Liberty Seguros e CEAP promovem curso profissionalizante com ênfase em seguros

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A Liberty Seguros anuncia, em parceria com o CEAP (Centro Educacional Assistencial Profissionalizante), o Programa Liberty Seguros de Educação Profissional. A iniciativa faz parte do Isso Tem Valor, programa de responsabilidade social que tem por objetivo ajudar as pessoas a conquistar, preservar e proteger o que é mais valioso. O novo posicionamento é baseado em três pilares de atuação: Educação e Empreendedorismo, Boas Práticas e Preservação, e Educação para Seguros.

O Programa Liberty de Educação Profissional faz parte do pilar Educação e Empreendedorismo e promove desenvolvimento profissional de jovens de 14 a 18 anos em situação de vulnerabilidade social da comunidade da Pedreira, na Zona Sul de São Paulo.

O curso técnico profissionalizante em administração, com ênfase no mercado de seguros, do CEAP é habilitado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e pelo Ministério da Educação. A iniciativa é direcionada a jovens que estão cursando o ensino médio. Sua duração é de quatro semestres, realizada no período em que o aluno não estiver na escola.

“O CEAP só tem a agradecer a Liberty Seguros por capacitar uma nova geração de jovens que entrará no mercado de trabalho com uma qualificação diferenciada e à frente dos concorrentes”, diz Carlos Lima, Diretor de Desenvolvimento Institucional do CEAP.

Por meio da plataforma CEAP Vagas, uma ferramenta de conexão e interação entre os jovens talentos e empresas, o CEAP vai disponibilizar um espaço exclusivo ao Programa Liberty de Educação Profissional, em que as corretoras parceiras da Liberty Seguros poderão recrutar jovens participantes do programa e já qualificados para atuarem no mercado segurador. Para conhecer a plataforma, acesse: http://www.ceapvagas.org.br.

A parceria dá continuidade à ação “Futuro de Valor”, realizada em dezembro de 2016, durante a qual aconteceu uma série de oficinas educativas no Centro de Capacitação Profissional Veleiros e no Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP). São instituições de ensino técnico que fazem trabalhos educacionais com a comunidade de Cidade Ademar, também na capital paulista. O projeto impactou mais de 440 pessoas da região.

“O trabalho com a comunidade faz parte do compromisso da Liberty Seguros com o país. Nosso objetivo é trabalhar na formação de profissionais para o futuro do setor de seguros, oferecendo aos jovens uma oportunidade de chegar mais preparados para o mercado de trabalho”, diz Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Mitsui Brasil pretende representar 40% da área internacional do grupo em 2017

O grupo Mitsui fechou o terceiro trimestre fiscal japonês* com prêmio total emitido de US$ 23 bilhões, 11,4% acima com relação a 2015. O resultado líquido cresceu 22,8%, fechando em US$ 1,85 bilhão. Os resultados das operações internacionais representaram mais de 15% deste resultado, com objetivo de aumentar este número no fechamento do resultado anual.

No Brasil, a operação fechou o ano de 2016 com um aumento de 14% no prêmio total emitido. “A cada ano as operações internacionais trazem mais representatividade nos resultados do grupo. Nosso objetivo é atingir 40% do volume total de prêmio com as operações internacionais em 2017, enfatizando a força das operações no mundo e também as inúmeras oportunidades de negócios que todos os países do grupo podem trazer”, ressalta Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros.

TRR Securitas contrata Jeferson Bem como superintendente de riscos patrimoniais e financeiros

Jeferson Bem é o novo superintendente de Riscos Patrimoniais e Financeiros da TRR Securitas. Formado em administração de empresas pela Universidade Paulista (UNIP) e gestão comercial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), possui especialização em finanças e seguros, em diferentes universidades americanas e europeias. Com 26 anos de experiência no mercado segurador, já trabalhou em empresas como Coface, Swiss Re, Chubb, Marsh e Zurich. Com o foco no planejamento e desenvolvimento de novos negócios e a formação e gestão de equipes, Jeferson integra o quadro da TRR Securitas com o objetivo de fortalecer o posicionamento da empresa no mercado.

IRB e Korean Re assinam acordo para atuar na AL

Os resseguradores Korean Re e IRB Brasil Re anunciaram que assinaram um memorando de entendimento (MOU) em 24 de fevereiro de 2017 no Rio de Janeiro. O presidente Won Jong-gyu, e o presidente do IRB Brasil Re, Tarcisio Godoy, afirmaram que a parceria ajudará a reforçar a presença no mercado da América Latina. Korean Re informou que as duas empresas concordaram em reforçar a sua cooperação em subscrições no Brasil e na Argentina.

