Empreender, pensar fora da caixa, inovar e atrair investimento são as metas dos corretores

Mais de 1,2 mil corretores, segundo a produção evento, estão reunidos neste final de semana para debater três temas: mudanças, transição e disrupção, que tiram todos da zona de conforto. “Jamais aceitaremos o desrespeito ao profissional do corretor de seguros”, afirmou Alexandre Camilo, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP), em seu discurso de abertura do evento que acontece entre 23 e 25 de junho, em um hotel em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo.

O empreendedorismo tem sido a principal bandeira do Sincor-SP, que acredita que empreender é a mola propulsora da sustentabilidade do profissional de vendas nesses tempos em que as tecnologias de inteligência artificial ganha a cada dia mais espaço no mercado segurador por meio de algorrítimos que determinam preços e produtos, além dos robôs programados para atender clientes em suas demandas.

“Somos 100 mil corretores, sendo que cada um emprega em média quatro pessoas. Somos uma potência e temos de nos unir e ganhar força para proteger os indivíduos, as famílias, as empresas”, destacou. Camillo também lançou a campanha “Fale bem. Fale Seguro”. “Conclamo todos para colocar nossas energias numa mudança profunda pessoal, de adaptação a esse momento tão desafiante que a revolução digital nos impõem. Lembre que fomos todos nós que acabaram com a rede de locadoras Blockbuster ao optar por assistir filmes no Netflix. Nós que acabamos com os taxistas ao optarmos pelo usar o aplicativo Uber. Nós que estamos mudando os bancos fisicamente ao usarmos o internet banking. E essa mesma disrupcão acontece em nosso mercado. E precisamos nos organizar. Acreditem em nós. Vamos juntos conquistar o nosso espaço neste setor”, conclamou Camillo.

Camillo também anunciou que o Sincor-SP obteve autorização doTribunal de São Paulo para criar a Câmara de Mediação e Conciliação do Sincor-SP e também que o tradicional evento anual, o Conec, terá um novo endereço, após mais de uma década ter como palco o Palácio das Convenções Anhembi, em São Paulo. “Será no Centro de Exposição Transamerica. A troca se deu porque crescemos. A expectativa é de que as inscrições ultrapassem 10 mil participantes. No ano passado o Conec 2016 reuniu cerca de 6,4 mil, com grande fila de espera que não podemos atender pela limitação do espaço”, disse.

Além dos profissionais que dominam a venda de seguros no Brasil, estavam presentes lideranças, como Joaquim Mendanha, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, e Alexandre Camilo, entre outros.

“Temos de sair do quadrado. Pensar diferente. Não podemos desprezar os avanços tecnológicos. Temos de investir para seguirmos em frente e manter nossa poderosa força de vendas no Brasil”, afirmou Armando Vergílio, presidente da Fenacor.

O ex-deputado federal citou a crise pela qual passa o Brasil. “Esta é a mais grave crise política, institucional e econômica na história do país e temos a responsabilidade de ajudar as pessoas a passarem por esse cenário com mais resiliência. O corretor de seguros é gente cuidando de gente. Cuidando das conquistas, da saúde e da vida dos brasileiros”, comentou.

Vergílio ressaltou a necessidade de combater empresas que queiram vender proteção que não seja seguro, um produto regulado pela Susep. “Temos de separa o joio do trigo. Não podemos permitir que empresas comecem a atuar dentro da ilegalidade”, disse Vergilio. “Temos convicção das necessidades dos avanços tecnológicos. As insurtechs vão chegar, mas não vão acabar com os corretores de seguros. Se algo vier a acabar com os corretores de seguros, acaba como o setor, pois somos responsável por mais de 85% das vendas de seguros”, afirmou ele em seu discurso.

