Levantamento da Minuto Seguros avalia os preços das apólices em quatro capitais do País, além do DF

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, fez um levantamento da média do preço do seguro dos dez carros mais roubados no Brasil durante o 1º semestre do ano. São eles: Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Ford Fiesta, Ford Focus, Renault Sandero, Fiat Palio, Toyota Corolla, Fiat Uno, Volkswagen Voyage e Volkswagen Fox.

A lista foi divulgada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) com base no IVR (Índice de Veículos Roubados). Esse índice é definido pela divisão entre o número de ocorrências de roubo e furto e o total de unidades seguradas de cada modelo.

A partir disso, a Minuto avaliou o valor do seguro de cada um dos carros em cinco capitais brasileiras: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Aracaju (SE). Para a cotação, foi considerado o perfil de um homem, de 35 anos, casado, com garagem em casa e no trabalho e que está contratando seguro pela primeira vez.

Dos 10 veículos mais roubados, quatro estão também entre os mais vendidos do semestre de acordo com lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores): Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Renault Sandero e Toyota Corolla.

A maior variação no preço das apólices é notada no seguro do Ford Focus que vai de R$ 3.101, em Aracaju, até R$ 5.632 no Rio de Janeiro, o que representa uma diferença de R$ 2.531. Por outro lado, a menor variação ocorre com o seguro do Hyundai HB20, 2º mais vendido e 1º mais roubado do semestre. O valor da apólice varia de R$ 3.239, em São Paulo, até R$ 1.897, no Sergipe, resultando em R$ 1.342 de diferença.

Lucro da Allianz avança 83,4% no 2º trimestre de 2017, para 2 bilhões de euros

A Allianz obteve receita total de 30 bilhões de euros no segundo trimestre de 2017, alta de 2% ante 29,4 bilhões no 2º trimestre de 2016. O lucro operacional atingiu 2,9 bilhões de euros (ante 2,3 bilhões), aumento de 22,9% obtido com ajuda de todos os segmentos, porém com destaque para seguros gerais, segmento conhecido mundialmente como Property & Casualty (P&C). Segundo comunicado divulgado pelo grupo, todos os segmentos de negócio contribuíram para esse aumento.

O lucro líquido distribuível aos acionistas aumentou 83,4% atingindo 2 bilhões de euros (ante 1,1 bilhão), impulsionado tanto pelo lucro operacional mais alto quanto pelo resultado não-operacional que também aumentou. O resultado não-operacional no ano passado foi prejudicado pelo desempenho do segmento Vida na Coreia do Sul.

No 1º semestre de 2017 o lucro operacional aumentou 15,7% e atingiu 5,9 bilhões de euros. Durante o primeiro semestre do ano, o lucro líquido distribuível aos acionistas teve um aumento de 17,9% e chegou a 3,8 bilhões de euros. O crescimento do segmento Vida e Saúde respondeu, individualmente, por um aumento de 78% no lucro líquido distribuível aos acionistas obtido no período de seis meses, atingindo a marca de 1,5 bilhão de euros. Igualmente importante, a Gestão de Ativos teve aumento de 19,5%, atingindo 700 milhões de euros, enquanto o segmento P&C alcançou incremento de 7,7% no lucro líquido distribuível aos acionistas, atingindo 1,98 bilhão de euros.

“Estamos na metade do nosso plano trienal da “Agenda de Renovação”, e nesta etapa fica claro que esses esforços estão dando resultado para todos os nossos acionistas”, afirma Oliver Bäte, CEO da Allianz SE. “Tivemos um semestre muito bom, com crescimento de dois dígitos no lucro operacional e no lucro líquido. Nosso portfólio diversificado em todos os segmentos e em todas as regiões é manifestamente capaz de alcançar excelentes resultados. A forte capitalização reitera a resiliência e a flexibilidade da Allianz. Podemos hoje afirmar que nossa expectativa para 2017 é um resultado operacional situado na faixa superior da banda-alvo de 10,8 bilhões de euros, mais ou menos 500 milhões de euros”.

Wiz lucra R$ 32,8 milhões no segundo trimestre

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros (antiga Par Corretora) teve lucro líquido de R$ 32,8 milhões no 2o trimestre de 2017, queda de 18,5% na comparação anual. A receita líquida de prestação de serviços subiu 33,8% nessa comparação, passando para R$ 131,6 milhões nos três meses. Os custos e despesas avançaram 65%, para R$ 72,4 milhões, com o impacto da aquisição da Finanseg. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) teve elevação de 8,7%, de R$ 54,5 milhões para R$ 59,2 milhões no trimestre comparativamente ao 2T16.

