A Zurich divulgou os resultados do primeiro trimestre do ano, com lucro operacional de U$1,29 bilhão, queda diante do resultado de U$1,38 bilhão do mesmo período do ano passado. As vendas também registraram queda, de US$ 19,3 bilhões para US$ 18,7 bilhões nos período analisados.
A Munich Re divulgou lucro líquido de € 790 milhões no primeiro trimestre do ano, queda de 16% frente aos € 941 milhões do mesmo período em 2014. Os prêmios ultrapassaram € 13 bilhões no período, pouco acima dos € 12.,9 bilhões do primeiro trimestre do ano passado. O lucro alvo para o ano está mantido entre € 2,5 bilhões e € 3 bilhões.
O Conselho do IRB Brasil RE aprovou o desdobramento das 300 ações de mesma classe a uma, com exceção da Golden Share, preferencial da União. Uma golden share, também conhecida como ação de ouro, é uma participação acionista detida pelo Estado, que apesar de ser minoritária confere poderes especiais, como o poder de eleger um terço do número total de administradores, incluindo o presidente. Além disso, essa ação permite ao governo ter capacidade de veto sobre alterações de estatutos, aumentos de capital ou emissão de obrigações e outros títulos de crédito. Os direitos especiais também incluem à definição da estratégia e políticas que a empresa segue, bem como lhe dão uma palavra determinante na compra e venda de empresas.
A golden share surgiu em junho do ano passado, quando o conselho aprovou aumento de capital do ressegurador local, com a União e o Banco do Brasil com 48% e o restante dividido entre Bradesco Seguros, Itaú Seguros, e o Fundo de Investimento de Participações Caixa Barcelona.
Veja a íntegra do aviso aos acionistas publicado nesta quinta-feira
IRB-Brasil Resseguros
( Conselho de Administração)
CNPJ no 33.376.989/0001-91
Aviso aos Acionistas
Informamos aos Senhores Acionistas que a 47ª Assembléia Geral Extraordinária de Acionistas, realizada em 29.12.2014 aprovou o desdobramento das ações de emissão do IRB Brasil RE, à razão de 1 (uma) ação atualmente existente em 300 ações de mesma classe, excetuando-se, para fins do referido desdobramento, a ação preferencial de classe especial de titularidade da União (“Golden Share”) com a consequente alteração do Estatuto Social da Companhia para refletir a modificação da quantidade de ações em que se divide o capital social da Companhia, o qual passa a ser constituído de 312.000.000 de ações ordinárias e a “Golden Share”, todas escriturais, nominativas e sem valor nominal. O ato societário lavrado em decorrência da referida Assembleia já se encontra homologado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). O desdobramento não implica alteração da expressão monetária do capital social, não havendo, portanto, modificação do montante financeiro e da participação do acionista no capital da Companhia. As ações decorrentes do desdobramento conferirão aos seus titulares os mesmos direitos das ações que possuíam antes do desdobramento.
Mais mudanças na Zurich, que anda muda e calada desde que reorganizaram os executivos do front, em outubro do ano passado. A notícia da semana é a saída de João Bosco Medeiros, diretor executivo comercial. Ele estava no grupo desde julho de 2011. Segundo nota enviada aos funcionários, ele parte para novos desafios, “com efeito imediato”. Até que um novo executivo seja nomeado, o time comercial se reportará a Walter Pereira, diretor de multirriscos e equipamentos.
Dados consolidados do grupo, pela consultoria Siscorp com base nas estatísticas da Susep, revelam que o grupo registrou faturamento de R$ 9,2 bilhões em 2014 e lucrou R$ 384 milhões, ocupando a quinta colocação no ranking do setor (sem saúde). Em VGBL, a quarta maior, com contribuições de R$ 3,5 bilhões. Em automóveis, a décima maior, com vendas de R$ 652 milhões no ano passado, o equivalente a 2% de market share. Em seguros patrimoniais, a terceira maior, com R$ 1, 2 bilhão. Em DPVAT, a quarta do ranking, com R$ 251 milhões. Em responsabilidade civil, a segunda maior, com R$ 149 milhões.
