FenaSaúde orienta beneficiários dos planos de saúde quanto às doenças relacionadas ao Aedes aegypti

Solange (reduzida)Fonte: FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência médica – acaba de lançar duas novas publicações voltadas à orientação dos beneficiários de planos e seguros: são elas o ‘Guia Zika, Dengue e Chikungunya’ e o ‘Guia Zika Vírus e a Gestação’ – ambos elaborados com base em informações oficiais. De fácil entendimento, em formato de perguntas e respostas, os dois materiais, gratuitos, se prestam a esclarecer as principais dúvidas quanto às doenças ocasionadas pelo vetor Aedes Aegypti – desde prevenção e causas, passando pelo diagnóstico, pelas implicações e sequelas, até os tratamentos disponíveis no Brasil.

Além disso, são abordadas questões como a relação das doenças com malformações congênitas, vacinas, Síndrome de Guillain-Barré e as diretrizes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para diagnósticos e cuidados médicos. Importante destacar que o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais também têm divulgado orientações e protocolos de atendimento para casos suspeitos dessas enfermidades, além de investirem em campanhas de conscientização da população sobre a importância do combate ao mosquito transmissor.

Em caso de complicações ocasionadas por essas doenças, os beneficiários dos planos de saúde são atendidos normalmente pela rede assistencial privada, sempre seguindo as determinações da ANS e observando-se as coberturas obrigatórias descritas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, além das demais previstas nos contratos firmados entre consumidores e operadoras. Lembre-se de que é importante estar com as carências cumpridas e, no caso de necessitar de internações, o contrato deve contemplar a segmentação hospitalar.

“As associadas à FenaSaúde entendem que essa é uma questão sensível e querem estar próximas do cidadão no combate a essas doenças, prestando orientação aos beneficiários de planos e o habitual atendimento de qualidade que as tornaram referências. Somente com a união e a participação de todos, será possível erradicar essas doenças”, destaca Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

No último dia 6 de julho, os exames para detecção do Zika Vírus passaram a ser obrigatórios no Rol. Estão assegurados para gestantes, bebês de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como recém-nascidos com malformação congênita sugestiva dessa infecção. As associadas à FenaSaúde cumprem as determinações do órgão regulador, estando empenhadas em assegurar aos beneficiários o atendimento adequado para diagnóstico e tratamento da doença, respeitando critérios estabelecidos no normativo da Agência.

As medidas de proteção individual para evitar as picadas do mosquito são extremamente importantes, e primeiras, para se conter a evolução da epidemia, especialmente para as gestantes, uma vez que o vírus é capaz de atingir o feto e provocar malformações irreversíveis para o bebê. Por isso, a postura preventiva é crucial: segundo o Ministério da Saúde, 80% dos criadouros estão dentro das residências e podem ser evitados por iniciativa dos próprios cidadãos.

Os novos guias fazem parte da plataforma de comunicação Plano de Saúde – O Que Saber da FenaSaúde, que conta com hotsite www.planodesaudeoquesaber.com.br e página no Facebook. O ‘Guia Zika, Dengue e Chikungunya’ e o ‘Guia Zika Vírus e a Gestação’ podem ser acessados e estão disponíveis para download gratuito no endereço: http://planodesaudeoquesaber.com.br/noticias-e-publicacoes/publicacoes/

75% das companhias de seguro pesquisadas pela KPMG não pretendem mudar o modelo operacional vigente

luciene magalhaes kpmgDe acordo com o estudo “Capacitado para o futuro: setor de seguros reinventado” (Empowered for the future: insurance reinvented), realizado pela KPMG Internacional em parceria com a Forbes Insights, 75% das companhias de seguro entrevistadas não preveem rupturas e quebra de paradigmas nos modelos operacionais atrelados ao cliente. A pesquisa apontou que, apesar disso, mais da metade (53%) acredita que mudanças modernizadoras na empresa podem gerar ganhos em curto prazo. O levantamento conta com entrevistas de 70 executivos de seguradoras, sendo 48% são da Europa, 33% das Américas e 19% da Ásia-Pacífico.

