JLT lidera projeto social Amanhã Seguro

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Enquanto muitas empresas restringem as compras online no ambiente de trabalho, a JLT Brasil vai instalar na próxima semana um aplicativo em todos os computadores da companhia para que cada compra virtual realizada possa ser revertida em doação para projetos sociais, sem nenhum custo para o colaborador/consumidor. A ação faz parte do “Amanhã Seguro”, um programa de Responsabilidade Social liderado pela JLT Brasil, que envolve ainda outras cinco seguradoras parceiras, e tem como objetivo a formação e a inserção de jovens em oportunidades de trabalho no mercado de seguros.

A iniciativa é uma parceria com a Welight, uma ferramenta que possibilita gerar doações para várias Organizações Não Governamentais (ONG) em transações realizadas em mais de mil lojas associadas, entre elas: Amazon, Netshoes, Submarino, Ali Express, Nike, Wine.com, Decolar.com, Avianca, O Boticário. Toda vez que um colaborador da JLT Brasil comprar em uma loja associada os pontos gerados serão destinados ao Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), uma ONG localizada no bairro de Pedreira, Zona Sul de São Paulo. Os créditos serão utilizados para capacitar jovens entre 12 e 18 anos como técnicos em administração com ênfase em seguro.

O grupo JLT assumiu o compromisso de priorizar para as vagas de Jovem Aprendiz aqueles que concluírem o curso. “É uma forma de contribuirmos positivamente para a sociedade e para o segmento no qual atuamos”, explica o chairman de Benefícios e presidente do comitê JLT Solidária, Sérgio Clark.

A ação também incentiva a retenção de talentos. “Cada vez mais, os profissionais buscam trabalhar em empresas com as quais se identificam. A oportunidade de engajamento em causas sociais é um dos fatores que motivam a permanência no emprego. Hoje, 20% dos funcionários da JLT Brasil no Rio e em São Paulo se envolvem nas nossas ações de Responsabilidade Social”, comenta Clark.

Além de ativar a doação gratuita, o colaborador da JLT Brasil receberá, automaticamente, os cupons de desconto oferecidos pelas lojas. Caso queira contribuir sem fazer compras, basta compartilhar o link do aplicativo disponível dentro da plataforma. Todas as doações geradas pela rede que se formar a partir dessa divulgação serão contadas também como impacto. “Temos como prática entre nossos benefícios oferecer descontos aos colaboradores. O plug in amplia essa cartela de ofertas”, conclui.
O aplicativo é certificado pelo Google, Apple e Mozilla Firefox, que destinam ao Welight uma comissão de 1 a 15%, já embutida no preço normal dos produtos, automaticamente, quando é feita uma compra. A loja paga essa comissão ao Welight pela indicação da venda que distribui 90% do total que recebe às ONGs parceiras, conforme a pontuação de cada uma.

A ideia do Welight chegou à JLT Brasil pelas mãos do COO e voluntário, Henrique Marques. O executivo que já adotava esse modelo de “compra social” pensou em como poderia amplificar a ideia para o maior número de pessoas e levou a sugestão para a área de Responsabilidade Social que estruturou a ação.

Valor Financeiro Seguros, a revista que traz um raio-x do setor

O Valor Econômico publica hoje a revista Valor Financeiro Seguros, Previdência e Capitalização. São 26 matérias distribuídas em 100 páginas que detalham um setor resiliente a toda essa crise que assola o Brasil nos últimos dois anos. Certamente há impactos, mas muitas inovação. Vale conferir. A revista está encartada no jornal Valor Econômico e também no portal para assinantes Revista Valor Financeiro Seguros

Seguradores debatem garantias para projetos de infraestrutura com governo e investidores

Calheiros: “Todos os atores devem estar de acordo com as condições que o mercado pode ofertar, em contrapartida às condições que os segurados e tomadores da garantia podem suportar”

