Fenacor promove seminário sobre Lei do Desmonte em parceria com Escola Nacional de Seguros e FenSeg/CNseg

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Numa parceria entre a FENACOR, a Escola Nacional de Seguros e a FenSeg/CNSeg, acontecerá, no segundo semestre, o 2º ciclo do seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”. O seminário, que conta com o apoio dos sindicatos estaduais dos corretores de seguros (Sincors) e das seguradoras (SindSegs), já percorreu diversas capitais entre agosto de 2015 e o final do ano passado.

A nova etapa reunirá, em diferentes estados, as autoridades locais de Trânsito e de Segurança Pública, além de representantes da sociedade civil organizada, corretores de seguros e seguradores, com o intuito de apresentar os impactos positivos da Lei Federal 12.977/14, conhecida como “Lei do Desmonte”, que completou o segundo ano de vigência no último dia 20 de maio.

De acordo com Armando Vergilio, presidente da FENACOR, nos estados onde a lei foi regulamentada, como São Paulo, por exemplo, houve queda significativa de furtos e roubos de veículos. Isso porque os desmanches clandestinos são os grandes alvos da “Lei do Desmonte”, uma vez que recebem as peças dos carros roubados, repassando-as por encomenda.

A Lei do Desmonte também viabilizou o “Seguro Auto Popular”, regulamentado pela Susep, que permite o uso de peças recondicionadas, mas com garantia do Inmetro, no conserto de veículos segurados acidentados – o que se reflete no preço final do seguro. Com isso, milhões de donos de veículos que não contavam com qualquer proteção, já podem recorrer ao seguro.

“O consumidor é o principal beneficiado, seja pela economia ou pelo acesso a um serviço que antes não tinha condições de adquirir. O Seguro Auto Popular é ainda a melhor ferramenta de combate ao mercado marginal, que vem causando enormes prejuízos aos consumidores desinformados, com a comercialização irregular da chamada ‘proteção veicular’ por entidades e cooperativas que não têm autorização legal para atuar”, explica Armando Vergilio.

O presidente da FENACOR destaca ainda que a lei provoca reflexos positivos nos cofres públicos e nas economias regionais. Isso porque as oficinas de desmontagem legalizadas são cadastradas e inscritas nas secretarias de Fazenda. “Assim, além da geração de impostos, ao tornarem-se legais, os desmontes precisam contratar funcionários com direitos trabalhistas garantidos”, conclui.

Em breve, será divulgado o calendário com as cidades e capitais onde esses eventos serão realizados.

Política do Brasil frustra o debate sobre o crescimento, comenta analista da Aon Risk Solutions

As perspectivas de risco político para a maior economia da América Latina são preocupantes, afirma Maria Antonio de Carli, analista política da Aon Risks Solutions. Segundo texto publicado em seu Linkedln, o surgimento de novas alegações de corrupção envolvendo o governo e algumas das empresas mais importantes do Brasil agravaram uma situação que já era preocupante.

O novo governo interino do Brasil, liderado pelo presidente Michel Temer, que assumiu o cargo após o impeachment de Dilma Rousseff, enfrenta uma batalha difícil, pois procura introduzir reformas polêmicas do mercado de trabalho e das pensões, juntamente com políticas pró-mercado destinadas a colocar a economia no caminho certo, comenta ela.

Com a confiança dos investidores diminuindo e o crescimento econômico anual em 0.4%, a recente notícia de que a Moody’s reduziu a classificação soberana do Brasil de estável para negativo rapidamente seguida de rebaixamentos em 19 bancos brasileiros, tem servido para agravar a sensação de crise já aparente no Palácio Do Planalto.

Os mapas de risco da Aon produzem uma história semelhante, com nossas perspectivas para o Brasil, sugerindo que o país enfrentará difíceis condições econômicas e políticas no curto prazo. “Vemos o resultado mais provável da crise atual, sendo o presidente Temer permanecendo no poder, apesar das acusações de corrupção, mas uma batalha contínua com as forças políticas opostas à sua presidência”, escreve.

