Receita da Mongeral Aegon cresce 19% em 2016

Fonte: Revista IstoÉ

O faturamento da seguradora Mongeral Aegon cresceu 19% em 2016 ante 2015. A empresa faturou R$ 1,1 bilhão em prêmios de seguros, focando-se nos ramos de vida e invalidez. Segundo o diretor financeiro Raphael de Almeida Barreto, o bom desempenho ocorreu principalmente devido aos investimentos na formação da força de vendas. No ano, a empresa lucrou R$ 26 milhões, e as reservas técnicas atingiram R$ 931 milhões.

Criada há 182 anos, e uma das seguradoras mais antigas ainda em atividade no mundo, a Mongeral – abreviatura de Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado – surgiu em 1835 dedicada a oferecer planos previdenciários para funcionários públicos e policiais. Em 2009, a companhia foi adquirida pela holandesa Aegon, mas manteve seu nicho de atividade. Atualmente, a companhia dedica-se principalmente aos seguros de vida e aos planos de previdência.

No ano passado, a companhia ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes e vinha concentrando sua distribuição principalmente por meio de corretores. Neste ano, diz Barreto, a Mongeral vai investir em plataformas tecnológicas, especialmente para a distribuição de microsseguros, e em uma joint-venture com o banco cooperativo Bancoob. Com capital social inicial de R$ 40 milhões e sede em Brasília, a nova seguradora vai usar a rede de distribuição aos cerca de quatro milhões de cooperados do sistema Sicoob. “Isso deverá permitir que nós continuemos crescendo a taxas de dois dígitos pelos próximos cinco ou dez anos”, diz ele.

Conselho da BR Insurance aprova incorporação de cinco subsidiárias

O Conselho de Administração da Companhia aprovou ontem proposta de ncorporação de cinco subsidiárias controladas, bem como a proposta para a convocação de Assembleia Geral Extraordinária da companhia para o dia 9 de março de 2017, para deliberar acerca da referida incorporação, segundo comunicado enviado a CVM. São elas: Aplick Master B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“APLICK”); Base Brasil B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“BASE BRASIL”); Coelho dos Santos Corretora de Seguros Ltda. (“COELHO”); Neval B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“NEVAL”) e; Sebrasul Assessoria e Corretagem de Seguros Ltda. (“SEBRASUL”).

Grupo Argo patrocina nova equipe de Fórmula E, a “Fórmula 1 dos carros elétricos”

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Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Argo está patrocinando uma equipe de Fórmula E, considerada a “Fórmula 1” dos carros elétricos”. A novidade agora é o patrocínio da Faraday Future Dragon Racing, uma das equipes mais promissoras do circuito. A estreia aconteceu nesse último final de semana, durante a corrida de Buenos Aires.

Para celebrar o novo patrocínio, a multinacional levou executivos e corretores parceiros para acompanhar a prova na Argentina. Representando a Argo Brasil estavam o CEO Pedro Purm; o diretor de Relacionamento com Corretores, Salvatore Lombardi; e o superintende de Linhas Financeiras, Gustavo Galrão.

“Sem dúvida alguma, os nossos valores de inovação, tecnologia e trabalho de equipe combinam muito com este esporte. Além disso, a Fórmula E, por conta da sua crescente audiência global, também confere ao Grupo um retorno muito interessante em termos de visibilidade da marca”, afirma Pedro Purm.

A estratégia do Grupo é seguir aproveitando o calendário das provas – muitas acontecendo em territórios considerados estratégicos para os seus negócios – para continuar realizando uma série de atividades antes, durante e após os eventos, expondo ainda mais a marca e fomentando relações mais fortes com clientes e parceiros.

“Esse foi um final de semana muito positivo porque pudemos não apenas acompanhar a prova ao lado de alguns dos nossos principais parceiros, mas principalmente porque tivemos a oportunidade de falar sobre outros assuntos além de negócios e aprofundar o nosso relacionamento”, lembra o executivo.

Além dos executivos brasileiros e seus parceiros, o evento contou com grandes nomes do Grupo Argo, como Jose Hernandez, Head International; Gary Grose, Producer Manager & Marketing; e Andrew Breen, SVP Digital. A próxima prova está prevista para ocorrer na Cidade do México, dia 1º de abril.

