BB Seguridade alcança lucro líquido de R$ 2,2 bi no 2T25

A BB Seguridade reportou ao mercado lucro líquido gerencial recorrente, que não considera os efeitos do IFRS 17 e eventos classificados como extraordinários, de R$ 2,2 bilhões no segundo trimestre de 2025, uma alta de 19,7% em relação ao 2T24. No acumulado do semestre, o resultado alcançou R$ 4,2 bilhões, refletindo crescimento de 14% sobre igual período anterior. O desempenho é atribuído à forte expansão do resultado financeiro combinado, impulsionado pela gestão financeira da holding, e expansão do saldo das aplicações financeiras combinadas das empresas do grupo.

O resultado operacional combinado da BB Seguridade e de suas investidas também contribuiu para a evolução do resultado, com alta de 7,6% (líquido de impostos), impulsionado tanto pelo incremento nos prêmios ganhos e melhora da sinistralidade na Brasilseg como pelo crescimento das receitas de corretagem na BB Corretora. 

“Os resultados do segundo trimestre refletem a consistência da nossa estratégia, centrada na geração de valor para clientes, acionistas e sociedade, com foco na eficiência operacional, na busca incessante pela inovação e gestão robusta dos ativos financeiros. Mesmo diante de um cenário desafiador, com ajustes regulatórios e volatilidade nos mercados, conseguimos ampliar nossa rentabilidade, com nosso ROAE atingindo aproximadamente 90%. Entregamos um lucro líquido recorrente superior ao mesmo período do ano passado em aproximadamente 20%. Esse desempenho é fruto do comprometimento das equipes nas nossas empresas controladas e da nossa capacidade de adaptação, gestão e governança de participações com foco em resultados cada vez mais fortes”, comentou André Haui, presidente da BB Seguridade, em nota.

Segundo dados fornecidos pelo grupo, a Brasilseg registrou crescimento de 25,4% no lucro trimestral, com queda da sinistralidade e salto de 44,8% no resultado financeiro. A melhora da sinistralidade veio principalmente dos seguros agrícolas, prestamista, habitacional e residencial.

A Brasilprev cresceu 19,8%, puxada pela queda do custo do passivo. A Brasilcap teve lucro 4,7% maior, com incremento das receitas com cota de carregamento. Destaque para o produto comemorativo Ourocap 30 Anos, que contribuiu para o aumento de 24,1% da arrecadação.

A BB Corretora teve alta de 11,2% no lucro líquido do trimestre, sustentada pelo crescimento de 5,6% nas receitas de corretagem e expansão de 54,3% no resultado financeiro.

WTW aposta em capital humano para enfrentar nova era do mercado de seguros

Com a entrada em vigor do novo marco legal de seguros em dezembro deste ano — que transforma profundamente a forma de negociação dos contratos, especialmente no segmento de riscos patrimoniais —, a WTW (Willis Towers Watson) acelera seus investimentos em capital humano no Brasil. A corretora tem reforçado sua equipe com nomes de peso do setor e aposta em uma abordagem cada vez mais consultiva para se antecipar às mudanças regulatórias e às novas demandas dos clientes.

“Todo nosso investimento em pessoas é resultado de uma escuta ativa dos clientes”, afirma Eduardo Takahashi, CEO da WTW no Brasil. “Estamos vendo uma concorrência mais intensa, com novos players, e os clientes pedem cada vez mais especialização, proximidade e uma visão estratégica sobre seus riscos.”

A estratégia da empresa envolve reposicionar a marca no mercado, fortalecendo áreas-chave com especialistas em setores como recursos naturais, energia, mineração, construção, infraestrutura e agronegócio. Só nos últimos meses, a WTW trouxe executivos como Felipe Barranco (affinity), Maike Bruckner (resseguros), Tatiana Altran (PEMA), Márcio Teixeira (head de Multinationals), Flávia Balbina (Multinationals) e Guilherme Bessa (Multinationals).

A companhia tem segmentado sua base de clientes e desenvolvido projetos sob medida, com foco em consultoria e gestão de riscos. “Já começamos a sentir o retorno desse esforço. O cliente valoriza e busca essa abordagem”, afirma Takahashi. A expectativa é de crescimento de dois dígitos em 2025, seguindo o ritmo do triênio anterior (2022–2024), quando a operação avançou 52%. “Estamos ganhando clientes antigos e novos com essa estratégia de capital humano que tem respaldo local, regional e global”, diz o executivo.