O desafio é como pode Temer – ou qualquer outro político brasileiro – restaurar a fé em um sistema político quebrado no país, e uma economia turbulenta internacionalmente. Temer procura reduzir a recessão que começou no início de 2014, quando os preços das commodities e a demanda chinesa caíram acentuadamente. O déficit do Brasil atingiu 78% do PIB em 2016; enquanto a taxa de desemprego está em torno de 13%, agravando as fraquezas estruturais existentes na economia brasileira.

Juntamente com um escândalo de corrupção tóxica que engloba praticamente toda a elite política, as questões a serem superadas são muitas para Temer implementar mudanças econômicas e políticas significativas. A dúvida é se ele será capaz de obter apoio do Congresso e completar seu mandato com denúncias de corrupção que se aproximem.

A atual crise política e econômica tem raízes profundas em um sistema de corrupção firmemente arraigado na vida política brasileira, comenta a analista em seu texto. Os últimos dois governos foram perseguidos pela corrupção e com novas alegações emergentes sobre o “escândalo de lavagem de carros” – um esquema que alegadamente viu as maiores empresas do Brasil financiar as campanhas políticas de várias figuras políticas brasileiras para garantir contratos governamentais lucrativos – o país é Esperando que um par de mãos mais limpo pegue a roda.

A política brasileira tornou-se uma soma zero, uma situação que frustrou um debate significativo sobre a necessidade de uma reforma que poderia acabar com a corrupção, com o impasse do governo e as profundas divisões ideológicas dentro da sociedade.

O problema é que já parece provável que o novo presidente seja arrastado para o contínuo escândalo da Lava Jato após uma recente conversa gravada implicando ele em tentativas de uma possível obstrução de justiça. Não que Temer esteja sozinho. Praticamente todas as principais figuras políticas no Brasil estão ligadas à investigação de corrupção, que também implicou grandes empresas brasileiras. O desafio é como pode Temer – ou qualquer outro político brasileiro – restaurar a fé em um sistema do país torna a economia turbulenta internacionalmente, com um cenário político cada vez mais polarizado?

Temer e o PMDB, juntamente com o PSDB – o principal rival do PT – estão buscando introduzir uma série de reformas favoráveis ​​ao mercado, incluindo uma revisão do sistema de previdência existente e mudanças nas rígidas leis trabalhistas do Brasil. A esperança é que essas reformas impulsionem a lenta economia do Brasil. A política brasileira frustra um debate significativo sobre a necessidade de uma reforma que poderia acabar com a corrupção, com o impasse do governo e as profundas divisões ideológicas dentro da sociedade.

O portal e análise de mapas de risco da Aon, que explora globalmente o risco político e terrorista, pode ser acessado aqui.

Roberto Santos assume o cargo de vice presidente da Porto Seguro

Roberto assume coo VP da Porto Seguro

Mudanças na Porto Seguro, a maior seguradora de carro do Brasil. O que apurei com algumas fontes é que Fabio Luchetti seguirá para o Conselho de Administração e Roberto Santos assumirá em breve a presidência. Mas oficialmente, por enquanto, só temos esse comunicado da assessoria de imprensa. “A Porto Seguro informa que Roberto Santos assume, a partir de 1 de julho, o cargo de vice-presidente executivo. Fabio Luchetti segue como presidente da companhia, à frente das questões estratégicas e institucionais”.

O que temos de oficial é uma ata da reunião do conselho realizada ontem, mas que não cita a troca de executivos, apenas a analise de aumento de capital da Porto e da Azul.

PORTO SEGURO S.A.
Companhia Aberta
CVM no 01665-9 CNPJ/MF no 02.149.205/0001-69 NIRE 35.3.0015166.6
Ata de Reunião do Conselho de Administração realizada em 27 de junho de 2017

Aos 27 dias do mês de junho de 2017, às 15h30, na sede social, na Capital do Estado de São Paulo, à Alameda Barão de Piracicaba, no 618/634 – 11o andar, reuniu-se a totalidade dos membros do Conselho de Administração da Porto Seguro S.A., infra-assinados, convocados conforme previsto no artigo 17, §1o do Estatuto Social.

