Ministro promete novo modelo de seguro rural para setembro

Fonte: Globo Rural

O governo vai apresentar um novo modelo de seguro rural até setembro, antes do início do plantio da próxima safra de verão. A promessa é do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Nesta quinta-feira (3/7), ele disse que estudos técnicos estão em curso para basear mudanças no programa de subvenção pública das apólices.

“Estamos com estudos técnicos sendo desenvolvidos pelo Ministério da Agricultura. Ficam prontos em 15 a 20 dias, para que possamos, em agosto ou setembro, antes do início da safra de verão, estar ofertando aos produtores um novo modelo de seguro rural brasileiro, que eu espero que seja mais eficiente e tranquilizador”, disse Fávaro em entrevista ao programa “Bom dia, ministro”, da EBC. 

Fávaro tem defendido uma integração do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) com o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), mas ainda não apresentou detalhes. Ele mira, principalmente, parte do orçamento. 

O Proagro, seguro público para pequenos produtores gerido pelo Banco Central, tem R$ 5,7 bilhões para 2025. Já o PSR tinha R$ 1,06 bilhão e sofreu contingenciamento de R$ 455,1 milhões. “O seguro rural precisa de adaptações, de mudança. Se funcionasse direito, não teria endividamento do Rio Grande do Sul, pois ele cobriria o problema climático”, disse. 

Ele defende também a contratação de seguro paramétrico, baseado em índices e customizado para a necessidade de cada produtor, como forma de ampliar a cobertura, inclusive em regiões onde os agricultores ainda não têm esse hábito. 

Fávaro voltou a defender a universalização do acesso ao seguro rural com a obrigatoriedade de contratação por produtores que buscam financiamentos subsidiados do Plano Safra. Destacou que a medida precisa de alteração em lei pelo Congresso Nacional, para que essa exigência não seja considerada uma venda casada na liberação do crédito. 

“Quem acessar crédito subsidiado pelo governo tem que fazer seguro. Assim vamos ampliar a massa de contribuição e poder melhorar a cobertura”, defende. Ele ponderou que será preciso aumentar a participação do governo federal com mais recursos para subvenção. 

Taxas de juros

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a criticar a atuação do Banco Central e a alta da taxa Selic no Brasil. O patamar de juros da economia em 15% dificultou a formulação do Plano Safra 2025/26, segundo ele, e puxou as alíquotas do crédito rural para cima. 

Mesmo assim, Fávaro disse que os juros para os financiamentos ainda são “viáveis” e que o Plano Safra “quebra paradigmas” ao incentivar e premiar a produção sustentável. 

“Se o Banco Central tem independência, e é bom que tenha, ele dá independência para a gente criticar. Não consigo compreender porque a taxa tem que estar em 15%”, afirmou. 

Fávaro concordou que os juros para a agricultura empresarial, que variam de 8,5% a 14%, não são baratos. “Gostaria que fosse menos”, salientou. Ele ponderou, no entanto, que a taxa para os médios produtores, atendidos via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) com alíquotas de 10% para custeio, ainda é 50% mais barata que a Selic e quase metade do que é cobrado no mercado. 

“É viável ainda, estimula, vai produzir, vai crescer e vamos sair desse momento de Selic tão alta e o Brasil vai voltar a juros mais equilibrados, é o que eu espero”, completou. 

Segundo Fávaro, os “juros desproporcionais” e “inadmissíveis” do país exigiram um “esforço gigante” do governo para encaixar o Plano Safra no orçamento mais “enxuto”. Ele repetiu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou, na quinta-feira passada (26/6), um gasto de R$ 1,05 bilhão para equalização de juros de julho a dezembro, mas não explicou se haverá dinheiro novo. O Ministério da Fazenda afirma que não há necessidade de suplementação neste momento. 

“O momento é muito difícil para fazer um Plano Safra dessa magnitude. A Selic a 15% ao ano é inadmissível. Temos inflação controlada, país crescendo 3% ao ano, a renda crescendo, desemprego caindo, balança comercial com excedentes históricos. Qual é a justificativa? Não consigo achar. Isso dificulta a equalização de um Plano Safra”, acrescentou Fávaro. 

Ele relatou ainda a dificuldade para encontrar funding, ou seja, fonte de recursos para compor as linhas de crédito aos produtores. “Com a Selic a 15% e a poupança remunerando 6%, o Brasil virou um país de rentista. Falta funding, o juro é caro e o orçamento é enxuto”, afirmou. 

