As companhias de seguros registraram um faturamento de R$ 30,3 bilhões no primeiro quadrimestre de 2015 (descontados os segmentos de VGBL, previdência e de assistência suplementar de saúde) — o que representa uma variação positiva de 6% em relação ao mesmo período de 2014. A informação é destaque da edição de junho da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), e que traz um mapeamento mensal do mercado.
Esta edição de junho da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros traz também dados do setor de saúde suplementar. Em 2013, a receita desse segmento foi de R$ 113 bilhões, com variação de 14% em relação a 2012. Em 2014, o valor foi de R$ 130 bilhões, com alta de 16% em relação ao ano anterior.
De acordo com a Carta de Conjuntura, o panorama econômico segue problemático. Em 2014, a taxa de inflação foi de 6,5% e crescimento de 0% da economia. Para 2015, as projeções apontam para uma taxa de inflação de quase 9% e crescimento negativo do PIB. Paralelamente, a indústria automotiva estima recuo de 20% nas vendas, o que deve afetar diretamente a arrecadação do seguro de automóvel.
Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, não há porque se intimidar diante desse cenário. O grande desafio é manter resultado similar ao ano passado, em torno de 12% e, quem sabe, ampliá-lo.
Nesse sentido, o Sincor-SP tem concentrado suas ações em dar aos corretores de seguros o suporte necessário para o desenvolvimento do empreendedorismo. “Vivemos um momento único, somente aquele que estiver imbuído do verdadeiro espírito empreendedor saberá identificar as oportunidades de prospectar novos mercados e investir em produtos e estratégias diferenciadas, com o objetivo de diversificar o mix de carteira”, afirma Camillo.
O interesse brasileiro por arte contemporânea só cresce. Segundo a revista inglesa The Art Newspaper, que recém-publicou a lista das exposições recordistas de público em 2014, o Brasil teve sete das 20 exposições mais visitadas, com destaque para a mostra Salvador Dalí, em 4º lugar, patrocinada pelo grupo segurador BB e Mapfre.
Inclusivas e interativas, essas exposições revelam o potencial desse mercado no Brasil e as oportunidades para a indústria de seguros. Desde 2013, quando o grupo trouxe ao país a exposição “Paris: Impressionismo e Modernidade”, a carteira de seguros para obras de arte cresceu 423%.
“O seguro é item obrigatório no gerenciamento de coleções individuais e de museus, porque dão garantia de indenização em caso de algum dano acidental à obra, além de contribuir para o reparo do bem ou a compra de outro similar”, explica Danilo Silveira, superintendente executivo de seguros tradicionais da BB e Mapfre.
Da catalogação à avaliação de riscos, transporte e manuseio, todo o processo que envolve as exposições é realizado por especialistas. “A rede de profissionais (incluindo, ainda, restauradores, museólogos e especialistas em organização digital e física de patrimônios) e a capacidade de resseguro das obras são alguns itens que fazem as diferença entre as seguradoras que atuam nesse mercado”, afirma.
Atualmente são oferecidas desde apólices básicas, com coberturas para incêndio, a complexas, que garantem riscos como perda ou dano material por qualquer causa, roubos, desde que as peças não estejam em processo de reparo, restauração ou retoque.
O seguro também vem sendo bastante procurado por colecionadores privados, instituições culturais, museus e galerias, que buscam proteção para seu acervo. “Se comparado ao mercado internacional, as taxas praticadas no Brasil hoje já são competitivas e a conscientização sobre a importância do seguro e o grande interesse do brasileiro por exposições têm aumentado a demanda pelo seguro”, destaca Silveira.
A seguradora foi responsável pelo seguro de 24 importantes exposições de arte nos últimos dois anos, entre elas a da artista japonesa “Yayoi Kusama – Obsessão Infinita”, “Mestres do Renascimento: Obras-Primas Italianas”, “Histórias Mestiças”, “Mira Schendel” e “Picasso e A Modernidade Espanhola”, em cartaz no CCBB Rio de Janeiro até dia 7/9.
