Icatu Seguros alcança faturamento de R$1,5 bilhão no primeiro semestre

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A Icatu Seguros, maior seguradora independente de Vida e Previdência do país, alcançou faturamento de R$ 1,5 bilhão no primeiro semestre de 2015, aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. O patrimônio líquido atingiu R$ 848,4 milhões ao final do semestre, após distribuição de R$ 100 milhões em dividendos. A seguradora fechou o semestre com aproximadamente R$ 320 milhões em volume de ativos livres.

Mantendo o desempenho do mesmo período do ano anterior, a companhia alcançou lucro líquido de R$ 130,5 milhões. A Icatu Seguros chegou ao final do primeiro semestre com R$ 16,8 bilhões em ativos sob administração.

“Os resultados do primeiro semestre do ano demostram a consistência do crescimento da companhia, que tem buscado aprimorar constantemente o atendimento e investido na qualidade dos produtos e serviços aos clientes, corretores e parceiros comerciais. Os números refletem o trabalho de uma equipe que atua de forma coesa na direção dos mesmos objetivos” – afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel. O executivo complementa que apesar de 2015 ser um ano desafiador em função do contexto econômico, a empresa tem mantido o ritmo forte de crescimento e lucratividade dos últimos anos, aproveitando as oportunidades que o setor apresenta.

O faturamento da companhia no segmento de seguros de pessoas atingiu R$ 686,8 milhões no semestre, crescimento de 16% em relação ao mesmo período de 2014. O desempenho nessa linha de negócios é devido, não só à ampliação da base de clientes, mas também ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.

Em previdência aberta, as contribuições cresceram 32% em relação ao primeiro semestre do ano passado, alcançando R$ 411 milhões. A seguradora atingiu cerca de R$ 9,8 bilhões em reservas, crescimento de 17 % comparado ao primeiro semestre do ano anterior. Já o segmento de capitalização alcançou R$ 1,7 bilhão em provisões técnicas e distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 16,3 milhões.

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou o semestre com R$ 10,6 bilhões em ativos sob gestão. A empresa figura nos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e dividendos. Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,3 bilhões ao final do semestre, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 6 planos Instituídos.

Riscos provocados pelo homem poderiam custar mais de US$ 140 bilhões às grandes cidades brasileiras

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Onze das maiores cidades brasileiras poderiam ter US$ 147,47 bilhões de seu PIB em risco frente a uma série de ameaças ao longo da próxima década. Riscos decorrentes de ação humana como quebra de mercado, terrorismo e ataques cibernéticos responderiam por aproximadamente US$ 101,3 bilhões dessas perdas, segundo a mais nova pesquisa do Lloyd’s, o mercado especializado em seguros e resseguros.

O Lloyd’s City Risk Index é um estudo inédito e inovador sobre o impacto econômico de 18 riscos distintos em 301 das maiores cidades do mundo, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Manaus, Fortaleza, e Vitória. Baseado em uma pesquisa original feita pela Universidade de Cambridge, o Índice mostra pela primeira vez o verdadeiro custo econômico destas ameaças e revela que um total de US$ 4,6 trilhões de PIB projetado para 301 cidades avaliadas ao redor do mundo poderia estar em risco ao longo dos próximos 10 anos.
O Lloyd’s produziu este índice para ajudar a aumentar a compreensão e moldar a resposta do mundo para o cenário mutante de risco. Os dados, que serão atualizados a cada dois anos, visam estimular novas discussões entre seguradoras, governos e empresas sobre a necessidade de melhorar a resiliência, mitigar riscos e proteger a infra-estrutura.

Os resultados também mostram que os riscos provocados pelo homem, tais como ataque cibernético, terrorismo, pandemia e flutuação no preço do petróleo são agora mais significativos enquanto ameaça que representam para a produtividade econômica do que as tradicionais catástrofes naturais, tais como inundações, terremotos e secas. Por exemplo, a quebra de mercado é a ameaça mais significativa para o PIB global, respondendo por aproximadamente um quarto das perdas potenciais de todas as cidades avaliadas.