A mudança regulatória traz desafios e incertezas. “O mercado ainda está reticente, mas é essencial antecipar cenários”, afirma Fernando Kolling, diretor de Client Management, que depois de décadas na concorrente AON, se juntou a equipe WTW em dezembro passado. “Temos orientado os clientes a fornecer mais informações ao mercado e a construir compromissos de longo prazo. É uma fase de transição que exige parceria e profissionais que saibam traduzir as demandas dos clientes em soluções viáveis.”

A corretora também está ajudando clientes a pensar em planos de contingência diante da volatilidade política e econômica, como o tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Há temas que estão fora do nosso controle, mas o que estiver ao nosso alcance será feito. Já temos clientes reavaliando operações, pensando em exportações, redirecionando produções ou ajustando apólices”, diz Takahashi.

Entre os temas mais sensíveis estão os riscos políticos e climáticos. A recente crise com restrições logísticas em portos e interrupção de exportações, por exemplo, acendeu alertas nos setores de alimentos e proteína. “Estamos falando de situações que não são necessariamente seguráveis, mas que exigem uma reavaliação completa da logística e das coberturas existentes”, diz Takahashi. O esclarecimento de que a tarifa é válida apenas para embarques pós anúncio, evitou muitas perdas com mercadorias que estavam no caminho dos EUA.

A WTW tem estrutura local e global dedicada à gestão de riscos climáticos, com especialistas como Álvaro Trilho, além de times que atuam com visão holística sobre riscos reputacionais, cibernéticos e financeiros. “Principalmente no risco climático, há formas alternativas de transferência, como instrumentos financeiros. Mas é fundamental ter o cliente junto no processo, defendendo e estruturando a gestão”, afirmam os executivos.

Com o novo marco legal à vista e um mercado cada vez mais exigente, a WTW aposta que a combinação entre escuta ativa, especialização e consultoria será decisiva para manter a liderança e crescer de forma sustentável no Brasil. “Mais do que apenas colocar seguros, a corretora busca provocar o cliente a pensar de forma mais ampla. Nosso papel é conectar os pontos — entender o que está acontecendo no mundo, o impacto na operação do cliente, e como construir soluções com as seguradoras e outros parceiros. Essa transição exige gente preparada, com bagagem técnica e capacidade de relacionamento”, finaliza o CEO da WTW.

AJA Seg entra no segmento de vida individual

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A AJA Seg, plataforma de soluções em saúde, seguro de vida e odontológico, anunciou o lançamento de uma nova vertical dedicada ao seguro de vida individual, voltada a pessoas físicas. A iniciativa marca a ampliação da atuação da companhia, que até então operava exclusivamente no segmento corporativo, e reforça a proposta de posicionamento como plataforma completa de proteção para pessoas e empresas.

A nova operação será liderada por Bianca Mangraviti, profissional com 15 anos de experiência no setor e atuação destacada na formação de corretores. Segundo a empresa, a expansão responde a uma demanda reprimida no país — menos de 8% da população adquire seguro de vida de forma voluntária — e visa aprofundar o relacionamento com públicos já atendidos no B2B.

A AJA Seg aposta em um modelo de distribuição consultiva e na capacitação de corretores com base em metodologia própria. A companhia também planeja ampliar a presença por meio de multi family offices, agentes autônomos de investimento e assessorias financeiras. Um canal exclusivo para corretores independentes está em fase de implementação, com acesso a treinamentos, tecnologia e produtos de grandes seguradoras.

A expectativa é que, em até dois anos, a nova frente represente entre 40% e 60% da receita da companhia. Fundada por Bruno Autran, a AJA Seg atua como “corretora as a service”, oferecendo soluções em saúde, seguro de vida e odontológico a partir de São Paulo.

CNseg apresenta iniciativas do setor segurador durante a COP30 a jornalistas do Pará

 Com o objetivo de apresentar como o setor segurador vem atuando na região e apresentar as atividades que serão implementadas durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizou, nesta quinta-feira (31), um encontro exclusivo com jornalistas que atuam no estado. Cerca de 20 profissionais de mídia impressa, TV, rádio e portais de internet que atuam no Pará estiveram presentes.