Fávaro rebateu críticas das entidades de produtores e da bancada ruralista de que o crescimento de 1,7% do valor Plano Safra, de R$ 508,5 bilhões para R$ 216,2 bilhões, não compensou a alta de 5,32% acumulada no período. Segundo ele, o montante de recursos equalizados, que contam com subvenção federal, expandiu 22%. 

“Os recursos equalizáveis, que é o que interessa de fato, onde governo aporta recursos, na safra passada eram R$ 92,8 bilhões e neste ano serão R$ 113,8 bilhões”, disse. “Infelizmente, precisamos subir um pouquinho os juros”, ponderou. 

O ministro disse que “há desencontro de informação ou fake news rodando pelas redes sociais”, ao comentar as críticas feitas pelo setor e pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “O Plano Safra não é só aumento de R$ 8 bilhões [na oferta total de crédito], é o Plano Safra que equalizou mais diante da dificuldade de Selic de 15%. Vamos performar muito bem. Fato é que a taxa de juros está desproporcional, mas houve esforço gigante do governo para colocar recursos mais baratos para a agricultura brasileira”. 

Prioridades e mudança de paradigma

Apesar de não apresentar a linha prometida com juros mais baratos para financiar a produção de alimentos de consumo doméstico, Fávaro disse que o foco do Plano Safra é incentivar a produção desses itens e garantir preços justos aos consumidores. 

“A prioridade número 1 é o povo brasileiro. O Plano Safra aumenta o potencial para o Pronamp, que são os produtores que produzem alimentos que ficam no Brasil. Quem vai ser beneficiado é a população brasileira, pois alimentos tendem a cair de preço”, disse. 

O ministro ainda defendeu os incentivos concedidos pelo Plano Safra para a produção mais sustentável. Ele relatou a oferta de R$ 7 bilhões no RenovAgro, linha que financia práticas produtivas com baixa emissão de carbono, e os descontos de 0,5 ponto percentual nos juros para agricultores e pecuaristas que comprovarem a adoção de técnicas mais verdes. 

Esse rebate, válido desde janeiro, no entanto, ainda não engrenou. A promessa é que novas técnicas serão contempladas, como uso de bioinsumos. No Ministério da Fazenda, há resistência. A Pasta concorda com o conceito, mas quer amarrar melhor a forma de comprovação e o alcance desses descontos. 

Fávaro disse também que o Plano Safra acaba com o antagonismo que havia entre produzir e preservar e muda o paradigma do campo. “Vemos que isso é complementar. Temos grandes ativos, mas o maior deles é o clima. A preservação do clima, a valorização da preservação ambiental é um dogma que está sendo quebrado, ao estimular, pagar prêmio”, disse na entrevista. “O desconto de 0,5 ponto percentual [nos juros de custeio de médios e grandes produtores] queremos estender para quem usa bioinsumos, quem tem ferramentas tecnológicas que preservam o meio ambiente. Isso é garantir o ativo que dá prosperidade à agropecuária”, concluiu.

Brasileiros se preocupam mais com dinheiro do que com saúde e família, aponta pesquisa da Onze e Icatu

Fonte: Onze e Icatu

O dinheiro é a principal preocupação dos brasileiros à frente da saúde, da família e da violência, como revela a 4ª edição da pesquisa Raio-X da Saúde Financeira dos Brasileiros (estudo Estresse Financeiro) realizada pela Onze, fintech de saúde financeira e previdência privada, em parceria com a Icatu Seguros – companhia 100% brasileira líder entre as independentes em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização.  

O estudo ouviu 8.701 pessoas nas cinco regiões do país e traça um retrato sobre o impacto da instabilidade financeira na vida dos brasileiros. Além disso, revela um cenário crítico de desinformação, falta de planejamento e sobrecarga emocional. 

Entre os entrevistados, 49% apontam o dinheiro como sua maior fonte de preocupação, superando temas historicamente sensíveis como saúde (19%), família (15%), trabalho (7%), violência (7%) e política (3%). 

Dos entrevistados que assinalaram a preocupação com as finanças em primeiro lugar, 61% afirmaram não ter dinheiro suficiente para emergências com saúde, como acidentes ou para ajudar amigos e familiares.  