No Brasil, o Índice descobriu que essas 11 cidades, segundo estimativas, vão gerar US$ 1.580,8 bilhões de PIB anual ao longo da próxima década. No entanto, 9,35% deste crescimento econômico estaria em risco por uma combinação de 18 ameaças naturais e causadas por ação humana. São Paulo e Rio de Janeiro são as duas maiores cidades do Brasil tanto em produção econômica quanto em PIB potencial em risco.

No total, riscos causados por ação humana em São Paulo poderiam representar US$ 36,73 bilhões dos US$ 62,95 bilhões que a cidade tem em riso. As maiores ameaças para São Paulo, são de quebra de mercado (que poderia custar US$ 15,29 bilhões), pandemia humana (US$ 12,67 bi), inundação (US$ 11,63 bi), ataque cibernético
(US$ 9,13 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 7,65 bi).

Em comparação, o Rio de Janeiro tem um total de US$ 14,86 bilhões em risco por ameaças causadas por ação humana, que é igual a 61,10% do total de US$ 24,32 bilhões em risco. As ameaças prioritárias no Rio de Janeiro são quebra de mercado (US$ 6,18 bi), pandemia humana (US$ 5,14 bi), ataque cibernético (US$ 3,69 bi), inundação (US$ 3,55 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 3,10 bi).

Inga Beale, CEO do Lloyd’s disse:“O Lloyd’s City Risk Index destaca a exposição econômica de 301 grandes cidades ao redor do mundo. Governos e empresas, juntamente com seguradores, precisam trabalhar juntos para ter certeza de que esta exposição – e o potencial de perdas – seja reduzido.”

“Seguradores, governos, empresas e comunidades precisam pensar sobre como podem melhorar a resiliência de sua infraestrutura e de suas instituições. O seguro é parte da solução.”

“Os seguradores precisam continuar a inovar, certificando-se de que seus produtos são relevantes neste cenário de riscos em rápida mutação, e oferecendo aos consumidores a proteção que necessitam e, como resultado, contribuir para uma comunidade internacional mais resiliente.”

Marco Castro, Representante Geral e Presidente do Lloyd’s no Brasil, disse: “O relatório Lloyd’s City Risk Index mostra que o cenário de riscos está mudando, e os riscos causados por ação humana estão se tornando cada vez mais significativos ao redor do mundo. No Brasil, precisamos nos certificar de que estamos adaptados a estas ameaças crescentes, uma vez que bilhões de dólares estão em risco.”

“Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro são potências econômicas internacionais, capazes de gerar enorme crescimento e prosperidade para o povo brasileiro ao longo da próxima década. Mas precisamos proteger estas cidades tanto contra riscos tradicionais como inundação, como contra riscos emergentes como ataque cibernético.”

O que é GDP@Risk?

Quando um evento catastrófico como um terremoto, pandemia ou crise financeira atinge uma cidade, ele reduz sua produção econômica. A perda de produção econômica, relativamente ao valor de produção que seria esperado, é o GDP@Risk de um evento. O Lloyd’s City Risk Index 2015-2025 toma os primeiros cinco anos de perda de produção econômica como a medida padrão de GDP@Risk de um evento.
Cidades estão expostas a riscos oriundos de múltiplas ameaças. O Lloyd’s City Risk Index considera 18 delas: ataque cibernético, seca, terremoto, inundação, congelamento, onda de calor, pandemia, quebra de mercado, acidente nuclear, flutuação no preço do petróleo, pragas nas lavouras, falta de energia, tempestade solar, inadimplência estatal, terrorismo, tsunami, vulcão e vendaval.

Nós estimamos a probabilidade de cada cidade ser afetada por eventos de diferentes magnitudes entre 2015 e 2025. Estas probabilidades variam de cidade para cidade, dependendo de suas localizações e características de risco, mas todos estes eventos são raros e a probabilidade de uma cidade ser impactada por qualquer evento em particular dentro do período de dez anos pode ser apenas uma pequena porcentagem.

Nós estimamos o GDP@Risk de cada evento, caso ele ocorresse, para cada cidade. A velocidade com que uma cidade se recupera após uma catástrofe é um componente-chave do risco total. O impacto destes eventos é mitigado pelo rápido acesso ao capital para ajudar a recuperar a economia posteriormente.