Mendanha: Inovação com responsabilidade

Atrair investimentos para o setor e popularizar o seguro. Esse é o objetivo da Superintendência de Seguros Privados (Susep), afirmou o titular Joaquim Mendanha. “Tenho andando muito em mercados internacionais e todos os investidores olham para o mercado brasileiro com bons olhos”, disse ele em seu discurso no evento realizado pelo Sincor-SP, em Mogi das Cruzes.

Para atrair investimentos ele garante que a Susep tem avançado em vários pontos que precisam ser lapidados. “Temos trabalhado bastante para manter diálogo com entidades representativas do setor, com a necessária interlocução entre todos. Acredito que nossa maior colaboração se constitui em ações que permitam desenvolvimento de novos produtos, que é o que mais guarda relação com o mote deste evento, que é empreendedorismo”, ressaltou.

Entre as ações já em andamento pela Susep estão a regulamentação do Universal Life, que em breve deve ser lançado e que em sua opinião será um novo marco na história do seguro de vida no Brasil. Mendanha também citou outras ações da Susep, como a nova regulamentação do D&O publicada em maio último, cartilhas educativas, portal de educação financeira e, finalmente, o seguro auto popular, que está na pauta de discussão.

“Mais do que agenda aberta, quero convocar a Fenacor para participar do grupo de trabalho para discutir o papel das cooperativas . A Susep já enviou ao Ministério Público mais de 140 processos e temos mais para mandar. Mas só isso não basta. A Susep está fazendo a parte dela, mas temos de ter um apoio maior da Fenacor no grupo de trabalho para termos um debate transparente para evoluirmos neste assunto”, afirmou.

No tema inovação, o xerife do setor afirmou que está analisando os prós e contras que os novos modelos trazem para tornar a regulamentação mais prudente possível para proteger o consumidor. “Inovação é o futuro, mas temos de tomar atitudes corretas. Não podemos permitir que empresas que não cumprem com a legislação em vigor se estabeleçam, pois ferem o direito dos consumidores”, finalizou.

Marcio Coriolano apresenta agenda do mercado em reunião do CNSP

Presidente da CNseg faz diagnóstico do desempenho nos últimos anos, suas oportunidades e principais riscos durante o encontro

Atendendo a convite do Ministério da Fazenda, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, compareceu à reunião ordinária do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), nesta quinta-feira (22), para apresentar um balanço do setor e perspectivas do mercado. Há anos que um dirigente da CNseg não é convidado para apresentar um relato da atividade perante o CNSP, formado por representantes do Ministério da Fazenda (o secretário-executivo Eduardo Guardia é seu presidente), da Susep, do Banco Central, da CVM e do Ministério da Justiça.

O presidente da CNseg participou do encontro acompanhado do consultor jurídico Luiz Tavares e da diretora de Relações Institucionais, Míriam Mara Miranda. A apresentação, denominada “Uma agenda para o setor segurador”, constou de diagnóstico do desempenho do mercado segurador nos últimos cinco anos, dos principais riscos para o mercado (passivos do seguro habitacional do SFH e o mercado marginal de mutualidades) e de oportunidades importantes para o desenvolvimento do setor, como o seguro de acidentes do trabalho, o seguro de garantia de obras e o patrimônio de afetação.

O relato foi seguido de debates muito produtivos para o fortalecimento dessa agenda setorial.

“Canal Seguro” mostra a importância do SAC na relação entre consumidor e seguradoras

Coriolano: Conexão com todos é o caminho a seguir

Fonte: CNseg

Manter continuamente uma linha de comunicação com o consumidor, para que ele se sinta amparado, respeitado e com respostas para todos os seus questionamentos. As seguradoras estão atentas a essas premissas que regem a relação com os clientes. Na sexta edição do “Papo Seguro”, programa do “CNseg – O Canal Seguro”, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca as principais centrais de atendimento mantidas pelas seguradoras para orientar os clientes.

“A mais conhecida delas é o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), um canal pelo qual o consumidor pode pedir informações, tirar dúvidas, fazer reclamações e, até mesmo, solicitar um cancelamento de contrato. O prazo de resposta deve ser de até cinco dias úteis a contar do seu registro. Não deixe de anotar o número de protocolo informado pela empresa”, orienta Coriolano.

