Desafios da Previdência Social é tema do VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

Edson Franco - crédito Carlos Della Rocca (2)O evento, promovido pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), contará com a participação de profissionais do setor, acadêmicos e representantes de entidades internacionais para debater a atual situação da Previdência Social brasileira e suas perspectivas e possibilidades futuras, além de avaliar as experiências de outros países na implantação de mudanças em seus sistemas.

Nos quatro painéis do VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada serão apresentados “Aspectos Demográficos Globais e Consequências para o Sistema de Previdência Social”; “Mudanças Implementadas por outros países na previdência social”; “Perspectivas para a Previdência Social” e “Previdência Social no Brasil: O que deveria ser feito X O que é possível?”.

“As mudanças no perfil demográfico e socioeconômico, queda da natalidade, aumento da longevidade e o envelhecimento da população são fatores que tornam insustentável o atual modelo de previdência social brasileiro e exigem a implantação de reformas de curto e de médio prazo. No VIII Fórum iremos estimular o debate em relação ao que precisa ser feito para a sustentabilidade do sistema previdenciário e a importância da Previdência Complementar Aberta e dos Seguros de Pessoas neste cenário”, afirma Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

Estão confirmadas para o evento participações importantes de representantes do governo; do superintendente da Susep, Roberto Westenberg; do presidente da FenaPrevi, Edson Franco; Marcio Coriolano, presidente da CNSEG e Armando Vergílio, presidente da Fenacor. Entre os palestrantes internacionais destaques para a presença de Larry Hartshorn, da LIMRA & LOMA International e de Solange Berstein, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os especialistas e professores Cássio Turra, do Departamento de Demografia da UFMG e Luís Eduardo Afonso, do Departamento de Contabilidade e Atuária FEA/USP, também estão entre os palestrantes do VIII Fórum da FenaPrevi.

No encerramento haverá um talk show com o tema “Previdência Social no Brasil: o que deveria ser feito X o que é possível”? Debate com a participação do presidente da FenaPrevi, Edson Franco; Hélio Zylberstajn, professor do Departamento de Economia da FEA/USP e presidente e co-fundador do Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho (IBRET); e do economista e especialista em Previdência, Paulo Tafner.

Serviço

VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

Data: 23 de agosto

Horário: 08h00 – 18h00

Local: Hotel Grand Hyatt – Av. das Nações Unidas, 13301 – Brooklin, São Paulo

Planos e seguros de saúde: mais de 1,4 bilhão de procedimentos em 2015

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou, na última terça-feira (12/7), mais uma edição do Mapa Assistencial, que apresenta informações sobre o atendimento prestado pelas operadoras de planos médico-hospitalares e odontológicos no País. Em 2015, o segmento realizou mais de 1,4 bilhão de procedimentos clínicos.

Diante dos indicadores do Mapa Assistencial, confirma-se que não há problemas de acesso à saúde suplementar. “Somente em 2015, foram realizados quase quatro milhões de procedimentos por dia, como consultas, exames, internações e procedimentos de alta complexidade realizados pelo setor”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência médica.

A executiva ressalta que alguns exames apresentam taxas acima da média dos países desenvolvidos. Um exemplo é a ressonância magnética: nos últimos dois anos (2014 e 2015), o número realizado no Brasil – por mil beneficiários – oscilou de 119 a 132, enquanto que os países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) relataram, em 2013, uma média de 23 exames por mil habitantes. “Nesse caso, será que essa é uma necessidade real dos pacientes ou mais uma mostra de desperdícios no setor?”, questiona Solange Beatriz.

Em sua opinião, a sociedade precisa debater a escalada dos custos em saúde. E um ponto a ser discutido é se não há excessos e tratamentos desnecessários: “É preciso fornecer informações ao consumidor, para que ele faça escolhas inteligentes e efetivas quando se trata de saúde, porque tudo tem um custo. Somente com exames complementares, esse gasto foi de mais de R$ 47 bilhões, segundo o Mapa Assistencial”.

