Lockton Brasil expande atuação com aquisição da carteira de clientes da Consult Mais

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A Lockton Brasil anuncia a aquisição da carteira de clientes da Consult Mais, uma das maiores consultorias atuariais nacionais e independente, com forte e diferenciada atuação na área de previdência complementar. A equipe da Consult Mais, comandada por Miguel Leôncio e José Roberto Carreta, presta serviços para planos de benefícios de 40 empresas e/ou fundos de pensão, que juntos totalizam ativos da ordem de R$ 1,5 Bilhões e 32 mil participantes. O acordo entra em vigor no dia 1 de junho de 2016 e a expectativa é de que em pouco tempo a gestão dos clientes da Consult Mais esteja totalmente integrada com a Lockton Brasil.

A área de consultoria atuarial é de grande importância para a Lockton Brasil e acrescentará força ao portfólio já bastante variado da empresa. Este tipo de serviço já é prestado pela Lockton em outras partes do mundo, portanto a aquisição unirá a expertise local da Consult Mais com o know-how internacional da Lockton.

“Cada vez mais nossos clientes demandam soluções personalizadas e a expertise técnica da equipe da Consult Mais nos ajudará a desenvolver projetos customizados para eles”, diz Tony Gusmão, CEO da Lockton Brasil. O executivo afirma que a equipe da Consult Mais será absorvida pela Lockton.

A Consult Mais oferece soluções completas de planejamento, desenvolvimento, implantação, administração e acompanhamento de planos de benefícios, além de assessorar empresas em operações de aquisição, fusão, cisão, incorporação de planos, migração ou retirada de patrocínio e reestruturação de benefícios. “Nós da Consult Mais nos diferenciamos pelo “foco” dado ao plano de benefícios, pois além de simplesmente atender as exigências legais, avaliamos atentamente o Plano sob a ótica das necessidades e objetivos da empresa e dos participantes. Identificamos na Lockton essa mesma identidade de foco no cliente e assim temos uma ótima oportunidade de continuar prestando serviços de consultoria atuarial e afins de qualidade com acesso maior à estrutura, ferramentas e tecnologias”, afirma Miguel Leôncio.

A preocupação te consome? Calma, você não está sozinho

duas-a-cada-cinco-pessoas-nos-estados-unidos-dizem-que-se-preocupam-todo-dia-1463065878233_300x420Fonte: Roni Caryn Rabin, The New York Times, traduzida e publicada nos portais UOL e BOL

Sou uma pessoa preocupada. Prazos, meus filhos, todo o tempo que eles gastam on-line –qualquer coisa em que você pensar estará na minha lista de preocupações. Chego a me preocupar quando não estou preocupada. Do que estou me esquecendo de me preocupar?

Acontece que não estou sozinha. Duas a cada cinco pessoas nos Estados Unidos dizem que se preocupam todo dia, segundo estudo divulgado pela Liberty Mutual Insurance, empresa de seguros. Entre os achados no “Relatório Preocupe-se Menos” destacam-se: a geração do milênio preocupa-se com dinheiro; solteiros se preocupam com habitação (e dinheiro); mulheres geralmente se preocupam mais do que os homens e, normalmente, sobre relações interpessoais. A boa notícia: todos se preocupam menos à medida que envelhecem.

“As pessoas têm uma relação de amor e ódio com a preocupação. Em alguma medida, elas pensam que isso as ajuda”, disse Michelle Newman, professora de psicologia e psiquiatria da Universidade Estadual da Pensilvânia, que não participou da redação do relatório.

A crença de que se preocupar ajuda a prevenir coisas ruins é muito mais comum do que se pensa. Pesquisadores dizem que a noção é reforçada pelo fato de que costumamos nos preocupar com eventos raros, como uma queda de avião, e ficamos tranquilizados quando nada ocorre, mas nos preocupamos menos com eventos comuns, como acidentes automobilísticos.

Mas isso não significa que se preocupar seja fútil. “Certo nível de preocupação faz bem. É o que nós chamamos de preocupação produtiva ou instrutiva que pode nos ajudar a tomar medidas para resolver um problema”, disse Simon A. Rego, autor do novo relatório e psicólogo especializado em comportamento cognitivo que trabalha com distúrbios de ansiedade e analisou décadas de pesquisas sobre preocupação para o estudo.