Enquanto a equipe do atual governo Temer trabalha para mostrar que a economia está descolada da crise política, os executivos do mercado segurador seguem lapidando clausulados de programas de seguros que viabilizam os contratos de financiamentos dos projetos de infraestrutura quando os investidores decidirem aportar os recursos necessários. Em dois recentes eventos realizados em São Paulo em junho, que reuniu governo e empresários, os investidores sinalizaram que vão esperar os próximos capítulos deste imbróglio político que atrasa o crescimento do pais. No dia 6 está previsto o julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da chapa Dilma Temer, acusada de receber dinheiro de caixa 2 na campanha eleitoral de 2014. Se a chapa for condenada, o presidente Temer, já pressionado por ter sido citado em diversas delações premiadas da Lava Jato e JBS, perde o cargo e um novo capítulo da série da crise política brasileira se inicia, com eleições indiretas ou diretas.

Dispostos a esperar o final do rumo político, porém já pavimentando o caminho, os chineses parecem ser os mais otimistas. Segundo informações do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Brasil e China criaram um fundo de investimento para obras de infraestrutura, com aporte de US$ 20 bilhões. O objetivo é o financiamento de projetos considerados de comum interesse para os dois países. O fundo deve começar a operar em junho, como anunciado no Brasil Investment Forum 2017, evento que acontece nos dias 30 e 31 de maio, no Grand Hyatt Hotel, na capital paulista. Em março, o governo Temer anunciou R$ 45 bilhões em investimentos em concessões. O novo presidente do BNDES também sinaliza que a infraestrutura está entre suas prioridades.

Isso mostra que mesmo sendo difícil saber o desenrolar da política, é possível preparar os setores para atenderem as demandas assim que o imbróglio político for resolvido. E é nisso que os executivos envolvidos com seguro garantia e de grandes riscos estão envolvidos. Tarcisio Godoy, CEO do IRB Brasil RE, e Luciano Claheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, ouviram com atenção os ministros Dyogo Oliveira (Planejamento) e Henrique Meirelles (Fazenda), que em momentos distintos do Seminário Financiamento e Garantias para a Infraestrutura, realizado dia 23 de maio pela Abdib, prometeram esforço governamental pela aprovação das reformas em tramitação – trabalhista e previdenciária. Eles disseram que a votação pode atrasar um pouco em relação ao planejado, mas que devem ser concluídas porque são temas de extrema relevância para a recuperação da economia.

“Ampliar o debate sobre o novo modelo de seguro garantia que sairá com a alteração da Lei 8666/93 é essencial para buscar soluções que possam fortalecer ainda mais a aplicação do seguro garantia em projetos de Infraestrutura”, defende André Dabus, diretor de Infraestrutura, Power & Utilities, da Marsh Brasil, que participa nesta quarta-feira do segundo e último dia do Brasil Investment Forum 2017. Dabus, será um dos palestrantes do painel, que acontece na manhã desta quarta-feira, e intitulado: “Seguros e Garantias – Infraestrutura e Oportunidades de Investimentos”. Os presidentes do IRB Brasil Re, Tarcísio Godoy; e do grupo JMalucelli, Alexandre Malucelli vão compor a mesa redonda com o executivo da líder global em corretagem e gestão de riscos. A mediação do encontro ficará a cargo do diretor presidente da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), Marcelo Franco.

Godoy e Calheiros proferiram palestra no evento da Abdib com o mesmo foco: como transformar o seguro garantia em um instrumento de desenvolvimento de infraestrutura do país. “É preciso começar pela base. O país não pode perder oportunidades por não ter projetos de infraestrutura adequados. Deve existir uma modelagem de regra clara”, disse Godoy. Segundo ele, é necessário adotar um modelo de gerenciamento de risco para viabilizar diversos projetos que estão parados.

