Escola Nacional de Seguros oferece duas bolsas de estudo integrais de mestrado

funsenseg logoFonte: Escola Nacional de Seguros

A oportunidade, oferecida por meio do Programa de Apoio à Pesquisa da instituição, é direcionada aos brasileiros formados em Ciências Atuariais. Além do custo integral do programa, as bolsas cobrem ajuda de custo mensal de £1.000, e também a passagem aérea de ida e volta para Londres.

Para concorrer às bolsas, os profissionais terão de enviar o formulário de inscrição, currículo, cópias do diploma em Ciências Atuariais, histórico escolar, identidade, CPF, entre outros documentos, até o dia 31 de maio, para o endereço da Coordenadoria de Pesquisa CPES (Av. Rio Branco, 277 – 2º andar Centro – Rio de Janeiro – RJ – CEP 20040-009). No envelope deverá estar escrito “Programa de Concessão de Bolsas Cass Business School”.

Os currículos serão selecionados pela Comissão Técnico-Julgadora formada pela Escola Nacional de Seguros e os nomes dos candidatos selecionados serão divulgados no dia 1º de julho.

O regulamento com mais informações está disponível no http://www.funenseg.org.br/parcerias-internacionais/bolsas-de-estudo.php.

Planos de saúde: conjuntura do país impacta setor no primeiro trimestre de 2016

Solange (reduzida)Release

A crise econômica no país agravou o cenário de evasão dos beneficiários de seguros e planos de saúde privados. Nos 12 meses terminados em março deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 1,3 milhão de brasileiros deixaram de ter planos de assistência médica – redução de 2,7%, totalizando, atualmente, 48,8 milhões de vínculos. Segundo a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência à saúde –, o que fez a adesão dos consumidores ao serviço desabar no período se deve, principalmente, à conjuntura macroeconômica no momento, com retração nos níveis de emprego e renda.

Nos 12 meses terminados em março, 1,9 milhão de postos de trabalho com carteira assinada foram extintos no país. Com essa redução, o estoque de empregos atingiu 39,4 milhões neste mês, queda de 4,3% em 12 meses. O subsegmento mais impactado foi justamente o de planos coletivos empresarias, devido ao fechamento de vagas formais. Para se ter uma ideia da recente reconfiguração, o desemprego ultrapassou a marca histórica dos 10% – chegando a mais de 10 milhões de pessoas sem vínculo empregatício em todo o país.

Março pontuou o pior resultado para o mês em 25 anos. Foram fechadas, só neste período, mais de 118 mil vagas com carteira assinada. Mas esse quadro já vinha se agravando: no primeiro trimestre do ano, houve perda de 323 mil vagas – aumento de 397,7% na comparação com igual período do ano anterior.

“Esse bem de consumo sempre foi altamente valorizado tanto pelos trabalhadores, que usufruem um serviço essencial, quanto empregadores, por ser um benefício importante para a retenção de talentos e o aumento da produtividade. Mas, apesar do panorama atual, há forte expectativa quanto à recuperação da economia ainda ao longo deste ano, o que certamente reverterá essa queda na adesão aos planos”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, Presidente da FenaSaúde. A expectativa da FenaSaúde é que, antes do fim de 2016, o setor de Saúde Suplementar recupere as perdas de beneficiários, sempre contribuindo para o acesso dos cidadãos ao sistema privado de saúde, desejo da maioria da população.

Minuto Seguros participa de encontro sobre fintech

marcelo blayRelease

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, foi representada pelo seu presidente, Marcelo Blay, no 1º Encontro da Editora Executivos Financeiros sobre Fintech. O objetivo foi debater a importância, cada vez mais estratégica, dos jovens empreendedores no aporte de inovações aos negócios de seguradoras, bancos, operadores do mercado de capitais, organizações vinculadas às áreas de crédito e de meios de pagamentos, entre outros players desta indústria.

De acordo com Marcelo Blay, o encontro foi pioneiro em abordar com exclusividade o tema quente do universo das start-ups de tecnologia no Brasil, as Fintechs. “Estes modelos de empresas propõem soluções inovadoras para a área financeira com foco em oferecer a melhor experiência possível ao cliente. Muitas instituições nacionais de grande porte demonstram interesse no assunto, como Porto Seguro, Bradesco, Caixa Econômica e Itaú”, afirma.

Estas e outras grandes corporações estão buscando diferentes tipos de relacionamento com as Fintechs, como incubação, aceleração, parceria, aquisição e prestação de serviços. “Todas querem estar perto de quem está desenhando o futuro. As empresas não querem ser pegas de surpresa por modelos desruptivos, elas preferem se antecipar”, ressalta Blay.

