O brasileiro acumulou mais conhecimento em Educação Financeira em 2015. Esta é uma das conclusões da terceira edição do Indicador de Educação Financeira (IndEF). Elaborado pela Serasa Experian e Ibope Inteligência, o IndEF tem como objetivo mostrar, a cada ano, o nível de Educação Financeira no Brasil. O indicador é formado por três subíndices: Conhecimento, que avalia o entendimento sobre conceitos financeiros, Atitude, que considera como a pessoa interpreta sua relação com o dinheiro, e o subíndice Comportamento, que mede as ações financeiras do entrevistado propriamente ditas: se gasta mais do que ganha, se guarda dinheiro e planeja o futuro etc. Apesar de a nota em Conhecimento ter aumentado para 7,7, atingindo o maior índice em três anos, a nota final de Educação Financeira dos brasileiros em 2015 não se alterou, ficando em 6,2, a mesma da edição anterior. Já a nota do subíndice Comportamento apresentou ligeira queda em relação ao ano passado (5,6, em 2014) e ficou em 5,5.
Para mais informações, visite www.serasaexperian.com.br
O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu mais de R$ 5,5 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de agosto. Foram 175 títulos contemplados, sendo 64 em São Paulo; 17 em Minas Gerais; 15 no Rio de Janeiro; 12 na Bahia; 9 no Rio Grande do Sul; 8 em Santa Catarina; 6 no Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Norte; 4 em Alagoas, Espírito Santo e Maranhão; 3 em Goiás, Pará, além do Distrito Federal, 2 no Amazonas, Ceará e Mato Grosso e 1 no Acre, Amapá, Rondônia, Roraima, e Tocantins.
O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.
A Fitch Ratings anunciou que as ações seniors do Grupo Generali foram atualizadas de BBB+ para A- (qualidade de crédito alta), que as ações subordinadas de um bilhão de euros a 4,125% foram elevadas de BBB para BBB+ e todas as ações subordinadas sofreram um upgrade de BBB- para BBB.
O rating Insurer Financial Strenght (IFS) do Grupo Generali foi reiterado em A-. A agência Fitch afirmou que o rating IFS foi atualizado para de A- para A, mas devido à aplicação do limite da dívida pública (máximo permitido é apenas um ponto acima da dívida pública italiana, classificada como BBB+) manteve a classificação A-. O Outlook é estável.
Segundo a Fitch, a elevação dos ratings refletem a melhora da posição de capital e considera que o Grupo Generali possui alta flexibilidade financeira, como demonstrado, por exemplo, pelas atividades de pré-financiamento efetuadas durante os últimos dois anos.
De acordo com um estudo bienal da Aon, líder mundial em benefícios e capital humano, cinco entre seisbenefícios previstos na legislação brasileira estão cada vez mais consolidados nas empresas, mesmo em meio ao período atual de incertezas na economia. A pesquisa, que contou com a participação de 423 companhias em diversos segmentos –crescimento de 62% de participantes em relação à edição anterior – teve como objetivo identificar e analisar os 20 principais incentivos oferecidos para os colaboradores e os seus índices de permanência, proporcionando uma ampla visão para os gestores de recursos humanos sobre as práticas do mercado brasileiro e oportunidades para readequar as políticas de benefícios.
Nos dados analisados, a assistência médica ainda é o principal benefícioconcedido pelas empresas, representando 99,5% das companhias entrevistadas. Em seguida, surge o seguro de vida, correspondendo a 94% das empresas com o tipo de benefício. Já a assistência odontológica ocupa a terceira posição com 87,5%, acompanhado de vale refeição com 78,3%. “O resultado é motivado pela preocupação das companhias em oferecer um pacote de benefícios mais estruturado, com uma visão estratégica de que os itens podem afetar os resultados financeiros e a competitividade da empresa”, explica Rafaella Matioli, diretora técnica de saúde da Aon.
