Prudential comemora estreia no segmento de vida em grupo

Marcelo Mancini-2Depois de negociar um ano, a Prudential adquiriu a carteira de seguro de vida em grupo do Itaú. Sem divulgar valores, o vice-presidente financeiro da Prudential do Brasil, Marcelo Mancini Peixoto, contou ao blog Sonho Seguro que a notícia foi extremamente comemorada por todos, especialmente pelos acionistas americanos, que apostam no Brasil. “Somos a operação do grupo que mais cresce”, enfatizou.

A compra do Itaú Group Life complementa a operação existente de seguro de vida individual da Prudential do Brasil. Após aprovação regulatória, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2017, o Itaú fornecerá apoio para o período de transição por aproximadamente um ano para evitar interrupções no atendimento de clientes. Contratações previstas. Segundo ele, a aquisição do Itaú exigirá novas contratações, uma vez que a parte de backoffice da operação precisará ser toda montada pela Prudential.

A Prudential vem fechando parcerias importantes. Há um ano, fechou acordo com o próprio Itaú para vender o seguro Vida Inteira para os clientes do segmento Private. No primeiro semestre de 2016, a seguradora firmou mais uma importante parceria – por meio do seu canal de Parcerias Comerciais -, com a Escolher Seguro, que mudou o nome para Genial Seguros, que é a corretora de seguros ligada à Geração Futuro e que hoje anunciou que 50% do capital agora pertence ao grupo Estado, que edita o jornal Estado de S.Paulo, um dos mais influentes do Brasil.

“Chegamos a 304 mil apólices de seguro vida individual no fim do primeiro semestre deste ano. Como consequência, apresentamos um aumento expressivo de 39,9% no capital segurado, em comparação com o primeiro semestre de 2015, chegando a mais de R$ 175 bilhões”, comemora Mancini. Agora é desenvolver o seguro de vida coletivo. A operação de seguros de vida em grupo do Itaú traz a Prudential prêmios líquidos no valor aproximado de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.

Jornal Estado de SP compra 50% da corretora Genial e passa a ofertar seguro

estado de spO jornal Estado de São Paulo passa a vender seguros. Isso mesmo. Virou corretor. Uma daquelas coisas que muitos irão pensar: como eu não pensei nisso antes. Realmente uma notícia muito importante para o mercado segurador, pois se trata de um dos principais veículo de comunicação que passará a divulgar muito mais os produtos ofertados pelo setor, atuando como um educador financeiro sem igual.

Segundo notícia do próprio jornal, o Grupo Estado celebrou uma operação para a compra de 50% da Genial Seguros (ex-Escolher Seguro), corretora de seguros do grupo Geração Futuro. A companhia, que concentra sua atuação na venda online, tem hoje uma base de 10 mil clientes e pretende dobrar essa carteira até o fim de 2017. Recentemente, foram adicionados aos serviços oferecidos pela corretora os seguros de vida – por meio de uma parceria de longo prazo com a Prudential Seguros – e também o atendimento a grandes empresas, resultado de uma joint venture com a corretora V3 e criação da Sinapse Seguros.

De acordo com a notícias, para Flávio Pestana, diretor executivo comercial do Grupo Estado, a credibilidade e o alcance das plataformas do Estadão poderão ser peças fundamentais para a expansão da Genial Seguros. “Temos um público de alguns milhões de leitores que mensalmente lê o nosso jornal, acessa o nosso site e ouve nossas rádios. Trata-se de um público qualificado e que está sempre buscando soluções inovadoras para investimentos e proteção patrimonial.”

Itaú vende carteira de vida para Prudential

itau seguros logoO Itaú Unibanco divulgou comunicado hoje informando seus acionistas e ao mercado em geral que celebrou, nesta data, um contrato de compra e venda de ações com a Prudential do Brasil Seguros de Vida por meio do qual o Itaú Unibanco compromete-se a alienar a totalidade de suas operações de seguros de vida em grupo comercializado principalmente por meio de corretores.

Para a conclusão da Operação a Itaú Seguros, companhia controlada pelo Itaú Unibanco, será cindida e as operações de seguros de vida em grupo serão vertidas para a IU Seguros, cuja totalidade do capital será alienada à Prudential.

