Oferta inicial de ações do IRB Brasil é suspensa devido a condições do mercado, diz fonte

Fonte: Reuters, Por Aluísio Alves

BRASÍLIA (Reuters) – A oferta inicial de ações (IPO) da resseguradora IRB Brasil Re foi suspensa por conta das condições desfavoráveis do mercado, informou nesta terça-feira uma fonte com conhecimento do assunto. A decisão ocorreu depois que o IPO da Caixa Seguridade, que reúne participações da Caixa Econômica Federal em seguros e previdência, também foi suspensa na semana passada pelo mesmo motivo.

O antigo monopólio do resseguro é agora controlado pelos maiores bancos do país. O IPO era coordenado pelas unidades de banco de investimento de Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco, com o JPMorgan agindo como um subscritor global. Procurado, o IRB Brasil não comentou o assunto.

A probabilidade de que o IPO acontecesse ainda neste mês tinha diminuído fortemente nas últimas semanas, após a queda do Ibovespa e do aprofundamento do recuo do real frente ao dólar. Escaldados com diversos negócios que não conseguiram entregar retornos prometidos nos últimos anos, os gestores de recursos se tornaram mais cautelosos sobre as ofertas de ações brasileiras. Em 2014, apenas uma empresa abriu o capital no país. Neste ano, a única estreia na bolsa foi da Par Corretora.

IAIS divulga regras para megaseguradoras, consideradas grandes demais para quebrar

big brotherA Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS, na sigla em inglês), publicou a mais recente atualização das regras de capital que regem as seguradoras globais consideradas grandes demais para quebrarem, conhecida como Global Systemically Important Insurers (GSIIs). Fazem parte do GSIIs Allianz, Aviva, AXA, Generali, Prudential, AIG, Ping An e Pru Financial. Numa segunda etapa, novos nomes podem ser anunciados em novembro, segundo boletim divulgado pelo Deutsche Bank, ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. O objetivo do IAIS é controlar seguradoras com ativos superiores a US$ 50 bilhões com receita anual acima de US$ 10 bilhões e com negócios em mais de três países.

Os novos requisitos, apresentados em 2013 na 20a. Conferência da IAIS na China, devem ser exigidos ao longo de 2016 e 2018 e colocados em vigor a partir de 2019. O objetivo é aprimorar a quantidade de capital que as seguradoras necessitam para se protegerem contra perdas futuras em caso de catástrofes que venham a exigir um volume significativo de indenizações.

Segundo os analistas do Deustche, embora os requisitos de capital que envolvem o GSII terem sido calculados pelas companhias, os valores situaram-se abaixo do exigido pelo normativo Solvência II, que entra em vigor em 2016 para as seguradoras europeias. No entanto, os valores calculados ficam acima do capital exigido atualmente para as operações de vida no mercado norte-americano.

SulAmérica aumenta para R$ 1 milhão o limite de cobertura contra vendavais do Seguro Empresarial

Fonte: Release

A SulAmérica ampliou para R$ 1 milhão o limite para contratação de cobertura contra vendavais dos seguros empresariais. O aumento de 400% em relação ao último valor estabelecido pela companhia amplia as oportunidades de negócios e traz mais liberdade no momento da cotação na ferramenta on-line disponível para os corretores parceiros.

“Os seguros empresariais têm demonstrado uma excelente performance em nossa carteira. Muitos empresários concentram investimentos acumulados durante anos na abertura de um negócio, e justamente por isso é cada vez maior a percepção deles sobre a importância de proteger seu patrimônio. Observando a crescente incidência de eventos climáticos, a companhia priorizou a melhoria da cobertura relacionada a ventos fortes e vendavais no pacote dos seguros empresariais”, explica o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

Com foco em pequenas e médias empresas, os seguros empresariais da SulAmérica atendem 11 segmentos de negócios: farmácias e drogarias, estabelecimentos de ensino, lojas de roupa, pet shops, salões de beleza, bares e restaurantes; consultórios; escritórios; shopping centers; hotéis e pousadas e padarias. Além da cobertura básica, que oferece proteção contra danos causados por incêndio, vendaval, queda de raios, explosão e implosão de qualquer natureza, o seguro empresarial da SulAmérica conta com mais de 30 coberturas opcionais disponíveis para contratação.

