A Capemisa Seguradora e o FutebolCard acabam de firmar uma parceria para oferecer tranquilidade aos torcedores de futebol em todo o País. A partir de hoje, dia 7 de abril, os clientes do site – que comercializa ingressos para partidas de futebol e permite que o usuário acesse as catracas dos estádios com o próprio cartão de crédito – terão a opção de adquirir o IngressoPremiável Capemisa, o novo seguro de acidentes pessoais da empresa.
“Além de ressaltar a importância da prevenção e da segurança do público, a Capemisa oferece chances de os torcedores concorrerem a prêmios com um chute a gol virtual, podendo ganhar camisas ou bonés do seu time de coração e ainda participarem de um sorteio de um par de ingressos para assistir a uma partida da Champions League”, destaca Laerte Lacerda, diretor da Capemisa.
De acordo com Laerte, no ato da compra do ingresso, o cliente terá a opção de contratar, por apenas R$ 5, o IngressoPremiável Capemisa. Segundo ele, o produto garante uma indenização ao segurado em caso de morte acidental (cobertura de R$ 1 mil) e uma garantia de despesas diversas por acidentes, que permite o reembolso do ingresso no valor de até R$ 120.
A parceria inclui também um hotsite, disponível no site do FutebolCard (www.futebolcard.com.br), no qual o torcedor poderá conhecer melhor o produto, saber como participar dos sorteios e ainda consultar seus números da sorte em uma área exclusiva.
Bom momento para discutir o tema com o incêndio em Santos, com danos visíveis ao meio ambiente…
Release
A Coordenadora de RC Ambiental da AIG, Nathália Gallinari, ministrará no dia 09 de abril o workshop Seguro Ambiental: Histórico, Caracterização, Aspectos Jurídicos e Ferramentas Associadas. O curso, que ocorrerá na Escola Nacional de Seguros, tem como principal objetivo difundir os conceitos da gestão de riscos ambientais para pequenas e médias empresas, e ensinar como identificar os riscos e as responsabilidades em poluição ambiental.
A executiva da AIG, formada em Engenharia Ambiental e pós-graduada em Gerenciamento de Áreas Contaminadas, abordará durante o curso assuntos como a responsabilidade do poluidor, a poluição súbita e a poluição gradual, além dos tipos de seguros ambientais existentes no Brasil.
As inscrições podem ser realizadas no site da www.funenseg.org.br.
Agenda
Data: 09 de abril
Horário: Das 18h às 21h
Endereço: Av. Rio Branco, 277 – sala 201 – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Informações: (21) 3132-1109 / 1110 ou secretariarj@funenseg.org.br
Com o objetivo de esclarecer e simplificar o entendimento do seguro de automóvel, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) estão lançando a cartilha “Entenda o seu Seguro de Automóvel”. Esta é a primeira de uma série de cartilhas que irão abordar os diferentes ramos do mercado de seguros e faz parte das ações realizadas pelo setor de seguros com foco em Educação Financeira.
O Diretor Executivo da Fenseg, Neival Freitas, ressalta que o objetivo da ação é “desburocratizar e tornar mais amigável a linguagem de seguros”. Ele lembra que a cartilha “traz dicas que vão além do seguro de automóvel. É a preocupação com a segurança do consumidor.” Neival reforçou ainda a responsabilidade do corretor de seguros e destacou a importância de procurar um profissional habilitado antes de fechar negócio. “O papel do corretor é fundamental e vai ajudar o cliente a identificar suas necessidades antes de contratar um serviço. É necessário que ele esteja a par de quaisquer alterações nas informações fornecidas pelo cliente no momento da contratação de um seguro. É importante também verificar se a seguradora tem registro na Superintendência de Recursos Privados (Susep)”, finaliza.
A cartilha segue uma ordem precisa para esclarecer passo a passo as dúvidas dos segurados. A primeira informação trata sobre as ofertas de seguros propostas pelo mercado, explicitando sua cobertura, perfil e vantagens. Em seguida, a cartilha fala sobre os serviços oferecidos pelas seguradoras, como assistência residencial, descontos e assistência 24 horas. Lembrando ao segurado que a contratação de serviços à parte é absolutamente opcional, o texto pondera junto ao segurado as adequações de cada novo tipo de serviço às suas necessidades.