Segundo a sócia da KPMG, Luciene Magalhães, as empresas têm consciência da necessidade de transformação visando ao cliente, mas um número pequeno realmente se modificou. “Parece que muitas seguradoras estão mais focadas em políticas regulatórias e não estão dando a atenção necessária às mudanças nas preferências e nas necessidades do usuário. Essa deveria ser a inspiração para os esforços das seguradoras em reinventar-se. Aprimorar a empresa para os clientes é o que a diferencia”, afirma ela ao blog Sonho Seguro.

O relatório mostra, ainda, que o setor de seguros enxerga a tecnologia como um catalisador de mudanças. De acordo com a pesquisa, os fatores que mais incentivariam uma transformação nas empresas seriam novas plataformas móveis (47%), redes e colaboração sociais (45%) e análise de dados (41%). Já mais de 30% dos entrevistados disseram que observam organizações de outros setores que utilizam tecnologias disruptivas para encontrar inspirações que os ajudem a se reinventarem.

Para o estudo completo, acesse: https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/06/empowered-for-the-future-insurance-reinvented-fs.html

Resseguradoras locais lucram R$ 262 milhões no 1o. tri

terra brasisAs resseguradoras locais apresentaram um lucro de R$ 262 milhões no primeiro trimestre de 2016, ante um lucro de R$ 193 milhões em 2015. Nesse período, o IRB Brasil RE lucrou R$ 212 milhões e as demais resseguradoras R$ 50 milhões, ante um lucro de R$ 193 milhões em 2015, segundo o mais recente estudo elaborado pela Terra Brasis.

O documento destaca que embora o mercado de resseguros seja o foco do Terra Report, nesta edição foi dado um foco na composição e evolução recente do mercado brasileiro de seguros. “Analisando o crescimento de prêmio dos diferentes segmentos que compõem o mercado brasileiro de seguros, observamos um crescimento menor na maioria dos segmentos em 2015 em comparação ao ano de 2014. No entanto, a maioria dos segmentos continua a crescer acima do crescimento do PIB, em valores nominais”, informa.

Quanto ao mercado brasileiro de resseguros, o volume de resseguro (bruto de comissão) acumulado de 12 meses findos em março de 2016 foi de R$ 10,2bi frente a R$ 9,3bi do mesmo período do ano de 2015, um crescimento anual de 10,3%.

Para este mesmo período, o volume de resseguro (bruto de comissão) emitido por resseguradoras locais provenientes de cedentes brasileiras foi de R$ 7,4bi, aumento de 10,5% em relação aos R$ 6,7bi apresentados no acumulado de 12 meses findos em março de 2015.

O volume vindo de cedentes offshore atingiu R$ 1,3 bilhão contra R$ 527,7 milhões reportados no período anterior, um crescimento anual de 148,4%, volume expressivo, equivalente a 17,8% do volume total recebido das cedentes brasileiras, em comparação a 7,9% do mesmo período de 2015.

O estudo completo pode ser acessado no link:

http://www.terrabrasis.com.br/pt/Report/

PASI inclui assistência social, psicológica e nutricional no seguro de vida

Fonte: Pasi

O PASI – Plano de Amparo Social Imediato desenvolveu novos benefícios de Assistência Social, Psicológica e Nutricional, que podem ser contratados juntos ou separados. O serviço proporciona ao segurado, seus respectivos cônjuges e filhos, amparo e ajuda na resolução de problemas de ordem pessoal, familiar e profissional, prestando apoio nas mais diversas situações ocorridas no dia a dia no âmbito das assistências, sendo prestado por psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais. Entre as assistências poderá haver uma integração entre os profissionais, onde um presta suporte ao outro, fornecendo informações para a resolução das situações apresentadas nos atendimentos, sempre respeitando o sigilo profissional e a vontade dos segurados, atuando de forma alinhada e complementar, na obtenção de resultados ainda mais efetivos através do apoio profissional disponibilizado.

