Dilma sanciona regra alternativa ao fator previdenciário; veta desaposentação

Fonte: Reuters – Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro

A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei que cria uma regra alternativa ao fator previdenciário para as aposentadorias, mas vetou a chamada desaposentação, informou o Diário Oficial da União desta quinta-feira.

As novas regras para aposentadoria, aprovadas pelo Congresso em outubro, estabelecem a nova fórmula 85/95, em que a idade do trabalhador é somada a seu tempo de contribuição até que se alcance 85 para mulheres e 95 para homens.

Com a sanção de Dilma, a fórmula passa a ser uma alternativa ao fator previdenciário, mecanismo que penaliza as aposentadorias precoces. A regra vale até 2018 e, a partir de então, começa a avançar um ponto a cada dois anos, alcançando 90/100 em 2027.

Dilma, no entanto, vetou, entre outros, o artigo aprovado pelos parlamentares que previa que pessoas que continuassem a trabalhar depois de aposentadas poderiam pedir o recálculo da aposentadoria depois de cinco anos de trabalho, a chamada desaposentação.

Segundo justificativa para o veto publicada no Diário Oficial, a desaposentação “contraria os pilares do sistema previdenciário brasileiro, cujo financiamento é intergeracional e adota o regime de repartição simples”.

O governo estima que a desaposentação, se sancionada, teria um custo de pelo menos 70 bilhões de reais em 20 anos.

Em 2014, a Previdência fechou o ano com um déficit de 56,7 bilhões de reais.

Willis conclui compra da Miller

Luis Maurette 2_divulgacaoRelease

A Willis Brasil, parte da Willis Group Holdings plc (NYSE: WSH), consultoria de riscos, corretora de seguros e resseguros e empresa de capital humano & benefícios, anunciou hoje a conclusão da aquisição da Miller do Brasil Corretora de Resseguros Ltda (“Miller do Brasil “).

A Miller do Brasil atua, especificamente, em resseguros, tanto facultativos quanto contratos. A Miller Insurance Services é uma corretora especialista líder do mercado de Londres em wholesale, operando internacionalmente em no Lloyds. A Miller atua em operações de seguros comerciais de grande porte e complexas.

Luis Maurette, CEO Regional da Willis na América Latina, diz: “A bem-sucedida conclusão desta transação combina o talento excepcional e as capacidades de ambas, Willis e Miller do Brasil, e posiciona a nossa plataforma já existente para crescimento ainda maior. A união de nossas empresas elevará nossa presença no mercado, especialmente no segmento de resseguros “.

Márcio Corrêa, CEO da Miller do Brasil, afirma: “Estamos muito entusiasmados com a conclusão desta transação. Estou confiante de que a combinação do talento de nossas equipes, com nossa experiência de mercado, resultarão em uma empresa ainda mais forte e impulsionará o nosso sucesso futuro”.

Expectativa de vida aumenta 10 anos desde 1970 em países da OCDE

idososFonte: Agência Brasil

A expectativa de vida aumentou mais de dez anos desde 1970 nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), atingindo 80 anos e meio, em média, em 2013. Segundo relatório da organização, divulgado hoje (4), persistem, no entanto, diferenças importantes entre os países.

Na área da OCDE, que integra 34 países, muitos ricos e alguns emergentes, como o México, o Chile e a Turquia, a esperança de vida “continua a aumentar regularmente” de três a quatro meses por ano em média e “nada indica uma desaceleração”.

O estudo anual Panorama da Saúde 2015 mostra que os países onde a expectativa de vida mais aumentou são o Japão, a Espanha, a Suíça, a Itália e a França, com os valores, tanto no sexo feminino quanto no masculino, ultrapassando os 82 anos (cálculo válido para 2013).

O Japão aparece em primeiro lugar, com 83,4 anos, e a Espanha em segundo, com 83,2 anos.

Na parte inferior da lista encontram-se o México (74,6 anos), a Hungria (75,7 anos), a Eslováquia (76,5 anos) e a Turquia (76,6 anos), embora este último país tenha registrado “importantes ganhos de longevidade” e se aproxime rapidamente da média, destaca a OCDE.