“O IRB tem se modernizado, se preparado e quer participar desse mercado”, salientou o CEO do IRB, que tem como acionistas Tesouro Nacional, BB Seguridade, Bradesco e Itaú, mas que está em processo de preparação para protocolar na CVM uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) prevista para julho. Essa será a parte final da desestatização do ressegurador, que deteve o monopólio da operação por quase 70 anos e há quase cinco disputa contratos com resseguradores estrangeiros e nacionais.

Luciano Calheiros, CEO da Swiss Re Corporate Solutions Brasil, que em julho coloca em prática a parceria com a Bradesco Seguros em grandes riscos fechada no ano passado, afirma que as seguradoras podem contribuir para a engenharia financeira dos projetos oferecendo garantias mais robustas, que irão proporcionar maior segurança ao investidor. Mas não depende somente do mercado segurador criar um produto. “Todos os atores devem estar de acordo com as condições que o mercado pode ofertar, em contrapartida às condições que os segurados e tomadores da garantia podem suportar”, salienta ele em entrevista ao blog Sonho Seguro.

Ele explica que a Federação Nacional de Seguros (FenSeg), em conjunto com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), participa dos debates acerca das mudanças no seguro garantia no Congresso Nacional. Atualmente, estão sendo discutidos mais de 10 projetos de lei, com variadas opiniões. “O consenso do mercado, o qual também defendemos, preserva o produto atual para contratações mais simples, com percentuais que variam de 5% a 20% do valor total do contrato”, frisa.

Para contratações de obras mais complexas, com valores superiores a R$ 100 milhões e com a chamada “cláusula de retomada de obra” (essa cláusula dará à seguradora a possibilidade de concluir o projeto), o percentual deverá ser elevado para 30%. Com isso, as seguradoras poderão retomar as obras caso existam atrasos no cronograma. O percentual de 30% é o que se espera de sobre custo médio para a implementação de projetos inacabados, com base em experiências internacionais, contando que o já orçado pelo poder público no contrato original continue a ser liberado para a finalização das obras, ou seja, o poder público não teria prejuízos para finalizar a respectiva obra, explica Calheiros.

De acordo com Luciano Calheiros, os esforços estão sendo conduzidos no sentido de uma maior segurança jurídica nas contratações, ou seja, projetos mais bem estruturados, mais transparentes, com mais informações sobre os contratantes, com segurança sobre o direito da seguradora em retomar a obra, readequação de prazos e entendimento favorável à não sucessão das dívidas trabalhistas passadas. “Além disso, as seguradoras deverão se preparar, criando uma área de subscrição de riscos dedicada à análise da engenharia dos projetos, uma área de monitoramento de risco capaz de cobrir o território nacional ou sua área de atuação, bem como uma boa estrutura na área de sinistros, na qual deverão ocorrer as retomadas das obras inacabadas”, finaliza o CEO da Swiss Re.

Porto Seguro Auto lança campanha nacional para reforçar benefícios

Fonte: Porto Seguro

Nesta semana, o Porto Seguro Auto lança, nacionalmente, campanha publicitária para reforçar os diferentes benefícios que oferece aos seus segurados, que vão muito além da cobertura tradicional ao automóvel e dão a confiança de que os problemas emergenciais em suas residências serão resolvidos rapidamente e com qualidade.

Com os personagens Ruy e Bel, a ação mostra situações adversas que podem acontecer nas residências para enfatizar a segurança e o suporte que a seguradora proporciona por meio da cartela de benefícios e assistências emergenciais, que incluem serviços de encanador e eletricista, suporte técnico para o computador, consulta veterinária para os pets e até assistência para bicicletas.

A campanha mostra também que, para proporcionar ainda mais tranquilidade, os serviços podem ser solicitados a qualquer momento e sem ter que sair do sofá. Isso porque, todos podem ser acionados 24h tanto pelo aplicativo do produto, que está disponível nas plataformas Play Store e Apple Store, quanto pela central de atendimento telefônico da seguradora.

