Inscrições para o Selo ENEF terminam no dia 12 de julho

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Desde o dia 12 de maio, quando foram abertas as inscrições para o Selo ENEF, programa que reconhecerá iniciativas que contribuam para disseminar ações alinhadas à educação financeira e que estejam em consonância com os critérios estabelecidos pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), 48 instituições já se cadastraram para obter o reconhecimento do Selo e 34 projetos foram inscritos. No próximo domingo, dia 12 de julho, termina o prazo para cadastro das propostas que pode ser feito por meio do site www.vidaedinheiro.gov.br .

Membro do CONEF desde 2010, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdências Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) participa dessa mobilização multissetorial em torno de ações de educação financeira no Brasil, coordenando a execução e definindo planos, programas e ações da ENEF, ao lado de outras instituições. Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é necessária uma mudança de comportamento para um consumo financeiro mais responsável da população. “A educação financeira é um instrumento fundamental para que consumidores e investidores possam desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados a verificar oportunidades de mercado e ter consciência dos riscos assumidos”, avalia.

Para o Selo ENEF, as iniciativas de educação financeira poderão ser apresentadas por órgãos ou entidades, públicas ou privadas, de forma individual ou em conjunto. É importante ressaltar que uma iniciativa é um conjunto de ações coordenadas e continuadas que contribuem para o alcance dos objetivos da ENEF. O selo será concedido à iniciativa e não às ferramentas educacionais de forma isolada e terá a validade de quatro anos. O processo de concessão será realizado e revisto a cada dois anos.

Os interessados poderão inscrever iniciativas de educação financeira que tenham metodologia pedagógica de desenvolvimento adequada ao público beneficiário. De acordo com o regulamento, as iniciativas poderão envolver ações à distância ou presenciais, deverão ser gratuitas ao público-alvo e não terão objetivo de promoção comercial de produtos ou serviços. Podem ser abordados conteúdos como: cidadania, consumo responsável, orçamento pessoal e familiar, poupança e investimento, crédito, autonomia, prevenção, planejamento financeiro, empreendedorismo, defesa do consumidor/investidor, sistema financeiro nacional, educação fiscal e mudança da condição de vida.

A ENEF foi instituída pelo Decreto nº 7.397 como política de Estado permanente e tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da cidadania ao fornecer e apoiar ações que ajudem a população a tomar decisões financeiras mais conscientes. A CNseg também apoia a Semana Nacional de Educação Financeira, promovida pela ENEF desde 2014.

O CONEF

O CONEF é formado por representantes das seguintes instituições: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

A AEF-Brasil

A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima, a BM&FBOVESPA S.A, a CNseg e a FEBRABAN, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.

Marcos Couto vai para o conselho e Gibran Marona assume Tempo Assist

A Folha de S.Paulo informa que a Tempo Assist, que atende seguradoras e financeiras, tem um novo presidente-executivo. Gibran Marona assume o cargo no lugar de Marcos Aurélio Couto. O novo executivo atuou nos últimos cinco anos como vice-presidente da Tempo USS, braço do grupo. Couto passa a ser presidente do conselho de administração.

Webinar Sinistro Protector está disponível no porta da seguradora

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Aqueles que não conseguiram acompanhar o webinar realizado ou que gostariam de assistir novamente, podem acessar todo conteúdo apresentado disponível no link da inscrição do evento.

O Protector, solução online referência em Seguros de Responsabilidade Cívil Profissional, promoveu hoje (07/07), seu segundo Webinar Protector exclusivo sobre a área de Sinistros. O treinamento online contou com mais de 80% de interação e 100% de aceitação do público.

Com 1 hora de duração, Rafael Fragnan, Gerente de Sinistros da Argo Seguros Brasil, apresentou aos corretores uma visão geral sobre as possibilidades de ocorrências de sinistros dos Produtos Protector no Brasil, abordando as principais características gerais, potenciais de riscos e exemplos de reais de sinistros ocorridos. “O nosso webinar teve um grande alcance de inscritos presentes e tivemos mais de 80% de interação. Cada vez mais sentimos a importância de estarmos presentes por meio dos web seminários com nossos parceiros, não somente para mostrar o mercado atual, mas também para esclarecer todas as dúvidas. Ficamos felizes pelo o alto nível de aceitação que tivemos”, comenta Rafael Fragnan.