O ano de 2014 se iniciou com um mercado segurador impulsionado por ampla capacidade e poucos sinistros significativos, tanto no setor de aviação, quanto no aeroespacial, de acordo com o relatório “2014 Airline Insurance Review” da corretora Marsh, é líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos. E no ano de 2013, os subscritores para aviação viram os prêmios do mercado caírem e os sinistros se elevarem, muito em função das grandes perdas em casco. A lucratividade na subscrição dependia, portanto, da capacidade individual de cada segurador que havia sido afetado pelos riscos de maiores perdas.
O setor aeroespacial, como mostra o relatório, havia se beneficiado do níveis mais elevados de segurança das companhias aéreas, o que significava que cada vez menos fornecedores eram chamados às concorrências da indústria. No entanto, em 2014, uma série de acidentes ocorridos durante vôos de teste ou demonstração, impactou negativamente as renovações.
O Airline Insurance Review salienta que o ano de 2013 viu um aumento na competitividade, visto que seguradores tentavam subsidiar suas receitas na indústria da aviação aumentando seus negócios no mercado aeroespacial e, em alguns casos, decidindo participar deste mercado pela primeira vez. Por outrao lado, 2014 começou com os mesmos fatores que haviam impulsionado a indústria nos períodos anteriores. Para mais informações clique aqui e faça o download completo do estudo. O Airline Insurance Review aborda fatores que impulsionam a capacidade dos seguradores, a frequência e severidade das perdas na indústria, maiores sinistros, o calendário de renovações para 2014 e fatores que impulsionarão a precificação em 2015.
Trabalhar com amor e fé tem as suas recompensas. Em vários sentidos. A pessoa vive mais feliz, com mais saúde, tem amigos e, consequentemente, o sucesso chega mais rápido. Além de tudo isso, ainda recebe premiações. No mercado financeiro, o bônus é o mais esperado. Já no mundo dos corretores de seguros são as viagens. As seguradoras preparam viagens inesquecíveis para alimentar o relacionamento com os seus melhores parceiros de negócios. Uma das mais disputadas é a viagem preparada para os corretores Diamantes, pela Tokio Marine. “Nunca fui mas está na minha lista de desejos”, comentou Eduardo Toledo, diretor da corretora JLT, com profundo pesar. Mas Marcos Mendonça de Melo, diretor técnico da JLT, uma das corretoras “Diamante” da seguradora, vai. “2016 está ai”, disse Toledo com grande determinação.
O XIV Encontro de Corretores Diamante, que acontece entre os dias 27 de junho e 4 de julho, tem como destino Portugal, considerado o sexto país mais lindo do mundo segundo pesquisas divulgadas por agências de turismo. Como é de praxe em todas as edições, o evento cumpre a promessa de encantar os profissionais de vendas, acompanhados de seus cônjuges, como atrações escolhidas pelo apurado bom gosto da equipe de eventos e aprovada pela diretoria.
Pela primeira vez, a Tokio Marine Seguradora leva seus parceiros à Europa. Com o tema “Edição Limitada Portugal”, a subsidiária de um dos maiores grupos de seguros no mundo reunirá mais de 200 convidados, entre corretores, assessorias, acompanhantes e executivos da companhia para celebrar as conquistas de 2014 e reafirmar a importância do relacionamento com os profissionais.
“Temos muitos motivos para comemorar. A companhia registrou em 2014 o melhor ano de sua história no Brasil. Obtivemos um crescimento de 22,9%, com uma produção total de seguros de R$ 3,26 bilhões, ante os R$ 2,65 bilhões de 2013. Além disso, pela primeira vez, atingimos um índice combinado inferior a 100%, com a marca de 99,7%”, afirma o diretor executivo comercial da Tokio Marine, Valmir Rodrigues, em nota.