JMalucelli Seguradora consolida liderança em garantia em 2016

A JMalucelli Seguradora registrou um volume de quase meio bilhão em prêmios diretos em 2016. Isso representa 22% do mercado de seguro garantia, um dos ramos de seguro que teve maior crescimento, tendo movimentado mais de R$ 2 bilhões em prêmios diretos. Com esse balanço, a JMalucelli consolidou mais uma vez sua liderança no mercado brasileiro de seguro garantia. Segundo Ricardo Trunci, diretor comercial Brasil, “o resultado em 2016 está de acordo com o que a empresa esperava, e as perspectivas para 2017 são muito positivas”.

O resultado é creditado aos investimentos na área tecnológica e comercial. Em 2016 a empresa ampliou sua atuação agregando novos gerentes comerciais à estrutura, além de ter promovido treinamentos e workshops sobre Seguro Garantia em todas as regiões do país. “Sabemos a importância que os corretores têm para nosso negócio, por isso investimos no contato com eles e na capacitação para que possam oferecer as melhores opções para seus clientes e trazer benefícios para todas as partes envolvidas”, afirma Gustavo Henrich, vice-presidente da JMalucelli Seguradora, em nota enviada à imprensa.

Lucro da Munich Re no Brasil salta de R$ 14 milhões para R$ 55,7 milhões em 2016

Apesar do cenário econômico adverso e da alta competitividade do mercado de resseguros no Brasil, a Munich Re encerrou 2016 com prêmios de R$ 441,9 milhões (líquidos de comissão de resseguro), incremento de 15% em relação a 2015. O lucro líquido saltou de R$ 14 milhões para R$ 55,7 milhões. O resultado operacional praticamente quadriplicou, atingindo o montante de R$ 100,2 milhões ante R$ 27,8 milhões em 2015.

“Nosso principal foco é estabelecer parcerias estratégicas com rol de clientes na pauta envolvendo assuntos pertinentes à gestão de risco, a partir das quais nosso desenvolvimento sustentável se materializa, conforme demonstram os resultados obtidos em 2016”, cita Rodrigo Belloube, CEO da resseguradora local presente no Brasil desde 2007 e controlada pelo maior grupo ressegurador do mundo.

O balanço publicado hoje destaca na carta aos acionistas que tal crescimento é fruto do fortalecimento de parcerias com clientes, principalmente no desenvolvimento em conjunto soluções customizadas para as necessidades do segurado, do reconhecimento crescente pelo mercado da consistência e diferenciação dos serviços prestados pelo grupo alemão ao longo de toda a cadeia de valor – desde a abordagem comercial, passando pela subscrição e processos administrativos, até o suporte e agilidade característicos da gestão em sinistros.

Belloube aposta na diferenciação para criar um vínculo longevo com seus clientes. “A possibilidade de desenvolvermos projetos que atendam necessidades locais com o apoio da rede mundial do Grupo Munich Re, colaborando assim para o desenvolvimento e sofisticação do mercado brasileiro, vem sendo explorada e feita tangível de maneira crescente”, afirma.

O grupo afirma que o capital humano segue sendo um dos pilares e diferenciais. “Contamos com uma equipe com profundo conhecimento técnico, próxima de nossos clientes, sagaz para identificar oportunidades e desenvolver soluções customizadas em co-criação com eles, compreender as peculiaridades de cada carteira, utilizando ainda a vasta experiência internacional do Grupo Munich Re”, enfatiza.

Outro aspecto fundamental da governança corporativa da Munich Re é sua política ativa de gerenciamento de riscos. Nesse tocante, explica, visando maior equilíbrio da carteira, a Munich Re passou a ceder proporcionalmente sua carteira de Crédito e Garantia, gerando uma movimentação de saldos no primeiro semestre referente a todos os contratos aceitos até então.

Adicionalmente, os contratos de retrocessão de algumas linhas de seguros de danos, relativos aos anos de subscrição 2010 e 2011, foram encerrados entre as partes no segundo semestre de 2016. Houve apuração de todo o acervo líquido com aplicação de uma taxa de desconto, que culminou numa liquidação financeira por parte das retrocessionárias.