“Historicamente, o déficit na educação financeira dos brasileiros impacta diretamente sua saúde financeira. Este estudo é um exemplo – há mais de 4 anos, vemos o dinheiro despontando como a maior preocupação na vida das pessoas e o impacto do estresse financeiro está cada vez maior. Esse vilão silencioso gera problemas emocionais, notadamente está impulsionando a ansiedade da população, além de impactar as relações interpessoais e o desempenho no trabalho. Ele não pode mais ser ignorado”, destaca Antonio Rocha, CEO e cofundador da Onze.  

A pesquisa também revela que a situação financeira das famílias piorou no último ano: 51% afirmam que a renda mensal não cobre os gastos – um aumento de 10 pontos percentuais em relação à edição anterior da pesquisa, realizada em 2023. Ao mesmo tempo, 63% não possuem qualquer reserva de emergência e 15% estão endividados e sem poupança. 

O impacto emocional dessa instabilidade é direto: 72% dos entrevistados dizem que a saúde financeira afeta a saúde mental e emocional, e muitos relatam sintomas graves como ansiedade (65%), insônia (50%) e até depressão (21%). 

A sondagem destaca que o desenvolvimento de ansiedade gerada por estresse financeiro cresceu: o percentual aumentou 12% em relação à edição anterior do levantamento.  

Para Henrique Diniz, Diretor de Produtos de Previdência da Icatu, a pesquisa reforça a urgência de um olhar mais estruturado sobre o planejamento financeiro no Brasil dado seu impacto positivo para a vida das pessoas. Como companhia comprometida com a proteção financeira de longo prazo, a Icatu tem o propósito de ampliar o acesso a produtos que garantam segurança para os brasileiros e suas famílias, oferecendo soluções acessíveis e estruturadas, educação e parcerias estratégicas.

Outros dados da pesquisa: 

  • 49% indicaram o dinheiro como maior fator de preocupação; 
  • 51% dos entrevistados afirmaram que a renda não cobre todos os gastos mensais; 
  • 28% disseram que a renda consegue cobrir apenas os gastos; 
  • 12% responderam que a renda cobre os gastos e poupam dinheiro; 
  • 9% afirmaram que não fazem controle financeiro; 
  • 61% afirmaram não ter dinheiro suficiente para emergências com saúde, como acidentes ou para ajudar amigos e familiares; (sobre os que assinalaram a preocupação com as finanças em primeiro lugar) 
  • 31% disseram que não conseguem pagar as contas do mês; 
  • 14% afirmaram não ter dinheiro suficiente para aposentadoria;  
  • 63% disseram que não possuem reserva de emergência; 
  • 15% responderam que não possuem reserva de emergência e estão com dívidas; 
  • 72% responderam que as preocupações financeiras afetam a saúde mental e emocional; 
  • 65% disseram que desenvolveram ansiedade por preocupações financeiras; 
  • 50% revelaram que costumam ter insônia por preocupações financeiras; 
  • 76% disseram que não recebem algum tipo de benefício financeiro fora salário ou bônus; 

Allianz Brasil supera R$ 1 bilhão em prêmios em maio e bate recorde mensal

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

Fonte: Allianz

Maio representou um momento histórico para a Allianz Brasil: pela primeira vez, a companhia superou a marca de R$ 1 bilhão em prêmios emitidos em um único mês. O forte desempenho é resultado direto do projeto de transformação e aceleração que vem sendo conduzido desde 2024, quando a empresa completou 120 anos de atuação no país. “Essa transformação envolve toda a nossa organização e tem como foco crescimento sustentável, excelência operacional, governança sólida e investimentos em pessoas e tecnologia”, diz Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil.

 1º quadrimestre marca crescimento expressivo e ganho de participação

A companhia ultrapassou R$ 3,4 bilhões em prêmios no acumulado de janeiro a abril de 2025, segundo dados recentemente divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). O volume representa um crescimento de 23% em relação ao mesmo período de 2024, resultado 14% acima da média do mercado. Esse avanço foi impulsionado por aumentos de dois dígitos em todos os segmentos de negócios, ficando, portanto, acima do desempenho geral do setor.

No ramo de Automóvel, principal linha de atuação da Allianz, o crescimento foi de 19%, superando em 13 pontos percentuais o setor, com ampliação do market share em 1,4 p.p. (de 11,4% para 12,8%). A evolução está ligada à ampliação da carteira, com 260 mil veículos a mais segurados nos últimos 12 meses, alcançando 2,6 milhões.

Também se destacam o seguro Agrícola, com elevação acima de 80% e conquista da segunda posição no mercado, e a carteira de Condomínio, que avançou 65%, ampliando o market share em 5 p.p. (de 25% para 30%).