Caso o SAC da seguradora não corresponda à expectativa do consumidor, o passo seguinte é buscar respostas junto à ouvidoria. “Ela existe para atuar na solução de eventuais conflitos na relação entre consumidor e a empresa. É muito mais rápido e barato do que perder tempo e dinheiro com advogados e longos processos. Nesse caso, é muito importante ter em mãos aquele número do protocolo fornecido pelo SAC”, assinala Coriolano.

Para falar com os canais de atendimentos das seguradoras, o presidente da CNSeg recomenda ao consumidor que acesse os sites das empresas e neles obtenha os telefones do SAC, da ouvidoria ou o meio digital de contato. “Se esses canais não resolverem o seu problema, bem, você tem sempre o direito de recorrer a outras instâncias. Mas antes fale com a sua seguradora. Ela existe para lhe atender e servir. Caso contrário, ela pode perder o cliente, não é?”, conclui Coriolano.

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Mongeral Aegon marca presença na Expert 2017

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Pela terceira vez consecutiva, a Mongeral Aegon marcará presença na Expert 2017, convenção nacional de investimentos organizada pela XP Investimentos, que reúne de 22 a 24 de junho, em São Paulo, mais de mil assessores da XP. Neste ano, o estande da Mongeral Aegon contará com um totem interativo que reforçará os diferenciais e o portfólio da companhia.

“Queremos destacar aos quase 15 mil participantes que circularão no congresso aspectos importantes como a solidez da nossa empresa e a grande variedade de soluções em seguro de vida que temos, tanto para clientes individuais, quanto para empresas”, explica Carolina Vieira, diretora Corporate da Mongeral Aegon.

Em 2016, a companhia lançou o seguro individual Whole Life Plus, que une a proteção financeira de um seguro de vida com acumulação de reserva. Esta é uma necessidade que tem sido demandada pela sociedade. Nos dias de hoje, em que a crise econômica do país desperta as pessoas para a necessidade de proteger a renda da família, os produtos que oferecem segurança com reserva são bons para o cliente, que fica com a tranquilidade de que, em caso de necessidade, poderá resgatar a reserva formada.

Neste ano, a Expert acontecerá no Transamerica ExpoCenter, um dos maiores centros de convenções de todo o Brasil, em São Paulo.

Minuto Seguros é novamente indicada ao prêmio Época ReclameAQUI

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A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do país e líder no segmento de seguros online, está mais uma vez entre as indicadas ao Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI – As melhores empresas para o consumidor 2017. Este é o quarto ano consecutivo em que a empresa concorre à premiação, desta vez na categoria Seguros Online.

A Minuto recebeu o troféu do Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI em 2014 e foi finalista das edições de 2015 e 2016, mostrando que o atendimento de excelência é uma de suas principais virtudes.

“Nós valorizamos o atendimento humano qualificado e acreditamos que isso é um dos pontos fundamentais para continuarmos crescendo. Mais difícil do que chegar a esse patamar é manter-se nele por quatro anos seguidos. A consistência em prezar por um bom atendimento, oferecendo simpatia, atenção, eficiência e agilidade não poderia resultar em outra coisa. Nosso intuito é continuar construindo uma história de excelência no atendimento. Estamos muito contentes pela indicação ao prêmio e por fazer parte deste seleto grupo de empresas”, diz Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.

Apesar de ser uma empresa que tem a tecnologia como base dos negócios, a Minuto é, acima de tudo, uma empresa humana. Além de estar preocupada em facilitar a vida do consumidor na hora da escolha do seguro, a corretora possui em seu time uma equipe de colaboradores voltados para assegurar a excelência no atendimento. Todo o processo de contratação de apólices é feito por meio de consultores que cuidam da venda e do pós-venda, humanizando essa relação e sempre tratando ela com muita atenção e cuidado.

