Tokio Marine contrata José Luis, ex- Porto e Europ Assistance

A Tokio Marine contratou José Luis da Silva, ex-diretor da Porto Seguro e da Europ Assistance, como diretor comercial na Tokio Marine Seguros respondendo pelas regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste e Minas Gerais. A notícia foi dada pelo próprio “Zé”, como é conhecido por todos, em sua página no Facebook, no sábado, dia 11, as 13 horas. No final do dia, o post já tinha quase 2 mil curtidas e 40 compartilhamentos. Um número elevado considerando-se os “likes” em notícias sobre seguros.

Ele postou: “Segunda-feira começo uma nova fase profissional como Diretor Comercial na Tokio Marine Seguros respondendo pelas regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste e Minas Gerais. Uma oportunidade e tanto pois é uma seguradora reconhecida pela qualidade e com uma equipe que ama a empresa. Agradeço ao José A Ferrara, Valmir M Rodrigues e João Luiz de Lima por esta chance, a recepção de todos que tem sido incrível, a alguns grandes amigos que torceram por mim e … obrigado meu Deus”.

Sucesso Zé!!!

“A Tokio Marine é a Casa do Corretor. Desta forma, queremos ficar cada vez mais próximos dos nossos Parceiros de Negócios para atuar de forma estratégica, atendendo suas demandas e desenvolvendo produtos e serviços de excelência para a necessidade de cada cliente, seja Pessoa Física ou Jurídica. E o reforço do Canal Varejo é importante para atingirmos esse objetivo. Com estes dois grandes profissionais à frente das Diretorias Comerciais, temos convicção de que vamos continuar fazendo a diferença no mercado”, afirma Valmir Rodrigues, em release divulgado à imprensa.

APÓLICE: Diogo Arndt assume presidência da Rede Lojacorr

Kelly Lubiato, de Curitiba
Revista Apólice

Após 20 anos à frente da presidência da Rede Lojacorr, José Heitor da Silva passou a presidência da Rede Lojacorr para Diogo Arndt da Silva, que está na companhia desde a sua fundação. A empresa conta atualmente com 900 corretores parceiros, distribuídos em 16 estados brasileiros. A mudança na direção da empresa foi anunciada durante a 5a. Convenção Nacional, que reuniu cerca de mil pessoas em Curitiba.

“É com muito orgulho que faço esta transição no cargo de diretor presidente da parte executiva porque este é o momento”. Durante os 20 anos em que esteve à frente do negócio, Heitor conta que se surpreendeu com a perspectiva de onde a empresa poderia chegar. “Isso está diretamente relacionado ao Diogo, porque nos últimos anos eu fui um orientador dele”, emociona-se o executivo.

Eles classificam a empresa como uma corretora do futuro, apesar de ser uma empresa familiar. “O legado que ele está deixando é impressionante e cheio de valores como ética, honestidade, perseverança e coragem para empreender num mercado competitivo, em um país em que o empreendedorismo requer uma boa dose de ousadia”.

Heitor agora será o presidente da holding da Rede Lojacorr, encarregada de administrar as outras empresas do grupo. Ele também já planeja adquirir novos conhecimentos, começando com cursos de Governança Corporativa. “Eu também negociei um aditivo de idade com Deus e combinei com ele chegar até os 105 anos. Eu tenho pensamentos em relação ao futuro”, brinca.

A Rede Lojacorr conta agora com um novo projeto de expansão e deve abrir novos escritórios regionais, ampliando a expansão para estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Liberty Seguros lança Portal de Transporte e emissão online de apólices avulsas

Release

A Liberty Seguros apresenta duas novidades na área de transportes, o Portal de Transporte e o Cotador Online de Apólice Avulsa para produtos de transporte nacional e internacional. Os serviços trazem agilidade e praticidade para corretores e clientes.

No Portal de Transporte, corretores poderão abrir e acompanhar solicitações como renovações, endossos, cotações de seguros novos e embarques especiais, classificados por data, status e número de solicitação.

Outra novidade é o Cotador Online de Apólice Avulsa, que permite que o transportador cubra uma única viagem de uma determinada mercadoria transportada de maneira simples e rápida para destinos nacionais e internacionais.