Atualmente, o setor de saúde suplementar atende a mais de 70 milhões de brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope, os planos de saúde foram apontados como o terceiro item mais desejado pela população, perdendo apenas para educação e casa própria. Além disso, mostra a aferição, 70% dos beneficiários estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o serviço oferecido pelas operadoras e seguradoras de saúde.

Liberty Seguros implementa home office para funcionários de Operações e Sinistros

Luciane RodriguesRelease

A Liberty Seguros acaba de ultrapassar a marca de cem funcionários que trabalham em sistema de home office na área de Sinistros e Operações. A área implementou o projeto em setembro de 2014 com apenas dez funcionários trabalhando remotamente.

Atualmente, a diretoria de Operações e Sinistros adota dois modelos de home office, integral e parcial. No primeiro caso, são mais de 60 funcionários que trabalham remotamente durante toda a semana. Os outros dividem seu tempo entre o trabalho no escritório e em casa, de acordo com suas funções.

Os profissionais da área que trabalham em casa integralmente recebem da Liberty Seguros um kit com teclado, mouse, câmera e um Thin Client, dispositivo que permite que a rede de trabalho seja acessada remotamente. Eles também passam por uma avaliação para garantir que tenham um espaço de trabalho apropriado, com bom acesso à internet e ergonomicamente adequado.

“A implantação do home office impactou não só a performance, mas também a qualidade de vida dos funcionários da área de Operações e Sinistros. Pessoas que antes perdiam três horas ou mais no trânsito, agora podem investir este tempo nos seus estudos ou com suas famílias, por exemplo”, diz Luciane Rodrigues, superientendente de Operações da Liberty Seguros.

Todos que trabalham remotamente têm seu desempenho acompanhado em tempo real pelo gestor e avaliado em reuniões mensais de feedback. “Os resultados do trabalho em home office reforçam nosso compromisso com o atendimento excepcional. Temos percebido, principalmente, que neste ambiente, a produtividade tende a subir”, explica Dennis Milan, diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.

“Ao contrário do que se imagina, o foco dos funcionários em home office tende a ser maior. A quantidade de atendimentos deles é, em média, 17% maior do que a daqueles que trabalham no escritório e o tempo de atendimento é cerca de 15% mais rápido, índices que também impactam a satisfação e a experiência dos clientes e corretores com a seguradora”, finaliza.

Agenda: Para onde vai a Previdência?

nilton molina 2O presidente do Conselho de Administração e do Instituto de Longevidade da Mongeral Aegon, Nilton Molina, fala sobre o tema “Bônus
demográfico e longevidade”. O Fórum “Para onde vai a previdência?” discutirá, ainda, sobre a idade mínima para aposentadoria e a criação de um teto único de aposentadoria para trabalhadores dos setores público e privado, entre outros tópicos.

Data: 21/07
Local: Hotel Pestana, Av. Atlântica, 2964. Rio de Janeiro/RJ

Rodrigo Pecoraro é o novo Gerente Comercial Corporate Brasil da Berkley

imagem_release_700835_smallGraduado em Administração de Empresas, com MBA em Finanças pela FGV, Rodrigo Pecoraro acaba de assumir o cargo de Gerente Comercial Corporate Brasil da Berkley.

O executivo tem atuado há 17 anos no mercado segurador com foco na área comercial e, na Berkley, estará à frente do atendimento aos grandes corretores, com objetivo de consolidar uma divisão estratégica com modelos de gestão específicos.

A estratégia será desenvolvida em todo território nacional, juntamente com as Regionais e Filiais, através de novas operações e projetos.

Allianz vê setor cibernético como motor do seguro no século 21

Fonte: BERLIM – Reuters

A crescente ameaça de pirataria e o dever de proteger os dados de forma mais rigorosa vai acelerar a demanda por seguros cibernético na Europa, afirmou a seguradora Allianz nesta quarta-feira, ao lançar seu primeiro produto destinado a empresas pequenas e médias da Alemanha.
O seguro cibernético tem crescido lentamente na Europa, com menos de uma em cada 10 empresas tendo tomado medidas, disse Christopher Lohmann, diretor da região da Europa Central e Oriental na Allianz Global Corporate & Speciality (AGCS).

