XVII Conec: Olhar para frente e trabalhar muito para evoluir. Esse é o mantra dos porta vozes do setor

14591862_10210217121245658_3441901988194095558_nComeçou ontem o XVII Conec, principal evento de corretores de seguros no país. Neste ano o tema é: “Aprender, Empreender e Ser: Corretor de seguros, o caminho seguro da distribuição”. O Brasil conta com mais de 95 mil corretores de seguros, sendo aproximadamente 60 mil pessoas físicas e 35 mil pessoas jurídicas, segundo dados da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor). A sessão solene de abertura que aconteceu no Anhembi, a partir das 20 horas, contou com os principais porta vozes do setor. O discurso de todos pode ser resumido em um único mantra: otimismo e crescimento com inovação e suprema qualidade no atendimento ao consumidor.

Com mais de 6,5 mil inscritos, a programação de debates começa hoje e se encerra no sábado. A sexta-feira começa com a reflexão sobre o atual momento do Brasil, com foco nas perspectivas políticas e econômicas, com comentários dos dois jornalistas globais, Willian Waack e Mara Luquet. As 11h, presidentes das seguradoras Porto Seguro, HDI, Tokio, Allianz, BB Mapfre, Zurich e Bradesco debatem o tema “O futuro da corretagem de seguro”.

“Conflitos e Soluções – Uma Nova Agenda Para o Mercado De Seguros” será o tema do painel que terá o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, Joaquim Mendanha de Ataídes, da Susep, Marcio Coriolano, presidente da CNseg, José Farias de Sousa, diretor do IRB Brasil Re, e Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros. O evento ainda conta com painéis sobre os mais diversos ramos de seguros, com especialistas de cada área, comentando os temas mais relevantes do mercado, e com a Exposeg, a tradicional feira que traz infinitas atrações aos participantes que visam estreitar o relacionamento com as companhias.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmim foi representado por José Renato Nalini, secretário da educação de São Paulo. “Se há uma instituição que merece o respeito é a de seguros e o seu corretor desempenha o papel importantíssimo de aconselhar e proteger”, afirmou em seu discurso na abertura solene ontem. Segundo ele, o governo paulistano trabalha em um projeto de educação em seguros, que pretende levar noções de seguros a crianças e jovens em diversas frentes educacionais. Coriolano destacou também a educação. “Ajudar o setor a crescer com sustentabilidade é o maior compromisso da CNseg para o desenvolvimento do Brasil”.

O presidente da CNseg tem destacado em seus discursos que a meta da sua gestão é tornar o seguro algo simples para que a população perceba a importância das proteções que as seguradoras ofertam e saibam decidir qual o melhor dos produtos para os diversos ciclos da vida de uma pessoa, de uma empresa, de um governo. Estão previstas mais de 20 ações , entre elas as cartilhas, simplificarão cerca de 36 temas que circundam o setor.

Para Coriolano, o mercado é dinâmico e o cenário de instabilidade econômica reforçou a necessidade de o setor ser mais criativo para minimizar eventuais perdas. Juntos, seguradoras e corretores estão prontos para oferecer uma cobertura qualificada e diferenciada para públicos distintos. Esse processo será ainda mais intenso em 2017, quando a economia estará retomando a normalidade, aposta, acrescentando que a inovação e a agilidade no atendimento ao segurado são condições “sine qua non” para o setor de seguros ajudar o país a crescer”.

Mendanha, que assumiu a Susep há menos de dois meses, afirmou que a autarquia estará sempre disposta a disseminar e incentivar as práticas que estimulem o cresicmento do setor de seguros crescer. Entre os os desafios e oportunidades para o setor neste ano, o xerife do setor afirma que o mercado de seguros precisa, neste momento, de uma nova agenda positiva. “Com a retomada do crescimento econômico, o que esperamos para breve, é preciso reforçar as ações para que o setor tenha mais visibilidade, mostre para a sociedade e até mesmo para o Governo o quanto pode ser importante como suporte do processo de crescimento sustentado da nossa economia”, afirmou ele em recente entrevista ao blog Sonho Seguro.

Ele deixou claro que a missão da Susep é induzir o crescimento do setor e atuar para que a população esteja devidamente protegida e amparada por uma gama de produtos e serviços de qualidade. “O setor já estende uma ampla rede de proteção securitária para pessoas e empreendimentos. Em 2015, por exemplo, foram devolvidos para a população, sob a forma de indenizações e benefícios, cerca de R$ 110 bilhões”, destacou. Os ativos totais do mercado já ultrapassaram a marca de R$ 800 bilhões, recursos que reforçam a posição do setor como relevante investidor institucional.