Um estudo publicado em 2002 recrutou 57 jovens adultos e lhes pediu para listar suas preocupações em um diário durante sete dias e classificar cada episódio.

Quando os pesquisadores analisaram os resultados, determinaram que quase 20% das preocupações envolviam a antecipação de um futuro resultado negativo, mas quase metade de todas as apreensões documentadas refletia um processo de resolução de problema. Embora isso possa ser construtivo, pessoas que se preocupavam muito e não conseguiam controlar a inquietação apresentavam menor probabilidade de achar uma solução para seu problema. Os pesquisadores Marianna Szabo, agora na Universidade de Sydney, e Peter F. Lovibond, da Universidade de Nova Gales do Sul, Austrália, concluíram que não conseguir pensar em uma solução pode realmente levar a mais preocupação patológica.

Em 2007, os mesmos pesquisadores tentaram correlacionar aspectos da inquietação com componentes específicos da resolução de problemas, tais como defini-lo, coletar informação, gerar soluções, avaliar e escolher uma solução. Novamente, eles concluíram que quase metade do conteúdo cognitivo dos episódios de preocupação incluíam tentativas de resolver um problema. Assim que as pessoas chegam a uma solução, param de se inquietar um terço das vezes, mas aqueles que consideram difícil parar de se preocupar são os que não se satisfazem com a solução que imaginaram.

“As pessoas terminam presas na preocupação em si. Ela torna-se tão habitual, que eu a chamo de ‘um processo em busca de conteúdo'” disse Michelle.

Esse tipo de preocupação pode fugir ao controle. “Pessoas que se preocupam em excesso têm muitas áreas que incomodam, e se algo desencadear uma apreensão em uma delas, esta pode se infiltrar nas outras áreas e coisas podem se alternar como incêndios descontrolados –depois que um começa, pode botar fogo em outras coisas também”, afirmou Rego.

A preocupação, um processo cognitivo, não deve ser confundida com ansiedade, que geralmente se refere a um estado emocional de mal-estar que também inclui a primeira. Enquanto 38% das pessoas se preocupam todos os dias, a maioria delas não tem ansiedade. O transtorno da ansiedade generalizada, cuja característica principal é a preocupação excessiva e descontrolada, afeta somente de 2% a 5% da população.

O relatório observou que as principais preocupações das pessoas com idades entre 25 e 44 são a vida financeira e a habitação. Diretores da Liberty Mutual Insurance encomendaram o estudo para compreender melhor como os norte-americanos podem “romper o ciclo da preocupação”, já que o setor de seguros foi criado para “auxiliar as pessoas a se aborrecer menos”, declarou Margaret Dillon, vice-presidente da empresa e diretora de relações com o cliente nos Estados Unidos.

Se você estiver preocupado com sua preocupação, o relatório sugere estratégias para enfrentar o problema, tais como:

Dividir para conquistar

Tente bolar uma solução para um problema preocupante dividindo-o em quatro partes: definir a questão, esclarecer suas metas, gerar soluções e experimentar as soluções. O relatório aconselha pegar papel e caneta e anotar as ideias que surgirem. Estudos demonstraram que essa abordagem pode ajudar a reduzir a depressão e a ansiedade.

Pratique a atenção plena

Escolha uma atividade de rotina ou uma parte do dia e tente vivenciá-la completamente. Deixe os temores de lado e tente “viver o momento”.

Programe uma sessão de preocupação

Escolha um horário determinado do dia para ruminar seus problemas. Se uma preocupação entrar na sua mente fora da sessão programada, ignore-a para poder pensar nela durante a hora marcada para isso. Depois, volte para o seu dia.

Tente aceitar a incerteza

Perceba seus pensamentos e classifique-os (como “esse é o pensamento com o qual não consigo lidar”). Livre-se da tensão corporal, desfranza a testa, relaxe os ombros e as mãos.

