Instituto de Longevidade MAG lança Amparo Jurídico especializado no público 50+ em seu portfólio

O Instituto de Longevidade MAG, entidade com 9 anos de atuação em assuntos voltados ao envelhecimento e planejamento financeiro, firma parceria com o escritório Jairo Cândido Advogados Associados para levar assistência especializada a pessoas idosas no âmbito jurídico, cobrindo situações como casamento, divórcio, união estável, Lei Maria da Penha e violações do direito do consumidor, entre outras. Os serviços estão disponíveis aos associados do Instituto de Longevidade. 

“Com o avançar da idade, muitos longevos acabam enfrentando situações delicadas, principalmente no âmbito jurídico. O objetivo desta nova solução é acolher e oferecer direcionamento para momentos de vulnerabilidade, os orientando para resolução de conflitos. Desta forma, levamos ao idoso mais cuidado e autonomia para essa fase da vida”, comenta Antonio Leitão, especialista em Gerontologia e gerente do Instituto de Longevidade MAG.

O benefício atende aos associados nos campos de direito civil e direito do consumidor. O atendimento inicial é realizado por telefone, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30, podendo ser acionado quantas vezes for necessário, sem que isso gere custos a mais. 

Os benefícios para associados do Instituto de Longevidade MAG têm por objetivo tornar o envelhecimento uma experiência segura e ativa para os longevos. Os beneficiários da associação possuem acesso aos conteúdos do portal, guias e informativos, além de obterem Seguro de Vida da MAG Seguros, SAF individual, Clínica Online 24h, Assistência Residencial, descontos em medicamentos. A associação oferece ainda mais de 200 Cursos de Requalificação e de Educação financeira aos usuários, que vão desde idiomas e Pacote Office a planejamento a longo prazo da própria independência financeira, entre outros. Com valores que variam de R$31 a R$135, a idade mínima para ingresso ao programa é de 50anos, entretanto aposentados e pensionistas podem se associar a partir dos 18 anos.

Seguros nas telas: filmes e séries que fazem da trapaça o coração da trama

por Denise Bueno

Um dos principais argumentos do falecido Mathias Molina, diretor da redação da Gazeta Mercantil, para me convencer a cobrir seguros logo no inicio da carreira, foi: o seguro é tão fascinante, que pauta os principais enredos de filmes em todo o mundo. Além, claro, de você aprender um pouco de todos os segmentos da economia mundial e das finanças pessoais das famílias. Pois, sem exceção, todos contratam seguros e por isso este mercado é essencial para a sustentabilidade das finanças corporativas, governamentais e das pessoas. Não à toa, o maior investidor do mundo, Warren Buffett, fez fortuna com a sua seguradora Berkshire.

E assim me convenceu e aqui estou na cobertura deste setor há mais de 30 anos. E fazendo jus ao que o Molina falou há tres décadas, hoje, com a ajuda da AI, trago uma matéria sobre filmes e séries que citam o seguro de forma mais relevante, pois indiretamente as palavras “apólice e indenização” estão em praticamente TODAS as produções.

Se você quer entender a mente humana em situações-limite, preste atenção nos contratos e nas cláusulas: o diabo mora nos detalhes. O tarifaço de Donald Trump, por exemplo. Traz perdas bilionárias para o mundo. Fábricas paradas a espera de uma solução para o impasse entre o governo Trump e o governo Lula. Mas as perdas não contarão com seguro para aqueles que excluíram cobertura de risco político.

Somente cobertura de lucros cessantes não dá conta deste problema, pois ela exige que haja um dano material concreto, como explosão, incêndio, roubo, danos no transporte. Brigas de políticos não tem cobertura. Muitos acham este tarifaço algo bobo e que tudo acabará em pizza, mas as perdas são relevantes e já estão sendo computadas. E em alguns anos veremos o papel do seguro desde triste momento mundial contado num documentário, filme ou série.

O seguro, na vida real, é algo técnico, burocrático, até entediante na vida real. Mas na ficção, ele ganha outra cor. É uma promessa de proteção que, quando quebrada, revela as fraquezas humanas: ganância, desespero, ego. É o tipo de elemento narrativo que conecta temas existenciais com conflitos concretos. Além disso, fraudes sempre trazem drama: existe a construção do plano, a tensão da execução, o risco da descoberta — e quase sempre, a queda.