A seguradora suíça, por sua especialização, participou de vários contratos de obras de infraestrutura no Brasil, bem como é uma das principais em seguros financeiros, como seguro garantia e Directors & Officers. Inovou em seguros para pequenas e médias empresas nos últimos dois anos e acelerou em automóveis. Foi a seguradora contratada para as obras do Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Fonte Nova (Salvador) e Mané Garrincha (Brasília). As modalidades contratadas foram Responsabilidade Civil e, principalmente, Riscos de Engenharia, que cobre danos e prejuízos durante a execução da obra. Somados, o valor em risco dos projetos chega a cerca de R$ 1,9 bilhão.
O grupo apostou ainda mais no Brasil em outubro do ano passado ao concordar em pagar R$ 850 milhões para ser a seguradora responsável por vender seguro garantia estendida nas mil lojas das duas redes varejistas da Via Varejo, Casas Bahia e Ponto Frio. A expectativa, na época, era obter um volume de prêmios estimado em mais de R$ 1,3 bilhão no primeiro ano. No entanto, diante da queda das vendas do comércio com a crise e multas do Ministério Público aplicadas na Via Varejo acusada de venda casada, será preciso muito esforço para prosseguir com a meta de venda.
O blog Sonho Seguro não conseguiu falar com a Zurich até o fechamento deste post. Vamos aguardar as novidades. Com certeza a nova diretoria está se posicionando e logo divulgará as suas estratégias para 2015.
Um reencontro entre amigos. Este foi o clima que marcou no dia 5 de maio a etapa Recife do primeiro Fórum que a Tokio Marine Seguradora promove em parte do Nordeste. Cerca de 130 convidados, entre Corretores e Assessorias do estado de Pernambuco, marcaram presença no encontro com o presidente José Adalberto Ferrara e mais cinco diretores da Companhia, no Arcádia Boa Viagem. Na plateia, muitos parceiros das categorias Ouro e Diamante do Programa Nosso Corretor.
Ao saudar os participantes, o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, destacou a grande alegria em rever os parceiros e agradeceu a generosidade com a qual eles tratam a Tokio Marine. “Vocês são profissionais da mais alta competência, mas acima disso, são pessoas extremamente gentis e carinhosas, com as quais temos o maior prazer em nos relacionar”, afirmou. Em sua fala, ele reforçou ainda a atuação da Seguradora na área de Grandes Riscos e informou à plateia sobre a campanha de mídia que entrou no ar em abril e é mais um reforço para facilitar o processo de vendas dos Corretores.
Junto com mais quatro colegas, Julliano Martins, da Assessoria Petroreal, saiu de Petrolina, a 800 quilômetros da capital pernambucana, para prestigiar o encontro. “A Tokio Marine nos acolhe com muito carinho, atenção e conhecimento sobre as necessidades da nossa região, no Vale do São Francisco. Por isso, fizemos questão de comparecer”, declarou Martins, parceiro da seguradora há 14 anos. Para o corretor Janduhy Melo, que atua fortemente na carteira de Vida, entre outras, a Companhia provê o suporte necessário para a realização de negócios. “Temos hoje uma relação muito forte e queremos desenvolver agora um trabalho intenso no AP Educacional”, afirmou.
Ao agradecer a presença da alta diretoria da Seguradora, a presidente do Sincor – PE, Claudia Cândido Diniz, destacou a importância do Fórum para o fortalecimento do mercado segurador local. “Com este tipo de ação, temos a oportunidade, por exemplo, de pensar no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias para ampliar as vendas”, disse.