Assumiu a presidência dos trabalhos o Sr. Jayme Brasil Garfinkel, que convidou a mim, José Castro Araújo Rudge, para secretariá-lo, esclarecendo que a presente reunião tem por objeto deliberar sobre a seguinte ordem do dia:

a) Apreciação da proposta de crédito de juros sobre o capital próprio relativo ao período de 1o de janeiro a 30 de junho de 2017;

b) Apreciação da proposta de aumento do capital social de sua controlada Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada relativos a juros sobre o capital próprio; e

c) Apreciação da proposta de aumento do capital social de sua controlada Azul Companhia de Seguros Gerais mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada relativos a juros sobre o capital próprio.
Deliberações:

Após exame dos resultados apresentados e dos esclarecimentos prestados pelo Presidente do Conselho de Administração e Diretores da Companhia presentes, os membros do Conselho de Administração decidiram, por unanimidade e sem quaisquer ressalvas:

a) Aprovar, ad referendum da Assembleia Geral Ordinária da Companhia a se realizar até 30 de abril de 2018, de acordo com a proposta da Diretoria da Companhia, o crédito dos juros sobre o capital próprio relativos ao período de 1o de janeiro de 2017 a 30 de junho de 2017, a serem imputados aos dividendos do exercício de 2017, desconsideradas as ações em tesouraria, no valor de R$ 243.080.000,00 (duzentos e quarenta e três milhões e oitenta mil reais),
correspondendo a R$ 0,75352584 para cada uma das 323.293.030 ações da Companhia, com retenção de imposto de renda na fonte à alíquota de 15% (quinze por cento), exceto para os acionistas que comprovarem a sua condição de isentos ou imunes, resultando em juros sobre o capital próprio líquidos no montante de R$ 0,64049697 por ação.

O crédito ora aprovado será efetuado contabilmente em 30 de junho de 2017, sendo que a data de seu pagamento será fixada na Assembleia Geral Ordinária da Companhia a realizar-se até 30 de abril de 2018. Farão jus aos referidos juros sobre o capital próprio os acionistas registrados como tal em 30 de junho de 2017, sendo que a partir de 3 de julho de 2017, as ações da Companhia serão negociadas ex direito aos referidos juros sobre o capital próprio.

b) Aprovar a proposta da Diretoria para aumento do capital social de sua controlada Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais no montante de R$ 105.485.000,00 (cento e cinco milhões, quatrocentos e oitenta e cinco mil reais), mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada, relativos a juros sobre o capital próprio já provisionados.

c) Aprovar a proposta da Diretoria para aumento do capital social de sua controlada Azul Companhia de Seguros Gerais no montante de R$ 14.667.748,21 (quatorze milhões, seiscentos e sessenta e sete mil, setecentos e quarenta e oito reais e vinte e um centavos), mediante a capitalização dos créditos detidos pela Companhia contra referida controlada, relativos a juros sobre o capital próprio já provisionados.

Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e lavrada esta ata em livro próprio, em forma de sumário, a qual, após ter sido reaberta a sessão, foi lida, achada conforme, aprovada e assinada pelos presentes. São Paulo, 27 de junho de 2017. (ass.) Jayme Brasil Garfinkel – Presidente do Conselho; José Castro Araújo Rudge – Vice-Presidente do Conselho; Conselheiros: Bruno Campos Garfinkel; Fernando Kasinski Lottenberg e Marco Ambrogio Crespi Bonomi; Conselheiros Independentes: Lucia Fernandez Hauptmann; Pedro Luiz Cerize.

A presente é cópia fiel da lavrada em livro próprio.

Jayme Brasil Garfinkel
Presidente do Conselho

Crescimento da Minuto Seguros tornou viável a ideia de um prédio próprio

Fonte: Minuto Seguros

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do país e líder no segmento de seguros online, está de casa nova. O crescimento nos negócios e também no número de colaboradores propiciou a empresa a mudar de sede e instalar-se no Centro de São Paulo. O novo prédio já abriga os mais de 400 funcionários, mas tem capacidade para receber até 800 no futuro, com a expansão da empresa. A sede anterior da companhia estava localizada em Pinheiros desde 2010 (ano de fundação da Minuto Seguros).

