, sua generosidade e, principalmente, sua trajetória profissional, sempre ligada à inovação, Antônio Carlos de Almeida Braga é praticamente uma lenda viva do setor de seguros e incontestável homenageado pela CNseg com o Prêmio em seu nome.
Depois de uma disputada pré-estreia no domingo e coquetel na segunda-feira para jornalistas e convidados, começa hoje exposição “Picasso e a Modernidade Espanhola – Obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía”, patrocinada pelo grupo segurador BB e Mapfre, que abre hoje em São Paulo no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada franca.
São cerca de 90 obras, com rascunhos e traços, até o Cavalo e o Touro, que mostram como o pintor soube se modernizar até 1973, quando morreu aos 91 anos, em Barcelona. Segundo o curador Eugenio Carmona, as obras selecionadas mostram indícios do período em que o artista pintaria uma de duas mais famosas obras, Guernica (obra fixa no museu Sofia), em 1937, retratando o sofrimento da Guerra Civil Espanhola e a destruição causada por bombas do exército alemão, matando mais de mil pessoas.
Em cerca de 90 obras, a mostra mostra o percurso de Picasso, com influência de pintores da arte moderna espanhola, como Gris, Miró, Domínguez e Tàpies. A exposição foi organizada em colaboração com o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Espanha, e a Fundación Mapfre. As obras vêm da Fondazione Palazzo Strozzi, na França, onde já foram expostas.
Lei – A captação de recursos via Lei Rouanet e outros mecanismos de incentivo é um instrumento já consagrado de estímulo à produção e promoção de cultura no Brasil. No caso da Rouanet, depois de 24 anos de vigência, alguns projetos e seus resultados demonstram maturidade dos produtores na proposição de ações, fazendo avançar um calendário cultural de relevância mundial em cidades do país.
A BB e Mapfre está entre os que vêm promovendo iniciativas de êxito via mecanismos de renúncia fiscal. A próxima é nada menos que “Picasso e a modernidade espanhola”, a partir de hoje, 25, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). Com ela, são R$ 15,3 milhões investidos em três anos apenas em exposições.
Tiveram também o patrocínio do GRUPO em três das mostras de maior sucesso nos últimos anos – “Impressionismo: Paris e Modernidade” (2012); “Mestres do Renascimento” (2013), ambas no CCBB (Rio e SP); e, a mais recente, “Salvador Dalí” (2014), no Instituto Tomie Ohtake (SP).
Juntas, as três exposições receberam aportes de R$ 8,1 milhões via leis de incentivo. O resultado foi um público estimado de 2,8 milhões de pessoas que formaram filas de quarteirões e esperaram horas para apreciar obras vistas apenas em museus da Europa e nunca reunidas num único espaço. Com a retrospectiva de Picasso não deve ser diferente.
A relação saudável entre o uso de mecanismos de incentivo e projetos de envergadura como os do BB E MAPFRE também se mostra em mais um benefício ao público, além do próprio valor histórico/cultural das obras: no caso das exposições “Impressionismo: Paris e Modernidade” e “Mestres do Renascimento” a entrada do público era gratuita, como será na do mestre do cubismo.
“A essência de todo o nosso empenho está nisso: impulsionar de fato o acesso à cultura, como um ato de promoção da cidadania, de levar conhecimento à população como movimento educativo, inclusivo, de valorização das cidades e das populações”, define Fátima Lima, executiva de sustentabilidade do grupo segurador.
Os aportes em iniciativas socioculturais em três anos – ou seja, o tempo de sua existência, surgido em junho de 2011 da junção das operações de seguros do Banco do Brasil e da seguradora espanhola Mapfre no país – somam R$ 43,7 milhões (entre 2012 e 2014), gerando um total de 6,7 milhões de pessoas atingidas.
O foco primordial tem sido as artes plásticas. Além das três grandes citadas, Tarsila do Amaral e o espanhol Joaquín Torres tiveram mostras individuais. As exposições “Um olhar sobre o Brasil. A fotografia na construção da imagem da nação” (2013), com registros da história e da vida brasileira, do século 19 até 2003; e “Histórias Mestiças” (2014), sobre a miscigenação que formou o povo brasileiro também foram patrocinadas pelo BB MAPFRE. Neste ano, a grande estrela será Picasso.
