2º Fórum IRB(P&D) debaterá transferência de riscos e inovação

O IRB(P&D), área do IRB(Re) com dedicação exclusiva à pesquisa e ao desenvolvimento, promove no dia 6 de agosto, no Rio de Janeiro, o 2º Fórum IRB(P&D). Com o tema “Transferência de riscos: estratégias e inovações”, o evento reunirá representantes do mercado de seguros e resseguros, do setor público e especialistas do Brasil e do exterior.

“Mais uma vez, o fórum permitirá a troca de ideias e o debate entre lideranças dos setores públicos e privados. Essa cooperação é importante para buscar soluções que atendam à sociedade. Temas complexos, como as mudanças climáticas e a transferência de riscos, exigem uma atenção e dedicação. São temas que geram um grande desafio. O conhecimento é fundamental para a correta transferência de riscos. E sem transferência de riscos, o desenvolvimento econômico do nosso país fica limitado”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).

“No ano passado, no 1° Fórum IRB(P&D), o foco esteve em riscos climáticos e desastres naturais. Em 2025, a agenda continua contemplando a avaliação de riscos climáticos, mas se expande para incluir inovações e novos mecanismos de transferência de risco, como, por exemplo, as aplicações de inteligência artificial na precificação e na análise de seguros e resseguros. Queremos discutir caminhos para oferecer proteção mais ampla, sem perder de vista a centralidade da questão climática”, explica Eduarda de La Rocque, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re), responsável pelo IRB(P&D).

Pelo segundo ano consecutivo, o fórum conta com o apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Dyogo Oliveira, presidente da entidade, destaca a importância de os diferentes setores compartilharem suas visões: “Ao reunir temas como inovação, inteligência artificial e resiliência frente aos eventos extremos, o 2º Fórum contribui de forma concreta para o fortalecimento do mercado de seguros como agente estratégico de sustentabilidade e estabilidade econômica. Debater riscos e propor caminhos é o que nos permite transformar incertezas em oportunidades”.

Aberto apenas para convidados, o 2º Fórum IRB(P&D) reunirá nomes como Frederik Bisbjerg, vice-presidente do eData Information; Simon Solvsten, Centro Europeu de Estudos em Risco e Resiliência da Universidade do Sul da Dinamarca; Stuart Calam, líder de pesquisa em Riscos Tecnológicos da WTW Research Network; Stéphane Loisel, titular da Cátedra em Ciências Atuariais e Riscos da CNAM Paris/Lirsa; e Anderson Ribeiro Correia, presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Haverá ainda a participação de representantes da CNseg, Susep, Ministério da Fazenda, Banco Mundial, BID, Bradesco Seguros, Brasilseg, Tokio Marine e Potencial Seguros, entre outras instituições e empresas.

CNseg e APS reforçam aliança para enfrentar impactos climáticos no setor de seguros

por Carla Simões, de Lisboa

Diante de um cenário climático cada vez mais instável e extremo, os mercados seguradores do Brasil e de Portugal estão intensificando o diálogo em busca de soluções conjuntas. Em encontro realizado em Lisboa, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, e o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), José Galamba de Oliveira, debateram iniciativas estratégicas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e evitar que a crise ambiental se transforme também numa crise de segurabilidade.

“A intensificação dos eventos extremos, como secas e enchentes, ameaça a sustentabilidade técnica do seguro tradicional. Precisamos de inovação, cooperação e, sobretudo, coragem para adaptar o setor a esse novo tempo”, afirmou Dyogo Oliveira durante a reunião.

O Brasil já vive os efeitos dessa transformação. O Rio Grande do Sul, que enfrentou enchentes severas nos últimos 2 anos preocupa o mercado. “Tenho receio de vermos surgir os chamados desertos de seguro — áreas onde simplesmente não há cobertura. Nos EUA, isso já é realidade em zonas de furacão e incêndios florestais. O Brasil precisa agir antes que isso se torne irreversível”, alertou Oliveira.