Para começar o mimo, os convidados já receberam em casa uma bandeja portuguesa para “esquentar os motores”. Na caixa também veio um objeto que funciona como gerenciamento de risco para evitar confusão no embarque: uma balança para pesar a mala. Outro cuidado da equipe de eventos foi mandar duas etiquetas para identificar as malas, já preenchidas. Atitude que agrada e evita problemas, uma filosofia que está cada dia mais enraizada no grupo, principalmente nos contratos de riscos patrimoniais. “Cuidamos da segurança de nossos clientes ao ofertar serviço de gerenciamento de risco e como resultado nossa carteira de negócios cresce em faturamento e em rentabilidade”, conta Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine.
Chegando a Portugal, os convidados desfrutarão de uma semana repleta de passeios exclusivos e atrações especialmente escolhidas para proporcionar a melhor experiência em terras lusitanas. Ficarão hospedados no sofisticado Penha Longa Resort, propriedade de estilo palaciano situada entre as colinas da Reserva Natural de Sintra Cascais. Todos os quartos dispõem de varandas privativas com vista para jardins paisagísticos e campo de golfe.
Segundo nota do grupo, a programação foi elaborada com o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho e a dedicação dos Corretores e Assessorias e inclui dias livres para atividades no hotel, almoços, compras e passeios exclusivos, como tours ao Monumento do Descobrimento, à Torre de Belém, classificada pela UNESCO como “Patrimônio Cultural de toda a Humanidade” e à tradicional loja de departamentos da Península Ibérica, “El Corte Inglés”. Sem contar a visita ao Mosteiro dos Jerônimos, local admirado por sua estrutura arquitetônica e referência cultural durante os seus cinco séculos de existência.
Com tanto envolvimento do mercado segurador em esporte, uma visita ao Estádio do Benfica (Estádio da Luz), considerado um dos mais bonitos do mundo, não poderia faltar. No local acontecerão diversas atividades e o almoço. Assim como se faz obrigatória a degustação de vinhos e pratos típico lusitanos. Três degustações na programação: Quinta Catralvos, considerado o mais autêntico vinho português, naQuinta Bacalhoa, na adega Colares, a mais antiga adega cooperativa do país, deslumbrante por sua dimensão e quantidade de tonéis que abriga.
No último dia do encontro, a seguradora preparou uma atração surpresa, além do tradicional jantar com a cerimônia de premiação dos corretores e assessorias, no Pátio da Galé, uma praça do comércio de referência iluminista, que reflete simultaneamente as imagens inovadora e vanguardista da cidade de Lisboa. “Preparamos um show exclusivo com um grande nome da MPB brasileira para a festa de encerramento. Esperamos que nossos Parceiros de Negócios aproveitem as atrações, se divirtam, comemorem conosco as conquistas de 2014 e renovem as energias para fecharmos 2015 com o mesmo sucesso”, diz Valmir Rodrigues.
Estarão presentes os principais executivos da Tokio Marine: o presidente José Adalberto Ferrara, os Diretores Executivos Valmir Rodrigues, Marcelo Goldman, Felipe Smith, Masaaki Itakura e Seigo Ishimaru, além do Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi, Diretores Comerciais e Superintendentes Regionais de Varejo, Corporate, Contas Japonesas e Afinidades.
Segundo Valmir Rodrigues, toda a equipe da Tokio Marine está ansiosa pelo XIV Encontro de Corretores Diamante e feliz pela oportunidade de encontrar, mais uma vez, com este grupo tão especial. “Queremos agradecer aos profissionais que escolheram trabalhar conosco. Nossos Corretores e Assessorias Diamante irão viver momentos inesquecíveis”, conclui.
Bem, conto mais notícias de lá, onde estarei atenta para poder publicar posts com informações relevantes do mercado a todos que querem aprender com aqueles que já construíram uma carteira de negócios saudável e longeva com uma seguradora.