Previdência é uma das prioridades de Henrique Meirelles

poupancaO equilíbrio das contas públicas é a prioridade de Henrique Meirelles em seu primeiro dia como ministro da Fazenda do governo de Michel Temer. “O déficit público não pode crescer e só serão nomeados profissionais técnicos para os bancos públicos, escolhidos por mim, e essas instituições serão adminstradas como entidades públicas”, comentou ele durante entrevista a teve Globo. “As medidas anunciadas tem de ser implementadas com sucesso. Vamos fazer as coisas como devem ser feitas. Analisar a situação e dentro de mais alguns dias teremos um dignóstico e tomaremos a decisão”, afirmou, enfatizando que não se pode anunciar algo e dois dias depois tomar outra medida. “A credibilidade é fundamental para atrair investimentos”.

Quanto a previdência, que também está sob a guarda de Meirelles, ele afirma que a reforma é urgente para garantir a aposentadoria das pessoas no futuro. Haverá uma idade minima para a aposentadoria. Muitos grupos tem estudos avancados sobre isso. Tudo já é conhecido. O que falta é uma determinação de governo. O caminho está claro. Idade mínima com um caminho de transição.

Para combater o desemprego, a saída é estimular a economia. “Fazer com que a economia volte a crescer e o emprego volte a ser criado. Para isso, tem de se estabelecer a confiabilidade das contas públicas e o estado brasileiro sera solvente no futuro”, afirmou o novo ministro da Fazenda.

Henrique Meirelles deixa o Conselho do Lloyd’s of London após sua nomeação como Ministro da Fazenda do Brasil

henrique meirelleHenrique Meirelles deixou o Conselho do Lloyd’s of London ao ser nomeado hoje como Ministro da Fazenda do Brasil. John Nelson, o Chairman do Lloyd’s of London, disse:
“Em consequencia à sua nomeação como Ministro da Fazenda do Brasil, Henrique Meirelles deixou a posição de Membro do Conselho do Lloyd’s. Eu gostaria de agradecer ao Henrique por sua virtuosa participação e aconselhamento durante seu mandato no Conselho. Estamos muito felizes com sua nomeação como Ministro da Fazenda no governo Brasileiro. Quero parabenizá-lo e desejar-lhe sucesso em suas novas funções “.

O Lloyd’s é o único mercado especializado em seguros e resseguros do mundo, oferecendo uma concentração única de especialização e talento, apoiado por fortes avaliações financeiras e um grande número de licenças internacionais. Frequentemente é o primeiro a segurar riscos novos, incomuns ou complexos, fornecendo soluções inovadoras de seguros e resseguros para riscos locais, entre fronteiras e globais. Sua força se encontra na diversidade e especialização dos corretores e sindicatos que operam no Lloyd’s, apoiados por capital oriundo de várias partes do mundo. Em 2016, mais de 80 sindicatos estão subscrevendo seguros e resseguros no Lloyd’s, cobrindo todas as linhas de negócios oriundos de mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. O Lloyd’s é regulado pela Autoridade de Conduta Financeira e Autoridade de Regulação Prudente do Reino Unido.

“Estou confiante na contribuição do setor de seguros para a retomada do desenvolvimento e isso só depende de nós”, enfatizou presidente da CNseg

Coriolano_possiede_gdFonte: CNseg

O atual cenário brasileiro está levando o setor de seguros a enfrentar uma crise bastante séria. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, durante a cerimônia de posse da diretoria do Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul (Sindseg-PR/MS), em Curitiba. O executivo reconhece que este é um momento muito adverso, mas que, certamente, será superado pelas empresas e corretores que operam no mercado segurador. “Estou confiante na contribuição do setor de seguros para a retomada do desenvolvimento e isso só depende de nós”, enfatizou.

O presidente da CNseg também destacou a história pessoal de João Gilberto Possiede, presidente reeleito, e a sua contribuição para a defesa do mercado de seguros. “Temos o dever de exigir que o Governo nos encare como um setor que pode suportar a retomada do desenvolvimento social e econômico do País. Para isso, precisamos utilizar toda a nossa união representativa para dialogar com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Somente juntos seremos fortes – destacou o presidente da CNseg, para quem a missão da Confederação só será vitoriosa se for ampliada a sinergia com os Sindicatos Regionais e as demais entidades do mercado, também compreendendo os corretores de seguros”, pontuou.