Também destacou que a regulamentação de importantes produtos, como o seguro popular de automóvel já foi aprovada e a do universal life está em fase final, prevista para permitir que o produto entre em operação em 2017. “Destaco o seguro popular para autos, que pode atender a mais de 20 milhões de brasileiros, donos de veículos com mais de cinco anos de fabricação, que trafegam por ruas e estradas brasileiras sem qualquer cobertura do seguro, atualmente. Há ainda o Universal Life, um seguro de vida comum no mercado internacional, mas que ainda é desconhecido da sociedade brasileira”.

Segundo noticiou a revista Apólice, o titular da Susep afirmou que a autarquia começa a estudar as fintechs, para comercialização de seguros. São modelos interessantes, mas que ainda estão em fase inicial. Com o aumento do volume de negócios será preciso repensar o modelo de supervisão para isso.

Armando Vergilio seguiu a mesma linha de discurso, conclamando os corretores presentes para a inovação, a qualidade e para a conquista de clientes. “O setor tem crescido mas não tem evoluído. Precisamos ir em frente”, afirmou Vergílio, pedindo aos profissionais apoio e dedicação na luta para manter os corretores no Super Simples, uma luta que a Fenacor vem travando há anos com os órgãos do governo, especialmente a Receita Federal, e políticos da Câmara e do Senado. Estudo realizado no ano passado revelou que 85% das corretoras de seguros do país aproveitaram a nova lei que permitiu a adesão do Supersimples e 44% entre os ouvidos poderão pagar suas despesas fixas por conta da economia que é resultado do novo regime tributário.

Na semana passada, a rápida ação comandada pelo deputado Lucas Vergilio (SD-GO) e o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, impediu que uma manobra aprovada no Senado fosse ratificada na Câmara, o que retiraria os principais benefícios do SuperSimples de cerca de 30 mil corretoras de seguros, segundo estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

O presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, afirmou que a união de todos do setor, profissionais e entidades, é a força que impulsionará a construção de uma agenda positiva tanto para o setor como para o Brasil. Ressaltou que toda crise traz oportunidades e que esse é o momento certo de todos unirem o melhor para obterem resultados no longo prazo. Ele destaca que com o desemprego, muitos acabaram descobrindo a profissão de corretor, tendo como parâmetro o aumento da demanda nos cursos oferecidos pela escola. Somente no Estado de São Paulo, a procura pelo Curso para Habilitação de Corretores de Seguros (CHCS) apresentou alta de 75% no acumulado dos dados analisados neste ano. Em âmbito nacional, a demanda subiu 23%. Em 2015, a instituição formou cerca de 3,5 mil corretores.

Para encerrar os discursos da abertura solene, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, ressaltou que o Conec não é mais em evento de São Paulo. “É de todos os corretores de seguros do Brasil. O que vemos aqui neste auditório lotado hoje é a maior e melhor demonstração da força, pujança e dinamismo do setor de seguros, que tem como principal força de vendas o corretor de seguros”, disse. “Precisamos fazer o consumidor entender o quanto os produtos de seguros trazem benefícios para o seu dia a dia, como uma assistência na hora de um acidente, repor um bem perdido ou deixar um colchão financeiro para a família ou para si mesmo em caso de invalidez ou morte do responsável financeiro. Esse á a melhor maneira de atrair o consumidor para o mercado segurador”, finalizou.

Nilton Molina: é preciso urgência para a reforma

Molina: é preciso urgência para a reforma

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O presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência, Nilton Molina, foi o convidado do almoço palestra realizado no dia 4 de outubro, em Belo Horizonte, pelo Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) e pelo Clube dos Corretores de Seguros do Estado de Minas Gerais (ClubCor-MG).

O executivo avaliou os impactos da longevidade na sociedade e na Previdência Social e Privada. “O Brasil se tornará um país ‘velho’, por conta de índices de natalidade cada vez menores, combinados com uma maior longevidade da população baseada, principalmente, em uma melhor qualidade de vida e nos avanços da saúde”, afirmou.

Neste cenário, Molina considera que é “inevitável e urgente” a adoção de medidas restritivas no que tange à Previdência Social e suas regras, pois em poucos anos haverá mais beneficiários e menos contribuintes. Segundo ele, em comparação ao restante do mundo, o modelo brasileiro é um ponto fora da curva, por isso propõe a “criação de um novo sistema, para aqueles nascidos a partir do ano 2000, para que tal distorção seja corrigida gradativamente no futuro”.
O executivo acredita que é necessário educar todas as gerações, sobretudo as mais jovens, para a necessidade da prevenção em relação aos riscos sociais, ou seja, a incapacidade profissional, a morte prematura e a sobrevivência (aposentadoria), contando, para isso, com as opções oferecidas pelo mercado privado.

