SulAmérica abre inscrições para atrair novos parceiros para projetos sociais

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Já estão abertas as inscrições da companhia para o 7º Edital SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização, processo que tem como objetivo captar novos parceiros para o desenvolvimento de projetos sociais. Até o dia 30 de novembro, organizações não governamentais ou privadas, sem fins lucrativos, poderão se inscrever pela plataforma PROSAS, disponível em: www.prosas.com.br.

Para receber o aporte, o projeto social deverá estar registrado em umas das seguintes leis de incentivo fiscal:

– Lei nº 12.715/2012 que instituiu o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) e o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD);
– Lei nº 12.213/2010 que institui os Fundos Municipais, Estaduais e Nacional do Idoso;
– Lei Federal nº 8.069/90 que institui os Fundos Municipais, Estaduais e Nacional Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente.
“Acreditamos na força e potencial de parcerias para o desenvolvimento de trabalhos ainda mais eficientes voltados à transformação da sociedade. Nosso edital de apoio a projetos sociais está em linha com o compromisso da SulAmérica de atuar em prol do desenvolvimento sustentável do país”, afirma a diretora de Capital Humano da SulAmérica, Patrícia Coimbra.

Terra Brasis começa a atuar na Colômbia

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Quase 1 ano após começar a operar na Colômbia, a Terra Brasis Resseguros tem o prazer de anunciar que recebeu no último dia 05, autorização da SUSEP para abrir um escritório de representação no país, constituindo mais uma etapa em seu plano de expansão pela América Latina.

Buscando consolidar e expandir sua presença no mercado de seguros e resseguros colombiano, a Terra Brasis Resseguros passará a contar com toda a experiência e competência de Hernan Moreno, responsável por comandar o escritório de representação da Companhia no país.

Hernan trabalhou por mais de 18 anos no XL Group, em diversas posições institucionais de mercado, começando como Gerente de Subscrição de contratos e facultativos em todas as linhas de negócios, com exceção de vida, até alcançar o cargo de Gerente Geral do grupo na filial da Colômbia, com suporte a outros países da região. No Brasil, assumiu as posições de Diretor de Subscrição e Diretor Geral na XL Resseguros durante a abertura do mercado brasileiro de resseguros. Anteriormente, Hernan trabalhou na RSA por cerca de 7 anos. Com mais de 25 anos de experiência, Hernan é um profissional completo e um profundo conhecedor de resseguro, em especial, na região da América Latina.

O conhecimento de Hernan em América Latina será de extrema valia no processo de internacionalização da Terra Brasis Resseguros, seguindo a estratégia da Companhia de um crescimento sustentável na região.

A Terra Brasis Resseguros reforça que considera seu processo de expansão para outros países da América Latina como uma grande oportunidade de troca de conhecimento, além de importante ferramenta de diversificação do seu portfólio.

Aposentadoria aos 55 anos é o desejo da maioria

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Mesmo com todas as mudanças nas regras da previdência social e o aumento da expectativa de vida, o brasileiro não muda seus planos de se aposentar cedo. É o que aponta pesquisa da Icatu Seguros com sua base de clientes de previdência. A maior concentração das pessoas, 45%, afirmou que deseja parar de trabalhar aos 55 anos. A pesquisa englobou aproximadamente 400 clientes da seguradora de todo o Brasil. Apesar de declararem o desejo de se aposentar cedo, 37% informou que só dedica até 3% da sua renda mensal ao plano de previdência privada e 22% até 6%.

“Consideramos que o valor mínimo para investimento visando o horizonte de logo prazo é de 10% da renda mensal, número que apenas 17% dos entrevistados afirmaram contribuir” – comenta Aura Rebelo, diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros. O alivio, segundo ela, é que a maioria declarou que pretende aumentar sua contribuição no plano.

A maior parte dos entrevistados, 48%, disse que sua principal preocupação em relação à aposentadoria é conseguir manter o padrão de vida atual no futuro. “A questão é que eles acreditam que vão conquistar esse objetivo com o que investem atualmente na previdência. Há um descasamento entre o que as pessoas dizem, o que elas fazem e o que elas desejam. Essa conta simplesmente não vai fechar” – diz Aura.