José Galamba de Oliveira compartilhou os desafios climáticos recentes em Portugal. “Tivemos o maio mais chuvoso em 50 anos e, semanas depois, enfrentamos ondas de calor que elevam o risco de incêndios. O anticiclone dos Açores ainda nos protege em parte, mas já vivemos os efeitos da nova realidade climática”, destacou.

Segundo ele, a repetição de eventos extremos e a perda da neutralidade climática impõem uma reinvenção do setor. “Não se trata mais de saber se os eventos acontecerão, mas com que frequência e intensidade.”

Durante o encontro, a APS apresentou à CNseg uma plataforma digital desenvolvida em Portugal para mapeamento de riscos climáticos, especialmente inundações, que já é usada no processo de subscrição pelas seguradoras portuguesas. A ferramenta tem semelhanças com o Hub de Risco Climático que está sendo desenvolvido pela CNseg, iniciativa essa que reúne dados socioambientais, análises de risco e projeções climáticas, com apoio de universidades.

“O uso intensivo de dados e inteligência geográfica é essencial para garantir a continuidade do seguro em áreas vulneráveis”, explicou Dyogo Oliveira. Duas bases de dados já estão em fase final de desenvolvimento no Brasil: uma voltada ao seguro rural, com histórico ambiental e social dos produtores, e outra focada em áreas com risco de inundação.

Seguro de Catástrofe e inovação regulatória e COP30

Outra proposta em discussão é a criação no Brasil, destacou Dyogo à APS, é o  Seguro Social de Catástrofe — um produto paramétrico de indenização emergencial (R$ 10 mil) para famílias atingidas por enchentes e deslizamentos. A contratação seria acoplada à conta de luz, garantindo capilaridade. “Estamos em articulação com o Legislativo para apresentar o projeto de lei ainda este ano”, afirmou Oliveira.

Além disso, foram discutidas iniciativas como o uso de green bonds pelo Tesouro Nacional, o desenvolvimento de seguros para concessões florestais e a definição da taxonomia sustentável do setor de seguros, com atenção para evitar exclusões arbitrárias de setores produtivos.

O encontro também reforçou o convite à APS para participar da Casa do Seguro, estrutura que será montada pela CNseg durante a COP 30, em Belém (PA), em 2025. Com 1.600 m², o espaço funcionará como um hub de conteúdo, diálogo internacional e articulação do setor segurador com agendas de adaptação, mitigação e financiamento climático.

“Essa cooperação entre Brasil e Portugal é um passo importante para que os mercados seguradores estejam à altura dos desafios da transição climática. O futuro do seguro será colaborativo ou não será”, concluiu Dyogo Oliveira.

MAPFRE RE firma acordo para acesso global a dados de inundações via satélite da ICEYE

A MAPFRE RE, resseguradora global do grupo MAPFRE, firmou um acordo com a ICEYE, especializada em soluções de gestão de desastres baseadas em satélites, para a utilização global de sua base de dados sobre inundações, conhecida como Flood Insights. A parceria tem como objetivo aprimorar a capacidade da MAPFRE RE de resposta rápida e eficaz a eventos catastróficos naturais.

Pelo acordo, a resseguradora passará a integrar os dados quase em tempo real da ICEYE ao seu sistema de resposta a catástrofes. Com imagens de alta resolução sobre áreas atingidas por inundações, será possível estimar perdas de forma mais ágil e obter uma visão imediata do impacto financeiro em suas carteiras de resseguro. As informações também contribuirão para uma comunicação mais precisa com parceiros e stakeholders durante a evolução dos eventos.

A ICEYE opera uma constelação de satélites com radar de abertura sintética (SAR), que permite mapear a extensão de inundações e o nível de alagamento por edifício em escala global — muitas vezes, poucas horas após o evento. A tecnologia é especialmente útil em regiões como a América Latina, onde o acesso a dados de observação terrestre em tempo quase real é limitado.

A MAPFRE RE também avalia a possibilidade de utilizar a solução de furacões da ICEYE, lançada em março de 2025 para a temporada de ciclones nos Estados Unidos. O sistema fornece, em até 24 horas após o impacto, uma visão integrada dos danos causados por vento e água ao longo da trajetória do furacão.