O presidente do ClubCor-MG, Helder Lara Barbosa, considera que o evento foi uma “verdadeira aula” sobre Previdência. “Nilton Molina é um dos agricultores do mercado de seguros, abnegados profissionais que vão deixando sementes pelo caminho por onde vão passando. Ele vem semeando, há muitos anos, as sementes do Seguro de Pessoas e da Previdência Privada”.

Para o presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, “Molina aborda demografia, atuária e economia numa linguagem acessível de forma que todos entendam a Previdência Social, seus desafios e necessidades irrefutáveis de mudança, além do importante papel da iniciativa privada neste contexto, que é o de levar as soluções disponíveis à população”.

AIG de desfaz de linhas de negócios e foca na rentabilidade

Depois de amargar um dos maiores prejuízos entre as seguradoras brasileiras, a AIG reestruturou sua operação local para começar 2017 focada para atender o posicionamento mundial do grupo de ser um conglomerado mais rentável e com operações mais digitais. Além de vender a carteira de automóvel para a Porto Seguro, anunciada recentemente, o grupo informou que está simplificando a atuação local e deixará de oferecer os seguintes produtos voltados para pessoas fisicas: seguro residencial, seguro de acidentes pessoais e seguro de vida em grupo. “Os clientes dos produtos que deixamos de oferecer no Brasil continuarão sendo cobertos pela AIG, com apoio completo no atendimento e a sinistros, até o vencimento de suas apólices”, informa email enviado ao blog Sonho Seguro.

O grupo segue atuando no Brasil com a plataforma digital, na qual os corretores fazem cotações de maneira rápida e simplificada, acompanhando o status das transações e emitindo as apólices em tempo real, tudo 100% online, além de poder buscar informações sobre produtos e treinamentos. Segundo a AIG, o portal foi desenvolvido com o objetivo de ser um facilitador dos negócios do corretor e já tem disponível os seguros empresarial, Responsabilidade civil (RC) profissional e outros gêneros de RC, gestão protegida/D&O, modalidades de seguro transporte, ambiental, property e Cyber Edge®. Além dos produtos para pequenas e médias empresas, como o Gestão Protegida 360º e Responsabilidade Civil, a AIG no Brasil está focada no segmento corporativo, incluindo: aeronáutico, seguro ambiental, linhas financeiras, transportes, patrimonial, PME, garantia e crédito. A AIG também continua com todos os produtos para clientes multinacionais e os seguros de garantia estendida e viagem.

REUTERS: Indenizações pagas por seguradoras a agricultores batem recorde no Brasil, diz federação

Fonte: Reuters, por Gustavo Bonato

Seguradoras pagaram cerca de 1,1 bilhão de reais em indenizações a produtores de grãos que fizeram seguro agrícola na safra 2015/16, devido a perdas de produtividade por problemas climáticos, principalmente em lavouras de soja, milho e trigo, afirmou nesta quarta-feira a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Foi o maior volume já registrado no país, levando em conta o período desde a safra 2006/07, quando o seguro agrícola passou a receber incentivo do governo federal e tornou-se mais difundido no Brasil.

O pagamento dos chamados sinistros foi realizado cerca de 60 dias após as colheitas dos segurados, disse o presidente da comissão de seguro rural da Fenseg, Wady Cury, durante evento em São Paulo.

XI Fórum da Longevidade Bradesco debate tecnologias para a vida mais ativa

Crédito: Kelly Lubiato

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Com o tema “Expandindo as Fronteiras da Longevidade”, a Bradesco Seguros realizou em São Paulo, neste dia 5 (quarta-feira), o XI Fórum da Longevidade Bradesco Seguros. O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais para debater a longevidade e o seu impacto nos diferentes segmentos da sociedade, tendo a tecnologia como uma das principais ferramentas para a conquista de um envelhecimento com qualidade.

O processo de envelhecimento da população do País é o terceiro mais rápido do mundo, atrás apenas da China e da Tailândia. Segundo o IBGE, até 2060, 26,7% da população serão de idosos, passando dos atuais 24 milhões de pessoas para 73 milhões. No mundo, serão 2 bilhões de pessoas acima dos 60 anos de idade.