Com cinco andares, cobertura ao ar livre e diversas salas de treinamento para capacitação profissional, a nova casa da Minuto possui 20 salas para reuniões, todas nomeadas por Estados brasileiros, refletindo a abrangência da corretora em território nacional. Esse conceito de brasilidade também atinge os andares do prédio. Os locais têm nomes de regiões do Brasil: desde o térreo (Sul) até o último andar da Minuto (Norte). A principal novidade fica por conta da sala de convivência que proporciona conforto e descontração aos colaboradores com mesas e sofás “descolados”, jogos, videogame, máquinas de café e outras regalias.

“Na contramão da crise, nós estamos crescendo em termos de negócios e isso reflete também em nossa estrutura física. A região central da capital paulista vive um momento de revitalização e isso foi preponderante para decidirmos nos instalar aqui. De alguma forma, estamos contribuindo com esse desenvolvimento, por poder oferecer ao local uma empresa jovem, com a pegada de uma startup, sempre calcada em tecnologia e inovação. Esse espírito faz parte da nossa história e é uma ideologia bacana que o Centro está precisando nesse momento de renovação”, diz Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros.

A ambientação da nova sede tem como conceito norteador o “tsuru”, ave sagrada do Japão que inspirou a criação do origami e é símbolo da Minuto Seguros desde sua fundação. Um kit contendo um mini-mapa da região, camiseta, caneca e um caderno foi entregue para cada funcionário. Este guia mostra a localização de restaurantes, bancos, academias, farmácias, salões de beleza e outras variedades de serviço.

“O novo prédio veio para ampliar nossa estrutura e seu ambiente reflete a cultura da empresa. Mais do que buscar expansão, procuramos proporcionar mais conforto e inspiração para os nossos colaboradores. Nós acreditamos que isso estimula pessoas a se desenvolverem mais”, finaliza Marcelo Blay.

Especialista da Zurich aponta medidas de precaução contra risco cibernético

Fonte: Zurich

A Zurich, empresa que atua em mais de 170 países e tem 78 anos de experiência no mercado brasileiro, está atenta às vulnerabilidades ocasionadas pelo uso da internet e aos recentes atos de criminosos cibernéticos que lançaram ransomwares para várias empresas na Europa que estão se espalhando globalmente.

De acordo com Carlos Cortés, Head de Risk Engineering da Zurich Brasil, “trata-se de um tipo de malware, software nocivo, que é capaz de criptografar arquivos em um computador e depois se espalhar por meio da rede de uma empresa para outros computadores. A evolução diária dos riscos cibernéticos demanda atenção tanto no nível de segurança da informação corporativa como dos usuários e a Zurich e tem como missão cuidar dos recursos que garantem a continuidade dos negócios”.

A área de engenharia de riscos da companhia reuniu algumas medidas para que as empresas e pessoas possam se precaver e evitar que ransomwares infectem seus sistemas:

Certifique-se sempre de que o seu antivírus está atualizado. Isso fornece outra camada de segurança contra muitos ataques. Computadores que são desligados da rede frequentemente devem ser reinicializados para que as atualizações de segurança sejam aplicadas.

Faça backup de dados importantes. Não há ferramentas conhecidas para decriptografar arquivos que tenham sido criptografados pelo ransomware. Uma boa prática de segurança é garantir que você faça backup regularmente de seus arquivos. O princípio 3-2-1 é uma boa regra: ter três cópias, duas mídias diferentes e um local separado para seus arquivos de backup. O Windows tem um recurso chamado Volume Shadow Copy que permite restaurar arquivos para seu estado anterior e é ativado por padrão.