A Sucursal da Tokio Marine em Recife, comandada pelo Gestor Executivo Leandro Vasco, tem apresentado um ótimo desempenho. Cresceu 7,5% no primeiro trimestre de 2015 com relação ao ano anterior, saindo de uma produção de R$ 12,4 milhões para R$ 13,3 milhões. Neste período, os destaques foram o crescimento do produto Auto Frota (21,3%), da carteira de Ramos Diversos Massificados – Residencial e Condomínio (81,4%), Ramos Diversos Demais (235,8%), Transportes (65,2%) e Empresarial (33,7%). Atualmente, a Companhia é a primeira da região nas carteiras de Riscos Nomeados, Responsabilidade Civil Geral e Transporte Nacional.
A programação do Fórum que a Tokio Marine promove no Nordeste inclui ainda ações Natal e Salvador.
Com uma ação chamada “O Arthur vai amar”, a Icatu Seguros vai investir em um plano de previdência privada para o menino Arthur, bebê que se tornou símbolo dos 450 anos do Rio de Janeiro por ter nascido na primeira hora do aniversário da cidade. A seguradora assumiu o compromisso de contribuir para o plano do neném até ele completar 50 anos, quando a Cidade Maravilhosa completará 500 anos.
“É uma ação que mostra que somos uma empresa sólida e comprometida com o longo prazo. Além disso, queremos impactar as pessoas sobre a importância de iniciar o planejamento do futuro, principalmente quanto temos o tempo como aliado, como fizemos na ação Bebês da Virada, na qual premiamos 20 bebês de todo o Brasil nascidos na virada do ano com uma previdência no valor de 2015 reais” – afirma Aura Rebelo, diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.
A Icatu Seguros vai investir anualmente R$ 1.200,00 no PrevJunior de Arthur, plano de previdência da seguradora feito para crianças. Ao completar 50 anos, Arthur terá aproximadamente R$ 378 mil* (*simulação feita com juros reais e rentabilidade anual estimada de 6%), uma reserva financeira que lhe dará uma boa segurança para a realização dos seus projetos.
Antônio Aurélio Lima da Silva, pai do Arthur, conta que a família ficou surpresa com a novidade. “O Arthur nasceu com sorte. Estamos muito felizes e vamos pensar no futuro dele daqui para frente. Esse dinheiro é uma garantia, estará guardado para quando ele precisar. Vamos aconselha-lo a investir bem, como para custear os estudos” – afirma o novo papai.
A campanha “O Arthur vai amar”
Criada pela Agência 3, a ideia é engajar o público na campanha. Por meio da #oarthurvaiamar, o intuito é incentivar as pessoas a enviarem pelas redes sociais os motivos pelos quais o Arthur vai amar ter nascido no Rio de Janeiro. Todas essas sugestões vão virar uma campanha de posts no Facebook com fotos do Arthur e da cidade. Já no segundo momento haverá uma gravação de vídeos e uma sessão de fotos do Arthur com as sugestões escolhidas.
Quem quiser acompanhar a trajetória de Arthur, basta acessar: www.bebedos450.com.br
O executivo Jorge de Souza Andrade assumiu, no dia 04/05, a presidência da Capemisa Seguradora. Jorge Andrade era o diretor da área de Pós-Vendas da seguradora, desde 2008. Ele tem uma sólida carreira na organização, onde já trabalha há 42 anos. José Augusto Tatagiba, que ocupava a presidência até a presente data, deixa o cargo por uma decisão pessoal.
A Porto Seguros divulgou lucro líquido de R$ 231 milhões no primeiro trimestre de 2015, 50% superior ao resultado do mesmo período do ano anterior, fruto de um melhor desempenho operacional e financeiro. O ROAE atingiu 17,8% (+5,3 p.p.), sem business combination.
As receitas totais e os prêmios de seguros da companhia cresceram 16% e 14%, respectivamente. Na operação de seguros, destaque para o crescimento dos segmentos de automóvel e patrimonial no 1T15 em cerca de 13% e 20%, respectivamente. No segmento de automóvel da marca Azul e nos produtos Residencial e Empresarial da marca Porto, os prêmios evoluíram mais de 25%. A frota segurada atingiu 5,1 milhões de veículos (+8%), um incremento anual de 377 mil itens e o número de residências atingiu 2,3 milhões, uma evolução de 23%.