Mas ele acredita que uma maior consciência entre empresas e novas leis, como a que entrou em vigor na Alemanha no ano passado e as ordem para que 2 mil prestadores de infraestrutura crítica relatem violações graves, estimulem a demanda.

“Há muitas razões para acreditar que o seguro cibernético irá evoluir para o seguro contra incêndio do século 21”, disse ele, acrescentando um sistema de funcionamento de TI e dados seguros são essenciais para muitas empresas e suas reputações.

Matriz de grandes corporações mundiais, a Alemanha oferece terreno fértil para hackers e os ataques a locais de produção industrial, segundo um relatório de segurança do governo.

Quarenta por cento das empresas alemãs foram afetadas por e-crimes ao longo dos últimos dois anos, segundo um estudo da consultoria KPMG em 2015, um aumento de 50 por cento sobre 2013.

(Reportagem de Caroline Copley e Klaus Lauer)

Saiba mais sobre o seguro rural

wady curyFonte: BB e Mapfre

Os impactos financeiros causados por eventos climáticos são uma das principais preocupações do produtor, que investe boa parte de seus recursos financeiros e limite de crédito em insumos, mão de obra, terra e maquinário sem saber se terá bom faturamento com a safra.

Para minimizar os riscos de eventuais perdas, uma alternativa aos seguros agrícolas tradicionais é a modalidade “faturamento”, que protege a lavoura de adversidades climáticas e, ainda, assegura alguma renda ao produtor, mesmo em caso de queda de preços na colheita.

O grupo BB e Mapfre oferece o produto “BB Seguro Agrícola Faturamento” às culturas de soja, milho e café. O seguro indeniza o produtor nos casos de perdas provocadas exclusivamente por chuva excessiva, tromba d’água ou granizo que venham a causar a morte das plantas, e também nos casos em que ocorre a queda no preço da cultura segurada no mercado, segundo média da bolsa de mercadorias e futuros.

“O objetivo é deixar o produtor tranquilo para investir na produção porque, se o clima causar perda de produtividade ou houver queda de preço de mercado da cultura no momento da colheita, o faturamento obtido pelo produtor será menor, mas a seguradora garantirá parte do valor esperado pela venda da safra”, explica Wady Cury, diretor geral de Riscos Rurais da BB e Mapfre.

Como funciona na prática

Considerando uma plantação de 50 hectares em um município onde a produtividade média esperada é de 50 sacas por hectare e o preço esperado da cultura segurada na época da colheita em data de execução pré-fixada na apólice segundo referencial da BM&FBovespa seja R$ 40 por saca, por exemplo, o faturamento esperado será de R$ 100.000,00.

Adquirindo o BB Seguro Agrícola, em caso de perdas por chuva excessiva, tromba d’água ou granizo, o produtor poderá garantir um percentual entre 60 e 85% do valor esperado pela venda da safra, conforme a cultura e município. Supondo que o produtor contrate um nível de cobertura de 70%, o Faturamento Garantido pela apólice será se R$ 70.000,00.

Ainda seguindo o exemplo, supondo que o produtor tivesse perdido produtividade em decorrência de uma seca e a seguradora tivesse apurado que a produtividade média obtida na área segurada era de 30 sacas por hectare, com preço do produto físico a R$ 35 por saca no mercado físico na data de execução estipulada na apólice. Nessa situação, o Faturamento Obtido seria de R$ 52.500,00, considerando variação cambial, uma vez que o preço é referenciado em dólar. Ou seja, a seguradora indenizaria a diferença entre o Faturamento Obtido e Faturamento Garantido na apólice, que no exemplo sugerido acima seria de R$ 17.500,00.

“Caso sofra redução de produtividade em razão de algum evento climático garantido pela apólice, o produtor deverá comunicar a ocorrência à seguradora, que enviará um perito para apurar as perdas. A redução de preço da cultura não precisa ser comunicada, pois esta variável é analisada automaticamente pela seguradora e indenizada quando for o caso, mesmo que não tenha sido comunicado o sinistro”, explica Cury.