“É uma vocação que está na história das duas empresas que formam o Grupo. Tanto o Banco do Brasil como a MAPFRE têm uma trajetória de valorização das artes que está acima das iniciativas de marketing. É um compromisso histórico que assumimos com entusiasmo a partir da formação do Grupo”, finaliza Gilberto Lourenço, diretor geral de administração, finanças e marketing do grupo.
Picasso e a Modernidade Espanhola – Obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía
Data: até 8 de junho
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: rua Álvares Penteado, 112, Centro, São Paulo, SP
Horário: de quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita
Nos primeiros meses do ano, grandes centros urbanos enfrentam as consequências das fortes chuvas, ventos e quedas de raios. Em São Paulo, por exemplo, fevereiro teve acúmulo de 253,4 milímetros, 18% acima da média histórica de 214,3 milímetros, medida desde 1995 pelo Centro de Gerenciamento de Emergências da Capital (CGE). Essa característica do clima provoca maior índice de alagamentos e queda de árvores e, consequentemente, impacta o número de sinistros de automóveis. Na SulAmérica, em fevereiro de 2015, houve um aumento de 50% no número de acionamentos na carteira de seguro auto gerados por alagamento, granizo e queda de raio em comparação ao ano anterior.
“As equipes da SulAmérica são altamente treinadas para atuar nesse período do ano em que, historicamente, as grandes cidades passam por períodos de atenção ocasionadas pelas enchentes. Apesar da urgente necessidade das chuvas devido ao baixo nível dos reservatórios, esses eventos trazem consequências para a população. Em ocasiões como essas, trabalhamos o mais rápido possível para providenciar o que for preciso para manter a segurança do cliente e a proteção de seu patrimônio”, explica o diretor de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.
Em situações de alagamento, o segurado pode contar com os serviços da Assistência 24h, como reboque, mecânico e táxi. “Temos trabalhado para aumentar a oferta de serviços relevantes para os segurados auto. Além das coberturas, identificamos que os clientes valorizam cada vez mais esses serviços. A percepção positiva do seguro aumenta e eles se sentem ainda mais protegidos”, completa Dal Ri.
A Tokio Marine Seguradora acaba de firmar uma parceira com a Caixa Econômica Federal e passa a ser uma das empresas de seguro para garantir os contratos de crédito imobiliário comercializados pela instituição financeira. Agora, os Clientes podem optar pelo seguro habitacional da Companhia ao adquirir um financiamento de imóvel com o banco. Como grande diferencial, o produto da Tokio Marine tem o mesmo custo durante toda a vigência do contrato.
“Temos expertise na oferta de seguro habitacional e estamos muito satisfeitos em firmar esta parceira com a Caixa Econômica que é, sem dúvida, uma referência de crédito imobiliário no País”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. O produto está sendo comercializado pela Seguradora no Canal Afinidades.
A contratação do seguro habitacional é obrigatória e uma garantia fundamental para o crédito imobiliário. O produto garante a permanência do imóvel com a família em caso de morte ou invalidez permanente do mutuário e a quitação da dívida para a instituição financeira que concedeu o financiamento. Além disso, cobre também a indenização ou a reconstrução do imóvel, caso ocorram danos físicos causados por riscos descritos nas apólices.
De forma geral, os produtos oferecidos pelo mercado prevêem o escalonamento das taxas de acordo com a idade dos contratantes. “Nosso seguro, ao contrário, mantém a mesma taxa ao longo de todo o contrato imobiliário. Desta forma, ao final da vigência, o custo efetivo de quem contrata a Tokio Marine é menor”, explica Felipe Smith.
As perdas globais por catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem totalizaram US$ 35 bilhões em 2014, abaixo dos US$ 44 bilhões registrados em 2013 e bem abaixo dos US$ 64 bilhões da média dos últimos 10 anos, segundo o tradicional estudo divulgado anualmente pela Sigma, divisão de estudos da Swiss Re.
Foram contabilizados 189 eventos de catástrofe natural em 2014, causando perdas econômicas globais de US$ 110 bilhões, abaixo dos US$ 138 bilhões em 2013, e bem abaixo da média anual de 10 ano anterior de US$ 200 bilhões. Das perdas econômicas totais, US$ 101 bilhões foram devido a catástrofes naturais, com ciclones na Ásia-Pacífico, causando o maior dano. Dos US$ 35 bilhões em perdas seguradas globais no ano passado, US$ 28 bilhões foram atribuídas a eventos catastróficos naturais, verificou o blog Sonho Seguro no estudo publicado em inglês, espanhol, alemão, francês e japonês.
