Liberty Seguros lança seguro para apartamentos

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Com coberturas e assistências customizadas, seguro pode ser contratado por proprietários ou locatários desse tipo de imóvel
São Paulo, 19 de julho de 2016 – A Liberty Seguros acaba de lançar o Liberty Apartamento, um seguro pensado para esse tipo de imóvel. O produto pode ser contratado por locatários e proprietários de apartamentos que buscam coberturas customizadas.

O Liberty Apartamento oferece uma série de assistências exclusivas como pagamento do condomínio em caso de perda de renda, danos causados por rompimento de tubulações, roubo de bens em depósito ou bicicletário.

“O lançamento do Liberty Apartamento reforça nosso compromisso em oferecer um portfólio diversificado e com soluções customizadas para os nossos clientes. E também mostra que acompanhamos as tendências como a do crescimento do número de apartamentos no Brasil”, diz Mario Cavalcante, diretor de Seguros Auto e Residência da Liberty Seguros. “Desde o ano 2000, o número deste tipo de imóvel subiu mais de 43%, principalmente na região Sudeste”, explica.

Outras coberturas das quais o segurado poderá usufruir ao contratar este seguro estão dedetização, limpeza e reparos de ar condicionado e até fixação de tela nas janelas. “Além de trazer praticidade para o cotidiano dos segurados, é importante ressaltar a acessibilidade deste tipo de seguro, que no caso de um imóvel de valor médio, fica em torno de R$ 300,00 ao ano”, finaliza o executivo.

Novos boatos de troca de comando na Susep

Joaquim Mendanha, presidente do Sincor-GO,Novamente boatos da saída de Roberto Westenberger da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que fiscaliza a indústria de seguros do país, responsável por faturamento próximo de R$ 200 bilhões e reservas acima de R$ 700 bilhões. Desta vez, o nome cotado para ser o xerife do setor é Joaquim Mendanha, presidente do Sincor-GO, casado, pai de três filhos. Ingressou no mercado de seguros em março de 1987, tornando-se corretor de seguros em 1989.

Vamos apurar isso direito.

Ministro da Saúde mantém diálogo com empresários e profissionais do setor

cechin_solange_ministro_pqEm encontro realizado na segunda-feira (18/7), na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, fez um panorama dos grandes desafios da sua gestão no ministério. Para uma plateia repleta de empresários e profissionais do segmento de saúde, Barros afirmou que informação, promoção e prevenção à saúde e dialogo são os principais pilares do seu trabalho.

O ministro também defendeu a incorporação de novas tecnologias como ferramenta para diminuir os custos do setor. Na saúde pública, o ministro prometeu fortalecer programas como ‘Mais Médicos’, as ‘Unidades Básicas de Saúde (UBS)’ e as ‘Unidades de Pronto Atendimento (UPA)’. “Modelo do SUS tem que ser mais barato e eficiente”, afirmou.

De acordo com Barros, está em andamento o projeto de centralização de sistemas de informação do SUS, permitindo a integração de diferentes fontes. “Há um grande desafio na atenção básica. A melhor qualidade das consultas permitiria economizar dinheiro”. Segundo o ministro, 50% dos exames pedidos no SUS não são retirados, e 80% dão resultado normal.

No encontro, que contou com as presenças de Solange Beatriz Palheiro Mendes e José Cechin – respectivamente, presidente e diretor-executivo da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) –, o ministro acenou com o possível credenciamento de hospitais públicos para atender também aos planos privados. “O ministro tem uma visão lúcida com relação ao orçamento público. Significa ter a compreensão de que o SUS só pode oferecer o que o próprio sistema dispõe. É impossível dar tudo, a todos, o tempo todo, porque os recursos são escassos. Nesse momento de crise, precisamos trabalhar juntos”, declarou Solange Beatriz.

Com relação à judicialização, o ministro adiantou que está em contato com os ministros do Judiciário para dialogar em busca de soluções que ajudem a coibir os excessos. “Essa é uma medida de extrema urgência”, declarou a presidente da FenaSaúde, que complementa: “Hoje mesmo tivemos a notícia de que a Policia Federal desarticulou um esquema de fraude em compras de equipamentos médicos no Hospital das Clínicas de São Paulo. O prejuízo estimado é de cerca de R$ 18 milhões aos cofres públicos.”