Critério para contratar

Para a contratação do “BB Seguro Agrícola Faturamento” é necessária a apresentação do croqui da área segurada com pontos georeferenciados que estabeleçam sua localização e limites, além da assinatura da Proposta de Adesão e do Termo de Responsabilidade.

É condição essencial para a indenização que o acidente à cultura segurada tenha ocorrido em área maior ou igual à área mínima da cobertura de replantio, estipulado na apólice de seguro.

Outra condição é que o replantio seja realizado dentro do período e das condições estabelecidas pelo Zoneamento Agrícola (ZOAGRO). O limite máximo de indenização será o tamanho da área segurada em hectares multiplicada pelo valor segurado por hectare.

Tokio Marine lança seguro para Obras de Arte

felipe smith tokioRelease

A Tokio Marine lançou um seguro para obras de arte. O seguro é direcionado para a proteção de obras de arte de Pessoas Físicas e Jurídicas em Exposições Públicas e Privadas, Museus, Instituições Culturais e Universidades, Coleções Corporativas e Privadas; Galerias Comerciais, Restauradores/Curadores e Carros de Coleção. “O mercado de obras de arte vem apresentando um crescimento progressivo. Estamos atentos ao potencial deste segmento e desenvolvemos um produto que atende as necessidades dos apaixonados pelas artes”, afirma o diretor executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.

Os segurados também têm a opção de contratar coberturas adicionais para necessidades específicas, como permanência em instalações de emolduradores, restauradores, embaladores e consignatários; bens ao ar livre, varandas, terraços e edificações abertas ou semiabertas; e ampliação do âmbito geográfico.

De acordo com Smith, a companhia oferece diferenciais e benefícios especiais aos segurados, tal como a possibilidade de emissão de uma apólice de transportes de responsabilidade civil do transportador (RCTR-C) para os casos de deslocamentos por meio de transportadores. Além disso, possui equipe especializada de underwriters e coberturas prego a prego. Outro destaque é o contrato de resseguro da Tokio Marine, que está ainda mais vantajoso para garantir segurança aos segurados.

Além de atender as necessidades de proteção, o novo produto tem vantagens como atendimento personalizado e excelentes condições de pagamento, que pode ser efetuado em até 4 vezes sem juros. “Agora os clientes podem contar com nossa solidez e expertise para proteger seus acervos e coleções em suas instalações ou exposições públicas e privadas”, afirma Smith, que ressalta a importância do cumprimento das exigências contidas na apólice para garantir a segurança da obra e indenização em caso de sinistro.

Itens segurados pelo produto Tokio Marine Obras de Arte:
Pintura, gravura, desenho, fotografias, esculturas (de bronze, de ferro, de mármore); cristal, vitrais, artigos de vidro; cerâmica, porcelana, tapete, tapeçarias, antiguidades (ex.: móveis), selos e moedas, veículos, armas, instrumentos musicais, joias (análise específica e caso a caso), maquinário, equipamento, trajes, prataria, livro, entre outros. Também inclui objetos históricos, de memória, de design e raros, além de carros de coleção.

ARTIGO: Visto como “país amigo”, Brasil deve estar atento para terrorismo em Jogos Olímpicos

Álvaro Igrejas editPor Alvaro Igrejas é diretor de Riscos Corporativos da Willis Towers Watson Brasil.

A fama do Brasil no exterior é de um país amigo, alegre, com um povo acolhedor, diplomático, sem grandes conflitos com outras nações, apesar da onda de violência civil que enfrenta. Ou seja, um ótimo anfitrião. No entanto, com a aproximação dos Jogos Olímpicos, o alerta diante do terrorismo é um fato. Afinal, o Brasil estará recebendo nações de todo o mundo e com isso, diversas questões étnicas e religiosas estarão envolvidas.

Muito se fala na mídia local e no exterior sobre a questão do Zika Vírus, obras atrasadas, greve de policiais e outros problemas estruturais no Brasil durante a temporada esportiva, mas um tema importante como o terrorismo, que têm assustado o mundo, não está sendo tão difundido.