Filmes e séries que exploram fraudes e seguros não estão apenas contando histórias de crime: estão examinando como lidamos com medo, perda, risco e sobrevivência. Seja um golpe mal planejado ou uma crítica ao sistema, o seguro é mais do que pano de fundo — é gatilho narrativo e espelho social.

De golpes de seguro mirabolantes a esquemas de fraude corporativa, o cinema e a televisão sempre tiveram um caso de amor com personagens que manipulam sistemas — especialmente quando o sistema em questão é o de seguros. O motivo é claro: o seguro, por definição, lida com risco, perda e morte. Elementos perfeitos para criar tensão dramática, dilemas morais e reviravoltas inesquecíveis.

Seguem alguns relembrados pela AI. Pena que foi só até 2022. Tem novas séries fantásticas atualmente que podemos citar, mas ficará para o próximo post. Vou fazer um levantamento nas próximas semanas. Se lembrar de algum, me manda que vou acrescentando neste post ao longo do tempo.

Double Indemnity (1944)

Tema: Fraude de seguro de vida
Por que é importante: Este clássico noir de Billy Wilder praticamente fundou o subgênero “fraude de seguro como enredo principal”. Um vendedor de seguros se envolve com uma mulher casada para matar o marido dela e embolsar a apólice de seguro com cláusula de “indenização dupla”. A tensão cresce conforme a investigação se estreita — e a culpa também.
Tropo dominante: O plano perfeito que dá errado.
Curiosidade: O filme é baseado em um caso real de 1927.

The Insider (1999)

Tema: Seguros, ética corporativa, denúncia
Por que é importante: Embora não seja uma fraude no sentido tradicional, o filme mostra como uma empresa de tabaco manipula informações sobre os efeitos colaterais do cigarro. O protagonista, um executivo que rompe o silêncio, enfrenta ameaças à sua reputação, à sua vida e até à apólice de seguro de sua família.
Tropo dominante: O herói solitário contra o sistema.
Relevância atual: Em tempos de fake news e corporativismo agressivo, o filme segue extremamente atual.

Fargo (Filme de 1996 e Série 2014)

Tema: Sequestro falso e seguros de vida
Por que é importante: No filme dos irmãos Coen, um vendedor de carros endividado arma o sequestro da própria esposa para extorquir o sogro milionário — e considera o seguro de vida como plano B. Já na série, diversas temporadas abordam fraudes, golpes e sinistros de seguro como parte do pano de fundo do crime no interior dos EUA.
Tropo dominante: Pessoas comuns fazendo escolhas desastrosas.
Estilo: Mistura de humor negro com violência absurda.

The Rainmaker (1997)

Tema: Negligência de seguradora
Por que é importante: Baseado em romance de John Grisham, o filme acompanha um jovem advogado enfrentando uma grande seguradora que nega cobertura médica a um paciente com leucemia. O caso se transforma numa batalha moral e judicial.
Tropo dominante: David contra Golias, com um contrato nas mãos.
Mensagem: O seguro pode ser tanto salvador quanto vilão, dependendo de quem o administra.

Breaking Bad (2008–2013)

Tema: Seguro de saúde como motivação do crime
Por que é importante: Walter White decide fabricar metanfetamina depois de ser diagnosticado com câncer e perceber que seu seguro não cobre os custos do tratamento. O ponto de partida da série é uma crítica direta ao sistema de saúde americano.
Tropo dominante: O sistema falha, o indivíduo radicaliza.
Transformação: De vítima do sistema para arquétipo do anti-herói.

Pain & Gain (2013)

Tema: Fraude de seguros e identidade
Por que é importante: Baseado em eventos reais, o filme segue um grupo de fisiculturistas que sequestram um empresário para forçá-lo a assinar papéis de transferência de bens, incluindo seguros. A comédia ácida expõe a fragilidade dos sistemas burocráticos.
Tropo dominante: Golpistas burros em busca de fortuna.
Tom: Humor negro e crítica social.

Ozark (2017–2022)

Tema: Lavagem de dinheiro, fraudes financeiras e seguros
Por que é importante: Embora o foco da série seja lavagem de dinheiro, vários episódios exploram fraudes contábeis, empresas fantasmas e manipulações de seguros para justificar movimentações suspeitas.
Tropo dominante: Família de fachada, crime como rotina.
Narrativa: O seguro aqui é usado como ferramenta de encobrimento e manipulação.