Verifique sempre o remetente de e-mails. Se você receber um e-mail de alguém que afirma ser um representante do banco, ligue diretamente para verificar se a mensagem é legítima. Se receber um e-mail suspeito de um contato pessoal, contate diretamente a pessoa (não responda ao e-mail que recebeu) para confirmar que lhe enviou a mensagem. Não confie unicamente no nível de relacionamento com os seus contatos, amigos ou membros da família podem ter sido vítimas de um criminoso cibernético também. Evite abrir e-mails de uma fonte desconhecida.

Verifique novamente o conteúdo da mensagem. Existem erros óbvios ou discrepâncias que você pode detectar em e-mails ilegítimos. Por exemplo, se o seu banco ou um amigo afirma que recebeu algo de você que não se lembra de enviar, tente ir para os itens enviados recentemente para verificar se realmente enviou o item que está fazendo referência. Há muitas táticas que os spammers e phishers usam para atraí-lo, por isso tome algum tempo para aprender sobre os diferentes tipos de técnicas que os engenheiros sociais utilizam.

Abster-se de clicar em links de e-mails. Em geral, clicar em links no e-mail deve ser evitado. É mais seguro visitar qualquer site mencionado no e-mail diretamente. Se você tiver que clicar em um link no e-mail, verifique se o navegador usa a reputação da web para verificar o link ou usar serviços gratuitos como o Trend Micro Site Safety Center.

A Zurich lançou recentemente um seguro para riscos digitais que oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

Ataques cibernéticos vão gerar perdas de até US$ 2,1 trilhões para as empresas até 2019

Fonte: Marsh

Os prejuízos decorrentes de ataques cibernéticos crescem a cada ano. Estima-se que as empresas no mundo todo terão perdas de US$ 2,1 trilhões até 2019, de acordo com o estudo Cyber Handbook da consultoria de risco e corretoras de seguros Marsh. A soma dos prejuízos nos próximos três anos será quase quatro vezes maior em relação aos valores das perdas que as companhias tiveram em 2015.

De acordo com dados da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh, as contratações de seguros para proteções contra ataques cibernéticos já somam cerca de US$ 2 bilhões e pode chegar a US $ 20 bilhões até 2025. Os EUA continuam a ser o maior mercado de seguros cibernéticos, onde quase 20% de todas as organizações têm seguros para riscos cibernéticos.

Com a ascensão dos ataques de hackers aos sistemas das empresas, alguns setores da economia ficaram mais expostos aos ciberataques. Com base na carteira de risco cibernético da multinacional americana Marsh, as indústrias de manufatura e de comunicação, mídia e tecnologia lideram a contratação desse seguro, com 63% e 41% das apólices, respectivamente.

Representatividade nas contratações do Seguro Cibernético por indústria:

1. Manufatura: 63%

2. Comunicação, Mídia e Tecnologia: 41%

3. Manufatura: 63%

4. Comunicação, Mídia e Tecnologia: 41%

5. Educação: 37%

6. Atacado/Varejo: 30%

7. Instituições financeiras: 28%

8. Power & Utilities: 28%

9. Indústrias: 27%

10. Hospitality and Gaming: 15%

11. Serviços: 13%

12. Healthcare: 6%

Fonte: Cyber Handbook 2016

No Brasil, estima-se que há atualmente 40 apólices de seguros contratadas pelas empresas contra ataques de hackers. Hospitais, instituições financeiras, tecnologia, varejo, alimentos e bebidas estão os cinco segmentos que mais contratam seguros cibernéticos.

Em virtude do aumento dos ataques cibernéticos e da maior exposição dos dados de seus clientes, houve no Brasil um aumento na procura por seguros e projetos de gestão de risco como forma de gerenciar possíveis ataques de hackers.