Para Marcelo Borges, vice-presidente executivo de benefícios e capital humano da Aon, outro ponto importante no levantamento são os benefícios que estão com menos de 50% de maturidade. O executivo afirma que, por consequência do atual momento do mercado, esses tipos de benefícios podem ser os principais incentivos para a retenção de talentos. “Embora os benefícios prevalentes tragam maior impacto financeiro para o empregador, eles possuem uma melhor percepção dos empregados, tornando a empresa mais competitiva no mercado. Portanto, é preciso que o plano básico de benefícios e de alto investimento estejam bem desenhados para que não prejudique a empresa e o colaborador”, observa.
Segundo Marcelo Borges, embora alguns benefícios destacados na pesquisa sejam obrigatórios por lei, as empresas têm buscado avaliar melhorias na implementação com o objetivo de otimizar custos e oferecer mais qualidade para o colaborador. “Mesmo em momentos de crise as companhias buscam alternativas claras e benchmark não só de melhorias, mas também de como reduzir os custos sem deixar de ser atrativas”, explica.
A seguradora britânica RSA anunciou nesta terça-feira que vai vender operações latino americanas para a colombiana GrupoSura por cerca de 403 milhões de libras (617 milhões de dólares) em dinheiro, em estratégia para se retirar de mercados secundários.
O negócio é a mais recente medida do presidente-executivo, Stephen Hester, de vender ativos não essenciais para amparar os resultados financeiros da RSA.
Na América Latina, a companhia britânica tem operações no Chile, Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai. A divisão latino-americana da empresa tem ativos de 1,34 bilhão de libras até o final de dezembro passado. Os prêmios líquidos no primeiro semestre deste ano somaram 333 milhões de libras, com lucro após impostos de 9 milhões.
Veja abaixo o release publicado:
RSA Insurance Group plc. anunciou que hoje chegou a um acordo, sujeito a aprovações regulatórias, para vender todas as suas operações na América Latina (RSA Latin America) a Suramericana S.A, a seguradora subsidiária do Grupo de Inversiones Suramericana (Grupo Sura) por aproximadamente 403 milhões de libras pagos em espécie.
“Temos o prazer de anunciar a passagem de nossos negócios na América Latina para a Suramericana. Sendo o foco da RSA nos seus maiores mercados no Reino Unido & Irlanda, Escandinávia e Canadá, tem sido cada vez mais claro para nós que a RSA não é o melhor detentor estratégico destes negócios. Na Suramericana temos um player regional experiente e comprometido que pode tornar o negócio uma parte central de sua estratégia”, disse Stephen Hester, CEO do Grupo RSA.
“Espera-se que o preço desta venda, de 403 milhões de libras, seja um acréscimo forte ao capital do Grupo RSA, melhorando a flexibilidade operacional. Esta é a maior venda que temos em curso e é consistente com a nossa meta mencionada de concluir substancialmente o novo foco estratégico do Grupo RSA ao anunciar os resultados do final do ano de 2015”, completou ele.
A RSA América Latina é uma plataforma regional de seguros e uma das dez principais seguradoras da região. Tem presença estabelecida no Chile, Argentina, Brasil, México, Colômbia e Uruguai, com um mix equilibrado de portfólio.
As operações da RSA na América Latina tinham, em 30 de junho, um patrimônio total de 1,336 bilhão e patrimônios tangíveis líquidos de 258 milhões de libras. Os prêmios retidos líquidos na primeira metade de 2015 foram de 333 milhões de libras com um lucro antes de impostos de 9 milhões de libras. Espera-se que a transação seja significativamente positiva para os índices de capital do Grupo RSA em todas as medidas após a finalização da operação.
A transação está sujeita à obtenção das aprovações regulatórias relevantes em cada um dos países. A expectativa é de que todas as transações sejam concluídas até o final de 2016.
Espera-se que a liderança em cada um dos países permaneça com os respectivos negócios após a conclusão da transação. Este processo de venda foi discutido com a Zurich Insurance antes e após o anúncio de 25 de agosto e esta transação não está condicionada por qualquer resultado dessas discussões.