A soma de todas as perdas esperadas das diferentes ameaças e seus cenários representativos que poderiam ocorrer em cada um dos anos entre 2015 e 2025 nos dá o GDP@Risk total para a cidade, derivado de todas as ameaças. Esta é uma perda estimada para a economia daquela cidade resultante de todas essas ameaças, ponderada pela probabilidade.

Bradesco Seguros patrocina a XVII Bienal Internacional do Livro RJ

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Com o objetivo de fomentar o mercado editorial brasileiro e estimular o hábito da leitura em crianças, jovens e adultos, o Grupo Bradesco Seguros, por meio de seu Circuito Cultural, está presente na XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, como patrocinador máster. De 3 a 13 de setembro, no Riocentro, o evento oferece uma programação diversificada em que escritores, editoras, poetas, pensadores e o público em geral estarão reunidos em uma vibrante celebração em torno dos livros.

No estande do Grupo Bradesco Seguros, um lounge com espaço de leitura localizado no pavilhão Azul nº3, tem como tema os Jogos Rio 2016, dos quais o Grupo também é segurador oficial e patrocinador. Nele, o público pode conhecer um pouco mais sobre as diversas modalidades olímpicas e curiosidades esportivas, além de interagir com os mascotes dos Jogos Olímpicos, Paralímpicos e Time Brasil — Vinícius, Tom e Ginga, respectivamente — que estarão presentes no estande em 12 de setembro.

No local, há, ainda, empréstimo de livros e sorteios diários de publicações patrocinadas pelo Grupo Segurador, entre elas “Navegador de Espaços”, de Inácio Rodrigues, “A Invenção da Memória”, de Marisia Portinari, entre outros. Clientes Bradesco Seguros — Saúde, Capitalização, Auto, Vida, Previdência e seguros em geral — e titulares dos cartões de crédito Bradesco Seguros (bandeiras Visa e Amex) têm descontos de 20% em até dois ingressos na bilheteria da Bienal, mediante apresentação de carteira vigente e de documento com foto.

— Um dos principais eventos literários do país, a XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro alia entretenimento cultural, educação e responsabilidade social. Essas características vão ao encontro das diretrizes, valores e missão do Grupo Bradesco Seguros. Ao patrocinar a Bienal, o Grupo segurador reforça o compromisso de promover e estimular o desenvolvimento de ações relevantes para a sociedade, nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte e meio ambiente — explica o Diretor do Grupo Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira.

CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS

Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Circuito Cultural Bradesco Seguros. Nos últimos anos, o Grupo Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas no cenário nacional. Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “O Rei Leão”, “Elis – A Musical”, “Mudança de Hábito”, “Chacrinha, O Musical”, “Bibi – Histórias e Canções”, “O Mágico de Oz”, “A Família Addams”, “Tudo por um PopStar”, “Cats” e “Mama Mia”; além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”; o Ballet Kirov; o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM).

Uma das mais importantes iniciativas do Grupo Segurador é a Árvore de Natal da Bradesco Seguros — a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records –, que em 2015 chega à 20ª edição. Um dos três maiores eventos do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o Réveillon, a Árvore — com seus 85 metros de altura, o equivalente a um edifício de 28 andares, e 542 toneladas — é montada anualmente desde 1996 sobre o espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas e já tornou-se referência internacional, encantando a todos com a magi a do Natal.

7ª Conseguro debaterá a evolução do mercado segurador à luz das perspectivas econômicas e demográficas no Brasil e no mundo

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Nos dias 15, 16 e 17 de setembro, o complexo World Trade Center, em São Paulo, receberá a 7ª Conferência Brasileira de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (Conseguro), um dos eventos de maior vulto do mercado segurador. Promovida pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) a cada dois anos, a Conferência reunirá, nesta edição, mais de 700 participantes, entre dirigentes do setor, especialistas nacionais e internacionais, autoridades e representantes do Governo, que abordarão temas relacionados ao envelhecimento global, às tendências mundiais em regulação de seguros, aos riscos emergentes do setor e à distribuição de seguros no Brasil e no mundo.