A abertura do evento foi feita pelo diretor-presidente da Bradesco Seguros, Randal Zanetti, que destacou o papel do grupo segurador como agente ativo no debate da questão da longevidade. “Esse tema está no centro do nosso negócio, tanto pelo compromisso em promover a qualidade no curso da vida, quanto nas iniciativas que buscam apoiar uma sociedade mais amigável e favorável a todos”, afirmou. Ao longo dessas 11 edições de Fórum, ele observou que a expectativa de vida do brasileiro já avançou três anos. “No 21º Fórum, poderá ter aumentado mais cinco ou seis anos. É um avanço em escala exponencial. Precisamos alinhar a sociedade à essa realidade.”

Nesse sentido, o médico e consultor em longevidade Alexandre Kalache, que dirigiu por 13 anos o Programa Global de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, ressaltou a relevância de se potencializar o capital intelectual dos mais velhos. Para bem envelhecer, o especialista destaca os quatro principais capitais necessários: saúde, conhecimento, social e financeiro, bases para uma postura “resiliente”, ou seja, capaz de superar barreiras e desafios.

Tom Kamber, PhD em Ciência Política pela University College New York (UCNY), Professor de Empreendedorismo Social e Filantropia na Columbia University e fundador e CEO do Older Adults Technology Services (OATS), defendeu mais ações de capacitação de idosos em tecnologia da informação. A OATS já ofereceu cursos a mais de 8 mil pessoas, em 80 cidades, por meio de dois centros próprios ou em parceria com entidades de apoio a idosos. “O segredo é oferecer ambientes acolhedores e cursos com bons conteúdos”, recomendou, lembrando a experiência com uma das alunas do OATS, que hoje dá aulas avançadas para outros idosos que desejam empreender na área de e-commerce.

Para o consultor Luís Rasquilha, o mundo vive a transição para a quinta geração industrial, na qual obter o diferencial nos negócios significa ser capaz de gerar inovações de forma rápida. E essa capacidade independe da idade, afirmou ele na palestra“Tendências globais em um mundo longevo”.

Nem o conceito de tempo é o mesmo dos nossos ancestrais. O físico Luiz Alberto Oliveira, doutor em Cosmologia e Pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCT), abordou as diferentes concepções do tempo através da história. Desde os ciclos arcaicos, determinados pela natureza, passando pela revolução do relógio mecânico, que deu autonomia à organização social, até as pesquisas recentes com outras formas de temporalidade, em que o infinito pode caber em um instante.

Participaram, também, do Fórum odoutor em Psicologia Experimental pela USP e Bacharel em Neurociência Esportiva, Emílio Takase; as jornalistas Cora Rónai e Mara Luquet; Hortência e Nuno Cobra, respectivamente, ícones do basquete e do treinamento de alta performance; e David Sinclair, pesquisador, consultor e especialista em políticas públicas para o envelhecimento e mudanças demográficas, e diretor do Centro de Longevidade Internacional do Reino Unido (ILC-UK).

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

As iniciativas incluem os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros; o Circuito da Longevidade – conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 380 mil participantes; e o programa Porteiro Amigo do Idoso, que já capacitou mais de dois mil profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Foto: Kelly Lubiato, Revista Apólice

Generali firma parceria com BMG para vender seguros

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A Generali, uma das principais seguradoras do mundo e primeira empresa estrangeira do setor a desembarcar no Brasil, em 1925, firmou uma parceria com o Banco BMG, uma das maiores e mais importantes instituições financeiras locais. O contrato, com duração de 20 anos, prevê a venda de seguros massificados em um mercado de 50 milhões de clientes. O início das vendas ao consumidor está previsto para o início de 2017.

Aposentados, pensionistas e funcionários públicos representam um segmento muito interessante para as seguradoras, com um grande potencial de crescimento em termos de vendas. Até hoje, contudo, a contratação de apólices para este grupo de pessoas é muito pequena. Atualmente, cerca de 11% da população brasileira têm mais de 60 anos. Em quatro décadas, este número deve superar a casa de 30%.

A iniciativa firmada entre a Generali e Banco BMG terá foco neste público e reforçará a função social da indústria de seguros. Hoje o BMG atua no segmento de linhas de crédito para pensionistas, que representa cerca de 33 milhões de pessoas, com previsão de chegar a 61 milhões em 2030 – além de atuar fortemente junto ao funcionalismo público.

“Este acordo permitirá inserir no mercado de seguros uma grande parcela da população que, normalmente, não tinha acesso a esses produtos. Agora, estas pessoas terão a oportunidade de prevenir e minimizar eventuais perdas, além de adquirir serviços muito úteis para garantir uma melhor qualidade de vida, por preços mais competitivos que no mercado convencional”, afirma Antônio Cássio dos Santos, CEO da Generali nas Américas.