Os corretores Protector puderam ainda participar durante o webinar dando a sua opinião referente ao conteúdo apresentado. A maior parte que esteve presente considera que o tempo de resposta ao segurado (58,8%) é o fator mais importante em relação a área de sinistro, seguido pela qualidade técnica da equipe responsável (23,5%) e coerências nas informações apresentadas (17,6%).

Comissão rejeita rastreador obrigatório em auto

Fonte: CNseg

Após a rejeição pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio nesta semana, o Projeto de Lei 1019/15 que torna obrigatória a instalação de rastreadores em veículos recém-saídos de fábrica, produzidos no Brasil ou importados, dependerá de votação plenária, por ter perdido o caráter conclusivo na Câmara dos Deputados.

O parecer do relator na Comissão, deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), foi pela rejeição da matéria, já que, para ele, a proposta viola a privacidade do cidadão.

No relatório, o parlamentar assinalou que o Ministério Público Federal (MPF) já contestara a Portaria 253/09 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que obriga os fabricantes a instalar nos veículos sistema de localização, que “disponibilize informações de posicionamento geográfico”, devendo ser ativado mediante conhecimento e anuência por escrito do proprietário.

Tanto que o MPF propôs ação civil pública contra a União, perante o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, com o objetivo de compeli-la a não exigir dos fabricantes de veículos automotores a instalação obrigatória de equipamento com a função de rastreamento/localização. O Ministério Público alega que o “Estado, reconhecendo a sua ineficiência no combate ao crime, quer instituir um mecanismo de controle da liberdade individual de seus cidadãos”. “Nosso entendimento vai ao encontro do que justificou o MPF”, afirmou Pereira. “Não cumpre ao Estado interferir na esfera particular do indivíduo e decidir por ele como proteger seu bem”, complementou.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Bradesco e Santander fazem oferta pelo HSBC

Fonte: Agência Estado

O Bradesco e o Santander podem ter sido os únicos bancos a fazerem uma oferta vinculante pelo HSBC Brasil, conforme fontes ouvidas pelo Broadcast. O Itaú Unibanco pode ter ficado de fora da última fase de disputa, de acordo com as mesmas fontes, e não teria feito um novo lance, confirmando a expectativa do mercado de que seu apetite pelo ativo era baixo. O prazo para envio das propostas terminou hoje.
A melhor oferta garantirá ao vencedor negociar o HSBC no Brasil que soma cerca de R$ 168 bilhões em ativos, segundo os dados mais recentes do Banco Central com exclusividade, quando ocorre o processo de due diligence (investigação e auditoria das informações). A expectativa é que a transação seja concluída até agosto, conforme cronograma divulgado pelo Goldman Sachs, assessor financeiro da negociação.

O Bradesco segue como favorito a comprar o HSBC, na opinião de diversas fontes de mercado. Isso porque adquiri-lo significa encostar em seu principal concorrente, o Itaú, em ativos, praticamente eliminando a distância erguida desde a fusão com o Unibanco. Se o comprasse, considerando dados do primeiro trimestre, ultrapassaria R$ 1,2 trilhão em ativos, perto do R$ 1,295 trilhão do Itaú ao fim de março. Há ainda oportunidades, conforme fontes, de explorar o público de renda mais elevada, a forte presença do banco na região Sul do País e também a oferta de seguros, hoje, nas mãos da alemã HDI e pouca explorada quando comparada à atuação da seguradora do Bradesco.

Já o Santander teria, segundo executivos de mercado, apetite um pouco menor. Uma fonte diz que o banco não considera fazer loucura para levar o HSBC, mas que somente o espanhol poderia assumir a tarefa desempenhada pela instituição inglesa para seus clientes aqui e no exterior. Motiva seu interesse, de acordo com fontes, a oportunidade de acelerar seu crescimento no País fora a menor sobreposição de agências. O espanhol chegou ao Brasil em 1982 e o pulo do gato por aqui foi em novembro de 2000, ao pagar R$ 7,5 bilhões pelo Banespa. Depois disso, comprou o ABN AMRO, que por sua vez já havia consolidado Real, Sudameris e América do Sul.