Principais coberturas dos seguros contratados contra ataques de hackers:

Quebra de Confidencialidade de Dados:

– Dados pessoais

– Informações confidenciais

Comprometimento de Rede do Segurado que cause:

– Roubo, destruição, desaparecimento, ou corrupção de dados eletrônicos

-Quebra da confidencialidade de dados pessoais ou informações confidenciais

– Infecção de dados pessoais ou informações confidenciais por código malicioso

– Negação de Serviço

Violação de Publicações Digitais que cause:

– Violação de privacidade

– Violação dos direitos de propriedade intelectual

Empresas Subcontratadas

Danos Morais

Danos à Propriedade Intelectual:

– Marcas registradas ou slogans e direitos autorais

Custos com Perícia e Notificação a Consumidores

Custos com Gerenciamento de Crise de Imagem:

– Honorários de consultores de relações públicas

– Serviços de monitoramento de crédito e identificação de roubo de dados

– Implementação de canal de comunicação

AIG lidera ranking de riscos cibernéticos

Fonte: Risco Seguro

De acordo com o levantamento da AM Best, a maior seguradora de riscos cibernéticos nos Estados ao final de 2015 foi a AIG, com US$ 228,3 milhões em prêmios diretos, a totalidade dos quais em forma de apólices específicas. Na segunda colocação vem a XL Catlin, com US$ 160,8 milhões, também totalmente em forma de apólices “standalone”. A terceira colocada, Chubb, apresenta uma estratégia diferente, já que quase 74% de seus US$ 133,6 milhões prêmios de seguros cibernéticos estão incluídas em outras apólices. O top five é completado pela Travelers (US$ 92,2 milhões) e pela Beazley (US$ 83,9 milhões).

Veja a integra do post publicado pelo portal Risco Seguro

Evento sobre concessões em infraestrutura discute impactos do novo modelo de seguro garantia

por Márcia Alves

O aumento de responsabilidade das seguradoras que operam no seguro garantia será apenas uma das consequências da aprovação do Projeto de Lei 6814/2017, que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados. De acordo com a sócia do escritório Schalch Sociedade de Advogados, Debora Schalch, as mudanças previstas na proposta legislativa, caso aprovadas, também trarão impactos ao preço do seguro, com a elevação do valor prêmio, além de maior rigor na subscrição de riscos e na exigência de contragarantias de tomadores de obras públicas. Tudo isso porque o projeto transfere às seguradoras as obrigações de fiscalizar, auditar e concluir as obras paradas.

“Significa que a seguradora se investirá das funções de ‘dona’ da obra, como se fosse a empreiteira principal, com todas as prerrogativas e também com todos os ônus e riscos”, disse a advogada durante sua participação no evento “Novas tendências em concessões de infraestrutura”, promovido pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira, no dia 21 de junho, em São Paulo. Ela explicou que o projeto de lei, que nasceu e foi discutido por quatro anos no âmbito do Senado Federal, teve como justificativa os problemas que a administração pública enfrenta nas obras de infraestrutura no país, como atraso, abandono e a insuficiência do percentual de garantia para cobrir as multas aplicadas por inadimplência contratual.

Em sua origem, as alterações no seguro garantia, propostas pelo projeto de lei, foram inspiradas no modelo norte-americano, o Miller Act, que surgiu nos idos de 1894 com o propósito idêntico de resolver o problema das obras públicas paradas. Hoje, mais de cem anos depois, as segurados dos Estados Unidos trabalham com garantias que podem variar de 50% a 100% do valor do contrato. No Brasil, o PL 6814/2017 elevou o percentual de garantia do seguro para 30% do valor do contrato, no caso de obras de grande vulto, e incluiu a cláusula de retomada. Na prática significa que diante de um sinistro, a seguradora irá se sub-rogar nos direitos e obrigações do contratado, firmar contrato como interveniente-anuente com a administração pública e, então, passar a ter acesso às instalações da obra.

Obras paradas

Debora Schalch explica que nessa condição de step-in, a seguradora fiscalizará os serviços e materiais empregados, realizará a auditoria técnica e contábil, poderá requerer esclarecimentos ao responsável técnico e, ainda, emitir a nota de empenho em seu nome e subcontratar empresas para concluir a obra. O projeto também prevê a aplicação de multa no valor integral da garantia para a seguradora que não concluir a obra. “Não me parece razoável, porque a multa deve ser proporcional ao quanto executado pela seguradora, observando-se assim princípios de proporcionalidade e razoabilidade que devem orientar as decisões da administração pública”, disse.

