Quem não quer viver em uma cidade menos poluída, menos barulhenta e com menos trânsito? A bicicleta elétrica que, cada vez mais está ganhando adeptos no Brasil e no mundo, pode ser uma das soluções para que isso vire realidade – segundo a Superintendência da Zona Franca de Manaus, em 2014 foram produzidas só no Polo Industrial de Manaus mais de 6 mil unidades do produto. Por ter uma autonomia de, em média 30 a 40 km, é comum que ciclistas se desloquem de carro até um determinado ponto. É neste momento que é preciso cuidado!
Com um peso médio de 20 quilos, as bicicletas elétricas são muito mais pesadas do que as comuns. Isto se deve ao motor elétrico, à bateria e ao quadro reforçado. Levando em consideração essas características, o Centro de Tecnologia Allianz (AZT), em Munique, na Alemanha, realizou um crash test para demonstrar o perigo de transportar uma magrela elétrica em racks de teto ou naqueles presos na barra do reboque, todos preparados para suportar o peso de uma bike normal. Confira o vídeo aqui.
“Muitos ciclistas usam seus suportes de bicicletas comuns para transportar suas bicicletas elétricas, sem levar em conta a questão do peso. Os recentes testes da Allianz mostram como os equipamentos atingem rapidamente seus limites e podem colocar em perigo outros usuários mesmo em situações cotidianas de direção, como desviar, brecar ou dirigir sobre irregularidades no asfalto”, aponta Melanie Kreutner, engenheira de pesquisa do Centro de Tecnologia Allianz.
Em teste realizado pelo AZT, três e-bikes, cada uma pesando 26,8 quilos (incluindo as baterias), foram colocadas em um aparelho projetado para carregar três bicicletas de 15 quilos, ou seja, um total de 45 quilos. Desta forma, a montagem foi sobrecarregada em 35,4 quilos. Assim, durante a simulação de uma manobra de desvio a 50 km/h, o carro ficou amassado e o farol traseiro foi quebrado pela bicicleta elétrica mais próxima da lataria, além disso, o suporte entortou a esfera do engate.
Já durante a avaliação em que o veículo passou sobre lombadas, buracos e terra batida, o fecho que prendia a e-bike mais externa se soltou, deixando as rodas presas ao rack apenas pelas tiras. Depois de cada teste, o trajeto não pôde ser continuado por motivos de segurança, pois o risco de uma bicicleta elétrica ou do suporte inteiro se desprender do carro era muito alto.
“Os testes realizados pelo Centro de Tecnologia Allianz concluíram que os suportes presos na barra de reboque são os mais adequados para transportar e-bikes, pois se estiverem presas em racks de teto, em caso de acidentes há o risco de se desprenderem e serem arremessadas”, ressalta Kreutner. A engenheira de pesquisa do AZT ainda recomenda que “é importante checar quanto cada barra do suporte pode carregar e não apenas a carga máxima do equipamento, porque se a montagem individual for sobrecarregada, se romperá e não conseguirá segurar a bicicleta elétrica no lugar”. O AZT ainda ressalta que é válido fazer paradas frequentes durante o trajeto para certificar de que todos os fechos continuam intactos.
Duas bicicletas, cada uma pesando 24,5 quilos, foram presas a dois racks de teto de estabilidade variável. Um deles, o mais robusto, é projetado para carregar uma bike de no máximo 20 quilos, enquanto o outro suporta uma carga máxima de 15 quilos. Em uma colisão de frente a cerca de 50 km/h, o suporte mais fraco foi incapaz de manter a bicicleta na posição inicial – os fechos se romperam e a ela foi lançada para frente. Já o mais robusto conseguiu manter a bike no lugar, porém, o rack inteiro, incluindo a bicicleta, se desprendeu do teto por conta do peso.
A Mapfre Global Risks, unidade do maior grupo segurador da Espanha e especializada no fornecimento de soluções de seguros abrangentes para empresas multinacionais, fortalece sue escritório em Londres como um centro estratégico para a área de crescimento internacional (EMEA, América do Norte e APAC). Segundo comunicado, a empresa espera avançar de 17% para 25% os prémios brutos até 2018 neste segmento.
Jose Antonio Ruibal foi nomeado diretor de subscrição internacional, subordinado a Chris Smith, diretor internacional da Mapfre Global Risks para EMEA, APAC e América do Norte. A unidade de riscos globais atua há oito anos no Reino Unido. “Acreditamos que com a nossa liderança na Espanha e na América Latina, bem como nossa força financeira, há espaço no mercado do Reino Unido para uma empresa como a Mapfre Global Risks”, disse o CEO da Mapfre Global Risks, Alfredo Castelo, que apresentou na semana passada a nova estratégia da empresa para clientes e corretores durante o evento realiza anual no mercado londrino.
