Acácio Queiroz: Impactos da crise do Brasil no setor de seguros

acacio queirozFonte: Jornal do Commercio

A perspectiva de estagnação da economia não deve afetar o interesse das seguradoras estrangeiras no País. Mas haverá ajustes internos para melhorar a produtividade, o fluxo de caixa e reduzir despesas para atuar em um mercado bastante competitivo. A opinião é do economista Acacio Queiroz, membro do Conselho Diretor da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). “As crises no Brasil sempre existiram. A de 2015 é uma mais, e o capital estrangeiro sempre esteve presente nos momentos bons e nas turbulências. Aliás, sempre procurando novas oportunidades em todos os momentos, e acreditando no País”, afirmou ele.

Ele eólica que os acionistas de multinacionais de seguros trabalham com um cenário de médio prazo para avaliação do retorno do capital investido. “A análise normalmente envolve um período de três a cinco anos, e não apenas o prazo de 12 meses. Portanto, tenho certeza de que os acionistas estrangeiros sabem, como em outras ocasiões, que esta é uma situação que não vai se perpetuar e os níveis de retorno sobre o capital voltarão à normalidade, tendo em vista as previsões de melhora da própria economia a partir de 2016”, explicou ele.

Apesar do peso do País nos ganhos das multinacionais de seguros, ele afirma que ainda não ocorreu revisão dos resulta dos projetados neste ano, tendo em vista o aprofundamento da crise. “Acredito que neste momento não está havendo revisão dos resultados, que foram projetados em outubro de 2014, quando normalmente ocorre a confecção dos orçamentos para o ano seguinte. Mas, certamente, na primeira revisão, que costumeiramente ocorre no primeiro quadrimestre de 2015, isso ocorrerá”.

Ritmo dinâmico

Acacio Queiroz está convencido de que, na área de seguros, a expansão será de algo entre 6% a 7% este ano. “Se incluirmos saúde suplementar, previdência privada e capitalização, estaremos falando de um crescimento entre 8% e 10%, o que seria uma marca espetacular, considerando as características econômicas deste ano.

Embora a turbulência da eco nomia possa persistir até 2016, o economista lembra que as medidas do ajuste fiscal vão em direção à melhora do ambiente econômico. ” Seria preocupante se nada estivesse sendo feito para colocar os gastos do governo no trilho, mas este não é o caso”, declara ele.

Na sua avaliação, o ajuste fiscal deverá elevar os impostos para alguns setores, mas ele não crê que isso ocorra com o mercado segurador, tendo em vista que o setor tem contribuído bastante para ampliar a poupança e gerar desenvolvimento do País. “Além de ser um grande empregador e não ter recebido nenhum tipo de renúncia fiscal ou qualquer outra modificação em relação às alíquotas de impostos nos últimos anos”, acrescentou.

Ele frisa também que a inflação é algo preocupante, pois corrói o valor dos ativos, aumenta a sinistralidade e as despesas em geral. “Este ano, a inflação ficará entre 7,2% e 7,5%, o que é um índice bastante alto, sem dúvida”, reclamou ele.

Pressão de custos

Outra fonte de preocupação é o câmbio. “O dólar, da mesma forma que a inflação, também aumenta os custos, especialmente quando se trata de empresas que seguram riscos que dependem da importação em caso de sinistros, por exemplo”, assinalou.

A perspectiva de aumento do desemprego também gera preocupação entre os seguradores. Para o seguro, as apólices massificadas são as mais afetadas pelas dificuldades enfrentadas pelas classes C e D, as que são mais pressionadas pelas questões econômicas neste momento. “Nesse cenário, com o poder de compra diminuído, há uma redução significativa também da procura de seguro, porque o consumidor dessa classe desiste da compra de veículos, especialmente populares, e de bens da linha branca, da linha marrom, etc”, destaca ele.

Brasil Assistência lança Assistência Help Desk para PMEs

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As micro, pequenas e médias empresas representam quase a totalidade do setor, por isso são importantes pilares da economia brasileira, além de geradores de emprego. Considerando a relevância desse público e suas estruturas cada vez mais enxutas – que muitas vezes funcionam inclusive com escritórios em casa (Home Office) – a Brasil Assistência lançou o exclusivo Serviço Help Desk PME.

