Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros oferece premiação de R$ 30 mil + viagem para Itália, com acompanhante

dinheiro 2A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), em parceria com a Escola Nacional de Seguros e a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), convida para o lançamento do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros. O anúncio oficial será feito durante um café da manhã no dia 15 de junho, às 10h, no auditório da Escola Nacional de Seguros, no Centro do Rio.

O prêmio vai contemplar reportagens nas mídias impressa e digital, rádio e TV, em um total de seis categorias. Os melhores trabalhos concorrem a prêmios de até R$ 30 mil. Na categoria especial Corretor de Seguros, o vencedor receberá ainda uma viagem para a Itália, com direito a acompanhante.

As reportagens poderão englobar todas as modalidades e ramos de seguros, o que inclui capitalização, vida, previdência privada e resseguros, entre outros. As inscrições abrem no dia 14 de junho e se encerram em 17 de outubro de 2016.

Mapfre Global Risks aposta no mercado brasileiro para crescer

Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha
Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha
Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha

Seguir a rota de crescimento em grandes riscos. Esse é o foco de Bosco Francoy, diretor geral e COO da Mapfre Global Risks, uma empresa dedicada a desenhar programas de seguros para companhias com faturamento acima de US$ 400 milhões. Depois da Espanha, o Brasil é o maior mercado para a seguradora que tem como principais nichos de negócios os segmentos de energia, petróleo, gás, transportes, aeronaves e indústrias. “Estamos vivendo um momento de negociações difíceis. Tanto pelo excesso de capacidade ofertada no mercado, como também pela retração nos investimentos. Mas temos apostado em nichos e mercados onde não temos uma presença significativa para crescer”, afirmou Francoy ao blog Sonho Seguro.

Hoje, o Brasil responde por 20% do faturamento mundial do grupo espanhol Mapfre. No entanto, considerando-se apenas a unidade de grandes riscos a participação do Brasil é torno de 10%. “A meta é que o mercado brasileiro de grandes riscos também represente 20% do faturamento da Global Risk”, comentou Marcos Eduardo Ferreira, CEO da BB e Mapfre para as áreas de auto, seguros gerais e affinities.

Apesar da economia local estar em forte recessão, o grupo BB Mapfre cresceu em 2015 e segue a rota de crescimento no primeiro trimestre deste ano. Passou a ser líder do mercado de grandes riscos, com market share de 17%, desbancando a Chubb, no final do ano passado. Segundo André Fortino, diretor geral de grandes riscos e David Corredor, superintendente executivo de riscos industriais, no primeiro o avanço no volume de prêmios foi de 17%.

“Conquistamos novos clientes e também aumentamos nossa participação nos programas de seguros de nossos segurados”, disse Fortino. “Com o reposicionamento de algumas seguradoras, os clientes passaram a revisitar o programa de seguros e conseguimos conquistar uma boa parcela deles com o apoio dos corretores parceiros e também com o suporte do Banco do Brasil”, acrescentou Gomez. O grupo também é líder em cessão de resseguros, se destacando como maior cedente em 2015, com R$ 2,2 bi negociados, 12% mais que em 2014, sendo grande riscos a carteira que mais contrata resseguro, tanto da resseguradora do grupo, a Mapfre Re, como também de outros grupos, informaram os executivos.

Dentro da estratégia de captar novos clientes com o apoio internacional da Global Risks, que conta com mais de 260 especialistas em gestão de riscos, o grupo realiza nesta terça-feira uma versão brasileira do tradicional encontro realizado a cada dois anos na Espanha, a Jornada Internacional Global Risk, do qual participam clientes e prospects de todo o mundo. Pela primeira o evento será realizado no Brasil. “Fizemos uma versão para o Brasil. O foco do evento é o debate de questões estratégicas, com a apresentação de cases internacionais e temas correntes que estão em evidência no país e nos mercados ao redor do mundo”, explicou Francoy.

Ferreira: Objetivo é dobrar a participação do Brasil na Global Risks
Ferreira: Objetivo é dobrar a participação do Brasil na Global Risks

O objetivo do evento será reunir profissionais de seguros e gerenciamento de riscos de grandes empresas para debater os desafios e as oportunidades que se abrem para o setor de grandes riscos no mercado brasileiro. Participam dos painéis, além da Global Risks, Marcelo Gusmão Arnosti, economista chefe da BB DTVM, Juan Jose de la Colina, diretor de energia da Mapfre Global Risks, e representantes de empresas como Eletropaulo, Noenergia, Eletrosul, Petrogral, IRB RE, Terra Brasis Resseguros, Avianca Linhas Aéreas, Companhia Siderúrgica Nacional, entre outras. “Trata-se de um fórum de alto nível para discussões técnicas, políticas e econômicas, colocando em destaque esse importante segmento que vem crescendo expressivamente no Brasil”, destacou Gomez.