Presença constante nos rankings do ReclameAQUI, que mostram a eficiência – ou ineficiência – de atendimento das empresas no portal, a Minuto foi destaque mais uma vez em maio. A companhia foi considerada a de melhor desempenho dentro de seu segmento de atuação e a terceira melhor do Brasil, no geral, de acordo com o ranking “Melhor índice de solução”. Nessa lista, são avaliadas cerca de 120 mil companhias, de todos os setores.

Seguros e previdência ajudam a reduzir perspectiva de expansão PIB

O Banco Central manteve a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 0,5%, em 2017, informa o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira pela instituição. O PIB dos serviços foi revisado de expansão de 0,1% para recuo de 0,1%. O PIB de setores mais ligados à indústria, como transportes, serviços de informação e outros serviços, deve registrar expansão, contrastando com os recuos projetados para os segmentos comércio e intermediação financeira, seguros, previdência e serviços relativos.

Ajuste tributário pode adiar o lançamento do seguro Universal Life

Fonte: VTN Comunicação

Aguardado com expectativa pelo setor de seguros, o seguro Universal Life poderá demorar um pouco mais para chegar às prateleiras das seguradoras. O produto, que combina plano de acumulação (nos moldes do VGBL/PGBL) com o seguro de vida tradicional, além de dispor de flexibilidade para a customização de coberturas e de prêmios, foi aprovado pela Resolução CNSP nº 344, em dezembro do ano passado. Agora, depende de regulamentação pela Susep – que colocou a minuta de circular em consulta pública até o dia 23 de junho – e da definição do ajuste tributário pela Receita Federal.

O presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (FenaPrevi), Edson Franco, comentou em sua palestra durante almoço do CVG-SP, realizado nesta segunda-feira (19/06), que, no momento, o mercado está retomando o contato com a Receita por meio da Susep. Segundo Franco, as tratativas com a Receita estavam adiantadas, mas foram interrompidas com a substituição, ocorrida em maio, da diretora de Supervisão de Conduta da Susep, Helena Venceslau, pelo novo diretor Carlos Alberto de Paula.

Agora, com a retomada das conversas com a Susep, o presidente da FenaPrevi espera definir com a Receita uma tributação mais adequada possível para o produto. “O Universal Life nasceu sem tipificação tributária. Mas, não podemos correr o risco de tributá-lo como se fosse um produto puro de previdência”, disse. Ele acrescentou que também está em discussão a necessidade ou não de uma instrução normativa da Receita Federal.

A FenaPrevi também está compilando sugestões sobre a minuta de circular do Universal Life para enviá-las à Susep. Segundo Franco, um dos pontos que a entidade discorda se refere à limitação de carregamento, que na proposta da Susep consta como 5% para a parcela do prêmio destinada a compor o saldo da PMBaC (Provisão Matemática de Benefícios a Conceder) e 10% para a parcela correspondente ao prêmio de risco. “Esperamos que esse produto ajude a diversificar os canais de distribuição. Mas, se colocar limitação de carregamento, acaba com essa possibilidade”, disse.

Com a limitação de carregamento, segundo Franco, apenas o canal bancário seria capaz de vender o Universal Life. “Mas esse canal não poderá distribuir um produto dessa complexidade. Mataríamos o produto”, disse. Porém, ele adiantou que o novo diretor da Susep já compreendeu e concordou com os argumentos da FenaPrevi. “O diálogo está aberto”, afirmou.

Levantamento da FenaSaúde mostra que segmento realizou mais de 1,4 bilhão em 2016

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o Mapa Assistencial 2016, que apresenta informações sobre o atendimento prestado pelas operadoras de planos de saúde de assistência médico-hospitalar e odontológica no país. A publicação reúne dados sobre internações, consultas, exames, terapias e serviços odontológicos. A partir da análise desses indicadores, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) constatou que o volume total de procedimentos do segmento de planos de saúde aumentou em 6,4% em relação a 2015 – totalizando 1,465 bilhão de procedimentos. Entretanto, o ano passado foi marcado pela perda de 1,5 milhão de beneficiários de planos de saúde, totalizando 47,7 milhões em dezembro.