A operação de seguros de vida em grupo contou com prêmios líquidos no valor aproximado de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.A transferência das ações e a liquidação financeira da Operação ocorrerão após o cumprimento de determinadas condições previstas no Contrato, incluindo a obtenção das autorizações regulatórias necessárias.

Estima-se que a Operação não tenha efeitos contábeis relevantes nos resultados do Itaú Unibanco em 2016. A alienação dessa operação reitera a estratégia já divulgada do Itaú Unibanco de focar em seguros massificados, tipicamente relacionados ao varejo bancário.

Segundo comunicado da Prudential, a compra do Itaú Group Life complementa a operação existente de seguro de vida individual da Prudential do Brasil. Após aprovação regulatória, sujeita às condições acordadas de fechamento, a transação está prevista para ser concretizada até o primeiro semestre de 2017. Após o fechamento, o Itaú fornecerá apoio para o período de transição por aproximadamente um ano para evitar interrupções no atendimento de clientes. A Prudential do Brasil planeja operar o negócio adquirido como uma empresa

Fundado em 1997, a Prudential do Brasil é a segunda maior seguradora de vida individual no Brasil com base nos prêmios contabilizados até junho de 2016. A Prudential do Brasil apresentou para o Brasil o conceito único de Life Planner®da Prudential, que utiliza o sistema de vendas baseadas nas necessidades por profissionais de seguro de vida altamente qualificados. Em junho de 2016, a seguradora tinha 27 agências, mais de 1100 corretores franqueados Life Planner® e mais de 300.000 apólices ativas.autônoma.

AXA fecha contrato de R$ 2 bilhões com Pernambucanas

axa logoRelease

A AXA, maior marca de seguros do mundo, e a Pernambucanas, um dos maiores varejistas do Brasil, firmaram hoje um contrato de 10 anos no valor total de R$2 bilhões em prêmios. O acordo é um dos maiores programas de seguros já realizados no varejo brasileiro.

A transação contempla garantia estendida, proteção financeira, seguro residencial, perda e roubo de cartão, além de um amplo conjunto de assistências que são estratégicas para fortalecer e melhorar a experiência do cliente em relação aos serviços prestados. Com este acordo, a Pernambucanas será o maior cliente da AXA no Brasil.

Segundo Philippe Jouvelot, CEO da AXA, o acordo é um marco não só para a seguradora, mas também para o setor varejista e, principalmente, para os consumidores. “Esta é uma grande oportunidade com a Pernambucanas, pois iremos administrar todos os seguros e assistências da varejista. Este deal representa uma tendência de mercado, ou seja, ter sob gestão todos os produtos de seguros e assistências de uma mesma empresa. É bom para o cliente, que passa a ter apenas uma empresa como seguradora, com atendimento totalmente especializado e exclusivo”, explica Jouvelot.

“A Pernambucanas irá representar uma importante parcela nos números da AXA no Brasil, elevando significativamente o nosso faturamento. A partir de 2017, a linha de Vida e Afinidades representará mais de 30% dos prêmios da empresa, o que mostra a resiliência, força e equilíbrio do nosso portfólio”, completa Jouvelot.

Para Guilherme Menezes, diretor de Afinidades da AXA, o diferencial da empresa para conquistar a concorrência, que envolveu diversos e importantes players do setor, foi a expertise da seguradora. “Aliamos dois importantes pilares estratégicos para ter êxito no processo: uma ampla e estruturada proposta de seguros e assistências, onde disponibilizaremos toda a expertise da AXA para os consumidores da Pernambucanas, e uma inteligente proposta comercial com foco na rentabilidade e sustentabilidade da operação”, finaliza Menezes.

