A nova edição do Encontro de Corretores de Seguros Empreendedores do Sincor-SP terá como tema “Visão e Ação: Inserindo a Categoria em Ambiente Empreendedor”. O evento é aberto à participação de corretores de seguros associados e será realizado, de 16 a 20 de março, em 28 das 30 regionais da entidade no Estado de São Paulo.
“Nosso objetivo é trazer a categoria para o mesmo ambiente de discussão e mapear as ideias e sugestões que vão surgir a partir das questões como: ‘Onde estamos?’, ‘Para onde vamos?’ e ‘Como vamos?’”, comenta o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, ressaltando que a dinâmica dos trabalhos contempla o debate democrático e interativo.
“É um momento de reflexão inédito e indispensável sobre o cenário atual da indústria de seguros, focando nos desafios relacionados com a atuação do corretor de seguros no contexto de nosso mercado”, acrescenta Camillo.
Cada regional vai disparar convites aos respectivos corretores de seguros associados, informando local, endereço, data e horário dos encontros. Além disso, é possível acompanhar a programação no site do Sincor-SP (www.sincorsp.org.br), acessando pela home a área exclusiva do Encontro de Corretores de Seguros Empreendedores, ou diretamente pelo link http://goo.gl/E0I2no.
A Icatu Seguros e Banco do Estado de Sergipe (Banese) completaram 18 anos de parceria. Nesse período, mais de 12 mil clientes do Banese foram sorteados pelos títulos de capitalização comercializados pelo banco em parceria com a seguradora, totalizando mais de R$ 7 milhões em prêmios pagos em Sergipe.
“São 18 anos de uma parceria de sucesso” – afirma Cosme Novaes, diretor Norte/Nordeste da Icatu Seguros, antecipando o lançamento em breve de um novo produto para os clientes do Banese, o “Troco Premiado”, que beneficiará projetos sociais de instituições filantrópicas e terá o Instituto Banese como gestor do programa no Estado.
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) estão se tornando cada vez mais prevalecentes em mercados emergentes e de alto crescimento. É importante entender melhor estas tendências, tanto a partir de uma perspectiva de saúde pública quanto do desenvolvimento de grupos sustentáveis de seguros de vida e saúde. Assim Margo Black, responsável pelas operações de resseguro da Swiss Re Brasil, abriu o evento de lançamento e discussão da edição nacional da série Diálogos de Risco: Fatores de risco à saúde no Brasil.
Segundo ela, a publicação é parte da colaboração de pesquisa entre a Swiss Re e a Harvard School of Public Health (HSPH). A investigação, realizada por 45 pesquisadores de ambas as instituições, inclui o projeto Análises Sistemáticas Explicativas de Fatores de Risco que Afetam a Saúde Cardiovascular (SEARCH, na sigla em inglês). “O objetivo dessa parceria é compreender melhor a relação entre os fatores de risco e os resultados de saúde nos principais mercados emergentes, como Brasil, China, Índia e México. Com o crescimento econômico, o perfil de saúde destes países está
mudando rápido e significativamente”, diz a uma platéia selecionada reunida no Hotel Unique, nesta terça-feira.
A incidência das DCNTs cresce rapidamente, proporcionando um grande desafio para os provedores e financiadores públicos e privados de serviços de saúde. O Brasil é um país vasto. Apesar dos esforços extensivos das autoridades de saúde pública, ele ainda sofre com focos de doenças infecciosas graves. Ao mesmo tempo, é atormentado pelo aumento de DCNTs, uma situação agravada pelo envelhecimento da população, disse.
Tal como acontece com outros mercados emergentes, o Brasil tem uma classe média crescente. Esta classe média já expressou sua frustração quanto à prestação insuficiente de serviços públicos, como na área de transportes públicos. Manter os serviços no mesmo ritmo que a demanda é tarefa complicada, por isso, a saúde tem potencial para ser mais uma das muitas questões políticas que causam discórdia.
“Mas não precisa ser assim. A Swiss Re acredita que a necessidade de se ter uma maior cobertura de saúde pode ser tanto uma oportunidade como uma ameaça. Os seguros de saúde podem desempenhar um papel valioso na expansão do acesso à saúde de forma acessível e confiável. Com os artigos do projeto SEARCH, esperamos melhorar a compreensão, por parte dos agentes públicos e privados, sobre a situação da saúde no Brasil”, finalizou.
