O Conselho de admiistração da BB Seguridade elegeu, em 30 de dezembro, José Pereira Coelho como diretor-presidente da BB Seguridade, substituindo Marcelo Labuto, que deixou o comando da holding de seguros do BB para assumir a vice-presidência de negócios de varejo no Banco do Brasil.
Solange Beatriz está na lista das 46 mulheres poderosas da publicação
A presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é uma das 46 “mulheres poderosas” da lista da última edição da Revista Forbes Brasil que “traduzem o real significado do empoderamento feminino”, segundo a publicação.
Na lista, junto com a presidente da FenaSaúde, diretoras, presidentes e CEO de outras grandes instituições como Bradesco, Johnson & Johnson, Microsoft, Gerdau, Natura, Standard & Poors, KPMG, entre outras.
Na publicação, Solange Beatriz é apontada como a primeira mulher a ocupar a posição mais alta de uma entidade representativa de seguros no País e define-se como uma pessoa com “uma enorme capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo”.
CNseg avalia como positiva mudanças da Susep sobre normas de solvência
Fonte: CNseg
Com a publicação da Resolução nº 343 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), de 26 de dezembro de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira, 27 de dezembro, encerra-se mais um capítulo no processo de convergência ao modelo europeu de solvência baseado em capital de risco (Solvência II). A observação é do presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano. “A resolução alterou, essencialmente, a forma de apuração do Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) – se o PLA for superior ao capital mínimo requerido, a empresa estará apta a operar, ao contrário, deverá apresentar um plano de regularização de solvência, estará sujeita ao regime especial de direção fiscal, ou até mesmo à liquidação extrajudicial”, explicou Coriolano.
Segundo o executivo, a resolução em questão alterou o rol de adições e exclusões, modificações necessárias para tornar o PLA mais sensível à variação do valor de mercado dos ativos e passivos das supervisionadas. “Com a introdução da parcela de capital de risco baseado no risco de mercado, por meio da Resolução nº 317 do CNSP, de 12 de dezembro de 2014, a formulação atual do PLA não estaria mais adequada à situação de solvência das empresas”, pontuou Coriolano, ressaltando que a CNseg e três de suas quatro federações associadas (FenaPrevi, FenSeg e FenaCap) participaram, entre 2014 e 2016, do grupo de trabalho constituído com o intuito de discutir tais propostas.
Prazo de adaptação
Na avaliação do superintendente Executivo Técnico da CNseg, Alexandre Leal, houve uma grande convergência entre o posicionamento dos técnicos do mercado supervisionado e os da Susep. “De um modo geral, a norma é muito positiva. Há pontos que foram amplamente debatidos com o mercado e outros que surpreenderam, pois não estavam previstos na agenda de discussão do setor”, destacou Leal, ilustrando sua afirmação com a decisão sobre a limitação do acréscimo do superávit decorrente do fluxo de prêmios e contribuições não registrados apurado no Teste de Adequação de Passivo (TAP) ao efeito no capital mínimo requerido da parcela de risco de mercado desses fluxos. Por outro lado, de acordo com Alexandre Leal, no que diz respeito às deduções introduzidas pela Susep não relacionadas à adequação do PLA ao valor de mercado de ativos e passivos – os custos de aquisição diferidos não diretamente relacionados à Provisão de Prêmios Não Ganhos e os créditos tributários de diferenças temporárias – a autarquia, sensível ao atual ambiente econômico do país, determinou que os efeitos práticos das medidas só ocorram em 2019. Dessa forma, as empresas terão tempo hábil para adequarem seus processos aos parâmetros estabelecidos pela nova regulação.
O normativo traz ainda outras alterações como a métrica que estabelece a necessidade de constituição de um Comitê de Auditoria com patrimônio líquido superior a R$ 500 milhões ou provisões técnicas das seguradoras superiores a R$ 700 milhões nos últimos dois exercícios. Atualmente a referência é o patrimônio líquido ajustado ou as provisões técnicas. Os valores de referência permaneceram inalterados.
CNSP aprova Universal Life
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou hoje uma resolução que dispõe sobre as regras e os critérios para estruturação, comercialização e operacionalização do Seguro de Vida universal. O Seguro de Vida Universal é uma grande inovação no seguro de vida no Brasil, já existe em vários países com várias versões para escolha do consumidor. A grande vantagem desta nova modalidade é que o consumidor pode receber de volta parte dos prêmios pagos no fim da vigência da apólice, no caso de não ocorrência do sinistro.