Caixa Seguridade tem IPO adiado

Fonte: Agência Estado, por Fernanda Guimarães e Aline Bronzati

A Caixa Econômica Federal confirmou o adiamento da abertura de capital da sua seguradora, a Caixa Seguridade, conforme antecipou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, no início de setembro. A decisão, segundo o banco, está ancorada no “momento atual do mercado” e o martelo foi batido ao longo desta semana.

Os bancos envolvidos na operação já haviam sugerido o adiamento com o respaldo de que uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) neste momento, de forte aversão ao risco, significaria, na prática, um grande desconto no valor da companhia. A previsão inicial era de que o IPO ocorresse no fim de outubro e movimentasse R$ 10 bilhões, segundo fontes. No entanto, se a oferta fosse levada adiante, no atual ambiente, a cifra poderia cair para menos da metade, conforme as mesmas fontes.

Antes mesmo da piora do cenário, com a perda de selo de bom pagador do Brasil pela Standard & Poor’s (S&P), o IPO da Caixa Seguridade em outubro já estava em xeque visto que um atraso nas negociações para renovação antecipada do contrato de exclusividade para a venda de seguros com os sócios que controlam a companhia, a CNP Assurances, havia comprometido a realização da operação nessa janela, conforme antecipou o Broadcast. Os franceses chegaram a ofertar R$ 10 bilhões para renovar o contrato de forma antecipada, mas não atingiram um consenso com o banco público na forma de pagamento.

No momento, há dois IPOs em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além de Caixa Seguridade, o ressegurador IRB Brasil Re também planejava sua oferta para este mês, mas a emissão também foi adiada, segundo fontes. Neste caso, se o mercado tiver uma melhora, a oferta poderá acontecer em dezembro, última janela possível neste ano. As duas operações foram lançadas no contexto do ajuste fiscal proposto pelo governo e, com as postergações, são duas receitas anteriormente contabilizadas para 2015 que podem não se concretizar.

Os IPOs no Brasil são muito dependentes de estrangeiros, que na média histórica acabam ficando com cerca de 70% das ações ofertadas. No entanto, como muitos players já dão como certo a perda de mais um selo de bom pagador pelo Brasil, muitos investidores com mandatos que restringem investimentos nessa situação já começam a se posicionar para essa realidade.

Questionamentos do TCU em relação às contas do governo de 2014

Bom resumo da Agência Reuters para todos entenderem mais sobre as pedaladas fiscais do governo Dilma Rousseff.

BRASÍLIA (Reuters) – O Tribunal de Contas da União (TCU) tem sessão extraordinária marcada para quarta-feira, dia 7, para apreciar as contas do governo de 2014, dando seu parecer pela rejeição ou não do balanço anual com base em 15 questionamentos feitos ao Executivo. Após a análise final pelo órgão de fiscalização, cabe ao Congresso Nacional fazer o julgamento em definitivo das contas.

Veja abaixo quais são os pontos de controvérsia identificados pelo TCU:

1) Omissão de passivos da União junto ao Banco do Brasil, ao BNDES e ao FGTS nas estatísticas da dívida pública de 2014;

2) Adiantamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal à União para cobertura de despesas no âmbito dos programas Bolsa Família, Seguro Desemprego e Abono Salarial nos exercícios de 2013 e 2014;

3) Adiantamentos concedidos pelo FGTS à União para cobertura de despesas no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida nos exercícios de 2010 a 2014;

4) Adiantamentos concedidos pelo BNDES à União para cobertura de despesas no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) nos exercícios de 2010 a 2014;