Para acessar o estudo, acesse http://media.cgd.swissre.com/documents/RDS+Health+Risk+Factors_Brazil_PT_FINAL.pdf
Com o objetivo de auxiliar as empresas na avaliação de investimentos em países emergentes, a consultoria e corretora de seguros Aon, em parceria com a Roubini Global Economics, acaba de lançar nova edição do estudo que mensura os riscos para se realizar negócios em 163 países. Na pesquisa deste ano, o Brasil se manteve avaliado com a classificação de ‘risco médio’, após registrar queda em seu rating em 2014.
De acordo com Keith Martin, consultor de riscos políticos e investimentos no exterior da Aon Brasil, o principal motivo para a manutenção da nota se deu pelo fato das eleições no ano passado não ter conseguido reduzir o ruído no ambiente político, que tem sido bastante afetado pelo baixo crescimento econômico e as incertezas quanto à adoção de reformas econômicas e fiscais. “Outro fator que influenciou diretamente na estabilidade da avaliação foram os problemas decorrentes das investigações junto a empresas estatais e provedores de serviços, que trouxeram como consequência atrasos em projetos e investimentos necessários ao desenvolvimento do Brasil, principalmente em obras ligadas ao setor de infraestrutura”, argumenta.
Ainda segundo o executivo, as atuais dificuldades enfrentadas pelo País podem ser o início de um período transformador, no qual podem ser criadas oportunidades para reformas favoráveis ao setor privado e, consequentemente, possibilitem maior capacidade de atração de investimentos. “O novo Governo tem um longo caminho a perseguir para recuperar sua credibilidade e há expectativa que esta crise possa gerar resultados positivos a médio e longo prazo”, afirma.
Além do cenário nacional, Martin revela que o Mapa Mundial de Riscos Políticos também constatou aumento do risco político de Angola e Moçambique, países em que muitas empresas brasileiras mantêm investimentos maciços. Por outro lado, o Equador – importante parceiro comercial – teve sua nota elevada. “Há uma série de questões políticas e econômicas que devem ser bem avaliadas. Alguns países vêm atravessando certas dificuldades e, em muitos casos, esses governos tomam iniciativas para proteger suas economias, mas acabam desestimulando o ingresso de investimentos”, explica.
Para Marcelo Homburger, vice-presidente executivo da unidade de riscos e seguros da Aon, cada vez mais as empresas procuram avaliar os riscos de se investir em determinadas nações antes da tomada de decisão. “Por usar os dados e análises de mercado mais recentes, nosso relatório ajuda organizações a definirem suas estratégias de investimento em mercados emergentes. As companhias têm que monitorar constantemente sua exposição a riscos políticos, que em muitos casos não são perceptíveis, mesmo em economias e países que possuem uma graduação positiva”, explica. “O mapa dá uma boa visão geral, mas não substitui uma análise mais detalhada, que pode inclusive ter como resultado decisões de mitigação de riscos, como, por exemplo, a contratação de seguro de riscos políticos”, complementa.
Mundo
O Mapa de Riscos Políticos 2015 destaca que a queda do preço do petróleo pode causar maior instabilidade em países emergentes produtores da matéria-prima como, por exemplo, Irã, Iraque, Líbia, Rússia e Venezuela. Além disso, grupos extremistas da África e Oriente Médio podem se fortalecer em países afetados pela queda de receita com a comercialização do produto e que não tenham resiliência para absorver choques econômicos.
Países como Egito, Tunísia e Marrocos, que em outras circunstâncias se beneficiariam de importações mais baratas de petróleo, podem enfrentar maiores riscos à segurança por conta de vazios de poder no Iraque, Líbia e Síria. O preço baixo também continuará lançando sombras na economia da Comunidade dos Estados Independentes, especialmente no caso dos maiores parceiros comerciais da Rússia na região, como Bielorrússia e Cazaquistão.