“Anteriormente, as apólices avulsas dos seguros de transporte nacional ou internacional seguiam um fluxo manual, que podia leva até cinco dias”, diz Marcos Siqueira, superintendente de Marine da Liberty Seguros. “Com o novo serviço, a cotação pode ser efetuada de maneira online, com a emissão eletrônica do documento, o que traz facilidade e agilidade tanto para o corretor, quanto para o segurado”.

Após a emissão eletrônica, a apólice fica disponível para impressão, assim como o certificado de exportação e a guia de pagamento (boleto). O Cotador Online cobre viagens únicas da mercadoria transportada, com vigência pré-definida, conforme a duração do embarque.

As novidades acompanham a retomada da área de Transportes da companhia, que começou no ano passado, com o lançamento do Transporte Fácil, um seguro de transporte nacional, de contratação rápida e pré-formatado para doze segmentos empresariais.

Raphael Swierczynski, ex-QBE, é o novo sócio da Thinkseg

Com 22 anos de experiência no setor de seguros, desenvolvendo negócios e liderando equipes, Raphael Swierczynski chega à fintech de seguros thinkseg como novo sócio para o desenvolvimento da área de seguros na start-up mobile. O executivo esteve por 10 anos na QBE Brasil Seguros, na qual ocupou, nos últimos 3 anos, o cargo de presidente da seguradora australiana, presente em 37 países.

A Thinkseg diz ser a primeira plataforma 100% mobile que acompanha o jeito do motorista dirigir no Brasil. Na start-up de seguros thinkseg, clientes e corretores fazem tudo pelo celular. Por ser uma start-up na área financeira (fintech de seguros), não está ligada a grandes instituições. O resultado disso é a independência na tomada de decisões, com agilidade, sem enrolação para a solução dos problemas. Todas as etapas que envolve o Seguro Auto são acompanhadas, de modo transparente, pelo mobile

Andre Gregori, CEO da Thinkseg,fez carreira em seguros em 2010, quando iniciou o negócio de Seguros como sócio do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.

Enade dá nota máxima para bacharelado de administração da Escola Nacional de Seguros

A Escola Nacional de Seguros está em festa. “Essa semana recebemos uma excelente notícia! Nosso bacharelado em Administração obteve um ótimo desempenho no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, o Enade, conquistando nota máxima, 5, no Rio de Janeiro, e 4, em São Paulo”, contou Renato Campos, diretor geral da Escola Nacional de Seguros, ao blog Sonho Seguro.

O Enade é aplicado pelo Ministério da Educação – MEC e funciona como um termômetro da qualidade do ensino superior no País. “Para você ter uma ideia do que isso significa, menos de 5% dos cursos de Administração de todo o Brasil alcançaram a nota máxima e menos de 20% dos cursos alcançaram notas 4 ou 5”, acrescenta quase sem fôlego de tanta alegria.

“Esse resultado, claro, nos enche de orgulho e satisfação, e sinaliza que estamos no caminho certo, desenvolvendo produtos educacionais de qualidade para a indústria de seguros, ajudando-a a se desenvolver e ser reconhecida com o real valor que merece. Avalio que esse resultado é fruto do esforço da direção e administração dos cursos, do corpo docente e dos alunos, que entenderam que um bom resultado é positivo para eles e para a Escola, pois traz ainda mais credibilidade ao curso que estão concluindo”, finaliza.

Parabéns a todos! Certamente uma grande contribuição para toda a indústria de seguros do Brasil.

Adriano Reginaldo é o novo diretor de operações da Mondial Assistance

Comunicado

O novo diretor de operações da Mondial Assistance – líder em assistência 24h nos segmentos Automotivo, Viagem, Residencial, Saúde e Vida – foi apresentado na última semana. Com Mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), especializações em Marketing, Recursos Humanos e Gestão Financeira e formado em Telecomunicações pela Saint Mary’s University of Minnesota (EUA), Adriano possui mais de 28 anos de experiência na área de operações e TI.