The Secret Life of Walter Mitty (2013)

Tema: Seguros e imaginação escapista
Por que é importante: Walter Mitty é um funcionário de longa data de uma seguradora que avalia riscos em fotografias. O filme brinca com a ironia: alguém cujo trabalho é prever perdas vive com medo de arriscar. Quando embarca numa jornada real, o seguro vira metáfora de tudo que ele deixou de viver.
Tropo dominante: O herói relutante desperta.
Leitura alternativa: O seguro como prisão mental e social.

Swiss Re Corporate Solutions celebra parceria com Bradesco Seguros e segue otimista, apesar de cenário desafiador no Brasil


No dia 3 de julho, a Swiss Re Corporate Solutions (SRCS) celebrou oito anos da joint venture com o Grupo Bradesco Seguros. “Temos uma parceria marcada por forte alinhamento cultural e foco no cliente. A relação próxima entre as duas instituições fortalece não apenas a companhia, mas os resultados alcançados no mercado brasileiro”, afirma Guilherme Perondi, CEO da operação no Brasil.

O canal de distribuição do Bradesco representa hoje 35% das vendas da SRCS no Brasil, sendo um crescimento expressivo, de 60%, via distribuição de varejo do Bradesco. “Nos reunimos na Suíça para comemorarmos a parceria, com conversas que consolidam ainda mais o desejo dos sócios de avançarem em soluções patrimoniais para as empresas brasileiras”, comentou.

Desde sua fundação, a parceria tem permitido uma oferta crescente de soluções inovadoras. Em maio, foi lançado o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional, que amplia o portfólio com coberturas específicas para 11 categorias profissionais — incluindo médicos, advogados, engenheiros e arquitetos. A apólice, voltada a pessoas físicas e jurídicas com faturamento de até R$ 50 milhões por ano, oferece coberturas de até R$ 5 milhões, com proteção para falhas na prestação de serviços.

A atuação da SRCS segue firme em diferentes ramos. De janeiro a maio de 2025, foram R$ 685 milhões em prêmios emitidos — um crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior, mesmo com o mercado expandindo apenas 7%, considerando apenas os ramos em que a companhia atua, reflexo principalmente do desaquecimento do agro. O balanço do primeiro semestre deve ser publicado no final de agosto.

Entre os destaques está o desempenho da cobertura de Responsabilidade Civil Profissional, que cresceu 80%, reforçando a demanda por proteção em segmentos como PME, engenharia e saúde. Produtos digitais também têm sido aprimorados, com soluções específicas para reformas, obras civis, cyber e responsabilidade civil geral. Já os seguros de grandes riscos tiveram desempenho em linha com o mercado, ou seja, fraco diante do cenário marcoeconômico complexo, enquanto segmentos como Patrimonial cresceram 20%. Apesar do bom desempenho, a sinistralidade do mercado subiu de 45% para 51%, puxada por eventos como incêndios e inadimplência de empresas ocorridos no primeiro semestre.

Perondi destaca que o cenário macroeconômico ainda impõe desafios — juros elevados inibem investimentos em infraestrutura, e a suspensão parcial do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) compromete a expansão do seguro agrícola. Segundo dados do MAPA, cerca de R$ 445 milhões do orçamento do PSR para 2025 foram bloqueados ou contingenciados, afetando diretamente a capacidade de proteção ao setor rural.

Ainda assim, a perspectiva de longo prazo é positiva para o segundo semestre. Segundo o executivo, os ativos brasileiros estão baratos, o que atrai investidores estrangeiros para os grandes projetos de infraestrutura, como túnel Santos Guarujá, ampliação das linhas de metros, entre outros, que exigem um programa de seguros parrudo.

Na pauta de médio prazo, a Swiss Re discute com o mercado a necessidade de um programa estruturado para cobertura de catástrofes naturais no Brasil, em modelo de parceria público-privada. Eventos como enchentes, geadas e queimadas — os chamados riscos secundários — já representam 40% das perdas seguradas globalmente, e vêm ganhando intensidade. Estudo do Swiss Re Institute aponta que as perdas seguradas por catástrofes naturais podem alcançar US$ 145 bilhões em 2025, podendo ultrapassar US$ 300 bilhões em anos extremos.

A urbanização crescente também eleva os riscos. “Se um furacão passar hoje por uma região densamente povoada, as perdas serão muito maiores do que no passado”, pontua o CEO, destacando que não há solução privada que cubra isoladamente tais eventos — a resposta precisa envolver políticas públicas e adaptação da infraestrutura urbana, diz, fazendo eco ao trabalho institucional comandado pela CNseg, a confederação das seguradoras.