Para 34% dos entrevistados, se recebessem uma quantia significativa em dinheiro (como uma indenização, herança, sorteio, etc.), investiriam em um bem material, na frente de investir no plano de previdência, com 23%.

Quando perguntados se tirariam dinheiro da sua aposentadoria para um plano de curto prazo, como uma viagem de férias, houve praticamente um empate. 52% responderam que não e 48% que sim. Segundo Aura, apesar do plano de previdência ser muito utilizada por quem tem planos de médio prazo, como para pagamento da faculdade dos filhos, surpreendeu as pessoas pensarem na liquidez desse investimento para planos de curto prazo.

Quando chegar o desejado momento de pendurar as chuteiras, passar mais tempo com a família é o grande objetivo de 46% dos entrevistados. Viajar está nos planos de 36% e apenas 17% querem continuar trabalhando. “Tendo em vista o aumento da longevidade, o que deve ser comemorado, é necessário cogitar ter uma vida produtiva mais longa. As pessoas precisam urgentemente adotar um comportamento condizente com suas expectativas, para não se frustrarem no futuro” – alerta a executiva.

Seguro pode evitar perdas significativas durante a paralisação dos caminhoneiros, afirma especialista

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Desabastecimento de itens de primeira necessidade, paralisação do tráfego, danos a terceiros e confrontos com agentes de segurança são alguns dos transtornos que acontecem por causa da paralisação dos caminhoneiros e representam altos riscos para as empresas de transporte de cargas. No entanto, esses custos podem ter cobertura por meio seguro de transporte e reparar as perdas causadas por essas manifestações, que podem ter consequências inesperadas.

Para Ricardo Guirao, diretor de transportes da consultoria e corretora de seguros Aon, muitas apólices de seguros em geral não cobrem riscos causados por tumultos, greves e comoções civis, mas, no caso do seguro de transportes, há a possibilidade de incluir cobertura adicional para eventos desse tipo. “A contratação dessa cobertura garante aos embarcadores a reparação em caso de perdas e danos à carga transportada. Mas, para isso, é importante que os usuários observem os prazos de términos e, antes do vencimento delas, procurem a sua corretora para que ela possa auxiliar sobre como negociar a extensão de cobertura até o final da viagem”, explica.

O executivo esclarece ainda que, por se tratarem de empresas de alta demanda e exposição, a contratação do seguro de transportes se torna um item importante para evitar perdas, pois inclui desde a análise detalhada da operação do cliente e dimensionamento da cobertura ideal para o risco de operação até para o gerenciamento de risco em função do produto. “Nós temos feito assessoria e consultoria para clientes dos segmentos de transporte e logística com movimentação de cargas, a fim de proteger todas as modalidades de trânsito como rodoviário, aquaviário, aéreo e ferroviário“, afirma.

Os protestos de caminhoneiros que começaram na semana passada, contudo, atingem todo o País. Encabeçados pelo movimento intitulado Comando Nacional dos Transportes, a paralisação ocorre em várias estradas por todo o Brasil, como Uberlândia (MG), Montes Claros (MG), São Paulo (SP), Maringá (PR), Cascavel (PR), Curitiba (PR), Ponta Grossa (PR), Joinville (SC), Tubarão (SC), Goiânia (GO), Itumbiara (GO) e algumas cidades do Rio Grande do Sul. Entre as reivindicações dos profissionais estão renúncia da presidente da República, redução do valor do óleo diesel, anulação de multas de manifestações anteriores e liberação de crédito com juros subsidiados no valor de R$ 50 mil para transportadores autônomos.

Mercado segurador na AL cresceu 2,2% em 2014 e Bradesco mantém a liderança

bradesco logoA Bradesco Seguro manteve a liderança no ranking das seguradoras da América Latina, com receita de 9,98 bilhões de euros, o que representa 7,8% de market share, segundo o tradicional estudo realizado pela Fundacion Mapfre e divulgado na sexta-feira pela revista America Economia e ainda não disponível no portal da organização espanhola. A Bradesco Seguros registrou crescimento de 9% em moeda local e de 0,8% em euros, resultado impulsionado principalmente por automóveis, vida e previdência.