“Este acordo representa um avanço importante em nossa colaboração com a MAPFRE RE”, afirmou Rupert Bidwell, vice-presidente de soluções para seguros da ICEYE, em nota divulgada. “Ao integrar nossas soluções de monitoramento de inundações e explorar o potencial da tecnologia para furacões, estamos oferecendo à MAPFRE RE dados de danos atualizados e em alta resolução, permitindo maior controle sobre o impacto financeiro dos eventos catastróficos desde as primeiras horas da resposta.”

Segundo Miriam García, gerente da área de riscos naturais da MAPFRE RE, o acesso rápido a dados de qualidade é essencial para a atuação da empresa. “Esse acordo nos oferece um novo patamar de compreensão de riscos, permitindo identificar áreas afetadas em poucas horas e avaliar com clareza os impactos potenciais em nossas carteiras”, afirmou.

Bradesco Saúde faz parceria com idwall para dar acessibilidade no processo de reembolso

Fonte: Bradesco Saúde

Pioneira entre as operadoras de plano de saúde na implantação da biometria facial para a solicitação de reembolso pelo aplicativo, proporcionando mais segurança aos seus beneficiários, a Bradesco Saúde traz mais uma inovação a esse processo: a captura biométrica acessível para pessoas com deficiência visual, a partir de orientações sonoras no processo. A novidade é mais uma solução proprietária da idwall, tech especializada em gestão de identidade digital e soluções antifraudes, e parceira da Bradesco Saúde no sistema de reconhecimento facial no fluxo de solicitações de reembolsos.

O reconhecimento facial nos aplicativos da Bradesco Saúde e Bradesco Seguros conta agora com instruções por voz sobre posicionamento e distância do rosto do usuário durante a captura, com feedback em áudio sobre o andamento da validação. Para construir a melhor solução em termos de acessibilidade e que possua genuíno impacto social, a idwall realizou testes da tecnologia com pessoas com deficiência visual que compartilharam percepções fundamentais para o desenvolvimento. A partir da mudança, a Bradesco Saúde passa a disponibilizar aos seus beneficiários cegos e com baixa visão a funcionalidade que atende o nível A das Diretrizes de Acessibilidade ao Conteúdo da Web (WCAG).

“A Bradesco Saúde investe constantemente em tecnologia, pesquisa, inovação e parcerias para garantir desenvolvimento tecnológico gradual e mais segurança nas transações dos beneficiários. A ampliação dessa funcionalidade para pessoas cegas e com baixa visão é um importante avanço de inclusão e acessibilidade, em linha com a nossa busca contínua por proporcionar a melhor experiência aos nossos beneficiários”, destaca Sylvio Vilardi, diretor da Bradesco Saúde.

Para Paulo Ando, CPO da idwall, a novidade visa facilitar a utilização da biometria facial por pessoas com deficiência visual – que são cerca de 7 milhões no país, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). “Na idwall, estamos sempre engajados com a melhoria contínua da nossa tecnologia e ficamos empolgados em tornar a nossa solução acessível para esse público. Realizamos diversos testes para adequar a experiência e entregar a eficiência da nossa solução para todos os beneficiários da Bradesco Saúde, trazendo autonomia para pessoas cegas e com baixa visão”, diz.

De acordo com Felipe Gunha, gerente sênior da Bradesco Seguros, que lidera as áreas de Canais Digitais e Design & UX, a iniciativa em parceria com a idwall está alinhada com a busca contínua por inovação que faz parte da essência do Grupo Bradesco Seguros. “Nossos canais digitais são construídos utilizando as melhores práticas de Design e Experiência do Usuário, e acessibilidade é parte fundamental do nosso trabalho, garantindo a inclusão de todos. Dessa forma, agora temos uma solução de Biometria Facial que atende 100% da população, permitindo que deficientes visuais também possam utilizar jornadas que exigem maior segurança. Testar os recursos de forma abrangente com os beneficiários da Bradesco Saúde nos dá confiança para futuramente expandir as ações para os canais digitais de outras áreas de negócios do Grupo Bradesco Seguros”, destaca.