“Em um país de dimensões territoriais como o nosso, com grandes diferenças climáticas e geográficas e visibilidade internacional, às vésperas de sediar o maior evento esportivo do mundo, o setor de grandes riscos consolida-se como um amplo nicho que seguradoras e resseguradoras podem explorar nos próximos anos”, afirmou Ferreira.

“A indústria de energia mundial vem passando por profundas transformações. A expansão das fontes de energia renováveis, o aumento das pressões ambientais e o surgimento de novos players na indústria de petróleo e gás natural vêm suscitando importantes mudanças estruturais nos setores energéticos, intensificando o cenário de incerteza e a volatilidade de preços”, acrescentou Fortino.

“Diante de tantas especificidades, este é um país que representa um dos mercados mais promissores para o desenvolvimento do seguro. Além disso, a troca de experiência entre os profissionais brasileiros ajudará no fomento e disseminação de políticas para a gestão de grandes riscos”, finalizou Bosco.

O evento acontece no Hotel Hilton, em São Paulo, e terá transmissão em tempo real pelo Twitter oficial da MAPFRE (@MAPFRE_br) por meio da hashtag #MAPFREGlobalRisks.

Ramon Gomez deixa a Allianz Seguros

allianz ramom gomezA Allianz Seguros informa que a partir de hoje, Ramon Gomez, diretor comercial, deixa de fazer parte do seu quadro de executivos. Após quase 5 anos na seguradora, Ramon decidiu partir para uma nova etapa em sua carreira profissional. A Allianz agradece imensamente ao Ramon pelo comprometimento e energia que sempre estiveram presentes durante o tempo em trabalhou na companhia, e deseja sucesso nessa nova etapa de sua carreira. A Divisão Comercial da Allianz se reportará interinamente ao Miguel Pérez Jaime, presidente da companhia, até que seja nomeado o sucessor de Ramon Gomez.

Faleceu no domingo o economista Luiz Castiglione

castiglioneNota de pesar publicada pelo Sindseg SP, em nome de sua diretoria, conselhos e colaboradores, dá ciência da morte do economista Luiz Castiglione, ocorrida neste domingo (5), em Curitiba, no Hospital Nossa Senhora das Graças. Castiglione morreu aos 62 anos e dedicou parte de sua vida profissional ao estudo do mercado segurador. A cremação foi realizada também neste domingo. Colaborador permanente do Sindseg SP desde 2015, Castiglione produzia uma série de estudos e dados do mercado segurador, que, compilados, eram disponibilizados periodicamente. Grande fonte! Já deixa grande saudade!

Queda de energia eleva sinistros no ramo residencial, informa Folha

A coluna da Folha de S.Paulo conta que as oscilações de voltagem na rede elétrica e as tempestades fizeram com que o número de sinistros pagos por danos a aparelhos eletrônicos pelas companhias de seguros aumentassem.

No grupo BB e Mapfre, o número de sinistros cresceu de 20,3% para 28,3% em 2015, afirma Jabis Alexandre, diretor de seguros massificados. “Creditamos o fenômeno à quantidade de eletrônicos nas residências”, diz. Na Zurich, houve um aumento de casos desse tipo, diz Roberto Hernandes, diretor de sinistros. “Percebemos mais ocorrências de fenômenos da natureza. Há até pequenos terremotos.” A tendência também foi notada no Bradesco Seguros.

Esse tema criou um grupo de trabalho dentro da FenSeg, a federação do setor. Danilo Silveira, presidente da comissão técnica, diz que o problema atinge empresas, condomínios e residências. “Queremos ter bastantes elementos técnicos para conversar com a Aneel.”

Tarcísio Godoy deixa secretária do Ministério da Fazenda para assumir presidência do IRB Brasil RE

tarcisio godoyO economista Tarcísio José Massote de Godoy deixou a secretaria do Ministério da Fazenda e passa a ser o novo presidente do IRB Brasil RE. O presidente em exercício, José Carlos Cardoso, que ocupou o cargo de agosto de 2015 até hoje, irá reassumir a vice-presidência de Resseguros do IRB Brasil RE, até então ocupada por Paul Conolly, e continuará colaborando para a gestão da companhia. Fernando Passos, vice-presidente Financeiro; Mario Di Croce, vice-presidente Executivo e Lucia Valle, vice-presidente de Riscos e Compliance, permanecem em suas funções.