O desempenho operacional demonstrado pelo índice combinado atingiu 97,3% no trimestre, uma melhora de 1,5 p.p., basicamente explicado pela redução na sinistralidade dos seguros de automóvel e saúde em mais de 3 p.p..Em relação as despesas administrativas, o índice de D.A obteve um decréscimo de 0,3 p.p. devido aos esforços contínuos para a otimização da operação.
Nos negócios financeiros e serviços, as receitas trimestrais cresceram 27%, impulsionadas principalmente pela evolução das receitas de operações de crédito (cartão de crédito e financiamento), que se expandiram em 34% no período. O número de cartões de crédito atingiu 1,7 milhão de unidades, um acréscimo de 270 mil cartões.
O resultado financeiro do 1T15 apresentou um aumento de 30%, atingindo R$ 272 milhões, favorecido pelos investimentos em títulos indexados a inflação que apresentaram uma performance acima do índice de referência e pelo maior CDI médio no trimestre (+17% vs. 1T14). A rentabilidade das aplicações financeiras foi de 2,98% (106% do CDI), excluindo-se os recursos previdenciários.
Muito tem se falado sobre a venda do banco HSBC no Brasil, que tem uma participação de apenas 2% nos ativos. Mas nada se fala do braço segurador do grupo inglês, que atua em capitalização, previdência e vida de forma direta, e disponibiliza o balcão de vendas para parceiras em seguros gerais, como automóvel, residência riscos empresariais entre outros. A HSBC Seguros encerrou 2014 com R$ 804 milhões em prêmios com VGBL e lucro líquido de R$ 403,8 milhões. Só o resultado operacional ficou em R$ 605 milhões. Em outros produtos de previdência, consolidados na HSBC Previdência, o grupo registrou contribuições de R$ 1,6 bilhão em 2014 e lucro de R$ 104 milhões, segundo dados registrados no site da Susep.
Segundo informou relatório do Deutsche Bank, a aquisição poderia adicionar valor para bancos com Santander, BTG Pacutal, Citibank e Inbursa, do investidor mexicano Carlos Slim, que tem se enveredado para a área financeira.
A seguradora alemã HDI tem a preferência na venda de seguro automóvel no HSBC, mas não a exclusividade. Divide o balcão com outros nomes, como SulAmérica. Vamos acompanhar e ver como ficará essa história.
O grupo Aon, um dos maiores do mundo em consultoria, corretagem de seguro, gestão de riscos e resseguro, obteve lucro líquido de US$ 328 milhões no primeiro trimestre de 2015, ganho 1% superior ao apurado um ano antes. O resultado por ação cresceu 7%, em termos ajustados, enquanto as receitas recuaram levemente para os US$ 2,85 bilhões, penalizadas pelas variações de câmbio.
A Mapfre, maior grupo segurador da Espanha, divulgou faturamento de 7,5 bilhões de euros no primeiro trimestre deste ano, 8,9% acima do resultado do mesmo período anterior. O lucro líquido, no entanto, recuou 8%, para 611 milhões no período analisado. Em vendas de seguros e resseguros, os prêmios totalizaram 6,1 bilhões de euros no periíodo, avanço de 2,6%. De acordo com o blog Sonho Seguro, considerando apenas seguros, os prêmios somaram 5,1 bilhões de euros e o ganho 157 milhões de euros. Resseguros totalizou prêmios de 934 milhões de euros e o ganho ficou em 49 milhões de euros. No Brasil, os prêmios avançaram 1,5% (2,7% em moeda local), para 1,1 bilhão de euros, impulsionado por automóvel, com avanço de 5,4%, e também por seguro de vida. O resultado antes de impostos da área regional Brasil chegou a 229 milhões de euros, incremento de 51,3%, representando 18,1% do ganho do grupo espanhol.