Os Estados Unidos, em primeiro lugar nas despesas de saúde por habitante, aparecem em 28º lugar entre os 34, com esperança de vida de 78,8 anos.

O aumento nos Estados Unidos no período foi “muito mais modesto” do que em outros países ricos, e a esperança de vida é atualmente “inferior à da maioria dos outros países da OCDE devido a taxas de mortalidade mais elevadas ligadas a comportamentos” nefastos, diz a organização.

A OCDE mostra que os Estados Unidos apresentam taxas de obesidade mais elevadas, maior consumo de medicamentos e de drogas ilícitas e taxas mais elevadas de vítimas de acidentes rodoviários e de homicídios. A má classificação deve-se ainda à “difícil situação socioeconômica de grande parte da população e a problemas de acesso e de coordenação dos cuidados para alguns grupos populacionais”.

Mapfre registra queda de 12% no lucro líquido até setembro

Captura de Tela 2015-11-04 às 17.02.38A Mapfre, maior grupo segurador da Espanha, registrou um lucro líquido de 591 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, decréscimo de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na Comissão Nacional de Mercado de Ações (CNMV). O fraco desempenho foi creditado ao pagamento de indenizações como das tempestades de neve no início deste ano nos Estados Unidos, e as taxas de imposto mais elevadas em alguns países, como o Brasil e a Colômbia. Apesar da queda no lucro líquido global, as receitas de Mapfre cresceram 6,8% entre janeiro e setembro, para 20,5 bilhões de euros, enquanto o volume de prêmios avançou para 17,3 bilhões de euros, aumento de 5,4% nos primeiros nove meses de 2014, sendo a área de seguro com 13,7 bilhões e a de vida com 3,5 bilhões de euros.

O Brasil novamente é destaque no grupo, com 3,711 bilhões (-9%, ou 4,4% em moeda local) em prêmios, o que representa 20% do faturamento do grupo no mundo, segundo apurou o blog Sonho Seguro. A queda nas vendas foi creditada a desvalorização do real e a desaceleração do seguro agrícola. No entanto, o ramo vida cresceu 4,7% em moeda local, e automóvel 3,3%. O resultado antes de impostos cresceu 19,3%, para 650 milhões de euros, (+37,5% em moeda local) em relação ao mesmo período do ano passado. A Mapfre mantém uma posição de liderança neste mercado, com crescimento nos principais ramos, o que torna a operação altamente diversificada e bem posicionada para enfrentar o ciclo econômico atual, diz o comunicado distribuído pela matriz à imprensa.

O release completo, na versão espanhol, está disponível no link: https://www.salaprensa.mapfre.com/ficha-nota-prensa/1745/mapfre-aumenta-sus-ingresos-casi-un-7-por-ciento-hasta-superar-los-20500-millones-y-su-beneficio-neto-se-situa-en-591-millones

Atualização em 6 de novembro, com o envio de release enviado à imprensa pela subsidiária brasileira:

O Brasil foi responsável por 20% dos prêmios e 22,4% dos resultados líquidos de sócios externos da Mapfre no mundo. O Grupo Mapfre obteve receita global de R$73,3 bilhões (20,6 bilhões de euros) e lucro bruto de R$ 4,1 bilhões (1,1 bilhões de euros).

A Mapfre obteve no Brasil, nos nove primeiros meses deste ano, um resultado antes de impostos e participações de R$ 2,3 bilhões (650 milhões de euros), o que representa um aumento de 38,2% em reais e 19,5% em euros. O volume de prêmios foi de R$ 13,2 bilhões (3,7 bilhões de euros), ou seja, 4,4% maior que no ano anterior (-9% em euros afetado pela depreciação do real no período). O Brasil foi o segundo país com o maior volume de receitas no Grupo, perdendo somente para a Espanha.

Segundo o CEO Regional do Grupo Mapfre no Brasil, Wilson Toneto, “os resultados demonstram que, mesmo em um período de crise, estamos bem posicionados em nossas linhas de negócios, mantendo a solidez e rentabilidade”.