A perspectiva para o ano de 2017 é manter o foco no desenvolvimento sustentável da operação, com ganho de escala e orientação ao atendimento das necessidades operacionais e estratégicas dos clientes na pauta de gestão de riscos, de maneira cada vez mais eficiente, finaliza Belloube.

Seguros de vida e previdência privada devem crescer este ano

Após uma variação de 4% ao ano, em 2016, a evolução do seguro de pessoas apresenta projeções melhores para 2017. “Se antes não estava clara a importância de o corretor de seguros apostar nos ramos de pessoas, conhecer melhor e oferecer os produtos de vida e previdência para seus clientes, chegou a hora. A longevidade é assunto recorrente e facilita a formação da cultura do seguro no brasileiro”, defende o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, na edição de janeiro da Carta Conjuntura do Setor de Seguros, publicação mensal assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo).

Para o Sincor-SP, a melhora no comportamento da economia brasileira em 2017 gera boas expectativas. Embora, os números econômicos do País, em 2015 e 2016, não tenham sido os melhores, a previsão é mais otimista para 2017. As previsões atuais sinalizam uma inflação de 4,5%, um crescimento econômico de 0,5% e um dólar em dezembro de R$ 3,50, segundo o estudo.

As expectativas positivas do setor já são refletidas no aumento do número de corretores no Estado. De acordo com o estudo, o número de profissionais passou de 36 mil em janeiro de 2016 para mais de 40 mil no mesmo período deste ano. Em média, são dois mil novos corretores ou corretoras por ano trabalhando para o crescimento do mercado. A atuação desses profissionais nos ramos de vida, saúde e previdência correspondem a 20% de toda atuação do mercado.

Nos ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial, etc.), ainda sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi positiva em 2%. Como comparação, em todo ano de 2015, esse mesmo número foi 5%, também positivo. Já nos produtos do tipo VGBL, a variação acumulada no ano, em comparação ao mesmo período de 2015, é mais de 18%. Em 2016, o patamar ultrapassou R$ 780 bilhões, com variação 20% no exercício.

O estudo apresenta ainda um declínio na rentabilidade acumulada das empresas desde 2014. Os números de 2013 a 2015 indicam que houve queda na rentabilidade acumulada das empresas (17% para 10%, respectivamente). Em seguradoras, a variação foi um pouco menos intensa, de 13% para 11%. Apesar dessa variação, pode-se dizer que o lucro líquido ficou parcialmente satisfatório, sobretudo devido às circunstâncias em que vivia a economia. Como houve diminuição no patrimônio líquido acumulado do setor, isso acabou proporcionando uma taxa de rentabilidade (lucro líquido/patrimônio líquido) até mais favorável, nos valores totais das companhias.

Na análise parcial de 2016, chegou-se à conclusão que a rentabilidade do setor sofreu de forma mais intensa e, em termos nominais, quebrou a tendência de crescimento de anos anteriores. Por exemplo, o montante acumulado de lucro líquido caiu 9%, de R$ 22,2 bilhões para R$ 20,2 bilhões.

A expectativa é que esse saldo em 2017, com o crescimento da economia no ano, comece a apresentar melhoras.

Lucro da Assurant sobe para R$ 42 milhões em 2016

A Assurant Seguradora divulgou lucro líquido de R$ 42 milhões em 2016, alta de 228% em comparação com os R$ 12,8 milhões de 2015. Considerando Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), o crescimento foi de 52% no comparativo de 2016 (R$ 36,2 milhões) com 2015 (R$ 23,8 milhões). A empresa também registrou aumento em prêmios emitidos, que passaram de R$ 378,5 milhões em 2015 para R$ 393,5 milhões em 2016, praticamente 4% a mais.

Segundo dados do balanço, esse é o melhor resultado alcançado pela Assurant nos 15 anos de operação no Brasil. O grupo afirma em nota que o desempenho da companhia no país, mesmo em um cenário econômico adverso e competitivo, é decorrente de mudanças estratégicas ocorridas em 2014 e está diretamente atrelada ao aumento da produtividade dos clientes existentes, lançamento de novos produtos e gestão de despesas da empresa.

Também credita o resultado ao gerenciamento dos contratos com os canais de distribuição (redes varejistas, montadoras de veículos e operadoras de telefonia) e parcerias firmadas com as maiores fabricantes do país para aquisição de produtos utilizados no processo de regulação de sinistros.