Segundo nota da autarquia, o produto se difere dos seguros de vida tradicionais, pois o capital segurado é composto de duas parcelas: capital segurado de risco e capital segurado de acumulação. E se caracteriza por terem apólices de longo prazo, o prazo mínimo será de cinco anos. Estarão disponíveis duas modalidades deste tipo de seguro: aquela em que o capital segurado será constante; e, outra em que o capital segurado será variável. A resolução entrará em vigor 120 dias após a publicação.
Outra resolução aprovada pelo CNSP dispõe sobre capital de risco, patrimônio líquido ajustado, e outras questões alusivas à aferição de solvibilidade dos entes supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep): Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores.
A Resolução aprovada, que entrará em vigor a partir de 31/12/2016, visa alcançar os objetivos da Susep de convergência com os projetos do Solvência II e do IFRS (International Financial Reporting Standards), ao considerar que a valoração do Patrimônio Líquido Ajustado se aproxime do conceito de valor de mercado, semelhante ao que é adotado na apuração da parcela do capital baseado no risco de mercado, permitindo o alinhamento às boas práticas atuariais e contábeis, proporcionando, consequentemente, a maior harmonização possível entre o reporte financeiro e a supervisão de solvência.
Dentre as alterações implementadas, a nova Resolução vai permitir que o patrimônio líquido ajustado (PLA) das supervisionadas – que é a referência para a avaliação de solvência – considere integralmente o valor de mercado dos ativos financeiros; o que, além de indicar uma evolução no sentido da convergência das normas do mercado brasileiro com o Solvência II – e maior consistência com as melhores práticas internacionais – representará, em média, no momento inicial, um valor significativo a ser adicionado ao PLA das supervisionadas.
Nessa reunião também foi aprovado o calendário das reuniões ordinárias de 2017: 24 de março, 23 de junho, 22 de setembro e 15 de dezembro.
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) é o órgão responsável por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados. O CNSP é composto por representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério da Justiça, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Banco Central do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Valor do Seguro DPVAT será 37% menor em 2017
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Por determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), os valores para o Seguro DPVAT serão 37% mais baratos em 2017. A partir de primeiro de janeiro, o valor final do seguro será R$ 68,10 para carros e táxis, R$ 251,33 para ônibus, micro-ônibus e vans, R$ 157,42 para micro-ônibus com lotação não acima de 10 pessoas, R$ 86,38 para ciclomotores, R$ 185,50 para motos e R$ 71,08 para caminhões. Os valores já contam com o acréscimo do IOF e a taxa de emissão do bilhete.
A Seguradora Líder-DPVAT vê esta redução de preço como resultado de um conjunto de fatores observados nos últimos 2 anos, como, por exemplo: gestão eficiente dos fundos garantidores das reservas técnicas, cenário econômico de juros mais elevados e medidas operacionais adotadas pela Seguradora Líder-DPVAT na condução eficiente dos processos regulatórios de sinistros. Todas essas medidas contribuíram para o incremento do saldo das reservas técnicas, cujos valores são aplicados em títulos públicos federais e são usados exclusivamente para o pagamento de indenizações, conforme determina a lei que rege o Seguro DPVAT.
Além da boa gestão dos recursos, houve também uma diminuição no número de pedidos de indenização. Uma tendência que vem se consolidando desde 2015, o que pode ser atribuído a redução do número de acidentes. Esse fenômeno se deve em muito às políticas para redução de acidentes, como por exemplo, a Lei Seca, aumento da segurança dos veículos, da fiscalização, da conscientização da população, do aumento do valor das multas de trânsito e da redução da velocidade das vias em grandes cidades, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro.
A redução do valor dos prêmios do Seguro DPVAT, que se encontravam fixados desde o ano de 2013 (há 4 anos), afeta, em princípio, a elegibilidade de parcelamento para as categorias 04 e 09 (micro-ônibus com lotação não acima de 10 pessoas e motocicletas) porque as três parcelas não podem ser inferiores ao valor de R$ 70, de acordo com a lei. Apenas a categoria 03 (ônibus e vans) poderá parcelar o valor em três vezes.
O vencimento do Seguro DPVAT é concomitante ao prazo de pagamento do IPVA de cada estado. O proprietário de veículo pode consultar a data limite para quitar o Seguro DPVAT no site www.seguradoralider.com.br. É importante informar que o pagamento do Seguro é condição para o licenciamento do veículo, como determinado por lei. Além disso, o proprietário que não paga o Seguro DPVAT fica descoberto por ele em caso de acidente de trânsito.
O Seguro DPVAT tem importante função social. Metade do que é pago pelos proprietários de veículos automotores vai direto para o Governo Federal, sendo 45% destinado ao SUS para o atendimento às vítimas de trânsito e 5% para campanhas educativas elaboradas pelo Denatran. Toda a população brasileira – motorista, passageiro ou pedestre – está coberto em caso de acidentes de trânsito em três tipos de cobertura: morte (R$ 13,5 mil) invalidez permanente (até R$ 13,5) e reembolso de despesas médicas e hospitalares (até R$ 2,7 mil).