“Esses números mostram que o setor não tem problema de entrega, já que são mais de 4 milhões de procedimentos por dia. Muito pelo contrário, a queda elevada do número de consumidores não levou a diminuição da quantidade de procedimentos pagos pelas operadoras. O que se vê hoje no setor é o aumento das despesas assistenciais acima das receitas, com maior entrega do que o ano anterior e um número menor de consumidores. Essa conta não fecha. É preciso se indagar as razões dessa expansão”, questiona a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Segundo a executiva, estima-se que aproximadamente 30% dos gastos em saúde no Brasil são desperdícios. “Chama atenção o crescimento da quantidade per capita de exames complementares, como tomografia computadorizada (21%) e ressonância magnética (25,2%) em dois anos. Dentre as razões para esse salto, podem estar a má formação médica e incentivos financeiros de hospitais, médicos e laboratórios que, na maioria das vezes, são remunerados por procedimentos prescritos, o modelo conhecido como fee for service”, explica Solange Beatriz.

Todos os itens elencados no Mapa Assistencial 2016 – consultas médicas, outros atendimentos ambulatoriais, exames complementares, terapias e procedimentos odontológicos – apresentaram crescimento na comparação com 2015, com exceção de internações. Embora internação tenha registrado retração de 1,1%, na verdade, levando-se em consideração a redução de 2% do número de beneficiários entre os dois períodos, pode se concluir que houve aumento per capita de 2,4%.

Atualmente, a Saúde Suplementar tem aproximadamente 70 milhões de beneficiários, sendo 47,3 milhões de assistência médica e 22,5 milhões de planos exclusivamente odontológicos.

Bradesco lança sétima edição dos Prêmios Longevidade

Kalache: A população acima de 80 anos, que era de 14 milhões em 1950, chegará a quase 400 milhões em 2050

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O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo projeções do IBGE, o país terá mais um milhão de idosos a cada ano, nos próximos dez anos, e chegará a 2060 com 73,5 milhões de pessoas acima de 60 anos, o equivalente a um terço de uma população estimada em 218 milhões de habitantes.

Para estimular a reflexão sobre esse importante processo de transformação da estrutura etária da população brasileira, o Grupo Bradesco Seguros promove, desde 2011, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros. Consolidada como uma das mais destacadas iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional, a premiação chega à sua sétima edição em 2017, contemplando as modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa em Longevidade, esta última voltada à comunidade acadêmica.

As inscrições para todas as modalidades podem ser feitas até 24/8/2017, pelo site premiosdalongevidade.co m.br.

“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da conquista da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que conciliem planejamento financeiro com envelhecimento ativo e saudável, qualidade de vida e bem-estar. Se vamos viver mais, nada mais lógico do que nos prepararmos para situações que são mais do que previstas”, destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

“Nos últimos 70 anos, a expectativa de vida no Brasil aumentou mais de 30 anos. Existem hoje no mundo 700 milhões de idosos, e em 2050 serão mais de dois bilhões. A população acima de 80 anos, que era de 14 milhões em 1950, chegará a quase 400 milhões em 2050. Tudo isso representa uma revolução que já está sendo percebida na saúde pública, no cuidado social, na forma como trabalhamos, buscamos informações e nos organizamos”, ressalta Kalache.

Os três primeiros colocados nas modalidades de Jornalismo e Histórias de Vida e os dois primeiros de Pesquisa em Longevidade receberão prêmios, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o XII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em outubro de 2017, na cidade de São Paulo.

Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de se conquistar um envelhecimento ativo e saudável, com bem-estar.

Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 350 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de 2,7 mil profissionais, em bairros de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo; e o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a Ciclo Faixa de Lazer de São Paulo.