A Mitsui Sumitomo Insurance informou que concordou em comprar a seguradora britânica Amlin Plc por 670 pence por ação em dinheiro. O acordo com a Mitsui Sumitomo Insurance, uma subsidiária integral da MS&AD Insurance Group Holdings envolve a oferta de US$ 5,31 bilhões à vista. O negócio tem um prêmio de cerca de 36% sobre o preço de fechamento da Amlin de 492,5 pence em 7 de setembro. “Estamos muito satisfeitos em anunciar a combinação de Mitsui Sumitomo e Amlin para criar uma companhia de seguros líder mundial, com um negócio internacional ancorado no mercado do Lloyd’s”, disse Yasuyoshi Karasawa, presidente e CEO Mitsui Sumitomo. “O acordo oferece um excelente valor para os acionistas, a melhoria das perspectivas de carreira para nossos funcionários, e continuidade reforçada e segurança para nossos clientes”, disse Charles Philipps, CEO da Amlin.
Segue release divulgado no Brasil:
Yasuyoshi Karasawa, presidente da Mitsui Sumitomo Insurance Company, uma subsidiária da MS&AD Insurance Group Holdings, anunciou hoje o acordo de compra de 100% das ações da Amlin plc, companhia de seguros européia, por aproximadamente 3.508 milhões de libras esterlinas.
Detendo o segundo maior consórcio do Lloyds*, a Amlin ocupa a primeira posição no segmento marítimo e tem grande presença em seguros nas áreas de energia. Com sede em Benelux, mantém também empresas de resseguro com hubs na Suíça e Bermudas, utilizando sua expertise de gerenciamento de riscos de alto nível.
Os resultados financeiros da Amlin foram muito positivos no último ano. Com prêmios emitidos de 2.564 milhões de libras esterlinas, apresentou um índice combinado de 89%, lucro líquido de 236 milhões de libras esterlinas e ROE de 14,1%.
A Mitsui Sumitomo Insurance Company, bem como o grupo MS&AD do qual faz parte, tem em seu plano estratégico de médio prazo, o Next Challenge 2017, as operações internacionais como um motor para suportar o crescimento do lucro de forma estável e pulverizar o risco através da diversificação de portfólio, com contínuo investimento em áreas de alta rentabilidade e crescimento. A combinação do portfólio da Amlin, que está centrada na Europa e América do Norte, com o portfolio da Mitsui Sumitomo Insurance, centrada no Japão e na Ásia, contribuirá para aumentar o balanço de produtos de subscrição direta e de Resseguro, bem como o balanço geográfico e diversificação de riscos.
Sujeito as aprovações dos reguladores, a conclusão deste processo está prevista para ocorrer entre janeiro a março de 2016.
(*) Lloyds of London – consórcio de subscritores altamente qualificados que avaliam o risco, determinam as taxas e realizam subscrição de riscos a nível mundial.
Sobre a Mitsui Sumitomo Insurance Group
A Mitsui Sumitomo Insurance Group (MSIG) faz parte do MS&AD Insurance Group, que está presente em mais de 35 países e 400 localidades ao redor do mundo. É o maior grupo segurador do Japão, tendo em suas linhas de negócios seguros de vida, individuais e corporativos, negócios internacionais, serviços financeiros e gestão de riscos.
Com unidades operacionais espalhadas pelas Américas, Ásia e Europa, o Grupo MS&AD é reconhecido como um dos grupos seguradores mais admirados do mundo pela Revista Fortune.
Completando em 2015, 50 anos de operações no Brasil, a Mitsui Sumitomo Seguros, subsidiária brasileira da MSIG, sempre atenta às mudanças e tendências do mercado segurador, oferece produtos e serviços que buscam atender com excelência às necessidades dos seus clientes. Estrategicamente presente em 13 localidades, dispõe das melhores soluções e proporciona um atendimento rápido e personalizado para cada região.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na última quarta-feira (26), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 1/15, que obriga pessoas físicas e empresas que promovam ou organizem eventos artísticos, culturais e esportivos a contratar seguros de responsabilidade civil por danos pessoais causados em decorrência dessas atividades ou de incêndio, destruição ou explosão de qualquer natureza.