O programa oferece suporte para instalação e configuração de computadores, manutenção nos programas e todos os serviços relacionados a tecnologia da informação. “Para se ter ideia, só as micro e pequenas empresas representam 27% do PIB brasileiro, de acordo com o Sebrae, número bastante significativo e que tende a crescer ano a ano; e é essencial para o desenvolvimento do negócio ter uma operação estruturada e com processos inovadores e tecnológicos. Nossa solução visa atender esta fatia do mercado, que é muito promissora e responsável por grande parte do desenvolvimento do país”, explica João Carlos Ayres, gerente de Marketing da Brasil Assistência.

Além de ter uma equipe à disposição da companhia para solucionar problemas por telefone, visita presencial para instalação de computadores, internet e rede com até 10 computadores e acesso remoto 24 horas por dia, sete dias na semana, o Help Desk PME é um investimento acessível. “Essa evolução empresarial deve ser apoiada pelo bom funcionamento dos sistemas automatizados que permitem o trabalho em rede. Com o serviço oferecido pela Brasil Assistência, o pequeno e médio empresário pode contar com uma equipe qualificada e à disposição para resolver desde dúvidas simples até instalação presencial de computadores e internet”, aponta Ayres.

O produto, que pode ser oferecido por bancos, financeiras, grandes varejistas e seguradoras, é um diferencial para conquista e fidelização de clientes PMEs. Para saber mais e adquirir o produto entre em contato com a equipe Comercial da Brasil Assistência pelo telefone 11 4689-5800 ou pelo site www.brasilassistencia.com.br.

Metlife é a seguradora mais admirada da revista Fortune

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A lista “Empresas Mais Admiradas do Mundo” é um relatório decisivo sobre a reputação das empresas, segundo a Fortune. Para compilar as classificações, a Fortune mede a reputação e o desempenho das empresas em nove atributos importantes: inovação, gestão de pessoas, uso dos ativos da empresa, responsabilidade social, qualidade da gestão, robustez financeira, investimentos de longo prazo, qualidade dos produtos e serviços, e competitividade global. A pesquisa foi realizada entre novembro e dezembro de 2014 com mais de 4.000 executivos, diretores e analistas de investimentos.

“Ser nomeada a empresa Número 1 na lista de ‘Mais Admiradas’ da Fortune é o reconhecimento da posição de liderança global da MetLife como empresa de seguros e de benefícios para funcionários,” disse Steven A. Kandarian, Presidente e CEO da MetLife. “Esse reconhecimento pertence aos 65.000 colaboradores da MetLife por todo o valor que entregam aos nossos clientes e acionistas.”

Informações adicionais sobre a classificação encontram-se no website da Fortune: http://fortune.com/worlds-most-admired-companies/.

A MetLife apresentou conquistas semelhantes na classificação de reponsabilidade social corporativa. Depois da publicação do mais recente relatório de Responsabilidade Social Corporativa da empresa em setembro de 2014, a empresa passou do décimo para o segundo lugar na classificação da Bloomberg na categoria Desempenho Ambiental, Social e Governança.

Anfavea divulga desempenho de fevereiro e do primeiro bimestre

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Os resultados da indústria automobilística em fevereiro e no primeiro bimestre do ano foram revelados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, na quinta-feira, 5, em São Paulo. Os dados apontam ligeira retração de 2,3% na produção de autoveículos ao se comparar as 200,1 mil unidades produzidas no segundo mês de 2015 com as 204,8 mil de janeiro.

A comparação com fevereiro do ano passado, que registrou 281,6 mil, mostra redução de 28,9%, enquanto o acumulado de 2015 contra 2014 foi 22% menor. Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o cenário extremamente difícil projetado para o primeiro trimestre está se confirmando:

“Em fevereiro tivemos menos dias úteis em razão da celebração do Carnaval em todo o País, sendo que no ano passado as festividades foram realizadas em março. Contudo, não há dúvidas de que os ajustes atuais, aliado ao aumento do IPI no início do ano, têm impactado diretamente a confiança do consumidor, comprovando a tese de que teremos um primeiro trimestre extremamente complexo”.