A intenção do encontro é mostrar a relevância das contribuições do setor para a sociedade, principalmente em um cenário de agravamento das alterações climáticas, e, dessa forma, aprimorar o debate com a sociedade, especialistas e, principalmente, com os profissionais de imprensa do estado.

A superintendente de comunicação e marketing da CNseg, Carla Simões, destacou a importância de reunir representantes do setor segurador com profissionais de comunicação do estado. “Ter a oportunidade de repassar aos jornalistas do estado do Pará a atuação do setor de seguros e os preparativos que devem nortear as atividades durante a COP30 é muito relevante. Junto aos profissionais de imprensa, podemos esclarecer, de forma mais objetiva, as ações previstas para o setor privado e demais iniciativas conjuntas com políticas públicas, que são consideradas fundamentais para enfrentar a crise climática, proteger vidas, patrimônios e o meio ambiente”, ressaltou.

Para a diretora de sustentabilidade da CNseg, Cláudia Prates, comunicar sobre a atuação do setor ajuda a esclarecer sobre as principais iniciativas que o mercado segurador vem atuando para auxiliar na mitigação climática. “Entre 2014 e 2024, o Brasil teve perdas econômicas dentro da iniciativa privada em torno dos R$ 327 bilhões. E a lacuna de proteção segue aumentando. Diante desse panorama, principalmente com a aproximação da COP30, alguns projetos devem nortear o trabalho do setor segurador, como a criação de um hub de dados climáticos, apoio a ações de taxonomia sustentável e fomentar algum tipo de produto de seguro que possa possibilitar mais investimentos na preservação ambiental”, destacou.

Diálogo com a sociedade

Também participaram do encontro o diretor-executivo da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), Hamilton dos Santos, e o idealizador e sócio do portal especializado Jornalistas&Cia., Eduardo Ribeiro, que parabenizaram a iniciativa da CNseg. Segundo eles, estar próximo da imprensa regional é uma premissa do jornalismo, pois ali é onde a sociedade se faz mais presente, e preocupar-se com esse diálogo regional é muito importante e estreitar essa relação é um legado.

Integrantes do setor segurador do estado do Pará, como o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne), o Sindicato dos Corretores de Seguros do Pará (Sincor-PA) e a Associação Comercial do Pará (ACP), também estiveram presentes.

Casa do Seguro

Durante o encontro, o superintendente executivo da CNseg, Gustavo Brum, ressaltou a iniciativa inédita do setor que será destaque durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima: a Casa do Seguro. “Este será um espaço de representação oficial do setor de seguros, dedicado à promoção do mercado e suas iniciativas relacionadas à agenda de transição climática. Planejado para sediar fóruns de debates, diálogos empresariais, plataformas de conexão e relacionamento, experiências imersivas, cerimônias, bem como apresentações culturais e artísticas, funcionará como a embaixada do seguro na COP30”, informou.

O espaço, localizado ao lado do centro de atividades da COP30, será voltado para os temas que destacam o mercado de seguros, bem como seu papel-chave para o desenvolvimento global sustentável. Alguns eixos nortearão a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros e agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável.

Mitsui Sumitomo Seguros anuncia Renato Mizukami como CFO

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A Mitsui Sumitomo Seguros anuncia Renato Sotelo Mizukami como seu novo Chief Financial Officer (CFO), a partir de agosto de 2025. O executivo chega à companhia com mais de 20 anos de experiência no setor de seguros e financeiro, tendo atuado em posições de liderança em empresas como Chubb, RSA/Sura e Unibanco AIG.

Ao longo de sua carreira, acumulou sólida experiência em todas as disciplinas financeiras – FP&A, contabilidade local e internacional (IFRS/USGAAP), controladoria, tesouraria, investimentos, gestão de capital e riscos, além de impostos e controles internos.

Com perfil analítico e visão estratégica, Mizukami possui formação em Administração pela Universidade Metodista de São Paulo e MBA em Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É membro do Comitê de Inteligência de Mercado da CNseg desde 2016 e tem atuação internacional com passagens por projetos e treinamentos no Reino Unido, Estados Unidos e América Latina.