Nos negócios em que a Mapfre mantém parceria estratégica com a BB Seguros, também registrou-se crescimento no volume de vendas: na BB MAPFRE SH1 os prêmios cresceram 4,7 %, e na Mapfre BB Sh2 o crescimento foi 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Há que se destacar, que apesar do crescimento menor do que em períodos anteriores, o desempenho do resultado antes de impostos e participações até setembro da BB Mapfre SH1 e da Mapfre BB SH2 foi de 36,6% e 42,4%, respectivamente. A melhora operacional, redução de gastos e expressivos resultados financeiros são fatores positivos. .

Em Previdência Privada, o importante crescimento de 23,4 % no volume de contribuições propiciou encerrar o período com reservas de R$ 2,4 bilhões, 13,3% superior ao mesmo período do ano anterior.

América Latina

Na América Latina, a Mapfre contabilizou prêmios de 7 bilhões de euros nos nove primeiros meses de 2015, 0,8% a menos que no mesmo período do ano anterior, em razão da desvalorização de quase todas as moedas da região. O lucro antes dos impostos cresceu 9,2%, atingindo 785 milhões de euros. A América Latina já é responsável pelo aporte de 38% dos prêmios e 29% dos lucros antes de impostos da MAPFRE no mundo.

Cifras Globais

A receita da Mapfre até setembro atingiu 20,6 bilhões de euros, aumento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios cresceram 5,4%, chegando a 17,3 bilhões de euros. Vale destacar o desempenho dos seguros de danos e resseguro, assim como a contribuição do negócio Direct Line na Itália e Alemanha, que aportam 207 milhões de euros em receitas.

O lucro antes de impostos chegou a 1,1 bilhão de euros, enquanto o lucro líquido ficou em 591 milhões de euros, uma queda de 12%, gerada pelo aumento da sinistralidade, especialmente das nevadas do início do ano nos Estados Unidos, e incremento de impostos sobre lucro em alguns países, como por exemplo o Brasil. Mesmo com o aumento da sinistralidade nos principais mercados, o índice combinado do Grupo melhorou 4 décimos em relação ao trimestre anterior, encerrando o período com 98,7%.

Festa de posse marca o início de nova fase na APTS

Osmar BertaciniPor Márcia Alves

A emoção deu o tom da festa de posse da nova diretoria da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), realizada na noite de 29 de outubro, no Circolo Italiano, na capital paulista. Com a presença de 250 pessoas, entre associados, convidados e autoridades, o evento marcou o retorno de Osmar Bertacini à presidência da APTS, 18 anos depois de ter cumprido duas gestões consecutivas, entre 1993 e 1997. Quarto presidente em 32 anos de existência da entidade, Bertacini foi eleito por aclamação, em setembro, juntamente com sua diretoria, para cumprir a gestão 2015/2017.

Na festa de posse, um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem surpresa que o novo presidente preparou para o seu antecessor, Luis López Vázquez, fundador da APTS. “Meu caro amigo, que, oriundo da Espanha, construiu em território brasileiro sua história, com muita capacidade e inteligência, contribuindo com o mercado de seguros”, disse. Em seguida, também registrou a presença de seu antigo professor na Funenseg, José Francisco de Miranda Fontana. “Obrigado por sua honrosa presença”, disse.

Para completar a surpresa, Bertacini fez suspense sobre a entrega da placa. “Será realizada por uma pessoa muito especial”, disse. Em seguida, ao som de Canção da América, surgiu no salão o filho de Vázquez, Luis Octávio López Vázquez, acompanhado da esposa. Sob muitos aplausos, ele leu a placa, cujos dizeres iniciavam com uma frase do filósofo alemão Goethe, em espanhol:

“No basta con saber, también hay que aplicar. No basta con querer, también hay que actuar”. “A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro nasceu, há 32 anos, do seu sonho de disseminar o conhecimento técnico. Desde então, a APTS vem promovendo o saber e colaborando para o desenvolvimento do mercado de seguros. Muito obrigado por sonhar, acreditar e realizar. Que a sua obra se perpetue e o seu exemplo inspire gerações futuras”.