O licenciamento de autoveículos nos primeiros dois meses do ano – 439,8 mil unidades – caiu 23,1% frente as 572,0 mil unidades registradas no mesmo período de 2014. A análise mensal mostra que os 185,9 mil autoveículos comercializados em fevereiro representam queda de 28,3% sobre fevereiro anterior e 26,7% ante janeiro deste ano.

Nas exportações houve resultado expressivo de 91,8% de crescimento na comparação de fevereiro com janeiro – 31,3 mil contra 16,3 mil – e de 9,2% com relação as 28,6 mil de fevereiro de 2014. Em contrapartida, no resultado acumulado a queda é de 7,2%: 47,6 mil unidades deixaram as fronteiras brasileiras em 2015, enquanto no ano passado 51,2 mil já haviam saído do País.

Veículos pesados
O panorama também é complexo para os veículos pesados. No segmento de caminhões a produção de 16,2 mil unidades no primeiro bimestre de 2015 significa redução de 43,9% sobre as 29,0 mil de igual período de 2014. Apenas em fevereiro foram fabricados 7,8 mil caminhões, baixa de 48,7% contra fevereiro do ano passado e de 7,8% sobre janeiro.

No licenciamento a queda é de 50,3% no comparativo dos meses de fevereiro deste ano e do anterior – 5,2 mil unidades versus 10,4 mil – e de 32,5% ante as 7,7 mil do primeiro mês de 2015. O desempenho acumulado deste ano está 39,4% menor: 12,9 mil unidades contra 21,2 mil licenciadas em 2014.

As exportações seguem a tendência de baixa, apesar de fevereiro ter registrado alta de 22,2% em relação a janeiro: a comparação dos dois primeiros meses de 2015 e de 2014 mostra que as 2,6 mil unidades deste ano estão 11,1% abaixo das 2,9 mil do ano passado. No caso do segmento de ônibus, há estabilidade ao se comparar as 733 unidades exportadas nos dois meses transcorridos deste ano com as 746 do primeiro bimestre de 2014.

Já no licenciamento as 1,5 mil unidades de fevereiro estão em queda tanto com relação as 1,9 mil de janeiro quanto com as 2,8 mil de fevereiro do ano passado – 18,5% e 44,5% respectivamente. O acumulado do bimestre de 2015, com 3,4 mil, está 24,2% mais baixo do que as 4,5 mil dos primeiros dois meses de 2014.

A produção de chassis apresentou aumento de 15,5% de janeiro para fevereiro – 2,5 mil no primeiro mês contra 2,9 mil no segundo –, mas queda de 23,5% na comparação dos meses de fevereiro deste ano e do anterior. Com o resultado, o acumulado aponta redução de 13,4% entre 2015 e 2014: 5,4 mil contra 6,2 mil.

Máquinas autopropulsadas
A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias registrou acréscimo de 3,1% na comparação das 4,8 mil unidades de fevereiro contra as 4,6 mil de janeiro, mas decréscimo de 38,2% no confronto com as 7,7 mil do segundo mês de 2014. Na soma dos dois primeiros meses de 2015 foram produzidas 9,4 mil máquinas, resultado 27,4% menor do que as 12,9 mil de igual período do ano passado.

Nas vendas internas no atacado também houve alta, de 10,3%, na comparação das 3,7 mil unidades de fevereiro com as 3,3 de janeiro, mas a queda com relação as 5,6 mil de fevereiro do ano anterior é de 34,1%. No período acumulado também há retração: 2015, com 7,0 mil, está 24,9% menor do que as 9,4 mil de 2014.

As exportações de máquinas ascenderam 49,4% quando confrontadas as 826 unidades de fevereiro com as 553 de janeiro, mas caíram 20,7% frente 1,0 mil de fevereiro de 2014. Já a retração na comparação dos primeiros bimestres é de 13,8% – foram 1,4 mil este ano e 1,6 mil no ano passado.

Luiz Eduardo Veloso e Leon Gottieb assumem seguro no Itaú Unibanco

imageSegundo fontes, no Itaú Unibanco há 28 anos, o administrador de empresas e MBA pelo IBMEC-SP e na diretoria de Produtos Pessoa Fisica, Luiz Eduardo Veloso, assume a área de seguros juntamente com outros produtos do banco. Para tocar o dia a dia, a escolha recaiu sobre Leon Gottieb, como diretor de produto. É como se assumisse a vaga deixada por Fernando Teles. Veloso se reporta a Marco Bonomi.

