Prudential cresce 15% em número de clientes em 2016

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O volume total de prêmios da Prudential do Brasil Seguros de Vida, em 2016, atingiu o montante de R$ 1,34 bilhão no mercado brasileiro, oriundo integralmente da comercialização de seguro de vida individual. O crescimento em relação ao ano anterior ficou em 35% de acordo com as práticas contábeis brasileiras BRGAAP (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles). Este resultado representa um lucro líquido de R$ 98,4 milhões.

A base de segurados da Prudential do Brasil manteve a trajetória ascendente verificada nos últimos anos, alcançando 329 mil apólices de seguro de vida individual em vigor em 31 de dezembro de 2016, contra 284 mil no fechamento do ano anterior, o que representa um aumento de mais de 15%. Já o capital segurado em vigor, de R$ 206 bilhões, acompanhou a expansão da carteira de clientes e cresceu 36% frente ao fechamento de 2015.

A vice-presidente Financeira, CFO & CRO, Thereza Moreno, destaca a importância da força de vendas no resultado da companhia. “O modelo de corretores franqueados, designados Life Planner, oferece um atendimento de elevado padrão de qualidade e serviços personalizados”, afirma a executiva ao mencionar também a diversificação dos canais de venda, iniciada em 2013 com a criação da área de Parcerias Comerciais.

“Concluímos o ano de 2016 com o crescimento nesta atuação de negócio por meio deste modelo de vendas, com a chegada de três novos parceiros de seguros de vida individual, formando um total de cinco grupos empresarias parceiros. “A Prudential do Brasil trabalha com as corretoras de seguros das seguintes empresas: Genial Seguros, Guide Investimentos, Ourinvest, XP Corretora de Seguros e Canal Private do grupo Itaú”, explica Moreno.

Além disso, outro aspecto que Thereza considera importante para o resultado financeiro ter sido muito positivo foi o constante controle de despesas, que proporcionou expressiva economia de escala. “A otimização de custos e de despesas é essencial para gerenciar o crescimento dos negócios e proporcionar melhorias contínuas dos nossos serviços”, acentua.

Com relação à sua presença física no país, a Prudential do Brasil encerrou o ano de 2016 com 27 agências e dois escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e no Distrito Federal. Independente dos espaços físicos, a companhia atende em todo Brasil.

O edifício-sede da seguradora fica no Rio de Janeiro. A companhia conta ainda com duas filiais, uma no Nova América Corporate, zona norte do Rio de Janeiro, e outra em São Paulo, no bairro do Itaim Bibi.

Brasilprev registra lucro de R$ 1 bilhão em 2016

A Brasilprev atingiu lucro líquido ajustado, que exclui resultados extraordinários, de R$ 1 bilhão, crescimento de 17,2% em comparação a 2015, quando o montante foi de R$ 860,8 milhões. Já em ativos sob gestão (indicador que registrou R$ 200 bilhões em janeiro de 2017) a empresa terminou o ano com R$ 199,1 bilhões, uma evolução de 33,0% em relação a dezembro de 2015, com 30,1% de market share.

Entre os produtos, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é, mais uma vez, o responsável por grande parte da arrecadação na Brasilprev, com um incremento de 30,7%, chegando a R$ 44,6 bilhões. Já o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), segundo componente do mercado vivo de previdência complementar, cresceu 0,3%, alcançando R$ 2,6 bilhões. A arrecadação total, que soma o acumulado no período em planos VGBL, PGBL e os R$ 482 milhões do produto Tradicional, atingiu R$ 47,6 bilhões, superando em 28,1% o índice do ano anterior.

“A Brasilprev registrou em 2016 o forte crescimento dos últimos anos. A companhia no período manteve a liderança nos indicadores arrecadação total, com 40,5% de market share, captação líquida, com 50,5% de participação, e ativos sob gestão PGBL e VGBL, terminando o exercício com 30,9% do mercado”, comenta Nelson Katz, diretor de planejamento e controle da empresa, em nota enviada aos jornalistas.