Europ Assistance movimenta mais de R$ 1 milhão por ano com serviço de concierge

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Conhecido como “facilitador de sonhos”, o serviço de concierge é cada vez mais requisitado pela comodidade e segurança que oferece e, principalmente, por proporcionar experiências inesquecíveis a seus clientes. Desde a criação do CRM há dois anos, a Europ Assistance conta com mais de 42 mil associados, e registra, mensalmente, uma média de 4.000 ligações, 3.500 serviços e R$ 120 mil em transações.

Entre a diversidade de desejos, a compra de ingressos para jogos, shows e parques lidera o ranking de solicitações. Em seguida, estão as reservas em restaurantes e agenda cultural, como book de destinos de viagem, que conta com entrega personalizada e, em mãos, ao cliente.

Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da Europ Assistance, diariamente a equipe de atendimento do concierge da empresa lida com diferentes expectativas e desafios para realizar o desejo de cada associado. “Um bom exemplo é o caso de um cliente que, na última hora, decidiu assistir ao jogo de basquete do Miami Heats x Orlando Magic, em Miami, nos Estados Unidos. Em um período de apenas três horas, nosso consultor concretizou o pedido”, lembra.

SulAmérica registra lucro líquido de R$ 695,3 milhões em 2016

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

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A SulAmérica encerrou 2016 reportando lucro líquido de R$ 695,3 milhões, com ganho de 1,7% frente ao ano de 2015, alcançando marca recorde em termos recorrentes. Considerando somente o quarto trimestre, o lucro líquido da empresa chegou a R$ 314,7 milhões, com alta de 27,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas operacionais cresceram 6,5% e totalizaram R$ 16,8 bilhões no ano, com R$ 4,3 bilhões registrados no último trimestre, no qual a alta foi de 6,8%.

O presidente executivo da SulAmérica, Gabriel Portella, avalia que os resultados consistentes de 2016 refletem o conjunto de investimentos realizados pela empresa nos últimos anos. Ele destaca o fato de a SulAmérica ter aumentado sua base de clientes e aprimorado seus processos de controle da sinistralidade, com melhoria geral em seus processos operacionais e ganhos de eficiência. “Comemoramos nossos 120 anos levando uma mensagem de otimismo e confiança em nossa empresa a nossos clientes, corretores e parceiros em todas as regiões do Brasil. Trabalhamos com total empenho para defender o interesse de nossos segurados, procurando controlar uma enorme pressão de custos que toda a indústria enfrenta.”

Portella acredita que a SulAmérica também se beneficiou com os movimentos de consolidação observados nos mercados de seguros, notadamente nos segmentos de saúde e odontológico. “Muitas carteiras migraram para a companhia em resposta a uma busca por maior solidez, certamente também na expectativa de que estaremos ao lado de nossos clientes na defesa de seus interesses”, complementa.

As receitas operacionais da SulAmérica no segmento de saúde e odontológico apresentaram alta de 12,7% em 2016, totalizando R$ 12,3 bilhões, consolidando a seguradora como uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil. No quarto trimestre, os resultados de saúde e odontológico também foram positivos, com crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2015, alcançando R$ 3,2 bilhões em receitas operacionais. Nesse contexto, o destaque foi para as modalidades PME e odontológico, que cresceram 16,3% e 20,2%, respectivamente, no trimestre. Portella aponta para a relevância dos dados positivos divulgados pela companhia, num ano em que o sistema de saúde suplementar perdeu mais de 1,5 milhão de beneficiários, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em virtude da desaceleração econômica e do desemprego no País. “Para sustentar o bom ritmo de crescimento da carteira, intensificamos a força de vendas em todo o Brasil e atuamos fortemente na retenção de segurados existentes”, explica Portella.

No segmento de automóveis, a frota segurada manteve-se estável em relação ao ano anterior, encerrando 2016 com 1,7 milhão de veículos. No quarto trimestre, as receitas operacionais recuaram 1% no comparativo com o mesmo período de 2015, atingindo a marca de R$ 744 milhões. Houve piora na sinistralidade, refletindo em grande parte o cenário macroeconômico desfavorável, a alta frequência de roubos e furtos em grandes centros, a queda nas vendas de veículos novos e o nível de competitividade que predominou no mercado. Em 2016, a empresa lançou o SulAmérica Auto Compacto, um produto que amplia e aumenta a competitividade do portfólio.