Judicialização da saúde: a cada três ações no país, uma é gaúcha

fenasaude logRelease enviado pela FenaSaúde

Essa informação surpreendeu a plateia que acompanhou a apresentação da presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiro Mendes, convidada especial do Café do Clube Vida em Grupo do Rio Grande do Sul (CVG-RS), realizado nesta terça-feira (13). Na oportunidade, a executiva falou ao mercado segurador gaúcho sobre o tema judicialização. De acordo com levantamento da FenaSaúde, a partir de dados do Conselho Nacional de Justiça, o estado gaúcho é responsável por 113.953 ações do total de 330.630 – dados de junho de 2014. “Ou seja, de cada três ações no país, uma está no estado do Rio Grande do Sul”, alertou Solange Beatriz.

Para solucionar impasses nos tribunais, Solange Beatriz acredita que o melhor caminho é a mediação e a informação. E uma das soluções é a criação dos chamados Núcleos de Apoio Técnico (NATs) aos magistrados – especialistas da área da saúde fornecem informações técnicas e específicas aos juízes, o que proporciona tomada de decisões baseadas em dados médicos e com maior assertividade. Atualmente, existem 11 NATs instituídos nos estados, inclusive, no Rio Grande do Sul. “O acesso à Justiça é um valor de toda sociedade moderna e democrática, mas, atualmente, a indústria do direito individual se sobrepõe ao direito coletivo, quando se trata da crescente judicialização do setor de saúde, seja público ou privado”, afirmou.

Além de questões referentes à judicialização, a presidente da FenaSaúde apresentou um panorama da saúde suplementar. Uma das preocupações do setor é a variação nos preços de Dispositivos Médicos Implantáveis (DMI) no país, o que impacta diretamente a inflação médica. Segundo a executiva, o preço do marcapasso CDI, por exemplo, pode variar de R$ 29 mil a R$ 90 mil, na comparação entre as regiões Norte e Sul.

Solange Beatriz reforçou o conceito de que informação é a base da boa tomada de decisão. “Assim, o consumidor se torna mais consciente em relação à utilização do plano de saúde. Muita gente desconhece, por exemplo, que o desperdício no setor está diretamente ligado ao aumento dos custos em saúde. Um consumidor bem informado conhece seus direitos e deveres e esse conhecimento pode inibir essa escalada da judicialização”.

AIDA apresenta: O desafio da longevidade em São Paulo

Release

No dia 20 de setembro, no auditório do SindsegSP, localizado na Avenida Paulista n º1294 cj 4B, a AIDA realizará o evento que debaterá “O desafio da longevidade”. O evento ocorrerá em três painéis. No primeiro, será abordado o tema Desafios da Previdência Complementar frente a tendência de aumento da Longevidade – aspectos atuariais pela professora Fabiana Lopes da Silva, atuária e professora da Fipecafi e Puc.

No segundo painel, como palestrante receberemos a Ney Wiedemann Neto, Desembargador do TJ-RS, que falará sobre Desafios da Previdência Complementar frente a tendência de aumento da Longevidade – aspectos atuariais. Já no terceiro painel será debatida a Longevidade, Previdência e Pós Carreira, como palestrante Bento Zanzini, economista e sócio diretor da Psychonomics Coaching e Consultoria Empresarial.

A abertura do evento será feita pelo Vice-presidente da AIDA, Inaldo Bezerra e a mediação pela Dra. Ivy Cassa, presidente do GNT de Previdência Complementar Aberta e Fechada.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail aidabrasil@aida.org.br ou pelos telefones 3231-1583 e 3159-4968.

Sobre o evento:
Data: 20/09/2016
Horário: 14h às 17h
Local: Avenida Paulista 1.294 – Edifico Eluma – 4º andar – cj 4B

AL registra menor queda de taxas, de 2,9%; Reino Unido a maior, com 4,8%

quedaEstudo da Marsh, líder global em corretagem e análise de risco, sobre o segundo trimestre de 2016, destaca é a continuidade na queda das tarifas de seguro de bens e responsabilidade (P&C), que continua pelo 13º trimestre consecutivo. O ritmo, porém, mostra-se menor que o levantamento anterior. De acordo com a empresa, os preços das coberturas de seguro caíram em média 3,6% no período. Entre janeiro e março, a queda havia sido de 3,8%.