Leading international insurance economics think tank, The Geneva Association, is looking for a ‘Director, Global Ageing’, a key pillar of the Association’s activities. The successful candidate will lead the Association’s research in this area, including the development of expert networks in the field and the oversight of relevant publications and reports. S/he will also be central to the Association’s dialogue on global ageing with Members, NGOs/IGOs, the wider industry, academia and other stakeholders. S/he reports directly to the Deputy Secretary General. The working language is English and the position is located in Zurich. The position is part-time if linked only to Global Ageing but would be full-time if the candidate can also steer some emerging insurance topics like e.g. Cyber Risks.
Key tasks of the role of Global Ageing include:
Produce and ensure quality research on global ageing
Build and maintain professional relationships and ongoing discussions with other institutions, international organisations: UN, World Bank, OECD, etc. as well as with academia and in-house research departments of insurance companies
Keep up to date regarding the relevant topics of global ageing
Lead the global ageing working group
Organise global ageing seminars and conferences
Manage work-streams for preparing papers and reports against set deadlines
Build and maintain a network with insurance experts
Qualifications of the candidate
Masters degree or PhD in economics, finance, actuaries or relevant fields
Relevant experience in insurance/global ageing research (optional: +emerging insurance topics)
Having an existing network in the field of global ageing (optional: +emerging insurance topics)
Ability to build strong relationships with external actors – cultivate productive relationships with partners and other important institutions
Outstanding publication record in insurance journals and relevant international publications
Very good organisational, writing, interpersonal and communication skills
Strong commitment to the insurance industry’s role in the economy and society
Readiness to travel internationally
Language skills: English, other languages an asset
Starting date: as soon as possible
Application package should include a CV, a motivation cover letter, name and contacts of two references and indication of the possible start date. The application package should be sent to Claudete Rode Maier at The Geneva Association via email to:
"Temos no Brasil uma frota de veículos segurados maior do que na Alemanha", diz Hass
“Temos no Brasil uma frota de veículos segurados maior do que na Alemanha”, diz Haas
Enquanto a crise assusta muitos executivos que não conseguem bater as metas diante do quadro econômico recessivo, João Francisco Borges, CEO da HDI Brasil, vive um momento único: recebe elogios do chefe. “Estou fascinado com o que vejo na subsidiária brasileira depois de 5 anos da minha primeira visita. A companhia local tem uma abordagem inovadora em produtos e subscrição de riscos. Me encanta a gestão da unidade brasileira, com custos administrativos enxutos, tecnologia de ponta e com uma frota de carros segurados maior do que a que temos na Alemanha”, afirmou o presidente mundial do grupo Talanx AG, Herbert K. Haas.
O grupo Talanx, controlador da HDI, foi fundado em 1903 por industriais alemães que queriam garantir apólices de seguros para suas empresas. Hoje a cooperativa ainda controla 79% do conglomerado e outros 21% estão listados em bolsa. É o terceiro maior grupo segurador da Alemanha e o nono maior da Europa. Em 2014, faturou 29 bilhões de euros atuando com seguros industriais, varejo, resseguros, gestão de ativos e benefícios, como pacotes de aposentadorias e saúde desenhados para funcionários de empresas.
A meta prometida aos acionistas é estar entre os cinco maiores provedores de seguros na Europa Central, tendo Polônia e Turquia com mercados alvos, e também na América Latina, com Brasil e México no topo das prioridades, disse ele em conversa reservada com o blog Sonho Seguro. O mercado alemão ainda é dominante nos indicadores apresentados por Haas. “Nosso objetivo é que as vendas internacionais representem 50% do faturamento do grupo até 2018. Em 2014, o mix chegou a 55% e 45%. Estou confiante que vamos conseguir atingir a meta com o avanço das vendas internacionais e não pelo encolhimento dos negócios na Alemanha”, disse.
Haas comenta que a Turquia e México ainda buscam o alvo de estar entre os cinco maiores. “Estamos buscando formas de chegarmos lá com crescimento orgânico e também por parcerias”, disse. No Brasil, a HDI já conseguiu atingir o alvo, pois já é a quinta maior em seguro automóvel, com 1,8 milhão de veículos segurados. “Mais do que temos na Alemanha”, enfatizou Haas.
Nem a recessão que o Brasil enfrenta, com queda estimada do PIB em 3% para este ano — situação que já resultou na queda de mais de 20% de veículos novos neste ano–, nem o fim do acordo corporativo que a HDI tem para a venda de seguros nas agências do HSBC tiram o ânimo de Haas com o Brasil.
Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel
Segundo informou João Francisco Borges, o fim do acordo corporativo da HDI com o HSBC em razão do banco inglês estar sendo adquirido pelo Bradesco está previsto para acontecer assim que o Banco Central aprovar a negociação. “Claro que uma perda sempre é ruim, mas temos 1,8 milhão de itens segurados, sendo que a produção do HSBC representa 50 mil itens por ano. A seguradora tem outras parcerias com instituições como Santander, Sicred, Sicoob e Banrisul. Isso mostra que o fim do acordo não terá tanto impacto para nós, que acreditamos na manutenção do nosso atual market share que nos coloca como a quinta maior no segmento”, afirmou Borges.
Para Haas, o mercado brasileiro é muito atrativo para o grupo, que atua com a HDI Seguros, para produtos de varejo, com a HDI Gerling, com programas de seguros para industrias, e também como resseguradora eventual. “A população do Brasil é jovem, a renda da classe média é crescente e a penetração de seguros no PIB mostra que ainda há muito potencial para o setor. Esses três aspectos nos fazem acreditar no país”, afirmou.
O grupo quer crescer em riscos industriais e não descarta aquisições ou fusões. Neste ano, a carteira de riscos industriais do Itaú foi vendida para a ACE, a da SulAmérica para a AXA, a parte latina da RSA para a Suramericana e a ACE fez uma oferta mundial para comprar a Chubb. “Em riscos industriais, ramo em que atuamos com a HDI Gerling, queremos ter uma penetração maior no Brasil. Almejamos a liderança de mercado nesta área. Se surgir um parceiro que se encaixa nas nossas estratégias atingiremos essa meta mais rápido”, diz, ciente de que passada a crise os projetos de infra-estrutura vitais para o crescimento do Brasil voltarão com tudo, gerando boa expectativa de receita para o setor de seguros.
Segundo Haas, a atual crise brasileira é algo inerente ao crescimento dos mercados emergentes. “Estamos aqui desde 1959 e já vimos muitos altos e baixos da economia brasileira. Logo a solução mais adequada será encontrada e o país voltará a crescer”, comentou, apostando em uma retomada do crescimento brasileiro em até dois anos. “Mesmo que demore quarto, o país é relevante para o mundo”, acrescentou.
Mas não é só o Brasil que enfrenta problemas. A Alemanha enfrenta o desafio de lidar com a crise imigratória que assusta a Europa. Desde que Angela Merkel autorizou a entrada de refugiados, com os alemães os recebendo com aplausos e alimentos, a popularidade da primeira ministra desaba. Para Haas, a imprensa exagera um pouco nas notícias neste sentido, lembrando que o volume de refugiados hoje não se compara ao volume recebido pela Alemanha nas guerras mundiais.
Segundo a mídia alemã, autoridades do governo vêem expressando temores de que haja terroristas em meio aos imigrantes à medida que os abrigos das cidades começam a ficar lotados. Em termos de seguros, Haas não vê qualquer impacto para a indústria em razão do crescente volume de imigrantes. Sem previsão de aumento de risco com pagamento de indenização, o tema refugiados para o grupo tem outra conotação. “Temos programas sociais no grupo e alguns deles estão voltados a mobilizar nossos funcionários em ações beneficentes, como arrecadação de doações financeiras e de alimentos, bem como em doação do próprio tempo de cada um em ações como dar aula de idiomas entre outras necessidades dos imigrantes”, informou.
Já os desafios da indústria mundial de seguro, segundo Haas, estão na busca da rentabilidade dos ativos, em práticas de subscrição adequadas e na inovação para atrair novos consumidores para o mercado. Ele também cita a necessidade de acordos que ajudem a reduzir os impactos das mudanças climáticas. “Tivemos um primeiro semestre mais tranquilo em perdas com catástrofes, mas tudo indica que elas vão aumentar ao longo do tempo caso não se tenha ações mais efetivas para amenizar as mudanças necessárias que visam a redução da emissão de poluentes”, finalizou.
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Com menos de um ano de vida, a Renova Ecopeças tem motivos de sobra para comemorar. De março deste ano até agora, a empresa já desmontou cerca de 2,3 mil carros, mas tem capacidade para desmontar 1,5 mil por mês. “Aprendemos muito nesse período em que estamos dedicados a construir uma empresa inovadora, que seja referência no mercado. Estamos numa curva de aprendizagem e temos muito pela frente. Avançamos com passos firmes e verdes”, diz Bruno Garfinkel, presidente da Renova e também um dos herdeiros do grupo Porto Seguro, que reúne empresas diversas, entre elas as principais seguradoras do mercado: Porto, Azul e Itaú.
A ideia de criar a Renova Ecopeças começou no período em que Bruno trabalhou na área de salvados da seguradora do grupo. O departamento visa rentabilizar as perdas com pagamento de indenizações. Como o nome diz, salvar o que puder dos carros batidos, principalmente daqueles que receberam a sentença de perda total por terem um custo de reparo maior do que o valor de indenizar um novo. Muitas vezes, a colisão danificou a frende do carro, deixando as peças da parte traseira intactas.