A executiva se referiu a Operação Dopamina, realizada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, que apurou fraudes na compra de equipamentos por servidores do Hospital das Clínicas de São Paulo para implante em pacientes com o Mal de Parkinson. De acordo com a investigação, 82 pacientes deixaram de ser atendidos em favor de quem entrou na Justiça seguindo orientação de um cirurgião e do diretor-administrativo do maior complexo hospitalar da América Latina.

Brasil Insurance divulga reorganização

A BR Insurance Corretora de Seguros, em complemento ao fato relevante divulgado em 25 de maio de 2016, aprovou, proposta de incorporação de três subsidiárias controladas. Serão incorporadas, caso aprovado em Assembleia a ser convocada, as empresas FMA Mendes de Almeida B.I. Corretora de Seguros Ltda, FRAN Campos de Souza B.I. Corretora de Seguros Ltda e Índico Consultoria de Benefícios e Corretagem de Seguros.

Segundo fato relevantes, tratam-se de corretoras de seguros, subsidiárias controladas pela companhia, cuja principal atividade é a intermediação de seguros, sendo que suas receitas advêm substancialmente de comissões recebidas de seguradoras e operadoras de planos de saúde, pela comercialização de apólices de seguro. Tais corretoras tem relacionamento direto com seus clientes, intermediando a venda de seguros conforme a legislação vigente, não assumindo quaisquer riscos de sinistralidade associados às apólices intermediadas.

As incorporações estão inseridas no plano de otimização da estrutura societária da qual fazem parte a Companhia e as Incorporadas. A Administração acredita que as incorporações irão melhorar a organização de suas atividades em razão da concentração dos investimentos, aumento de eficiência e ganho de sinergias, ganho de eficiência operacional, administrativa, contábil e de gestão, diminuição dos custos operacionais e financeiros, deixando cada uma das Incorporadas de ser uma unidade autônoma para compor uma única estrutura integrada e eficiente.

A Companhia é, nesta data, titular da quase totalidade do capital social das Incorporadas e, até a data da incorporação, será titular de 100% das quotas mediante a aquisição das quotas pertencentes aos demais quotistas, pelos seus respectivos valores nominais. Portanto, as incorporações serão implementadas sem aumento de capital, ou seja, sem emissão de novas ações da Companhia, sendo eliminado os investimentos da Companhia nas subsidiárias em contrapartida à absorção direta dos respectivos ativos e passivos, havendo, assim, mera substituição de expressões contábeis.

Se aprovadas pelos acionistas, as incorporações serão efetivadas no dia da referida Assembleia, pelo valor contábil do patrimônio líquido das Incorporadas com data-base em 31.03.2016, adotando-se todas as providências previstas na legislação em vigor.

As incorporações deverão simplificar a estrutura societária da Companhia, otimizar os custos administrativos, bem como facilitar a integração operacional.A companhia acredita que terá benefícios fiscais já que a carga tributária potencial deverá ser reduzida principalmente em relação às alíquotas efetivas de Imposto de Renda e Contribuição Social, impactadas, por sua vez, pela otimização de créditos tributários oriundos de prejuízos fiscais, base negativa de contribuição social e ágio apurado na aquisição da Índico.

Além disso, a companhia passará a atuar de maneira mais integrada e com maior controle de todos os processos das corretoras incorporadas.
Os custos com a incorporação, incluídas as despesas com publicações, auditores, avaliadores, advogados e demais profissionais contratados para assessoria na incorporação serão da ordem de, aproximadamente, R$ 154.605 (cento e cinquenta e quatro mil, seiscentos e cinco reais).

O Fato Relevante mostra o tamanho do imbroglio que a companhia se encontra. É gigante e está disponível na página da CVM e da BM&F Bovespa, com detalhes minuciosos da operação.