De acordo com Jaime Soares, superintendente do Porto Seguro Auto, o objetivo da campanha é tornar esses diferenciais ainda mais conhecidos pela população. “Possuir um seguro para o automóvel é cada vez mais fundamental para proteger seu patrimônio e ter um suporte em casos de emergências é um grande diferencial. Por isso, ao contratar o Porto Seguro Auto, o segurado passa, automaticamente, a contar com uma série de conveniências. A utilização desses serviços, além de proporcionar mais tranquilidade, garante que seu planejamento financeiro não seja prejudicado por despesas inesperadas”.

Mapa confirma recursos para o seguro rural no primeiro semestre

Fonte: Mapa

O calendário de liberação dos recursos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), referente ao 1º semestre deste ano, não sofrerá qualquer mudança. A informação será dada pelo secretário de Política Agrícola, Neri Geller, nesta quarta-feira (31), durante reunião com representantes do setor. Segundo ele, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) garantiu a liberação de R$ 90 milhões para subvenção ao prêmio do seguro rural até o mês de junho.

Esses recursos já haviam sido aprovados pelo Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR) no final de janeiro. O valor será utilizado para subvencionar principalmente apólices contratadas para as culturas do milho 2ª safra e trigo.

“Apesar de toda a dificuldade enfrentada pelo governo federal para equilibrar as contas públicas, conseguimos manter a programação definida na Resolução nº 52 do Comitê Gestor. Isso trará maior segurança para aqueles produtores que pretendem contratar o seguro e pleitear a subvenção federal através do PSR”, disse Geller.

De acordo com secretário, o governo ainda está em processo de discussão sobre o orçamento que será disponibilizado ao longo do 2º semestre, voltado para a safra de verão.

Apólice de RC de ônibus em debate

A Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou hoje a Portaria nº 292 de 23 de maio de 2017 para constituir Grupo de Trabalho para debater e propor soluções para a atual situação de oferta do seguro de responsabilidade civil para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, ficando estabelecido o prazo de sessenta dias para a conclusão dos trabalhos. O grupo de trabalho será composto por no máximo dois representantes de cada um dos seguintes: Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); Susep, Fenseg; Fenacor; Fenaber; Essor Seguros; Investprev Segurador, IRB Brasil Resseguros; Confederação Nacional dos Usuários de Transportes Coletivos Rodoviários, Ferroviários, Metroviários, Hidroviários e Aéreos (CONUT); Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (ABRATI); Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento (ANTTUR).

O produto vem sendo alvo de debates há anos, mas a situação se agravou com a decretação extra judicial da Nobre Seguradora no final do ano passado. A companhia era responsável por 60% das vendas totais deste produto no mercado. A Essor Seguradora é uma das companhias que vem crescendo neste ramo.

Susep aprova transferência de carteira de previdência para Rio Grande

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje portaria na qual aprova a transferência integral da carteira de previdência da Icatu Seguros para a Rio Grande e Previdência nos termos do contrato de cessão firmado entre os acionistas em 23 de setembro de 2016. A referida transferência de carteira deverá ser publicada em jornal de grande circulação e no Diário Oficial da União, bem como atender as demais exigências contidas no artigo 9º da Circular Susep nº 456, de 2012, informa o comunicado.

A Rio Grande Seguros e Previdência é a seguradora na qual Icatu Seguros e o Banrisul sāo sócios. A participaçāo na Rio Grande é de 50,01% e a da Icatu Seguros de 49,99% do Banrisul. Essa portaria se refere a transferência da parte da carteira de previdência que é distribuida pelo Banrisul e tinha a Icatu Seguros como seguradora. Agora a seguradora passa a ser a Rio Grande. Ano passado foi concluído o mesmo processo na carteira de vida.