Uma dica que já fica é: invista na venda cruzada (cruzada, e não casada). Seja um consultor. Estude a vida do seu cliente. Faça o levantamento dos sonhos e dos riscos que podem atrapalhá-lo durante o percurso. Oferte a ele garantias inovadoras que já estão disponíveis no mercado. O carro é apenas um dos patrimônios de uma família e que logo pode ser substituído pela bike ou pelo compartilhamento de veículos, como já acontece na França. Inove! Acredite! Proteja! Ajude a criar um Brasil mais resistente a tantos imprevistos desta sociedade moderna, que muda rápido, que é global e também digital.
Nesta terça-feira, 23 de junho, é celebrado o Dia Olímpico. A data marca o aniversário de fundação do Comitê Olímpico Internacional (COI) e diversos países que possuem seus Comitês Nacionais vinculados a essa instituição, assim como o Brasil, comemoram a data. O País será palco da próxima edição dos Jogos Olímpicos, em 2016. No Rio de Janeiro, cidade sede do evento, a expectativa é ainda maior e a preparação para receber os atletas de vários países e os turistas é redobrada.
“A marca Bradesco Seguros se orgulha de ser a seguradora oficial dos Jogos Rio 2016 e, junto com o Banco Bradesco, patrocinar a competição. Desde já, o Grupo Bradesco Seguros está ao lado da torcida brasileira para que seja um momento marcante na história do País e para que os atletas nacionais subam ao pódio, emocionando a todos com suas conquistas”, diz Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.
Para difundir o espírito olímpico, o Grupo Bradesco Seguros lançou no Facebook a fanpage “Bradesco Seguros – Rumo aos Jogos Rio 2016”, que já conta com mais de 200 mil “curtidas”. Na página, é possível acompanhar as principais notícias e curiosidades sobre as modalidades olímpicas e ficar por dentro da preparação para os Jogos Rio 2016. Além de postagens nas redes sociais, o Grupo Bradesco Seguros disponibilizou em seu site uma ferramenta de contagem regressiva para os Jogos. Uma newsletter comemorativa também será enviada para segurados, funcionários, corretores e parceiros, ressaltando a importância e o orgulho de patrocinar e oferecer seus serviços aos Jogos Rio 2016 e o Time Brasil, a equipe olímpica brasileira.
O setor de seguros no Brasil é bem evoluído na área de regulação. Mas, as seguradoras latino-americanas usam muito papel. Nos Estados Unidos e países da Europa, as operações nas seguradoras já estão sendo concretizadas quase sem papel. Foram essas as palavras da líder Global de Estratégia e Análise do setor de seguros na IBM Global Business Services, Ellen Yoon, que há cinco anos está atuando na América Latina.
“Eu também gostaria de ver mais investimento das seguradoras da área de subscrição. Em outros países, há modelos mais avançados de subscrição e de precificação”, disse Ellen Yoon, durante o terceiro painel “Transformação digital: Qual o impacto nas seguradoras”, no congresso CIAB Febraban 2015 (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras), que se encerra hoje no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
Para a transformação digital, a líder global do setor de Seguros da IBM para América Latina, explicou que a empresa tem de começar a trabalhar sem papel. “Tudo digital dentro e fora da seguradora, responsável por mostrar o andamento do “status” em tempo real do sinistro aos clientes”. O encaminhamento do sinistro tem de ser visualizado em cada departamento da seguradora. “Essa procedimento evita ligações dos consumidores ao call center”, disse Ellen Yoon. “Se a seguradora quiser concorrer neste setor nos próximos anos, tem de aceitar a transformação digital em todas as suas áreas e não apenas naquela voltada ao atendimento ao cliente”, completou.
Para Ellen Yoon, o contrato de papel, por natureza, só atende se houver o evento. No novo modelo de negócio, o seguro tem de ser visto como um produto de gestão de risco. “Em vez de só pagar o sinistro, é preciso gerenciar o risco do cliente”, afirmou.