Sócios do IRB resistem à abertura de capital este ano, noticia O Globo

IRB logoFonte: O Globo

Pressionado pela nova equipe econômica para abrir o capital e, assim, gerar caixa para o Tesouro Nacional, o presidente do IRB Brasil Re (antigo Instituto de Resseguros do Brasil), Tarcísio Godoy, quer fazer a abertura de capital (IPO) ainda este ano, mas encontra resistência no conselho da empresa. De acordo com fontes ouvidas pelo GLOBO, os sócios privados argumentam que haveria uma considerável perda de dinheiro se a empresa começasse agora o projeto de lançar ações em Bolsa. Uma decisão será tomada em reunião do Conselho Diretor, marcada para sexta-feira.

– Isso se chama pressão. O governo está pressionando, porque precisa de caixa, mas os bancos só vão apertar o botão de autorização da operação se tiver clima e for vantajoso. E o clima por lá não está nada bom – comentou uma fonte com conhecimento dos bastidores.

Nos bastidores desse IPO, a presidência – ocupada por Tarcísio Godoy, ex-número dois do Ministério da Fazenda – tem criado polêmica. A percepção de pessoas envolvidas no IPO é que a imagem do presidente afeta o lançamento das ações.

As críticas vão desde a falta de conhecimento da operação demonstrada em conversas com investidores até a insistência em abrir o capital do IRB Brasil Re a qualquer preço ainda neste ano.

RECEPÇÃO DOS INVESTIDORES

Segundo uma fonte, os investidores estão exigindo um desconto na faixa de 15% sobre o valor justo da companhia por algum risco aparente. Uma fonte afirma, sob condição de anonimato, que a indicação de Godoy pelo governo para presidir uma empresa privada gerou um problema de governança.

Na semana passada, Godoy esteve em Londres numa reunião com investidores, e, segundo fontes, a recepção não foi das melhores. De acordo com um executivo que acompanha os bastidores, Godoy mantém um discurso de estatal numa empresa privatizada, o que afasta o dinheiro privado.

Godoy defende que o IRB deveria aproveitar uma janela de tranquilidade no mercado financeiro entre setembro e outubro. Já os sócios privados têm dúvidas quanto à pertinência da operação.

A expectativa inicial era conseguir entre R$ 10 bilhões e RS 12 bilhões. Serão vendidos os 17% do IRB que são da União e 6% que são dos fundos de pensão. Isso pode render até R$ 2 bilhões para o governo federal e ajudar a diminuir o déficit da União.

Procurado, o IRB Brasil Re disse que não comenta rumores de mercado. O IRB esclarece, adicionalmente, que tem praticado os mais elevados níveis de governança corporativa e que, portanto, compete aos seus administradores seguirem estritamente as decisões dos acionistas, e que, assim, a eventual realização de uma importante operação como a abertura de capital por meio de oferta inicial pública depende exclusivamente da decisão e do momento em que os acionistas assim entenderem adequado.

Capitalização distribui R$ 456 milhões em prêmios até maio

fenacapNos cinco primeiros meses do ano, o segmento de títulos de capitalização distribuiu 18,1% a mais em prêmios que no mesmo período do ano passado, atingindo o montante de R$ 456 milhões. Este valor equivale ao pagamento de R$ 4,4 milhões em prêmios por dia útil, tendo sido contemplados nos sorteios 50.379 títulos, com valor médio de premiação de R$ 9,0 mil, para um tíquete médio dos títulos da ordem de R$ 28,00, informa a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

O sorteio, aliás, é uma das motivações para que os consumidores iniciem a formação de uma reserva e desenvolvam disciplina para guardar dinheiro. Pesquisa realizada pela FenaCap em parceria com o Instituto Overview, ano passado, apontou essa tendência, uma vez que a maioria dos consultados informou ter adquirido o produto para economizar, tendo os sorteios como estímulo adicional para se manter nos planos. “O título de capitalização incentiva a cultura de guardar primeiro para gastar depois”, diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

Atualmente, o segmento oferece soluções para variados perfis de comportamento e consumo. Há produtos que contribuem para o desenvolvimento da disciplina para guardar dinheiro; para ações de filantropia; para a realização de campanhas promocionais e de fidelização, dirigidas a pessoas jurídicas de qualquer setor, particularmente o segmento varejista; e aquelas que substituem a figura do fiador nas transações de aluguel residencial e comercial.