Classificações de países
República Dominicana, Equador, Geórgia, Laos, Panamá, Suazilândia e Zimbábue foram os países que tiveram o seu risco geral classificado como mais baixo em relação ao ano anterior. Já Angola, República Centro-Africana, Burkina Faso, Gana, Guiné, Haiti, Líbia, Moçambique, Omã, Paquistão, Serra Leoa e Uganda tiveram seus índices elevados. No total, houve mudanças na nota de 19 países desde a publicação do mapa de risco de 2014, em comparação com 15 mudanças em 2013 e 25 em 2012.
Metodologia do estudo
O Mapa Mundial de Riscos Políticos é realizado pela Aon em parceria com a Roubini Global Economics. Desde 1998, o relatório guia os investimentos de diversas companhias ao redor do mundo ao analisar a atuação dos países em relação aos riscos legais e regulatórios, movimentação de recursos, interferência política, violência, quebra de cadeia de suprimentos das nações, vulnerabilidade do setor bancário e capacidade do governo de conceder estímulo fiscal. A íntegra do levantamento está disponível em: http://www.aon.com/2015politicalriskmap/
Seu carro protegido e o futuro de milhares de crianças garantido. “É isso que a Allianz está fazendo ao ser nossa parceira. Qualquer pessoa que comprar o seguro automóvel vai gerar segurança para a sua família ao abrir uma oportunidade para uma criança estudar”, disse Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, durante o lançamento do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna.
“Estou muito feliz hoje. Mais feliz do que quando cheguei no Brasil. Superamos muitos desafios em 2014 com a mudança da nossa plataforma tecnológica e agora começamos a colher os benefícios. No final de 2014 inauguramos oficialmente o Allianz Parque, arena na qual investimos em naming rights. Agora essa parceria fadada ao sucesso. Esse é um seguro inovador por garantir a segurança tanto do patrimônio do nosso cliente como a educação de crianças atendidas pelo Instituto”, diz Miguel Pérez Jaime, que assumiu como presidente da Allianz Seguros no final de 2013.
Segundo Viviane, o Instituto qualifica 2 milhões de pessoas por ano em mais de 700 municípios brasileiros, formando mais de 64 mil educadores das escolas públicas. “Capacitamos mais do que todas as faculdades de pedagogia o fazem a cada ano”, ressalta. A expectativa é de que os repasses da Allianz para o Instituto ajudem no atendimento a 15 mil crianças.
Todos os atuais segurados da Allianz em automóvel passarão a ter o produto Ayrton Senna na renovação. Segundo Felipe Gomes, diretor de gestão de mercado e estratégia da Allianz, a meta é ter mais de 1 milhão em carteira em um ano. Essa é uma das armas da subsidiária brasileira do maior grupo segurador do mundo para abocanhar um pedaço maior do seguro de carro, segmento que movimentou R$ 32 bilhões em 2014. É o mais concorrido da indústria de seguros gerais e liderado pela Porto Seguros, com market share de 27%.
A expectativa da Allianz é avançar neste ano entre 12% e 15% sobre os R$ 1,6 bilhão do ano passado no seguro de automóvel, praticamente o dobro do previsto pela CNseg, que tem projetado avanço de 7%. “Temos diferenciais importantes, como 20 dias de carro reserva, guincho com quilometragem livre, reparos residenciais, coberturas de vidros, além de descontos em franquias nas redes referenciadas”, enumera. A Allianz encerrou 2014 como a oitava maior no segmento, segundo dados da consultoria Siscorp.
A parceria, que inclui motos e caminhões, tem um contrato de cinco anos de exclusividade e pode ser ampliada para outros produtos e até mesmo exportada para outros países, uma vez que Ayrton Senna é um ídolo mundial. Um exemplo da emoção envolvida no produto pode ser vivenciada em um dos videos da campanha, na qual o piloto francês Érik Comas, salvo por Ayrton quando sofreu um acidente durante um treino em 1992, protagoniza. “Ele veio ao Brasil para participar da campanha de graça. Ele afirmou ser importante fazer algo pelo amigo que salvou a sua vida e que tinha o sonho de melhorar a educação das crianças no Brasil”, contou Gomes.
A campanha tem verba, não divulgada, para os canais tradicionais, como teve, rádios e mídia impressa. Para as mídias digitais o grupo criou a campanha #MeuMomentoSenna no Facebook, Twitter e Instagram, com o hotsite WWW.#meumomentosenna.com.br. “Os usuários podem produzir vídeos, recordando episódios do piloto que marcaram suas vidas, como fez Comas, ou contando fatos pessoais ou profissionais em que se sentiram verdadeiros campeões”, explica Felipe Gomes.