João Silveira, CEO da Wiz, explicou que o bom desempenho da companhia está relacionado ao sucesso do modelo de negócio. “Buscamos sempre ampliar os horizontes de atuação da Wiz, com investimentos estratégicos em pessoas, metodologias, ferramentas e canais, alinhados aos nossos pilares fundamentais, que são Gente, Tecnologia e Governança & Compliance ”, reiterou Silveira.

Também teve destaque no período a venda de produtos de Bancassurance. Segundo dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), a Caixa Seguradora cresceu 30% nos prêmios de seus produtos de Bancassurance, quando comparados com o mesmo período de 2016 – frente a um resultado de 6% do mercado -, garantindo à Wiz continuar sendo a corretora de Bancassurance que mais cresce no Brasil.

Marcelo Zampronha assume superintendência comercial da MDS Brasil

Helio Novais anuncia a contratação do executivo Marcelo Zampronha para ocupar o cargo de Superintendente Comercial de São Paulo, atuando como líder de novos negócios na corretora. Marcelo se reportará a Denis Teixeira, diretor regional de São Paulo e Minas Gerais.

“Marcelo é um profissional com mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros e vai contribuir no desenvolvimento de grandes contas com foco em ramos elementares. A escolha de Zampronha tem um papel fundamental para os negócios da MDS Brasil, reforçando nossa estratégia de relacionamento com o mercado de large corporate”, afirma Teixeira.

Uma das várias missões do novo executivo, além de conduzir a estratégia de negócios em SP e MG, será a de ampliar ainda mais as oportunidades no Brasil e nas atividades internacionais da MDS através da Brokerslink, uma empresa global de corretagem de seguros, fundada pela MDS e presente em mais de 100 países.

Mercado segurador cresce 3,5% no primeiro semestre, destaca CNseg

Fonte: CNseg

Resiliência permanece como a palavra que melhor define o desempenho do setor de seguros em meio a um cenário ainda marcado por incertezas no país. Com arrecadação de R$ 117,9 bilhões, o crescimento do mercado de seguros no semestre, contra igual período de 2016, foi de 3,5%. Descontando a arrecadação do Seguro DPVAT, cujo volume de prêmios foi reduzido neste ano por norma do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a evolução alcançou 5,3%, como informam dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que foram reunidos pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e publicados no boletim conjuntural Carta do Seguro.

O resultado no período foi influenciado pelo comportamento do mercado no segundo trimestre (-5,3%), que reverteu tendência do trimestre anterior (14,0%). De maio para junho, a variação nominal do mercado foi de 0,4%.

Ressalte-se dado relevante no semestre: a sinistralidade geral não sofreu impacto significativo. As provisões técnicas do setor permaneceram superando com expressiva margem o crescimento da arrecadação, alcançando 17,3% e encerrando junho com montante de R$ 840,8 bilhões.

“As maiores taxas, também pela ordem dos ramos de maior contribuição absoluta, assim se apresentaram: Automóveis, com 5,8%; PGBL, com 12,7%; Vida Coletiva, com 7,2%; Vida Individual, com 26%; Habitacional, com 11,7%; Crédito e Garantias, com 29,3%; Vida Risco Tradicional, com 19,1%, e Rural, com 17,7%. Contrastando com a recuperação do ramo de Automóveis, os Planos de Acumulação VGBL diminuíram seu ritmo de crescimento, mostrando agora evolução de 4,3%, após taxas superlativas em 2016 e no primeiro trimestre deste ano”, assinalou o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, em editorial da Carta do Seguro. “Todas as atenções agora se voltam para o comportamento do terceiro trimestre, na esteira dos fundamentos da economia do País”.

Alinhando as taxas dos ramos do mercado com maior peso absoluto, os desempenhos abaixo da média no semestre, comparados com os do mesmo período do ano anterior, foram: Capitalização, com -4,7%; Grandes Riscos, com -1,9%; Transportes, com 0,6%; Garantia Estendida, com 1,5%, e Marítimos e Aeronáuticos, com -23,1%.

Seguem mais números relativos ao resultado do mercado segurador no primeiro semestre de 2017, comparados com o mesmo período do ano passado:

Seguro de Automóvel: crescimento de 5,8% (receita de R$ 16,2 bilhões no primeiro semestre de 2017), comparado a igual período de 2016. Variação nominal de -1,8% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 2,8 bilhões.

Seguro Habitacional: crescimento de 11,7% (receita de R$ 1,8 bilhão no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de 1,5% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 317 milhões.