O novo executivo, antes de chegar à Mondial Assistance, atuou nas empresas IBM, HP, Telefônica, Citibank e Cargill. No último ano, foi diretor de serviço estratégico global para o Brasil na AMDOCS, empresa de software. Adriano vai liderar o desenvolvimento das operações e dará continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido fundamentado em uma cultura de excelência operacional. Junto à equipe, será responsável pelo planejamento estratégico para alcançar os objetivos de rentabilidade, custos e crescimento da Mondial Assistance.

Adriano substitui Jedey Miranda que assumirá o cargo de Diretor de Operações da Região Américas, alocado na unidade de negócios da Allianz Worldwide Partners (AWP) USA em abril. Será responsávelpelas operações do Canadá, Estados Unidos, México e Brasil. Miranda vai reportar diretamente para Lars Rogge, Chefe de Operações de Viagens, Assistência e Digital, e para Mike Nelson, CEO Global Travel Insurance e Americas.

Ferramenta 55Guinchos da Ituran ajuda motorista

Release

Líder mundial em rastreamento e recuperação de veículos, a Ituran coloca no mercado o app 55Guinchos, a partir de março, de olho em quem não dispõe de seguro ou auxílio em caso de emergência. O software de visualização atraente com uma área de trabalho de fácil manuseio ajuda, em caso de socorro, a localizar o serviço mais próximo do motorista, tendo preço promocional de R$ 55,00 para o serviço básico de guincho.

De acordo com o gerente de projetos da Ituran, Fábio Acorci, além de remover o veículo parado, o app ajuda você, de uma maneira muito simples, solicitar seu guincho, troca de pneus, carga de bateria e chaveiro utilizando o localizar de reboque mais próximo. “O aplicativo disponibiliza um mapa, na tela do smartphone, que dá coordenadas do trajeto e a localização exata do reboque até o cliente – tudo em tempo real. Desenvolvido pela Ituran, criadora do modelo rastreador com seguro, o 55Guinchos é um aplicativo destinado a smartphones com sistema operacional Android”, explica Acorci.

De maneira prática, segundo ele, o novo aplicativo é uma espécie de ‘Uber dos Guinchos’, uma vez que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. “É uma solução para emergência. O sistema localiza os prestadores de serviços na região, conforme sua localização, informando-o do valor do serviço. Após o aceite, um prestador será acionado. O pagamento é fácil e rápido, e só pode ser feito com cartão de crédito direto pelo aplicativo, o que garante segurança e facilidade. Você poderá acompanhar o deslocamento do guincho pelo aplicativo, bem como avaliá-lo”, enfatizou Acorci.

Como mais de 70% de frota brasileira não têm apólice de seguro, o novo app é um mercado gigantesco a ser explorado. “É mais uma solução disponível ao mercado, com a chancela de qualidade da Ituran. Não há mensalidades ou taxa de adesão – usou, pagou. O download da versão está disponível gratuitamente no Google PlayStore”, finalizou Acorci

Proposta de planos acessíveis abre discussão sobre a escalada de custos na saúde

Fonte: FenaSaúde

Já estão com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as sugestões do grupo de trabalho, coordenado pelo Ministério da Saúde, sobre a criação de planos de saúde acessíveis à população. A partir de agora, o órgão regulador irá compor um Grupo de Trabalho – formado por servidores de todas as diretorias e da Procuradoria Geral da Agência – para avaliar, de forma técnica e jurídica, a viabilidade das sugestões recebidas.

Em dois anos, entre dezembro de 2014 e o mesmo mês de 2016, aproximadamente 2,5 milhões de pessoas perderam o vínculo com o plano de saúde. A queda acentuada do número de beneficiários eleva as despesas per capita das operadoras e impacta na precificação do produto, o que dificulta ainda mais o acesso da população à saúde suplementar. Essa grave situação levou a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e mais outras 20 instituições vinculadas ao setor, aos Órgãos de Defesa do Consumidor e ao Ministério da Saúde a debateram o tema com o objetivo de combater a escalada de custos do segmento e ofertar planos mais acessíveis, com atendimento direcionado para as reais necessidades da população.