Outra questão que levanta muitas dúvidas em quem deseja adquirir um seguro é o quanto isso pesará no bolso. Pensando nisso, a cartilha mostra ao interessado o que é considerado no cálculo do seguro. Nesse ponto, outro esclarecimento relevante diz respeito à fraude no seguro, que é crime e prejudica os próprios segurados.
A cartilha também esclarece quais são os direitos e deveres de quem adquirir um seguro de automóveis. Dúvidas sobre aceitação, documentação, indenização, cancelamento e necessidade de reparos e consertos são explicadas, mostrando como proceder em cada caso. Sobre os deveres, o texto lembra a necessidade de estar em dia com o pagamento do seguro, conservar o veículo por meio de revisões periódicas, informar mudanças nas informações fornecidas no momento da contratação do seguro e como proceder em caso de roubo ou furto.
Além de esclarecer pontos sobre os seguros de automóveis, a cartilha traz ainda dicas para o conforto e prevenção dos segurados. As maiores preocupações são como os donos dos veículos devem proceder antes de uma viagem de carro ou em caso de alagamento. Assim como os cuidados que devem tomar para evitar roubos, furtos e acidentes.
Na próxima terça-feira, 7 de abril, começam as aulas da Formação de Analista de Ouvidoria, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). Elaborado com apoio da CNseg, o curso irá fornecer conhecimentos para implantação e administração de ouvidorias eficientes, a fim de melhorar o relacionamento entre empresas e clientes e, dessa forma, ajudar a impulsionar as vendas.
Na capital fluminense o curso será ministrado por Andréa de Albuquerque Barroso, membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidora do Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Complementar, Stael Freire, coordenadora de Demandas Institucionais da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, e Gilberto Fonseca, ouvidor do Grupo D´Or e idealizador do curso.
Já na capital paulista as aulas caberão a Silas Rivelle, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidor da Seguros Unimed, e aos membros da mesma Comissão, Assizio Oliveira, também presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg e ouvidor independente, e Márcia Lagrotta, ouvidora da Mongeral Aegon.
Com duração aproximada de uma semana e investimento de R$ 650,00, o curso contempla disciplinas como História da Ouvidoria, Ética, Código de Defesa do Consumidor e Análise e Melhoria de Processos.
O setor de capitalização encerrou o primeiro bimestre de 2015 com uma marca histórica: as reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização e que são devolvidos sob forma de resgates ao fim dos planos – ultrapassaram a marca dos R$ 30 bilhões, atingindo R$ 30,081 bilhões. Isso representa um crescimento de 11,2% em relação ao primeiro bimestre de 2014.
“Esse resultado deve ser comemorado. O crescimento das reservas demonstra a maturidade do setor e consolida o título de capitalização como uma das opções mais atraentes para os clientes que desejam iniciar processo de acumulação de recursos, pois contam com o estímulo adicional dos sorteios, ajuda a realizar sonhos e projetos de vida “, diz Marco Antônio Barros, presidente da FenaCap. Ainda segundo executivo, a receita do setor atingiu R$ 2,9 bilhões e, os resgates – economias devolvidas aos clientes -, alcançaram R$ 2,4 bilhões nos dois primeiros meses do ano. “Esses recursos movimentam a economia e voltam ao mercado por meio do consumo consciente, pois são fruto da formação de reservas”, assinala.
O setor distribuiu, no mês de fevereiro, mais R$ 135,3milhões em premiações. O valor corresponde a R$ 3,3 milhões entregues à clientes contemplados em sorteios por dia útil do ano.Dois estados destacaram-se nas premiações no período. São Paulo lidera o ranking, com a maior concentração de prêmios, totalizando R$ 42,9 milhões. O Rio Grande do Sul figura na segunda posição: os gaúchos embolsaram R$ 18,1 milhões. Em terceiro vêm os clientes do Rio de Janeiro, contemplados com R$ 12,3 milhões.