No cenário global, o crescimento econômico previsto para 2025 é de apenas 2,3%, abaixo dos 2,8% de 2024, com desaceleração do comércio internacional e aumento do protecionismo. Esse ambiente também afeta o setor de seguros, que deve ter crescimento de prêmios de apenas 2%, frente aos 5,2% de 2024. A perspectiva é de leve retomada para 2,3% em 2026.

Apesar do ambiente desafiador, a Swiss Re Corporate Solutions segue investindo em tecnologia, novas coberturas e desenvolvimento de talentos. A companhia vem intensificando a formação de novos profissionais para suprir a lacuna deixada por aposentadorias, promovendo cursos e iniciativas para atrair jovens ao setor de seguros e resseguros. “Acreditamos no Brasil e na América Latina como regiões estratégicas. Os desafios são reais, mas as oportunidades são ainda maiores no médio e longo prazo”, ressalta Perondi.

Questões regulatórias também fazem parte da agenda da empresa, que tem acompanhado de perto os desdobramentos da nova legislação, com o marco legal de seguros que entra em vigor em dezembro próximo, e se engajado em discussões com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), seguradoras e corretores. Um dos temas em pauta é a uniformização de questionários e critérios regulatórios na subscrição de riscos.

Para Perondi ter um questionário padronizado é um passo importante para tornar o mercado mais eficiente e ampliar o acesso a seguros por pequenas e médias empresas. Mas, por outro lado, há grande resistência de que o questionário seja padronizado, uma vez que a concorrência está acirrada e cada qual quer mostrar a sua expertise para o cliente, sem compartilhar com concorrentes. Algo similar como vem sendo dito pelos especialistas em AI.: quem tiver o melhor prompt obterá melhores respostas da indigência artificial generativa.


Chubb registra lucro de US$ 2,97 bilhões no 2º trimestre, alta de 33%

A Chubb Ltd. divulgou um lucro líquido de US$ 2,97 bilhões no segundo trimestre de 2025, um aumento de 33,1% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado dos seis primeiros meses de 2025, o lucro líquido foi de US$ 4,30 bilhões, uma queda de 1,7% em relação aos US$ 4,37 bilhões do primeiro semestre de 2024. O índice combinado de property/casualty nos seis meses subiu para 90,4%, contra 86,4% no mesmo período do ano anterior. Os prêmios líquidos emitidos no semestre cresceram 4,9%, totalizando US$ 26,84 bilhões. Já a receita líquida de investimentos aumentou 9,4%, para US$ 3,13 bilhões.

O crescimento dos prêmios e a ampliação da margem de subscrição impulsionaram os resultados, junto com o forte desempenho nos segmentos de mercado intermediário e pequenas empresas na América do Norte, afirmou o presidente do conselho e CEO, Evan G. Greenberg, durante a teleconferência de resultados realizada nesta quarta-feira.

Os prêmios líquidos emitidos aumentaram 6,3% no trimestre, totalizando US$ 14,2 bilhões. O índice combinado de seguros patrimoniais e de responsabilidade (property/casualty) melhorou para 85,6%, ante 86,8% no mesmo trimestre do ano anterior.

Os prêmios líquidos emitidos de property/casualty no trimestre cresceram 5,2%, atingindo US$ 12,39 bilhões. Especificamente na América do Norte, os prêmios líquidos emitidos em property/casualty aumentaram 4,1%, somando US$ 5,72 bilhões.

A receita de subscrição em property/casualty subiu 15%, para US$ 1,63 bilhão. Já a receita de investimentos líquidos antes dos impostos cresceu 6,8%, alcançando o recorde de US$ 1,57 bilhão.

As perdas com catástrofes, antes e após impostos, líquidas de resseguro e incluindo prêmios de restabelecimento, totalizaram US$ 630 milhões, contra US$ 580 milhões no ano anterior.

Greenberg destacou que, no mercado norte-americano de seguros patrimoniais e de responsabilidade corporativa, os negócios de curto prazo para grandes contas se tornaram bastante competitivos, com “muito mais capital perseguindo o segmento de seguros patrimoniais”, o que tem levado a uma queda nos preços, embora os termos e condições tenham se mantido estáveis.

Por outro lado, os segmentos de middle market e pequenas empresas permanecem mais disciplinados e organizados, com as taxas continuando a subir, segundo o executivo.

