Sompo contrata Rogério Santos para expandir \atuação no interior de São Paulo

Release

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – acaba de contratar Rogério Santos como responsável pela área comercial do Interior de São Paulo. Com 21 anos de experiência no segmento de seguros, o executivo chega com o desafio de incrementar a atuação da companhia em praças de todo o interior do estado.

Formado em Administração de Empresas (UNICEP) e com MBA em Gestão de Mercado de Seguros (CUML/Funenseg), Rogério Santos tem 21 anos de experiência em cargos executivos de grandes companhias nacionais e multinacionais do segmento de seguros. Em sua carreira atuou sobretudo nos segmentos de Ramos Elementares e Benefícios e nos canais de Varejo e Corporativo dos Estados de São Paulo e Paraná, bem como em regiões como Centro Oeste, Norte e Triângulo Mineiro. Além disso, o executivo também foi responsável por projetos de desenvolvimento e reestruturação de equipes de vendas.

Provisões de títulos de capitalização ultrapassam R$ 29 bi até setembro

As provisões técnicas do segmento de títulos de capitalização – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – superaram os R$ 29 bilhões de janeiro a setembro deste ano. A receita global do segmento de títulos de capitalização atingiu R$ 15,5 bilhões.

Entre os meses de janeiro e setembro, o segmento distribuiu mais de mais R$ 860 milhões em sorteios, registrando um crescimento de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O montante equivale ao pagamento de R$ 4,5 milhões em prêmios por dia útil no período. As informações são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Ainda segundo os dados da Federação, os resgates, valores que são retornam aos clientes e suas famílias ao fim da vigência dos planos de capitalização, ou até mesmo antes, por meio de resgates antecipados, atingiram os R$ 14 bilhões, registrando assim um aumento de 17,3% em relação ao mesmo período de 2015.

“Quando adquire um título, o que o cliente deseja, seja ele de baixa ou alta renda, é o desenvolvimento de disciplina financeira para formação de uma reserva. Com a Capitalização, por meio de mecanismos como a carência para resgates, presente em praticamente todas as modalidades, e do débito direto em conta-corrente, é possível criar o hábito de guardar dinheiro. A possibilidade de ser sorteado é um estímulo para que economizar passe a ser uma rotina”, afirma Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

As empresas de capitalização estão investindo cada vez mais em produtos para os mais variados perfis de consumidores. Mas para garantir que o cliente saiba exatamente o que está comprando, a melhoria na comunicação tem sido uma prioridade, o que inclui desde a produção de materiais promocionais e peças publicitárias em linguagem clara e objetiva até a intensificação do treinamento de equipes de vendas. “O cliente, hoje em dia, tem mais consciência dos seus direitos e a percepção do funcionamento dos títulos de capitalização é muito maior”, finaliza Marco Barros.

Instituto debate projeto que propõe inserir o aposentado no mercado de trabalho

Fonte: Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

O gerente Institucional do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Antônio Leitão, será um dos palestrantes do II Congresso de Gerontologia da USP, nesta quinta-feira (1/12), na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da universidade. Ele falará sobre ‘O RETA: inovação em políticas públicas para o trabalho dos 60+’.

O RETA – Regime Especial de Trabalho do Aposentado – é um projeto de lei que propõe inserir o aposentado com mais de 60 anos no mercado de trabalho, tornando sua contratação atraente às empresas. “O aumento da expectativa de vida do brasileiro convida para debates como esse, que não podem ser mais adiados pela sociedade”, reforça Antônio Leitão.

Sobre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon – O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelo Grupo Mongeral Aegon com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos.

A entidade está associada a outros institutos de longevidade no mundo, como o Centro da Transamerica (Aegon EUA) para Estudos de Aposentadoria e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria (Holanda). Os três têm apoio do Grupo Aegon, que atua em mais de 20 países. O objetivo é manter sempre latente a reflexão e o debate público, além de inspirar governos e outras organizações a implantar políticas que auxiliem às pessoas a continuarem ativas por mais tempo, sempre atentas ao bem-estar e ao conceito de educação financeira. www.institutomongeralaegon.org

Serviço

II Congresso de Gerontologia da USP

Palestra ‘O RETA: inovação em políticas públicas para o trabalho dos 60+’, 01/12, das 18h às 18h30

Rua Arlindo Béttio, 1000 – Ermelino Matarazzo, São Paulo

(Transporte público – Estação USP- Leste com acesso direto ao Campus EACH-USP)
Tel.: (11) 3091-1004

http://congressogerontologiausp.strikingly.com/#ii-congresso-de

Avança projeto de Lei do Contrato de Seguro

Fonte: Ernesto Tzirulnik

Ficou pronto na semana passada o relatório do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) para o projeto de lei que estabelece regras para o contrato de seguro no Brasil. A expectativa é de que o texto seja aprovado ainda este ano pela Comissão Especial que o examina na Câmara dos Deputados e em 2017 pelo Senado.