Em previdência privada, a companhia alcançou um recorde em reservas, ultrapassando a marca de R$ 6,1 bilhões no fim do ano, com crescimento de 14,3% em relação a 2015. O segmento de capitalização apresentou melhora expressiva, de 241,7%, na margem bruta, e crescimento de 50,1% das receitas operacionais, resultando em R$ 14,6 milhões no último trimestre do ano. Nosso negócio de gestão e administração de recursos, a SulAmérica Investimentos, apresentou desempenho significativo, encerrando 2016 com R$ 34,2 bilhões de ativos sob gestão, 13% acima do montante registrado no ano anterior. Uma das maiores assets independentes do país, a SulAmérica Investimentos comemora 20 anos de atuação em 2017, detendo há sete anos consecutivos o rating máximo da Standard & Poor’s.

Chubb nomeia novo vice-presidente para a América Latina

A Chubb anunciou a nomeação de José Cruz como Vice-presidente de Agency Distribution Management para a América Latina, reportando diretamente a David Heard, Senior Vice President de Personal Lines & Agency da Chubb para a região, e com um reporte matricial a Darryl Page, Vice President Chubb & Division President Personal Lines Chubb Overseas General.

Cruz será responsável em maximizar as vendas de produtos das divisões de Propriedade e Responsabilidade Civil, Linhas Pessoais, Acidentes e Saúde e Vida, por meio de corretores e agentes independentes nos países da América Latina onde a Chubb mantém operações.

Antes de sua nomeação, Cruz trabalhou na Nationalwide durante os últimos dez anos. Recentemente era responsável pelos agentes independentes de vendas para o Estado da Flórida, nos Estados Unidos.

José Cruz possui mais de 20 anos de experiência em vendas e marketing, incluindo 7 anos como dono de uma agência independente. Obteve seu bacharelado e MBA pela Universidade de Phoenix.

Conselho aceita pedido de afastamento de Márcio Lobão da presidência da Brasilcap

O presidente da Brasilcap, Márcio Lobão, apresentou no último dia 17 pedido de afastamento pelo prazo de 30 dias, o qual foi aceito pelo Conselho de Administração, segundo informou Werner Romera Süffert, diretor de gestão corporativa e RI da BB Seguridade, a um acionista que solicitou esclarecimentos sobre notícias veiculadas na mídia de que Lobão virou alvo da Operação Lava-Jato da PF, tendo sido emitido mandado de busca e apreensão para sua residência, bem como para a sede da empresa Brasilcap.

“Conforme se verifica, os fatos narrados não dizem respeito às atividades da Brasilcap ou decorrem do exercício do cargo de presidente da companhia, motivo pelo qual não é esperado impacto nos negócios da Brasilcap e, via de consequência, nos negócios da BB Seguridade”, informa o comunicado enviado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por fim, segue a nota, a BB Seguridade e a Brasilcap reafirmam seus compromissos com os rígidos padrões de governança corporativa a que se sujeitam, pautando seus comportamentos pela lei, não coadunando com qualquer tipo de ato ilegal, permanecendo à disposição das autoridades competentes para prestar eventuais informações solicitadas.

Seguradora não é obrigada a cobrir atos de insider trading

Fonte: Assessoria de Imprensa do STJ

Atos fraudulentos e desonestos de favorecimento pessoal e práticas dolosas lesivas à companhia e ao mercado de capitais, a exemplo do insider trading, não estão abrangidos no seguro de responsabilidade civil de diretores e administradores de pessoa jurídica (seguro de RC D&O).

Assim, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça rejeitou o pedido de um administrador de empresa para que fossem incluídos na cobertura do seguro atos investigados como insider trading — uso indevido de informação privilegiada. A decisão seguiu o voto do relator, ministro Villas Bôas Cueva.

No caso analisado, as informações prestadas no questionário de risco não correspondiam à realidade da empresa. O ministro destacou que já havia uma conduta dolosa sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes da renovação do seguro, o que dá respaldo à sanção de perda do direito à indenização securitária.