“Este é o maior mérito de toda essa discussão. Mostrar a sociedade brasileira que a sustentabilidade do setor de saúde suplementar corre um grande risco diante do acelerado crescimento das despesas assistenciais. O consumidor precisa fazer parte desse debate para apontar que tipo de produto vai caber no seu bolso”, afirmou Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

Entre as propostas apresentadas, a da Federação foca a implementação de uma rede hierarquizada – com incentivo ao cuidado primário e acesso inicial obrigatório via médico da família ou de atenção primária, com profissional de saúde escolhido pelo beneficiário entre os designados pela operadora. Caberá a este especialista (clínico geral, ginecologista ou pediatra) fazer o acompanhamento e todos os encaminhamentos do beneficiário na rede credenciada. “Acreditamos que esta medida, além de diminuir desperdícios, promove uma atenção à saúde de forma organizada”, enfatizou Solange Beatriz.

Outro ponto defendido pela FenaSaúde é o incentivo ao fator moderador, como coparticipação. “Entendemos que a coparticipação faz com que o beneficiário participe mais ativamente das decisões que envolvem a sua própria saúde”, defende a executiva. Solange Beatriz, no entanto, alerta que, para tanto, o produto deve ter um tratamento regulatório específico por parte da ANS com vista a redução do custo da regulação e redução de taxas e burocracia.

“Quando o beneficiário passa a arcar com parte do custo de determinado procedimento, ele naturalmente tende a evitar o uso desnecessário de recursos e passa a ter uma relação de maior responsabilidade e racionalidade dentro do sistema de saúde. Muitas vezes, na ausência de coparticipação, as pessoas tendem a ter pouca preocupação com a real necessidade de se buscar o atendimento e pouca ou nenhuma preocupação com os custos. A coparticipação visa reduzir esse estímulo à superutilização de alguns recursos. Como o sistema é baseado no mutualismo, todos acabam pagando pelo desperdício, uma vez que as mensalidades acabam sendo majoradas”, explicou a presidente da FenaSaúde.

A coparticipação já é bastante comum em diversos países, tanto em sistemas públicos quanto privados. Apesar de ainda pequeno o percentual de participantes com coparticipação, esse tipo de mecanismo vem crescendo com o passar dos anos. Em 1998, o total era de 17% de participantes com coparticipação, passando a pouco mais de 32% no ano de 2008. Atualmente, cerca de 23 milhões de pessoas contam com planos com coparticipação.

Outras propostas – Dentre as demais propostas apresentadas ao Ministério da Saúde, a FenaSaúde também apoia a obrigatoriedade da segunda opinião médica nos casos de alta complexidade; e a formatação de um Plano Regionalizado com cobertura adaptada à disponibilidade de infraestrutura no município. Tal ação consiste no credenciamento dos serviços existentes na região, que serão disponibilizados aos beneficiários de acordo com capacidade operacional do município. Para este produto, é necessária a flexibilização do Rol de Procedimentos de Eventos em Saúde da ANS.

Peter D. Hancock pede demissão da AIG mas aguardará novo sucessor

A American International Group (AIG) afirmou hoje que Peter D. Hancock, presidente e CEO, informou o Conselho de Administração sobre sua intenção de demitir-se. Como parte do plano de transição, Hancock permanecerá como CEO até que um sucessor tenha sido nomeado. Douglas M. Steenland, Presidente do Conselho de Administração da AIG, disse: “As conquistas de Peter na AIG, incluindo seu papel na reviravolta da empresa e no aumento do valor para os acionistas, são imensuráveis. Ele abordou as questões mais complexas da empresa, incluindo o reembolso integral das obrigações da AIG com o Tesouro dos Estados Unidos e com lucro, deixando a AIG como uma companhia de seguros forte, focada e lucrativa. O Conselho agradece a Peter por suas muitas contribuições”.

Steenland continuou: “Como CEO, Peter desenvolveu o plano estratégico de dois anos anunciado em janeiro de 2016. O Conselho acredita firmemente que este é o plano certo e continua comprometido com as metas e objetivos financeiros que anunciamos”.