Pioneirismo na biometria facial para reembolsos

Em parceria com a idwall, no início de 2023 a Bradesco Saúde foi pioneira na inclusão da validação biométrica na solicitação de reembolso pelo app. A jornada, que aumenta a segurança e previne fraudes, também inclui verificação da autenticidade de documentos pessoais (RG, CNH).

A tecnologia de reconhecimento facial da idwall, juntamente com as soluções de segurança da Bradesco Saúde, reduz o risco de fraudes ao identificar diversas estratégias utilizadas na tentativa de driblar o sistema.

Prevenção de fraudes nas solicitações de reembolsos 

As validações cadastrais, documentais e biométricas da idwall agregam confiança ao processo de reembolso de planos de saúde para evitar fraudes que desequilibram toda a cadeia de saúde suplementar. A plataforma da tech centraliza os dados dos usuários em perfis que reúnem todas as informações coletadas desde o onboarding, dá mais visibilidade da operação e quebra silos de dados entre áreas de negócios.

Com a idwall, na primeira solicitação de reembolso é verificada a autenticidade de documentos e é realizada a comparação entre a foto 3×4 e o reconhecimento facial solicitado no aplicativo. A partir do segundo pedido de reembolso, basta que o usuário tire umaselfie para dar continuidade à jornada, sem fricções desnecessárias.

Fator Seguradora mantém rating A-.br da Moody’s Local BR pelo terceiro ano consecutivo

Luis Eduardo Assis Fator Seguradora

A Fator Seguradora teve confirmada pela terceira vez consecutiva, nos anos de 2023, 2024 e 2025, a classificação A-.br atribuída pela agência de risco Moody’s Local BR. O rating, considerado grau de investimento, reflete a avaliação da agência sobre a capacidade da seguradora de honrar seus compromissos financeiros em moeda local.

De acordo com a Moody’s Local BR, a manutenção da nota está associada à estrutura financeira da companhia, à diversificação de produtos, à qualidade dos ativos, ao nível de capitalização e à adoção de práticas conservadoras na constituição de reservas técnicas.

Para o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, a avaliação reconhece os esforços estratégicos realizados pela empresa nos últimos anos. “Essa avaliação é consequência de um esforço na identificação de vulnerabilidades e na definição de ações que permitam um crescimento constante e consistente”, afirmou.

A Moody’s também considerou aspectos da governança corporativa e da gestão de riscos da companhia. Segundo a avaliação, a seguradora adota planejamento estruturado, processos de melhoria contínua e práticas alinhadas aos padrões regulatórios do setor.

A Fator Seguradora tem atuação nos ramos elementares e baseia sua estratégia em parcerias com corretores e outros canais de distribuição. A manutenção do rating contribui para reforçar sua posição no mercado e a confiança de seus principais públicos.

O rating A-.br é concedido a instituições com perfil de crédito considerado estável, e sua manutenção está condicionada ao monitoramento periódico de indicadores operacionais, financeiros e regulatórios por parte da agência.

Seguradoras do Brasil e Portugal enfrentam desafios crescentes com eventos climáticos

por Carla Simões

As seguradoras do Brasil e de Portugal estão diante de um desafio comum: responder aos impactos cada vez mais frequentes e severos dos eventos climáticos extremos. Enchentes, secas prolongadas, incêndios florestais e tempestades têm afetado especialmente as populações mais vulneráveis, revelando a urgência de tornar o seguro um instrumento mais acessível e eficiente para a proteção social e econômica.

Em encontro em Lisboa entre representantes da CNseg e do Grupo Fidelidade, seguradora que responde por cerca de 30% do mercado português, ficou evidente a dificuldade de ampliar a penetração dos seguros em regiões de maior risco. “No Pantanal, por exemplo, uma região que tradicionalmente não tinha chuvas definidas, enfrentamos inundações severas nos últimos cinco anos. Muitas dessas áreas são grandes produtoras de soja, milho, algodão e açúcar, o que agrava os impactos econômicos”, relatou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira. 