Com o objetivo de ampliar ainda mais os debates sobre a indústria do seguro e com o compromisso constante de inovação, a 7ª Conseguro está modificando o seu formato e, pela primeira vez, incorpora outros tradicionais eventos do mercado segurador que constituem a agenda de trabalho da Confederação. São eles: o 4º encontro Nacional de Atuários (ENA), o Seminário de Riscos Emergentes, a 5ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, o Seminário de Controles Internos & Compliance e o Seminário de Distribuição de Seguros.

Para o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, a Conseguro representa uma oportunidade para reflexão e troca de experiências sobre grandes temas que norteiam o mercado de seguros global. “Mesmo em um cenário econômico complexo, o nosso setor mantém um crescimento expressivo, sendo responsável por aproximadamente 6% do PIB brasileiro. Em 2014, movimentou mais de R$ 327 bilhões em prêmios”, avalia Rossi, ressaltando, ainda, que a Conferência visa ampliar o conhecimento sobre áreas estratégicas do setor de seguros.

Programação:

Durante três dias, a 7ª Conseguro reunirá especialistas nacionais e internacionais, entre executivos de grandes empresas, acadêmicos, técnicos e representantes das quatro federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) integrantes da CNseg, que debaterão questões atuais, as megatendências da indústria do seguro, o quanto a longevidade impacta o setor e a criação de oportunidades em momentos de crise. A agenda do evento apresentará um rol de palestrantes internacionais que trarão uma visão holística para a Conferência, entre eles:

• O professor, pesquisador, consultor e Ph.D., Amlan Roy, que ministrará a palestra “Como a demografia afeta o crescimento econômico”, baseada em análises históricas que apontam para a forte relação entre o crescimento da população em idade produtiva de um país e de seu PIB;

• O fundador-presidente do Global Aging Institute (GAI), Instituto do Envelhecimento Global, Richard Jackson, que discutirá o desafio de garantir a adequação e a sustentabilidade dos regimes de pensões no envelhecimento de mercados emergentes;

• O diretor de Medicina da Família e Comunidade e diretor de Pesquisa Política de Saúde para as Ciências Clínicas da Universidade de Dartmouth, Elliott S. Fisher, que ministrará o painel “Resolvendo o maior enigma da saúde: melhorando a qualidade com custos controlados”;

• O doutor em sociologia, professor em saúde pública e pesquisador sobre o envelhecimento humano, S. Jay Olshansky, que conduzirá a palestra “O dividendo da longevidade: alterando o curso da saúde e da longevidade”;

• A professora e pesquisadora da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, Sunčica Vujić, que apresentará o painel “Correlação entre Violência, Educação e Aversão a Risco”;

• O filósofo político, professor de Harvard e autor do best-seller “O que é a coisa certa a fazer?”, Michael J. Sandel, que abordará as questões éticas e cívicas do nosso tempo.

Prêmios Longevidade Bradesco Seguros recebem inscrições até 11/09

O Prêmio Longevidade Bradesco Seguros chega à sua quinta edição em 2015, contemplando as modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade, voltado à comunidade acadêmica. As inscrições para todas as modalidades podem ser feitas até 11/9/2015, pelo site premiosdalongevidade.com.br. Participem!

MODALIDADES E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: Mídia Impressa (jornais e revistas) e Mídia Eletrônica (tv, rádio e web). Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 6/9/2014 a 11/9/2015. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias que, de alguma forma, contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem estar. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias Geriatria e Gerontologia. Somente estão habilitados a concorrer trabalhos publicados no período de 8/8/2013 a 11/9/2015, em revistas nacionais ou internacionais reconhecidas pelo meio acadêmico (peer-reviewed articles). Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Tokio Marine cresce 15,8% no segmento de Pessoas no primeiro semestre

Tokio Marcos KobayashiRelease

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, anuncia o crescimento de 15,8% na carteira de Pessoas no primeiro semestre de 2015, enquanto o mercado subiu apenas 9,6%. Uma das estratégias da Companhia para atingir esse resultado foi reforçar o time de Gerentes Comerciais de Vida, que passou de 13 para 27 especialistas. O objetivo da Companhia é ser uma das cinco maiores empresas independentes de Vida em Grupo e figurar entre as dez maiores seguradoras de Pessoas do País até 2018.