A Ultrapar Participações possui seguro para as suas diversas atividades e subsidiárias. No caso da Ultracargo, dona dos tanques incendiados nesta quinta-feira em Santos (SP), o valor máximo indenizável é de até R$ 550 milhões, segundo informações das notas explicativas do balanço de resultados de 2014.
As apólices cobrem diversos riscos, incluindo perdas e danos causados por incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza, vendaval, queda de aeronave e danos elétricos, entre outros. Os seguros ainda garantem as plantas industriais, bases de distribuição e filiais de todas as controladas.
A nota explicativa informa ainda que o “programa de Seguro de Responsabilidade Civil Geral” atende ao grupo com valor de cobertura global máximo de US$ 400 milhões. Esse contrato visa aos “prejuízos que eventualmente possam ser causados a terceiros decorrentes de acidentes relacionados às operações comerciais e industriais e/ou à distrib uição e comercialização de produtos e serviços”.
Escrito por Adriana Aguilar, que participou da corrida
Com o objetivo de fomentar hábitos de vida saudáveis para a prevenção de doenças, cada vez mais, empresas de Saúde, Vida e Previdência tem patrocinado eventos populares, como caminhadas, corridas e passeios ciclísticos. Pela primeira vez, a Sulamérica está apoiando o circuito de corrida de rua Night Run. A cidade de São Paulo foi a primeira etapa do circuito, que também passará por outras capitais do País ao longo de 2015.
Há uma orientação da Agência Nacional de Saúde (ANS) para que as operadoras de planos promovam um “Programa de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças”. A recomendação da ANS é a elaboração de um conjunto de atividades ordenadas e sistematizadas pelos planos privados de saúde. Não só para o controle de patologias e agravos, mas também para a prevenção delas.
Segundo o superintendente de Gestão de Saúde da Sulamérica, Gentil Alves, a diretriz da ANS é voltada às doenças crônicas. Atualmente, a Sulamérica tem cerca de 30 mil segurados gerenciados por doenças crônicas, como diabetes, pressão alta, obesidade, entre outras. São pessoas com idade avançada. A iniciativa de apoio à corrida não integra a plataforma de doenças crônicas.
A corrida integra outra plataforma, que é a de bem estar e saúde, voltada aos dois milhões de segurados da Sulamérica em todo País. “Trata-se de uma iniciativa preventiva para um público mais jovem. Se nada for feito para promover a saúde, esse segmento poderá ter doenças crônicas no futuro”, explica Gentil.
A Night Run é a maior corrida de rua noturna do Brasil e tem o perfil de público jovem. Na etapa Fogo, realizada na cidade de São Paulo, no Anhembi, na noite de 28 de março, foi batido o recorde de 14.792 pessoas inscritas. Os corredores com idade de 30 a 39 anos predominaram. Seguidos pela faixa de 20 a 29 anos. Na sequência, fica o segmento de 40 a 49 anos, segundo dados da organizadora do evento, a EsferaBr.
Do total de inscritos, 7.920 eram homens e 6.872, mulheres. A maior parte, 9.930 participantes, largaram às 19h30 para os 5 quilômetros de percurso. O restante largou às 20h30 para o trajeto de 10 quilômetros.
O evento chamou a atenção por sua organização, apesar de o volume recorde de pessoas próximo dos 15 mil. Houve um estímulo forte, via e-mail aos inscritos, para que as pessoas fossem ao Anhembi de táxi, de metrô ou com os veículos totalmente ocupados (grupos de carona).
Outro bom exemplo de organização foi que somente aqueles com chip e número de inscrição no peito puderam acessar ao funil da largada. A organizadora do evento, a EsferaBr, também separou os inscritos de acordo com o ritmo deles. Os dados ficam armazenados de corridas anteriores. Os números de inscrição, no peito dos corredores, apresentavam diferentes cores, correspondentes a quatro diferentes currais de largada – Quênia, Azul, Verde e Branco – , com entradas separadas.