“A lei é produto de negociações. Há mais de 13 anos nos engajamos na luta para que o Brasil tenha uma lei especial de contrato de seguro, pois é um setor que precisa urgentemente de boas regras contratuais. O Brasil, além de recém saído de setenta anos de monopólio de resseguro e grande intervenção, é dos poucos países que não conta com regulamentação desse tipo, apesar de toda sua importância. Houve muita resistência de alguns setores, mas, finalmente, chegamos a um texto que, apesar de algumas poucas questões terem sido praticamente excluídas ou até mesmo dispostas de forma divergente com o que propúnhamos, mantém a essência do projeto que defendemos desde o princípio”, comemora o advogado Ernesto Tzirulnik, preside nte do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), coordenador dos anteprojetos desde 2002 e principal defensor da lei.

O projeto original foi apresentado pelo então deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) em 13 de maio de 2004. O texto já passou por diversas alterações, apoiadas pelo IBDS e agora recebeu modificações para atender pleitos da CNSeg e da Fenacor em questões que afetavam diretamente a responsabilidade das seguradoras e dos corretores.

“O mercado de seguros no Brasil é grande e tem muito espaço para crescer. No ano passado, o setor movimentou mais de três centenas de bilhões de reais, e apenas o mercado de comissões de seguro girou mais de R$ 32 bilhões. No entanto, há muitos conflitos, desentendimentos e abusos nas relações entre seguradoras e segurados, que são fruto justamente da falta de regulamentação específica. A lei do contrato de seguros coloca o Brasil num outro patamar em termos de respeito entre as partes nas relações de consumo e garante mais segurança jurídica para todos os envolvidos”, destaca Tzirulnik.

Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo anuncia vencedores

Na noite ontem, quinta-feira, 24, foram revelados durante cerimônia de premiação, em São Paulo, os vencedores do 9º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. Com recorde de matérias participantes – cerca de 2,5 mil –, o concurso atingiu a marca de 11.870 inscrições desde sua primeira edição.

Do total de inscrições vindas de jornalistas de 55 cidades brasileiras, 40 chegaram à final e oito ganharam o Prêmio. Os vencedores foram eleitos após análise e debate do Comitê de Premiação, composto por jornalistas e especialistas nos temas do concurso, sem qualquer participação da Allianz Seguros. Confira aqui os currículos dos jurados.

“Além de uma empresa, a Allianz é uma cidadã corporativa e, como tal, deseja contribuir para o desenvolvimento do país em todos os aspectos. Como elemento da sociedade, queremos contribuir na disseminação da cultura do seguro, importante não apenas como negócio, mas também como meio de precaver o segurado em momentos de necessidade. Também almejamos disseminar ideias sustentáveis, um dos nossos pilares, começando com atitudes dentro da própria seguradora. Por último, temos o objetivo de construir uma comunidade mais igualitária e, nesse caso, não há arma mais poderosa do que a educação. Todas essas atitudes, engajamento dos nossos funcionários e o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo corroboram o comprometimento da companhia com o futuro do país” afirma Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros.

No tema “Seguros”, concorriam 15 finalistas, cinco por categoria. E as reportagens vencedoras foram as assinadas por Daniel Barros, da Exame; Márcia Alves, da APTS Notícias; e Priscila Yazbek, do portal Exame.com. As matérias finalistas deste tema, foram julgadas pelo comitê formado por Denise Bueno, Hélio Gurovitz e Walter Polido. O jornal O Estado de S.Paulo e a revista Exame ainda receberam menções honrosas por terem sido os veículos que mais deram espaço a notícias relacionadas ao mercado segurador, considerando as matérias inscritas na categoria Nacional e Regional.