Seguros obrigatórios e novas soluções

Alguns países têm adotado modelos que podem inspirar o Brasil e Portugal. Na Turquia, o seguro contra desastres naturais é cobrado diretamente na conta de luz. No México, estados só recebem ajuda do governo federal em caso de desastre se possuírem seguro para sua infraestrutura pública. Para os especialistas, essas experiências mostram que o caminho pode envolver uma combinação de obrigatoriedade, incentivos e inovação nos canais de distribuição.

No Brasil, a CNseg discute com o Legislativo e o Executivo uma proposta de criação do Seguro Social de Catástrofe. O tema tem despertado o interesse de parlamentares, mas ainda carece de adesão de alguns ministérios. 

Conhecimento como base para a ação

Com o aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos, o setor segurador europeu tem investido em pesquisa para compreender melhor os riscos e desenvolver soluções personalizadas. A seguradora Fidelidade criou um centro de estudos que cruza dados sobre riscos físicos — como incêndios, ondas de calor, chuvas intensas e aumento do nível do mar — com os impactos socioeconômicos em diferentes regiões. 

A iniciativa do grupo Fidelidade visa produzir conhecimento aplicável, com o apoio de universidades e centros de pesquisa. Há também programas de bolsas para estudantes de mestrado desenvolverem estudos sobre prevenção, adaptação e impactos econômicos. Com esses dados em mãos, a empresa consegue quantificar os custos do não enfrentamento desses riscos. Isso ajuda governos, seguradoras e cidadãos a tomarem decisões mais informadas. 

Educação, prevenção e ferramentas digitais

Outro ponto destacado pelo grupo português é a necessidade de investir em campanhas educativas e ferramentas digitais que alertem a população sobre os riscos de forma simples e proativa. Algumas seguradoras têm criado indicadores personalizados para clientes e corretores, com alertas de risco de alagamento, incêndio e outras ameaças, além de orientações sobre o que fazer antes, durante e depois dos eventos.

Os executivos dos dois países entendem que a vulnerabilidade não é só uma questão geográfica, mas também socioeconômica e por isso é necessária a construção de soluções integradas, com participação pública, privada e da sociedade civil para prevenir tragédias. 

EZZE Seguros lança aviso de sinistro 100% digital com uso de IA via WhatsApp e ChatWeb

A EZZE Seguros acaba de lançar uma funcionalidade inovadora que facilitará a vida dos segurados e otimizará o tempo dos corretores. A partir de agora, segurados e corretores podem registrar sinistros de Auto diretamente pelo WhatsApp ou ChatWeb, sem necessidade de login ou contato com atendentes. A tecnologia de Inteligência Artificial (IA) proporciona mais agilidade, segurança e autonomia no registro das ocorrências — eliminando etapas intermediárias e tornando o processo mais eficiente.

Com o novo sistema, é possível registrar 18 diferentes causas de sinistros – de alagamento a colisões – direto da palma da mão, através do celular. O chat inclusive ajuda a escolher uma oficina credenciada para o conserto. Com a ajuda da assistente virtual Eliz, o processo pode ser concluído em menos de 10 minutos, a qualquer hora do dia. O serviço está disponível 24 horas por dia, sem necessidade de login ou fila de espera, e com total segurança dos dados.

“Nosso objetivo com essa solução é simplificar processos e entregar uma experiência cada vez mais ágil e intuitiva para segurados e corretores. O aviso de sinistro do Seguro Auto EZZE pode ser feito diretamente pelo WhatsApp ou ChatWeb, com poucos cliques, sem necessidade de login e sem espera por atendimento humano. A assistente virtual Eliz conduz o usuário em um fluxo simples e objetivo, reunindo todas as informações necessárias e gerando o número do sinistro de forma imediata”, afirma Samantha Sampaio, Diretora de Estratégia Comercial e Transformação Digital da EZZE Seguros.

A novidade reforça o compromisso da EZZE com a ampliação dos investimentos em inteligência artificial para o benefício dos segurados, desenvolvendo soluções acessíveis, intuitivas e baseadas nas necessidades do dia a dia. Também posiciona a seguradora ao lado dos líderes do segmento.