“Para 2017, o objetivo é dar continuidade ao trabalho de consultoria que fazemos em parceria com o distribuidor dos nossos produtos, a rede de agências do Banco do Brasil, e intensificar as ações de formação de cultura previdenciária, por meio do conceito do ABC da Previdência. Estas iniciativas serão essenciais para que a população se conscientize, cada vez mais, da importância de acumular recursos para a viabilização de projetos de vida de longo prazo, ainda mais no momento atual, em que está sendo discutida a Reforma da Previdência”, conclui Katz.

Allianz divulga lucro operacional de € 10,8 bi em 2016; Brasil cresce 2,5% em vendas

O Grupo Allianz entregou € 10,8 bilhões em lucro operacional em 2016, próximo ao topo da faixa visada. Esse é o quinto aumento consecutivo nos resultados operacionais anuais. A receita líquida atribuível aos acionistas cresceu 4%, em comparação a 2015, levando a Allianz a aumentar ainda mais seus dividendos que passaram a € 7,60. A Allianz também lançará um plano de recompra de ações (buy-back) de 12 meses no valor de até € 3 bilhões, representando cerca de 4,2 % do seu capital acionário. Sendo a maior seguradora da Europa em termos de valor de mercado, a Allianz teve grandes avanços na implementação da sua estratégia “Renewal Agenda” em 2016, colocando a empresa no rumo certo para atingir suas metas para 2018.

O segmento Vida e Saúde teve o maior crescimento no lucro operacional, com aumento de 9,3%, totalizando € 4,1 bilhões. Os resultados crescentes dos investimentos foram o principal fator impulsionador. A margem de novos negócios aumentou para 2,7% em 2016 comparada aos 2,2 % em 2015, demonstrando a capacidade da Allianz em implementar mudanças estratégicas de forma rápida e rentável, em resposta ao ambiente com baixas taxas de juros.

O segmento Property & Casualty (todos os seguros, exceto Vida e Saúde) teve resultado operacional de 4,2% no ano devido, sobretudo, aos resultados mais fracos dos investimentos, apesar do melhor desempenho na subscrição de riscos. O índice combinado deste segmento, que mede a rentabilidade da subscrição de riscos, aumentou 0,3% passando para 94,3%, impactado em parte pelos baixos pedidos de indenização por catástrofes naturais.

O segmento de Gestão Patrimonial assinalou um marco importante, uma vez que a PIMCO gerou dois trimestres consecutivos com entrada líquida de terceiros na segunda metade de 2016. Houve aumento de 6,1% no total do patrimônio sob gestão que passou para €1,871 trilhão no final do ano, principalmente, devido aos efeitos positivos de mercado. Contudo, um declínio nas taxas decorrentes de AuM (bens de terceiros sob gestão) e nas taxas de desempenho acarretou um decréscimo de 0,4% no lucro operacional. A disciplina nos custos levou a um aumento no coeficiente custo-rendimento que passou para 63,4% em relação aos 64,5% para o segmento.

“A Allianz teve um ótimo 2016, com os esforços investidos na nossa estratégia Renewal Agenda, que gerou frutos. Todos os segmentos fizeram boas entregas graças ao engajamento das pessoas e a nossa robusta base de capital, que nos deixa em uma posição sólida”, declarou Oliver Bäte, CEO da Allianz SE.

“Foi um ano cheio de surpresas, nem todas bem-vindas, que desafiou muitas premissas, alimentou a incerteza geopolítica e a volatilidade de mercado – e isso torna difícil prever como será 2017. Ainda assim, nos sentimos bastante confiantes para aumentar nossa meta prevista de lucro operacional. O Grupo visa alcançar um resultado operacional de €10,8 bilhões, com margem de mais ou menos €500 milhões em 2017, salvo eventos imprevistos, crises ou catástrofes naturais”, completou Bäte.

Allianz Brasil: metas estabelecidas para 2016 cumpridas

Em 2016, a Allianz Seguros, subsidiária brasileira do Grupo Allianz, apresentou acréscimo de 2,5% no prêmio emitido líquido, sobre 2015. Também foi registrada melhora no índice de sinistralidade, da ordem de 6,6%. Já o resultado líquido de 2016 é justificado por meio de dois eventos extraordinários. A performance obtida em 2016 já era esperada. O resultado líquido foi influenciado, principalmente, pelo reforço nas reservas do produto Vida e pelas mudanças regulatórias, relativas a créditos tributários. Excluindo os eventos extraordinários, o resultado líquido da seguradora apresentou uma melhora expressiva, da ordem de 51%.

Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros, demonstra expectativas bastante positivas para 2017 ao sinalizar que a seguradora está em meio a um grande projeto de transformação, que envolve todas as áreas da companhia e com importantes inovações em produtos, nas áreas comercial e de atendimento e entrega a clientes.

“O processo caminha a passos largos e as mudanças em curso têm se mostrado efetivas, não apenas pelos resultados alcançados nos últimos meses, como também pela boa aceitação e perspectivas positivas vindas da força de vendas da companhia e do nosso principal canal de distribuição, o corretor de seguros”, diz Pérez Jaime. E isso pôde ser comprovado recentemente durante a Convenção de Vendas, que contou com a presença da área Comercial da seguradora, e o Encontro Nacional dos Corretores, onde estiveram os 150 parceiros que mais produzem com a Allianz.

Receita da Mongeral Aegon cresce 19% em 2016

Fonte: Revista IstoÉ

O faturamento da seguradora Mongeral Aegon cresceu 19% em 2016 ante 2015. A empresa faturou R$ 1,1 bilhão em prêmios de seguros, focando-se nos ramos de vida e invalidez. Segundo o diretor financeiro Raphael de Almeida Barreto, o bom desempenho ocorreu principalmente devido aos investimentos na formação da força de vendas. No ano, a empresa lucrou R$ 26 milhões, e as reservas técnicas atingiram R$ 931 milhões.

Criada há 182 anos, e uma das seguradoras mais antigas ainda em atividade no mundo, a Mongeral – abreviatura de Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado – surgiu em 1835 dedicada a oferecer planos previdenciários para funcionários públicos e policiais. Em 2009, a companhia foi adquirida pela holandesa Aegon, mas manteve seu nicho de atividade. Atualmente, a companhia dedica-se principalmente aos seguros de vida e aos planos de previdência.

No ano passado, a companhia ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes e vinha concentrando sua distribuição principalmente por meio de corretores. Neste ano, diz Barreto, a Mongeral vai investir em plataformas tecnológicas, especialmente para a distribuição de microsseguros, e em uma joint-venture com o banco cooperativo Bancoob. Com capital social inicial de R$ 40 milhões e sede em Brasília, a nova seguradora vai usar a rede de distribuição aos cerca de quatro milhões de cooperados do sistema Sicoob. “Isso deverá permitir que nós continuemos crescendo a taxas de dois dígitos pelos próximos cinco ou dez anos”, diz ele.

Conselho da BR Insurance aprova incorporação de cinco subsidiárias

O Conselho de Administração da Companhia aprovou ontem proposta de ncorporação de cinco subsidiárias controladas, bem como a proposta para a convocação de Assembleia Geral Extraordinária da companhia para o dia 9 de março de 2017, para deliberar acerca da referida incorporação, segundo comunicado enviado a CVM. São elas: Aplick Master B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“APLICK”); Base Brasil B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“BASE BRASIL”); Coelho dos Santos Corretora de Seguros Ltda. (“COELHO”); Neval B.I. Corretora de Seguros Ltda. (“NEVAL”) e; Sebrasul Assessoria e Corretagem de Seguros Ltda. (“SEBRASUL”).

Grupo Argo patrocina nova equipe de Fórmula E, a “Fórmula 1 dos carros elétricos”

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Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Argo está patrocinando uma equipe de Fórmula E, considerada a “Fórmula 1” dos carros elétricos”. A novidade agora é o patrocínio da Faraday Future Dragon Racing, uma das equipes mais promissoras do circuito. A estreia aconteceu nesse último final de semana, durante a corrida de Buenos Aires.

Para celebrar o novo patrocínio, a multinacional levou executivos e corretores parceiros para acompanhar a prova na Argentina. Representando a Argo Brasil estavam o CEO Pedro Purm; o diretor de Relacionamento com Corretores, Salvatore Lombardi; e o superintende de Linhas Financeiras, Gustavo Galrão.

“Sem dúvida alguma, os nossos valores de inovação, tecnologia e trabalho de equipe combinam muito com este esporte. Além disso, a Fórmula E, por conta da sua crescente audiência global, também confere ao Grupo um retorno muito interessante em termos de visibilidade da marca”, afirma Pedro Purm.