Este serviço também está disponível para os departamentos de RH, Administrativo e de Pessoal, para apoiar e orientar estes profissionais nas questões relacionadas aos temas abordados pelas assistências. Uma grande inovação é que em caso de morte ou invalidez do titular do seguro, os beneficiários terão direito a mais 6 meses de utilização do serviço de Assistência Psicológica para dar suporte no período do luto, sem ônus para o empregador e nem para o empregado.

Este novo benefício oferecido pelo PASI leva às classes menos favorecidas serviços que antes não tinham acesso. Com ele será possível gerar informações relevantes que futuramente poderão assessorar na criação de campanhas e novos benefícios, nos mais diversos setores da economia que o PASI atende. A expectativa é que em 6 meses após o lançamento, 100 mil© Copyright 2008 Corbis Corporation segurados estejam com estes serviços disponíveis em suas apólices.

Patricia Chacon recebe troféu Personalidade ClienteSA

Premio Personalidades 2016[7]Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros, recebeu durante o Congresso Internacional de Gestão de Clientes 2016, o troféu Personalidades ClienteSA – CIC Brasil 2016. Concorrendo com executivos de diversas indústrias como construção civil, aviação, e telecomunicações, Patricia foi reconhecida como uma das profissionais do mercado que mais se destacou na área de gestão de clientes.

“Na Liberty Seguros, nossa estratégia é entregar uma experiência excepcional para todos os clientes. Prêmios como este são fundamentais para o reconhecimento e o incentivo às iniciativas que temos colocado em prática”, diz Patricia Chacon. “Além disso, nos inspiram a continuar em busca de práticas inovadoras na gestão de clientes”, finaliza.

Patricia Chacon entrou no Grupo Liberty Mutual em 2012. Chegou ao Brasil em fevereiro de 2013, onde assumiu a diretoria de Marketing e Estratégia em agosto de 2014. Desde então, liderou os projetos de planejamentos estratégico para 2014-2018, envolvendo estratégia de relacionamento com clientes e corretores. A executiva é graduada em economia pela Vassar College, com MBA na Harvard Business School, nos Estados Unidos.

HDI dá mais autonomia ao cliente com a função de envio de imagens para inspeção residencial

13615285_1152392871485317_1323586665374366023_nA HDI Seguros, a quinta maior seguradora automotiva do País, acaba de lançar mais uma funcionalidade em seu aplicativo para dispositivos móveis: a inspeção residencial. Com essa função inédita no mercado, a empresa, que investe na tecnologia como aliada na relação com os segurados, permite aos clientes tirarem fotos da residência, economizando tempo na solicitação de seu seguro residencial.

Para a inspeção residencial, o próprio segurado poderá inserir as fotos para que a HDI Seguros faça a análise de risco. São necessárias fotos da fachada e laterais da residência, e itens de segurança (opcionais). Caso a empresa não consiga definir o risco com as imagens enviadas, a HDI poderá solicitar novas fotos e, se ainda assim não for possível fazer a análise, será marcada uma inspeção presencial.

“Desenvolvemos essa funcionalidade com o objetivo de tornar mais fácil a vida dos clientes que querem contratar o seguro residencial da HDI, pois não há a necessidade de agendar uma vistoria presencial. É uma função inédita no mercado, que torna o processo mais rápido e dá autonomia ao cliente”, comenta Paulo Moraes, diretor de Marketing e Planejamento Comercial da HDI Seguros.

Lançado em 2012, o aplicativo da HDI também permite ao usuário acessar de forma rápida e prática diversas informações, como a localização das unidades mais próximas de Bate-pronto para registro e vistoria de sinistro, checar a relação de oficinas credenciadas, acessar o manual do segurado, vencimento da franquia, além de telefones úteis em casos de emergência. Recentemente, a ferramenta apresentou a novidade de permitir ao segurado, em caso de acidente com terceiro, usar o aplicativo para enviar o registro fotográfico dos danos causados ao veículo.