Há poucos meses foi divulgado um relatório da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) informando que o Brasil estava bastante exposto a ataques terroristas durante as Olímpiadas. Inclusive foi confirmada a autenticidade de um perfil de rede social e de uma mensagem postada em novembro do ano passado que dizia: “Brasil, vocês são nosso próximo alvo”. Um suposto integrante do Estado Islâmico teria publicado a ameaça, logo após os atentados na França.

Com os ataques recentes na França, Bélgica, e outros países da Europa, entendo que este cenário tem de ser considerado pelo universo do seguro e das consultorias em riscos corporativos e seus clientes. Principalmente empresas com operações no Rio de Janeiro, cidade sede do evento.

A probabilidade de o país ser alvo de terroristas cresceu nos últimos meses devido aos recentes ataques citados, e também pelo aumento do número de adesões de brasileiros à ideologia do Estado Islâmico.

Portanto, amigo ou não amigo, o país reunirá diversas nações, haverá concentrações de pessoas, aglomerações, e isso é um chamariz para este tipo de ataque. Assim como Governo e Federações, as empresas também podem e devem se proteger com seguros adequados aos seus perfis.

Que locais estariam mais expostos? Bom, diante de uma cidade com um evento tão grandioso é difícil prever, mas meios de transportes, estádios, shoppings, hotéis, hospitais, tanques de armazenamento de material inflamável, pontes, túneis, atrações turísticas, estações de tratamento e abastecimento de água, empresas de comunicação e infraestrutura, representações estrangeiras e seus eventos, marcas icônicas, entre outros, são locais com maior exposição, certamente.

Aqui no Brasil, o seguro contra o terrorismo é pouco difundido, mas pode proteger as empresas dos danos materiais sofridos por ela, além de lucros cessantes, remoção e proteção de salvados, despesas de salvamento, danos materiais decorrente da tentativa de evitar o sinistro, etc. Essas exposições ocorrem antes, durante e depois do evento, por isso todo cuidado é pouco.

É preciso adequar a estrutura da empresa à realidade do evento e ao tipo de cobertura: reunir 10 ou 20 pessoas é diferente de reunir milhares. Portanto, as coberturas e valores podem variar muito. Algumas podem chegar a dezenas de milhões, de acordo com o grau de exposição – o que ajuda a mitigar riscos e danos imensuráveis.

Terrorismo no Brasil parecia algo distante e inimaginável, mas não dá para pagar para ver se ele está na nossa porta.

Mapfre Saúde investe em aplicativo mobile para beneficiários

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Com o objetivo de facilitar a vida do beneficiário e ajudar com que ele tenha todos os seus dados à mão, a Mapfre Saúde disponibiliza para download seu aplicativo mobile. Gratuito para as plataformas IOS e Android, o app identifica médicos e indica clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde.

Com interface simples e intuitiva, o aplicativo aponta ainda o caminho mais próximo entre o beneficiário e o prestador que ele procura, utilizando o sistema de geolocalização do aparelho, e permite definir rotas pelo mapa. Com apenas um toque, o prestador ou estabelecimento pode ser incluído na lista de favoritos.

Periodicamente, o usuário também pode acessar a área de notícias do app para manter-se informado sobre o seu plano de saúde ou então ler conteúdo com dicas de saúde preventiva e bem-estar. Com o aplicativo, o beneficiário ainda obtém extrato detalhado com os serviços utilizados no período.

“Qualquer pessoa pode deixar em casa sua carteirinha do plano de saúde, mas dificilmente esquecerá o celular. Com isso, por que não juntar esses dados em um aplicativo?”, diz Claudio Tafla, diretor médico da Mapfre Saúde.

“Estamos sempre pensando no que é melhor e mais prático para o nosso beneficiário, em linha com nosso compromisso de estimular práticas de saúde preventiva. Ativo desde dezembro de 2015, quase um terço da nossa base de usuários, que conta com 14 mil beneficiários, já acessa e usa o aplicativo de forma efetiva no dia a dia. E ainda virão mais facilidades e aplicabilidades, que aumentarão o interesse pelo uso”, complementa.

O aplicativo de Mapfre Saúde é gratuito, restrito a usuários dos planos de Saúde da Mapfre, e pode ser baixado nas lojas virtuais da Apple e Google Play.