O Itaú teria optado, conforme fontes, não seguir na disputa pelo HSBC Brasil pelo fato de o ativo agregar menos valor à sua operação. Além de o banco já atuar mais fortemente no segmento de alta renda que seus outros concorrentes, ainda está envolvido na fusão com o chileno CorpBanca, cuja conclusão está prevista somente para 2016. Até o fim da noite, porém, alguns executivos ainda tinham dúvidas em relação à sua real desistência.

Fontes e analistas de mercado acreditam que as ofertas vinculantes devem ter ficado próximas do valor patrimonial do banco, de mais de R$ 10 bilhões. Embora alguns cálculos indiquem teto de até R$ 14 bilhões, especialistas lembram que a instituição que adquirir o HSBC no Brasil terá de desembolsar outros bilhões de reais para repaginar a rede física e ainda ajustar a operação que, além de rentabilidade negativa, deu prejuízo no ano passado. Há ainda a incógnita de quem arcará com os custos das demissões que geralmente ocorrem em processos de M&A (fusão e aquisição, na sigla em inglês).

O comprador vai levar somente a operação de varejo, conforme informou o banco inglês em 09 de junho, durante reunião com investidores, em Londres. O HSBC pretende manter a estrutura de atacado no Brasil para atender grandes companhias no País nos moldes de outros estrangeiros presentes.

Na primeira rodada de ofertas, as não vinculantes, que indicam o interesse do comprador, mas não os obrigam a adquirir o ativo pelo preço ofertado, o Bradesco teria oferecido cerca de R$ 10 bilhões para ficar com o ativo, conforme antecipou o Broadcast, no início do mês. O Santander ficou próximo e teria, segundo fontes, oferecido entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões. Já o Itaú, de acordo com as mesmas fontes, teria feito um lance de R$ 8 bilhões.

No mês passado, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, confirmou que o banco iria fazer uma oferta vinculante para comprar o HSBC Brasil em julho. Sem revelar o quanto o banco estaria disposto a desembolsar pelo ativo, ele disse que o tamanho do cheque seria definido praticamente na última hora. Fizemos uma oferta (não vinculante) e estamos analisando. A segunda oferta só será feita em julho pelo calendário do vendedor. Como está na segunda fase de avaliação de dados e de números, o tamanho do apetite, da vontade, do cheque será definido praticamente na última hora, disse Trabuco, na ocasião.

De saída do varejo bancário brasileiro, o HSBC já acertou, inclusive, o fim do patrocínio de naming rights da casa de shows que leva seu nome, em São Paulo. O banco informou ao Broadcast que o direito de batismo do local se encerra no dia 25 de agosto de 2015, até quando vigorarão os benefícios aos correntistas do HSBC.

Sobre o envio das propostas vinculantes, o banco não se manifestou. Bradesco, Santander e Itaú também preferiram não comentar o assunto.

Anfavea divulga resultados da indústria automobilística no semestre

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, apresentou na segunda-feira, 6, os resultados de junho e do primeiro semestre da indústria automobilística. O levantamento aponta produção de 184 mil autoveículos no sexto mês do ano, que comparada com as 210,4 mil unidades fabricadas em maio significa queda de 12,5%.

Na análise com junho do ano passado, quando 215,9 mil unidades foram produzidas, a retração foi de 14,8%. Com estes resultados, a indústria encerrou o primeiro semestre com recuo de 18,5% frente ao mesmo período de 2014: foram 1,27 milhão de autoveículos produzidos este ano contra 1,56 milhão no ano anterior.

Os dados do acumulado do licenciamento mostram também retração de 20,7% na comparação dos 1,31 milhão de veículos deste ano com os 1,66 milhão do ano passado. Em junho de 2015, o licenciamento registrou 212,5 mil unidades, decréscimo de 19,4% se comparado com as 263,6 mil de 2014, mas estável na análise com maio deste ano, quando 212,7 mil unidades foram vendidas.

Já as exportações apresentaram resultado positivo no comparativo mensal. Em junho 48,1 mil veículos deixaram o País, o que representa alta de 17,9% frente as 40,8 mil unidades de maio e de 96,8% se confrontado com junho de 2014 com 24,4 mil unidades. No semestre o crescimento foi de 16,6%, com 197,3 mil unidades exportadas este ano e 169,3 mil no ano passado.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, os dados resultam de uma série de fatores:

“O País passa por um cenário de baixa confiança dos investidores e consumidores, restrição ao crédito e expectativa pela conclusão dos ajustes na economia. Porém, acreditamos que os anúncios de algumas medidas, como o Plano Nacional de Exportações e o Plano Safra, são parte de uma agenda positiva. E neste contexto, esperamos também que o anúncio programado para hoje do Programa de Proteção ao Emprego, como instrumento adicional para a garantia dos postos de trabalho, terá impacto positivo”.