Vale notar que no passado recente, o Itaú Seguros tinha Presidente, VP, Diretor Executivo, Diretor Gerente e supervisores. Hoje tem apenas um diretor gerente de produtos e até então a penetração de produtos na base de clientes está próxima de seus concorrentes, assim como a participação do lucro com seguridade no total do banco, com exceção do Bradesco, que é um ponto fora da curva.

No dia 24 de fevereiro, o banco anunciou a criação de um comitê executivo composto por três diretores gerais e dois vice-presidentes. Marco Bonomi comanda a Diretoria Geral de Varejo (DGV), liderando os negócios de Agências, Cartões e Rede, Imobiliário, Seguros, Veículos e Crédito, bem como a área de Marketing. Zeca Rudge, que presidia a Unibanco Seguros na época da incorporação com o Itaú e deixou seguro nos últimos cinco anos para exercer o cargo de vice-presidente de Marketing, Pessoas, Eficiência, Compras, Patrimônio, encerra sua carreira no banco e assume a vice-presidência do conselho de administração da Porto Seguro, como representante da holding.

A estratégia do banco em seguros, segundo informou Roberto Setubal em recentes entrevistas, é “bancassurance”, com venda de produtos simplificados nas agências bancárias, como o seguro residencial, variações de apólices de vida e acidentes pessoais, incluindo seguro viagem, bem como títulos de capitalização e planos de previdência privada. Há planos de se desfazer das atividades de seguros consideradas não essenciais para o banco, como DPVAT, participação em resseguro por meio do IRB Brasil RE. Já deixou de atuar em grandes riscos, vendendo a carteira para a ACE, e também em garantia estendida vendeu a maior carteira formada por vendas no balcão Via Varejo para a Zurich. A parceria com a Porto Seguro, para a venda de seguro de carro e residencial, vai bem, obrigado.

Tudo Sobre Seguros lança aplicativo para IOS

Fonte: CNseg
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O site Tudo Sobre Seguros acaba de disponibilizar a versão IOS, voltada para iPhones e iPads, de seu aplicativo. Destinado ao público em geral, o aplicativo, que já contava com versão para Android, exibe as principais informações existentes no site Tudo Sobre Seguros.
Utilizando o aplicativo, o usuário também poderá conhecer a estrutura do mercado de seguros brasileiro, os tipos de seguro existentes, acessar perguntas frequentes e respectivas respostas sobre os diversos tipos de seguros, além de artigos da seção “O seguro cobre?”, que trata de acontecimentos nacionais e mundiais relacionados aos seguros, procurando esclarecer como as pessoas e empresas podem se precaver contra os riscos existentes por meio dos seguros.

Estudo da Brasilprev revela que investidoras em previdência privada são jovens e têm visão de longo prazo

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A Brasilprev, uma das líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista nesse setor, tem quase metade de sua gama de clientes constituída por mulheres. Um levantamento realizado pela empresa constatou que 48% de sua base de participantes é composta por pessoas do sexo feminino. O estudo, realizado em dezembro de 2014, também apontou o perfil das investidoras e revelou que 43,8% são solteiras, 63,8% têm até 50 anos de idade e mostrou, ainda, que 45,7% possuem ensino superior, porcentagem maior que a registrada entre os homens – 36,8%.

A gerente de Inteligência e Gestão de Clientes da Brasilprev, Soraia Fidalgo, comenta o comportamento das mulheres que investem em previdência. “A maioria das investidoras tem visão de longo prazo, visto que 53% delas optam pela tributação regressiva e, ao mesmo tempo, são conservadoras, pois 69,7% têm seus planos aplicados em fundos com 100% de renda fixa. Em relação à modalidade, 71,5% dos planos são Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)”.

Outro dado levantado foi que 77% das participantes optam por fazer aportes periódicos, revelando disciplina em poupar. “A média do valor investido por mês pelas mulheres é de R$ 299, enquanto a dos homens é de R$ 320. Embora os aportes periódicos delas sejam menores, no último ano o tíquete das mulheres teve maior evolução, com 12,1% enquanto o dos homens foi 11%”, explica Soraia.