Ao conhecer a área em que atuava, Bruno se interessou por participar dos leilões de salvados, realizados por profissionais especializados em um pátio lotado de veículos avariados. “Fiquei impressionado com aquilo e com o interesse de tantos grupos de compradores”, contou ao blog Sonho Seguro durante visita ao impecável galpão onde todo o processo de desmonte é realizado. “Resolvi testar a lenda de que um carro desmontado valia três vezes um carro montado”.
O resultado veio provar que a lenda era a mais pura realidade. “O valor de todas as peças do carro desmontado equivalia a três vezes e meia o valor de veículo montado. Isso sem considerar a mão de obra para montar”, contou. Foi então que ele se interessou por montar uma empresa de autopeças, com a filosofia de ser líder de mercado, obedecendo todos os princípios da sustentabilidade e da Lei de Descarte de Resíduos Sólidos, promulgada em 2010, que tem como objetivo reduzir a poluição e a degradação ambiental, a partir da redução do impacto ao meio ambiente causado pelo descarte inadequado de resíduos. Chamou um grupo de executivos de private equity e pediu a eles para estudarem se a ideia de montar uma empresa seria viável do ponto de vista de sustentabilidade e de rentabilidade. A resposta do grupo de executivos especializados em startups foi animadora. A empresa teria uma margem apertada, mas seria rentável ao longo do tempo.
Animado, Bruno foi conhecer o que já havia no mundo sobre o reaproveitamento de peças de carros descartados. Priorizou Inglaterra e Estados Unidos, países onde encontrou um mercado gigante de revenda, porém sem os devidos cuidados com o planeta. Aprendeu sobre as melhores práticas e também viu as piores e os cuidados que teria de ter para não cometê-las. “Nos EUA, os carros ficam em um terreno e o serviço é no estilo self-service. O cliente vai lá e pega no ferro velho o que precisa. Só que sem os cuidados com o planeta. Ao retirar uma peça pode vazar óleo e contaminar o solo”, comentou. Eles também não se preocupam com a rastreabilidade das peças, acrescentou.
Todo o processo obedece determinações de descarte sustentável
Com ideias borbulhando, montou uma equipe e colocou a empresa para funcionar em março de 2015. Todo o desmonte obedece a um criterioso processo de descarte, desde o armazenamento do óleo dos motores até a negociação de itens de segurança, como cintos, amortecedores, airbags, pneus e rodas, que não podem ser reutilizados, pois colocariam em risco a segurança dos consumidores. Eles são direcionados aos seus próprios fabricantes ou empresas especializadas na reciclagem desses componentes. A lataria considerada sucata é esmagada por uma máquina instalada no local pela Gerdau, empresa líder em fabricação de aço na América Latina, que em troca fica com o alumínio empacotado e levado para reciclagem.
O objetivo dos acionistas da Renova é ter o papel de influenciar a mudança no segmento de seguros e também da sociedade em geral, tratando os resíduos poluentes e ajudando a reduzir o índice de furto de veículos com o respaldo da Lei do Desmanche, que prevê o rastreamento nacional das autopeças. Assim, as bases foram criadas para ter lucro não só rentabilizando os “salvados” para as seguradoras, mas como para ganhar como uma empresa inovadora de autopeças. A fórmula tem se mostrado um grande sucesso.
Nesta semana, o governador de São Paulo, Geraldo Alkimin, fez o lançamento de um sistema online de controle de peças automotivas provenientes de desmanches na sede da Revona Ecopeças. O programa permite que os cidadãos consultem em celulares e smatphones, com ajuda de QR Codes presentes em etiquetas afixadas em cada peça com número único de série, a procedência do produto. Por meio do sistema, a população pode também fazer denúncias de desmanches com suspeitas de irregularidades. “Tivemos uma diminuição de roubo e furto de veículos. Muitos deles eram roubados para ser desmanchados e as peças serem vendidas. Nós fechamos perto de 700 desmanches ilegais”, explicou Alckmin.
Desmanches são os principais clientes
O projeto de e-commerce que permite comercializar autopeças virtualmente, inclusive no mercado livre, já está pronto. O espaço para a área comercial está no andar de cima do galpão de 8 mil metros quadrados instalado perto no bairro do Jaguaré, em São Paulo à espera da explosão da demanda dos consumidores individuais e oficinas mecânicas. Hoje a Renova tem 9 mil itens no estoque, com uma variedade que ainda não atende às necessidades dos consumidores, em sua maioria desmanches, que buscam peças para consertar seus veículos ou para revender. “Por isso tomamos a decisão de viabilizar no business plan um cadastro no sistema no qual a Renova acessa distribuidores de peças novas e dá a solução final para o cliente sair com suas necessidades satisfeitas”.