Na visão do magistrado, a omissão de informações relevantes na hora da contratação ou renovação do seguro levou a seguradora ao erro, já que não havia ciência plena do risco a ser assumido. Nesse caso, o entendimento unânime dos ministros da turma é que não há cobertura securitária para ressarcir a empresa com o prejuízo dos atos praticados.

Atos de gestão

O ministro explicou que a cobertura feita nesse tipo de seguro é restrita a atos culposos da gestão dos administradores de empresa, não sendo possível securitizar atos de favorecimento pessoal decorrentes de conduta dolosa de um ou mais administradores.

“A apólice do seguro de RC D&O não pode cobrir atos dolosos, principalmente se cometidos para favorecer a própria pessoa do administrador. De fato, a garantia securitária do risco não pode induzir à irresponsabilidade”, explicou o ministro.
No caso em questão, a empresa tinha ciência de investigações a respeito da prática de insider trading desde março de 2009, mas ao renovar a apólice em novembro de 2009 foram dadas respostas negativas às perguntas sobre a existência de investigações contra administradores e diretores.

O segurado recorrente alegou que não tinha ciência das investigações, portanto não poderia ter respondido ao questionário de forma diferente. Segundo o relator, o acórdão recorrido está correto ao demonstrar que a empresa, tomadora do seguro, inclusive respondeu a ofícios da CVM sobre a investigação, ou seja, havia conhecimento expresso da investigação sobre a prática de fraudes, de modo que as respostas ao questionário de risco foram omissas quanto a informações relevantes e conexas com o sinistro.

Dessa forma, na visão dos ministros, os atos foram praticados em benefício pessoal e não se enquadram como atos culposos de gestão de administrador cobertos pelo seguro.

Estudo aponta que 80% das empresas de energia já foram alvo de ataques cibernéticos

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Os investimentos das empresas de energia, governança e estratégias de proteção contra ataques de hackers vão somar cerca de US$ 1,87 bilhão, a partir de 2018. A programação do grande volume de investimento tem o objetivo de fazer frente a uma realidade cada vez mais presente nas empresas do segmento de energia (hidro, eólica, biomassa, solar, petróleo, gás, entre outras). De acordo com um estudo da consultoria de risco e corretora de seguros americana Marsh, em parceria com a Swiss Re, durante o ano de 2016, 80% das companhias de 40 países no mundo (incluindo Brasil), participantes do levantamento, já sofreram ataques cibernéticos.

As empresas dos 40 países analisadas no estudo são membro do Conselho Mundial de Energia (World Energy Council), entidade sediada em Londres que se dedica a estudos e desenvolvimento de novas tecnologias para geração e distribuição de energia.

Os investimentos em segurança contra riscos cibernéticos devem-se às constantes mudanças na gestão das empresas, em especial à automatização dos Sistemas de Controle (SDSC – Sistema Digital de Supervisão e Controle), que trouxe mais competividade para às companhias.

O aumento do uso da internet e das tecnologias em rede facilita a gestão eficiente para estas empresas, oferecendo aos gestores diversas oportunidades de melhorar diversos aspectos na operação e manutenção das plantas. Entretanto, na mesma medida que o controle tem ficado mais preciso, abre-se também brechas para ataques cibernéticos aos SDSCs. O erro humano é muitas vezes um fator-chave no sucesso dos ataques cibernéticos, devido à insuficiente conscientização dos riscos cibernéticos entre os funcionários em todos os níveis da organização.

Em 2015, um caso emblemático sobre o potencial da atuação de hackers nessa indústria aconteceu com a Kyivoblenergo, companhia ucraniana de distribuição de energia elétrica. Houve uma invasão nos computadores e sistema SCADA da companhia causando uma interrupção de 3 horas para cerca de 80.000 clientes.

Outro exemplo é o caso da usina nuclear em Ohio nos Estados Unidos, que sofreu em 2003 um ataque por um malware chamado “Slammer”” que desativou o sistema de monitoramento de segurança por cinco horas. Este ataque também afetou outras 5 plantas da companhia.

Riscos cibernéticos no Brasil

A gestão de riscos cibernéticos no setor elétrico no Brasil ainda é incipiente, principalmente devido à falta de histórico de ocorrências no país. Como as ocorrências são mais comuns no exterior, percebe-se um movimento das multinacionais com operações no Brasil no sentido de buscar verificar as reais vulnerabilidades de seus sistemas de proteção e controle.