A proposta de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) só permite o funcionamento de casas de shows, boates, teatros, estádios, cinemas e similares que tenham feito o seguro, garantindo a responsabilidade civil dos proprietários ou promotores no caso de acidentes. Os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas serão definidos pelo órgão regulador de seguros (Conselho Nacional de Seguros Privados).
Cobrança de ingressos
Nos casos de eventos em que haja cobrança de ingressos, o organizador terá ainda de contratar, como garantia suplementar, apólices coletivas de seguro de acidentes pessoais coletivos em favor de seus espectadores e participantes. Nesse caso, será permitida a cobrança desse seguro de cada espectador ou participante.
O ingresso ou bilhete deverá trazer o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Em caso de morte do segurado, os herdeiros legais se tornarão os beneficiários de possíveis indenizações.
Conforme o texto, para o seguro de acidentes pessoais coletivos, as indenizações mínimas, por pessoa, deverão ser de: — R$ 10 mil em caso de morte acidental; — R$ 5 mil no caso de invalidez permanente; — R$ 2 mil para arcar com despesas médicas, inclusive diárias hospitalares.
Boate Kiss
O parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (SD-PE), foi favorável à proposta. “A tragédia do incêndio na boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria, em janeiro de 2013, o qual tirou a vida de centenas de jovens, é um triste lembrete da necessidade de disciplinar a construção e o funcionamento de casas de espetáculos”, disse.
“A obrigatoriedade de contratação de seguro de responsabilidade civil pelas empresas organizadoras de espetáculos servirá como um poderoso incentivo para que as próprias empresas atuem no reforço da segurança de suas instalações contra acidentes”, completou.
Tramitação
O projeto será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e, em seguida, pelo Plenário.
A despesa total do setor de Saúde Suplementar totalizou R$ 139,3 bilhões e cresceu 14,7% nos 12 meses terminados em junho de 2015 em comparação ao mesmo período encerrado em junho de 2014. A análise é da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base nas demonstrações contábeis que as operadoras de saúde enviam regularmente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Neste mesmo período, as receitas de contraprestações somaram R$ 138,7 bilhões, um aumento de 13,7% na mesma base comparação. Dessa forma, o resultado operacional foi negativo, de R$ 0,6 bilhão nos 12 meses terminados em junho de 2015.
Despesas assistenciais crescem a 15,5% ao ano e impulsionam a sinistralidade para 82,4%
As despesas assistenciais do setor de Saúde Suplementar totalizaram R$ 114,4 bilhões e cresceram 15,3% nos 12 meses terminados em junho de 2015 ante o mesmo período findo em junho de 2014. O crescimento mais acelerado das despesas assistenciais, influenciado pelos gastos com consultas, exames e internações, dentre outros, levou a sinistralidade do mercado de Saúde Suplementar para 82,4%.
Considerando apenas as operadoras do segmento médico-hospitalar (modalidades de medicina de grupo, cooperativas médicas, seguradoras especializadas em saúde, filantropias e autogestão), a sinistralidade foi 84,1%.
Provisões técnicas atingiram R$ 29 bilhões em junho
O mercado de Saúde Suplementar constituiu mais de R$ 29 bilhões em provisões técnicas – posição até junho de 2015. Esse montante corresponde a 20,9% das receitas do setor acumuladas em 12 meses até junho de 2015. As provisões técnicas são o lastro financeiro que formam as garantias para os riscos assumidos pelas operadoras com beneficiários de seguros e planos, e com os prestadores de serviços.
A Icatu Seguros, maior seguradora independente de Vida e Previdência do país, alcançou faturamento de R$ 1,5 bilhão no primeiro semestre de 2015, aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. O patrimônio líquido atingiu R$ 848,4 milhões ao final do semestre, após distribuição de R$ 100 milhões em dividendos. A seguradora fechou o semestre com aproximadamente R$ 320 milhões em volume de ativos livres.
Mantendo o desempenho do mesmo período do ano anterior, a companhia alcançou lucro líquido de R$ 130,5 milhões. A Icatu Seguros chegou ao final do primeiro semestre com R$ 16,8 bilhões em ativos sob administração.