De acordo com o relatório, essa estagnação deve-se, em grande parte, ao aumento acentuado da sinistralidade em alguns riscos, como as perdas por catástrofes, que aumentaram em 42% no primeiro semestre desse ano em comparação ao mesmo período do ano passado. “Os valores aumentaram de US$ 19 bilhões para US$ 27 bilhões. Essa mudança significativa poderia potencialmente levar algumas seguradoras a reverem as taxas se a tendência continuar”, afirmou Dean Klisura, Líder Global de Especialidades de indústrias e Placement da Marsh.

Na divisão por regiões, os resultados mais modestos dessa queda foram registrados na América Latina, de apenas 2,9%, perdendo apenas para Europa, com 2,6%. Na Ásia, os preços caíram uma média de 3,4%, nos Estados Unidos, de 3,9%, e no Reino Unido, de 4,8%. Das cinco regiões, apenas os Estados Unidos tiveram uma queda mais acentuada no segundo trimestre do que no primeiro. Na América Latina, os preços haviam alcançado uma retração de 5,5% entre janeiro e março.

As coberturas de Property tiveram uma queda de preço média de 4,5% no segundo trimestre, a mais elevada entre as categorias avaliadas pela Marsh. Ainda assim, o ritmo de redução foi bem inferior ao do primeiro trimestre (-5,6%) e a do quarto trimestre de 2015 (-7,6%).

As linhas de Responsabilidade Civil fecharam o trimestre com uma redução média de 2,9% nas renovações dos programas, contra -2,4% nos três meses anteriores. Já entre as linhas financeiras a queda no segundo trimestre foi de 3,1%, contra 2,4% no trimestre anterior.

A Marsh também observou uma moderação do ritmo de aumento de preços para coberturas de Riscos Cibernéticos nos Estados Unidos. “No primeiro trimestre, os preços de seguros cibernéticos haviam aumentado uma média de 12%. Mas entre abril e julho o incremento das tarifas se reduziu a 6,9% ”, disse o executivo.

JBS usa garantia judicial para irmãos Batista voltarem ao comando do grupo

jbsSeguro garantia judicial está com tudo. É o responsável pelo crescimento do segmento pois caiu no gosto dos juízes. A notícia do dia é que a JBS comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, em continuidade ao Fato Relevante divulgado ontem, que recebeu correspondência de Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista informando que foram autorizados pela Justiça Federal a retornar ao exercício de seus respectivos cargos.

E como conseguiram, depois de serem afastados por estarem sendo investigados na operação Greenfield, que apura desvios em fundos de pensão? Em comunicado divulgado hoje, tal autorização decorre do acordo firmado entre os acionistas da J&F Investimentos (“J&F”) e o Ministério Público Federal, no qual a J&F oferecerá um Seguro-Garantia para os R$ 1,5 bilhão de garantias exigidas pelos promotores para, em caso confirmação de danos causados ao fundo, ter uma verba para repor os prejuízos. O acordo foi homologado pela 10a Vara da Justiça Federal do Distrito Federal e teve por consequência a suspensão de todas as medidas cautelares que haviam sido impostas.

Desta forma, o Conselho de Administração da JBS deliberou em reunião realizada nesta data que Wesley Batista reassuma o cargo de Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração e Joesley Batista o cargo de Presidente do Conselho de Administração da Companhia. “Agradeço ao meu irmão, José Batista Júnior, por assumir interinamente a presidência da JBS e a todos os nossos acionistas e demais stakeholders pela confiança em nós depositada. Sigo trabalhando junto com os times de liderança global e regional na consolidação da JBS como uma empresa líder global do setor de alimentos”, comentou Wesley Batista na nota divulgada.

O grande apelo de venda do seguro de garantia judicial é que ele não imobiliza o patrimônio porque as empresas não precisam disponibilizar bens ou capital e também não afeta a linha de crédito bancário, a qual a empresa deixa disponível para investir em suas atividades produtivas. Dados da Susep mostram que o mercado movimentou R$ 1,6 bilhão em prêmios de garantia no Brasil em 2015 e a expectativa para 2016 é de atingir R$ 2 bilhões.