Para Viviane, que muito se emocionou ao ver o vídeo da campanha com o piloto Comas, “as crianças precisam tem um bom carro, que é a educação, pois elas enfrentam muitos inimigos, que não são de pequeno porte, como drogas e tráfico. Temos de dar o básico, que é a educação. Isso que eles precisam para correr em condições de igualdade e crescer com os concorrentes”, diz Viviane Senna, ressaltando que o Brasil é oitavo pais mais desigual do mundo. Na América Latina somos o mais desigual. A educação responde por 40% da desigualdade brasileira. São parceiros como a Allianz que podem ajudar a melhorar esses indicadores”, frisa.
Vale lembrar que o Príncipe Harry incluiu o Instituto Ayrton Senna na agenda oficial, em sua visita em junho de 2014. Ele ficou impressionado aoconhecer o trabalho social da Instituição.
A virada
2015 promete ser um grande ano para a Allianz, afirma o presidente. É o ano da retomada. Já no primeiro bimestre o crescimento em vendas chegou a 28,5%. O lucro, no entanto, é previsto para o quarto trimestre do ano. Isso não significa que esse percentual elevado será mantido até o final do ano, uma vez que a base de comparação foi um dos piores momentos do grupo no ano passado. “Somos gratos aos corretores, que representam 95% das nossas vendas, aos nossos funcionários e aos acionistas, que apostaram na modernização da plataforma e nos ajudaram a vencer todos os desafios que um projeto tecnológico de tal porte exige de todos”, disse Miguel Perez Jaime. Mundialmente, a tecnologia é citada como o maior desafio dos próximos anos por mais de 300 CEOs de seguros entrevistados pela consultoria PwC.
O grupo criou duas diretorias, uma para os produtos massificados, comandada pelo italiano Mario Ferrero, um executivo que veio da matriz (Alemanha) e que já morou no Brasil e fala fluentemente o português. Ele aguarda as autorizações para o cargo. Do outro lado, a Allianz criou a diretoria de linhas corporativas para manter a posição de liderança em grandes riscos, com Igor Di Beo. A reorganização visa avançar em mercados estratégicos, com a abertura de nove filiais até o final de 2016. Assim, o grupo prevê voltar ao lucro no ultimo trimestre deste ano. Em 2014, a subsidiária amargou um prejuízo de cerca de R$ 350 milhões.
Quanto a interesse por aquisições no Brasil, uma vez que há algumas operações à venda, como a carteira de grandes riscos da SulAmérica noticiada pela própria empresa no final do ano passado, o CEO da Allianz Brasil diz que se houver algo de interesse com certeza contará com o apoio dos acionistas, que aprovaram cerca de R$ 700 milhões em aumento de capital em duas tranches, uma em 2014 e outra prevista para este ano.
“A parceria com o Instituto faz todo sentido para nos pois a Allianz tem um forte compromisso com a sustentabilidade.”, citou, elencando alguns programas do grupo no mundo como microsseguros na Índia, o centro de estudo de energias renováveis, entre outras inúmeras iniciativas. “No Brasil, temos a ABA, associação beneficente da qual os empregados do grupo participam, criada há 20 anos”. Ele também citou o projeto My Finance Coach, no qual funcionários do grupo educam financeiramente crianças e formadores educacionais em escolas públicas brasileiras. “A Allianz quer fazer parte do dia a dia das pessoas. Por isso investiu no Allianz Parque, apóia a Formula 1, criou o Prêmio de Jornalismo”, acrescentou. ‘”Não queremos só gerar empregos e pagar impostos. Queremos mais”.
O Grupo BB e Mapfre apoia o projeto Cuidar – Grupo de Apoio à Vida, programa de apoio e orientação para oferecer suporte emocional aos colaboradores que receberam diagnóstico de câncer ou que enfrentam a situação com algum familiar ou amigo. A ação conta com o envolvimento do Instituto Beaba, que tem como missão desmistificar o câncer e motivar crianças e adultos a seguir com coragem e amor durante o tratamento.