Cerca de 12,7 mil pessoas perderam a vida em todos os desastres, número menor do que os 27 mil de 2013, tornando-se um dos mais baixos números já registrados em um único ano.
O estudo pode ser acessado em http://media.swissre.com/documents/Newsrelease_sigma_2_2015.pdf
Nesta terça-feira, 24 de março, comemora-se em todo o Brasil os 500 dias para a maior celebração do esporte mundial. Como segurador e patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016, o Grupo Bradesco Seguros programou uma série de ações especiais para expressar sua paixão pelo esporte e marcar essa importante data. Um spot de rádio de 30” será veiculado nas principais emissoras do país, ressaltando o orgulho que o Grupo Segurador sente ao fazer parte dessa história. A campanha trata da preparação para os Jogos Rio 2016 e traz a assinatura “Bradesco Seguros. É melhor ter”.
Os passageiros que chegarem ao Rio de Janeiro pelo Aeroporto Santos Dumont serão recepcionados por uma vinheta comemorativa para a ocasião, no totem do Grupo Bradesco Seguros, localizado na área de desembarque. Com a presença do mascote Vinícius, a vinheta traz a marca dos “500 dias” e a logo do Grupo Segurador.
Os canais digitais do Grupo Bradesco Seguros também estão no clima olímpico. Foi lançada no Facebook a fanpage “Bradesco Seguros – Rumo aos Jogos Rio 2016”, que já conta com mais de 75 mil “curtidas”. A página apresenta conteúdo sobre várias modalidades esportivas, destacando o perfil de atletas, curiosidades do esporte e as notícias mais recentes sobre os Jogos. Além de postagens nas redes sociais, o Grupo Bradesco Seguros disponibilizou em seu site – www.bradescoseguros.com.br – uma ferramenta de contagem regressiva para os Jogos.
Uma newsletter comemorativa também será enviada para segurados, funcionários, corretores e parceiros, ressaltando a importância e o orgulho de patrocinar e oferecer seus serviços aos Jogos Rio 2016 e o Time Brasil, a equipe olímpica brasileira.
Segurador e patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016
Segurador e patrocinador oficial dos Jogos Rio 2016, a forte ligação do Grupo Bradesco Seguros –conglomerado segurador da Organização Bradesco — com o movimento olímpico começou quando a Organização Bradesco abraçou a candidatura do Rio de Janeiro como sede do evento, em 2009. Naquele momento, a Organização marcou presença ao lado da torcida brasileira em torno de uma paixão, símbolo da união, da determinação, da superação e da conquista por meio do esporte. Mais adiante, o Banco Bradesco e o Grupo Bradesco Seguros tornaram-se os primeiros patrocinadores oficiais dos Jogos Rio 2016, disponibilizando produtos e serviços ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e à Equipe Olímpica. E, ao final de 2011, o Grupo Bradesco Seguros apoiou o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos, ocorrido durante a inauguração da 16ª edição da “Árvore de Natal da Bradesco Seguros” – a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records.
Recentemente, o Grupo Bradesco Seguros apresentou a exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, realizada pela primeira vez no Brasil nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, com parte significativa do acervo do Museu Olímpico de Lausanne, na Suíça. Já o primeiro evento-teste para os Jogos Rio 2016, a Regata Internacional de Vela, realizada na Baía de Guanabara em agosto de 2014, contou com o apoio do Grupo Bradesco Seguros, que disponibilizou serviço de ambulância e equipe médica para todos os competidores.
Fonte: Artigo de Márcio Coriolano, publicado na coluna ESPAÇO ABERTO – Folha de Londrina
A saúde suplementar no Brasil passa por momento complexo. Desafios impostos ao longo de 16 anos desde que adotadas as exigências para ampla regulação das operadoras de planos e seguros de saúde afunilam-se em um estreito de questões estruturais que requerem equacionamento urgente. É preciso ajustes em toda a cadeia produtiva da saúde sistema sui generis, no qual os valores dos serviços prestados são agregados a cada etapa, embora sem solidariedade formal entre os agentes constituintes.
Tal arquitetura econômica provoca mudanças frequentes de preços relativos e de poder de mercado. Espera-se, portanto, o despertar também das autoridades, que devem conduzir a transição de um setor fragmentado em seus interesses para outro mais uniforme, em torno de ações que preservarão empreendedores e beneficiarão cidadãos.