O segmento de seguros de responsabilidade (casualty) segue em alta em todas as áreas, tanto para grandes contas quanto para o mercado intermediário. Já as linhas financeiras continuam com um cenário de preços mais baixos, observou Greenberg.

Fundación MAPFRE destinará 265 mil euros para projetos de pesquisa na edição de 2025 do Auxílio à Pesquisa Ignacio H. de Larramendi

fatima lima

A Fundación MAPFRE, está com inscrições abertas para a edição de 2025 do Auxílio à Pesquisa Ignacio H. de Larramendi, iniciativa global voltada ao fomento e desenvolvimento científico e tecnológico de estudos para a melhoria e qualidade de vida. A iniciativa contempla projetos nas áreas de saúde e seguros e previdência social, com investimento total de até 265 mil euros. Os interessados podem se inscrever até o dia 17 de outubro, por meio da plataforma oficial da instituição.

A convocatória é internacional e aceita projetos enviados em espanhol, inglês ou português, realizados por pesquisadores individuais ou equipes de pesquisa, vinculados ou não a universidades, hospitais, centros de pesquisa ou empresas. Na área da saúde, o valor do auxílio pode chegar a 30 mil euros brutos por projeto, já na área de seguros e previdência social, o auxílio é de até 15 mil euros.

“O Auxílio à Pesquisa Ignacio H. de Larramedi representa o compromisso da Fundación MAPFRE com a inovação social e o incentivo ao conhecimento científico. Por meio do nosso apoio, podemos transformar em realidade pesquisas que geram impacto na comunidade acadêmica e institucional”, comenta Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil.

As linhas temáticas dos projetos de pesquisa para saúde são: 

  • Estratégias e educação para a mudança de hábitos: prevenção da obesidade, incentivo da atividade física e bem-estar emocional (incluindo o uso adequado de novas tecnologias).
  • Educação em manobras de emergência para a população em geral.
  • Avaliação de danos corporais: avaliação das consequências de um evento (traumáticou acidental, negligência médica, agressão ou doença) sobre a saúde do indivíduo e seu impacto nas atividades essenciais da vida diária e outras atividades específicas de desenvolvimento pessoal (dano moral, perda de qualidade de vida).
  • Gerenciamento de saúde: qualidade e segurança clínica.
  • Longevidade e influência do estilo de vida

Já para a área de seguros e previdência social, são:

  • Seguros
  • Gerenciamento de riscos: riscos emergentes
  • Novas tecnologias em seguros
  • Previdência Social: pensões, poupança, investimento, liquidação patrimonial e Economia sênior (economia da longevidade)

Os projetos selecionados receberão apoio por até 12 meses. As propostas devem ser submetidas exclusivamente pela ferramenta online da Fundación MAPFRE, disponível na Área de Registro no site oficial. O regulamento completo, modelos de protocolo e instruções detalhadas sobre o processo de inscrição estão disponíveis no site:

www.fundacionmapfre.com.br/premios-bolsas/ignacio-h-de-larramendi

CNseg: seguro rural se torna vital para cafeicultores do Rio em meio ao avanço do semiárido

O agravamento das mudanças climáticas e a intensificação de eventos extremos, como secas prolongadas, têm imposto novos desafios à produção cafeeira no Brasil. Nesse cenário, o Seguro Rural se consolida como um instrumento indispensável para a sustentabilidade da atividade agrícola, especialmente para os cafeicultores das regiões Sudeste e Sul do país.

Entre janeiro e abril de 2025, o setor segurador, de acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras, desembolsou cerca de R$ 2 bilhões em indenizações no âmbito do Seguro Rural, alta de 8% em relação ao ano anterior, demonstrando a importância dessa proteção para mitigar perdas em lavouras atingidas por adversidades climáticas. O café, cultura de alta sensibilidade a variações de temperatura e precipitação, está entre as mais impactadas, e, por isso, entre as que mais demandam cobertura.

A urgência do tema se intensifica diante da recente inclusão das regiões Norte e Noroeste Fluminense no Mapa do Semiárido, oficializada pelo Governo Federal. O clima semiárido é marcado por baixa precipitação, altas temperaturas, chuvas irregulares e longos períodos de estiagem.

“Nos últimos anos, estas regiões vêm experimentando menos chuva, temperaturas médias mais altas e maior evaporação, aumentando o risco climático para qualquer atividade agrícola”, alertou Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). O Noroeste Fluminense é o principal polo cafeeiro do Rio de Janeiro, responsável por cerca de 70% a 80% da produção estadual, composta majoritariamente por café arábica de alta qualidade. Há destaque crescente para cafés especiais, reconhecidos por premiações nacionais e internacionais.