“O BB e Mapfre sempre abraçou movimentos de prevenção ao câncer, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, além de oferecer aos colaboradores um seguro de vida que indeniza nos casos de diagnósticos de câncer. Mas nunca havia promovido uma ação que fosse além da prevenção e dos aspectos profissionais”, explica a diretora de Recursos Humanos da empresa, Cynthia Betti.
O Cuidar nasceu de um olhar atento às questões psicológicas, familiares, sociais, econômicas e de direitos humanos que envolvem os colaboradores com câncer. A iniciativa compõe a realização de encontros periódicos sob o comando da equipe de profissionais do Instituto Beaba, que oferece orientações e informações gerais e promove o compartilhamento de experiências.
O primeiro encontro mensal contou com a presença de 30 pessoas. “Acreditamos que abordar abertamente a doença pode melhorar os resultados, tanto individualmente quanto em comunidade”, afirma Cynthia.
Outros projetos
Além dessa iniciativa, o Grupo também incentiva projetos de relevância social que já beneficiaram mais de 16 mil pessoas, como o “Banco de Tumores para Pesquisa em Tratamento, Prevenção e Diagnóstico Precoce do Câncer”, do Hospital A.C.Camargo; o projeto Casa da Mulher, do Instituto Arte de Viver Bem (IAVB), que auxilia mulheres com câncer de mama; e o projeto Humanizando Relações Brasil, da Imagemagica, que promove a humanização a partir de oficinas de fotografia.
“Procuramos apoiar o desenvolvimento de ações capazes de gerar valor efetivo para os diversos integrantes da sociedade, focando nossa atuação na gestão de leis de incentivo voltadas ao apoio de pesquisas e programas ligados ao câncer”, enfatiza Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade da companhia.
O BB e Mapfre apoia ainda ações de instituições como o Hospital do Câncer de Barretos, que presta serviço médico assistencial e realização de pesquisas clínica, epidemiológica e experimentais; e o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC), instituição sem fins lucrativos criada para garantir atendimento médico-hospitalar a crianças e adolescentes com câncer.
Em parceria com o GRAAC, a empresa apoia o evento Mc Dia Feliz, do McDonald´s, no qual todos os recursos arrecadados com a venda de sanduíches Big Mac são revertidos para instituições de apoio e combate ao câncer infanto-juvenil.
A ampliação dos canais de diálogo com a sociedade e o fortalecimento das articulações entre o setor público e privado e dos órgãos reguladores, fazem parte dos avanços e desafios contemporâneos do setor de seguros. Temas como esses serão debatidos no dia 12 de março, em Porto Alegre, durante o 3º Seminário Direitos & Deveres do Consumidor de Seguros. A agenda faz parte da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira – Semana ENEF, que acontece de 9 a 15 de março pelo Brasil, e integra um conjunto de ações realizadas pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). O objetivo da iniciativa é garantir não apenas um mercado sustentável, mas oferecer subsídios para que a população brasileira desperte sobre a necessidade de uma estabilidade financeira e o quanto isso poderá acarretar em proteção. A celebração do Código de Defesa do Consumidor (CDC), também estará em pauta. Seus 25 anos representam um marco na legislação brasileira e uma conquista da população.
O seminário – realizado pelo Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC) e Revista Consumidor – reunirá nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau, a Secretária Nacional do Consumidor (Senacon), Juliana Pereira da Silva, o presidente do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), Bruno Miragem, e o diretor do Instituto de Direito do Distrito Federal, Ricardo Morishita Wada. Também participarão o desembargador do TJ-RS, José Moesch, o presidente do INEC, José Luiz da Silva, e a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, que fará abertura do evento. Na ocasião, a executiva apontará, como uma das prioridades do mercado de seguros, a aproximação com o segurado e o fortalecimento das ouvidorias. Assuntos como a importância da educação financeira para o empoderamento do cidadão, a proteção do consumidor, as relações de consumo virtual e a sustentabilidade no setor de saúde suplementar também serão pauta do ciclo de palestras. O encerramento ficará a cargo do ministro Eros Grau, com uma análise do debate institucional que envolve o cenário atual brasileiro e que afeta a todos consumidores e cidadãos.
A diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, ressalta que este é um ano desafiador, e será por meio da educação financeira que consumidores e investidores poderão desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados a verificar oportunidades de mercado. “Esta mudança de comportamento contribui para um consumo financeiro mais responsável da população, além de assegurar a conscientização dos riscos assumidos e reforçar a estabilidade e confiança no Sistema Financeiro Nacional”, analisa Solange, enfatizando ainda a importância de trazer a saúde suplementar para pauta do evento, em um momento que o tema ganha cada vez mais destaque no noticiário nacional. Solange ainda complementa que “é tempo de desburocratizar o seguro, facilitar o acesso dos novos consumidores, tornar a linguagem mais didática e mostrar a sua importância para o desenvolvimento socioeconômico do país”. Atuando na direção de instruir a população, a CNseg vem desenvolvendo, junto à Susep, ações que buscam ajudar a população a tomar decisões sobre sua vida financeira, de forma mais autônoma e consciente. Durante a terceira edição do seminário, a entidade apresentará iniciativas institucionais que vem promovendo como o “Projeto Estou Seguro” e o portal “Tudo sobre seguros”.
Outras iniciativas também ocorrerão no âmbito da parceria entre CNseg, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Escola Nacional de Seguros (Funenseg) e órgãos ligados à educação como o projeto ‘Suse, Perez, a Atuária Natália e o Sonho de Prêmio’ – peça teatral que será apresentada em escolas brasileiras, para estudantes do segundo ensino fundamental e médio, durante a 2ª Semana ENEF. A ação tem o objetivo de romper a barreira de comunicação entre a população mais jovem e o complexo setor de seguros. Segundo a CNseg, 152 milhões de brasileiros não têm plano de saúde; 125 milhões de pessoas não possuem seguro de vida; e 182 milhões de cidadãos não têm plano odontológico, comprovando que informação e planejamento financeiro são fundamentais para garantir um futuro com alguma qualidade. Outra ação da CNseg durante a 2ª Semana ENEF será o lançamento da cartilha “Entenda o seu Seguro de Automóvel”, elaborada pela Confederação e Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). A edição foi especialmente desenvolvida para esclarecer e desmistificar questões importantes em relação ao produto.
SEMANA ENEF
Diversas ações educacionais serão realizadas nesta segunda edição da Semana ENEF, que irá incluir iniciativas de toda a sociedade. A 1ª Semana ENEF, realizada em maio de 2014, contou com uma programação intensa, tanto de iniciativas inscritas (mais de 170 ações, entre palestras, cursos, workshops, gincanas, concursos culturais etc.) como de participantes – mais de 13 mil interessados em aprender sobre finanças pessoais e investimentos. O evento aconteceu em 20 cidades diferentes do País, além de participantes do “mundo virtual”.
Um diferencial nesta edição é que as datas de realização da 2ª Semana ENEF coincidem com a Global Money Week, evento mundial de educação financeira voltado para crianças e adolescentes, e que, em 2014, alcançou mais de três milhões de crianças e jovens em 118 países.
ENEF
A Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) é uma política pública lançada em 2010, com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.
O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) é formado pelos seguintes órgãos e entidades públicas: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).
O CONEF também mantém convênio com a Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF – Brasil) para a concepção, planejamento, estruturação, desenvolvimento e administração de iniciativas de educação financeira de caráter transversal que integram a ENEF.