Marcio Coriolano também mencionou as conquistas do Brasil no período de estabilidade econômica. Antes disso, segundo ele, a expressão do nosso mercado segurador no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro era praticamente desconhecida. Na verdade, o setor veio acumulando forças ao longo dos anos, desde 1994, especialmente em função do espírito empreendedor das empresas e da maior inserção da sociedade na proteção dos produtos de seguros. “Não podemos também esquecer que os últimos 12 anos permitiram que o mercado saltasse de patamar. Os principais atributos para esse impulso foram o aumento do rendimento médio dos salários, a maior distribuição regional de renda e riquezas e o crescimento dos índices de emprego. Lamentavelmente, hoje, estamos vivendo um momento de reversão dessas conquistas, que precisam ser recuperadas”, frisou.

João Gilberto Possiede, que foi reconduzido hoje à presidência do Sindseg -PR/MS, ressaltou a importância de o setor de seguros estimular não somente o maior diálogo entre os agentes do mercado, mas também com outras instituições representativas da sociedade civil. Nesse sentido, ele destacou as ações do Sindseg-PR/MS em relação à abertura de canais de comunicação com entidades como a OAB, a Escola de Magistratura, o Sindicato dos Corretores de Seguros e o Detran. Estas iniciativas, inclusive, serviram de modelo para outras regiões do país.

Também presente no evento, o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges da Costa, enfatizou a importância da união dos agentes do mercado para que relevantes ações da agenda do setor sejam implementadas no momento atual do país, como as relacionadas ao combate dos desmontes ilegais de veículos. Sobre o trabalho realizado pelo SindSeg -PR/MS, ele observou que a entidade sempre contribuiu muito para o desenvolvimento do setor de seguros, não somente por suas ações, mas pelos líderes que fez. “O Paraná é um estado dinâmico, que sempre inova e apresenta muito empreendedorismo. A agenda da FenSeg passa, sem dúvida alguma, pela agenda dos sindicatos estaduais”, acentuou.

Perspectiva do mercado de seguros para óleo e gás é desafiadora, diz executivo da JLT Speciality

jlt logoFonte: JLT

Em visita ao Brasil para participar do 7* Seminário de Óleo & Gás da JLT Brasil, o chairman da JLT speaciality, Andrew Barnes, abriu hoje o evento destacando o momento desafiador do mercado de seguros e resseguros para o setor de petróleo e gás. Segundo ele, o mercado vive um momento de queda nas capacidades e de perspectiva de aumento de custos. Nesse cenário, o papel dos brokers tende a se tornar mais relevante para as companhias.

“O número de resseguradores com capacidade maior que US$ 100 milhoes caiu. Em 46 dos 76 mercados que acompanhamos, a capacidade dos resseguradores é menor que R$ 100 milhões”, resumiu.

Para o vice-presidente de Petróleo e Gás da JLT Brasil Resseguros, Adriano Oka, apesar da crise provocada pela queda do preço do barril de petróleo e do impacto da operação Lava-Jato, o mercado de seguros e resseguros do Brasil para o setor de óleo e gás tem sofrido menos que o mercado global. “O recuo no volume de prêmio da industria de petroleo no Brasil é de 20%. No mundo, chega a 40%.

Ainda vamos viver um periodo ainda longo desse ciclo de baixa do petróleo, mas não é desastroso porque, com excessão, de dois grandes momentos de pico, o preço médio do barril se manteve nos níveis que vemos hoje”, disse, apostando na capacidade do setor de se recuperar, embora o cenário seja diferente daquele marcado pela descoberta do pré-sal.