5) Ausência de prioridades da administração pública federal, com suas respectivas metas, no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014;

6) Execução de despesa com pagamento de dívida contratual junto ao FGTS sem a devida autorização orçamentária no exercício de 2014;

7) Extrapolação do montante de recursos aprovados no Orçamento de Investimento para algumas empresas estatais, como Telebras e Furnas;

8) Execução de despesa sem suficiente dotação no Orçamento de Investimento pelas empresas Araucária Nitrogenados S.A., Energética Camaçari Muricy e Transmissora Sul Litorânea de Energia S.A. (TSLE);

9) Ausência de contingenciamento de despesas discricionárias da União no montante de pelo menos 28,54 bilhões de reais;

10) Utilização da execução orçamentária de 2014 para influir na apreciação legislativa do Projeto de Lei PLN 36/2014, que mudou a meta fiscal do ano passado;

11) Inscrição irregular em restos a pagar de 1,367 bilhão de reais referentes a despesas do Programa Minha Casa Minha Vida no exercício de 2014;

12) Omissão de transações primárias deficitárias da União junto ao Banco do Brasil, ao BNDES e ao FGTS nas estatísticas dos resultados fiscais de 2014;

13) Existência de distorções materiais que afastam a confiabilidade de parcela significativa das informações relacionadas a indicadores e metas previstos no Plano Plurianual 2012-2015;

14) Aprovação do Decreto Presidencial 8.197 que dispôs sobre a programação orçamentária e financeira e fixou o cronograma mensal de desembolso para 2014 sem considerar o pedido de suplementação de crédito orçamentário pelo Ministério do Trabalho), no valor de 9,2 bilhões de reais, para custear despesas obrigatórias do seguro desemprego e abono salarial financiadas com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT);

15) Edição de ao menos dois decretos para abertura de crédito suplementar ao Orçamento Fiscal e de Seguridade Social para custear despesas primárias, utilizando-se como fonte de recurso receitas financeiras e não de fontes neutras, o que seria incompatível com o alcance da meta de resultado primário.

Fundación Mapfre anuncia novas bolsas de auxílio à pesquisa

A Fundación Mapfre traz para o Brasil duas opções de bolsas de auxílio à pesquisa que, juntas, destinarão 102 mil euros. busca incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa em três áreas: Prevenção e Segurança Viária; Promoção da Saúde; Seguros e Previdência Social. Os trabalhos podem ser desenvolvidos de maneira independente ou no âmbito de universidades, hospitais, empresas ou entidades de pesquisa. Neste ano, serão concedidas 25 bolsas com uma verba total de 87 mil euros. O valor máximo distribuído em cada uma das áreas será de: Prevenção e Segurança Viária (24 mil euros); Promoção da Saúde (48 mil euros); Seguros e Previdência Social (15 mil euros). As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de outubro de 2015.

Todas as inscrições para as bolsas são online e podem ser efetuadas na página oficial (www.fundacionmapfre.org). Para mais informações, basta entrar em contato pelo e-mail fmapfre@mapfre.com.br.

AXA é eleita a primeira marca de seguros do mundo

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A AXA foi confirmada como a a marca de seguros mais reputada e valiosa do mundo pela sétima vez consecutiva segundo o ranqueamento anual da Interbrand, consultoria de marca líder mundial. Segundo o estudo, divulgado hoje, a marca AXA está avaliada em US$ 9,2 bilhões, e seu posicionamento geral é de número 48.

A responsável pelas operações do Grupo, Véronique Weill, saudou os colaboradores e parceiros da AXA nos 59 países onde a companhia está presente, que, segundo ela, são os maiores embaixadores da marca diante dos clientes.