Programação: 3º Seminário de Direitos & Deveres do Consumidor de Seguros
Data: 12 de março de 2015
Horário: 8h30 às 18h
Local: Plenário Mercosul – FIERGS Porto Alegre/RS
Realização: Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC) e Revista Consumidor
PROGRAMAÇÃO
8h30 – 9h
Credenciamento e café
9h – 9h30
Abertura do evento
Solange Beatriz Palheiro Mendes, Diretora Executiva da CNseg
Renato Campos Martins Filho, Diretor Executivo da Escola Nacional de Seguros
José Luiz da Silva, Presidente do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC)
9h30 – 10h15
Palestra de abertura: O Sistema Nacional de Proteção do Consumidor e a importância da educação financeira para o empoderamento do cidadão
Palestrante: Juliana Pereira da Silva, Secretária Nacional do Consumidor – Senacon
10h15 – 10h30
Intervalo para café
10h30 – 11h15
Palestra: 25 anos de vigência do CDC – conquistas e desafios para o futuro
Palestrante: Cláudia Lima Marques, UFRGS
11h15 – 12h30
Painel: Realidade contemporânea da proteção do consumidor
Mediadora: Maria Stella Gregori, Gregori Sociedade de Advogados
Palestrantes:
Francisco José Moesch, Desembargador, TJ-RS
Clarissa Costa de Lima, Juíza de Direito, TJ-RS
12h30 – 13h30
Almoço – celebração em homenagem aos 120 anos do Sindseg-RS
13h30 – 14h15
Painel: Os Próximos 25 da Defesa do Consumidor – a Era do consumo virtual
Mediador: Teresa Cristina Moesch, OAB-RS
Palestrantes:
Ricardo Morishita Wada, Instituto de Direito Publico do Distrito Federal
Flávia do Canto, diretora do Procon-RS
14h15 – 15h30
Painel: Perspectivas sobre a Sustentabilidade do Setor de Saúde Suplementar
Mediador: Júlio Cesar Rosa, Presidente do Sindseg-RS
Palestrantes:
Márcio Coriolano, Presidente da FenaSaúde
Angélica Carlini, Carlini Advogados Associados
15h30 – 16h
Intervalo para café
16h – 17h15
Painel: Inovações na Distribuição de Seguros para Ampliação do Acesso e da Proteção do Consumidor
Mediador: Alexandre Appel, Jornalista, Programa Jornal do Consumidor – NET/TV
Palestrantes:
Bento Zanzini – BBMapfre
Felipe Kirchner, Defensor Público – DP-RS
Bruno Miragem, Presidente do BRASILCON
17h15 – 18h
Palestra de encerramento
Texto e norma: interpretação
Eros Grau, Ministro do Supremo Tribunal Federal
Clubes, confederações e federações esportivas deverão contratar seguro de vida e contra acidentes pessoais para atletas profissionais e para os que participarem das competições internacionais. A importância segurada deve garantir aos atletas o direito a indenização mínima correspondente ao valor anual da remuneração pactuada.
A medida está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 67/2015, do senador Romário (PSB-RJ). O autor afirma que esses atletas desenvolvem atividades de alto risco, necessitando ter cobertura adequada para treinamentos e competições.
“Não há lógica a legislação realizar tratamento discriminatório entre os atletas que participam das competições no país e nas internacionais”, justifica. O projeto será analisado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Educação, Cultura e Esporte, onde será submetido à decisão terminativa.
Enquanto o país tem notícias duras, o mercado segurador esbanja otimismo. Ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao participar da abertura da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, organizada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), formado por ministérios, Banco Central e entidades como CNseg, Susep e CVM, disse que a previdência social é apenas um dos instrumentos de seguro que podem dar tranquilidade ao cidadão que poupa. Segundo ele, o Brasil tem uma indústria de seguros organizada, sofisticada e com lastro, que tem tido um crescimento bastante sustentável.
O ministro defendeu ainda que as famílias lancem mão de seguros, como forma de se protegerem contra imprevistos e para o futuro. “Sociedades desenvolvidas cada vez mais têm seguros”, disse. “Isso se traduz em previsibilidade e bem-estar, capacidade das famílias de se programarem.”
Com valor de US$ 21 bilhões, a marca Allianz é a mais valiosa do mercado segurador mundial, de acordo com o ranking de 2015 da Brand Finance Global 500 baseado em um estudo de benchmark que considera solidez, risco e potencial futuro de uma marca em comparação aos seus concorrentes. O resultado coloca a companhia na posição 41 entre as 500 principais marcas mundiais.
A Brand Finance, empresa do Reino Unido líder em avaliação de marcas e consultoria estratégica, destaca a solidez do crescimento da receita e as perspectivas positivas de consolidação da marca como os principais determinantes para o aumento de 3% em relação a 2014 do valor da marca Allianz. Com base nessa constatação, a Brand Finance estima que a receita da seguradora cresça em 15% nos próximos cinco anos, com destaque especial ao potencial financeiro de sua marca.
Patrocínios à Fórmula 1TM, FC Bayern München, Comitê Paralímpico Internacional (IPC), St Andrews Links, Lang Lang International Music Foundation, além de seis naming rights ao redor do mundo, demonstram o quanto para a Allianz a sua marca é um ativo estratégico de grande valor.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.