Caminhões e ônibus
As vendas de caminhões encerraram junho com aumento de 2,7% ao se comparar as 6,2 mil unidades no mês com as 6 mil licenciadas em maio. No comparativo contra junho de 2014, a retração foi de 41,6%, com 10,6 mil unidades naquele período. Nos seis primeiros meses do ano a queda foi de 42,3%, quando comparados os 37,3 mil produtos licenciados este ano com os 64,6 mil no ano passado.

No comparativo entre a produção dos primeiros semestres de 2015 e 2014, os números indicaram baixa de 45,2%: foram 41,6 mil unidades fabricadas neste ano e 76 mil em 2014. A produção de junho encerrou com 5,3 mil unidades, contração de 35,5% com relação as 8,2 mil no mesmo mês do ano passado e de 14,3% contra as 6,2 mil de maio.

Nas exportações o resultado ficou acima em 9,3%, na comparação das 10,2 mil unidades no acumulado deste ano contra as 9,3 mil de 2014. Os números da análise mês a mês mostram que junho, que registrou 2 mil caminhões exportados, foi 8,1% menor do que maio – 2,1 mil – e 26,1% maior do que as 1,6 mil do mesmo mês de 2014.

As vendas no segmento de ônibus em junho ficaram estáveis em relação a maio, ambos com 1,4 mil unidades. No comparativo contra junho do ano passado, com 2 mil unidades, foi registrada baixa de 26,3%. No acumulado a contração chega a 27,7%, com 9,7 mil este ano e 13,4 mil no ano passado.

Os produtores de chassis fabricaram 1,8 mil unidades em junho, o que representa diminuição em 22,4% frente as 2,3 mil de maio e de 29,2% contra as 2,5 mil de junho do ano passado. No semestre a queda foi de 27,8%: 13,9 mil unidades este ano e 19,2 mil em 2014.

As exportações acumuladas do segmento apontam expansão de 1,5% – foram 3,3 mil este ano e 3,2 mil no ano passado.

Máquinas agrícolas e rodoviárias
No segmento de máquinas autopropulsadas as vendas chegaram a 4,4 mil unidades no sexto mês do ano, o que significa aumento de 6,9% sobre as 4,1 mil de maio e redução de 24,8% se comparado com igual período de 2014, com 5,9 mil unidades. No acumulado deste ano, que soma 24,7 mil unidades, a baixa é de 25,1% contra as 33 mil unidades vendidas no ano passado.

Ainda no período acumulado do ano, a produção recuou 24,4%, ao comparar as 30,5 mil unidades de 2015 ante as 40,4 mil do ano anterior. Somente em junho deste ano 3,7 mil máquinas foram fabricadas, o que significa diminuição de 36,4% frente as 5,8 mil de maio e de 36,6% com relação as 5,8 mil de junho de 2014.

As exportações em junho, com 1,1 mil unidades, avançaram 16,9% quando comparado com o mês anterior, que registrou 942 unidades, mas caiu 9% com relação as 1,2 mil de junho do ano passado. No acumulado a retração foi de 18,4%: foram 5,4 mil máquinas em 2015 e 6,6 mil no ano passado.

Porto Seguro Conecta dobra base de clientes em 2015

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A Porto Seguro Conecta começa nova etapa do plano de negócios, que tem como objetivo simplificar a gestão de consumo de seus assinantes. Com o novo posicionamento, a operadora oferece à base de clientes da seguradora a tranquilidade de falar ilimitado para qualquer operadora, e optar somente pelo pacote de internet que deseja para ficar 100% conectado.

A partir de R$ 99,90, o PLANO ILIMITADO CONECTA+ traz opções de pacotes de internet de 1GB, 2GB, 5GB e 10GB. “Há um claro desconforto dos consumidores em relação à simplicidade dos planos de telefonia. Nós queremos mudar isso e acreditamos que as pessoas não precisam se preocupar com a quantidade de minutos falados e sim garantir que usem o serviço para facilitar seu dia a dia.”, explica Tiago Galli, Superintendente da Porto Seguro Conecta.