Para Philippe Jouvelot, presidente da companhia no Brasil, a chancela da Interbrand é muito importante também para os negócios. “Há um ano, quando iniciamos operações no país, fomos muito bem recebidos e desde cedo o volume de pedidos e de negócios foi elevado. Além da credibilidade dos profissionais que estão à frente da operação, isso tem a ver com a força da marca AXA”.

“Nos dois últimos anos, ganhamos 11 posições na lista da Interbrand e o valor da marca cresceu aproximadamente 30%. Isso reflete a regularidade, consistência e relevância dos nossos investimentos na marca. Vale citar a expansão da companhia na Ásia, América Latina e África; o foco na transformação digital do negócio, que recebeu 42% dos nossos investimentos em mídia, além de uma parceria global com o Facebook e o Linkedin e da intensificação de nossa presença no universo mobile”, conclui Frédéric Tardy responsável pelas áreas de Marketing e Distribuição do Grupo.

Nextel anuncia parceria com a PAN Seguros, Conecta Serviços e TOC Corretora de Seguros

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A partir de agora, a Nextel passa a ofertar a seus clientes o Meu Seguro Nextel, um serviço de seguro para aparelhos celulares que conta com cobertura contra roubo, furto e danos. O produto é oferecido em parceria com a PAN Seguros, Conecta Serviços e TOC Corretora de Seguros, e reforça a preocupação da operadora em entregar soluções relevantes ao dia a dia dos usuários.

“A Nextel tem como objetivo oferecer aos seus clientes o mais variado e completo portfólio de produtos e serviços. Com essa parceria endereçamos uma das principais demandas do crescente mercado de smartphones do Brasil, entregando segurança e conveniência aos nossos clientes”, destaca Régis Alves, gerente de Marketing da Nextel.

Com mais de 280 milhões de linhas no Brasil, o segmento de telefonia móvel é um importante canal de distribuição de seguros. “A parceria entre estas empresas tem o intuito de oferecer aos usuários da Nextel novos serviços como proteção e garantia de seu smartphone, proporcionando tranquilidade aos clientes. Com produtos desenhados especialmente para a Nextel, o maior beneficiado é o usuário final”, afirma Evandro Baptistini, diretor Comercial da PAN Seguros.

A Conecta Serviços gerencia soluções para o mercado de seguros de celular há 15 anos e sabe que a cada dia as pessoas estão mais dependentes de seus aparelhos. “Nossa missão é tornar a vida dos clientes de seguro de celular mais fácil, segura e conectada, na medida em que a tecnologia se torna essencial. E a associação com a Nextel e a PAN Seguros tem exatamente este objetivo, gerar a melhor experiência ao consumidor se algo inesperado acontecer”, ressalta Ibraim Chahoud, CEO da Conecta Serviços.

“A TOC, como corretora de seguros do projeto, entende a relevância de ofertar seguros para os clientes Nextel, pois celulares e smartphones tornaram-se essenciais na vida das pessoas, demandando rápida reposição ou conserto dos aparelhos”, relata Leandro Tuma, diretor-executivo da TOC Corretora de Seguros.

O serviço está disponível em todas as lojas da Nextel.

Para mais informações, acesse www.nextel.com.br.

Setor de seguros registra alta de 17% mesmo com crise econômica

Fonte: Sincor SP

Em meio às turbulências que afetam a economia do país, o setor de seguros segue demonstrando solidez. Conforme a Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, o faturamento como um todo obteve alta de 17%, de janeiro a julho deste ano, ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com a publicação, que é assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) e que traz um mapeamento mensal da indústria de seguros, o desempenho está lastreado no VGBL, tendo em vista que a receita do produto avançou 30% no intervalo.

A Carta ressalta ainda que, sem o VGBL, a receita de seguros subiu apenas 5%, acumulando R$ 54,4 bilhões. No recorte por segmentos, os seguros de pessoas apresentaram crescimento de 9% no período analisado, ao passo que os ramos elementares, que englobam automóvel e residencial, contaram com evolução mais modesta, de 4%.