O pedido de indenização pode ser feito gratuitamente em pontos oficiais de atendimento espalhados por todos os municípios brasileiros, como agências dos Correios. O prazo para entrar com o pedido é de até 3 anos, contados a partir da data de ocorrência. A documentação necessária para cada tipo de cobertura está descrita no site www.seguradoralider.com.br e pode ser informada pelo SAC DPVAT 0800 022 1204, que funciona 24 horas por dia e 7 dias por semana.
Ação de educação financeira da Brasilprev atinge mais de 63 mil pessoas
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Para uma empresa que tem como uma das suas prioridades de atuação em sustentabilidade a formação de cultura previdenciária, atingir mais de 63 mil pessoas com um conteúdo de educação financeira é uma importante conquista. A ação Projetos de Vida na Ponta do Lápis (PVPL) consiste em palestras de cerca de 90 minutos sobre planejamento financeiro ministradas por universitários devidamente preparados para serem multiplicadores do tema. Os encontros acontecem em escolas públicas, privadas e associações de bairros da capital paulista e do Grande ABC. Interessados podem acessar o site da Brasilprev (www.brasilprev.com.br, menu empresa>sustentabilidade>educação financeira) para obter mais informações sobre o projeto e indicar instituições para receberem as palestras.
Em 2015, a iniciativa foi reconhecida com o Selo ENEF por atender aos objetivos da Estratégia Nacional de Educação Financeira, criada por meio da articulação de oito órgãos e entidades governamentais e quatro organizações da sociedade civil. Instituída em 2010 pelo Decreto de número 7.397, a ENEF é uma política nacional criada com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.
“A Brasilprev lançou o PVPL em 2010 em parceria com a Trevisan Escola de Negócios para ser uma ação de alto impacto, acessível e gratuita. Alinhada à estratégia de sustentabilidade da companhia, vemos que, sem dúvida, é uma grande entrega da empresa para a sociedade”, conta Cinthia Spanó, gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev.
Banco Mundial destaca a urgência da adoção de políticas que protejam os mais vulneráveis
O Banco Mundial e o Fundo Mundial para a Redução dos Desastres e a Recuperação (GFDRR) divulgaram o relatório “Unbreakable: Building the Resilience of the Poor in the Face of Natural Disaster’s (‘Inquebrável: Construindo a Resiliência dos Pobres contra Desastres Naturais”) na vigésima segunda Conferência das Partes (CP 22), onde destaca a urgência da adoção de políticas com um planejamento inteligente com relação ao clima que melhor protejam os mais vulneráveis.
O tema é urgente e tem o passado que mostra a importância de ações. Um valor estimado de 1 milhão de filipinos caiu na pobreza em 2013 depois da passagem do tufão Haiyan que destruiu mais de 1 milhão de moradias e afetou a economia nacional causando prejuízos de US$ 12,9 bilhões. Também cita a Guatemala, devastada pelo furacão Stan em 2005 e que obrigou a 7,3% das famílias afetadas a fazer seus filhos trabalhar em vez de enviá-los para a escola. São situações típicas quando ocorre um desastre natural, que não deixa só um rastro de devastação, mas também aumenta ainda mais a pobreza nas comunidades.
O relatório traz um método para medir os danos causados por desastres na economia e também para os mais vulneráveis. Segundo o estudo, as catástrofes naturais custam para a economia mundial até US$ 520 bilhões (60% mais do que se informa habitualmente) e empurram cerca de 26 milhões de pessoas para a pobreza a cada ano.
Diante disso, o estudo propõe um conjunto de “políticas de resiliência”, que ajudarão os pobres a enfrentar as consequências de eventos meteorológicos extremos. Entre as sugestões, sistemas de alerta prévio, maior acesso aos serviços bancários pessoais, apólices de seguros e sistemas de proteção social (tais como transferências de dinheiro e programas de obras públicas) que poderiam preparar as pessoas para responder de forma mais adequada e se recuperar da crise.
Os governos também são chamados a fazer investimentos essenciais em infraestruturas com barragens e outros meios para controlar os níveis de água e desenvolver políticas apropriadas sobre o uso do solo e normas de construção. Estes esforços devem visar especificamente a proteção dos cidadãos mais pobres e vulneráveis, e não apenas aqueles com bens de alto valor.