A iniciativa, praticada há anos em corridas nos Estados Unidos, foi bem sucedida na Night Run, na etapa Fogo de São Paulo, porque havia profissionais do staff da EsferaBr barrando a entrada de pessoas sem inscrição no funil da largada. Os fiscais também não permitiram que pessoas passassem de um curral para outro. A separação entre os currais foi feita por faixas de plástico. Sob o olhar dos fiscais, as regras foram respeitadas. E espero que continuem presentes nas próximas provas.
Larguei do curral verde. Considerando que havia 4.862 pessoas inscritas para os 10 quilômetros, até que a organização do evento colaborou para que um corredor não tropeçasse no outro. Fiz o percurso em 52 minutos e 40 segundos. Na classificação geral por sexo, fiquei na 73ª posição, de um total de 6.872 mulheres inscritas no evento.
Na classificação por idade, F40-44 (tenho 40 anos), fui a 4ª colocada. Júlia Martins, da área de marketing de EsferaBr, disse que 8,90% das mulheres inscritas tinham de 40 a 49 anos. Pela classificação total, considerando os homens e mulheres que largaram (13.199), minha posição é 770. Fiquei surpresa com o meu desempenho. Confesso que não esperava.
Primeiramente, porque em novembro de 2014 tive uma lesão no joelho e reduzi o ritmo de corrida. Segundo, ainda continuo com fisioterapia preventiva e com exercícios de musculação específicos para o meu problema. O educador físico Rodrigo Silva (RS Assessoria Esportiva – na foto da camiseta) é quem monta o treino mensal. Terceiro, não tenho o hábito de correr à noite. Sempre estou mais disposta nas corridas matutinas. Diante de todos os fatores, foi uma grande injeção de ânimo fazer o percurso de 10k na velocidade média de 11,3 quilômetros por hora. O resultado foi a coroação pelo meu treinamento contínuo e regrado. Valeu a corrida e que venham mais!
Convergir para o centro da meta é uma missão de todos e não de pessoas isoladas como o ministro da Fazenda ou o presidente do Banco Central. Depende de todos, defende o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, durante sua exposição sobre o cenário econômico para uma plateia de aproximadamente 200 convidados da seguradora Tokio Marine, em evento dedicado ao debate de seguros para riscos empresariais.
A presidente Dilma Rousseff se dá conta que não tem alternativa e terá de fazer algo na área fiscal. “Já vemos sinais de reconhecimento de que a credibilidade foi abalada nessa área e é preciso recuperar. E quanto mais cedo isso acontecer, melhor. Isso abre espaço para discutirmos outros temas que não a macroeconomia nos próximos anos”, diz. Ele ressalta que as grandes batalhas de um país são tratadas no front doméstico. “Primeiro precisamos mostrar para nós mesmo que somos capazes de organizar o Pais. Depois, mostrar regionalmente que o Brasil é um parceiro respeitável e tem papel de liderança. Depois disso passamos a ter mais voz, com credibilidade, para influenciar a opinião e os negócios no mundo. Assim como a Tokio Marine apresentou aqui hoje para vocês o desejo dos acionistas, o plano de negócios para crescer”, comentou.
De acordo com o ex-ministro, o país tem problemas macros que vão ser equacionados a um determinado custo, com aumento de desemprego, impactos com os preços de commodities que não terão extraordinários desempenhos. “Mas não temos um problema derivado do contexto internacional”, afirma. A escolha é saber como crescerá. De forma organizada ou desorganizada. A primeira condição para enfrentar um problema é reconhecer que ele existe, disse, finalizando sua explanação em macroeconomia e iniciando abordagens setoriais.
Pré-sal, energia, saneamento. Esses são alguns dos problemas que o Brasil precisa rever para destravar os investimentos. São ajustes que têm de ser feito, com o consumidor sentindo no bolso, assim como de todo o governo e empresas. Boa parte, segundo ele, vai depender do ministro da Fazenda Joaquim Levy ter apoio na reforma fiscal que precisa ser feita. Tem um enorme potencial de investimento em infraestrutura, que precisam sanear as dúvidas que inibem o apetite dos empresários e investidores em aportarem recursos em projetos essenciais para o País. A grande questão é o tempo, diz, ressaltando os custos da transição e das mudanças.