Outra grata surpresa da noite foi a apresentação da cantora lírica Giovanna Maira, que perdeu a visão ainda na infância. Bertacini contou que a conheceu em um evento do setor e ficou emocionado com a sua bela voz e o seu exemplo de superação. “Fiz de tudo para trazê-la à minha posse”, disse. Giovanna cantou o hino nacional e alguns sucessos internacionais, encantando a plateia.

Entre as diversas seguradoras representadas na festa, três prestaram homenagens ao atual presidente da APTS. O presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, e outros diretores entregaram placas a Bertacini e a Vázquez. Representando o presidente da Chubb Seguros, Nivaldo Venturini, a diretora Priscila Magni se juntou a outros colaboradores da empresa para render homenagem ao novo presidente. Cristina Lopes, da SulAmérica, presenteou o presidente da APTS com um arranjo de flores.

Em seu discurso de posse, o novo presidente manifestou a satisfação de voltar ao comando da APTS. “É momento especial, em que aceitei o desafio profissional de conduzir, juntamente com minha diretoria, a APTS, uma entidade querida”, disse. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva dos seus 54 anos de carreira na área, iniciada em 7 de junho de 1962, na Companhia Internacional de Seguros, até a fundação da sua própria empresa, a Humana Seguros, em 1991.

Na área associativa, Bertacini foi fundador e presidente do CVG-SP por duas gestões (2009 a 2012); primeiro presidente da Aconseg-SP; sócio fundador da UCS e diretor do CCS-SP (2012 a 2013). Atualmente, é o 2º Secretário do Sincor-SP, diretor da Camaracor-SP, da SBCS da ANSP, presidente do Conselho Administrativo do CVG-SP e diretor do Lions Clube de Santana.

No encerramento do evento, o presidente da APTS transmitiu uma mensagem aos jovens: “Não se deixem levar pela idade, continuem trabalhando, porque o trabalho faz bem, enobrece. Eu poderia estar descansando, mas me sinto confortável em fazer o que gosto. Enquanto Deus permitir, continuarei trabalhando em prol do mercado de seguros”.

Diretoria da APTS – Gestão 2015/2017

Presidente: Osmar Bertacini

Secretário: Evaldir Barboza de Paula

Tesoureiro: Hélio Opípari Junior

Conselho Administrativo

Efetivos: Paulo de Tarso Meinberg, Pedro Barbato Filho e Luiz Gustavo Miranda de Souza. Suplentes: José Cesar Caiafa Junior, Josafá Ferreira Primo e Maria Amélia Saraiva.

Porto Seguro tem lucro líquido de R$209 milhões no terceiro trimestre

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A Porto Seguro registrou, no terceiro trimestre de 2015, crescimento de 5% das receitas totais e de 10% no 9M15. O desempenho operacional e financeiro do trimestre foi menor em comparação ao mesmo período do ano anterior. O resultado operacional foi impactado principalmente pelo aumento das despesas de tributos de seguros, enquanto o resultado financeiro foi prejudicado pela alta volatilidade do mercado no período. Entretanto, no acumulado do ano a Companhia continua com uma rentabilidade superior (vs. 9M14).

Na operação de seguros, os prêmios auferidos cresceram 4% e 9% no 9M15, impulsionados pelo crescimento do número de itens segurados (ex: +6% na frota de automóveis segurada). No Automóvel, principal carteira da empresa, o aumento de prêmios do trimestre desacelerou em relação ao primeiro semestre (3% vs. 9%), influenciado pela retração na economia e pelo ambiente competitivo, com maior pressão nos preços. No entanto, o crescimento da companhia superou a média de mercado (evolução menor que 1%), e a frota segurada atingiu R$ 5,2 milhões. Também, foram introduzidos ajustes na marca Azul para recuperar produção e proteger renovações, preservando as margens. Além disso, houve crescimento de 2 dígitos do segmento Patrimonial (marca Porto Seguro) e dos produtos de Vida e Odontológico.