 Diversificação impulsiona os resultados

Segundo Eduard Folch, além do projeto de transformação e aceleração, o crescimento histórico da Allianz Brasil está ligado à estratégia de diversificação da companhia, atualmente estruturada em três pilares: produtos, canais e presença geográfica. “Seguimos com o Automóvel como nosso principal ramo, mas temos ampliado significativamente os demais segmentos em nosso portfólio”, avalia, destacando que a seguradora também vem avançando em estados fora do eixo tradicional do setor. “Assim, consolidamos a nossa presença nos grandes centros, ao mesmo tempo em que expandimos a atuação para mercados emergentes.” 

Como parte da estratégia de expansão, o presidente da Allianz explica que a seguradora passou a operar com canais complementares de distribuição, visando ampliar a sua capilaridade. “Temos que estar onde o consumidor está. Essa medida é fundamental para atingirmos perfis variados de clientes e estarmos presentes em diferentes regiões e contextos, ampliando a nossa cobertura operacional, além de melhorarmos a experiência do consumidor”, justifica o executivo. Com múltiplos pontos de contato, ele também afirma que a companhia consegue se adaptar mais rapidamente às mudanças do mercado e oferecer conveniência e acessibilidade, o que fortalece a competitividade e impulsiona o crescimento sustentável. “No entanto, o corretor, parceiro histórico e estratégico da Allianz, permanece como o nosso principal canal de distribuição e continuará sendo peça-chave na nossa atuação”, frisou. 

Perspectivas 2025–2027

Até o final deste ano, a Allianz Brasil projeta avanço de dois dígitos. A estratégia está centrada em desenvolvimento sustentável, eficiência de capital, melhoria de margens, controle de despesas, redução de sinistros e diversificação dos negócios, impulsionada por tecnologia, escalabilidade e liderança de pessoas. Esses são pilares fundamentais no processo de aceleração e transformação da companhia, que traça metas ambiciosas até 2027. 

“Estamos focados em rentabilidade nas linhas de seguros Auto e Patrimoniais, sempre buscando excelência técnica, oportunidades de mercado e parcerias, flexibilização de ofertas e digitalização de serviços”, explica o CFO da Allianz Seguros, Andreas Kerl. Para a linha de Pessoas, os novos produtos e ofertas sustentam a expectativa de continuidade do bom desempenho observado em 2024, especialmente nos seguros de Vida Coletivos. No segmento Corporativo, Andreas destaca que a ampliação do portfólio no seguro Rural e o reposicionamento estratégico da companhia, por meio da Allianz Commercial, também estão alinhados à estratégia de expansão.

Cinco motivos para considerar o seguro de vida no planejamento sucessório empresarial

Diante da crescente complexidade na gestão de empresas familiares e sociedades empresariais, o seguro de vida tem se consolidado como uma ferramenta estratégica no planejamento sucessório. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o segmento de seguros de pessoas arrecadou mais de R$ 105 bilhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 2,3 % sobre o mesmo período do ano anterior.

Esse movimento também se reflete no ambiente corporativo: de acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a contratação de seguros de vida coletivos cresceu 6,1 % no primeiro trimestre deste ano, impulsionada pela preocupação com sucessão e continuidade dos negócios.

Para Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência, o seguro de vida deixou de ser apenas uma proteção individual e passou a ser parte fundamental da estratégia empresarial. “Incluir o seguro de vida nesse contexto pode evitar disputas jurídicas e garantir a continuidade da operação em momentos críticos”, explica.

A seguir, veja cinco motivos pelos quais o seguro de vida deve ser considerado nesse tipo de planejamento:

1. Liquidez imediata para cobrir despesas

A perda de um sócio pode acarretar custos elevados, como impostos sobre herança, gastos com inventário e eventuais dívidas. Sem planejamento, essas obrigações recaem sobre o caixa da empresa ou sobre herdeiros. O seguro de vida oferece liquidez rápida e fora do inventário, sendo pago em até 30 dias e permitindo a resolução dessas pendências.

2. Proteção dos herdeiros e da empresa

Com a perda de um sócio, seus herdeiros passam a ter direito à sua participação na empresa, o que pode levar a conflitos, especialmente se os familiares não têm envolvimento com a gestão. A apólice pode ser usada para indenizar os herdeiros, enquanto os sócios remanescentes mantêm o controle da empresa, conforme acordos prévios estabelecidos.