A estratégia do Grupo é seguir aproveitando o calendário das provas – muitas acontecendo em territórios considerados estratégicos para os seus negócios – para continuar realizando uma série de atividades antes, durante e após os eventos, expondo ainda mais a marca e fomentando relações mais fortes com clientes e parceiros.

“Esse foi um final de semana muito positivo porque pudemos não apenas acompanhar a prova ao lado de alguns dos nossos principais parceiros, mas principalmente porque tivemos a oportunidade de falar sobre outros assuntos além de negócios e aprofundar o nosso relacionamento”, lembra o executivo.

Além dos executivos brasileiros e seus parceiros, o evento contou com grandes nomes do Grupo Argo, como Jose Hernandez, Head International; Gary Grose, Producer Manager & Marketing; e Andrew Breen, SVP Digital. A próxima prova está prevista para ocorrer na Cidade do México, dia 1º de abril.

Europ Assistance movimenta mais de R$ 1 milhão por ano com serviço de concierge

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Conhecido como “facilitador de sonhos”, o serviço de concierge é cada vez mais requisitado pela comodidade e segurança que oferece e, principalmente, por proporcionar experiências inesquecíveis a seus clientes. Desde a criação do CRM há dois anos, a Europ Assistance conta com mais de 42 mil associados, e registra, mensalmente, uma média de 4.000 ligações, 3.500 serviços e R$ 120 mil em transações.

Entre a diversidade de desejos, a compra de ingressos para jogos, shows e parques lidera o ranking de solicitações. Em seguida, estão as reservas em restaurantes e agenda cultural, como book de destinos de viagem, que conta com entrega personalizada e, em mãos, ao cliente.

Segundo Ricardo Alexandre, diretor de Operações da Europ Assistance, diariamente a equipe de atendimento do concierge da empresa lida com diferentes expectativas e desafios para realizar o desejo de cada associado. “Um bom exemplo é o caso de um cliente que, na última hora, decidiu assistir ao jogo de basquete do Miami Heats x Orlando Magic, em Miami, nos Estados Unidos. Em um período de apenas três horas, nosso consultor concretizou o pedido”, lembra.

SulAmérica registra lucro líquido de R$ 695,3 milhões em 2016

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

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A SulAmérica encerrou 2016 reportando lucro líquido de R$ 695,3 milhões, com ganho de 1,7% frente ao ano de 2015, alcançando marca recorde em termos recorrentes. Considerando somente o quarto trimestre, o lucro líquido da empresa chegou a R$ 314,7 milhões, com alta de 27,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas operacionais cresceram 6,5% e totalizaram R$ 16,8 bilhões no ano, com R$ 4,3 bilhões registrados no último trimestre, no qual a alta foi de 6,8%.

O presidente executivo da SulAmérica, Gabriel Portella, avalia que os resultados consistentes de 2016 refletem o conjunto de investimentos realizados pela empresa nos últimos anos. Ele destaca o fato de a SulAmérica ter aumentado sua base de clientes e aprimorado seus processos de controle da sinistralidade, com melhoria geral em seus processos operacionais e ganhos de eficiência. “Comemoramos nossos 120 anos levando uma mensagem de otimismo e confiança em nossa empresa a nossos clientes, corretores e parceiros em todas as regiões do Brasil. Trabalhamos com total empenho para defender o interesse de nossos segurados, procurando controlar uma enorme pressão de custos que toda a indústria enfrenta.”

Portella acredita que a SulAmérica também se beneficiou com os movimentos de consolidação observados nos mercados de seguros, notadamente nos segmentos de saúde e odontológico. “Muitas carteiras migraram para a companhia em resposta a uma busca por maior solidez, certamente também na expectativa de que estaremos ao lado de nossos clientes na defesa de seus interesses”, complementa.