O estudo destaque os esforços para gerar uma maior resiliência entre os pobres já existentes em alguns países. Um bom exemplo é o esforço gerado a partir do Mecanismo de Seguro de Risco para Catástrofes no Caribe (CCRIF) que, no mês passado, graças a um inovador programa de seguro, Haiti, Barbados, Santa Lúcia, São Vicente e as Granadinas receberam US$ 29 milhões para utilização em trabalhos de recuperação depois de serem atingidos pelo furacão Matthew.
Assista ao vídeo. Simples e tão educativo e que tem apenas 2 minutos e meio para dizer muito.
Fides divulga principais pontos discutidos no evento realizado em Assunção, Paraguai
A Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) tornou pública a Declaración de Asunción 2016, para resumir as discussões e sugestões geradas durante a Assembleia Geral Ordinária da FIDES.
Veja os principais pontos do documento:
-As companhias de seguros devem ser atores importantes da seguridade social. Para que possam cumprir as suas responsabilidades de forma eficiente, é essencial que os prêmios sejam suficientes em função dos riscos, e que sua recepção ocorra a partir do momento em que aqueles lhes são transferidos.
-As restrições impostas às companhias de seguros para realizar investimentos fora do território nacional são contrárias à liberdade dos seguros privados e prejudicam a adequada diversificação do risco. A imposição às seguradoras de perímetros territoriais cujas políticas de investimento não podem superar as expõem a riscos financeiros excessivamente concentrados e, na prática, as impede de crescer, prejudicando assim a sua capacidade de mutualização, especialmente diante da ocorrência de riscos catastróficos.
-Nossa Federação defende a supressão das restrições à subscrição transfronteiriça de resseguros, muito amplas em nossos países: são impostos limites para a transferência do risco para resseguradoras de outros países ou quotas de transferência obrigatórias a favor de resseguradoras nacionais; e a transferência é tributada.
-Estas barreiras são contrárias ao objetivo de diversificação e atomização do risco que pretende o resseguro, pondo em risco o seu funcionamento eficiente, especialmente no caso de risco de grande magnitude, que podem afetar o funcionamento adequado dos mercados nacionais e produzir uma cadeia de insolvências.
Bupa compra operadora de saúde Care Plus no Brasil
A seguradora Inglesa Bupa comprou o controle da operadora de saúde Care Plus, segundo fontes próximas da negociação. Vamos aguardar mais detalhes.
A Care Plus tem forte atuação no segmento premium e 24 anos de mercado. Oferece planos de saúde diferenciados a mais de 400 empresas e 90 mil beneficiários. No início de dezembro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu a venda de 69 planos de saúde de 11 operadoras devido a problemas de atendimento. Durante três meses, as operadoras estão proibidas de vender novos planos. Entre elas, a Care Plus.
Já a Bupa é uma seguradora inglesa voltada para o seguro de saúde internacional, que oferece cobertura de seguro médico internacional para mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo. Fundada em 1971, a Bupa tornou-se um dos líderes mundiais no fornecimento de suporte e serviços de seguros para pessoas localizadas fora de seu país de origem.
Zurich fecha acordo para venda de seguro na Fast Shop, informa Reuters
Logo depois de divulgar o acordo com a Via Varejo, a seguradora suíça Zurich anuncia acordo para venda de seguros de afinidades a clientes da varejista de eletroeletrônicos Fast Shop, e planeja novas parcerias para estender a atuação nos chamados seguros massificados, informa a agência Reuters.
Segundo o diretor de Afinidades da Zurich no Brasil, Luís Reis, o acordo permitirá que a seguradora ofereça aos clientes da Fast Shop seguros de garantia estendida, roubo e furto qualificado, incluindo a modalidade com danos acidentais. O foco são produtos como telefones celulares e tablets, disse Reis à Reuters.
A seguradora tem mais de 45 parceiros em negócios de afinidades no país, informa a Reuters. Segundo o executivo, a emissão esperada de prêmio com os acordos é de cerca de US$ 1 bilhão em 6 anos.
Em release enviado ao blog Sonho Seguro, a Zurich informa que o contrato inicial garante a exclusividade na oferta de seguros em todos os canais de venda da rede. “A Fast Shop é reconhecida pelo excelente atendimento prestado ao seu consumidor, o que vem em linha com a política de trabalho da Zurich, que oferece atendimento diferenciado ao segurado. E é justamente este cuidado e carinho com o cliente final que embasa esta parceria que, com certeza, será promissora e beneficiará a todos”, avalia Michele Borba, Superintendente Comercial & Trade Marketing da Zurich. A Fast Shop atualmente conta com 97 lojas em nove estados, além de seu e-commerce que atende o Brasil inteiro, oferecendo eletrodomésticos, eletrônicos, informática, portáteis, tablets e utensílios domésticos.