A coluna EXPRESSO da revista Época divulgou que havia um mal-estar entre ele, que trabalhara para a Bradesco Seguros, e Ilan Goldfajn, que estava no Itaú. Goldfajn foi indicado para a presidência do Banco Central e terá o seu nome submetido à aprovação do Senado. O Valor afirma que Godoy foi indicado para o IRB pelo Bradesco, que detém 20,43% do controle do maior ressegurador local do Brasil

Em dezembro de 2006 foi designado Secretário do Tesouro Nacional. Exerceu entre 2007 e 2010 a Presidência da Brasilprev, Seguros e Previdência. No período de outubro de 2010 e fevereiro de 2013, foi Diretor da Bradesco Seguros e Previdência, assumindo em seguida a Direção Geral da Bradesco Seguros de Automóveis e Ramos Gerais, onde permaneceu até dezembro de 2014. Entre janeiro e dezembro de 2015, exerceu a função Secretário Executivo do Ministério da Fazenda do Brasil. Tarcísio Godoy é mestre em Economia pela Universidade de Brasília. Iniciou sua carreira como Engenheiro de Portos e Vias Navegáveis da Companhia Docas da Bahia em 1986. A partir de 1992, ocupou vários cargos no setor público federal.

Liberty Seguros investe no combate a fraudes

Dennis MilanRelease

O princípio do mutualismo é um dos pilares dos seguros. Ele prevê que as arrecadações dos prêmios dos segurados garantam a indenização daqueles que sofreram sinistros. As fraudes em seguros no Brasil afetam este princípio e tornam os processos mais complexos e morosos, encarecendo o seguro. Como consequência, os bons clientes são afetados. Este cenário motivou a Liberty Seguros a intensificar o investimento em projetos de detecção e combate a fraudes.

As fraudes podem ser oriundas de crime organizado ou na sua maioria provenientes de fraudes oportunistas, onde os tipos mais recorrentes são a inexatidão no perfil para redução de prêmio, inversão de responsabilidade em colisões envolvendo terceiros, comunicação de roubos e furtos inexistentes e omissão de informações sobre acidentes, entre outras.

“Prevenir e combater fraudes é uma responsabilidade conjunta de todo mercado segurador: seguradoras, corretores, prestadores e entidades relacionadas. A Liberty Seguros investe continuamente em novas tecnologias, sofisticados modelos analíticos preditivos, entrevistas cognitivas, pesquisa em mídias sociais, treinamentos e novos processos na aceitação e na regulação de sinistros,” diz Dennis Milan, diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros. “Cerca de 13% dos sinistros investigados com algum indício de fraude acabam sendo comprovados e tem a indenização negada,” finaliza.

CNSeg lança 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura)

cnseg minhavida_intRelease

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), com apoio da Superintendência de Seguros Privados (Susep), lança o 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura) com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção da sua vida, da sua família e do seu patrimônio. A iniciativa integra o rol de ações da Confederação alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Nesse sentido, o diretor Geral Executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros, destaca que a Educação em Seguros se faz tão importante que está entre as prioridades estabelecidas pelo Conselho Diretor da CNseg para o triênio iniciado este ano.

O Concurso (#minhavidamaissegura)

A temática do 1º Concurso Cultural Minha Vida Mais Segura (#minhavidamaissegura) visa estimular a reflexão, a pesquisa, o debate, a criatividade e o compartilhamento de experiências e informações sobre a cultura da prevenção e da segurança financeira. Para participar, os interessados podem optar pelo envio de vídeos com até dois minutos de duração, posts em forma de texto, fotografias ou ilustrações que contenham histórias reais ou ficcionais sobre a importância de um ou mais tipos de seguro na vida de uma pessoa ou de uma família.

O material aprovado será publicado na página da Susep no Facebook (https://www.facebook.com/susepoficial) e serão selecionados os cinco vídeos e os cinco posts mais curtidos e compartilhados. A ideia é que haja uma reflexão em torno da questão ‘Qual a importância do seguro na sua vida?’ e que o conteúdo tenha uma abordagem leve, descontraída, cômica e inovadora. Os vencedores serão conhecidos no dia 21 de novembro. O autor do melhor post será contemplado com um iPad wi-fi, 16GB e o do melhor vídeo, com uma câmera GoPro Hero 4 e um notebook com processador Intel Core i5. O regulamento completo do concurso pode ser consultado no portal da CNseg (http://www.cnseg.org.br/) ou na página da Susep no Facebook. O prazo para a participação é até o dia 30 de setembro.