As provisões técnicas – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – atingiram o montante de R$ 30,1 bilhões. Os resgates – finais e parciais – efetuados no período somaram R$ 7,9 bilhões, o que representa um crescimento de 20,4%, em relação ao mesmo período de 2015.

A receita global do setor registrou um pequeno decréscimo de 0,06%, atingindo R$ 8,2 bilhões. “Mas trabalhamos com a perspectiva de uma possível retomada no crescimento ainda em 2016, em razão da diversificação, com a oferta de soluções cada vez aderentes às necessidades dos consumidores, a ampliação dos canais de distribuição, por meio de call center e internet, e o aumento das iniciativas de Educação para Seguros, que estimulam o consumo consciente”, assinala o presidente da FenaCap.

Tokio Marine lança o seguro Agro Safras, com proteção do capital empregado na lavoura e estabilidade financeira do produtor rural

felipe smith tokioA Tokio Marine lança o seguro Agro Safras para ampliar a sua atuação no segmento rural, que já oferece ao mercado o seguro Agro Equipamentos. Direcionado aos produtores rurais, cooperativas de produtores, revendas de insumos, instituições financeiras e fundos de investimento, o seguro Agro Safras está disponível em duas modalidades: o seguro de custeio e o de produtividade. O primeiro garante o retorno do investimento realizado no plantio e na manutenção da lavoura, por meio do ressarcimento das despesas de financiamento do produtor, cobrindo os danos causados por variações climáticas como granizo, geada, chuva excessiva, ventos fortes e seca, entre outras. Na segunda modalidade, o seguro cobre os recursos do produtor, de acordo com o nível de cobertura contratado, quando houver diferença entre a produtividade segurada e a colhida, causada também por variações climáticas.

O diretor executivo de produtos pessoa jurídica, Felipe Smith, destaca que o novo produto será estratégico para fortalecer a presença da seguradora no segmento, reforçar seu posicionamento como uma empresa multiprodutos e ampliar as oportunidades de negócios para Corretores.

O produto oferece diferenciais e benefícios especiais aos segurados, como opção de contratar diversas coberturas isoladas ou de forma conjunta, estabilidade financeira do produtor rural durante anos críticos e tranquilidade para os agentes financeiros no caso de crédito rural. “Os clientes também podem se beneficiar dos descontos referentes à subvenção estadual nos Estados participantes, com taxação específica por cultura e município”.

De acordo Smith, o ramo de seguro rural é extremamente especializado e a Tokio Marine possui equipes qualificadas que facilitam e agilizam a contratação das apólices, além de oferecer serviço de inspeção de risco sem custo para o produtor rural. O Agro Safras atende as necessidades de proteção e também tem vantagens nas condições de pagamento, que pode ser efetuado no boleto ou em débito em conta.

Investimento em gestão de risco é vital para reduzir incidentes na indústria de Energy e Power

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O relatório “As Empresas de Energia Podem Romper o Elo Histórico Entre as Quedas no Preço do Petróleo e Grandes Perdas?”, lançado pela Marsh, analisa a correlação sequencial histórica entre quedas no preço do petróleo e de acordo com o relatório, as perdas seguradas no setor atingiram um pico nos anos 80, logo após o preço do petróleo bruto sofrer uma queda de US$ 35 a US$ 15 por barril.

Historicamente, a queda de preços do petróleo teve como principais consequências cortes em infraestrutura e gastos com manutenção, menos investimento em prevenção à saúde e segurança e treinamento de funcionários. A análise de ciclos anteriores indica que as decisões de redução de custos foram seguidas por um aumento na frequência de grandes incidentes ou grandes perdas. Apesar da queda das receitas, as empresas de energia devem manter o seu investimento em gestão de riscos para reduzir o potencial para futuros grandes incidentes e sinistros de seguros. Esta é a conclusão do relatório apresentado na Conferência de Empresas Petrolíferas Nacionais (NOC), em Dubai.