Em 2015, a Porto Seguro Conecta dobrou sua base de assinantes, com média de crescimento mensal de 15% de novos clientes. O Grupo Porto Seguro tem como estratégia oferecer sinergia entre todos os produtos, de todas a unidades de negócios, para gerar a fidelização dos clientes. “A ideia é entregar conveniência e facilidade ao cliente, e telefonia móvel possui atributos totalmente aderentes e esta estratégia: smartphones acumulam funções essenciais do dia a dia, e conectividade virou mandatório em nossas vidas”, comenta o executivo.

O usuário possui serviços exclusivos como o Conecta Center, aplicativo que permite o usuário acompanhar o consumo de voz, sms e internet, em tempo real, com uma interface intuitiva e amigável; e o Conecta Assist, que inclui Porto Boy, o Helpdesk e o empréstimo de aparelhos, em casos de assistência técnica. E ainda conta com programa de bônus, que gera desconto na renovação do Seguro Auto ou na fatura do celular.

CNseg inicia a divulgação dos webdocumentários sobre vencedores da 4ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

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A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) inicia nesta semana a divulgação da série de webdocumentários sobre os projetos vencedores do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros 2014. Desde a última edição, a Gerência Executiva do Prêmio produz filmes que contam a história dos trabalhos premiados como mais uma forma de reconhecer as iniciativas inovadoras, além de inspirar os demais colaboradores do mercado segurador a participarem com os seus projetos.

O primeiro vencedor apresentado é o “Essencial Vida – Seguro de Vida Individual Flexível”, de Patrick Paiva e Bernardo Dieckmann, da Icatu Seguros. O trabalho, que conquistou o segundo lugar na categoria “Produtos e Serviços”, nasceu com o objetivo de ser um produto flexível e proporcionar autonomia aos corretores e segurados. Os autores do projeto observaram no público uma maior preocupação com a proteção individual e a conscientização sobre a importância do seguro de vida na sociedade, investindo em um produto altamente personalizado, no qual é possível combinar coberturas, capitais segurados, benefícios e assistências diferenciadas de acordo com o estilo de vida de cada um.

O seguro permite que o corretor preste consultoria financeira ao cliente, auxiliando-o a identificar as proteções necessárias, e monte o plano apropriado já no momento da contratação. O Essencial Vida oferece sete opções de coberturas e capitais segurados e 12 opções de benefícios e assistências, somando 51 possíveis combinações de agenciamento e corretagem. A variedade amplia o nível de satisfação do segurado e auxilia o mercado a aperfeiçoar seu relacionamento com o consumidor, resultado traduzido pela superação em 234% da expectativa inicial de vendas do novo seguro.

Para assistir ao webdocumentário, acesse o hotsite do Prêmio (www.premioseguro.com.br), a fanpage (www.facebook.com/InovacaoemSeguros) ou o portal da CNseg (www.cnseg.org.br).

Editora Roncarati comemora sucesso do primeiro curso de seguros

cristina roncaratiPor Márcia Alves

A expectativa de crescimento dos seguros D&O e E&O e, possivelmente, do aumento de sinistralidade, atraíram profissionais de diversas categorias para o primeiro curso oferecido pela Editora Roncarati nessa área. O curso “Noções Essenciais de D&O e E&O”, realizado no último dia 30 de junho, em São Paulo, teve lotação máxima, inclusive com participantes de outros estados, além de avaliação positiva dos alunos. “Superou nossas expectativas”, comemorou Christina Roncarati. Ela adianta que até o fim do ano outros cursos serão oferecidos pela editora.

Entre os diversos corretores de seguros da turma do primeiro curso, Milton Maldonado, do Grupo Elo Brazil, revelou que sua expectativa era realizar novos negócios na área de linhas financeiras. “A procura pelo seguro D&O está aumentando e a tendência é de crescimento da demanda. Por isso, quis realizar o curso para aumentar meu conhecimento sobre esses seguros e prospectar mais clientes”, disse.

Para Rodrigo de Mello Junqueira, da Euroamerica Corretora de Seguros, conhecer mais a fundo o D&O ajudará no desempenho de sua atividade. “Alguns detalhes que não percebemos no dia a dia, mas são importantes, foram transmitidos de forma objetiva pelo curso. Este é o caso, por exemplo, do alcance da cobertura para empresas adquiridas.