Hoje a Renova só faz a desmontagem de carros das seguradoras do grupo. Mas está no radar, além de prestar consultoria para grupos sobre o descarte sustentável, negociar franquia para que outros investidores utilizem o método verde para reciclar carros avariados, seja de outras seguradoras como também dos que lotam os pátios dos Detrans espalhados pelo Brasil. “Acho que outras empresas vão seguir nosso exemplo. Nos já estamos inseridos no contexto das regulamentações”, diz, afirmando que o potencial de mercado para peças usadas é imenso no Brasil e exige concorrentes. Segundo ele, há 10 milhões de carros parados nos pátios para serem processados no Estado de São Paulo. “Ninguém está preparado para fazer isso”, afirma. “Eu quero desmontar carro. As empresas que quiserem doar o carro que está como passivo no terreno delas… estamos aqui para negociar”, avisa.
Atualmente, a Renova é a única que atende às exigências listadas na regulamentação prevista para o seguro popular de carro, tanto de descarte de resíduos sólidos como também de rastreabilidade das peças. O papel da Renova, segundo ele, é ser um catalizador de mudanças. Garfinkel afirma não ter como meta ser líder em vendas do seguro popular, que aguarda aprovação da Susep. O órgão regulador, por sua vez, depende de ter um mercado de peças usadas catalogadas ou genéricas para publicar o normativo que norteará as seguradoras no lançamento de apólices que podem custar 30% menos.
A ambição de Garfinkel é continuar aprendendo. “Temos erros que ainda precisamos descobrir. Abrimos a nossa porta para os críticos e colocamos em prática as mudanças sugeridas pelos especialistas no assunto”, diz. Segundo ele, usar os críticos como consultores não remunerados tem ajudado a mudar coisas simples, como, por exemplo, usar ar comprimido no lugar de eletricidade. “Tenho em mente que muitos consumidores vão optar pelos produtos do grupo Porto Seguro por saber que ele tem um processo que do início ao fim valoriza o bem da sociedade. Como líder de produto acho isso um valor e acredito nos benefícios que essa filosofia vai render no futuro”, finaliza.
Em comemoração ao Dia das Crianças, a Mondial Assistance Brasil, com seu grupo de voluntariado, o Célula V.I.D.A. (Vivendo Intensamente para Doar Amor), realiza, neste mês, uma campanha para doação de alimentos não perecíveis que serão destinados às crianças de 6 a 14 anos atendidas pelo Jedinha, pertencente ao Projeto JEDA, Instituição filantrópica sem fins lucrativos que atende crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social. Os alimentos são doados pelos colaboradores da empresa, que disponibilizou postos de coleta em suas quatro unidades, em São Bernardo do Campo. Além disso, seis ações educativas foram organizadas pelos voluntários em três unidades do Jedinha em comunidades de Santo André. O trabalho teve como objetivo apoiar a programação pedagógica da instituição com atividades lúdicas, beneficiando mais de 120 crianças.
O Projeto JEDA teve início na década de 1980, formado por voluntários residentes do município de Santo André. Sob a liderança da Irmã Indiana Marques Carraro, o grupo fundou em 1984 a Associação Civil Projeto Juventude Esperança do Amanhã – JEDA – nome criado pelas próprias crianças que eram atendidas na época. Desde então, a Instituição tem acolhido crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social, tornando-os cidadãos capazes e solidários, além de atuar intensamente na Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Responsabilidade Social
Uma das principais preocupações da Mondial Assistance é a responsabilidade social, reforçando a missão da empresa que está implícita em cada colaborador. Criada no final de 2006, a Célula V.I.D.A. é formada por colaboradores voluntários da Mondial. Seu objetivo é criar, desenvolver e gerenciar campanhas sociais, apoiando instituições e projetos que auxiliam os mais necessitados.
Mais sobre o Projeto Jeda e como ajudar: http://www.projetojeda.org.br/index.html
Barbosa: a corrupção tem como base uma sociedade desigual, trocas de favores na esfera pública e a promiscuidade
Barbosa: a corrupção tem como base uma sociedade desigual, trocas de favores na esfera pública e a promiscuidadeFonte: CQCS
O convidado mais esperado da noite de abertura do 19º Congresso dos Corretores foi o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Os corretores estavam ansiosos para ouvir o magistrado. Ao ter seu nome anunciado no centro de convenções do Rafain Palace Hotel onde está acontecendo o congresso em Foz do Iguaçu, os corretores aplaudiram efusivamente. Quando Barbosa apareceu no palco, os corretores passaram a aplaudir o magistrado em pé aos gritos de “Candidato a presidente!”.