Ellen mencionou uma nova ferramenta da IBM, chamada Watson, que analisa as condições individualizadas para saber se o sinistro será coberto pelo seguro. O produto Watson pode ser alimentado com 20 mil documentos. A ferramenta tem capacidade de dar uma resposta em dois minutos sem perder um parágrafo de cada documento.
Como as seguradoras devem interagir com o cliente de maneira consolidada e ainda tirar proveito para as ações comerciais? Todos os debatedores do painel “Desafios da Distribuição de Seguros” são unânimes em dizer que os aplicativos móveis têm vantagens.
“É um canal poderoso porque a seguradora está o tempo todo com o cliente”, afirmou Ray Edwards, senior business Development Manager do CTO da Cisco, durante apresentação no painel “Desafios da Distribuição de Seguros”, que faz parte da programação do congresso CIAB Febraban 2015 (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras), que se encerra hoje no Transamérica Expo Center, em São Paulo.
Eugênio Velasques
Na avaliação do diretor do Bradesco Seguros, Eugênio Liberatori Velasques, o desafio da área distribuição das seguradores não é só ter ferramentas. Mas, sim encorajar os clientes de que o meio eletrônico é confiável, conveniente e ágil. “As pessoas se comunicam por meio de aplicativos móveis com hotel, bancos, entre outros, menos com a seguradora. As pessoas precisam ter mais confiança que as informações delas estão seguras”, afirma Velasques. “Os bancos, mesmo convivendo durante longo período com toda sorte de turbulências e cálculos de correção inflacionária, conseguiram se adequar, tornando-se referência em segurança de dados”, completa Velasques.
O que deve ser feito para o corretor tradicional e para modelos de distribuição novos são paradigmas a serem resolvidos pelo setor de seguros. O consenso entre os debatedores é de que o cliente tradicional liga muito, por telefone, para a seguradora. Enquanto que o cliente de 20 anos de idade já pensa digital. “É preciso conviver com os dois tipos de clientes. É necessário viver com o mundo tradicional e criar alguns serviços no conceito digital”, explica Ray Edwards. “As seguradoras que não se movimentarem sofrerão em pouco tempo”, completou o gerente executivo de Produtos da BB Seguridade, Ismael Tessari Grandi, moderador do painel.
O cliente é quem define como quer o próprio atendimento. Não é seguradora nem o corretor. “Na prática, quando o mercado impõe muita proteção para distribuição, o canal acaba envelhecendo. A definição final cabe ao cliente. O corretor de seguros tem de estar preparado para isso. E também tem de abandonar o mono produto para oferecer o poli produto. Essa prática levará facilidade e consultoria ao cliente”, diz Velasques.
O evento Oficinas de Empreendedorismo, promovido pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), reuniu cerca de 1,2 mil pessoas entre os dias 19 e 21 de junho, em Atibaia, interior de São Paulo. O conteúdo do evento contemplou, ao longo de mais de sete horas, ampla formação teórica e prática voltada para capacitação em gestão de pessoas, liderança e vendas.
Na cerimônia de abertura do evento, que contou com a presença de destacadas lideranças do mercado de seguros, o presidente do Sincor-SP, convocou os corretores a absorver o máximo de informação possível. “Todo o conteúdo foi pensado visando proporcionar a vocês, empresários da corretagem de seguros, os instrumentos necessários para motivá-los a promover com profissionalismo o desenvolvimento de seu negócio.”
O presidente do SindsegSP, Mauro Batista, enalteceu a postura do Sincor-SP em promover o empreendedorismo da categoria, ressaltando a importância do corretores na cadeia produtiva do setor. “Diante da crise e das dificuldades que vivemos atualmente, não há setor mais apropriado para demonstrar pujança e determinação que o da corretagem de seguros”, diz Batista
Já o diretor da Regional Jundiaí do Sincor-SP (que abrange a cidade de Atibaia), João Henrique Rodrigues Castro, apontou o compromisso da direção do Sincor-SP em investir no desenvolvimento do empreendedorismo dos associados. “A plena capacitação é fundamental para o fortalecimento de toda a categoria, nesse sentido, o Sincor-SP caminha a passos largos e firmes”, afirma Castro.