Em “Sustentabilidade – Mudanças Ambientais”, 20 trabalhos, de quatro categorias, veiculados em impressos, portais, emissoras de rádio e TV e meios de comunicação corporativos estavam na final. Os ganhadores são: Patrik Camporez, de A Gazeta (ES); Patrícia Araújo, da TV Brasil; Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha; e Hemília Maia Ribeiro, do Portal Unemat.

O trabalho vencedor da categoria “Linguagem Escrita – Nacional e Regional” foi eleito por Aldem Bourscheit, Dal Marcondes e Luciana Soler. Os dois últimos jurados, acompanhados por José Pascowitch, também foram responsáveis por apontar o primeiro colocado em Comunicação Corporativa.

Heródoto Barbeiro e Priscila Brandão compuseram o júri de Telejornalismo e Anchieta Filho e Mariza Tavares o de Radiojornalismo. Os dois comitês contaram ainda com a participação e análise de Paulo Artaxo, que atuou como jurado técnico-científico.

Pela primeira vez no concurso, o troféu do tema “Especial Educação Allianz Auto Instituto Ayrton Senna” foi conquistado por Luiz Fernando de Toledo, de O Estado de S.Paulo. As matérias finalistas deste tema foram julgadas por Daniel Cara, Renata Cafardo e Renato Janine Ribeiro.

Cobertura de vidro no seguro de carro gera economia, alerta Minuto Seguros

Fonte: Minuto Seguros

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, fez um levantamento do que é preciso saber na contratação desse serviço e não se assustar com os valores para reparar qualquer vidro do carro.

Vale ressaltar que, caso você se envolva em um acidente que cause danos em várias partes do veículo, inclusive nos vidros, todo o reparo será coberto pela cobertura tradicional do seu seguro. No entanto, se houver algum tipo de acidente que cause danos exclusivamente aos vidros, lanternas e faróis, os prejuízos podem ficar abaixo da franquia do seu seguro e você terá que arcar do próprio bolso o conserto dessas peças. Agora, se você contratou a cobertura de vidros, terá uma boa economia.

A cobertura mais básica da garantia de vidros inclui os seguintes itens: vidros dianteiros (para-brisas), traseiros e laterais. Para se ter uma ideia, o valor médio de um novo para-brisa do Chevrolet Onix (carro mais vendido no Brasil em 2016) custa aproximadamente R$ 420, fora a mão de obra. Mas, se você pagar pela a garantia de vidros, a economia pode ultrapassar em 40% deste valor, considerando o valor pago pela cobertura e pela franquia (a franquia dessa cobertura é um valor muito menor do que a franquia do seguro do seu carro).

Outra possibilidade para o proprietário é contratar a garantia de vidros completa, que além da cobertura para os vidros, cobre itens como faróis, lanternas, retrovisores e em alguns casos, até mesmo, em alguns casos, insufilm e faróis de xênon e outros modelos especiais. O custo de um novo farol do HB20, da Hyundai, por exemplo, custa no mercado aproximadamente R$ 345, mas caso o dono possua uma garantia de vidros completa, a economia ultrapassa 50% deste valor, considerando o valor pago pela cobertura e pela franquia.

O sócio-diretor da Minuto Seguros, Manes Erlichman Neto, recomenda a contratação de garantia de vidros. “Parcela dos segurados não contratam esse serviço adicional pensando na economia, mas acabam gastando mais, caso se envolvam em acidentes que causem danos exclusivamente nessas peças. A garantia de vidros é altamente recomendada, pois é muito frequente danos causados por pedras que batem nos vidros, retrovisores serem atingidos por motocicletas e faróis e lanternas serem danificados em pequenas manobras”, comenta o executivo.

Aon compra Admix, líder em saúde e benefícios

Conforme antecipou o blog Sonho Seguro no dia 23, segue agora a versão oficial da Aon.

Release

Aon assina acordo de aquisição de corretora líder em soluções de Saúde e Benefícios no Brasil

Compra da Admix potencializará o serviço de consultoria e corretagem da companhia em um mercado emergente promissor

São Paulo, 25 de novembro de 2016 – A Aon – consultoria em gestão de riscos, benefícios e capital humano, corretora de seguros, seguros massificados e resseguros – anuncia a assinatura do acordo para adquirir a Admix, empresa líder em consultoria e corretagem em gestão de saúde e benefícios no Brasil. A partir de agora, a união fica condicionada à análise e aprovação regulamentar da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) por envolver empresa regulada, a ADM Administradora de Benefícios. A Aon ressalta que respeitará rigorosamente os trâmites do órgão regulador.