“Eu tenho três filhos. Penso no Brasil que eles vão viver. É preciso pensar no Brasil adiante, a luz da experiência passada. Estou convencido de que vislumbrar os riscos, desafios, incertezas e oportunidades que o futuro nos trás depende do nosso entendimento. O passado não pode ser reescrito, mas pode ser reinterpretado para situar as questões do presente e do que pode ser feito para o futuro”, explica. “O tamanho da minha esperança é que o Brasil tenha liberdade individual, justiça social e eficiência. Sem a busca da competitividade internacional é difícil se chegar a uma sociedade mais igualitária”, afirma.
As seguradoras da Germanwings reservaram 300 milhões de dólares (279 milhões de euros) para indenizar as famílias das vítimas do Airbus A320, que caiu nos Alpes franceses. Assim, será iniciado o processo de indenização.
Qual é a cobertura dos seguros em caso de acidente aéreo?
A indenização às famílias das vítimas é de responsabilidade das companhias aéreas, em virtude da Convenção de Montreal de 1999, que determina um princípio de responsabilidade civil ilimitada em caso de danos corporais. A convenção prevê também o pagamento de um adiantamento aos familiares para cobrir despesas imediatas. Para atender a esses desembolsos, a companhia contrata um seguro.
No caso do A320, que deixou 150 mortos em 24 de março, as indenizações estão cobertas por um consórcio de cerca de trinta seguradoras, conduzido pelo grupo alemão Allianz.
A Convenção de Montreal limita a indenização a aproximadamente 145.000 euros por passageiro, mas é pouco provável que a companhia Germanwings, filial da Lufthansa, avaliam os profissionais do setor.
Além disso, entram em jogo outros seguros, como o de cartões de crédito usados para comprar as passagens, os de acidente, com montante de um milhão de euros, e os seguros especiais de viagem, cujo valor varia em função do contrato.
Como serão calculadas as indenizações?
A companhia aérea anunciou uma primeira ajuda emergencial de até 50.000 euros por vítima, para cobrir gastos imediatos. Essa quantia se soma aos 279 milhões de euros providenciados pelos seguros, que também cobrirão o custo do avião, os gastos jurídicos e as investigações.
A partir de agora será aberto um processo de negociação entre as seguradoras e as famílias das vítimas para estabelecer o dano econômico e moral, e determinar de forma amistosa uma indenização, com a ajuda de um advogado.
A AM Best, uma agência classificadora especializada no setor dos seguros, afirmou na terça-feira que o valor das indenizações ainda não está claro, mas que “estará vinculado à nacionalidade, ao nível de vida e ao status familiar dos passageiros e da tripulação”.
As famílias das vítimas podem pleitear contra a companhia aérea em diferentes países, como Alemanha e Espanha, de onde são a maioria dos mortos, e também nos Estados Unidos, no caso das duas vítimas norte-americanas. Como as condenações costumam ser maiores nos Estados Unidos do que na Europa, a previsão é de que a companhia e suas seguradoras proponham indenizações mais altas aos norte-americanos para evitar processos na justiça.
Também se levará em conta a situação social da vítima e seu vínculo de parentesco com a pessoa que pede a indenização.
Quais serão as consequências para as seguradoras?
A Allianz foi a principal seguradora dos dois aviões da Malaysia Airlines destruídos no ano passado (um abatido na Ucrânia em julho e outro desaparecido em março entre Kuala Lumpur e Pequim). As indenizações dos passageiros lhe custaram cerca de 30 milhões de euros por avião.
Em geral, as seguradoras são cobertas por resseguradoras, que ficam com parte do risco, o que limita sua exposição. Segundo AM Best, “a maior parte das perdas será absorvida pelo Lloyd’s”, o grande mercado britânico das resseguradoras.
Em função das responsabilidades estabelecidas pela investigação, a asseguradora pode também processar companhia aérea.
Antonio Cássio dos Santos está de volta ao mercado segurador depois de uma breve pausa ao deixar o comando das operações da Zurich na América Latina. Volta agora no comando das operações da Generali, segundo anunciou hoje o maior grupo segurador da Itália e um dos maiores do mundo.