A maior mudança que teremos no setor elétrico em relação a riscos cibernéticos, ocorrerá com entendimento das áreas de engenharia das empresas, que sistemas operacionais dedicados ou embarcados atualmente não podem ser considerados como uma prevenção a este tipo de ataque.

Os grandes fabricantes de relés de proteção e sistemas de controle, já estão comercializando equipamentos para reduzir o risco de ataques cibernéticos e a existência destes equipamentos já indicam uma crescente preocupação com o tema.

Seguro educacional é boa opção para os pais

Batt: temos agora um leque maior de produtos para ofertar

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Uma das principais preocupações financeiras de toda família é garantir uma boa educação para os filhos. Todo início de ano ela se torna ainda maior na busca incessante por colégios que entreguem, além de um bom projeto pedagógico, equipe qualificada e boa estrutura física, ambientes acolhedores para receber bem os pequenos no início do ano letivo. Mas, além desses aspectos, outro ponto que deve ser levado em consideração é: a instituição de ensino possui seguro?

Acidentes acontecem quando menos esperamos, ainda mais quando falamos de crianças. Um armário no corredor ou uma porta de vidro mal fechada podem se tornar armadilhas e, por isso, a importância de eleger uma escola que ofereça seguro é fundamental. As instituições devem estar preparadas para prestar todo o auxílio necessário caso haja algum tipo de ocorrência, sem que sejam necessários custos adicionais em valores de mensalidades, por exemplo. “A responsabilidade de uma escola não se limita à educação dos alunos, é preciso oferecer proteção e assistência”, destaca Thomas Batt, Presidente da Seguros SURA.

Para esses casos, uma das opções indicadas é o Seguro Acidentes Pessoais Escolar, que é desenvolvido sob medida para atender às demandas de estabelecimentos de ensino, como escolas, creches e universidades, e também a uma necessidade genuína dos pais que naturalmente se preocupam com um ambiente seguro para seus filhos. “Oferecendo proteção contra acidentes pessoais para alunos, o seguro pode, inclusive, ser estendido aos funcionários do estabelecimento. É um produto completo e diferenciado, que não apenas garante proteção aos alunos e à instituição de ensino, mas também da equipe educacional e, é claro, a tranquilidade dos pais”, destaca Batt.

O seguro conta com cobertura 24 horas por dia para aqueles que frequentam a instituição de ensino e também oferece suportes emergenciais, que facilitam o dia a dia, como transporte para tratamento fisioterápico, retorno a residência após alta hospitalar e até aulas domiciliares em caso de impossibilidade de locomoção. A apólice também contempla assistência em ocasiões que necessitam de extrema atenção e cuidados com os envolvidos, como em casos de fatalidade acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente. Além disso, cobre também despesas médico hospitalares e odontológicas, e conta com uma ampla rede credenciada para isso.

Outro ponto que os pais devem ficar atentos na escolha do colégio para o seu filho é se ele possui um Seguro Empresarial, para que o ambiente físico também esteja protegido em caso de possíveis acidentes e imprevistos. “Isso é uma importante garantia de que a escola é uma instituição que se preocupa com a sua solidez financeira e estrutural, para atender aquilo a que se propõe a fazer com qualidade, e que não vai deixar ninguém na mão no caso de alguma eventualidade”, complementa o executivo.

Para essa necessidade há no mercado seguros empresariais específicos para escolas, que oferecem assistência 24 horas que abrangem desde cuidados básicos, como conserto de ar condicionado, manutenção de bebedouros, serviço de dedetização, aluguel de gerador provisório e consultoria orçamentária até a garantia de proteção ao patrimônio ou empreendimento, que vão desde coberturas contra os riscos inerentes a incêndio, queda de raio e explosão. “Ambos são de extrema importância para o dia a dia das instituições, pois oferecem mais conforto aos pais, que podem ficar mais tranquilos sabendo que seu maior tesouro estará seguro”, reforça Batt.

Além disso, há outros tipos de coberturas que podem ser contratados de acordo com a necessidade do cliente e ao perfil de cada instituição. Algumas das mais indicadas são: roubo de bens e mercadorias, danos e equipamentos estacionários e eletrônicos (inclusive portáteis) e acidentes em atividades educacionais ou recreativas, mesmo fora das instalações.