Uma vez aprovada, a aquisição da Admix dobrará o tamanho do segmento de Saúde e Benefícios (H&B) da Aon Brasil, apoiará estratégias de agregação de valor para clientes locais, regionais e globais, e fortalecerá a posição como líder de mercado. Além disso, potencializará a capacidade de atender melhor os grandes clientes corporativos, ao mesmo tempo em que intensificará o crescimento da Aon no mercado de pequenas e médias empresas.

No que tange à tecnologia e sistemas, além de fomentar excelência operacional para toda a carteira de clientes, a plataforma da Admix fortalecerá o relacionamento com uma importante rede de corretoras parceiras que atendem clientes em todo o Brasil. “A união com a Admix oferecerá aos nossos clientes, seguradoras-parceiras e colaboradores uma série de oportunidades, inclusive para nós mesmos em aprimorar nossas competências no Brasil e na América Latina, expandindo nossa oferta em um setor que é cada vez mais importante para os empregadores, a economia do país e os consumidores no Brasil”, afirma Fernando Pereira, CEO da Aon América Latina.

Com mais de 25 anos de experiência, a Admix conta com uma equipe de aproximadamente 900 colaboradores. Sediada em São Paulo e com escritórios no Rio de Janeiro e Bahia, a Admix possui uma carteira de 6.700 clientes, distribuídos nos segmentos de pequenas, médias e grandes empresas (corporativo). A sua carteira é de 1,4 milhão de vidas, com cerca de R$ 2 bilhões em prêmios colocados no mercado. “Certamente, este importante e grandioso investimento em nosso negócio é uma demonstração da confiança que a Aon global tem em nosso time e no potencial de mercado do Brasil e da América Latina”, considera o presidente da Aon Brasil, Marcelo Munerato de Almeida.

Os parceiros e clientes da Admix continuarão a obter os benefícios e serviços de uma plataforma operacional escalável, bem como recursos aprimorados de dados e análises. “Estamos entusiasmados com a visão da Aon para o futuro de saúde e benefícios no Brasil, como evidenciado por esse investimento, para criar uma empresa combinada com pessoas e soluções de grande qualidade”, diz Cesar Antunes, fundador e proprietário da Admix.

O mercado privado de Saúde e Benefícios no Brasil está em constante crescimento, apesar das condições macroeconômicas desafiantes do país. “Acreditamos que o crescimento acelere à medida que as condições econômicas apresentem melhoras, possibilitando que as empresas voltem a priorizar suas formas de atrair e reter talentos”, comenta John Zern, CEO global da Aon para o segmento de Saúde e Benefícios (H&B).

SulAmérica firma parceria com Waze e fornece alertas e dicas de segurança aos motoristas

A SulAmérica acaba de firmar parceria inédita com o Waze para que a seguradora forneça novos serviços aos usuários do aplicativo, por meio de pop ups e banners. A iniciativa tem o objetivo de tornar a plataforma ainda mais proveitosa, passando a ser um canal de informações diferenciadas ao motorista, além das funções usuais de cálculo de rota de acordo com o trânsito. A parceria está em linha com a estratégia de prestação de serviços da seguradora.

Entre as dicas exclusivas fornecidas pela SulAmérica estão o aviso para o acendimento do farol em estradas durante o dia, sinalização de locais com velocidade reduzida, indicação de cruzamentos com alto índice de acidentes e avisos sobre áreas escolares ou que contenham ciclistas. Também estão dentro do pacote de prestação de serviço informações relativas à previsão do tempo, incluindo temperatura no local de destino.

“Queremos continuar prestando serviços que tragam dinamismo e mobilidade para o dia a dia do motorista. A ideia é que as dicas fornecidas pela SulAmérica contribuam ainda mais para que o motorista esteja bem informado e mais seguro por todo o caminho”, acrescenta o vice-presidente de Auto e Massificados da SuAmérica, Eduardo Dal Ri.

A iniciativa foi executada pela agência Grey Brasil. Além dos serviços lançados em parceria com o aplicativo de trânsito, a SulAmérica oferece, desde 2013, o app SulAmérica Auto, mantendo sua preocupação em promover agilidade, economia e praticidade aos segurados. Disponível na App Store (iOS) e no Google Play (Android), o programa permite funcionalidades como cotação e realização (além do acompanhamento) de pequenos reparos no veículo, visualização em tempo real do socorro mecânico para emergências, além de solicitação de serviços de limpeza e higienização em data e local escolhidos pelo segurado. O app disponibiliza ainda o cartão do segurado, informações sobre a apólice, pagamento, localização dos postos de vistoria e Centros Automotivos SulAmérica (CASA), e canais de atendimento da seguradora.