3. Planejamento fiscal eficiente

O seguro de vida é uma ferramenta reconhecida por sua eficiência tributária.  Ele possui benefícios que podem auxiliar a transferência patrimonial, como impenhorabilidade e isenção de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), quando pago aos beneficiários.

4. Proteção contra invalidez e doenças graves

Em alguns casos, a interrupção da atuação de um sócio pode ocorrer por invalidez permanente ou diagnóstico de doenças graves. Com coberturas adicionais, o seguro pode garantir recursos para indenizar o sócio afastado, reorganizar a gestão ou financiar um plano de transição, assegurando a continuidade do negócio.

5. Blindagem patrimonial

O seguro de vida também pode ser usado como um mecanismo de blindagem de patrimônio. O valor segurado geralmente não pode ser penhorado e, quando bem estruturado, pode funcionar como reserva estratégica em situações de crise, processos judiciais ou riscos operacionais, preservando recursos fora do alcance de credores.

MAPFRE digitaliza seguro patrimonial rural para ganhar escala no agro 

Damasceno Mapfre

apA MAPFRE está lançando uma nova plataforma online voltada ao seguro patrimonial rural, numa estratégia para ganhar eficiência, escalar a operação e ampliar a competitividade em um dos segmentos mais estratégicos do portfólio da companhia no Brasil.
 

A nova plataforma digitaliza etapas como cotação, proposta e renovação, permitindo que os corretores da rede MAPFRE operem com mais agilidade e autonomia. Entre os recursos estão o preenchimento automático de dados de clientes cadastrados, duplicação rápida de itens e resgate automático das informações de apólices, o que reduz o tempo das operações e eleva a produtividade.
 

O seguro patrimonial rural da companhia protege ativos como armazéns, silos, galpões, máquinas e estruturas de armazenagem, diretamente ligados à expansão da infraestrutura e da mecanização no campo. A demanda por esse tipo de cobertura vem crescendo à medida que o agronegócio brasileiro avança em profissionalização e investimento em ativos de maior valor.
 

“O agro já opera com alta exigência em produtividade e gestão de risco. Estamos elevando o seguro patrimonial para esse mesmo nível, com mais eficiência operacional e escala, sem abrir mão do rigor técnico”, afirma Fabio Damasceno, diretor técnico de seguro rural da MAPFRE.
 

A MAPFRE já atua de forma consolidada no seguro rural e vê o seguro patrimonial do campo como um vetor natural de expansão, acompanhando a complexidade crescente dos ativos no campo e a demanda por soluções integradas de proteção. Entre equipamentos comuns protegidos pela companhia estão sistemas de energia, tratores, colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores, máquinas de irrigação, moinhos, drones, sensores, entre outros. Hoje, o segmento de máquinas e equipamentos representa uma fatia relevante de 65% da carteira de seguros rurais da companhia. 
 

O novo portal já está disponível para os corretores da rede. A expectativa é que a ferramenta reduza em 50% o tempo de obtenção da cotação, aumente a emissão de propostas e fortaleça a presença da companhia no seguro patrimonial rural nos próximos ciclos. “Estamos direcionando nossos esforços para que tecnologia e eficiência sejam aplicadas de forma prática no negócio. O novo portal reduz etapas, melhora a gestão das propostas e fortalece o papel do corretor como protagonista nesse mercado. Isso está em linha com nossa agenda de crescimento no agro, que prevê ganho de competitividade sem abrir mão da rentabilidade”, destaca Damasceno. 

Yelum apoia Festival de Inverno de Campos do Jordão

andre truzzi HDI seguros Yelum

Fonte: HDI

Como forma de reforçar seu compromisso com a cultura e com a valorização das experiências que conectam liberdade e bem-estar, a Yelum Seguradora anuncia que será uma das patrocinadoras do 55° Festival de Inverno de Campos do Jordão, que acontece entre 5 de julho e 3 de agosto. O apoio ao evento é parte da estratégia de projetos incentivados do Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, do qual a marca faz parte –, que visam proporcionar vivências marcantes, com impacto social positivo e conexão emocional com as pessoas.

Além do patrocínio, a Yelum realizará ativações de marca no local do evento e nos relógios de rua de Campos do Jordão, bem como trabalhará na distribuição de brindes para os participantes. Em paralelo, a seguradora levará alguns convidados para as apresentações da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp – o evento é organizado pela Fundação Osesp – na Sala São Paulo, que acontecem também durante o mês de julho.