Os canais de distribuição incluirão as agências bancárias da instituição e mais de três mil correspondentes. A parceria também se beneficiará do uso da rede de franquias Help! Loja de Crédito, com 400 unidades ativas, que deve atingir a marca de 1.500 pontos de venda até o fim do ano que vem. A Help! foi criada pelo Grupo BMG para oferecer uma gama de serviços próprios e de terceiros de forma simples, rápida e segura. O sistema de franquia desenvolvido pela empresa aproveita métodos e práticas inovadoras para negociar serviços adequados a aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos. Dentre os principais produtos, se destacam o empréstimo consignado, o cartão de crédito consignado por meio do BMG Card (o cartão de crédito que mais cresce no Brasil), o crédito pessoal e diversas opções de seguro.

“A parceria entre o BMG e a Generali representa muito mais que um acordo comercial e foi criada para oferecer os melhores produtos aos nossos clientes. É um negócio que complementa de forma importante nosso portfólio”, declara Antônio Hermann Azevedo, presidente do Banco.

De acordo com Jorge Sant’Anna, presidente da BMG Seguros, esta união reforça a estratégia do Grupo BMG de expandir sua oferta de produtos e serviços. Sant’Anna também destaca que atender este público é um desafio no Brasil. “A população está ficando cada vez mais madura e queremos ser a melhor opção para eles. A expectativa dessa parceria é gerar mais de R$27 bilhões em prêmios de seguros ao longo do contrato”, explica.

Na plataforma criada para os clientes do BMG haverá desde o seguro prestamista, que garante a quitação de prestações de empréstimos consignados em caso de morte ou invalidez, ao auxílio-funeral, passando por acidentes pessoais, seguros de viagem, educacional, residencial, automotivo, desemprego e até apólice que garante o pagamento de medicamentos em função de determinados sinistros.

“Acessar esse público é de extrema importância para o nosso negócio. As seguradoras precisam se adaptar ao amadurecimento da população, desenvolvendo apólices diferenciadas, inovando na abordagem e simplificando os processos de contratação e relacionamento com os clientes”, conclui Claudio Chiesa, head global de Bancassurance da Generali.

O Grupo Generali é uma das maiores companhias de seguro da Europa, com € 74 bilhões de prêmios totais em 2015, e a maior seguradora no ramo Vida naquele continente. Com 76 mil funcionários em todo o mundo, a Generali ocupa posição de destaque na Europa Ocidental e vem conquistando lugar cada vez mais relevante na Europa Centro-Oriental e na Ásia. Em 2015, o grupo foi incluído entre as 50 empresas mais inteligentes do mundo pelo MIT Technology Review.

Robert Half detecta forte demanda por profissionais de seguros

O Guia Salarial 2017 da Robert Half destaca espírito empreendedor e foco em resultados como habilidades em alta para posições em instituições financeiras, com dados interessantes sobre o mercado segurador. A consultoria comenta que a área de seguros passa por uma transformação com a chegada de novas estruturas financiadas por grandes fundos de investimentos, com foco em produtos mais rentáveis, por exemplo, ramos elementares, riscos de engenharia e responsabilidade civil. “Este movimento tem valorizado perfis mais arrojados para atuar na implementação de uma nova empresa”, aponta. Outra tendência no mercado de seguros é a comercialização de seguros on-line. “Estas plataformas continuarão a crescer, abrindo espaço para novas carreiras”, completa.

O setor de seguros também deve ser impactado por conta da nova estrutura da Susep e da recém-lançada diretoria de conduta com foco em aprimorar a fiscalização das práticas das seguradoras e corretoras de seguros com os consumidores. “Áreas com foco em relacionamento com o cliente como ouvidoria continuarão em alta e seus profissionais valorizados”, diz.

Outro destaque do segmento é a circular 521 com novas normativas ligadas a riscos. O período de adaptação a essas diretrizes pode gerar aquecimento em profissionais da área, especialmente quando as ações de fiscalização se intensificarem.

No Guia Salarial 2017 da Robert Half é possível ter acesso a informações estratégicas sobre recrutamento e tendências de remuneração para as oito áreas de atuação da empresa: engenharia, finanças e contabilidade, vendas e marketing, jurídico, mercado financeiro, recursos humanos, seguros e tecnologia. O estudo completo está disponível para download no site da empresa (www.roberthalf.com.br/guia-salarial).

Japonesa Sompo vai comprar seguradora Endurance Specialty dos EUA por US$ 6,3 bi

Fonte: Reuters, com reportagem de Mike Stone, Diptendu Lahiri, Taiga Uranaka e Thomas Wilson

A agência de notícias Reuters informa que a seguradora japonesa Sompo Holdings anunciou nesta quarta-feira que vai comprar a seguradora norte-americana Endurance Specialty Holdings por 6,3 bilhões de dólares, a mais recente operação de uma série de aquisições por parte das seguradoras carentes de crescimento no Japão.