Yasuda Marítima alcança crescimento de 11,3% em Prêmios de Seguros no primeiro trimestre de 2016

francisco caiuby vidigal filhoFonte: Yasuda Marítima

A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – terminou o primeiro trimestre deste ano com um crescimento de 11,3% em Prêmios de Seguros. Entre janeiro e março deste ano, a companhia alcançou R$ 721,3 milhões em Prêmios de Seguros, ante R$ 648,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

Um dos motivos para o crescimento além das expectativas está no investimento no lançamento de novos produtos. Nesse período, a companhia incrementou seu portfólio nos segmentos de Automóveis (Yasuda Marítima Auto Supremo), Empresarias (Yasuda Marítima Escolas e Yasuda Marítima Clínicas e Consultórios), e Vida (Yasuda Marítima Vida Top Mulher). A empresa tem como objetivo realizar uma oferta cada vez mais personalizada para os clientes e por isso tem incluído em seu catálogo produtos diferenciados.

Outros fatores que contribuíram com o resultado no período são os investimentos em tecnologia, que propiciaram ganho em termos de eficiência e economia de recursos, bem como a melhoria nos processos de subscrição implantados durante o ano de 2015.

Os resultados dão continuidade ao crescimento alcançado em 2015, quando a companhia totalizou R$ 2,7 bilhões em Prêmios de Seguros e Lucro Líquido de R$ 68,7 milhões, o que representa um aumento de R$ 51,4 milhões em comparação ao mesmo período em 2014. As classes de negócio que mais cresceram no período foram os seguros de Pessoas (21,5%), Transportes (14,6%) e RE Corporativo (14,6%).

Francisco Caiuby Vidigal Filho, Diretor-Presidente da Yasuda Marítima, afirmou que o ano de 2016 tem sido muito intenso para a Yasuda Marítima. “Depois do processo de integração entre as empresas em 2015, passamos a trabalhar com foco total em incremento na oferta e qualidade dos serviços e boa gestão de recursos para alcançar mais eficiência. Mesmo sendo este um ano difícil para a economia como um todo, nós estamos com nossa estratégia de ação a todo vapor e pretendemos alcançar um crescimento acima de 20% no faturamento da companhia”.

Programa Amigo do Seguro forma nova turma no dia 16

Será realizada no próximo dia 16 de maio a formatura da 14ª turma do Programa Amigo do Seguro. O programa é uma iniciativa da Escola Nacional de Seguros, em parceria com o Instituto Techmail, e visa preparar jovens de escolas públicas para trabalhar no setor de seguros.

Os 26 formandos passaram por um curso de 200 horas/aula, divididas em nove disciplinas: Atendimento ao Cliente, Técnicas de Vendas, Informática Básica, Orientação Profissional, Matemática Financeira Básica, Língua Portuguesa, Teoria Geral de Seguros, Rotinas Administrativas e Sistemas de Cotação On-line. Além disso, a turma foi dívida em cinco grupos para apresentarem o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que abordaram os seguintes temas: Seguro de Vida, Seguro de Auto, Previdência, Multirriscos e Seguro Saúde.

O padrinho desta turma de estudantes é o executivo Carlos Barros de Moura, presidente da corretora de seguros Barros de Moura & Associados e atua há mais 35 anos no mercado de seguros como executivo de empresas seguradoras ou corretoras, consultor e professor. Durante a formatura haverá a apresentação do trabalho de conclusão de curso que teve como tema Seguro de Vida.

Informações adicionais sobre a iniciativa podem ser conferidas no www.funenseg.org.br/social.

Revista Apólice lança o I Prêmio Melhores do Seguros Corretoras

logo_apoliceEstão abertas as inscrições para o I Prêmio Melhores do Seguros – Corretoras, promovido pela Revista Apólice. O objetivo da premiação é reconhecer o trabalho dos corretores de seguros, com destaque para a atuação empreendedora e inovadora no mercado.

Para participar, o corretor de seguros deve preencher um formulário de inscrição no site www.premiomelhoresdoseguro.com.br, respondendo a algumas questões que levarão à formulação do seu caso de sucesso. “Queremos mostrar a todo o mercado iniciativas que possam contribuir para o desenvolvimento de novas técnicas de vendas e atendimento ao consumidor, além de divulgar ações que estabeleçam novos paradigmas para o mercado de seguros”, explica Francisco Pantoja, diretor executivo da Revista Apólice.