Professores universitários compartilharam seus conhecimentos e experiência para mostrar aos corretores de seguros como alcançar o sucesso empresarial, mesmo com o cenário adverso da economia.
A palestra de abertura “A vida que vale a pena ser vivida”, apresentada por Clóvis de Barros Filho, professor doutor na Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA-USP), teve por objetivo mostrar que o trabalho não deve ser visto como um fardo. Valendo-se de muita criatividade, bom humor e objetividade, o professor Clóvis levou os participantes a refletir e constatar que é possível trabalhar de maneira mais feliz.
As oficinas sobre Gestão de Pessoas, Liderança e Vendas foram o destaque do sábado. “Gestão de Pessoas” com Joel Dutra, mestre em administração de empresas e doutor em administração, também professor da Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA-USP), buscou familiarizar os participantes com o conceito de âncora de carreira – conjunto de competências, motivações e valores de cada profissional. A identificação dessas características, segundo ele, permite melhor percepção e análise para tomada de decisão sobre a carreira profissional.
Graduado em administração de empresas, com MBA em recursos humanos e mestre em Filosofia pela PUC-SP, Sergio Nery falou sobre liderança situacional. Mesclando teoria e exercício prático, Nery mostrou que o líder deve adequar-se ao momento, direcionando seus colaboradores para que reajam de forma positiva e ofereçam o melhor de si na busca dos resultados.
Doutor em Administração pela FEA-USP e professor de pós-gradução em gestão de vendas e MBA executivo pela ESPM, Charles John Szulcsewski falou os benefícios da venda consultiva que objetiva a conquista e a manutenção da carteira pelo alto grau de compromisso com o serviço, atendimento às necessidades e conhecimento pleno da situação do cliente, com base numa relação duradora de confiança.
A palestra “Atitudes assertivas para o empreendedorismo” foi apresentada pelo professor Dado Schneider, doutor em comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). Criador da Palestra Muda, ele encerrou o evento orientando os participantes a aplicar no dia a dia uma postura focada no empreendedorismo. Ao longo do evento, o público também pôde de visitar a Feira de Oportunidades Empreendedoras, para conhecer as novidades das seguradoras.
Seguindo a estratégia de desenvolvimento de produtos segmentados, a Tokio Marine Seguradora lança o Tokio Marine Imobiliário. O seguro foi especialmente criado para atender à locadores, locatários e imobiliárias e pode ser customizado de acordo com as demandas de cada Parceiro de Negócios. São nove coberturas para imóveis residenciais e empresariais e os planos podem ser adaptados para atender de maneira completa o segurado.
O Tokio Marine Imobiliário pode cobrir exclusivamente a estrutura do imóvel, opção que geralmente é solicitada pelos proprietários. Mas também é possível atender a necessidade dos locadores, ofertando a cobertura apenas para conteúdo. O Corretor, em parceria com as imobiliárias, irá definir quais são os planos e as coberturas que atendem a necessidade de cada cliente.
O grande diferencial do Tokio Marine Imobiliário é o fato de ser 100% online, com um leque completo de coberturas e planos diferenciados de assistência 24 horas, além de facilidades operacionais inovadoras neste mercado.
Entre os serviços de assistência residencial, destacam-se itens importantes no dia-a-dia, como: desentupimento, chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, mudança/guarda-móveis e inspeção domiciliar. Além da cobertura contra incêndio, obrigatória por lei para imóveis em locação, ainda é possível contratar coberturas como: perda de aluguel, danos elétricos, responsabilidade civil familiar, furto de bens com arrombamento e roubo, entre outras. A proteção é instantânea, começa imediatamente após a contratação do seguro.
O imóvel está coberto logo após a contratação e o pagamento pode ser feito à vista ou em até 12 vezes sem juros, conforme a necessidade de cada cliente.