“Em 2016, assim como no ano anterior, enfrentamos um cenário econômico instável e desafiador. Houve retração de diversos setores da economia e o mercado de seguros gerais também foi afetado. Diante dessas adversidades, a Assurant obteve resultados bastante significativos que demonstram como a empresa buscou a otimização dos seus negócios e que, embora tenha apresentado um crescimento modesto em prêmios emitidos, a companhia se tornou muito mais lucrativa por conta da maior eficiência nas parcerias atuais, diversificação da operação e fechamento de novos negócios”, avalia Ricardo Fiuza, presidente da empresa no Brasil.

O resultado operacional da empresa aumentou para R$35,1 milhões contra R$ 23,6 milhões em 2015. O índice de sinistralidade teve ligeiro aumento no período. Em 2016, os sinistros atingiram 15,22% do prêmio ganho pela Assurant, o que significa alta de 0,8% com relação a 2015 (14,4%). Em saldo de ativos totais, a companhia encerrou o ano com o montante de R$ 794,4 milhões (em 2015 registrou R$884,2 milhões), queda de 10,16%. Desses, R$ 301 milhões são representados por aplicações financeiras.

“O aumento da sinistralidade, que é um indicador importante para as companhias do setor, é consequência da mudança do mix de produtos e de custos operacionais, como mão de obra, por exemplo. Em 2016, mesmo com aumento desse índice, obtivemos resultados positivos. Isso demonstra quão expressivos foram os números da companhia no último ano”, declara Cristiano Furtado, diretor Financeiro da Assurant.

Especializada na distribuição customizada de seguros massificados, a Assurant conta hoje com mais de 30 parceiros no Brasil, 50 produtos em seu portfólio e mais de 12 milhões de segurados ativos em todo território nacional. A companhia tem como foco as operações nos seguros de proteção contra roubo e furto para celulares e tablets, garantia estendida para eletro, eletrônicos, móveis e veículos, proteção financeira/prestamista e, de forma pioneira, nos programas de upgrade no Brasil (programa de troca anual de aparelhos celulares). No último ano, a Assurant decidiu pela entrada em uma nova linha de negócio e lançou a MyWiT (My Wireless Technology), marca mundial da empresa desenvolvida para comercialização de celulares seminovos via e-commerce.

Caixa Seguradora tem ROE de 32,3% em 2016

A Caixa Seguradora divulgou faturamento e lucro líquido recordes em 2016: R$ 14,8 bilhões e R$ 1,9 bilhão respectivamente. O retorno sobre o patrimônio líquido de 32,3%. O crescimento do faturamento em relação a 2015 foi de 20,6%.

O presidente da empresa, Thierry Claudon, comentou em comunicado enviado à imprensa, que houve mudança significativa na percepção dos brasileiros sobre a importância do planejamento financeiro. “O momento atual estimula a pensar na sustentabilidade das famílias, principalmente em cenários de médio e longo prazos”, afirma.

Carro chefe da empresa, a área de seguros teve faturamento de R$ 5,3 bilhões, crescimento de 8% em relação a 2015. Na área de previdência, o faturamento foi de R$ 7,4 bilhões, valor 34,1% maior que o de 2015. “Esses resultados premiam 15 anos de parceria entre CNP Assurances e Caixa, com um histórico de sucesso e crescimento sólido”, ressalta Claudon.

Susep suspende circular com mudanças no D&O

A Susep divulgou hoje circular 546 que suspende, pelo prazo de 90 dias, os efeitos da Circular SUSEP nº 541, de 17 de outubro de 2016, que estabelece diretrizes gerais aplicáveis aos seguros de responsabilidade civil de diretores e administradores de pessoas jurídicas (seguro de RC D&O).

As principais alterações, que deveriam entrar em vigor a partir do fim deste mês, foram muito criticadas por quem atua no segmentos, com a alegação de que a circular praticamente inviabilizada a venda do seguro. Entre as principais mudanças, a circular 541 trazia a possibilidade de cobertura (adicional) de multas e penalidades aplicadas aos segurados, até então proibida pela Susep, e a expressa exclusão de cobertura dos riscos cobertos pelos Seguros de Responsabilidade Civil Geral, Responsabilidade Civil Profissional e Responsabilidade Civil Riscos Ambientais; a exclusividade de sua contratação direta por pessoa jurídica (o tomador) em benefício dos administradores/gestores; e a contratação da apólice deverá ser necessariamente contratada à base de reclamações.