O mercado segurador da América Latina cresceu 2,2% em vendas em 2014. Os 25 maiores grupos de seguros da região movimentaram 80 bilhões de euros. Se considerarmos as dez maiores, o avanço foi de 2,6%, o que representa 44% da receita do mercado no período.

O segmento de seguros gerais, ou “não vida” foi responsável por 68,82 bilhões de euros, 1,9% maior do que o do ano anterior. Os 25 maiores grupos foram responsáveis por 60,1%, com avanço de 1,1%. O ranking de seguros gerais é liderado pela Mapfre, com 6,6 bilhões de euros, com 9,7% de market share.

No segmento de vida, os prêmios somaram 58,5 bilhões de euros, 1,1% acima do obtido em 2013. Seguradoras brasileiras lideram as três primeiras posições. Pela primeira vez, a Brasilprev superou o Bradesco, que há anos se mantinha a frente no ranking, com 9,1 bilhões de euros em prêmios, avanço de 28%.

Estudos ficam no link, mas esse ainda não havia sido liberado no sábado. Mas, em breve estará:

https://www.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1084018

Missa de 7o. dia de Marco Antonio Rossi e Lúcio Flávio

luto missaO Bradesco comunicou que serão realizadas missas de sétimo dia de falecimento de Marco Antonio Rossi, diretor vice-presidente do banco Bradesco e presidente do grupo Bradesco Seguros e de Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

São Paulo
Dia 17.11.2015, terça-feira, 19h30
Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima
Av. Dr. Arnaldo, 1831 – Sumaré – São Paulo

Rio de Janeiro
Dia 18.11.2015, quarta-feira, 19h
Paróquia de São Sebastião dos Frades Capuchinhos
Rua Haddock Lobo, 266, Tijuca

Votação popular vai eleger o vencedor do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana

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Está aberta até o dia 17 de novembro de 2015, a fase de votação popular do Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana, iniciativa da Lynx Consultoria em parceria com a Liberty Seguros. Esta é a segunda edição da premiação. A votação está disponível no site www.premiosinallivre.com.br.

Neste ano, foram 59 projetos inscritos, um crescimento de 20% em relação a 2014. Cinco finalistas eleitos por uma comissão julgadora concorrem ao prêmio de R$ 10 mil. Pessoas físicas e jurídicas de todo o Brasil que promovam iniciativas engajadas na questão da mobilidade, com projeto em andamento ou implementados, puderam se inscrever.

Os finalistas são os projetos:

§ Bike Anjo: iniciativa que ensina as pessoas a pedalar, para que possam usar a bicicleta como meio de transporte, ou quem já pedala, a se comportar no trânsito urbano

§ BikeIT: plataforma web de cartografia colaborativa, que serve para avaliar a receptividade dos estabelecimentos (comerciais ou não) com pessoas que chegam de bicicleta

§ Projeto Multa Moral: distribui advertências com o intuito de conscientizar os motoristas que estacionam indevidamente em vagas para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida

§ Que Ônibus Passa Aqui?: projeto colaborativo de sinalização dos pontos de ônibus das cidades brasileiras, para auxiliar as pessoas que precisam de informação sobre as linhas que passam em determinado local

§ Zumpy – Caronas de Verdade: aplicativo de carona solidária, que tem o objetivo de reduzir o número de veículos nas ruas, conectando pessoas que fazem trajetos similares

A entrega do prêmio acontecerá no dia 25 de novembro, em São Paulo, e terá a presença dos cinco finalistas, além de um debate com especialistas em temas como inovação, urbanismo e mobilidade urbana.

“O crescimento do número de inscritos no Prêmio Sinal Livre demonstra o engajamento da sociedade em transformar os espaços urbanos”, diz Larissa Vecchi, Gerente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros. “A Liberty Seguros acredita nessa mudança e quer estimular as pessoas a pôr em prática ações que contribuam para uma mobilidade urbana cada vez mais eficiente”, finaliza.