Com mais de cinco décadas de história, o Festival de Inverno de Campos do Jordão se consolidou como a principal e mais importante festividade de música clássica da América Latina. Seus principais objetivos são motivar, desenvolver e promover a cultura, a educação e a transformação social por meio da música de concerto, instrumental e vocal – valores alinhados ao propósito da Yelum de incentivar a busca por experiências que promovem conexão autêntica e liberdade.

“Para a Yelum, e para o Grupo HDI como um todo, apoiar o Festival de Inverno de Campos do Jordão é uma forma de reafirmar nosso compromisso com a valorização da cultura brasileira e com o desenvolvimento das comunidades onde atuamos”, afirma André Truzzi, vice-presidente de Transformação do Grupo HDI. “Mais do que patrocinar um evento, queremos inspirar experiências significativas, que despertem emoção, conexão com o espaço ao ar livre e liberdade para viver com propósito. Por meio das leis de incentivo, conseguimos investir em projetos que enriquecem a sociedade e geram impacto positivo duradouro”, completa o executivo.

O festival oferece uma programação robusta e gratuita, espalhada por diferentes palcos em Campos do Jordão e São Paulo. Entre os destaques estão apresentações ao ar livre no Parque Capivari – cenário que harmoniza natureza, música e encontro com a comunidade em um dos principais pontos turísticos da cidade – com performances da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, Brasil Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Pernambuco, entre outras.

Reconhecido por democratizar o acesso à música de concerto, o Festival de Inverno de Campos do Jordão ajuda a formar novas gerações de músicos por meio da integração entre alunos e professores de diversas instituições de ensino e grupos de câmara e sinfônicos do Brasil.

MAG Investimentos lança Prev Cash, fundo de previdência de baixo risco 

Fonte: MAG

A MAG Investimentos, gestora independente com mais de 10 anos de atuação no Brasil e R$17 bilhões sob gestão, anuncia o lançamento do Prev Cash, fundo de previdência com estratégia em renda fixa de baixo risco. O objetivo é superar de forma consistente o CDI e conseguir captação de R$500 milhões até o final deste ano.

“O Prev Cash foi desenvolvido para os clientes que desejam ter acesso à estratégia do fundo MAG Cash, só que via aplicações em previdência. Com ele, o cliente consegue aliar os benefícios da previdência privada aplicando em uma estratégia consolidada e extremamente bem-sucedida”, afirma Fernando Gabriades, sócio-diretor da MAG Investimentos. “Além disso, o fundo atua por meio da aplicação em títulos e valores mobiliários de renda fixa, através de compra de títulos de bancos com alto nível de rating e operações a termo de bolsa, sem risco direcional ou de crédito”, complementa.

O Prev Cash contará com o suporte de uma equipe de especialistas com expertise em renda fixa e gestão de recursos, liderada por Sérgio Machado, que tem mais de 40 anos de experiência, com foco em controle de riscos e capacidade de entregar resultados consistentes. “A tomada de decisão é sempre baseada em estudos que levam em conta a conjuntura macroeconômica global e local, aspectos políticos e setoriais, além das condições do mercado, como liquidez e preço. O fundo é bem competitivo e conta com uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder os 100% do CDI”, explica Sérgio Machado, sócio e gestor da MAG Investimentos.

Entre os destaques do Prev Cash estão a consistência de retornos a longo prazo, rentabilidade de 110% do CDI, sem risco de crédito corporativo, alocando sempre no mercado bancário. “É um produto de baixa volatilidade e sem risco de mercado, com operações estruturadas a termo sem risco direcional ou de crédito”, conclui Machado.

Resiliência e mercado de seguros são destaque no Fórum de Lisboa

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por Carla Simões, de Lisboa

No painel “Resiliência e Mercado de Seguros no Contexto Global”, realizado no XIII Fórum de Lisboa, especialistas e autoridades reforçaram a importância do mercado segurador como instrumento estratégico para mitigar os crescentes riscos climáticos, sanitários, cibernéticos e geopolíticos, ao mesmo tempo em que destacaram desafios regulatórios e de educação financeira no Brasil. O debate, mediado pelo senador Laércio Oliveira, evidenciou a necessidade de um ambiente jurídico sólido, maior participação do seguro na economia e o papel do setor na construção de uma economia mais resiliente e sustentável.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, abriu o painel ressaltando a urgência de estruturar um sistema nacional robusto de seguros contra catástrofes climáticas, diante da intensificação dos eventos extremos, como já acontece em países como México, França e Chile e reforçou a importância de incluir o seguro no planejamento de infraestrutura pública. 