No final da década de 90, este ciclo ocorreu novamente quando o preço caiu abaixo de US$10 por barril e novamente nos anos seguintes, culminando com o colapso de 2008, quando o preço caiu de US$ 100 para US$32 por barril.

A análise da Marsh relata um período de investimentos significativos em engenharia de risco por parte das empresas de energia no Oriente Médio, que está traduzido em outro estudo consistente da companhia: “Análise comparativa do Oriente Indústria de Energia Oriente: Pontos Fortes e Oportunidades de uma superpotência energética”.

O relatório destaca que o aumento acentuado na taxa de adoção e qualidade de metodologias de gestão de risco em instalações de energia do Oriente Médio entre 2013 e 2015, em comparação com seus pares globais.

Para ver o estudo completo acesse o link:

https://www.marsh.com/uk/industries/energy-power.html

MetLife lança plataforma digital para o corretor expandir suas vendas

metlifeA MetLife lança plataforma que inova a maneira como os corretores fazem e administram seus negócios em todo o país. A partir de agora a interação entre a MetLife, os corretores e seus clientes entra de vez na era digital. A nova plataforma proporciona mais facilidade para vender e administrar apólices voltadas para pequenas e médias empresas.

“Para gerar mais oportunidades de negócio, a ferramenta 100% digital pode ser usada enquanto o corretor conversa com seus clientes. A plataforma pode ser acessada pelo tablet, smartphone, notebook e computadores desktop”, explica Breno Gomes, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Inovação da MetLife. De acordo com o executivo, a apólice pode ser adequada de acordo com as necessidades específicas de cada empresa, e a proposta final é gerada em segundos. Ele explica que é possível fazer movimentação de massa, controlar o pipeline de negócios e outras funções por meio da nova ferramenta.

A partir do painel de informações, o corretor consegue ter uma visão gerencial de todos os negócios em andamento, e ainda consegue obter o cálculo do prêmio rapidamente, logo depois de incluir quais coberturas são desejadas. A nova ferramenta ainda ajuda a alavancar os negócios: todos os documentos podem ser enviados via internet, basta fazer o upload dos arquivos necessários para a análise e aprovação do seguro de vida em grupo ou individual.

“A MetLife não quer apenas proporcionar uma experiência mais rápida e simples para os nossos parceiros, mas também quer atrair novos corretores para nosso time. Por isso, a partir de agora o cadastro para esse profissional é totalmente digital”, conta Cassia Gil, VP de Dental e Comercial para o Canal de Corretores . Além do cliente contar com atendimento personalizado, o corretor terá mais autonomia e poderá customizar suas cotações incluindo as principais informações da corretora, além de acessar materiais exclusivos para suporte à venda.

AXA lança plataforma que facilita corretor fechar contratos

axa logoA AXA, uma das maiores seguradoras do mundo, lançou o E-Solution, uma plataforma para cotações. A base de corretores parceiros da empresa conseguirá realizar cotações, transmitir propostas, emitir apólices online entre outras funcionalidades disponíveis da ferramenta. “A proposta do E-Solution é tornar o dia a dia dos nossos parceiros mais ágil. Sabemos que são muitos os processos que precisam do acompanhamento atento dos corretores. Por isso criamos a plataforma, 100% integrada e multiplataforma, que possibilita fechar o negócio junto com o cliente. Nossa iniciativa desburocratiza algumas etapas até a emissão da apólice’’, diz Michelle Brito, diretora de PME Digital da AXA. O explicativo sobre as funcionalidades da ferramenta pode ser encontrado no site https://www.youtube.com/watch?v=dX3H2Iak2IY.

A expectativa é contar com toda a base de corretores da AXA trabalhando com o E-Solution até final de 2016. ‘’Nossos produtos já contam com boa receptividade do mercado brasileiro, temos gerado um fluxo bastante elevado de negócios e de cotações, cerca de 4,5 mil por mês. A nova ferramenta nos ajudará ainda mais no processo de expansão’’, conclui Michelle.