“Os resultados do primeiro semestre do ano demostram a consistência do crescimento da companhia, que tem buscado aprimorar constantemente o atendimento e investido na qualidade dos produtos e serviços aos clientes, corretores e parceiros comerciais. Os números refletem o trabalho de uma equipe que atua de forma coesa na direção dos mesmos objetivos” – afirma o presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel. O executivo complementa que apesar de 2015 ser um ano desafiador em função do contexto econômico, a empresa tem mantido o ritmo forte de crescimento e lucratividade dos últimos anos, aproveitando as oportunidades que o setor apresenta.
O faturamento da companhia no segmento de seguros de pessoas atingiu R$ 686,8 milhões no semestre, crescimento de 16% em relação ao mesmo período de 2014. O desempenho nessa linha de negócios é devido, não só à ampliação da base de clientes, mas também ao aprimoramento contínuo da metodologia de subscrição de riscos e controle das carteiras.
Em previdência aberta, as contribuições cresceram 32% em relação ao primeiro semestre do ano passado, alcançando R$ 411 milhões. A seguradora atingiu cerca de R$ 9,8 bilhões em reservas, crescimento de 17 % comparado ao primeiro semestre do ano anterior. Já o segmento de capitalização alcançou R$ 1,7 bilhão em provisões técnicas e distribuiu aos clientes na forma de sorteios o montante de R$ 16,3 milhões.
A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, fechou o semestre com R$ 10,6 bilhões em ativos sob gestão. A empresa figura nos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e dividendos. Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 2,3 bilhões ao final do semestre, distribuídos entre os 39 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e 6 planos Instituídos.
Onze das maiores cidades brasileiras poderiam ter US$ 147,47 bilhões de seu PIB em risco frente a uma série de ameaças ao longo da próxima década. Riscos decorrentes de ação humana como quebra de mercado, terrorismo e ataques cibernéticos responderiam por aproximadamente US$ 101,3 bilhões dessas perdas, segundo a mais nova pesquisa do Lloyd’s, o mercado especializado em seguros e resseguros.
O Lloyd’s City Risk Index é um estudo inédito e inovador sobre o impacto econômico de 18 riscos distintos em 301 das maiores cidades do mundo, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Manaus, Fortaleza, e Vitória. Baseado em uma pesquisa original feita pela Universidade de Cambridge, o Índice mostra pela primeira vez o verdadeiro custo econômico destas ameaças e revela que um total de US$ 4,6 trilhões de PIB projetado para 301 cidades avaliadas ao redor do mundo poderia estar em risco ao longo dos próximos 10 anos.
O Lloyd’s produziu este índice para ajudar a aumentar a compreensão e moldar a resposta do mundo para o cenário mutante de risco. Os dados, que serão atualizados a cada dois anos, visam estimular novas discussões entre seguradoras, governos e empresas sobre a necessidade de melhorar a resiliência, mitigar riscos e proteger a infra-estrutura.
Os resultados também mostram que os riscos provocados pelo homem, tais como ataque cibernético, terrorismo, pandemia e flutuação no preço do petróleo são agora mais significativos enquanto ameaça que representam para a produtividade econômica do que as tradicionais catástrofes naturais, tais como inundações, terremotos e secas. Por exemplo, a quebra de mercado é a ameaça mais significativa para o PIB global, respondendo por aproximadamente um quarto das perdas potenciais de todas as cidades avaliadas.
No Brasil, o Índice descobriu que essas 11 cidades, segundo estimativas, vão gerar US$ 1.580,8 bilhões de PIB anual ao longo da próxima década. No entanto, 9,35% deste crescimento econômico estaria em risco por uma combinação de 18 ameaças naturais e causadas por ação humana. São Paulo e Rio de Janeiro são as duas maiores cidades do Brasil tanto em produção econômica quanto em PIB potencial em risco.