Resultados positivos da Argo Seguros trazem CEO global ao Brasil para discutir plano de crescimento

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O bom desempenho da filial brasileira em seu quinto ano de operação fez com que Mark E. Watson III, Argo Group International Holdings CEO, viesse ao Brasil para discutir com os executivos locais os próximos passos da estratégia global de crescimento no país.

“É um grande prazer estar aqui para comemorar com a equipe o sucesso que estamos alcançando no Brasil. Estar entre os 10 maiores players em Transportes e em Linhas Profissionais, e tendo desenvolvido localmente a plataforma de negócios digitais Protector (atualmente sendo implementada também nos Estados Unidos), são realizações extraordinárias em um curto período de tempo. No entanto, ainda queremos mais e vamos continuar trabalhando para expandir a nossa presença no mercado local”, afirma o executivo.

Durante os três dias de visita, a agenda foi tomada por reuniões internas e com alguns dos principais parceiros da seguradora. “Esses encontros nos permitiram conhecer em detalhes a situação atual no Brasil e suas consequências para o nosso negócio. Apesar dos desafios que o país enfrenta neste momento, estamos otimistas quanto ao futuro e preparados para o crescimento sustentável, especialmente com esta equipe altamente motivada e criativa”, complementou o CEO global.

Justamente com Mark Watson, na comitiva estavam também John Tonelli, membro do Conselho de Administração do Grupo Argo; Axel Schmidt, Group Chief Underwriting Officer; Stuart Boyne, Group Human Resources Senior Vice-President; e Gary Grose, Group Marketing and Producer Management Senior Vice-President.

A visita ao Brasil também possibilitou realizar pessoalmente o “Talent Review”, processo anual do grupo que avalia o desenvolvimento de talentos e define os planos de sucessão. “O Grupo Argo tem uma grande preocupação com o desenvolvimento dos seus profissionais, buscando que trabalhem com autonomia e responsabilidade, num ambiente sempre aberto a novas ideias e soluções. Essa é uma base fundamental para o sucesso de quem, como nós, aposta em especialização, diferenciação e inovação”, explica Pedro Purm, CEO da companhia no Brasil.

O Grupo Argo encerrou o primeiro trimestre do ano com prêmios emitidos de US$ 519,8 milhões e um índice combinado de 94%, resultando num lucro operacional de US$ 29,9 milhões. O patrimônio líquido atingiu US$ 1,7 bilhão, com ativos totais de US$ 6,8 bilhões.

Porto Seguro lança a Porto Capital, empresa de investimento em ativos alternativos

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A Porto Seguro anuncia o lançamento da Porto Capital, novo braço de investimentos alternativos da companhia. É a primeira gestora no mercado de growth e venture capital em uma seguradora brasileira, seguindo práticas e tendências internacionais. Esta iniciativa alinha visão de longo prazo, investimento de vanguarda, e gestão independente para gerar e capturar valor junto a empreendedores brasileiros.

De acordo com Marcelo Picanço, Diretor Geral de Investimentos, responsável pela Porto Capital, “Buscamos nos diferenciar alinhando foco setorial claro, inteligência empresarial aplicada, time experiente e gestão de investimentos estruturada. ”

A Porto Capital irá contar com dois Managing Directors: Anibal Messa, com 15 anos de experiência em Private Equity e Venture Capital, responsável por investimentos no Buscapé, Netshoes e Scup, e Frederico Mesnik, com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, que atuou como gestor de renda variável da Humaitá Investimentos, empresa que fundou há 10 anos. “Temos um time experiente, que alinhado ao network e expertise em serviços da Porto Seguro, tem como único foco produzir retornos superiores aos quotistas”, afirma Marcelo Picanço, Diretor Geral responsável pela Porto Capital.

A gestora se posicionará em setores em que o time e a empresa possuem expertise e track record de sucesso, especialmente em serviços associados à inovação tecnológica e modelos de negócio diferenciados. “Acreditamos que foco e profundidade estratégica na avaliação e desenvolvimento dos negócios fazem a diferença”, afirma Mesnik. Os setores inicialmente selecionados são: Serviços Financeiros, Consumo Qualificado, Saúde, Tecnologia e Educação, que são setores relevantes e menos afetados pelos ciclos e turbulências macroeconômicas.