“Os Gerentes de Vida estão estrategicamente distribuídos por todo o País, oferecendo apoio técnico-comercial e promovendo, periodicamente, uma série de treinamentos para divulgar nossos diferenciais e serviços aos Corretores e Assessorias. A missão destes especialistas é apresentar as vantagens dos produtos Simples Vida Empresa, Vida em Grupo e PME Vida em Grupo e oferecer as melhores soluções de acordo com as necessidades dos Parceiros de Negócios”, afirma o Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi.

Segundo ele, com o reforço da estrutura comercial, houve um aumento da quantidade de Corretores ativos na Seguradora, que passou de 3,8 mil para 4,2 mil profissionais, e, consequentemente, a elevação do número de cotações. Considerando o período entre julho de 2014 e junho deste ano, a produção da carteira de Pessoas da Tokio Marine chegou a R$ 311 milhões. A meta é encerrar o ano com uma produção de R$ 335 milhões.

Pelas diretrizes do Plano Avançar, a empresa pretende dobrar o tamanho da carteira de Pessoas até o final de 2017, atingindo um prêmio de R$ 572 milhões. “Com equipes especializadas e motivadas, produtos, serviços e atendimento de qualidade, temos absoluta confiança de que aumentaremos nossa participação nesse mercado”, conclui Marcos Kobayashi.

PAN Seguros cresce 95% em prêmios e alcança R$184,7 milhões no 1º semestre de 2015

Macedo: buscamos soluções inovadores

jose macedoA PAN Seguros anuncia um total de prêmios de R$184,7 milhões no primeiro semestre de 2015, um crescimento de 95% sobre os R$94,6 milhões conquistados no mesmo período do ano anterior.

A diversificação da base de receitas garantiu o forte ritmo de crescimento da seguradora, apesar do cenário econômico desafiador.

“Este crescimento mais uma vez comprova a solidez de nossa estratégia de expansão, com o desenvolvimento de novos canais de distribuição e lançamento de produtos alinhados às necessidades do consumidor brasileiro”, destaca José Carlos Macedo, CEO da PAN Seguros.

Combinando uma série de fatores, entre eles uma bem-sucedida estratégia de crescimento e índices de performance sólidos, em julho, a agência de classificação de risco Fitch Ratings atribuiu a classificação AA-(bra) para a PAN Seguros. Hoje, a perspectiva de rating é considerada estável. “Esses resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforça cada vez mais nosso compromisso em buscar soluções inovadores, customizadas e inteligentes para o brasileiro”, conclui Macedo.

Allianz amplia atuação na Grande São Paulo

allianzAmanhã, 2, a Allianz Seguros inaugura a filial de Guarulhos e passa a contar com 81 pontos de vendas no país. É a terceira abertura de unidade em um mês – recentemente, a seguradora investiu em Teresina e Aracaju. Com o novo endereço, os corretores da cidade passam a contar com estrutura exclusiva. A expansão comercial é uma das estratégias da Allianz para ampliar seu crescimento no Brasil,informa a companhia em comunicado distribuído à imprensa.

Três fatores levaram a Allianz a intensificar sua presença em Guarulhos. O município acumula o segundo maior PIB de São Paulo e é a segunda cidade mais populosa do estado, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Guarulhos. Além disso, no local há cerca de 900 corretores tendo como foco de negócios os seguros de varejo, o que leva a Allianz a acompanhar essa demanda e também empenhar esforços, sobretudo, no Automóvel Individual, Empresarial e Saúde.

CNseg e FenSeg lançam segunda cartilha da série “Conhecendo seu Seguro”

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) desenvolveram a segunda cartilha da série “Conhecendo seu Seguro”, com foco no seguro residencial. O objetivo da publicação é esclarecer e simplificar o entendimento do produto, com uma linguagem simples, clara e precisa.