Índice de Confiança do Setor de Seguros tem a maior alta em dois anos: 8,2% em maio

armando vergilioRelease

O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) – um dos principais termômetros do mercado – subiu 8,2% em maio, de acordo com pesquisa da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Esta é a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou a 90,3 pontos, a média mais alta dos últimos dois anos. “Maio foi um mês de eventos marcantes no cenário político nacional, com a posse do presidente em exercício, Michel Temer, e uma mudança geral no quadro dos ministérios. Tudo isso influencia a percepção de futuro do empresariado e da população em geral. Então, é natural que esse quadro se reflita no ânimo do mercado de seguros, a exemplo do que ocorreu com outros indicadores de maio”, explica o presidente da Fenacor, Armando Vergilio. Um dos exemplos é o Índice de Confiança do Comércio (ICOM,) da Fundação Getúlio Vargas, que avançou 4,3 pontos, em maio.

A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia, pelos próximos seis meses. Todos os três segmentos do setor (seguradoras, corretoras e resseguradoras) tiveram aumento, passando a ter percentual de destaque (acima de 50%): 67%, 71% e 67%, respectivamente. “Se for mantida essa tendência de alta nos próximos meses, acreditamos que o setor vai confirmar a expectativa de crescimento em 2016”, continua Armando.

O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 95 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 92 bilhões em volume de prêmios, crescendo 12%, o que mostra sua força na economia nacional.

Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

A pesquisa também apura as expectativas para faturamento e rentabilidade as empresas. O destaque da pesquisa é das resseguradoras, com bons indicadores em todos os itens.

Ao todo, 91% das resseguradoras, 71% das corretoras e 51% das corretoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior nos próximos seis meses. Em relação a abril, houve aumento para resseguradoras (frente a 83% de abril) e 68% das corretoras. As seguradoras mantiveram percentual estável. Rentabilidade As resseguradoras estão otimistas em relação à rentabilidade do setor pelos próximos seis meses: 75%. Entre as demais empresas, as seguradoras esperam melhora de 65% e as corretoras, de 71%. Estas últimos tiveram aumento de 9 e 15 pontos percentuais, respectivamente.

PMR Seguros se associa a It’sSeg

Thomaz MenezesRelease

A It’sSeg, corretora e administradora de benefícios, anuncia hoje a associação com a PMR Seguros. Com a união, a empresa amplia seu portifolio de benefícios corporativos e ingressa no segmento de ramos elementares com gerenciamento de riscos e soluções de seguros para riscos empresarias, engenharia, responsabilidade civil, transportes, automóvel, dentre outros.

“Fortalecemos assim a nossa operação e aumentamos os bons resultados na gestão de riscos. A PMR Seguros sempre teve uma forte expertise nos segmentos de benefícios e de ramos elementares, com prêmios anuais próximos de 100 milhões de reais. Já era algo que buscávamos há muito tempo. A It’sSeg espera continuar crescendo organicamente e manterá no radar a possibilidade de novas associações”, explica Thomaz Menezes, presidente e acionista da It’sSeg. Com a integração da PMR, a It’sSeg passa a contar com quase 400 colaboradores e mais de R$1.2 bi em prêmios.

“Para nós é muito satisfatório anunciar a associação da PMR à nossa empresa em um momento tão desafiador da economia brasileira. Estamos crescendo e investindo para termos uma empresa cada vez melhor para nossos clientes e parceiros”, complementa Thomaz Menezes.

Para Fernando Martinez, sócio fundador da PMR, “a oportunidade de se associar à It’sSeg nos possibilita continuar crescendo e investindo ainda mais nas melhores práticas de gerenciamento de riscos de gestão de benefícios”.

A It’sSeg, empresa criada em 2014 e que conta com investimentos do fundo britânico de private equity Actis já fez a aquisição de outras quatro empresas tradicionais no mercado brasileiro: Torres, Grupo Raduan, Barela Seguros e Você Clube. O objetivo da associação é aproveitar as oportunidades no segmento seguros e consultoria de benefícios, que apresenta receita anual de aproximadamente 370 bilhões de reais com cresciemento anual superior a 10%.