“O Brasil deixou de ser apenas um país de baixo risco climático. Hoje enfrentamos, em média, quatro eventos extremos por dia, e grande parte dessas perdas não está segurada. Isso é um alerta claro de que precisamos estruturar urgentemente um sistema nacional de proteção contra catástrofes”, afirmou. 

Oliveira também lembrou que a indústria seguradora vai além da indenização: ela contribui para a prevenção de riscos e a construção de soluções mais sustentáveis. Segundo ele, é preciso transformar a atual emergência climática em um “plano de ação” que envolva governos, empresas e cidadãos, tendo o seguro como pilar estratégico da adaptação climática — tema que será levado à COP30 no Brasil.

 “O seguro não é só uma ferramenta de indenização. É também um instrumento de prevenção, adaptação e reconstrução — e deve ser um dos pilares do plano de ação que o Brasil precisa construir diante da emergência climática.”

Rafael Furlanetti, presidente da ANCOR e executivo da XP, apontou a baixa penetração do seguro no Brasil, ligada à insuficiente educação financeira. “Seguro é um mitigador de risco e um investimento de longo prazo. Quando a população entende isso, o país ganha em vários aspectos — desde uma maior proteção individual até o fortalecimento da poupança interna, que sustenta projetos e reduz vulnerabilidades econômicas.” 

Furlanetti destacou que somente dois em cada dez brasileiros possuem seguro de vida, contra sete em dez nos Estados Unidos, ressaltando o potencial de crescimento do setor.

O diretor jurídico do BNDES, Walter Baere, reforçou a importância do seguro de crédito à exportação para a competitividade brasileira. “Não existe seguro sem sinistro. O que não podemos aceitar é que eventos pontuais sejam usados para destruir uma ferramenta que funcionou bem por décadas, gerou empregos e fez da indústria brasileira uma referência global.” 

O executivo do banco estatal defendeu um mercado de seguros maduro, com múltiplos atores, e destacou a necessidade de ampliar o apetite do setor privado, complementado pelo Fundo Garantidor de Exportação, para fortalecer setores estratégicos, como o de engenharia de alta complexidade.

Segurança jurídica e a estabilidade regulatória 

Para a diretora jurídica da Bradesco Seguros, Cláudia Heck, a segurança jurídica é imprescindível para o desenvolvimento sustentável do setor. “A formação para o desenvolvimento sustentável exige um ambiente de segurança jurídica, que favoreça decisões de longo prazo essenciais para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas.” 

Cláudia Heck reforçou o compromisso do setor com a promoção de soluções sustentáveis e antecipou o papel estratégico da Casa do Seguro, iniciativa da CNseg que será realizada durante a COP30, em Belém. Segundo ela, o espaço será um ponto de convergência entre seguradoras, autoridades e sociedade civil, com o objetivo de posicionar o seguro como instrumento central da resiliência climática e da proteção social no Brasil e no mundo.

“A Casa do Seguro será um marco para o setor na COP30, consolidando o seguro como ferramenta essencial para a adaptação climática, a proteção da sociedade e o desenvolvimento sustentável.”

O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Sérgio Domingues, destacou a capacidade de resiliência como competência essencial diante dos riscos crescentes no mundo atual e elogiou a nova Lei 14.430/2022. “Essa lei traz previsibilidade e transparência, dois pilares fundamentais para aumentar a confiança nos agentes econômicos e tornar o ambiente regulatório mais robusto. Não se trata de eliminar os riscos, mas de oferecer clareza sobre o que pode e o que não pode ser feito em um contrato de seguro.” 

O ministro chamou atenção para o fato de que 83% dos municípios brasileiros tenham sido afetados por desastres naturais nesta década, ampliando os desafios jurídicos e financeiros para o setor.

O debate reforçou a importância do diálogo contínuo entre governos, setor privado e sociedade para construir um ambiente mais resiliente e sustentável, no Brasil e globalmente, reconhecendo o papel central do seguro como instrumento de proteção social e econômica diante das transformações do século XXI.

Bradesco Saúde traz novas funcionalidades em gestão e vendas de planos

Proporcionar uma jornada digital cada vez mais ágil, completa, e que concentre, em um só lugar, todas as necessidades do corretor. Com esse olhar, a Bradesco Saúde tem adotado uma série de funcionalidades no Portal de Negócios, ambiente destinado aos parceiros comerciais do Grupo Bradesco Seguros. A partir de uma série de inovações, os processos de gestão e venda de planos foram otimizados, com soluções que atendem às necessidades do corretor e de seus clientes.