As companhias de seguros do Japão foram comprando agressivamente empresas dos Estados Unidos, anunciando uma série de acordos multibilionários, conforme procuram crescer para além de um mercado interno que está amadurecendo rapidamente –com exceção da Sompo, que não tinha uma posição significativa nos EUA.

A Sompo, terceira maior seguradora de propriedade e acidentes do país com um valor de mercado de 12 bilhões de dólares, disse que acertou a compra de 67,7 milhões de ações da Endurance Specialty por 93 dólares cada, um prêmio de 40,3 por cento em relação ao preço médio da ação desde julho.

O presidente-executivo do grupo japonês, Kengo Sakurada, disse em uma entrevista coletiva que o prêmio não foi alto dado os prêmios pagos por outras seguradoras japonesas em negócios no exterior. Ele também disse que a administração da Endurance permaneceria, incluindo o presidente-executivo John Charman. “Queremos que a atual gestão fique, por isso estamos pagando um prêmio de controle”, afirmou.

O negócio é o segundo maior da história feito por uma seguradora japonesa, depois de a Tokio Marine Holdings pagar 7,5 bilhões de dólares para comprar a norte-americana HCC Insurance Holdings no ano passado. A Tokio Marine pagou um ágio de 35,8 por cento.

A Endurance, que tem um valor de mercado de 6 bilhões de dólares, concentra-se em linhas especializadas de seguro de propriedades pessoal e comercial e contra acidentes, além de resseguros. Em 2015, a empresa tinha 3,3 bilhões de dólares em prêmios brutos emitidos –o equivalente das receitas das seguradoras– e 355 milhões de dólares de lucro líquido.

Veja o que Mario Cavalcanti, da Liberty, pensa sobre o futuro do seguro automóvel

O Brasil tem um grande potencial para o mercado segurador, principalmente nos segmentos de carro e residência. Segundo Mario Cavalcante, diretor de Auto e Residência da Liberty Seguros, a inovação e a educação em seguros são duas peças chaves para proporcionar aos brasileiros proteções, desde as mais simples até as mais sofisticadas para garantir a recuperação do patrimônio das família em caso de algum acidente. O portfólio da Liberty Seguros conta com produtos para automóveis que oferecem desde coberturas de responsabilidade civil para veículos com até 25 anos até seguros para automóveis premium.

Veja abaixo a entrevista concedida para o blog Sonho Seguro:

Como resumiria o cenário de seguro automóvel no Brasil em 2016 e perspectivas para 2017, avaliando a situação atual, efeitos da crise, rentabilidade da carteira e o avanço da sinistralidade.

Depois de um decréscimo de produção em relação ao ano passado, principalmente pela redução de venda de veículos zero quilômetro, percebemos uma reação do mercado nos últimos meses. No caso da Liberty, a estratégia nesse cenário é diversificar a oferta de produtos, garantindo nossa atuação em diferentes nichos, desde o seguro para automóveis mais antigos até para veículos de luxo. Dois exemplos são os seguros Auto Consciente e Auto Exclusivo.

Recentemente a Liberty lançou o Auto Essencial. Como é esse produto?

É primeiro produto da seguradora voltado para casos de indenização integral por roubo, furto, colisão ou incêndio. O Liberty Auto Essencial é pensado para quem não quer correr riscos e ficar sem proteção, mas não pode arcar, no momento, com os custos de um seguro mais completo. Com um bom custo benefício, o Liberty Auto Essencial pode ser até cerca de 40% menor do que o de um seguro convencional. Além da cobertura em casos de indenização total, o seguro também traz assistências e serviços que podem auxiliar o cliente em momentos de emergência, desde a troca de um pneu até um guincho para a oficina ou sua residência, incluindo auxílio em casos de pane seca. Oferece assistências que garantem tranquilidade, como guincho, mecânico para conserto provisório, troca de pneus, chaveiro e socorro em caso de falta de combustível. Além da cobertura de danos materiais e corporais a terceiros, o segurado pode contratar a cobertura opcional de danos morais a terceiros. Outro benefício para os clientes e corretores é o sorteio mensal de R$5 mil.

E o Auto Consciente?

O Auto Consciente, por exemplo, é uma opção para proprietários de veículos que ainda não têm seguro e não querem arcar com os custos de um seguro convencional. Ele também é uma solução para quem tem mais de um automóvel e quer um seguro mais simples para aquele que é usado mais esporadicamente.
O Auto Consciente tem contratação fácil e sem burocracia, dispensando vistoria e é o único seguro no mercado que cobre veículos com até 25 anos. O seguro cobre danos materiais e corporais causados a outras pessoas ou empresas (Responsabilidade Civil Facultativa).