A obrigação de concluir a obra preocupa as seguradoras do setor diante do cenário atual de obras paradas – estimadas em mais de 5 mil por todo país. Debora Schalch elencou alguns empreendimentos que no momento estão atrasados ou paralisados. Caso da refinaria Premium, no Maranhão, um dos projetos mais caros do PAC, orçado em R$ 41 bilhões, e que foi cancelado depois do investimento de R$ 1,82 bilhão. Outra é o projeto de saneamento do Recife (PE), que recebeu R$ 1 bilhão de investimento do governo e R$ 1,5 bilhão do setor privado. Também está na lista a usina Angra 3, parada por causa de implicações da Lava-Jato, mas que já recebeu R$ 5,9 bilhões de investimentos. “O Brasil é um grande canteiro de obras paradas”, disse.

No novo modelo de seguro garantia, a contragarantia, instrumento que garante o direito de a seguradora recuperar a indenização paga ao segurado em caso de sinistro, ganhará mais importância. De acordo com a advogada, atualmente, as contragarantias são bastante frágeis. “Algumas seguradoras não tomam o cuidado de exigir garantias mais sólidas e com maior liquidez. Mas, se tiver de pagar a indenização ou empenhar valores diretamente nas obras, como irá se ressarcir?”. Por outro lado, ela observa que o aumento do nível de exigência em relação à contragarantia dificultará a participação de empresas de pequeno e médio porte nas licitações.

Subscrição e gestão de riscos

Outra consequência das mudanças no seguro será o maior rigor na subscrição e gestão do risco, que não se restringirá mais apenas à análise da capacidade financeira do tomador e ao acompanhamento formal do risco. Hoje, segundo Debora Schalch, algumas seguradoras se limitam, por exemplo, a acompanhar o risco por meio de relatórios de avanço físico da obra. Em sua avaliação, para operar o novo modelo do seguro, as seguradoras terão de acompanhar os riscos de forma mais sistemática, vistoriar a obra e, possivelmente, até contratar uma empresa de gestão de obra. “Acredito que para operar nesse novo modelo as seguradoras terão de se preparar operacionalmente para adotar novos parâmetros e práticas para a subscrição e gestão do risco”, disse.

O advogado e economista Raul Pinheiro Donegá, que no evento abordou o tema “Financiamento e garantias para infraestrutura”, acredita que o novo modelo de seguro garantia deverá mudar a relação entre seguradoras e bancos. “Hoje, ambos são concorrentes. Mas, logo mais, terão de trabalhar no step-in em conjunto, com o compartilhamento de garantias, algo que ainda não é regulamentado”. Segundo ele, esse compartilhamento é uma das tendências na área de infraestrutura, que também prevê o contrato tripartite entre o agente financeiro, os acionistas e o Estado. “Trata-se de inovação no setor, já que tal mecanismo busca dar maior legitimidade junto ao Estado em relação às garantias dos projetos”, explica.

Icatu escolhe Judô para dar continuidade ao projeto de investir na preparação de longo prazo de atletas

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A Icatu Seguros fechou um novo apoio para o próximo ciclo Olímpico. Trata-se do Time Icatu Reação, grupo que reúne cinco atletas promissores do Judô, sendo que dois deles já integram a Seleção Brasileira. O objetivo é investir na preparação desses atletas para que tenham chances de brigar por medalhas nas Olimpíadas de Tokyo 2020 e também nos jogos de 2024.

Os atletas, que possuem um histórico de vitórias e diversidade de categorias, fazem parte do Instituto Reação, que foi criado pelo medalhista olímpico Flávio Canto e revelou a judoca Rafaela Silva, medalha de ouro na Rio 2016. O Instituto é uma organização não governamental que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.

“A Icatu Seguros está dando continuidade ao projeto iniciado em 2011 de investir na preparação de longo prazo de atletas jovens. Foi assim com o Bons Ventos 2016, no qual patrocinamos os velejadores Marco Grael e Gabriel Borges visando a classificação da dupla para as Olimpíadas do Rio. O projeto de apoio ao Judô vai seguir na mesma direção” – afirma Aura Rebelo, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.