Entre as funcionalidades já implementadas, destaque para o recomendador de planos SPG (3 a 199 vidas), ferramenta que possibilita ao corretor receber a indicação do plano mais adequado ao perfil do contratante, a partir das preferências em relação ao preço e rede credenciada, por exemplo. Ainda é possível comparar diferenciais e benefícios das alternativas encontradas, inclusive comparando com o eventual atual plano do cliente.

Outras facilidades do portal são a possibilidade de obtenção de faturas e envio de simulações ao cliente, além de maior autonomia na gestão do pós-venda, com a opção de alteração de dados cadastrais do contratante e do beneficiário, bem como solicitar carteirinha, informações sobre reembolso e documentos diversos, como a declaração de quitação de débitos do contratante. Tudo diretamente pelo portal, sem a necessidade de contato telefônico. 

Escuta ativa

As melhorias implementadas na jornada do corretor são resultado de um processo constante de escuta ativa do corretor, entendendo suas necessidades.

“Facilitar e simplificar as vendas é foco contínuo da Bradesco Saúde. As melhorias atendem a demandas dos próprios corretores e são o resultado de um relacionamento cada vez mais próximo da operadora com nossos parceiros. Estamos em constante evolução, sempre em um processo de escuta ativa para promover a evolução da jornada do corretor”, afirma o superintendente sênior da Bradesco Saúde, Giuliano Borro.

Live e pesquisa de satisfação

Recentemente, a Bradesco Saúde promoveu uma live para reforçar as facilidades que as funcionalidades propiciam aos corretores.

Além de encontros com corretores, a operadora também realiza periodicamente pesquisas de satisfação. A mais recente delas atestou a aprovação dos corretores ao recomendador de planos, com avaliações positivas sobre facilidade de uso, efetividade em recomendar planos e assertividade dos valores simulados.

“Após um acompanhamento de nove semanas de pesquisas, identificamos que a solução proporcionada pelo recomendador de planos foi satisfatória para os corretores de saúde”, comemora Borro, reforçando que o processo de aprimoramento é contínuo e seguirá com novidades.

Zurich lança nova campanha Vida Mais PME com foco em incentivo ao corretor

Marcio Benevides

Fonte: Zurich

A Zurich Seguros está dando início a uma nova edição da campanha Vida Mais PME. A ação, que vai até o dia 31 de julho, visa valorizar a atuação dos parceiros e ampliar as oportunidades de negócios no segmento de pequenas e médias empresas.  

Através da campanha, a Zurich oferecerá bonificação diferenciada, com comissão adicional que pode chegar até R$ 1.000,00 por apólice e agenciamento extra para novas apólices em que o faturamento mensal supere R$ 2.000,00, independentemente da quantidade de apólices.

“A campanha é uma oportunidade para que os corretores ampliem sua carteira com um produto competitivo e, ao mesmo tempo, sejam reconhecidos financeiramente por isso. Nosso papel é apoiar o corretor com ferramentas que agreguem valor ao seu atendimento e impulsionem suas vendas”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. “O seguro Vida PME é uma peça estratégica para ajudar as empresas a cuidarem de seus colaboradores e se manterem competitivas, principalmente na atração e retenção de talentos”, conclui. 

Além da campanha, a Zurich reforça novidades implementadas recentemente no produto Vida PME, que visam tornar o processo de contratação ainda mais ágil e ampliar o potencial de atuação dos corretores. Entre elas, destacam-se o novo cotador, com jornada de contratação 100% digital, completa e intuitiva, incluindo assinatura eletrônica, emissão da apólice em D+1 para as propostas assinadas eletronicamente e sem pendências, e a ampliação do número de vidas cobertas para até 1.000 vidas. 

“Além disso, flexibilizamos as regras de aceitação, com o intuito de atender melhor às necessidades dos clientes. As alterações visam se adequar à realidade das empresas brasileiras, além de proporcionar maior facilidade na contratação e benefícios aos funcionários das empresas clientes. Tudo isso tem tornado o processo de adesão mais simples e acessível”, explica Daniela Cruz, superintendente de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich Seguros. 

O Zurich Vida Empresa PME oferece cobertura para morte e invalidez, proteção para cônjuge e filhos, cesta natalidade, entre outras coberturas, além de acesso gratuito ao app LiveWell, que reúne ferramentas e conteúdos voltados ao bem-estar físico e emocional dos segurados.