No trimestre, o desempenho operacional de seguros foi menor, sendo que o índice combinado atingiu 96,3% (+1 p.p.), associado principalmente ao retorno do pagamento do imposto Cofins em 2015. Porém, no acumulado do ano, o desempenho operacional permaneceu melhor (vs. 9M14) em 0,3 p.p..

Nos negócios financeiros e de serviços, as receitas cresceram respectivamente 11% e 18% no 3º trimestre de 2015 e 9M15, intensificadas pela expansão da carteira das operações de crédito (Cartão de Crédito e Financiamento) e pela evolução do produto Consórcio.

O resultado financeiro manteve-se ligeiramente menor no trimestre. Os movimentos adversos de mercado impactaram os investimentos em títulos pré-fixados e ações, gerando uma performance abaixo do índice de referência. A rentabilidade trimestral da carteira foi de 2,06% (60% do CDI) e de 8,31% (87% do CDI) no ano, excluindo-se os recursos previdenciários.

Finalmente, o lucro líquido no trimestre foi de R$ 209 milhões (-11%) e de R$ 715 milhões (+18%) no acumulado do ano. O ROAE trimestral foi de 15,0% e o acumulado atingiu 17,6%. Entretanto, nesse trimestre a Porto Seguro obteve crédito tributário referente ao ativo diferido gerado pelo aumento da CSLL no valor de R$ 51 milhões, que foi parcialmente compensado pelo incremento da provisão de devedores duvidosos nas operações de crédito no valor líquido de R$ 23 milhões, decorrente de uma política mais conservadora. Assim, o lucro líquido trimestral recorrente foi de R$ 181 milhões.

Principais destaques

· Crescimento das receitas totais de 5% no 3T15 e de 10% no 9M15 em comparação ao mesmo período do ano anterior;

· Aumento de 4% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre e de 9% no acumulado do ano (2015 x 2014);

· Lucro líquido no 3T15 de R$ 209 milhões (-11%) e de R$ 715 milhões no 9M15 (+18%). O ROAE atingiu 15,0% (-3,5 p.p.) no trimestre e 17,6% (+1,9 p.p.) no acumulado do ano – sem business combination;

· Lucro líquido recorrente no 3T15 de R$ 181 milhões (-23%) e de R$ 687 milhões no 9M15 (+13%). O ROAE atingiu 13,1% (- 5,4 p.p.) no trimestre e 16,9% (+1,2 p.p.) no acumulado do ano – sem business combination;

· Índice combinado de seguros alcançou 96,3% em ambos períodos com uma variação de +1 p.p. no trimestre e de -0,3 p.p. no ano – o índice combinado ampliado foi de 90,2% (+0,5 p.p.) no 3T15 e de 89,6% (-1,0 p.p.) no 9M15;

· Resultado financeiro de R$ 210 milhões no 3T15 (-1% vs. 3T14) e de R$ 764 milhões no 9M15 (+18% vs. 9M14). No trimestre, a rentabilidade total atingiu 1,85% (54% do CDI) e a rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,06% (60% do CDI). No acumulado do ano, a rentabilidade total foi de 8,18% (86% do CDI) e de 8,31% (87% do CDI), sem considerar os recursos de previdência;

· Ajustando (pró-forma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido alcançaria R$ 254 milhões (+5%) no trimestre e R$ 751 milhões (+24%) no acumulado do ano e o ROAE atingiria 18,2% (-0,8 p.p.) no 3T15 e 18,4% (+2,7 p.p.) no 9M15.

Swiss Re divulga ROE de 14,5% em nove meses

swiss reA resseguradora Swiss Re divulgou lucro líquido de US$ 3,7 bilhões nos primeiros nove meses de 2015 e US$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre deste ano.. Todas as unidades de negócio contribuíram para o resultado, segundo comunicado divulgado na última sexta-feira. A área de resseguro de vida e saúde foi o destaque do período em relação ao lucro. O grupo apresentou retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 14,5% durante os primeiros nove meses. Considerando o desempenho financeiro, a Swiss Re espera lançar o programa de recompra de ações em meados de novembro.