O primeiro fundo da gestora, o Porto Growth Edge I será focado em investimentos de Growth Capital e Venture Capital no Brasil, com a estratégia de investir no setor de serviços, em empresas de alto crescimento, e que sejam inovadoras. “Buscamos empresas que atuem em grandes mercados potenciais e tenham clara vantagem competitiva ”, afirma Anibal Messa. Este primeiro fundo tem um tamanho alvo de R$ 400 milhões, com alocação majoritariamente em empresas médias com faturamento entre R$50 e R$150 milhões.

A equipe da Porto Capital irá contribuir com seu conhecimento e expertise na parte estratégica e operacional e alavancar a inteligência empresarial da Porto Seguro. A maior parcela do fundo, será alocado em empresas médias de alto crescimento, o chamado segmento de “growth capital”. A outra parcela desse fundo, de aproximadamente 25%, será dedicada para investimentos em “venture capital”, em empresas focadas em grandes mercados, com tração, equipe dedicada, e com vantagens competitivas sustentáveis. Além do investimento âncora da Porto Seguro S/A, a gestora está levantando capital de outros quotistas, tanto brasileiros quanto estrangeiros.

Contribuições para a previdência aberta somaram R$ 40,3 bi até maio, alta de 10,7%.

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Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) somaram R$ 9,8 bilhões em maio, registrando crescimento de 12,64% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando os aportes foram de R$ 8,8 bilhões. A captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) no mês foi positiva em R$ 5,4 bilhões, em comparação à captação líquida de R$ 5 bilhões de maio de 2015. Os dados são da FenaPrevi, que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os dados do balanço mostram também que o sistema registrou em maio 84.160 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. No mês, foram contabilizadas 12.431.124 pessoas com planos contratados. Do total, 9.356.137 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.074.987 pessoas com planos empresariais.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos em maio. No total, foram investidos R$ 9 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 163,5 milhões foram investimentos em planos para menores. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, totalizaram R$ 767,9 milhões em contribuições em maio de 2016. Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu contribuições de R$ 9 bilhões em maio.

O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 669 milhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 65,6 milhões.

No acumulado os aportes aos planos somaram R$ 40,3 bilhões, 10,7% superior na comparação com os R$ 36,4 bilhões somados de janeiro a maio de 2015.

A captação líquida no período foi positiva em R$ 18,3 bilhões (+1,67%), em comparação à captação líquida de R$ 18 bilhões registrada no mesmo período do ano anterior.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no período. No total, foram investidos R$ 36,9 bilhões. Do volume de contribuições aos planos individuais, R$ 792,6 milhões foram investimentos em planos para menores. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 3,4 bilhões em contribuições.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL o recebeu contribuições de R$ 36,8 bilhões. Já o PGBL registrou R$ 3,1 bilhões. Os planos tradicionais de acumulação, por sua vez, registraram R$ 333,1 milhões de janeiro a maio de 2016.

Patrick Larragoiti Lucas fala sobre as estratégias da companhia no Programa Seguro da TV Gazeta

BT_PSEG_PATRICK_02160707_110403O presidente do Conselho de Administração da SulAmérica, Patrick Larragoiti Lucas, é o convidado do próximo domingo (10) do Programa Seguro, apresentado por Boris Ber e exibido na TV Gazeta, às 20h.

O executivo comentará as transformações no mercado segurador ao longo dos 120 anos de história da SulAmérica, além de resgatar a longa parceria entre a companhia e os corretores de seguros. Durante o programa, Larragoiti abordará também a estratégia comercial seguradora, que investe constantemente no desenvolvimento dos corretores de seguros.

A importância das novas tecnologias para o trabalho dos parceiros comerciais também fará parte da conversa. Para o executivo, a inclusão deste artifício garante o fluxo de informações estratégicas e contribui para que os profissionais concentrem seus esforços em refinar seus serviços e atrair novos clientes.