O prêmio faz parte do Projeto Sinal Livre da Liberty Seguros, uma inciativa que tem como objetivo de educar, engajar e conscientizar a população sobre a necessidade de trazer mais segurança e tranquilidade no ir e vir das pessoas.

Seguradoras têm iniciativas de educação financeira aprovadas para a concessão do Selo ENEF

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No segmento de Seguros e Previdência, três empresas tiveram suas inciativas de educação financeira selecionadas e poderão utilizar o Selo ENEF, programa que reconhece projetos que contribuam para disseminar ações alinhadas à educação financeira e que estejam em consonância com os critérios estabelecidos pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), a partir do dia 1º de janeiro de 2016. São elas: a Allianz Seguros com a inciativa “My Finance Coach”; a Brasilprev Seguros e Previdência com “Projetos de Vida na Ponta do Lápis”; e a Mongeral Aegon com a “Semana de Educação Financeira Mongeral Aegon”. A listagem completa está disponível no portal www.vidaedinheiro.gov.br.

Membro do CONEF desde 2010, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdências Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) participa dessa mobilização multissetorial em torno de ações de educação financeira no Brasil, coordenando a execução e definindo planos, programas e ações da ENEF, ao lado de outras instituições. Para a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é necessária uma mudança de comportamento para um consumo financeiro mais responsável da população. “A educação financeira é um instrumento fundamental para que consumidores e investidores possam desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados a verificar oportunidades de mercado e ter consciência dos riscos assumidos”, avalia.

O CONEF

O CONEF é formado por representantes das seguintes instituições: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

A AEF-Brasil

A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima, a BM&FBOVESPA S.A, a CNseg e a FEBRABAN, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.

Governo altera limite de investimento para empresas de seguros privados

Fonte: Folha – FÁBIO MONTEIRO, DE BRASÍLIA

O governo decidiu alterar os limites para aplicação de recursos dos entes regulados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). A nova norma, que atualiza as regras criadas em 2005, permite que empresas que atuam com previdência complementar, seguros, resseguros e capitalização possam realocar ativos em uma maior variedade de investimentos.

A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional, convocada na noite de ontem. “A norma anterior [sobre esse mercado] era de 2005, então é natural que você depois de um tempo faça uma reforma geral”, disse Fernando Ligiéro, assessor da secretaria executiva do Ministério da Fazenda.

Uma das principais mudanças propostas pelo CMN foi dividir em quatro categorias e estabelecer limites específicos de alocação de recursos para cada um dos seguintes seguimentos: entidades de previdência complementar aberta; fundos de aposentadoria programada individual (Fapi) e entidades de previdência complementar aberta voltada a grandes investidores; seguradoras e resseguradoras locais que têm operações em moeda estrangeira; e demais seguradoras e empresas de capitalização.

As novas regras permitem maior diversificação na aplicação dos recursos das empresas que atuam nesse mercado. No caso dos ativos de previdência complementar tradicional, por exemplo, os gestores poderão aplicar até 70% dos recursos em opções de renda variável, como o mercado de ações.

O governo também espera estimular aplicações que possam gerar mais recursos ao setor de infraestrutura. Para isso, ele criou um limite adicional de 5% para aplicações que tenham como destino projetos desse setor.

“Por exemplo: em princípio, o limite máximo de aplicação em debêntures é de 25%. Mas se os títulos servirem para financiar projetos de infraestrutura, a instituição poderá aplicar em debêntures até 30%”, disse em nota o Ministério da Fazenda.

Jayme Garfinkel assume presidência interina da CNseg

cnseg logoA Confederação das Seguradoras informa que “em face do acidente que vitimou Marco Antonio Rossi, ocorrido no último dia 10, a CNseg comunica que, nos termos do seu estatuto, a Presidência da Confederação passará a ser interinamente exercida pelo seu 1° vice-presidente, Jayme Brasil Garfinkel, membro do Conselho de Administração da Porto Seguro.A CNseg agradece as inúmeras manifestações recebidas pelo falecimento de Marco Antonio Rossi, ao tempo em que reafirma que continuará a honrar a herança de Rossi na defesa da ética, transparência, diálogo e valorização do mercado segurador brasileiro”.

O comunicado é assinado pela diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.