Veja abaixo o release
A Mapfre obteve no Brasil um volume de prêmios de R$ 3,8 bilhões (1,2 bilhão de euros) no primeiro trimestre de 2015, ou seja, 4,4% de crescimento em moeda local e 1,5% em euros em relação ao ano anterior. O resultado antes de impostos totalizou R$ 741 milhões (228 milhões de euros), o que representa aumento de 55,6% em moeda local e 51,3% em euros. O Brasil mantém posição de segundo país com maior volume de receitas no Grupo.
Segundo o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “mesmo em um ambiente econômico local complexo conseguimos incrementar nossos resultados fundamentalmente em razão da boa performance do resultado financeiro, contenção de gastos administrativos e manutenção das margens da maior parte dos negócios subscritos. O crescimento, porém, reflete menor volume de vendas do seguro agrícola, cujo subsídio todavia não foi liberado pelo Governo Federal e o aumento no cancelamento dos seguros prestamistas. Acreditamos que nos próximos meses retomaremos a trajetória de evolução nos segmentos citados e teremos rentabilidade acima do mercado nos demais ramos, mantendo a perspectiva de crescimento dos resultados em relação ao ano anterior.”
Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 2,4 bilhões de euros no primeiro trimestre, 11,21% a mais que no mesmo período do ano anterior, e aumentou o lucro antes dos impostos na região em 55,0%. A América Latina já aporta 36,8% dos prêmios e 63,6% dos lucros antes de impostos no mundo.
A Regional América Latina Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) aumentou os prêmios em 16,3%, ultrapassando 817 milhões de euros, com destaque para o crescimento do Peru, com um aumento de 65,3%, e do Chile, com um aumento de 32,8%. O lucro antes de impostos desta área cresceu 89,9%, chegando a 62 milhões de euros. Os prêmios provenientes da América Latina Sul representam 12,4% do total de receitas no mundo.
Já a Regional América Latina Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representa 6,3% do total das receitas do Grupo, cresceu 37,2%, chegando a quase 412 milhões de euros, destacando a evolução do México, com um crescimento de 35%, graças ao bom comportamento dos setores de Automóveis, Saúde, Transportes, Vida e Global Risks. O lucro antes de impostos dessa região também cresceu 24,4%, chegando a 24 milhões de euros.
Cifras Globais
A receita da Mapfre entre janeiro e março de 2015 atingiu 7,5 bilhões de euros, o que representa um aumento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios aumentaram 2,6%, chegando a 6,1 bilhões de euros. O lucro antes de impostos aumentou 4,7%, chegando a 459 milhões de euros, enquanto o lucro líquido ficou em 201,4 milhões de euros, o que representa uma queda de 8%, decorrente de um maior volume de negócios que o Grupo divide com sócios externos.
Desde 31 de março de 2015 a MAPFRE vem aplicando em suas contas na Venezuela o tipo de câmbio SIMADI, o que representa uma redução de patrimônio líquido de 266 milhões de euros. Mesmo com essa decisão o patrimônio líquido situou-se em 9,3 bilhões de euros, o que representa um aumento interanual de 14,6%. Os ativos totais aumentaram nos últimos doze meses 16,5%, chegando a 70,6 bilhões de euros.
O índice combinado ficou em 98,8%, afetado pelas perdas excepcionais decorrentes das fortes nevascas que ocorreram nos Estados Unidos em fevereiro (responsáveis pelo acréscimo de 2,6 pontos percentuais no índice) e pelo aumento da frequência de sinistros em vários mercados. Sem o impacto dos Estados Unidos, o índice combinado teria ficado em 96,2%.
O Conselho de Administração pagará o dividendo complementar de 0,08 euros por ação, relativo aos resultados do exercício 2014 no próximo dia 18 de junho. Após o pagamento do dividendo, o desembolso relativo aos resultados de 2014 chegará a 431 milhões de euros, 7,7% acima do que foi pago em 2013.
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