“Estamos concluindo um importante momento de reposicionamento estratégico e transformação da nossa atuação no mercado, com foco no segmento corporativo. A partir de agora, vamos intensificar a implementação do nosso plano de crescimento nesse segmento, incluindo uma maior integração com o grupo MSIG como parte da nossa estratégia. A chegada do Renato fortalece esse movimento. Ele traz ao time uma experiência diferenciada para enfrentar esses desafios, com forte capacidade de planejamento, gestão de performance financeira e conexão com o nosso propósito de encorajar pessoas e empresas a transformarem o mundo”, comentou Luis Nagamine, diretor Geral da Mitsui Sumitomo Seguros, em nota.

Grupo HDI anuncia reestruturação nas áreas de grandes riscos e negócios corporativos

Igor di beo HDI

O Grupo HDI anuncia uma reestruturação na vice-presidência de Vida e Ramos Elementares (RE), em linha com o movimento de integração das operações da HDI Global. A mudança tem como objetivo o fortalecimento de uma estratégia sinérgica, técnica e próxima do cliente, com foco nos segmentos de Grandes Riscos e Negócios Corporativos.

Na nova estrutura, Renato Zanella passa a ocupar o cargo de diretor de Grandes Riscos, liderando as áreas técnicas de Patrimoniais, Responsabilidades e Engenharia, que agora se unem sob sua gestão. Ele passa a se reportar diretamente ao vice-presidente de Vida e Ramos Elementares do Grupo HDI, Igor Di Beo, em um movimento que busca integrar expertises técnicas para ganho de eficiência, inovação e maior sinergia nas soluções para clientes de médio e grande porte.

Já Ronaldo Barreto assume como Diretor de Negócios Corporativos, também sob a liderança de Igor Di Beo. Na nova posição, Ronaldo será responsável pela frente comercial, atuando em todo o território brasileiro, hoje com equipe nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com foco em negócios corporativos e na área de Seguro Garantia. Sua missão será fortalecer o relacionamento com corretores e clientes estratégicos, além de ampliar a atuação da companhia no segmento corporativo.

“As mudanças reforçam nosso compromisso contínuo com a excelência operacional, a valorização do conhecimento técnico e o fortalecimento das nossas capacidades comerciais. Estamos estruturando um time ainda mais preparado para atender com agilidade e profundidade às necessidades dos nossos clientes e parceiros, especialmente diante dos novos desafios do mercado corporativo”, afirma Igor Di Beo, vice-presidente do Grupo HDI.

As lideranças técnicas do Grupo HDI também seguem fortalecidas com Thiago Lopes, superintendente de Patrimoniais, e Márcio Medeiros, superintendente de Responsabilidades, que permanecem à frente de suas respectivas áreas, agora sob a gestão de Zanella. Além deles, Ricardo Hernandes Garcia, responsável pela carteira de Transportes da companhia, passa a se reportar a Marcos Siqueira – diretor de transportes e equipamentos do Grupo HDI –, reforçando a integração operacional das linhas, e Marina Elert continua liderando a área de Contas Globais, com reporte direto a Igor Di Beo.

Longevidade e escolhas urbanas: o recado silencioso do público 60+ ao setor financeiro

marcos ferreira

por Marcos Ferreira, CEO da Silver Hub

Dados recentes da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, divulgada pelo IBGE em 2025, mostram um movimento cada vez mais claro entre a população 60+: a preferência por bairros com infraestrutura de qualidade, mobilidade facilitada e maior presença de áreas verdes. Entre os brasileiros com 70 anos ou mais, 93,3% vivem em vias largas, com melhor circulação, e 36,7% estão em áreas com ao menos cinco árvores, o maior índice entre todas as faixas etárias.

Esse comportamento vai além de uma simples escolha residencial. Ele aponta para um público sênior mais exigente e consciente e planejado, que prioriza qualidade de vida, autonomia e segurança, e que impacta diretamente o setor financeiro e segurador.

“A escolha por bairros bem estruturados revela decisões financeiras planejadas e conscientes, que precisam ser compreendidas pelo mercado”, afirma Marcos Eduardo Ferreira, especialista em longevidade e cofundador do Silver Hub, aceleradora voltada ao público sênior. “Esse público não está envelhecendo de forma passiva. Eles estão organizando seus patrimônios, consumindo com consciência e buscando proteção para garantir independência ao longo da vida.”
 

Segundo Marcos, essa nova geração 60+ já rompeu com o estigma de desinformação financeira. São consumidores que dominam canais digitais, valorizam o planejamento de longo prazo, desenvolveram a disciplina de poupar e lidaram com as crises financeiras e, portanto, têm plena consciência da importância de proteger seu padrão de vida. E isso exige uma resposta objetiva de bancos, fintechs e seguradoras.
 