Na Brasilprev, 64,7% das investidoras têm planos para si, enquanto 30,7% são responsáveis financeiras de planos para menores, denominados na companhia como Brasilprev Junior, e 4,6% além de possuírem planos individuais também são responsáveis financeiras de um produto para crianças e adolescentes. “No caso dos homens, 27,3% são responsáveis financeiros de planos para menores. Esse cenário se justifica pelo crescente papel da mulher como protagonista financeira nas famílias. Consequentemente, ela também se torna responsável pelos investimentos dos filhos”, conclui.

Berkley tem lucro 5 vezes maior do que ano anterior

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Inúmeros foram os desafios de empresas de diferentes segmentos ao longo de 2014, tendo em vista as dificuldades econômicas evidentes no mercado brasileiro que afetaram, consequentemente, seguradoras focadas em diferentes nichos. No entanto, mesmo em meio a instabilidades, a Berkley Brasil fechou o período com incremento da receita de prêmios emitidos na ordem de 34,2% em comparação ao ano de 2013.

O balanço anual da companhia registrou lucro líquido foi de R$ 8,9 milhões, valor 5 vezes maior ao do exercício anterior, quando o montante foi de R$ 1,8 milhões. O levantamento aponta ainda que o total das provisões técnicas atingiu R$ 152,9 milhões, um acréscimo de 59,7% quando comparado aos R$ 95,7 milhões de 31 de dezembro de 2013.

Os ativos totais no valor de R$ 257,7 milhões foram 46,3% superiores, comparados ao saldo existente em 31 de dezembro de 2013.

Investimentos no processo de regionalização da companhia, nas parcerias com assessorias de seguro e na contratação e treinamento de profissionais especialistas nos seguros operados pela Berkley são fatores que justificam o desempenho positivo ao longo de 2014.

Através da regionalização, subscritores e comerciais especialistas têm promovido a comercialização dos diferentes produtos da Berkley nas regiões Sul (com unidades em Porto Alegre e Curitiba); São Paulo; Leste (Rio de Janeiro e Belo Horizonte) e Nordeste (Salvador e, a partir de janeiro, em Recife). Em 2015, a meta é consolidar a abertura de novas unidades da Berkley nas cidades de Florianópolis, Recife e, futuramente, em Santa Catarina e no interior paulista.

Para o vice-presidente da Berkley, Robert Hufnagel, o resultado do ano passado foi fruto da continuidade da estratégia inicial da companhia. “Estou particularmente satisfeito com o resultado, porque foi um ano desafiador, difícil, mas conseguimos, basicamente, entregar o compromisso assumido junto aos acionistas”, ressalta.

Mercer contrata Nelson Eduardo Pinto Pereira

O executivo Nelson Eduardo Pinto Pereira assumirá a posição de Líder para Retirement Administration para o Brasil. Segundo comunicado enviado a funcionários, clientes e parceiros, o grupo informou que a nomeação de Nelson Eduardo responde a estratégia da Mercer para a região dos mercados emergentes, que busca elevar o nível de nossa oferta e dos serviços. “Estamos seguros que sua experiência se refletirá positivamente na relação que construímos com nossos clientes. Dentre seus principais desafios está a expansão do negócio de Administração em Previdência, buscando novos clientes e geração de novos produtos e serviços, ao mesmo tempo focando em eficiência e excelência operacional”, informou Geraldo Magela, líder de Retirement da Mercer para o Brasil.

Nelson Eduardo é graduado em Física pela USP, atuou em grandes instituições, ocupando posições chaves no Citi Brasil e Citi Milan, Canada Life, HSBC e SWIFT onde foi responsável por iniciar o escritório para América Latina. Anteriormente, o executivo foi responsável pelos Serviços de Depositária e Novos Mercados na Cetip S/A. Possui uma sólida experiência no mercado de capitais, fundos de pensão e fundos de investimentos no mercado local e internacional. Na Mercer do Brasil, Nelson Eduardo fará parte do Comitê Executivo.

Seguro DPVAT paga mais de 763 mil indenizações em 2014

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A Seguradora Líder-DPVAT pagou, em 2014, mais de 760 mil indenizações do Seguro DPVAT a vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil. São crianças, jovens, idosos, trabalhadores que sofrem com a violência das ruas e estradas do País. O número é 20% superior ao registrado em 2013, que foi de 633 mil indenizações. No total, o valor pago atingiu R$ 3,90 bilhões.