Desde o fim da década de 90, o segmento privado de saúde cresce consistentemente a uma taxa média anual de 3,5% bem acima do crescimento populacional, que não ultrapassa 0,8%. Já são mais de 70 milhões os brasileiros beneficiários de planos médicos e odontológicos. E as propaladas deficiências estruturais de atendimento são contrastadas pela vigorosa e crescente preferência da população pela cobertura assistencial privada, com reduzidas proporções de desistência do benefício.
É evidente que o setor não é homogêneo. A diferenciação entre as operadoras decorre dos antecedentes históricos do provimento privado, que, na ausência de regulação no passado, ensejou o surgimento de inúmeras empresas sem a escala e a garantia econômica adequadas à atividade. O desafio da Agência Nacional de Saúde Suplementar é conduzir a solvência dessas empresas e fiscalizá-las, punindo infratores, e ainda propiciar transparência para que o consumidor faça a melhor escolha.
Mas para além do aparente controle do Estado por meio do círculo vicioso da infração-punição, não há como desprezar a incapacidade de o sistema privado conviver com o Laissez-faire, sem paralelo, do acesso irrestrito a coberturas apenas formalmente garantidas por lei sem compatibilidade com a infraestrutura médica e fazer frente aos custos elevados e aos orçamentos limitados de empresas e indivíduos.
Há um perigoso pano de fundo: a pressão da inovação tecnológica na área médica, que chega ao mercado sem disciplina; a ampliação indiscriminada das “coberturas”, com aval do órgão regulador; a remuneração do ato médico com base na quantidade de procedimentos realizados; a valoração dos serviços ancorada na margem de lucro sobre preços de materiais e medicamentos utilizados; e a crescente judicialização, que, pela concessão extracontratual, beneficia parcela afortunada da população.
Citemos ainda a máfia das próteses que agitou o noticiário recentemente, embora sem novidades, uma vez que o tema já vinha sendo alertado às autoridades pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), inclusive nos meios de comunicação. Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) são a ponta do iceberg. São urgentes decisões governamentais que tornem a política de custos e ganhos do mercado distribuidor mais concorrencial e conduzam os agentes da cadeia produtiva da saúde na revisão do marco regulatório agora mirando na sustentabilidade.
Marcio Serôa de Araujo Coriolano é presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde)
O desemprego voltou a preocupar os brasileiros. O que poucos sabem é que o mercado de seguros privados oferece também proteção contra a perda de emprego. Normalmente o seguro é contratado quando você contrai uma dívida (empréstimo ou financiamento) em um estabelecimento comercial, financeiro ou banco, que tem parceria com alguma seguradora, que é a instituição que garantirá o risco. O valor do seguro é incluído na prestação ou parcela do financiamento e repassado pela loja à seguradora, que dá cobertura contra desemprego é vendida opcionalmente em produtos específicos como o seguro prestamista, o seguro educacional e o microsseguro.
Tal cobertura garante indenização para o pagamento de dívidas ou certo número de prestações de um financiamento caso o segurado sofra perda de renda por desemprego ou por incapacidade física temporária decorrente de acidente e/ou doença.
Nem todas as situações de desemprego estão cobertas. Para que o segurado tenha seu pedido de indenização aceito pela seguradora é necessário que a dispensa tenha sido involuntária e sem justa causa e que haja certo tempo mínimo de carteira profissional assinada bem como de permanência no último emprego. As indenizações previstas são suspensas no momento em que o segurado consegue novo vínculo empregatício, uma vez que não existem mais a situação de perda de renda por desemprego sem justa causa. Geralmente, as seguradoras estabelecem um determinado tempo de carência, por exemplo, 60 dias, durante o qual estão isentas do pagamento da indenização. Se o seguro for renovado, não haverá carência.
Quando houver franquia, seu valor estará limitado, em geral, a 30 dias anteriores consecutivos e ininterruptos de trabalho, a contar da data da demissão. A forma de recebimento do seguro é variável, assim como o valor da importância segurada. No caso de ser mensal, somente serão pagas após comprovação de que o segurado ainda está sem emprego.
Evidentemente, ninguém espera viver sem emprego ou renda. Daí a oportunidade de poder contar com o seguro-desemprego privado, além da garantia estatal que é o seguro desemprego previsto pelo governo.
Leia mais em: http://www.tudosobreseguros.com.br/sws/portal/pagina.php?#seguro-desemprego-coberturas-para-o-risco-de-desemprego
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