A Minuto Seguros é a grande estrela das Fintechs na área de venda de seguros online, tendo sido pioneira no Brasil na implantação do conceito de venda de seguros pela internet com o apoio de um call center com mais de 150 consultores altamente especializados para ajudar o cliente em todo e qualquer momento, desde a cotação até um eventual sinistro.

Além do Seguro Auto, oferecido no site da corretora, destacam-se também o Seguro Residencial, o Seguro Viagem, o Seguro para Eletrônicos, o Seguro para Pequenas e Médias Empresas e outras soluções para empresas, como Seguro Saúde, de Vida e Odontológico.

Santander e Hyundai criam corretora de seguros

Fonte: Reuters

O Santander Brasil firmou acordo para formar uma joint venture com a Hyundai a fim de constituir o Banco Hyundai Capital Brasil e uma corretora de seguros, informou em comunicado no dia 29 de abril. Subsidiária do Santander, a Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento terá 50% da joint venture, enquanto a Hyundai Capital terá 25% e a Hyundai Motor Brasil terá os 25 por cento restantes. A corretora de seguros fornecerá produtos e serviços financeiros para o financiamento de automóveis e de corretagem de seguros para os consumidores e concessionárias da Hyundai no Brasil. A conclusão da operação está sujeita à obtenção de autorização de reguladores.

Conselho Federal da OAB cria Comissão Especial de Direito Securitário

Fonte: Consultor Jurídico

Para manter uma discussão permanente sobre o tema, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil criou a Comissão Especial de Direito Securitário, setor que responde por 5% do PIB do país e é extremamente litigioso. A comissão, que será presidida pelo advogado Carlos Harten, vai acompanhar e debater decisões judiciais e novas legislações que tenham impacto nas mais de 120 grandes empresas do segmento e em seus milhões de segurados.

Lei poderá exigir seguro total para aumentar rigor em obras públicas

Fonte: O Globo

A queda de parte da Ciclovia Tim Maia, em São Conrado, no último dia 21, trouxe à tona uma discussão sobre a necessidade de maior fiscalização de obras públicas. Para especialistas, uma das alternativas para garantir que as construções sejam entregues, não apenas com qualidade indiscutível, mas também com o preço e o prazo acordados previamente, é a contratação, por parte das empreiteiras, de seguros que cubram 100% da obra. Na prática, a obrigatoriedade de cobertura total, um modelo adotado nos Estados Unidos há mais de cem anos, faria com que as seguradoras atuassem como um agente fiscalizador, já que elas teriam interesse que as obras corressem sem nenhum tipo de contratempo.

Atualmente, a Lei das Licitações (8.666) estipula apenas que as empreiteiras contratadas pelos municípios, estados ou União ofereçam uma garantia de 5% do valor da obra, podendo, em casos mais complexos, chegar a 10%, valor que pode ser pago com caução em dinheiro ou títulos da dívida pública, seguro-garantia ou fiança bancária. Esse percentual, considerado muito baixo por advogados, engenheiros e especialistas em gerenciamento de risco, poderá mudar em breve. Um projeto para que a 8.666 seja modificada e inclua, entre outros itens, a exigência de seguro total, está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde o ano passado. E, segundo o deputado Mário Heringer (PDT-MG), relator da Comissão Especial da Lei de Licitações, deverá ser apresentado em, no máximo, 45 dias.

Diário Oficial traz nova estrutura da Susep

Finalmente saiu do discurso para ser publicado no Diário Oficial o o Decreto 8.722/16, assinado pela presidente Dilma Rousseff e publicado no dia 29 de abril, que define a nova estrutura regimental da Susep que tanto vem sendo explicada pelo titular Roberto Westenberg em suas palestras. A menina dos olhos do xerife do mercado de seguros é a Diretoria de Supervisão de Conduta, que, segundo Westenberg deverá inaugurar uma nova fase no processo de supervisão da Susep.

O Decreto 8.722/16 entra em vigor no dia 19 de maio e traz para a Susep a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, com 24 cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores (DAS).

Segundo o titular da Susep, a supervisão, com a nova Diretoria, não ficará restrita às informações contábeis das empresas. Vários outros aspectos serão levados em conta, o que vai ampliar as possibilidades de monitoramento feito pela Susep das entidades supervisoionadas.

Westenberger destacou ainda o projeto de modernização da Superintendência que engloba uma série de ações que visam a melhoria dos processos na autarquia, entre os quais a implantação do registro eletrônico de produtos, assinatura digital nas comunicações com as empresas supervisionadas, reformulação do sistema de envios de dados pelo mercado (Fip) e o processo eletrônico que vai eliminar de vez os processos em papel.