O levantamento do Seguro DPVAT aponta que 78% (595.693) das indenizações pagas correspondem à cobertura de invalidez permanente, 15% (115.446), de reembolso de despesas médicas e 7% (52.226), de morte.

A comparação com 2013 revela que houve um aumento de 34% no número de indenizações pagas por invalidez permanente, um decréscimo de 14% nas indenizações por reembolso de despesas médicas e uma diminuição em 5% no número de mortes.

Segundo Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, as estatísticas mostram que a adoção de equipamentos e políticas de segurança, como uso do cinto, airbag, redução da velocidade nas vias e a Lei Seca já trazem resultados positivos, como a diminuição das mortes. No entanto, na categoria motocicleta ainda há um aumento de indenizações por invalidez permanente a cada ano.

“As motocicletas substituíram a locomoção por animal nas áreas rurais do Brasil. Nas grandes cidades, tornaram-se o meio de transporte mais ágil para fugir dos engarrafamentos, mas, justamente, o motorista de moto é quem sofre uma incidência maior de lesões físicas. Uma pequena queda já pode causar uma invalidez permanente devido à alta exposição do corpo. A indenização do Seguro DPVAT ameniza o primeiro impacto dos custos financeiros, ajudando os herdeiros ou a própria vítima, em um momento doloroso que nenhuma família imagina que irá passar”, analisa Xavier.

Dos recursos arrecadados pelo Seguro DPVAT, 45% são destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ajuda no custeio do tratamento de vítimas do trânsito. Em 2014, o valor destinado ao SUS foi de R$ 3,8 bilhões. Já em 2013, a quantia somou R$ 3,6 bilhões.

Outros 5% da arrecadação são destinados ao Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) para custeio de campanhas de educação no trânsito. O restante é administrado pela Seguradora Líder-DPVAT para o pagamento das indenizações.

Das 763 mil vítimas de trânsito, em 2014, 75% eram homens e 25%, mulheres. Os jovens continuam sendo a maior parcela dos acidentados: 24% das vítimas tinham entre 18 a 24 anos, 28%, de 25 a 34, 19%, de 35 a 44, 19%, 45 a 64, 4% mais de 65, 1% de 0 a 7 e 5% de 8 a 17. Das indenizações pagas por morte, 50% (25.889) foram destinadas a motoristas (sendo 16.356 motociclistas), 31% (16.252) pedestres e 19% (21.776) passageiros.

Em 2014, 76% das indenizações pagas foram para acidentes envolvendo motocicletas – o veículo de duas rodas representa 27% da frota nacional. Das indenizações pagas no período, 82% foram referentes à invalidez permanente e apenas 4% por morte. O restante para reembolso de despesas médicas.

Foram mais de 580 mil vítimas em acidentes com motocicleta, a maioria do sexo masculino (88%) nas indenizações de morte (88% é para as indenizações de morte em acidentes envolvendo motocicletas). Já os automóveis representaram 19% (147.012) das indenizações pagas, as picapes e vans 3% (21.855) e ônibus, micro-ônibus e vans representaram 2% (14.435).

Para atender a demanda crescente de beneficiários, a Seguradora Líder-DPVAT conta com um total de 7.880 pontos de atendimento em todo o Brasil. Para localizar o ponto mais próximo de você, basta acessar o site www.dpvatsegurodotransito.com.br.

Solicitar o Seguro DPVAT é fácil, rápido, simples, gratuito e não é preciso da ajuda de intermediários. A própria vítima ou beneficiário pode ir a um ponto oficial de atendimento em posse da documentação completa para dar entrada no benefício. Com a documentação correta, a indenização é paga em até 30 dias.

São três tipos de coberturas para o Seguro DPVAT: morte (R$13.500); invalidez permanente (até R$13.500, variando conforme gravidade da lesão) e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares (até R$2.700, de acordo com despesas comprovadas e valor limite de tabela do Sistema Único de Saúde).

Para saber a documentação necessária, locais de atendimento ou informações sobre o andamento do pedido, a vítima pode ligar, gratuitamente, para o telefone 0800 022 12 04 ou pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br.