Podem participar corretores de seguros, de planos de saúde e odontológicos, de capitalização, de previdência privada e de resseguros de todo o Brasil. A premiação será feita a partir do julgamento realizado por uma Comissão isenta, sem vínculos com corretores ou seguradoras. Os casos serão divididos por porte de corretora e região de atuação.

“Queremos evoluir em nossa contribuição ao mercado, mostrando que boas ideias podem lançar a disrupção tão necessária para a evolução do mercado. Temos que trazer novos consumidores e mostrar que a tecnologia é uma aliada poderosa”, continua Pantoja.

É importante acrescentar que tanto a inscrição quanto a premiação não implicam em nenhum custo para os corretores de seguros. As inscrições vão até 30 de junho e são gratuitas. A cerimônia de premiação acontece no mês de setembro.

Swiss Re Corporate Solutions oferta seguro paramétrico de índices climáticos no Brasil

SwissRe_logo_LAKE_RGBFonte: Swiss Re

O seguro de índices climáticos da Swiss Re Corporate Solutions é o primeiro produto do tipo paramétrico oferecido no País. Ele é voltado para setores da economia que têm receitas e custos de operação diretamente impactados por variações inesperadas no clima, como é o caso das empresas de geração de energia elétrica com fonte renovável e dos grandes players do agronegócio que são afetados pelo regime de chuva, vento, sol e temperatura.

“Este é um produto pioneiro no mercado brasileiro e representa a nossa visão de desenvolver soluções inovadoras para as necessidades de negócio dos nossos clientes. É uma nova forma de ajudar as empresas a minimizarem eventuais perdas em seus resultados financeiros diante de eventos climáticos imprevisíveis, como excesso ou ausência de chuva por exemplo”, afirma o diretor de seguros rurais da Swiss Re Corporate Solutions, José Cullen, que já estava à frente da área em 2010, quando a companhia trouxe o seguro agrícola de receita ao País, também de forma pioneira.

Os seguros de índices climáticos não somente contribuem para maior previsibilidade dos negócios das empresas, como também ajudam a melhorar a sua avaliação de crédito no mercado, uma vez que agências de rating avaliam melhor as companhias que se mostram mais resilientes a intempéries.

Os seguros paramétricos baseiam-se na definição de índices para a ocorrência de eventos naturais. No momento em que o índice paramétrico é alcançado ou excedido, a apólice pode ser acionada. No caso de chuvas, por exemplo, um dos indicadores é uma precipitação pluviométrica superior a um determinado índice acordado entre segurador e segurado. Trata-se, portanto, de um modelo diferente do tradicional, que é fundamentado na ocorrência de um evento. Na prática, assemelham-se a uma operação de opção financeira, mas mais simples e flexíveis.

Outro diferencial é que o valor da importância segurada nos seguros paramétricos é pré-definido em acordo com o cliente. O pagamento da indenização é mais rápido, em geral ocorre entre duas a seis semanas. O prazo de cobertura também pode ser diferente, pois é definido com o cliente.

A solução desenvolvida pela Swiss Re Corporate Solutions estabelece a opção para que o cliente contrate o produto de acordo com a variável que melhor se adeque à sua atividade. Precipitação (milímetros de chuva), vazão de rio, temperaturas extremas, vento, irradiação solar e índices de El Niño são algumas das opções. É possível também realizar combinações desses riscos.

“Esse não é um produto de prateleira. Temos que trabalhar em estreita colaboração com o nosso cliente para desenvolver as coberturas e índices que melhor se aplicam à necessidade do seu negócio. No caso da produção de energia eólica, pouco ou muito vento pode afetar a produção e resultados da empresa. Mas quanto de vento? Sentamos com o cliente para ajudá-lo a identificar seu ponto de equilíbrio e, assim, oferecermos uma solução que lhe garanta uma renda mínima independentemente de como o vento sopra”, explica Rodrigo Violaro, diretor de produtos climáticos para o setor de energia da Swiss Re Corporate Solutions.

Mais informações: http://www.swissre.com/corporate_solutions/brasil_seguros/Swiss_Re_Corporate_Solutions_que_chega_ao_Brasil.html.