“Conhecendo seu seguro residencial” segue alinhada à primeira cartilha da série, que abordou o seguro de automóvel. Inicialmente a preocupação foi desmistificar o seguro, explicando coberturas básicas e adicionais. A partir daí, a cartilha abordou questões simples, mas que ainda confundem os consumidores, como a diferença entre os seguros residencial, habitacional e de condomínio.

Pensando no conforto e segurança de proprietários e inquilinos, a publicação traz dicas para proteção dos segurados, do seu imóvel residencial e dos bens nele contidos. A cartilha também orienta como identificar e proceder em caso de incêndio, vazamento de gás ou água ou problemas com aparelhos eletroeletrônicos que possam causar acidentes mais graves.

Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora executiva da CNseg, reforça que “o mercado de seguros massificados é amplo e complexo, mas acreditamos que simplificar a linguagem seja o caminho para ampliar o entendimento do produto. Por isso, a cartilha de seguro residencial foi pensada como um canal de comunicação com o leitor e uma ponte com o segurado”.

Sobre a idealização do conteúdo da cartilha, a diretora executiva da CNseg pontua como foi o processo de produção. “Levantamos as questões que geram mais dúvidas, tanto acerca do mercado de seguros, quanto sobre o seguro residencial em si. Buscamos responder cada ponto com o máximo de clareza e de forma didática”, explica Solange Beatriz.

O diretor executivo da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, ressalta que “o valor de um seguro residencial é módico. As pessoas tendem a achar que para segurar uma casa ou apartamento terão que pagar um valor alto, mas isso não é verdade. A cartilha foi desenvolvida pensando nisso também. Queremos mostrar tudo que este seguro cobre por um preço tão ínfimo diante do valor do bem em questão, no caso, o imóvel residencial. Para se ter uma ideia, em média, o valor do seguro em relação ao valor do imóvel varia entre 0,2% a 0,6%”.

Para Neival, a experiência com a cartilha de seguro de automóvel foi determinante para a continuidade da série “Conhecendo seu Seguro”. “Adaptar a linguagem e torná-la mais clara e acessível é o que aproxima as pessoas do seguro. Este é um mercado complexo, com um leque muito grande de informações e dados. Quando ele é desburocratizado, o consumidor entende a necessidade e a importância do seguro, e este é o nosso objetivo: muito além de segurar bens materiais, proteger vidas”, finaliza Neival.

Reforçar parcerias para proteger as empresas em tempos desafiadores é a proposta da Zurich

zurich wernerEm tempos voláteis como o mundo vive hoje, a prevenção ganha ainda mais prioridade para gestores de riscos. Esse foi o tema da abertura do Workshop de Engenharia em Prevenção de Riscos, organizado pela Zurich, para clientes reunidos em São Paulo, nesta terça-feira. “O Brasil passa por um momento desafiador, lidando com temas sensíveis como a crise hídrica, energética, política, econômica e de ética. Tudo isso cria novos desafios para as empresas. Foi pensando nisso que decidimos o tema deste evento. Pretendemos saber como podemos ajuda-los a avaliar os impactos desse cenário no gerenciamento dos riscos de amanhã”, disse Werner Stettler, vice presidente da área corporate da Zurich Brasil.

Os gestores de risco se deparam hoje com uma situação alarmante. O real apresenta perda de 60% de seu valor nos últimos 12 meses. Apenas o peso colombiano e a moeda russa perderam mais valor do que o real. O desemprego já ultrapassa 7%. O Produto Interno Bruto (PIB) registrou queda de 1,9% no segundo trimestre deste ano, colocando o Brasil em recessão e as estimativas mostram que esse índice deve, fazendo 2015 retratar recessão de 2,4%. A inflação está estimada em 10% para o ano. “Isso atinge a todos. E queremos, junto com vocês, aprimorar as técnicas de gestão de riscos para manter a empresa de todos resilientes aos riscos”, disse Mario Orozco, head de engenharia de risco da Zurich para a América Latina.