O grupo Generali divulgou hoje o reforço em duas operações consideradas estratégicas para o crescimento mundial. Cassio assume a região Américas, com seis países da América Latina e também os negócios na América do Norte.
Jack Howell é o novo diretor regional da Ásia com a responsabilidade pelas atividades da Generali em dez países do continente asiático. Howell tem uma longa experiência nos mercados asiáticos, incluindo Hong Kong, Indonésia, Filipinas e Vietnã, e toma o lugar de Sergio Di Caro, que a partir de janeiro de 2015 é o chefe de Benefícios a Empregados Generali, líder mundial nesta área.
Jaime Anchustegui anteriormente LatAm Regional Officer, foi nomeado EMEA Regional Officer, a área geográfica que inclui doze mercados na Europa, Norte da África e no Oriente Médio. Anchustegui começa hoje suas atividades como CEO da Generali Deutschland.
“A entrada na Ásia e na América como líderes do porte de Jack e Antonio é um sinal claro das grandes oportunidades que vemos para o desenvolvimento do nosso negócio e demonstra nosso compromisso nestas áreas. Juntos, eles formam um grupo de executivos talentosos no comando de alguns dos nossos mercados mais promissores e importante”, comentou o CEO Generali Group, Mario Greco, em comunicado.
Antonio Cássio dos Santos, 50 anos, é formado em Economia e possui diploma de mestrado em várias instituições acadêmicas no Brasil, Espanha e EUA, onde obteve um MBA da Universidade Vanderbilt e graduação em Assuntos Latino-Americanos. Ele tem uma experiência significativa em seguro nos países da América Latina, onde nos últimos 20 anos ocupou o comando de seguradoras como Mapfre e Zurich.
A Generali é uma das principais seguradoras estrangeiras na América Latina, com presença significativa no Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Equador e Panamá, com € 1,3 bilhão em prêmios em 2014. O Grupo também está presente na América do Norte com uma ampla gama de produtos e serviços de seguros atendendo clientes multinacionais do grupo.
Release
Grupo Generali está recrutando vinte jovens talentos para carreira internacional
O Grupo Generali está em busca de 20 jovens talentosos ligados às áreas de Economia, Finanças, Negócios, TI, Marketing Digital, Matemática ou Estatística. A inciativa, chamada “Generali Global Graduate Program” irá recrutar novos talentos e ajudá-los a alavancar uma carreira internacional.
Com duração de 18 meses – de setembro de 2015 a março de 2017 – o programa possibilitará aos contratados trabalhar por meio de um “regime de rotação internacional” em diversos setores em alguns dos 60 países onde o Grupo opera. A iniciativa também inclui a participação no curso “Generali MIB – Master in Insurance Management”, desenvolvido em parceria com o MIB, Escola de Gestão de Trieste.
Inicialmente os participantes selecionados serão funcionários da sede da Assicurazioni Generali e, após a conclusão do programa, trabalharão como contratados em uma das empresas do Grupo Generali no mundo.
“A Generali é uma empresa global de grande envolvimento. Procuramos jovens altamente motivados, que desejam trabalhar em um ambiente dinâmico, contribuindo para mudança. O Grupo oferece a oportunidade de se juntar a uma empresa com foco em desenvolver talentos, trabalhando em um ambiente internacional estimulante e desempenhar papéis desafiadores, pois acreditamos no investimento e no treinamento de pessoas.” disse Monica Possa, responsável pela área de Recursos Humanos e Organização do Grupo Generali.
Os candidatos devem ser recém formados ou finalizando a graduação, possuir excelentes qualificações acadêmicas, ter no máximo dois anos de experiência profissional e disponibilidade integral a partir de setembro de 2015. É essencial domínio de pelos menos dois idiomas, sendo a língua inglesa obrigatória, assim como experiência mínima de 4 meses de estudo ou trabalho fora do país de origem.
Além das competências técnicas, é necessário estar altamente motivado, ter interesse em desenvolver uma carreira internacional e compartilhar os valores do Grupo Generali. A data limite para apresentação de candidaturas é 12 de abril de 2015.
Mais informações:
http://www.generali.com/Gruppo-Generali/Lavora-con-noi/Global-Graduate-Program/
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.