O balanço pode ser acessado no link:

http://www.swissre.com/media/news_releases/nr_20151029_q32015.html

Lucro do mercado segurador chinês avança 95% até setembro

O lucro do mercado segurador da China cresceu anualmente 95%, chegando a 244 bilhões de yuanes (US$ 38,4 bilhões) de janeiro a setembro de 2015, segundo dados divulgados pela Comissão Reguladora de Seguros da China (CRSC), informa o portal Xinhua.

O faturamento das companhias registrou alta de 19,5%, para 1,9 trilhão de yuanes durante o período, enquanto os ativos totais da indústria totalizaram em 11,6 trilhões de yuanes, uma alta de 14% em relação ao nível no início do ano, segundo a CRSC. Os seguros de vida registraram crescimento de 21,3%, o maior de toda a indústria.

As seguradoras estrangeiras registraram performance destacada, com receitas de prêmios avançando 27,3%, para 85,8 bilhões de yuans, o que representa 4,5% do mercado de seguros da China, um avanço de 0,27 ponto percentual.

Agenda: III Congresso Latino Americano de Seguros de Transportes & Cascos acontece de 16 a 19 de novembro

munich re congressoO III Congresso Latino Americano de Seguros de Transportes e Cascos, realizado pela ALSUM (Associação Latino Americana de Subscritores Marítimos) e o CIST (Clube Internacional de Seguros de Transportes) acontecerá de 16 a 19 de Novembro de 2015 no Hotel Tívoli Mofarrej, em São Paulo.

Patrocinado pela Munich Re, Lloyd’s, Swiss Re e Starr, o evento é considerado o maior e mais importante evento de marine para o mercado de seguros na região. O encontro visa permitir a troca de experiências entre profissionais de diversos países que atuam na mesma área e é uma oportunidade única à comunidade de marine.

Nesta edição, o tema é “A Oportunidade de Seguro Marítimo no Ambiente Latino-Americano” e é direcionado não só aos subscritores de marine na América Latina, mas também a todos os corretores de seguros, reguladores de sinistros, gerenciadores de riscos, advogados, operadores logísticos e demais profissionais interessados no negócio de seguros de transportes e cascos.

A ALSUM é uma fundação sem fins lucrativos, concebida e capitalizada por empresas seguradoras e resseguradoras com presença na América Latina e conta com o apoio do CIST e outras associações como IUMI, FIDES, FASECOLDA, APADEA e AMIS. A Organização é dedicada a fornecer cursos de capacitação, exames de certificação e, principalmente, promover a troca de informações entre os subscritores de seguro marítimo na América Latina e busca reunir os pilares fundamentais da subscrição: informação, capacitação, networking e padronização.

O Congresso reunirá todos esses pilares e pretende oferecer aos participantes as melhores práticas e o que há de mais atual sobre os temas mais relevantes que compõem os seguros de Transportes e Cascos.

Para conhecer a programação e saber mais acesse : www.alsum.co/congreso2015

AXA agrega RC ao seguro de executivos

inovacaoRelease

A AXA acaba de lançar no mercado brasileiro uma solução que agrega a cobertura para diretores e administradores (D&O na sigla em inglês) à apólice de Responsabilidade Civil Geral. Um dos objetivos da companhia com esse produto é estender a proteção para o patrimônio pessoal de executivos ou sócios-administradores de empresas de médio ou pequeno portes.

“O seguro de Responsabilidade Civil Geral já faz parte da rotina de muitas empresas de médio porte, a consciência em relação aos riscos já está mais aguçada. Nosso objetivo é realizar um trabalho semelhante com a cobertura de D&O”, afirma Vanderlei Ravazzi, diretor técnico e de produtos da AXA Seguros.

Para chegar na formatação desse produto a companhia pesquisou o mercado nacional e também as soluções da AXA nos outros 58 países onde o grupo atua. A equipe brasileira percebeu então que a solução é inédita. “Um dos nossos compromissos é inovação. Todos na AXA são incentivados a colocar novidades na mesa. Isso tem a ver com flexibilidade, com o objetivo de trabalhar com soluções mais simples, que facilitem a vida do corretor e levem benefícios aos clientes”, complementa Ravazzi.