Tim Astley, líder do time de engenheiros dedicados à gestão de continuidade de negócios dos clientes Zurich, afirmou que há muitas oportunidades no Brasil, país que teve um crescimento fantástico nos últimos anos. “No entanto, temos de estar preparados para o futuro”, ressaltou ele, que tem assento do comitê mundial de continuidade de negócios, que tem na agenda como as empresas chegarão em 2020. “Muito foi debatido e a resiliência dos negócios é um tema recorrente”.

zurich timSegundo Astley, que prefere o termo resiliência a continuidade de negócios, é preciso que as corporações, do mundo todo, se preparem melhor para os choques econômicos. “A China mexeu com todos os mercados na semana passada e as consequências são grandes. As organizações já falam até mesmo em riscos ocultos. Todo mundo depende de todo mundo nesta globalização. Portanto, precisamos estar mais preparado para lidar com os riscos e como eles nos atingem”, comentou em sua palestra.

Basicamente, a palavra de ordem deste tema é desenvolver um bom programa de continuidade de negócios e ele garante que isso não requer grandes investimentos. Muitas vezes pequenas alterações no processo operacional proporcionam um incremento enorme na qualidade do risco do segurado. Questões básicas ajudam a confeccionar um plano de resiliência, que deve ser simples e acessível. “Nada de brochuras de 400 páginas”, alertou.

Quais os riscos para o negócio, considerando-se desde ataques cibernéticos até a desvalorização da moeda? Qual o real impacto nos negócios? Quais as estratégias de retomada? Qual a capacidade dessa estratégia funcionar? Ela foi testada? E, finalmente, entender a cultura empresarial. Avaliados todos esses itens, é possível construir um plano de contingência com grandes chances de ajudar a empresa a retomar sua produção num prazo em que seus clientes estariam dispostos a esperar, diz. “Uma disciplina que precisa muito planejamento, mas nos deixa mais resilientes.”, comenta.

No Brasil, perto de 70% das recomendações feitas pelos vistoriadores de riscos nas plantas podem ser implementadas sem custo ou com baixo custo. “Nosso trabalho é esse, auxiliar na gestão de risco. Temos de trabalhar para prevenir perdas e juntos construirmos um relacionamento de longo prazo”, afirma o organizador do evento, Carlos Cortes, superintendente de engenharia de riscos da Zurich no Brasil.

cortez zurichSegundo Cortes, todos sabem que há um seguro que vai pagar parte das perdas, mas estatísticas revelam que perto de 45% das empresas que tem perdas graves não conseguem se restabelecer por várias razões, como imagem da empresa e perda de mercado para a concorrência. “E a Zurich está interessada nesse tema”, afirma. “Nossa missão é auxiliar a entender e proteger os riscos. Esse evento visa compartilhar conhecimento do que aprendemos sobre riscos e perdas com nossos sinistros em todo o mundo por nossos mais de 1 mil engenheiros, que colhem informações valiosas e que podem nos ajudar a alertar nossos clientes a terem um plano que realmente traga resiliência ao negócio caso sejam atingidos por um acidente”, comenta.

A pesquisa realizada com a plateia, formada por gestores de riscos de corporações e também corretores, mostra que há muito a ser feito. Cerca de 70% da plateia afirmou que a empresa tem feito uma análise para identificar e avaliar os maiores riscos que poderiam levar a paralisação. Já quando questionados se foi avaliado o impacto para o negócio de cada um desses riscos, a resposta foi positiva para 43% dos entrevistados. Metade da plateia afirmou ter um plano de continuidade de negócios.

E como saber se o planos de contingência são adequados para enfrentar os impactos potenciais? Essa é a proposta do evento, que conta com nove painéis técnicos e três debates mais amplos como “Construindo resiliência do negócio, vantagem competitiva em tempos desafiadores”, “A gestão de riscos na palma da sua mão”, e “O sinistro perfeito, caso de sucesso de uma adequada preparação de um plano de continuidade de negócios”.

“Temos grandes desafios para os próximos anos. A crise hídrica e energética têm impacto para todos os setores. Precisamos entender quais são os impactos e como vamos driblar a dificuldade econômica”, finaliza Cortes, citando os três principais riscos estratégicos das empresas, segundo estudo realizado com 28 países divulgado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, no mês de janeiro.

Foto – Crédito: Fernanda Amaral / Divulgação