Como que falando para uma plateia de alunos atentos, Barbosa falou didaticamente sobre “instituições brasileiras em tempo de crise”. Ele fez sua leitura sobre como a política brasileira se encaminhou para o estado atual e traçou um raciocínio baseado no direito à propriedade. “Em época de crise econômica há o risco de governantes inescrupulosos investirem contra o direito à propriedade privada para se manterem no poder”, disse.
Ele explicou que na democracia o Poder Judiciário garante aos cidadãos o direito dos indivíduos. Para o jurista, a corrupção tem como base uma sociedade desigual, trocas de favores na esfera pública e a “promiscuidade” que estão na raiz da relação entre a política e o poder econômico. O direito à privacidade está previsto na Constituição de 88. Barbosa disse que governantes inaptos podem tentar ingerir nesse campo e lembrou que o STF já analisou questões em áreas sensíveis no campo de escolhas individuais, como células-tronco, aborto por anencefalia, homoafetividade. “Em momentos de crise, o judiciário não tenderia a falhar e optar pelo estado em questões de garantir os direitos do cidadão?”, questionou.
Para ele a corrupção sistêmica é causada pela mescla entre empreendedorismo econômico e, ao mesmo tempo, recebimento de vantagens financeiras da parte do Estado. “A dependência excessiva de benefícios empresariais concedidos pelo Estado corrompe completamente a lógica do sistema público capitalista”, explicou.
O ex-presidente do STF lembrou que políticos naturalmente querem se eleger e se perpetuar nos cargos para os quais são eleitos. “Já os empreendedores, nessa relação promíscua, com esse tipo de financiamento, querem subsídios que os ajudem a tirar a concorrência do seu caminho”, destacou.
Barbosa explicou aos corretores que no sistema presidencialista, a Constituição prevê um sistema judiciário independente, guardiã dos direitos fundamentais do cidadão. “Os membros do judiciário têm algumas prerrogativas como o poder de elaborar seus próprios orçamentos; o juiz só não é independente se não quiser”, destacou.
Ele destacou que em ambientes em que as instituições não funcionam, as pessoas não agem com honestidade e os agentes públicos são vistos com desconfiança. “O jeitinho brasileiro é um entorse ao funcionamento das instituições, é uma forma de burlar a lei”, disse. Ele questionou se as empresas temeriam retaliação caso a ética fosse adotada como norte em alguns negócios. “Nenhum sistema jurídico tem como impedir a proliferação de um ambiente de desvio. O sistema jurídico não foi feito para reprimir violações de direitos”, assegurou. A eficiência, segundo Barbosa, está na rapidez com que as instituições detectam e corrigem os abusos.
Para ele o país tem vícios da colonização enraizados em suas instituições. “Há no sistema econômico uma excessiva dependência de auxílio do estado; o corporativismo de alguns poucos provoca distorções”, disse. Algumas empresas foram criadas para suprir necessidades, cresceram com vícios. Barbosa explicou que de acordo com a constituição quando o estado cria uma empresa para atuar em determinada área, ela deve atuar em igualdade jurídica com as empresas privadas.
Ao se tornarem dependentes do estado, algumas empresas são estimuladas a se aproximar do governo em busca de privilégios. “O capitalismo de estado é um capitalismo quebrado. Uma sociedade que se paute pelo capitalismo de estado crê que a desigualdade é algo normal”, afirmou.
Barbosa explicou que mecanismos institucionais servem para manter privilégios contrários aos defendidos pela Constituição e o poder judiciário, infelizmente, falhou em alguns momentos. “É irreal esperar 100% de eficiência das instituições políticas, cabe aos cidadãos cobrar as situações de rumo quando detectar desvios”. Ele salientou ainda que a sociedade brasileira emite sinais confusos. “Somos afáveis, mas uma parcela dos cidadãos demonstra insensibilidade para fenômenos como violência, brutalidade policial, linchamentos, grupos de extermínio, nós elegemos e nos deixamos enganar, com rara frequência, por políticos desonestos”, criticou.
Para ele, essa crise na sociedade levou o brasileiro a um grau extremado de falta de confiança como raramente se viu. “Vemos a desmoralização partidária e de políticos profissionais. Os partidos e seus dirigentes têm a sua disposição o dinheiro do fundo partidário que é distribuído de acordo com o tamanho das bancadas, mas eles querem mais, querem dar continuidade à relação de promiscuidades as empresas que prestam serviço aos diversos governos, querem dar curso a essa relação de extorsão”, destacou.
Chegando ao fim de sua exposição, Barbosa disse que a crise da instituição da presidência da República é o centro de gravidade. “Quando faltam qualidades ao presidente, a instituição entra em crise. Se há vácuo na política, ele é ocupado por aventureiros e lamentavelmente essa é a situação do Brasil”. Para Barbosa a solução é que o cidadão assuma sua responsabilidade: “É preciso que o cidadão se conscientize que a solução está em suas mãos e não de grupos oportunistas que nada mais querem se não dar continuidade a uma situação já existente”, finalizou.