E o Auto Exclusivo?

Já o Auto Exclusivo oferece proteção para automóveis novos ou seminovos com valores a partir de R$ 200 mil. Entre as assistências oferecidas estão serviços emergenciais, mesmo se o segurado estiver em outro veículo, cobertura da blindagem e dos aparelhos de som e imagem, canal de atendimento exclusivo, guincho sem limite de quilometragem e carro reserva no padrão luxo em caso de pane ou quando o conserto do veículo segurado demorar mais de três dias. O Liberty Auto Exclusivo também oferece o atendimento de concierge, com orientação sobre reservas em hotéis e restaurantes, dados sobre empresas turísticas e agências de viagens, duração e escalas de voos, movimentação da bolsa de valores, cotação de moedas e acionamento de serviço de courier.
Também investimos na precificação justa e inteligente, por meio de iniciativas como o Programa Direção em Conta, que utiliza a telemetria para calcular o valor do seguro que o cliente irá pagar.

Tem conseguido reduzir custos para aprimorar o preço final diante da concorrência instalada no Brasil?

A Liberty Seguros busca constantemente ser mais eficiente e oferecer um atendimento excepcional aos clientes e corretores. Para isso, colocamos em prática iniciativas e programas internos que estimulam os funcionários a contribuir com ideias inovadoras, tanto para suas áreas quanto para a Liberty como um todo. Estas ideias podem envolver ou não a redução de gastos. Cada funcionário é protagonista e empoderado para identificar formas de melhorar seu próprio processo; a Liberty disponibiliza workshops – Como Identificar Melhorias e sobre Como Resolver Problemas – que estão disponíveis na grade de treinamentos da companhia. São workshops que apresentam conteúdos de forma lúdica em formato de jogos, ajudando os funcionários a identificar oportunidades. Em 3 anos, já identificamos cerca de 10 mil melhorias, sendo que 50% já foram implementadas. Consideramos fundamental olhar os ganhos sob quatro aspectos: produtividade, voz do cliente, engajamento dos nossos funcionários e ganhos financeiros.

Como avalia no quadro atual e possível evolução dos efeitos das Tecnologias no segmento?

Acreditamos que a tecnologia terá um impacto significativo no longo prazo, podendo até mesmo mudar a natureza do nosso negócio. Os efeitos mais imediatos podem ser atribuídos ao surgimento de novas maneiras das pessoas se relacionarem e utilizarem automóveis, como o compartilhamento, por exemplo. No médio e longo prazo, a tendência dos carros autônomos também deve mudar consideravelmente a natureza do risco e o mercado precisará se adequar a esta nova realidade.

Futuro. Qual o impacto sobre o setor de eventuais mudanças no conceito de Auto, como os carros sem motoristas, compartilhamento de veículos e decisão das pessoas por não terem mais carros diante do avanço das ciclovias e transportes públicos de melhor qualidade?

Estudamos constantemente o setor e estamos atentos às possíveis mudanças e impactos no nosso segmento. Temos uma área de inovação que também nos apoia nestas pesquisas e monitoramento do mercado e tendências. Algumas tendências que podemos mencionar incluem: uso de telemetria para uma precificação mais justa, adequação ao modelo de carro compartilhado, novas alternativas de seguro para quem está migrando para outros meios de locomoção ou de uso do veículo.

E a telemetria?

Já implementamos um programa de telemetria na Liberty Seguros, o Direção em Conta. O Direção em Conta ainda está em fase piloto, mas a ideia é expandir o número de motoristas beneficiados pela iniciativa e aumentar a área de atuação do Programa Direção em Conta para outros estados do Brasil. Atualmente o programa funciona em 3 estados (São Paulo, Paraná e Santa Catarina) com mais de 20 pontos de venda entre corretores tradicionais são concessionárias de automóveis e estamos expandindo gradativamente. Estimamos que até o fim de 2017 cerca de 10 mil segurados participem do programa. Só iniciamos o programa em um canal específico porque o uso dessa tecnologia é muito inovador para o mercado e queremos acompanhar de perto os primeiros usos para garantir que o cliente tenha uma experiência realmente incrível de uso. Mas a ideia é expandir rapidamente o programa. Acreditamos que todos os segurados terão acesso ao programa nos próximos 2 anos com a popularização e barateamento dessa tecnologia. No máximo em 2 anos todos os carros novos já virão conectados de fábrica e a Liberty já está se antecipando a esse movimento.