MODALIDADES E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: “Mídia Impressa” (jornais e revistas) e “Mídia Digital” (TV, rádio e web). Estão habilitados a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 25/8/2016 a 24/8/2017. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando o relato de histórias que, de alguma forma, contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida e bem-estar. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer projetos de pesquisa desenvolvidos no âmbito acadêmico, aprovados por agências de fomento nacionais e/ou estaduais nas áreas de conhecimento existentes nessas agências no período de 1º/1/2007 a 24/8/2017 e que remetam ao tema longevidade no sentido amplo. Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

APP analisa aceleração, frenagem, viradas e percurso para dar até 40% de desconto no seguro do carro

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

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A start-up thinkseg inova propondo um novo formato de seguro auto que premia o motorista pelo modo de condução do veículo com desconto de até 40% no valor de seguro. Com o motorista no volante, as variáveis – aceleração, frenagem, viradas (curvas bruscas ou suaves) e percurso – são captadas pelo celular com o aplicativo thinkseg e sua tecnologia da telemática. Cada pessoa paga conforme o jeito de dirigir (pay as you drive).

O motorista recebe estrelas de acordo com o desempenho dele nessas quatro variáveis. Ao final de cada mês, o APP thinkseg mostra o resultado médio do desempenho do motorista no volante que recebe estrela. Quanto mais estrelas, mais descontos no seguro. O percentual de desconto pode chegar até 40%.

Para ter os descontos, primeiramente, a pessoa tem de baixar o aplicativo pela loja da Google Play (Android) ou da Apple Store (Iphone). Por meio da tecnologia da telemática, os dados da pessoa no volante são transmitidos ao celular.

“Estamos trazendo ao mercado um produto absolutamente diferenciado do que se faz há tempos, aliados a uma plataforma tecnológica amigável e fácil, por meio do corretor de seguros com um programa de relacionamento próprio. Pesquisei durante vários anos o que estava acontecendo em todos os mercados maduros no mundo até que cheguei ao modelo da thinkseg”, diz o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Há três diferenciais da thinkseg em relação às outras insurtechs:

1) aplicativo, baixado na Apple Store ou na Google Play, que acompanha o jeito do motorista dirigir pelo celular por meio da tecnologia da telemática.

2) Todas as etapas da contratação do seguro são 100% feitas pelo celular. Em nenhum momento, incluindo pagamento, há troca de emails ou conversas por telefone, como ocorre em outras empresas.

3)o papel do corretor na thinkseg não é vender seguro. O corretor é o grande divulgador do inovador negócio da insurtech. O corretor ganha pontos ao trazer novos usuários. Pontos que são trocados por dinheiro.

Atualmente, 2,3 mil corretores integram a plataforma thinkseg, que também conta com 3 mil clientes cadastrados, com o aplicativo no celular que proporciona desconto no seguro do carro e pontos para serem trocados por prêmios.

Ainda participam do marketplace da thinkseg as seguradoras QBE (seguradora australiana presente em 37 países) e a Sancor (grupo segurador há 68 anos, com sede na Argentina). Negociações com outras corretoras estão em andamento e ainda não podem ser divulgadas.

A thinkseg é uma plataforma mobile de seguros que permite a interação de seguradoras, corretoras e clientes para a compra de seguros. A start-up thinkseg não é uma seguradora e também não é uma corretora.

Até o final de 2017, a thinkseg quer ampliar sua atuação no ramo de viagem (produto inovador da experiência da viagem) e de dispositivos eletrônicos (gadgets), além de um “seguro para família”, que incluirá diferentes riscos num só produto. Em 2018, a startup espera ofertar seguro saúde. Todos os produtos serão contratados via aplicativo, usando o conceito “pague conforme o pelo uso”. No período 2016-2020, a perspectiva de investimento da thinkseg é de R$ 100 milhões, explica o CEO da thinkseg, Andre Gregori.