VALOR: Indústria de seguros testa uso da moeda virtual

A revolução digital chega aos poucos ao tradicional mercado segurador e certamente mudará os meios de pagamentos hoje utilizados pelas companhias de seguros e de resseguros. Certos de que em breve a moeda virtual será regulamentada, uma vez que já é pauta dos principais órgãos reguladores do mercado financeiro em todo o mundo, o setor de seguros acompanha atentamente o tema. Há testes com o pagamento de quantias módicas em bitcoin equivalentes a R$ 5 para compras de produtos simples por smarthphones e também para o pagamento de bilionários e complexos contratos de resseguro de grandes riscos, dos quais participam um grande número de companhias. Porto Seguro, IRB Brasil e pool de seguradoras internacionais citam seus estudos e projeto piloto na reportagem do Valor que circula no Especial Meios de Pagamentos.

Leia mais no Valor Econômico

STJ reitera regras contratuais para reajustes por faixa etária

Fonte: CNseg

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou, na quarta-feira, a validade das cláusulas contratuais que preveem reajuste das mensalidades dos planos de saúde individual e familiar em razão da mudança de faixa etária. A decisão dos juízes foi unânime e fixada em recurso repetitivo. Ou seja, a orientação deve ser seguida pelos demais juízes do país. Por conta do julgamento dessa tese, o STJ contabilizava 1.412 processos suspensos em todo o Brasil, cuja a controvérsia girava em torno da validade, ou não, desse tipo de reajuste.

“A decisão do Poder Judiciário põe um ponto final no debate sobre a discordância do reajuste dos planos de saúde por faixa etária. O cálculo de reajuste das mensalidades leva em consideração, entre outras questões, o equilíbrio nas despesas assistenciais entre jovens e idosos, o chamado sistema de mutualismo”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

A tese foi firmada pela 2ª Seção por meio do julgamento do Recurso Especial 1.568.244/RJ, de relatoria do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A questão reitera que a variação das prestações em razão da idade do usuário deverá estar prevista no contrato de forma clara. Para o ministro, é razoável que os planos de saúde adotem cláusulas de aumento da mensalidade em razão da idade, já que as despesas médicas de pessoas idosas são, geralmente, mais altas. “É justo que jovens e idosos paguem valores compatíveis com os serviços prestados pelas operadoras”, apontou o relator.

Durante o 2º Fórum de Saúde Suplementar, organizado pela FenaSaúde, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Paulo de Tarso Vieira Sansevereino destacou as regras pactuadas: “Estão estabelecidos vários critérios para aferir a abusividade ou não do valor do reajuste das mensalidades, como o respeito as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a exigência da previsão em contrato da elevação do valor”.

Como funciona – O funcionamento dos planos de saúde é regido pelo princípio básico do mutualismo, no qual os consumidores mais novos, de menor risco e que estão na vida ativa, pagam um pouco mais do que o custo médio de sua faixa etária, para que os idosos possam manter o plano.

Para ter uma ideia, levantamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de 2014, apresenta as diferenças percentuais de ‘Custo por Exposto’ entre jovens e idosos: o idoso custa 7,5 vezes mais no item ‘Exames complementares’, 5,7 vezes mais em ‘Terapias’, 6,7 vezes mais em ‘Outros atendimentos ambulatoriais’, 6,9 vezes mais nas ‘Internações’, e 7,7 vezes mais nas ‘Demais despesas assistenciais’. O custo médio assistencial de um beneficiário acima de 59 anos é de R$8.036,35, segundo a Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).

O reajuste por faixa etária foi definido na Resolução Normativa 63/2003 da ANS, que disciplinou, para os contratos celebrados a partir de janeiro de 2004, dez faixas etárias, e algumas limitações na formação do preço. O valor fixado para a 10ª faixa não poderá ser superior a seis vezes o valor da 1ª faixa etária; e a variação acumulada entre a 7ª e a 10ª faixa não poderá ser superior à variação acumulada entre a 1ª e a 7ª faixas. A primeira faixa vai até os 18 anos e a última faixa etária representa todos os indivíduos maiores de 59 anos.