É assim que, segundo o estudo divulgado pelo Sincor-SP, o mercado de seguros terá uma variação nominal de 10% em 2015. “Trata-se de número praticamente idêntico às taxas inflacionárias, sem nenhum ganho real, como vinha ocorrendo nos últimos anos”, pondera a Carta, salientando que a boa notícia está na estimativa de evolução dos indicadores, que vêm se mantendo estáveis nos últimos dois meses, ou seja, não estão caindo mais. Alem disso, o documento aponta situações favoráveis relacionadas com a rentabilidade das seguradoras, que são beneficiadas, entre outros fatores, pela trajetória mais elevada da taxa de juros.

Em análise do contexto, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, diz que é preciso manter o foco e explorar novos nichos, investindo no empreendedorismo e na criatividade. “A crise atinge o desempenho do canal corretor, claro, não estamos imunes. Mas, com a oferta de portfólio diversificado, reforçamos nosso papel de pilar da indústria de seguros e o compromisso com o avanço social e econômico da nação”, reforça Camillo.

Programa “Porteiro Amigo do Idoso” entrega certificado a 120 alunos do Rio de Janeiro

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Iniciativa pioneira e gratuita criada pelo Grupo Bradesco Seguros, o Programa Porteiro Amigo do Idoso entregou nesta quinta-feira, 1º de outubro, 120 certificados aos alunos formados no curso. Os porteiros que fizeram a capacitação trabalham nos bairros de Botafogo e Flamengo e concluíram as aulas entre julho e setembro deste ano. Desde a sua criação, em 2010, o programa já capacitou cerca de 1.450 porteiros no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A cerimônia aconteceu no Auditório do SENAC Botafogo, em Botafogo.

A data de ontem, Dia Internacional do Idoso, foi escolhida para homenagear os principais beneficiários da iniciativa. Como Dona Lenita, que, aos 90 anos, fez questão de prestigiar a diplomação de Mauricio Souza Guimarães, 67 anos, porteiro do condomínio em que é síndica. “Ele já tratava os idosos muito bem. Esperamos que melhore ainda mais”, comentou.

O programa Porteiro Amigo do Idoso, criado em 2010 pelo Grupo Bradesco Seguros, surgiu a partir de uma pesquisa que identificou que o porteiro é o “melhor amigo do idoso”. Sua proposta é capacitar os profissionais que lidam diariamente com moradores longevos a oferecer soluções e cuidados adequados às suas necessidades.

A metodologia foi desenvolvida pelo Senac RJ sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache. Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, ele é também idealizador do conceito Cidade Amiga do Idoso, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e consultor do Grupo Bradesco Seguros para questões relacionadas à longevidade.

O curso é composto por 12 horas, divididas em três dias, que incluem aulas teóricas e uma vivência, na qual são utilizados óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, de forma que os porteiros sintam as limitações que a idade pode trazer e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos.

Ana Cristina Freire, 41 anos, profissional de portaria que atua nas dependências do Grupo Bradesco Seguros, no Rio de Janeiro, confirma a tendência de crescimento das mulheres na profissão, apontada na atual etapa do programa. Para ela, o curso despertou seu olhar para situações que antes passavam despercebidas. “Nas aulas debatemos muitas coisas e vemos que o idoso precisa de auxílio e, às vezes, nem notamos. Passei a prestar mais atenção nas dificuldades de locomoção de um idoso, afinal, ele não está naquela situação porque quer”, resume.

O programa

A expectativa do programa é formar, no total, aproximadamente 1.700 porteiros até janeiro de 2016, uma vez que a iniciativa foi estendida a outros bairros no Rio de Janeiro (Botafogo, Flamengo e Tijuca, além de Copacabana), outras cidades paulistas (Campinas, Santo André e Ribeirão Preto) e outros estados (Minas Gerais e Espírito Santo).

–Essa iniciativa faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a realização de ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar — explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.