“Não estamos falando mais de produtos genéricos. Estamos falando de soluções personalizadas para este perfil de consumidor, que envolvem seguros e previdência privada combinados e sob medida para que de forma eficiente cubram as necessidades desta fase da vida e facilitem a sucessão, consultorias patrimoniais e até seguros residenciais que acompanhem a fase da vida em que se busca mais conforto e menos riscos”, explica.
 

Para ele, a longevidade impõe desafios também à gestão de riscos e à autonomia financeira. “Quanto mais tempo se vive, mais importante se torna o preparo para enfrentar imprevistos, manter o padrão de vida e assegurar uma velhice ativa, algo que as soluções financeiras precisam acompanhar com urgência”, completa.
 

O especialista destaca ainda que as empresas têm uma oportunidade concreta de liderar essa transformação, desde que estejam dispostos a entender profundamente o novo perfil do consumidor maduro e investir em produtos que reflitam sua realidade e aspirações.

Ecovias Raposo Castello e Bradesco Seguros firmam parceria  

A Ecovias Raposo Castello, do Grupo EcoRodovias, firmou parceria inédita com a Bradesco Seguros para complementar a frota de guinchos de atendimento aos usuários na Rodovia Castello Branco (SP-280). Os novos recursos reforçarão o suporte já oferecido pela concessionária, em operação desde 30 de março. 

Como fruto da parceria, serão disponibilizadas, pela Bradesco Seguros, guinchos adicionais, visando agilizar os atendimentos em acidentes e problemas mecânicos aos usuários da rodovia entre o km 13,2 (Osasco) ao km 54,1 (saída para São Roque), trecho sob concessão da EcoVias. Esta é uma iniciativa inédita para Bradesco Seguros, marcando seu primeiro acordo desse tipo com uma concessionária de rodovias. 

“Temos absoluta confiança em nosso time e no nível de serviços e melhorias que vamos trazer com essa parceria. O endosso de uma empresa referência em seu segmento como a Bradesco Seguros, por meio desse projeto, nos deixa ainda mais engajados em trabalhar pela segurança, tranquilidade e conforto dos viajantes”, diz Igor Barros, diretor superintendente da Ecovias Raposo Castello. 

Para o presidente da Bradesco Auto/RE, Ney Ferraz Dias, a parceria com a Ecovias Raposo Castelloreforça o compromisso da seguradora com a segurança viária e o bem-estar dos motoristas, mesmo ainda não sendo segurados da Bradesco. “Ao reforçar o suporte na Rodovia Castello Branco, contribuímos para tornar o atendimento mais ágil e eficiente em situações de emergência, como panes e acidentes. Essa iniciativa reflete nosso cuidado em estar cada vez mais próximos das pessoas em situação de vulnerabilidade, reestabelecendo sua segurança e bem-estar”. Já o segurado da Bradesco Auto/RE terá ainda mais conveniência, pois seu veículo será levado diretamente a oficina ou local de destino. 

Os guinchos adicionais da parceria serão caracterizados com a identidade visual da Bradesco Seguros e suas equipes treinadas pela seguradora, com apoio da concessionária.   Atualmente, a EcoVias já oferece atendimento aos usuários por meio de dez guinchos (quatro do tipo pesado), seis ambulâncias (três do tipo UTI), quatro motocicletas e oito outras viaturas, incluindo veículos de inspeção de tráfego, distribuídos em cinco bases de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).  

Alper comemora 4º título consecutivo no GPTW da Saúde


por Alper Seguros

Pelo quarto ano consecutivo, a Alper Seguros, uma das maiores corretoras de seguros do Brasil, foi reconhecida como a melhor empresa do setor para se trabalhar no Brasil pelo ranking GPTW Saúde. No entanto, por trás do troféu, existe um método consistente: a aplicação estratégica dos pilares de Cuidado, Desenvolvimento e Celebração. É essa cultura que, segundo a companhia, sustenta o reconhecimento contínuo e o alto engajamento de suas equipes.

Em vez de guardar o segredo, a Alper detalha a fórmula que a levou ao topo, oferecendo um roteiro para outras empresas que buscam construir uma cultura organizacional forte e humanizada.