Entre as ações adotadas no âmbito do projeto de modernização da autarquia, a normatização do rito sumário do processo sancionador, incluindo a responsabilização da pessoa natural; a atualização das normas sobre aplicações dos ativos garantidores; a flexibilização das regras de resseguro; e a instituição de regra determinando a implantação do ERM (gestão de riscos corporativos para fins de solvência).

De acordo com o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff, a Diretoria de Supervisão de Conduta terá com alvo fiscalizar corretores de seguros e autorreguladoras, monitorar e fiscalizar produtos e operações de seguros, resseguros, previdência aberta complementar e capitalização, bem como garantir ao consumidor seus direitos ao fiscalizar as práticas de mercado. Também foram criadas a Diretoria de Organização do Sistema de Seguros Privado, que dará aval para novas companhias operarem no Brasil ou para determinar liquidações; a Diretoria de Administração e a Diretoria de Supervisão de Solvência.

Para ver a íntegra do decreto e seu anexo acesse:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Decreto/D8722.htm

Especialistas debatem futuro da indústria de petróleo

plataformaRelease

O futuro da indústria de petróleo no Brasil, que enfrenta nesse momento a maior crise de sua história, será o tema central discutido durante o 7º Seminário de Óleo & Gás, evento promovido pela JLT Re Brasil, empresa de gestão de riscos e resseguros do JLT Group (Jardine Lloyd Thompson). Será no dia 11 de maio, a partir das 13h30, no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro,
Este seminário está entre os principais eventos do calendário do setor de óleo e gás e contará com a participação de Andrew Barnes, presidente do conselho da Divisão de Energia da JLT Especialidades, presidente do Conselho da Lloyd & Partners, e diretor da GCube, empresa de energias renováveis do grupo JLT.

Também o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), Alfredo Renault, falará sobre as perspectivas da indústria do petróleo no Brasil. As questões regulatórias serão abordadas pela presidente da consultoria OGE, Claudia Rabelo. O evento também terá um painel específico sobre a Lei Anticorrupção e seus impactos na indústria do petróleo, com a participação do sócio do escritório Palma + Guedes Advogados, Álvaro Palma de Jorge, e do especialista em gerenciamento de crises Roberto Coutinho.

A JLT – Jardine Lloyd Thompson – companhia inglesa integrante do Grupo Jardine Matheson – é uma das maiores empresas especializadas em gestão de riscos, corretagem de seguros e resseguros e consultoria em benefícios em todo o mundo. Com cerca de 11 mil funcionários e atuação em mais de 135 países, seu faturamento mundial no ano passado foi de US$ 1,7 bilhão. No Brasil, o grupo atua desde 1989 e está presente nas mais importantes cidades de todas as regiões do país.

SulAmérica encerra primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 105,9 milhões

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

gabriel portellaA SulAmérica chegou ao final do primeiro trimestre de 2016 com lucro líquido de R$ 105,9 milhões, um crescimento de 2,4% em comparação com mesmo período de 2015. As receitas também apresentaram aumento no período, com alta de 5,4%, totalizando R$ 3,9 bilhões.

“A SulAmérica abre o ano de forma positiva, com expansão das receitas operacionais, do resultado financeiro e também do lucro líquido. Acreditamos que o desempenho das nossas operações foi bastante relevante, principalmente quando levamos em conta o cenário de retração econômica que marcou o trimestre”, explica o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

O segmento de saúde e odonto manteve um bom desempenho, com receitas operacionais crescendo 13,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2015, alcançando R$ 2,9 bilhões, com uma carteira de beneficiários 5,4% maior.

Na área de automóveis, o comportamento da carteira, refletindo o cenário macro e o ambiente competitivo, registrou retração de receita de 13,1% e deterioração da sinistralidade.

“Em nossa avaliação, o desempenho positivo de algumas linhas de negócios equilibra os resultados de outras carteiras que possam não ter obtido desempenho tão bom, mantendo a companhia numa trajetória muito satisfatória”, complementa Portella.