“Como uma companhia digital e centrada no cliente, a EZZE Seguros investe continuamente na digitalização dos processos, sempre com foco em jornadas mais simples, ágeis e eficientes. Com essa nova funcionalidade de aviso de sinistro 100% automatizada via WhatsApp e ChatWeb, segurados e corretores podem comunicar ocorrências de forma rápida, segura e no momento que for mais conveniente, inclusive fora do horário comercial. Além disso, mantemos nossos canais tradicionais disponíveis, como atendimento telefônico 24h, para quem preferir. Ao incorporar inteligência artificial em uma jornada digital segura e intuitiva, a EZZE eleva o padrão de eficiência, conveniência e inovação no setor de seguros brasileiro”, complementa Samantha.

Além do ganho para o usuário, a facilidade no aviso de sinistros de forma digital é mais uma vantagem que os corretores têm como argumento positivo na hora de fechar negócio.

“Ao automatizar por completo o processo de aviso de sinistro, a EZZE Seguros reforça seu compromisso com a eficiência operacional e com o sucesso dos parceiros de distribuição. A nova solução é mais do que conveniência para o segurado — ela representa um diferencial competitivo para os corretores, que agora podem contar com um argumento poderoso de vendas e fidelização: uma jornada digital fluida, intuitiva e sem atritos — que agrega valor tanto à experiência do cliente quanto à performance comercial dos nossos parceiros”, afirma Richard Vinhosa, CEO da companhia.

Orgulho e inclusão: seguradoras discutem o papel das empresas no acolhimento à população LGBTQIA+

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No mês do orgulho LGBTQIA+, a CNseg – Confederação das Seguradoras promoveu o webinar “Orgulho e Inclusão LGBTQIA+: o papel das empresas engajadas”, reunindo lideranças do setor para compartilhar histórias, iniciativas e desafios em torno da diversidade sexual e de gênero no ambiente de trabalho. O evento foi mediado por Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e teve como convidados Yuri Fernandes, jornalista e criador da websérie LGBT+60; Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM; e Regis Oliveira, superintendente de Pessoas e Cultura da Youse Seguros.

Em tom franco e inspirador, o encontro demonstrou que empresas que promovem a inclusão vão além da responsabilidade social: elas têm o poder de transformar vidas e realidades. “Ambientes inclusivos não são só justos: são mais criativos e produtivos”, reforçou Yuri Fernandes. Ele ressaltou que diversidade amplia não só a representatividade, mas também a capacidade de inovação das empresas. “Quando você coloca pessoas com histórias diferentes na mesma sala, a criatividade e a qualidade das decisões aumentam. Isso é comprovado”, destacou. Ao longo de sua fala, ele compartilhou o caso de Vic, um colaborador trans da empresa de tecnologia C&T, que reconheceu sua identidade de gênero após ações educativas promovidas internamente.

“A empresa não só criou um ambiente seguro, como ajudou Vic a se reconhecer como trans e conduzir sua transição com apoio institucional. Hoje ele é head de desenvolvimento e aprendizagem. Se a empresa não tivesse promovido esse letramento, teria perdido um talento e uma liderança”, contou Yuri. O jornalista também citou o Corporate Equity Index, índice internacional que avalia boas práticas de inclusão com base em quatro pilares: proteção legal, benefícios equitativos, cultura corporativa inclusiva e responsabilidade social.

“Eu transicionei no mercado de seguros”

Em um dos momentos mais marcantes do encontro, Patrícia Penhalber, diretora de Riscos da Zurich LATAM, compartilhou sua jornada pessoal como mulher trans no setor segurador. Com 20 anos de experiência em empresas de tecnologia e risco, ela afirmou que transicionou após mais de uma década de carreira e que, mesmo sendo uma executiva, ainda enfrenta situações de exclusão.

“Passei dez anos em Madri e uma temporada em Hong Kong, e essa vivência me fez entender a importância dos múltiplos recortes – ser LGBT, mulher, latina, executiva. Por isso pedi para participar de um grupo de afinidade na Zurich, e hoje sou patrocinadora do grupo LGBTQIA+”, relatou.