“Foi um privilégio e uma honra incríveis dirigir esta grande empresa e trabalhar com os muitos colegas talentosos que atendem às necessidades de seus clientes todos os dias”, disse Hancock. “Estou extremamente orgulhoso de nossa organização e os passos que tomamos para posicionar a empresa para o sucesso no futuro. Estamos em curso para oferecer maior qualidade, ganhos mais sustentáveis ​​e reduziram drasticamente o risco de reserva. O Conselho e eu estamos confiantes na capacidade desta equipe para continuar a executar nosso plano estratégico e entregar resultados fortes. ”

Hancock acrescentou: “Acredito que essa é a decisão certa para a empresa e todos os seus públicos de interesse. Sem apoio sincero dos acionistas para a minha liderança contínua, um prolongado período de incerteza poderia minar o progresso que fizemos e prejudicar os interesses dos nossos segurados, funcionários, reguladores, debtholders e acionistas “.

Hancock foi nomeado presidente e diretor Executivo da AIG em setembro de 2014, quando também foi eleito para o Conselho de Administração da AIG. Anteriormente, Hancock atuou como CEO da AIG Property Casualty. Ele ingressou na AIG em 2010 como Vice-Presidente Executivo de Finanças, Riscos e Investimentos.

Relatório coloca riscos ambientais no topo da lista de mais prováveis e impactantes do mundo

Release

Pela primeira vez em 12 anos, os riscos ambientais estão entre as principais preocupações de especialistas em negócios e sociedade civil em todo o mundo, aponta o Global Risk Report 2017. O estudo, desenvolvido anualmente pela the World Economic Forum, em parceria com seguradora global Zurich and renomadas instituições financeiras e acadêmicas, mostra uma crescente atenção ao impacto de riscos ambientais como eventos climáticos extremos, desastres naturais, desastres causados pelo homem e falha na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas no cotidiano das populações.

O relatório também mostra que a instabilidade e a crescente desigualdade social figuram como tendências para os próximos dez anos, trazendo os riscos do desemprego estrutural ou subemprego. De acordo com Edson Franco, presidente da Zurich no Brasil, cuidar das organizações significa considerar tudo o que pode afetá-las e, no atual contexto global, um gerenciamento de risco eficaz deve levar em consideração as interdependências entre eles. “A Zurich acredita serem fundamentais as iniciativas que contribuem para melhorar o entendimento da sociedade em relação aos riscos, pois faz com que as pessoas reflitam e busquem as melhores formas de se precaver contra as ameaças”.

Outra importante conclusão do estudo é que a sociedade não está acompanhando o ritmo da evolução tecnológica. Das doze tecnologias emergentes analisadas no relatório, os especialistas descobriram que a inteligência artificial e a robótica têm os maiores benefícios potenciais, mas também os maiores efeitos negativos potenciais com maior necessidade de governança.

“Vivemos um momento de ruptura, no qual o progresso tecnológico também cria desafios”, declara Cecilia Reyes, Chief Risk Officer da Zurich. “Sem a governança apropriada e a renovação das habilidades dos trabalhadores, a tecnologia vai eliminar funções mais rápido que a criação destas. Os governos não podem mais oferecer níveis históricos de proteção social, e se instalou uma narrativa contrária ao que é praticado atualmente. A cooperação é essencial para evitar a deterioração futura de finanças governamentais e a exacerbação da instabilidade social”, afirma.

A interconectividade de risco é uma questão importante abordada no Global Risk Report 2017. Para John Scott, Chief Risk Officer da Zurich para Commercial Insurance, a conectividade de gerenciamento “é a receita do sucesso para o futuro da gestão de riscos”.

O Global Risk Report 2017

O estudo está em sua 12ª edição e foi realizado com base em uma pesquisa com aproximadamente 750 especialistas em negócios, sociedade civil e o público, e abordou 30 riscos globais e as tendências relacionadas que poderiam amplificar ou alterar as interconexões entre elas. As ameaças foram classificadas em duas categorias (Probabilidade e Impacto) e categorizadas em cinco tipos. Em 2017, os principais riscos por categoria foram:

1. Riscos econômicos: comércio ilícito e desemprego ou subemprego

2. Riscos ambientais: eventos climáticos extremos, desastres naturais, desastres causados pelo homem e falha na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas

3. Riscos geopolíticos: armas de destruição em massa, ataques terroristas, conflitos entre nações e colapso no governo de um país

4. Riscos sociais: migração involuntária em larga escala, crise de água e crise de alimentos

5. Riscos tecnológicos: fraude ou roubo de dados e ataques cibernéticos