Previc divulga lista dos fundos fechados “grandes demais para quebrar”

A Superintendência Nacional De Previdência Complementar (Previc) publicou ontem a Instrução nº 5, de 29 de maio de 2017 que dispõe sobre o enquadramento das entidades fechadas de previdência complementar como Entidades Sistemicamente Importantes (ESI) e dá outras providências. Esta Instrução estabelece os critérios para enquadramento das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) em funcionamento como Entidades Sistemicamente Importantes (ESI), para fins de supervisão prudencial e proporcionalidade regulatória, considerando seu po rte e sua relevância para o sistema de previdência complementar fechada. A partir de 2018 a Previc publicará a relação das EFPC enquadradas como ESI até o dia 30 de junho de cada exercício. O enquadramento produzirá seus efeitos a partir do ano seguinte ao de sua publicação.

Já na Portaria nº 580, de 29 de maio de 2017, a Previc divulga a relação das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) inicialmente enquadradas como Entidades Sistemicamente Importantes (ESI). São elas: BANESPREV, FAPES, FATL, FORLUZ, FUNCEF, FUNCESP, FUNDACAO COPEL, FUNPRESP-EXE, FUNPRESP-JUD, ITAU UNIBANCO, PETROS, POSTALIS, PREVI/BB, REAL GRANDEZA, SISTEL, SP-PREVCOM, VALIA.

O cenário lembra o que aconteceu em 2011, quando o G20, que reúne as 20 principais economias do mundo, divulgou a lista dos bancos que não poderiam quebrar sem colocar em risco a saúde do sistema financeiro mundial. Para evitar a possibilidade de surgimento de um novo Lehman Brothers, que quebrou em 2008 e espalhou o pânico pelos mercados, os donos de todas as instituições listadas eram obrigadas a injetar capital para reduzir a alavancagem e tornar o sistema como um todo mais seguro.

No caso da Previc, as normas apenas sinalizam que esses fundos eram mais fiscalizados. Também foi publicada a Instrução nº 6, de 29/5/2017, que definiu novos procedimentos para o processo de habilitação de dirigentes das EFPC. De acordo com a norma, a exigência de emissão de Atestado de Habilitação previamente ao exercício no cargo ficará restrita aos membros da diretoria-executiva, e quando se tratar de ESI, o requisito será estendido aos membros do conselho fiscal e deliberativo.

No último dia 19, a Previc divulgou que o deficit dos fundos pensão diminuiu no 1º trimestre de 2017. O rombo das entidades fechadas de previdência complementar passou de R$ 70,6 bilhões no 4º trimestre de 2016, para R$ 69,1 bilhões até março de 2017. O superavit acumulado pelos fundos de pensão também cresceu no mesmo período e passou de R$ R$ 18,3 bilhões para R$ 20,7 bilhões. Com isso, o patrimônio das entidades fechadas de previdência complementar alcançou R$ 814,8 bilhões.

Inscrições para exame da Certificação Profissional CNseg (CPC) terminam no dia 15 de setembro

Fonte: CNseg

Estão abertas as inscrições para a terceira edição do exame de Certificação Profissional da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) – CPC. As inscrições devem ser realizadas até o dia 15 de setembro por meio do hotsite http://cpc.cnseg.org.br, no qual os participantes encontrarão mais informações sobre as provas, que, este ano, acontecerão no dia 19 de outubro, das 8h às 13h, simultaneamente no Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, Curitiba, Blumenau, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Goiânia.

Um dos principais objetivos da certificação é qualificar os profissionais do mercado segurador para que eles estejam preparados para atender as demandas e desafios de um cenário econômico cada vez mais exigente pela mão de obra qualificada. Nesse sentido, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca a importância de capacitar os profissionais em momentos de crise, como o atual: “A qualificação já é naturalmente necessária em um setor em evolução permanente. Mas em momentos complexos, como o que estamos vivendo hoje, de aumento dos custos e de maior necessidade de eficiência, é evidente que pessoas devidamente capacitadas estarão mais bem preparadas para atuar em um ambiente mais competitivo. É, contudo, essencial correspondermos às expectativas de consumidores muito mais bem informados e conscientes de seus direitos e deveres. Além disso, tempos de crise acirram a concorrência e oferecem oportunidade a profissionais capazes de criar novas soluções que ensejem diferenciais competitivos”.