As receitas operacionais da SulAmérica no segmento de saúde e odontológico apresentaram alta de 12,7% em 2016, totalizando R$ 12,3 bilhões, consolidando a seguradora como uma das maiores operadoras de saúde suplementar do Brasil. No quarto trimestre, os resultados de saúde e odontológico também foram positivos, com crescimento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2015, alcançando R$ 3,2 bilhões em receitas operacionais. Nesse contexto, o destaque foi para as modalidades PME e odontológico, que cresceram 16,3% e 20,2%, respectivamente, no trimestre. Portella aponta para a relevância dos dados positivos divulgados pela companhia, num ano em que o sistema de saúde suplementar perdeu mais de 1,5 milhão de beneficiários, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em virtude da desaceleração econômica e do desemprego no País. “Para sustentar o bom ritmo de crescimento da carteira, intensificamos a força de vendas em todo o Brasil e atuamos fortemente na retenção de segurados existentes”, explica Portella.

No segmento de automóveis, a frota segurada manteve-se estável em relação ao ano anterior, encerrando 2016 com 1,7 milhão de veículos. No quarto trimestre, as receitas operacionais recuaram 1% no comparativo com o mesmo período de 2015, atingindo a marca de R$ 744 milhões. Houve piora na sinistralidade, refletindo em grande parte o cenário macroeconômico desfavorável, a alta frequência de roubos e furtos em grandes centros, a queda nas vendas de veículos novos e o nível de competitividade que predominou no mercado. Em 2016, a empresa lançou o SulAmérica Auto Compacto, um produto que amplia e aumenta a competitividade do portfólio.

Em previdência privada, a companhia alcançou um recorde em reservas, ultrapassando a marca de R$ 6,1 bilhões no fim do ano, com crescimento de 14,3% em relação a 2015. O segmento de capitalização apresentou melhora expressiva, de 241,7%, na margem bruta, e crescimento de 50,1% das receitas operacionais, resultando em R$ 14,6 milhões no último trimestre do ano. Nosso negócio de gestão e administração de recursos, a SulAmérica Investimentos, apresentou desempenho significativo, encerrando 2016 com R$ 34,2 bilhões de ativos sob gestão, 13% acima do montante registrado no ano anterior. Uma das maiores assets independentes do país, a SulAmérica Investimentos comemora 20 anos de atuação em 2017, detendo há sete anos consecutivos o rating máximo da Standard & Poor’s.

Chubb nomeia novo vice-presidente para a América Latina

A Chubb anunciou a nomeação de José Cruz como Vice-presidente de Agency Distribution Management para a América Latina, reportando diretamente a David Heard, Senior Vice President de Personal Lines & Agency da Chubb para a região, e com um reporte matricial a Darryl Page, Vice President Chubb & Division President Personal Lines Chubb Overseas General.

Cruz será responsável em maximizar as vendas de produtos das divisões de Propriedade e Responsabilidade Civil, Linhas Pessoais, Acidentes e Saúde e Vida, por meio de corretores e agentes independentes nos países da América Latina onde a Chubb mantém operações.

Antes de sua nomeação, Cruz trabalhou na Nationalwide durante os últimos dez anos. Recentemente era responsável pelos agentes independentes de vendas para o Estado da Flórida, nos Estados Unidos.

José Cruz possui mais de 20 anos de experiência em vendas e marketing, incluindo 7 anos como dono de uma agência independente. Obteve seu bacharelado e MBA pela Universidade de Phoenix.

Conselho aceita pedido de afastamento de Márcio Lobão da presidência da Brasilcap

O presidente da Brasilcap, Márcio Lobão, apresentou no último dia 17 pedido de afastamento pelo prazo de 30 dias, o qual foi aceito pelo Conselho de Administração, segundo informou Werner Romera Süffert, diretor de gestão corporativa e RI da BB Seguridade, a um acionista que solicitou esclarecimentos sobre notícias veiculadas na mídia de que Lobão virou alvo da Operação Lava-Jato da PF, tendo sido emitido mandado de busca e apreensão para sua residência, bem como para a sede da empresa Brasilcap.

“Conforme se verifica, os fatos narrados não dizem respeito às atividades da Brasilcap ou decorrem do exercício do cargo de presidente da companhia, motivo pelo qual não é esperado impacto nos negócios da Brasilcap e, via de consequência, nos negócios da BB Seguridade”, informa o comunicado enviado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por fim, segue a nota, a BB Seguridade e a Brasilcap reafirmam seus compromissos com os rígidos padrões de governança corporativa a que se sujeitam, pautando seus comportamentos pela lei, não coadunando com qualquer tipo de ato ilegal, permanecendo à disposição das autoridades competentes para prestar eventuais informações solicitadas.