“Acreditamos que um bom lugar para trabalhar é aquele onde as pessoas se sentem cuidadas, ouvidas e valorizadas”, afirma Carolina Lima, Vice-Presidente de Gente e Gestão, Compras e Facilities da Alper Seguros. “É com esse propósito que implementamos uma estratégia de gestão com iniciativas inovadoras e uma cultura forte, centrada nestes três pilares”.

Em resumo, a fórmula de sucesso empregada pela Alper na gestão de sua força de trabalho se baseia em:

Cuidado: o primeiro pilar vai além do ambiente profissional, adotando uma visão de cuidado integral com os colaboradores. Isso se traduz em benefícios que se estendem às famílias e em programas de apoio social, psicológico e clínico. Um exemplo prático dessa filosofia é a parceria com a Kiddle, uma startup que oferece soluções de assistência familiar, atendendo a necessidades individuais de cada profissional.

Desenvolvimento contínuo: a empresa implementou um sistema de gestão de desempenho, com avaliações 360º e Planos de Desenvolvimento Individual (PDI). O pilar é sustentado pelo Alper Academy, um programa de iniciativas de treinamentos técnicos e comportamentais que oferece capacitação contínua para líderes e não líderes. O objetivo é não apenas promover o crescimento individual, mas formar uma base de líderes-mentores, prontos para desenvolver seus times.

Celebração de conquistas: o último pilar da fórmula é a valorização. Seja no fechamento de um grande contrato ou nas pequenas vitórias do dia a dia, a empresa promove um ambiente de celebração e reconhecimento. A cultura inclui eventos internos, celebração de aniversários e festas de fim de ano, e momentos de integração, como almoços e happy hours, que são vistos como essenciais para fortalecer o espírito de equipe e impulsionar a alta performance.
 

“O cuidado está no nosso DNA. Ele que nos impulsiona a seguir desenvolvendo talentos, inovando e alcançando novos patamares, sempre com as pessoas no centro de tudo”, conclui Carolina, reforçando que a fórmula de sucesso da empresa é, na verdade, a essência da identidade da Alper Seguros.

AXA divulga lucro líquido de € 3,92 bilhões no primeiro semestre

A seguradora francesa AXA divulgou lucro líquido de € 3,92 bilhões no primeiro semestre — abaixo dos € 4,02 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior e inferior à estimativa de € 4,25 bilhões projetada pelo consenso da própria companhia. A empresa atribuiu o resultado aquém das expectativas principalmente aos efeitos adversos de variações cambiais.

Apesar da frustração com o lucro líquido, o desempenho operacional foi sólido. A receita do grupo avançou 7% no semestre, e o lucro por ação ajustado cresceu 8%, impulsionados pela expansão dos negócios e pela disciplina operacional. O índice de solvência (Solvency II) permaneceu robusto, em 220%.

“Os resultados reafirmam a força do nosso modelo de negócios diversificado, que vem entregando crescimento previsível e sustentável”, afirmou Thomas Buberl, CEO da AXA. O lucro subjacente do grupo aumentou 6%, refletindo forte desempenho comercial e ganhos de eficiência, com destaque para a expansão de margens no segmento de seguros patrimoniais de varejo.

Os prêmios de seguros patrimoniais (P&C) cresceram 6%, com alta tanto nas linhas pessoais quanto comerciais. Na área de Vida e Saúde, os prêmios subiram 8%, com aceleração nos fluxos líquidos da unidade de Vida e Previdência, resultado de maiores vendas e melhor retenção de contratos.

A AXA destacou ainda o aumento contínuo de margens no segmento de Saúde, apoiado por investimentos em gestão de sinistros e modelos de cuidado mais eficientes. “Estamos investindo em tecnologia e canais de distribuição para fortalecer ainda mais nossos negócios principais”, afirmou Buberl.

Como parte da estratégia de retorno ao acionista, a AXA anunciou um programa de recompra de ações de até € 3,8 bilhões, com o objetivo de compensar a diluição decorrente da venda da AXA Investment Managers ao BNP Paribas. A companhia também concluiu a aquisição da Prima, insurtech italiana, com o objetivo de ampliar sua presença no país e fortalecer os canais de venda direta.

“Estamos confiantes na nossa estratégia de longo prazo e comprometidos com sua execução disciplinada”, concluiu o CEO.