Najila Santos Costa, da TRR Securitas Corretora de Seguros, também destacou a importância do novo aprendizado. “Atuo diretamente na área de seguros de linhas financeiras e não tenho formação em Direito. Daí porque, entender melhor as coberturas, produtos e, principalmente, legislação de D&O e E&O, é extremamente importante para mim”, disse.

A aplicação de franquia no D&O, um dos temas abordados no curso, foi o que interessou o advogado Wagner Cardoso da Silva, da Zurich Seguros. “Conhecer bem a matéria é importante para a venda correta desse seguro e, ainda, para evitar litígios. Algumas vezes, surgem dúvidas a respeito da aplicação de franquia na cobertura C e do valor do limite máximo, que geram muitas discussões”, afirmou.

O aumento de sinistralidade de D&O, reflexo dos desdobramentos da Operação Lava-Jato, despertou o interesse do consultor da Unique, Carlos Henrique Pinto. Ele revelou que muitos de seus clientes sofreram perdas nessa área. Segundo a instrutora do curso, Thabata Najdek, Underwriter Financial Lines na Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), depois do estouro do escândalo da Petrobras, algumas construtoras tentaram contratar na última hora o seguro D&O. “Muitas temiam ser envolvidas no escândalo”, disse.

Mas, boa parte das empresas denunciadas pela Operação Lava-Jato possui o seguro. “Este é motivo de alta da sinistralidade em D&O, já que os valores adiantados pelas seguradoras para o pagamento de custos de defesa são elevados, na faixa de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões em cada caso”, disse. Ela frisou, entretanto, que em caso de condenação judicial do segurado, os valores indenizados deverão ser devolvidos.

Entre as diversas questões abordadas no curso, Thabata também tratou da exclusão de cobertura para multas e penalidades, determinada pelas regras de D&O. Mas, alertou os alunos para que fiquem atentos aos textos das apólices. “A cláusula de exclusão de multas e penalidades deve conter a ressalva ‘exceto os custos de defesa’, porque, caso contrário, não haverá cobertura nem para isso”, disse.

RSA Seguros anuncia novos superintendentes na unidade de Transportes

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia os executivos Marcio Santos como novo Superintendente Comercial de Transportes e Claudinei Costa como Superintendente de Subscrição de Transportes da Companhia.

Os executivos terão como desafio a atuação ainda mais próxima aos corretores na prospecção e no desenho de contas e atendimento diferenciado a corretores e clientes, garantindo, assim, melhores condições no fechamento e na gestão das contas. Marcio e Claudinei se reportarão interinamente a Thomas Batt, CEO da RSA Seguros no Brasil.

De acordo com Thomas, a RSA Seguros tem como política investir em talentos internos e valorizar seus funcionários nas oportunidades de crescimento profissional na Companhia. “Santos está na RSA Seguros desde 2003 e Costa, desde 2007. Ambos sempre tiveram importantes papeis para o nosso negócio e a escolha dos profissionais para os cargos foi natural”, comenta o CEO.

Atualmente, a carteira de Transportes da RSA Seguros é composta por mais de 40 profissionais e conta ainda com outros 22 funcionários dedicados de outras áreas, como Sinistros, Operações e Tecnologia. Ao todo, mais de 60 profissionais lidam diariamente com a unidade de negócios e oferecem os melhores atendimento e soluções em seguros de Transportes.

Outra mudança na unidade de negócio foi a saída do executivo Adailton Dias, que ocupava o posto de Diretor de Transportes da RSA Seguros no Brasil.

Há mais de 60 anos no mercado brasileiro, a RSA Seguros atua com foco em seguros corporativos e de afinidades. No País, a Companhia disponibiliza coberturas sob medida para Frota de Automóveis, Pequenas e Médias Empresas, Transportes e Afinidades, além de facilidade de processos, ferramentas de cotação e emissão na ponta, agilidade na resolução do sinistro, diferenciais em assistências e benefícios, e pacotes de cobertura diferenciados para diversos tipos de atividades.

O grupo RSA possui 19 milhões de clientes e está presente em mais de 140 países. Com mais de 300 anos de atuação no segmento, a Companhia apresenta iniciativas pioneiras, soluções de qualidade e excelência na prestação de serviços.