Patrícia defendeu que as empresas devem revisar cláusulas e perfis de risco que possam, ainda que indiretamente, excluir pessoas LGBTQIA+. “Se uma seguradora não oferece cobertura ou impõe condições discriminatórias a pessoas trans, por exemplo, ela está contribuindo para a exclusão. Precisamos olhar com atenção para isso”, alertou. Ela também reforçou que saúde suplementar com acesso digno para pessoas trans é uma das maiores urgências do setor.

“Não basta contratar. É preciso escutar”

Regis Oliveira, da Youse Seguros, ressaltou a importância da escuta ativa como elemento-chave na construção de uma cultura inclusiva. “O PowerPoint aceita tudo. Mas inclusão real só acontece quando sai da apresentação e vira prática”, afirmou. Ele contou que a Youse tem investido em formação da liderança, criação de vagas afirmativas e ações de letramento contínuo.

“Não adianta abrir vaga afirmativa se a pessoa, ao entrar, não encontra espaço, não tem escuta ou não é tratada com equidade. A sexualidade precisa estar em segundo plano quando falamos de desempenho, liderança e crescimento”, pontuou.

Regis compartilhou ainda sua experiência pessoal como pai em uma família homoafetiva, destacando as barreiras enfrentadas para registrar filhos, acessar serviços públicos e matricular crianças na escola. “Quando meu filho foi ao posto de saúde, não havia campo para dois pais. Na escola, nunca tinham recebido um casal homoafetivo. Mas fomos escutados, e a escola criou um projeto de diversidade familiar que hoje faz parte da grade”, contou. Para ele, esse é o caminho: sensibilizar pelo exemplo, dialogar e agir.

Representatividade que transforma

Claudia Prates, ao mediar o debate, reforçou o papel das seguradoras como agentes de mudança social. “Representatividade salva vidas, mas também transforma perspectivas. É um ciclo que começa com escuta e termina com impacto – no negócio, na cultura e na sociedade”, afirmou. Ela também lembrou que a CNseg mantém ativa a Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão, com o objetivo de promover trocas, benchmarks e boas práticas entre as empresas do setor.

O evento trouxe à tona a necessidade de ações concretas e estruturadas – que vão desde o letramento interno e revisão de políticas até a criação de produtos mais inclusivos. E reforçou que o compromisso com a diversidade precisa ultrapassar as datas comemorativas: deve estar no centro da cultura corporativa e no cotidiano das decisões.

Desafios destacados pelos participantes:

  • Revisão de cláusulas contratuais e critérios de risco que excluam pessoas LGBTQIA+;
  • Inclusão de pessoas trans com acesso igualitário à saúde e benefícios;
  • Letramento contínuo da liderança e criação de vagas afirmativas com acompanhamento;
  • Representatividade verdadeira nas campanhas e nos cargos de liderança;
  • Escuta ativa e espaços seguros para expressão e pertencimento;
  • Comunicação inclusiva em processos seletivos e produtos;
  • Adoção de políticas explícitas contra LGBTfobia, com canais seguros para denúncias.

Bradesco Saúde investe em linha de plano regional em Goiás

Com a proposta de oferecer produtos cada vez mais personalizados, desenvolvidos com foco na necessidade local de seus beneficiários, a Bradesco Saúde lança o Bradesco Saúde Regional Goiás. O novo produto está disponível para empresas de todos os tamanhos e perfis, nos segmentos SPG (seguro para grupos de 3 a 199 pessoas, destinado a pequenas e médias empresas que possuam CNPJ ou CAEPF) e Empresarial (a partir de 200 pessoas).

A novidade se destaca por conciliar preço competitivo e a qualidade de uma rede selecionada de hospitais, de clínicas de consultórios e de serviços. “O Bradesco Saúde Regional Goiás marca um importante avanço na nossa estratégia de regionalização, trazendo um produto bastante atraente para as empresas locais, a partir de uma rede com prestadores presentes na capital, Goiânia, e em cidades que concentram populações expressivas, com grande potencial para a contratação do plano de saúde”, destaca Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

“Goiás foi escolhido para o lançamento por sua relevância estratégica. Nossa expectativa é expandir esse modelo para outras partes do Brasil, sempre em parceria com prestadores qualificados e um cuidado completo, priorizando a prevenção e a promoção de saúde”, sinaliza Pablo Guimarães, superintendente sênior comercial das regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste.