As reservas de previdência tiveram um relevante avanço, chegando ao montante de R$ 5,5 bilhões, com crescimento de 15,6%. Na área de gestão de ativos, o total de recursos administrados pela SulAmérica no final do trimestre era de R$ 31,7 bilhões, com crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Zika Vírus: associadas à FenaSaúde preparam redes de atendimento para os exames de detecção

fenasaude logRelease

Brasileiros, com razão, estão bastante apreensivos com o atual quadro epidemiológico, preocupação partilhada pelas afiliadas à FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência à saúde –, que estão empenhadas em assegurar aos beneficiários o atendimento adequado para diagnóstico e tratamento do Zika Vírus, respeitando os critérios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As ações das associadas à Federação incluem o mapeamento e a mobilização de toda a rede de atendimento. Além disso, auxiliam os órgãos de saúde na identificação de pessoas que tenham sido internadas com suspeita ou confirmação da enfermidade.

A FenaSaúde participou ativamente no debate sobre Resolução Normativa (RN) da ANS que definirá o protocolo de solicitação para o exame de diagnóstico do Zika Vírus. O objetivo é atender os pacientes nos casos cientificamente indicados e seguindo os critérios estipulados, a fim de maximizar resultados e evitar desperdícios.

“Atualmente com 40% do total de beneficiários de seguros e planos no país, as afiliadas à FenaSaúde já estão promovendo as ações necessárias para cumprir a norma da ANS, oferecendo os melhores serviços que as configuram como operadoras de referência em qualidade para o mercado de Saúde Suplementar”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, Presidente da FenaSaúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) liberou, recentemente, alguns testes laboratoriais para o diagnóstico do Zika Vírus, que têm metodologias distintas: uns detectam a quantidade de anticorpos e outros a presença direta do vírus. Como todos os exames laboratoriais estão sujeitos a falhas, a melhor forma de evitar o erro é a indicação precisa – ou seja, o quadro clínico deve sugerir a doença, e o prazo de coleta tem que ser dentro do recomendado pelo fabricante.

Qualquer exame fora do período indicado acarretará, inevitavelmente, a elevação de resultados falsos (positivos ou negativos), prejudicando pacientes e o trabalho das equipes de saúde. Assim, é preciso seguir sempre protocolos e diretrizes dos órgãos de saúde a fim de dar atendimento efetivo ao público a ser definido. Vale ressaltar que os exames não estavam previstos inicialmente no Rol de coberturas obrigatórias. Consequentemente, representarão custos adicionais ao sistema de Saúde Suplementar.

Hoje, no país, circulam simultaneamente os vírus da Dengue, da Chikungunya e da Zika. Os quadros clínicos e meios de transmissão dessas enfermidades guardam similaridade e podem causar efeitos cruzados nos diagnósticos laboratoriais. Não há, ainda, terapia medicamentosa, vacina ou conduta clínica que previna a infecção pelo Zika Vírus. A única forma de combate, por ora, é a eliminação dos focos de procriação do mosquito, uma responsabilidade de toda sociedade.

Dados do Ministério da Saúde apontam que 85% dos focos são encontrados em residências particulares. Para contribuir com a disseminação de informação correta, a FenaSaúde está elaborando uma cartilha para esclarecer como identificar e eliminar esses criadouros. A publicação também tem como objetivo estimular gestantes a não deixar de fazer o pré-natal e seguir as recomendações médicas atuais.

A comunidade científica, assim como entidades do setor de saúde, está aprendendo diariamente sobre a dinâmica de infecção do Zika Vírus. Estudos vêm apontando risco médio de 1% de malformações neurológicas em fetos expostos à doença, o que pode ser significativo. Além disso, os quadros de paralisia flácida em crianças e adultos, conhecidos como Síndrome de Guillain-Barrè, vêm sendo relacionados a essa infecção.

Na maioria das vezes, é observado que o Zika Vírus é assintomático. Já quando há sintomas, os mais comuns são: febre, manchas avermelhadas pelo corpo, coceira generalizada e conjuntivite. Manifestações incomuns incluem dores articulares, musculares e cefaleia. Em geral, esses sinais são de curta duração, com variação de 3 a 5 dias nos casos sem complicações.

Infelizmente, segundo especialistas, não há ainda tratamento que previna ou impeça o desenvolvimento de malformações neurológicas em gestantes infectadas pelo Zika Vírus. Importante: os bebês que venham a apresentar Microcefalia associada à infecção – estando inclusos no plano materno ou outro – estarão cobertos para exames e procedimentos conforme determinam contratos e o Rol da ANS.

A conduta clínica e os procedimentos a serem adotados nessas situações são de responsabilidade da equipe médica de cada paciente. Por ocasião de bebês acometidos pela Microcefalia associada ao Zika Vírus, não há protocolo clínico de atendimento ou procedimento específico validado por associação médica ou órgão oficial de saúde. A FenaSaúde sempre estará à disposição para participar de discussões sobre o tema tão relevante para a sociedade brasileira.