Alckmim no galpão da Ecopeças, ao lado de Bruno Garfinkel
Alckmim no galpão da Ecopeças, ao lado de Bruno Garfinkel
Fonte: CNseg
O governador de São Paulo, Geral do Alkimin, fez o lançamento , na sede da Renova Ecopeças, de um sistema online de controle de peças automotivas provenientes de desmanches. O programa permite que os cidadãos consultem em celulares e smatphones, com ajuda de QR Codes presentes em etiquetas afixadas em cada peça com número único de série, a procedência do produto. Por meio do sistema, a população pode também fazer denúncias de desmanches com suspeitas de irregularidades.
Durante o anúncio, o governador ressaltou os resultados expressivos que a Lei dos Desmanches, em vigor há pouco mais de uma ano, obteve no Estado de São Paulo. “Tivemos uma diminuição de roubo e furto de veículos. Muitos deles eram roubados para ser desmanchados e as peças serem vendidas. Nós fechamos perto de 700 desmanches ilegais”, explicou Alckmin.
Em todo o Estado de São Paulo, na comparação de agosto deste ano com o mesmo mês do ano passado, o furto de veículos caiu 12,28%, passando de 10.437 para 9.155 registros, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). A queda de roubo de veículos no mesmo comparativo foi ainda maior, 23,85%, ou seja, de 7.484 para 5.699 casos. No total (furto + roubo de veículos) a variação foi de -17,11% em agosto de 2015 em relação ao mesmo mês do ano passado.
Os números da capital também são expressivos. No mesmo período, o furto de veículos caiu 12,49%, passando de 4.308 para 3.770. A queda de roubo de veículos foi de 25,58%, de 3.722 para 2.770. Totalizando redução de 18,56% de furtos e roubos em agosto deste ano na comparação com agosto de 2014.
O governador falou ainda sobre os cuidados com o meio ambiente que a lei exige. “Os fluídos são retirados, os óleos são reutilizados e o pneu vira asfalto e grama sintética. As peças que podem ser reutilizadas serão rastreadas online para acabar com o comércio de peças de carros roubados, que resultavam, infelizmente, muitas vezes, em roubos a mão armada, responsáveis por mais de 40% dos latrocínios.”
O software, que pode ser acessado pelo portal do Detran.SP, na área “Parceiros”, já está disponível para uso das empresas do setor, que devem etiquetar as peças a serem comercializadas e cadastrá-las, com informações como veículo de origem e nota fiscal de entrada e saída. Até o momento, 405 estabelecimentos foram incluídos no sistema e 12.199 peças já foram cadastradas.
Nos próximo dias, o Detran.SP publicará portaria que estipulará prazo de 30 dias para que as empresas etiquetem as peças e as cadastrem no sistema. Os estabelecimentos que descumprirem a norma estarão sujeitos a perderem a autorização de funcionamento.
O programa tem ainda um perfil para as fornecedoras de etiquetas, para que elas possam informar a numeração de série das cartelas vendidas a cada empresa registrada. Em breve, leiloeiros também terão acesso ao software para informar quais empresas adquiriram veículos em leilões para desmonte de peças e quais lotes foram comprados por cada estabelecimento.
Até o fim do mês de setembro, 1.546 empresas do setor de desmanche solicitaram o credenciamento junto ao Departamento de Trânsito, sendo que 1.092 estão autorizadas a funcionar. As outras 454 empresas tiverem o pedido indeferido porque não apresentaram a documentação completa prevista na legislação.
Somente na capital, 567 deram entrada no pedido de credenciamento e 382 estão autorizadas a funcionar. As demais 185 empresas tiverem a solicitação indeferida por não terem apresentado todos os documentos necessários. A relação de empresas autorizadas a comercializar autopeças usadas está disponível no portal www.detran.sp.gov.br.
A fiscalização é feita de forma permanente em todo o Estado, em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Secretaria da Fazenda e as prefeituras locais.
Desde julho do ano passado, as operações integradas já resultaram no fechamento de 688 estabelecimentos irregulares de revenda de peças automotivas usadas de um total de 1.283 fiscalizados em todo o Estado. Somente na capital, foram fiscalizados 243 empresas de desmanche, das quais 188 foram lacradas.
Entre as penalidades previstas para as empresas irregulares estão: interdição do estabelecimento, perda dos bens (peças), multa e a cassação da inscrição no cadastro de contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) por parte da Secretaria da Fazenda. Os estabelecimentos interditados também devem responder a processo administrativo junto ao Detran.SP.