Coriolano reforça que a certificação contribui para a educação em seguros. Nesse sentido, há, por parte da CNseg, um incentivo para que todos os profissionais participem do exame. “A continuidade da Certificação Profissional CNseg é considerada estratégica para a atual gestão. Nossa missão é ampliar ao máximo o número de pessoas certificadas, sensibilizando as empresas do setor para que inscrevam o maior número de pessoas e ajudem seus profissionais a se prepararem para a prova”, disse o presidente, destacando também que um profissional certificado é mais valorizado e com mérito reconhecido formalmente pelas empresas.

Provas:

O exame terá 100 questões de múltipla escolha, embasadas nas seguintes disciplinas: 1) Estrutura dos Sistemas de Seguros Gerais, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Saúde Suplementar; 2) Aspectos Legais e Regulamentares; 3) Ética, Ouvidoria, Aspectos Contábeis e Financeiros, Controle Interno; 4) Canais de Distribuição de Seguros; e 5) Operações de Seguros. O candidato deverá alcançar a nota mínima final de sete (7) para obter a CPC1.

Curso preparatório online para o exame

Elaborado pela Escola Nacional de Seguros, o curso preparatório para o exame em ambiente online é opcional e visa a auxiliar o candidato na preparação para a prova. O curso inclui o estudo das provas de 2016 com gabarito comentado, vídeo-aulas, apostilas e simulado de prova. Para informações sobre valores e condições de pagamento, é necessário entrar em contato por meio da seção “Fale Conosco” do hotsite http://cpc.cnseg.org.br.

IRB Brasil RE protocola pedido de IPO na CVM, mas oferta só deve ser solicitada em julho

O IRB Brasil RE deu entrada em seu tão sonhado IPO na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fim de tarde desta segunda-feira, juntamente com um pedido de registro de companhia aberta. Pelo comunicado, o ressegurador pretende fazer uma oferta secundária de ações, em que os atuais sócios vendem as suas participações na empresa. São acionistas: a União com 27% e uma Golden share, BB Seguridade, com 20,43%, Bradesco Seguros, com 20,43%, Itaú Unibanco, com 15%. Os acionistas do IRB também aprovaram a adesão do ressegurador ao Novo Mercado, segmento de mais elevado grau de governança corporativa. Vamos ver se agora vai. Por enquanto a autorização dos acionistas é somente para deixar tudo preparado para protocolar o pedido do IPO em julho, segundo fontes.

Os acionistas comunicaram os acionistas com fato relevante protocolado na CVM. Veja abaixo:

BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.
CNPJ 17.344.597/0001-94
FATO RELEVANTE

A BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade”), nos termos do §4o do artigo 157, da Lei n.o 6.404/76, e da Instrução CVM n.o 358/02, e em complemento ao Comunicado ao Mercado divulgado no dia 19 de maio de 2017, vem informar que foram protocolados perante a Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), nesta data:

a) pelo IRB Brasil Resseguros S.A. (“IRB Brasil-RE”), os pedidos de registro de companhia aberta e de autorização para realização de oferta pública, nos termos das Instruções CVM no 480, de 7 de dezembro de 2009, e CVM no 400, de 29 de dezembro de 2003 (“ICVM 400”); e
b) pela BB Seguros e por outros membros integrantes do bloco de controle do IRB Brasil-RE, pedido de registro de distribuição pública secundária de ações ordinárias de emissão do IRB Brasil-RE, a ser realizada no Brasil, em mercado de balcão não organizado, nos termos da ICVM 400, e, ainda, com esforços de colocação no exterior, de acordo com a legislação vigente no país de cada investidor.

A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta, cuja realização dependerá de condições favoráveis dos mercados de capitais nacional e internacional.
Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado. Brasília (DF), 29 de maio de 2017.

BB Seguridade Participações S.A.
Werner Romera Süffert
Diretor de Gestão Corporativa e de Relações com Investidores