O Senado Federal aprovou, nesta semana, o Projeto de Lei 1.440/2019, que amplia a delimitação do Semiárido brasileiro, incluindo os 22 municípios das regiões Norte e Noroeste Fluminense na área reclassificada. Com a mudança, agricultores dessas regiões passam a ter direito ao Benefício Garantia-Safra, mecanismo de proteção contra perdas ocasionadas por estiagens e outros eventos climáticos adversos.

Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a iniciativa terá um impacto econômico de R$ 22 milhões por ano, destravando o acesso ao crédito rural e estimulando investimentos na cadeia produtiva agroindustrial nas duas áreas geográficas. O PL se baseia em critérios técnicos apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Toyama acredita que, a proteção de riscos climáticos, através de seguros, proporciona mais tranquilidade para o sistema, e os agricultores podem investir em tecnologia, insumos, infraestrutura e práticas agrícolas resilientes, elevando a produtividade e reduzindo riscos. “A cadeia produtiva agroindustrial envolve todos os segmentos ligados ao agronegócio: desde o plantio e manejo agrícola até a indústria de processamento, armazenagem, transporte e comercialização dos produtos. A iniciativa cria um ambiente mais atraente e seguro para investidores, acionando um ciclo virtuoso: mais crédito leva a mais investimentos, que aumentam o valor agregado dos produtos e geram novos negócios”.

A decisão, respaldada por dados da Embrapa e da Sudene, reconhece o avanço da aridez em municípios tradicionalmente produtores de café e outras culturas de base familiar. A nova classificação permitirá que os agricultores dessas localidades tenham acesso a políticas públicas voltadas ao semiárido, mas também acende um alerta sobre a necessidade de fortalecer os mecanismos de gestão de risco, como o seguro rural.

O deputado federal Wladimir Garotinho (PP-RJ) também reforçou essa pauta no Congresso ao apresentar o PL 1.440/2024, que trata de incentivos ao desenvolvimento sustentável em áreas atingidas por estiagens severas. A proposta menciona o seguro rural como peça estratégica para manter a renda do agricultor e garantir segurança alimentar no campo.

“O Seguro Rural deixa de ser uma alternativa e se torna uma necessidade diante das volatilidades climáticas que estamos enfrentando. Ele assegura a continuidade da produção e protege o cafeicultor da quebra total em anos de intempéries”, destaca Glaucio Toyama. Além de proteger o patrimônio do produtor, o seguro é também uma ferramenta de estabilidade econômica, evitando o colapso de cadeias produtivas inteiras e reduzindo a pressão por renegociação de dívidas ou auxílios emergenciais.

Com a perspectiva de um futuro climático mais incerto, ampliar o acesso ao Seguro Rural e garantir recursos estáveis para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) se torna ainda mais urgente para que o café brasileiro continue sendo referência mundial, mesmo em tempos de solo seco e clima imprevisível. Até setembro deste ano, antes do início do plantio da próxima safra, o Governo Federal apresentará um novo modelo de seguro rural. 

Coberturas de invalidez e doenças graves já representam 53% das vendas da Azos Seguros

A conta da longevidade está chegando e para muitos brasileiros está vindo em forma de boleto de plano de saúde. No último ano, planos individuais chegaram a subir mais de 25%, segundo a ANS. Para os planos coletivos por adesão, que representam mais da metade dos contratos ativos no país, os aumentos superaram 30% em muitos casos. Esses números ganham ainda mais relevância diante da curva demográfica brasileira: segundo o IBGE, a expectativa é que, até 2070, cerca de 40% da população tenha mais de 60 anos. Ou seja, viver mais está deixando de ser exceção, mas o custo para isso já virou um desafio concreto.

É nesse cenário, com planos de saúde cada vez mais caros e limitados, que o seguro de vida começa a entrar no radar como alternativa estratégica de proteção financeira para situações inesperadas. Ao contrário da ideia tradicional de que seguro só serve em caso de falecimento, as coberturas em vida permitem indenizações em casos como diagnóstico de doenças graves, invalidez e internações, aliviando o orçamento quando ele mais precisa de fôlego.

Segundo Rafael Cló, CEO da Azos Seguros, insurtech focada em soluções para o seguro de vida, esses produtos não substituem o plano, mas funcionam como uma importante rede de apoio complementar, especialmente em momentos de maior vulnerabilidade. 