Chega a X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que acontece no dia 20 de outubro, no Hotel Unique, em São Paulo, com o tema “Inspirando um mundo melhor para todas as idades.” O debate, como nas outras edições, traz especialistas renomados, como a antropóloga Ruth Finkelstein, responsável pelo programa “Cidade Amiga do Idoso” em Nova Iorque, na gestão do prefeito Michael Bloomberg; o cineasta e documentarista Gabriel Martinez, autor do longa “Envelhescência”; Michael Hondin, ex-executivo sênior na Pfizer, que falará da iniciativa da divisão de cosméticos da Nestlé, de uma rede global de centros de inovação para desenvolver produtos para a longevidade da pele; e o médico brasileiro Alexandre Kalache, consultor da Bradesco Seguros para assuntos relacionados à longevidade.
De acordo com projeções do IBGE, o Brasil terá 73,5 milhões de idosos em 2060, com um crescimento médio de um milhão de idosos a cada ano. Mesmo assim, o país não aparece no banco de dados da Organização Mundial de Saúde na lista de países que possuem iniciativas amigas do idoso.
Já nos dias 21 e 22, dando seqüência aos debates, o Grupo Bradesco Seguros abrigará em sua sede, no Rio de Janeiro, pelo terceiro ano consecutivo, o III Fórum Internacional da Longevidade. Promovido pelo Centro Internacional de Longevidade-BR (ILC-BR), o evento terá a temática “Iniciativas Amigas do Idoso.”
Com faturamento de R$ 65,208 bilhões, sem o ramo saúde e VGBL, plano de cunho financeiro, o mercado de seguros brasileiro fechou ao acumulado até agosto perdendo para a inflação. As vendas cresceram 5,6%, frente janeiro a agosto de 2014,1,46 ponto percentual inferior ao índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que em oito meses foi de 7,06%.
Em 12 meses, fechados em agosto, o IPCA de 9,52% também se manteve, de forma ainda mais acentuada, acima da expansão do setor, que foi de 7,7% para a receita de prêmios da ordem de R$ 97,307 bilhões. A atividade ganha fôlego, contudo, se incorporado o faturamento de R$ 55,155 bilhões do VGBL ao do setor, elevando-o para R$ 120,363 bilhões em oito meses, alta de 15,8% sobre os R$ 103,915 bilhões contabilizados em idêntico período de 2014. A receita do VGBL, que cresceu 30,8%, representa 46% do total.
Segundo ainda os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), recém-divulgados, o segmento de pessoas continua a trajetória de alta acima da inflação, sustentando um desempenho que é o melhor entre todas as demais modalidades de seguros comercializadas no mercado brasileiro. Até agosto, os produtos de pessoas avançaram 13,3%, ao faturar R$ 19,326 bilhões, contra R$ 17,055 bilhões um ano antes.
O produto de vida, o mais significativo da carteira de pessoas, com peso de 42% do total, subiu 19%, duas vezes acima da inflação. Os prêmios chegaram a R$ 8,041 bilhões até agosto, contrariando indicadores como o de desemprego, que vem subindo, e o de renda do trabalhador, que vem caindo. Contudo, o quadro adverso tem impactado outros dois importantes seguros: o prestamista, que subiu 7,5%, aos R$ 5,338 bilhões, mas abaixo da inflação, e o de acidentes pessoais, que recuou 1,5%, aos R$ 3,311 bilhões.
O segmento automotivo também tem sentido a desaceleração da produção da indústria automobilística, que despencou 21% nos oito primeiros meses do ano. O seguro de casco de veículo, que captou R$ 14,902 bilhões, cresceu apenas 4,3% e perdeu feio para a inflação. O mesmo caminho seguiu a responsabilidade civil facultativa, que evoluiu apenas 2,2%, e o seguro de acidentes pessoais de passageiros, com alta de 3,4%. O alento veio das coberturas de assistências, que cresceram 12,2%, ganhado da inflação. Juntos, os quatros produtos faturaram R$ 21,365 bilhões e apontaram incremento de 4,3%.
Os produtos mais afetados pelas dificuldades econômicos nos oito primeiros meses do ano foram os relativos a patrimônio, que no conjunto encolheram 1,3%, aos R$ 8,249 bilhões. Na área corporativa, o seguro de riscos de engenharia recuou 1,3%, para R$ 367,3 milhões, enquanto os pacotes empresariais ficaram estagnados em R$ 1,335 bilhão. A crise atingiu também as apólices desse ramo destinadas às pessoas. O seguro residencial ficou estagnado em R$ 1,5 bilhão e a garantia estendia, que está diretamente ligada ao consumo de bens duráveis, desceu a ladeira. Com receita de R$ 1,801 bilhão, o produto despencou 16,8% até agosto, frente a igual período de 2014.
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