A Comissão de Sustentabilidade da CNseg tem novo titular: Fátima Lima, que é diretora de Sustentabilidade do Grupo Segurador BBMAPFRE. Ela antecipa parte da pauta das discussões do grupo que comandará, incluindo-se a construção de uma matriz de materialidade para o setor de seguros. Sua principal prioridade “é trabalhar para que as questões-chave de sustentabilidade sejam incorporadas na estratégia das empresas, garantindo a perenidade dos negócios e do setor de seguros”. Veja a íntegra de sua entrevista concedida ao Portal CNseg.
1. Quais temas serão priorizados em sua gestão à frente da Comissão de Sustentabilidade da CNseg?
Em um período difícil para as economias brasileira e mundial, incluir a sustentabilidade no centro dos negócios é uma iniciativa cada vez mais estratégica. Isso porque a análise dos aspectos ambientais, sociais e de governança muitas vezes é sinônimo de redução de custos e promoção do crescimento com inovação.
Nesse sentido, minha meta é trabalhar para que as questões-chave de sustentabilidade sejam incorporadas na estratégia das empresas, garantindo a perenidade dos negócios e do setor de seguros.
Outra prioridade é garantir que as questões abordadas nos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), e que tratam da inclusão dos aspectos ASG no dia a dia das atividades de seguros, do engajamento da cadeia de valor, do aperfeiçoamento das relações institucionais e governamentais, e do aprimoramento da comunicação dos avanços conquistados nessa área, sejam cada vez mais introduzidas na estratégia do setor como um elemento importante para o crescimento do setor.
Esses princípios, que norteiam o nosso negócio, precisam realmente ser entendidos e sistematizados pelas empresas, para que o Brasil possa alcançar uma maior representatividade em relação ao tema.
Também pretendo atuar na integração das federações, que já trabalham com temas associados a questões materiais de sustentabilidade como previdência, saúde e segurança, por exemplo, trazendo cada vez mais as discussões dessas entidades para um diálogo com foco em sustentabilidade e na geração de valor compartilhado.
2. Quais os principais projetos em andamento e/ou concluídos desenvolvidos pela Comissão de Sustentabilidade?
Muitos projetos desenvolvidos pelos grupos de trabalho constituídos por membros da Comissão merecem destaque.
Um deles envolve a construção de uma matriz de materialidade para o setor de seguros, que permitirá identificar os temas, capitais e aspectos de interesse e relevância para cada público ligado ao setor. Essa ação também nos permitirá criar um plano de engajamento da CNseg com os diferentesstakeholders da indústria de seguros e que poderá ser utilizado como insumo pelas federações e seguradoras.
Temos ainda o plano de engajamento de stakeholders para questões relacionadas à sustentabilidade; a parceria com a GRI para a construção de indicadores específicos para o setor de seguros; e o projeto de definição das metas PSI para 2016, para garantir que os princípios sejam cada vez mais incorporados ao posicionamento estratégico das seguradoras brasileiras.
Outro projeto interessante concluído recentemente foi a pesquisa de avaliação do grau de adoção de fatores de sustentabilidade pela indústria de seguros brasileira, elaborada pelo pesquisador Flávio Nogueira, da UFRJ. O estudo avaliou a evolução do reconhecimento dos riscos ASG pela indústria de seguros nacional, testando a relação entre esse progresso e a adoção de políticas de sustentabilidade pelas seguradoras, com resultados positivos: a maioria das empresas consultadas (53,5%) já considera que os fatores ASG influenciam a subscrição e, a partir da materialidade financeira desses riscos, foram identificadas 48 oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos e serviços.
A Comissão mantém ainda um forte trabalho de comunicação e incentivo ao debate, com a realização e a participação em seminários e fóruns de discussão que promovem as questões de sustentabilidade, como o Seminário de Riscos Emergentes, que será realizado em setembro, na próxima Conseguro, colocando o tema da sustentabilidade no centro de debates de um dos mais importantes eventos do setor no Brasil.