“Estamos vendo um movimento claro de amadurecimento do consumidor em relação à proteção financeira. O aumento nos custos com saúde, principalmente entre a população mais velha, tem feito muita gente buscar alternativas para não depender exclusivamente de um plano de saúde. Coberturas em vida, como invalidez e doenças graves, já representam 53% da nossa base. Além disso,  92,5% dos nossos sinistros pagos hoje já são referentes a coberturas em vida, o que mostra que o seguro está sendo usado na prática e fazendo a diferença”, comenta.

Além de oferecer uma rede de proteção, o seguro também pode ser uma peça importante na educação financeira de longo prazo, ao incentivar a disciplina no planejamento e permitir que recursos estejam disponíveis para emergências de saúde sem depender exclusivamente de planos caros ou da rede pública.

“Muitas vezes, um seguro, com valor acessível por mês, cobre tratamentos ou despesas que poderiam comprometer uma reserva de emergência inteira. Não se trata de substituir o plano de saúde, mas de somar alternativas. Quanto mais ferramentas tivermos para lidar com a longevidade, melhor”, complementa Rafael.

O tema ganha urgência ao analisarmos também o  número de diagnósticos de doenças graves cada vez mais comuns abaixo dos 50 anos.  Para se ter uma ideia, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças cardiovasculares, câncer e AVC estão entre as principais causas de morte prematura no mundo.

”Repensar o modelo tradicional de proteção se tornou necessidade. Soluções como o seguro de vida com cobertura em vida oferecem suporte real em momentos críticos, garantindo que o cuidado com a saúde não venha acompanhado de um colapso financeiro”, conclui Rafael Cló, CEO da Azos Seguros.

MAG Seguros é eleita a melhor empresa para trabalhar no Rio de Janeiro pelo GPTW 2025

A MAG Seguros, especializada em vida e previdência, foi reconhecida como a melhor empresa de grande porte para trabalhar no Rio de Janeiro, de acordo com o ranking Great Place to Work (GPTW) 2025. A cerimônia de premiação foi realizada nesta terça-feira (22), no Rio de Janeiro, e contou com a presença de lideranças da companhia, como Pablo Palomo, Gerente de Experiência do Colaborador, Fernanda Erbist, Diretora de Governança, Risco e Compliance e Leonardo Lourenço, Diretor Estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG.

“Receber o primeiro lugar do GPTW é uma conquista histórica para nós. É o reconhecimento de uma jornada construída a muitas mãos, com escuta ativa, cuidado genuíno e muita intencionalidade. Estar no topo, no mesmo ano em que celebramos nossos 190 anos, tem um simbolismo muito especial. É prova de que olhar para as pessoas com respeito e estratégia faz toda a diferença. Obrigada a cada colaborador e colaboradora que constrói esse ambiente conosco todos os dias”, afirma Patrícia Campos, diretora-executiva de Gente e Gestão do Grupo MAG.


Em 2025, a MAG Seguros também deu um passo importante para continuar entre as principais empresas para se trabalhar ao lançar oficialmente o seu Employee Value Proposition (EVP), o Nosso Jeito MAG de Ser. O objetivo é consolidar os atributos que definem a experiência de quem trabalha na companhia. O EVP foi desenvolvido a partir da escuta de colaboradores e visa fortalecer a cultura organizacional, além de promover a excelência na experiência do colaborador durante todo o seu ciclo no Grupo MAG. A iniciativa gera pertencimento para o público interno e atrai novos talentos alinhados aos valores da marca.

Entre as iniciativas que contribuíram para a conquista estão o MAGDay, evento mensal que fortalece a cultura corporativa, e o Ciclo de Gente, programa estruturado de desenvolvimento e progressão de carreira com trilhas personalizadas. 

A seguradora também tem avançado em frentes importantes como diversidade e inclusão, com destaque para o Plural, programa lançado em 2021 voltado à valorização da diversidade, com ações específicas para pessoas com deficiência, população LGBTQIA+ e pessoas negras. A iniciativa reforça o compromisso contínuo da companhia com a construção de uma cultura organizacional mais justa e representativa. Outras ações relevantes incluem o cuidado com a saúde mental, por meio do programa Tamo Junto, e a adoção de um modelo híbrido de trabalho, que equilibra flexibilidade e produtividade.