Quando essas mudanças de comportamento chegarão a afetar o setor?

Acreditamos que alguns impactos serão rápidos, mas os carros autônomos sem motorista, por exemplo, ainda devem demorar cerca de 10 anos para chegar. Algumas inovações avançam muito rapidamente, mas outras levam mais tempo para serem percebidas. Um exemplo é o carro híbrido, um conceito que vem sendo difundido há bastante tempo, mas só agora começamos a observar pontos com tomadas de abastecimento em locais públicos ou edifícios preparados para isso.

Setor cresce 8% em vendas e lucro cai para R$ 9 bi até agosto

O mercado segurador registrou crescimento nominal de 8%, para R$ 150,3 bilhões, no período de janeiro a agosto de 2016, em relação ao mesmo período de 2015. De acordo com o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no primeiro trimestre houve expansão de 3,63%, com aceleração para 6,98% no acumulado até junho. Seguros gerais apresentou faturamento de R$ 43,8 bilhões, avanço nominal de 2%; seguros de pessoas (inclui VGBL) para R$ 85,3 bilhões (14%), PGBL e outras rendas de previdência R$ 7,4 bilhões (-2%); e capitalização R$ 13,6 bilhÕes (-2%).

Dados da Susep consolidado pela consultoria Siscorp informam que o lucro líquido do setor acumulou R$ 9,4 bilhões até agosto, R$ 1 bilhão a menos do que no mesmo período do ano passado. O primeiro lugar é do Bradesco, com ganho líquido de R$ 3 bilhões nos oito primeiros meses do ano. O Itaú, que era segundo em agosto do ano passado, caiu para terceiro neste ano, com lucro de R$ 1,6 bilhão (R$ 2,3 bi em agosto de 2015). O grupo BB Mapfre passou de terceiro para segundo no período, com R$ 1,8 bilhão (R$ 2,1 bi em agosto de 2015).

Segundo Coriolano, a melhora dos números do mercado de seguros, porém, ainda não reflete um ambiente econômico mais ativo, e sim a preocupação das pessoas em proteger sua vida e seu patrimônio em momentos de crise, e atribuiu aos números positivos do mercado, no acumulado do ano até agosto, a melhora no desempenho do segmento de automóvel. “O seguro de automóvel apresentou números melhores como resposta da procura por alternativas para compensar a queda das vendas de veículos zero km como, por exemplo, vendas de veículos usados”, explicou Coriolano em nota enviada à imprensa.

Outros ramos como o seguro rural, o seguro-garantia, o seguro de vida e a previdência (VGBL), principalmente os dois últimos, também têm contribuído para o desempenho do mercado de seguros no Brasil. Contudo, uma retomada no cenário macro, de acordo com o presidente da CNseg, só se dará este ano caso o Governo avance nas questões das grandes obras e na reforma da Previdência. “Do contrário, o mercado de seguros só vai reagir o ano que vem”, acrescentou. Para este ano, Marcio Coriolano reafirmou a projeção de avanço para o setor, que arrecada cerca de R$ 450 bilhões e soma R$ 800 bilhões em ativos, em torno dos 8,5% ante 2015.

Seguro de Crédito e Garantia – Sobrepujando o aumento do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) nos últimos doze meses de 4,9%, a arrecadação do Seguro-Garantia voltado às obras públicas acumula um notável crescimento nominal de 29,8% de janeiro a agosto de 2016. Este ramo se destacou dentro de Crédito e Garantia, grupo que teve variação nominal de 10,7% no acumulado de janeiro a agosto deste ano.

VGBL – Produto vendido majoritariamente de forma individual e com uma concentração de aproximadamente 99% dos prêmios arrecadados em seguradoras que fazem parte de conglomerados financeiros, a modalidade VGBL se mantêm como grande propulsora do crescimento do mercado supervisionado pela Susep, com variação nominal na arrecadação de prêmios de 17,8% no acumulado de janeiro a agosto deste ano.

Vida | Seguro Individual – Responsável por mais de 40% dos prêmios arrecadados nos produtos de Coberturas de Pessoas – Planos de Risco, entre os produtos Vida, o grande destaque são os planos individuais, que apresentaram variação nominal de 29,8% de janeiro a agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior.

Seguro Rural – O Seguro Rural apresentou crescimento nominal positivo de 17,2% no acumulado do ano, de janeiro até agosto de 2016.

Seguro de Automóvel – O Seguro de Automóvel, representado principalmente pelos ramos Casco (70%) e Responsabilidade Civil Facultativa RCF-V (22%), apresentou até agosto, desaceleração de 1,3% menor do que a registrada nos primeiros sete meses do ano.