No total, riscos causados por ação humana em São Paulo poderiam representar US$ 36,73 bilhões dos US$ 62,95 bilhões que a cidade tem em riso. As maiores ameaças para São Paulo, são de quebra de mercado (que poderia custar US$ 15,29 bilhões), pandemia humana (US$ 12,67 bi), inundação (US$ 11,63 bi), ataque cibernético
(US$ 9,13 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 7,65 bi).
Em comparação, o Rio de Janeiro tem um total de US$ 14,86 bilhões em risco por ameaças causadas por ação humana, que é igual a 61,10% do total de US$ 24,32 bilhões em risco. As ameaças prioritárias no Rio de Janeiro são quebra de mercado (US$ 6,18 bi), pandemia humana (US$ 5,14 bi), ataque cibernético (US$ 3,69 bi), inundação (US$ 3,55 bi) e flutuação no preço do petróleo (US$ 3,10 bi).
Inga Beale, CEO do Lloyd’s disse:“O Lloyd’s City Risk Index destaca a exposição econômica de 301 grandes cidades ao redor do mundo. Governos e empresas, juntamente com seguradores, precisam trabalhar juntos para ter certeza de que esta exposição – e o potencial de perdas – seja reduzido.”
“Seguradores, governos, empresas e comunidades precisam pensar sobre como podem melhorar a resiliência de sua infraestrutura e de suas instituições. O seguro é parte da solução.”
“Os seguradores precisam continuar a inovar, certificando-se de que seus produtos são relevantes neste cenário de riscos em rápida mutação, e oferecendo aos consumidores a proteção que necessitam e, como resultado, contribuir para uma comunidade internacional mais resiliente.”
Marco Castro, Representante Geral e Presidente do Lloyd’s no Brasil, disse: “O relatório Lloyd’s City Risk Index mostra que o cenário de riscos está mudando, e os riscos causados por ação humana estão se tornando cada vez mais significativos ao redor do mundo. No Brasil, precisamos nos certificar de que estamos adaptados a estas ameaças crescentes, uma vez que bilhões de dólares estão em risco.”
“Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro são potências econômicas internacionais, capazes de gerar enorme crescimento e prosperidade para o povo brasileiro ao longo da próxima década. Mas precisamos proteger estas cidades tanto contra riscos tradicionais como inundação, como contra riscos emergentes como ataque cibernético.”
O que é GDP@Risk?
Quando um evento catastrófico como um terremoto, pandemia ou crise financeira atinge uma cidade, ele reduz sua produção econômica. A perda de produção econômica, relativamente ao valor de produção que seria esperado, é o GDP@Risk de um evento. O Lloyd’s City Risk Index 2015-2025 toma os primeiros cinco anos de perda de produção econômica como a medida padrão de GDP@Risk de um evento.
Cidades estão expostas a riscos oriundos de múltiplas ameaças. O Lloyd’s City Risk Index considera 18 delas: ataque cibernético, seca, terremoto, inundação, congelamento, onda de calor, pandemia, quebra de mercado, acidente nuclear, flutuação no preço do petróleo, pragas nas lavouras, falta de energia, tempestade solar, inadimplência estatal, terrorismo, tsunami, vulcão e vendaval.
Nós estimamos a probabilidade de cada cidade ser afetada por eventos de diferentes magnitudes entre 2015 e 2025. Estas probabilidades variam de cidade para cidade, dependendo de suas localizações e características de risco, mas todos estes eventos são raros e a probabilidade de uma cidade ser impactada por qualquer evento em particular dentro do período de dez anos pode ser apenas uma pequena porcentagem.
Nós estimamos o GDP@Risk de cada evento, caso ele ocorresse, para cada cidade. A velocidade com que uma cidade se recupera após uma catástrofe é um componente-chave do risco total. O impacto destes eventos é mitigado pelo rápido acesso ao capital para ajudar a recuperar a economia posteriormente.
A soma de todas as perdas esperadas das diferentes ameaças e seus cenários representativos que poderiam ocorrer em cada um dos anos entre 2015 e 2025 nos dá o GDP@Risk total para a cidade, derivado de todas as ameaças. Esta é uma perda estimada para a economia daquela cidade resultante de todas essas ameaças, ponderada pela probabilidade.
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