“Esse reconhecimento é reflexo do alinhamento entre propósito, cultura e estratégia. Estar em primeiro lugar no GPTW é resultado do trabalho conjunto de diversas áreas que acreditam, todos os dias, no fortalecimento da nossa marca como um lugar onde as pessoas se desenvolvem, se sentem pertencentes e fazem a diferença”, disse Leonardo Lourenço, Diretor Estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG.

Seguro Unimed Residencial chega à plataforma Sigas para atender cooperativas de crédito

Fonte: Seguros Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, segue avançando em sua estratégia de inovação e expansão com mais um canal de distribuição, ao anunciar a inclusão de seu seguro residencial na plataforma ‘Sigas’, uma solução inovadora para gestão de seguros voltada para cooperativas de crédito. Atualmente, a companhia possui os produtos Responsabilidade Civil e Vida no multicálculo. E, a partir de agora, expande suas ofertas incluindo também o Unimed Residencial. 

De acordo com Elias Leite, diretor Comercial, de Produtos e Marketing, com a integração de seus produtos ao ‘Sigas’, a Seguros Unimed visa não apenas proporcionar mais opções para oferecer aos seus clientes, mas também uma solução que torna o processo de vendas mais prático e eficiente. A plataforma foi otimizada para permitir cotações rápidas e a transmissão simplificada de propostas, o que impacta diretamente na agilidade da contratação. Além disso, a plataforma ‘Sigas’, pertencente à Refere Tecnologia, conta com mais de 50 mil usuários, seis mil pontos de atendimento e automatiza 500 processos diários.

“Essa expansão nos canais que oferecem os produtos da Seguros Unimed faz parte da estratégia para acelerar novos negócios dentro das nossas diretrizes de inovação, usando tecnologia para contratações mais rápidas e seguras, além de sempre buscar ferramentas que atendam cada vez melhor os nossos clientes” afirma o diretor. 

Esse movimento da seguradora investir em soluções focadas para fortalecer a distribuição online em multicálculos se iniciou há três anos, com o Calcule+, cotador da própria companhia. O sistema oferece recursos como assinatura digital, envio automático de propostas, atualização de status e navegação simplificada, otimizando o processo de cotação e contratação de seguros. Essas funcionalidades ajudam os corretores a aumentar sua produtividade, melhorar o atendimento aos clientes e impulsionar suas vendas.

Munich Re anuncia mudanças na liderança a partir de 2026

A Munich Re comunicou nesta terça-feira (23) mudanças importantes em sua estrutura de liderança. O Conselho de Supervisão da companhia aprovou a sucessão do atual CEO, Dr. Joachim Wenning, que deixará o cargo no final de 2025, após a conclusão do programa estratégico Ambition 2025. Por decisão pessoal, Wenning optou por se aposentar ao término de seu mandato, encerrando uma trajetória de décadas na empresa, sendo os últimos oito anos como presidente do Conselho de Administração (Board of Management).

A partir de 1º de janeiro de 2026, o comando do grupo será assumido por Christoph Jurecka, atual diretor financeiro (CFO). Jurecka integra a Munich Re desde 2011, quando passou a compor o board da ERGO Group AG. Em 2019, foi nomeado CFO da Munich Re e membro de seu Board of Management, acumulando ampla experiência nos segmentos de seguros primários e resseguros.

Com a promoção de Jurecka, Andrew Buchanan, atualmente CFO da unidade de resseguros da Munich Re, assumirá o cargo de CFO do grupo também a partir de 1º de janeiro de 2026. De origem sul-africana, Buchanan está na empresa desde 2011 e atua como CFO do segmento de resseguros desde 2017.

Outra mudança significativa ocorrerá em 1º de agosto de 2025, com a entrada de Robin Johnson no Board of Management como Chief Technology Officer (CTO), cargo recém-criado. Britânico, Johnson está na Munich Re desde 2017 como Chief Information Officer (CIO) da área de resseguros, e desde 2023 atua também como CTO no board da ERGO Group AG, além de presidir o conselho da ERGO Technology & Services Management AG.

Nikolaus von Bomhard, presidente do Conselho de Supervisão da Munich Re, destacou a contribuição de Wenning para o grupo. “O Conselho de Supervisão agradece a Joachim Wenning pelo desempenho extraordinário nas décadas em que atuou na Munich Re e por sua liderança ao longo de oito anos à frente do grupo. A sucessão por Christoph Jurecka, com sua ampla experiência em seguros primários, resseguros e finanças, garante a continuidade da estratégia. As mudanças definem o rumo para o sucesso sustentado da Munich Re”, afirmou.