A executiva destaca que o Judô foi escolhido por ter valores que se identificam com o negócio da Icatu Seguros, como a superação de desafios, determinação e disciplina. “Além disso, o esporte é, atualmente, responsável pelo maior número de medalhas brasileiras em Olimpíadas”- comenta.

Sobre os atletas do Time Icatu Reação

Anna Belém > Com apenas 14 anos, Anna já conquistou importantes títulos nacionais e internacionais, como o de Tricampeã Pan-americana, Bicampeã Brasileira e Campeã Sul-americana Escolar. A atleta integra a Seleção Nacional de Base e está cursando o 8º ano do Ensino Fundamental.

Ruan Isquierdo > Com 23 anos, Ruan começou 2017 garantindo vaga na seleção Brasileira Sênior. Compete na categoria +100kg. Como destaques de títulos, vale citar: Campeão Pan Americano Sub21 e prata no Aberto de Katowice 2017.

Matheus Roque > Tem 16 anos e cursa o 1° ano do Ensino Médio. Integra a Seleção Brasileira de Base Sub 18 e está no 1º do Ranking Nacional da sua categoria (até 90kg).

Caique Miguel > Tem 14 anos e cursa o 7º ano do Ensino Fundamental como bolsista do Colégio Sul Americano (Programa Reação Bolsas de Estudos). Integra a Equipe Reação Rocinha, e é Campeão Carioca e Estadual.

Lucca Salomão > Tem 17 anos, cursa o 2° ano do Ensino Médio. Integra a Equipe Reação CDD, e também faz parte da Seleção Brasileira de Base Sub 18. Hoje é 3º do Ranking Nacional da sua categoria (até 66kg).

Bradesco Seguros incorpora novas funções ao aplicativo Assistência Dia & Noite para segurados de auto

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Buscando sempre levar mais mobilidade e conveniência a seus clientes, o Grupo Bradesco Seguros incorporou novas funções ao aplicativo “Bradesco Assistência Dia & Noite”. A partir de agora, além de permitir ao segurado acionar os serviços da Assistência Dia e Noite do Bradesco Seguro Auto por meio do smartphone, a ferramenta inclui as seguintes funções: busca de oficinas e unidades do Bradesco Auto Center (BAC), em um raio dinâmico de 10 km a 100 km; endereço e telefone das oficinas e dos BACs; função “traçar rota” para a oficina escolhida; navegação até a oficina integrada com Google Maps e Waze e legenda informativa com o ti po de oficina e seus benefícios.

O “Bradesco Assistência Dia & Noite” permite ao segurado Bradesco Seguro Auto uma série de facilidades em situação de sinistro, como o pré-aviso de sinistro que possibilita ao segurado fotografar e desenhar a cena do acidente e enviar para a seguradora, que retornará a ligação para complementar as informações do aviso. A ferramenta também permite o envio de documentos pendentes relativos ao sinistro pelo smartphone. Basta fotografar os documentos pendentes e encaminhá-los por meio do aplicativo com poucos clicks. Para que o cliente tenha acesso a todos esses benefícios, basta fazer o download do aplicativo no Google Play e na App Store.

– Percebemos que, muitas vezes, em caso de pane ou acidente, o condutor fica numa área de risco sem qualquer suporte, ou seja, é uma questão de segurança ter, nessas horas, um serviço de assistência emergencial rápido. Esse é o objetivo do aplicativo “Assistência Dia & Noite” -, comenta Enrico Ventura, Diretor-Executivo de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros.

Por meio do aplicativo, o cliente Bradesco Seguro Auto, que tem rastreador instalado em seu veículo, conta também com a funcionalidade “saúde da bateria” que verifica o nível de carga e informa preventivamente sobre possíveis falhas da bateria. Os segurados contam também com outros benefícios, como: chaveiro auto, assistência em caso de pane, colisão, pneu furado, acesso à central de atendimento e acompanhamento do atendimento.