Com opções de contratação nas acomodações em quarto ou em enfermaria, o Bradesco Saúde Regional Goiás oferece cobertura ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, com atendimento de urgência e emergência, consultas, exames, terapias, internação e cirurgias, inclusive parto.

Presente em 21 municípios do estado (lista abaixo), o novo produto possui parceiros relevantes na composição da rede, como o Grupo Santa, por meio do Ânima Centro Hospitalar, em Anápolis. Além dele, a rede referenciada conta com outros prestadores de destaque, como os hospitais Santa Helena, do Coração, dos Acidentados e da Criança, além da Ela Maternidade e do Ver Hospital de Olhos, todos em Goiânia; O Ver Hospital de Olhos, em Anápolis; O Hospital Maria Cândida Teixeira, em Nerópolis e o Hospital Santa Mônica, em Aparecida de Goiânia. E, ainda, a rede de laboratórios Sabin, para exames.

Telemedicina, Psicologia Online e Clube+Saúde

O Bradesco Saúde Regional Goiás também oferece acesso facilitado a psicólogos pelo app Bradesco Saúde, consultas pelo Saúde Digital – a telemedicina da Bradesco Saúde –, além do Clube+Saúde, que reúne descontos e cashback em produtos e serviços de saúde e bem-estar.

Coparticipação e Reembolso

O novo produto possui modelos distintos de coparticipação, que ajudam a tornar o plano ainda mais competitivo para empresas de diferentes perfis, com redução de até 23% no prêmio em compararação a produtos sem essa contrapartida. No caso do segmento SPG, a coparticipação é de 30% com limite de valores em reais, o que contribui para tornar o produto mais atrativo para as pequenas e médias empresas. Para o Empresarial, há a flexibilidade de opções de percentuais, de acordo com a preferência da empresa contratante. Os beneficiários têm à disposição o reembolso específico para consultas e honorários médicos de paciente internado.

Cidades de abrangência do Bradesco Saúde Regional Goiás:

  • Abadia de Goiás
  • Anápolis
  • Aparecida de Goiânia
  • Aragoiânia
  • Bela Vista de Goiás
  • Bonfinópolis
  • Corumbá de Goiás
  • Goianápolis
  • Goiânia
  • Goianira
  • Guapó
  • Hidrolândia
  • Inhumas
  • Leopoldo de Bulhões
  • Nerópolis
  • Nova Veneza
  • Pirenópolis
  • Santo Antônio de Goiás
  • Senador Canedo
  • Terezópolis de Goiás
  • Trindade

Bradesco Vida e Previdência anuncia Fábio Magalhães Tobias como diretor comercial

A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, anuncia Fábio Magalhães Tobias como novo diretor comercial da Companhia. A nomeação do executivo faz parte das movimentações estratégicas realizadas neste ano, que têm como destaque a nomeação de Bernardo Castello à presidência empresa, e visa impulsionar os resultados nos segmentos de Vida e Previdência, fortalecer a parceria com corretores e manter a posição de vanguarda da empresa no mercado.

Com sólida experiência no segmento e há 28 anos na seguradora, Fábio ocupou, nos últimos 13 anos, o cargo de Superintendente Sênior da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros. Ao longo de sua trajetória, atuou como para as regionais Sul, São Paulo e Rio de Janeiro/Espírito Santo, além de sua recente posição na matriz da Companhia, contribuindo para o aprimoramento dos processos de venda e pós-venda realizados pelos corretores.

“Assumir a diretoria comercial da Bradesco Vida e Previdência representa um compromisso com a continuidade e o aprimoramento de iniciativas que reforcem a importância da proteção financeira. Pretendo intensificar o relacionamento com os corretores, reconhecendo seu papel essencial na disseminação da cultura do seguro e na ampliação do acesso a soluções que atendam às necessidades dos brasileiros”, ressalta o executivo.