3. Que projetos devem entrar na pauta da Comissão?
Desde a sua criação, a Comissão tem mantido um papel ativo no desenvolvimento de iniciativas capazes de promover e disseminar o conceito de sustentabilidade, garantindo a implementação do PSI e despertando o setor para a importância desse tema.
Seguindo nessa linha, pretendo intensificar o debate sobre os efeitos de riscos globais no setor de seguros. As crises no abastecimento de água e de alimentos; as mudanças climáticas; as catástrofes naturais, entre outros aspectos sociais, geopolíticos e tecnológicos, são riscos que vêm se intensificando e o setor de seguros precisa estar preparado para lidar com essas questões e inovar com sustentabilidade.
As novas demandas da sociedade e o novo contexto mundial que requer a análise dos aspectos ASG devem ser incorporados à estratégia do negócio das seguradoras. O nosso papel, como tomadores de risco, é compreender e sistematizar os novos fatores de risco, aprimorando as dimensões e processos de análises e identificando os riscos futuros e incorporando-os à estratégia da empresa.
4. Como sua experiência na diretoria de Sustentabilidade do grupo BB/MAPFRE pode contribuir para os trabalhos da Comissão de Sustentabilidade?
Há mais de 10 anos à frente da área de Sustentabilidade do GRUPO BB/MAPFRE, fui responsável por levar esse tema para a estratégia corporativa da empresa, criando valor e disseminando conceitos e informações entre todos os envolvidos.
Esse olhar estratégico a partir de um contexto mais amplo, que envolve não apenas o desempenho econômico financeiro, mas considera também aspectos ambientais, sociais e de governança, é fundamental para que as empresas fortaleçam o seu posicionamento diante do mercado e da sociedade.
Por isso, continuarei trabalhando para mostrar a importância de incluir a sustentabilidade na estratégia de negócios. Somente assim, conseguiremos fazer com que o tema seja cada vez mais disseminado e entendido como uma peça fundamental que garante o pleno funcionamento do negócio, de forma sustentável.
5. Como têm sido os trabalhos no Conselho do PSI? Alguma mudança recente relevante no regulamento?
É uma honra integrar, a partir desse ano, o board do PSI. Desde sua criação, em 2012, os Princípios para Sustentabilidade em Seguros têm avançado significativamente em todo o mundo, contando hoje com 80 membros, sendo 45 signatários, que representam aproximadamente 15% do prêmio global e totalizam US$ 9 trilhões em ativos.
Recentemente, estive em Zurique, na Suíça, para participar da conferência internacional do PSI, onde discutimos as prioridades, os desafios e os possíveis caminhos para a indústria de seguros.
Se analisarmos os principais projetos e iniciativas já concluídos ou em andamento, é possível identificar os avanços conquistados até agora e ter uma ideia da importância dos temas que estão sendo debatidos em nível global.
Uma das iniciativas em andamento é o projeto PSI de Resiliência Global, que envolve a elaboração do relatório Construindo comunidades e economias resistentes às catástrofes e de um mapa de riscos globais com informações sobre seguros que permitam identificar comunidades em risco e trabalhar com governos, comunidades e outros stakeholders para reduzir o risco.
Outra ação interessante é a Pesquisa Global “Entendendo as correlações: regulamentações de seguro e desenvolvimento sustentável”, cujo relatório final deve ser publicado até outubro deste ano.
Também está sendo desenvolvida outra pesquisa global sobre a integração de riscos relacionados aos aspectos ASG no processo de subscrição de projetos de infraestruturas (portos, pontes, barragens, etc.).
Mais uma importante iniciativa em andamento é a Declaração e Compromissos para Resiliência de Riscos de Desastres e Desenvolvimento Sustentável, que permite aos seus signatários assumir compromissos mais abrangentes que simplesmente aqueles relacionados à redução de riscos de desastres, incluindo também temas relacionados à mitigação e adaptação às mudanças climáticas, por exemplo.
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