Seguradores se animam com publicação de programa de concessões em infraestrutura

reuniaoUm alento para os executivos que atuam com grandes riscos e andam desanimados com a falta de negócios nos últimos 18 meses. Afinal, os investimentos em novas obras estão praticamente paralisados no país enquanto o clima de indefinição domina a cena política. Com o impeachment de Dilma Roussef e a cassação do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, os ânimos dos investidores apresentam um sinal de melhora. Mas ainda é cedo para ter certeza de que o governo de Michel Temer vai conseguir governar com a oposição prometida pelos políticos do PT, como tem dito o ex-presidente Lula e também pela ex-presidente Dilma, que deu o seu recado em seu discurso de despedida. Ela deixou claro que a oposição ao governo de Temer será forte.

Mas Temer age rápido para atrair investidores, que mesmo depois do anúncio aguardam detalhamentos e mais segurança no ambiente político. E haja segurança. Afinal, fazer o investidor tirar recursos de uma taxa de juros que paga 14,25% ao ano para entrar em empréstimos com taxas acima de 10% para ter um retorno de pelo menos 10 anos é algo que exige muita conversa, promessas e atitudes práticas.

Ontem o presidente apresentou ontem o programa de concessões em infraestrutura de seu governo. Nada de grandes números financeiros como no governo Lula. Cerca de R$ 30 bilhões disponíveis em financiamentos via BNDES e FI-FGTS.

Tabela publicada pelo Valor Econômico

infraestrutura temerAs licitações terão cem dias para serem definidas, a contar do dia da publicação dos editais em português e inglês. Uma das preocupações das seguradoras e resseguradoras era com o atraso causado com a obtenção de licenças ambientais. A solução encontrada pela equipe do governo foi determinar que os editais só serão publicados após a obtenção da licença ambiental prévia. Segundo divulgado pelo governo, até março de 2017 se pretende leiloar os aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza.

Fórum Mundial de Seguros, que tem Joaquim Levy no conselho, busca mitigar riscos em países pobres

forum globalStephen Catlin, vice presidente da XL Catlin e presidente do Insurance Development Forum (IDF), criado em maio para ajudar a melhorar a resistência às catástrofes em alguns dos países mais pobres do mundo, disse no badalado evento anual de seguros e resseguros realizado em Monte Carlo, que está trabalhando duro para colocar o IDF em prática, informam agências internacionais. O IDF foi criado em parceria com a ONU e Banco Mundial para ajudar os governos ao redor do mundo a entender melhor as ferramentas de gestão de risco, incluindo, mas não limitado a um seguro, para melhorar a resistência às catástrofes e para proteger pessoas e bens. Catlin foi escolhido para presidir o IDF, com a ajuda de dois co-presidentes: Joaquim Levy, ex-Ministro das Finanças do Brasil e atualmente diretor financeiro do Banco Mundial; e Helen Clark, ex-primeiro-ministro da Nova Zelândia, e, atualmente administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. “As seguradoras são especialistas em gestão de riscos. Estes CEOs trazem experiência essencial de gestão de riscos para a mesa, usando o mesmo conjunto de habilidades que eles usam para gerir as suas carteiras de risco do negócio”, observou ele. Esta experiência de gestão de risco beneficia governos. Uma pesquisa mostrou que um aumento de 1% na penetração dos seguros pode reduzir a carga da recuperação de desastres para os contribuintes em 22%”, acrescentou Catlin.

O IDF conta com 13 CEOs membros. São eles:

Kathy Bardswick, president & CEO, The Co-operators Group
Inga Beale, CEO, Lloyd’s
Albert Benchimol, president & CEO, AXIS Capital
Gregory Case, president & CEO, Aon Corp.
Jean-Louis Davet, CEO, MGEN
Denis Duverne, deputy CEO, AXA
Daniel Glaser, president & CEO, Marsh & McLennan Cos.
John Haley, CEO, Willis Towers Watson
Denis Kessler, chairman & CEO, SCOR SE
Christian Mumenthaler, CEO Reinsurance, Swiss Re
Christopher Swift, chairman & CEO, The Hartford
Maurice Tulloch, chairman, Aviva Global Insurance
Nikolaus von Bomhard, chairman, Munich Re