Seguros de Responsabilidade Civil: crescimento de 3,4% (receita de R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de -1,3% de maio para junho de 2017. Receita de R$ 612 milhões.

Seguro Viagem: crescimento de 52,9% (receita de R$ 273,7 milhões no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de 28,2% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 62,6 milhões.

Capitalização: recuo de -4,7% (receita de R$ 9,7 bilhões no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de 12,9% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 1,8 bilhão.

Seguro Prestamista: crescimento de 21% (receita de R$ 4,4 bilhões no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de 10,8% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 829,7 milhões.

Seguro Rural: crescimento de 17,7% (receita de R$ 1,9 bilhão no primeiro semestre de 2017) – Variação nominal de 32% de maio para junho de 2017, com receita de R$ 448,6 milhões.

Venda de seguro viagem cresce 50% no período de férias

Julho é sinônimo de férias escolares, quando os pais aproveitam para viajar com os seus filhos. Levantamento da BR Insurance, maior corretora brasileira multiprodutos, mostra que a procura por seguro viagem cresceu 50% ante o mesmo período de 2016 e, novamente, Europa e os Estados Unidos foram os destinos mais procurados pelos brasileiros.

Ainda segundo o levantamento, 55% das pessoas que contratam o seguro viagem são do sexo masculino. A faixa etária que mais adquire o produto é de 21 a 30 anos, seguida de 41 a 50 anos e, na terceira posição, pessoas entre 31 e 40 anos.

A diretora de Personal Lines da corretora BR Insurance, Ana Badaró, lembra que para que as férias tenham apenas boas lembranças, é importante estar preparado para imprevistos desagradáveis. Extravio de bagagem, roubo ou perda de passaporte e despesas médicas ou odontológicas, são alguns dos problemas que podem tornar sua viagem um caos.

Para evitar que isso aconteça, o ideal é contratar um bom seguro viagem e um seguro saúde internacional, que juntos são comercializados como Assistência Viagem. Este seguro, aliás, é obrigatório em alguns países da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Irlanda, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça.

No mercado é possível encontrar várias soluções que se adequam às necessidades do viajante e que irão proporcionar segurança e tranquilidade para toda a família.
“É importante ficar atento às coberturas oferecidas e contratar um seguro adequado ao seu perfil. Também é relevante conhecer os riscos e sinistros que não estão cobertos”, observa a executiva.

Ana ressalta ainda que é importante considerar a contratação do seguro viagem e saúde, pois são dois serviços diferentes. “O seguro viagem atua na cobertura das despesas que o segurado tiver em casos de extravio de bagagens, atraso de voo ou cancelamento de viagem. Já o seguro saúde cobre despesas com internação, exames, medicamentos e atendimento médico”, explica.

Patrícia Costa assume gerencia de produtos e inteligência de mercado da Mongeral Aegon

Patrícia Costa assume a gerência de Produtos e Inteligência de Mercado da Mongeral Aegon, companhia especializada em seguros de vida e previdência. Patrícia é Comunicóloga, habilitada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada Hélio Alonso, MBA em Marketing Empresarial pela Universidade Federal Fluminense e formação em Estratégia Empresarial pelo Ibmec. Na sua bagagem, Patrícia traz experiência em desenvolvimento de produtos de seguros, gerenciamento de portfólios e pesquisas de mercado. Na Mongeral Aegon, a gerente tem como objetivo desenvolver novas soluções de vida e previdência atendendo às novas demandas do mercado.

Lucas Vergílio fecha parceria entre governos Federal e Estadual

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Principal representante do mercado de seguros na Câmara, Lucas Vergílio, deputado federal por Goiás (SD/GO) e vice-presidente Institucional e de Relações com o Corretor de Seguros do SINCOR-GO, assinará, nesta sexta-feira (dia 11), um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Estado de Goiás e a Secretaria Nacional de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário.

A assinatura deste acordo, que acontecerá no Palácio Pedro Ludovico, em Goiânia, tem previsão orçamentária superior a R$ 50 milhões de reais. Entre seus principais programas, destaque para dois pontos: o Termo de Cooperação ao Crédito Fundiário, no valor de R$ 24 milhões de reais, para fins de assentar 300 famílias entre os anos de 2017 e 2018; e um incentivo superior a R$ 4,5 milhões de reais ao programa Ater Mais Gestão, que trará prestação de serviço qualificada às cooperativas e às famílias que dependem da agricultura familiar.

Além do parlamentar, o vice-governador, José Eliton (PSDB-GO) e o secretário nacional de Agricultura familiar, José Roseno, confirmaram presença.

Para o deputado Lucas Vergílio esse acordo vai ao encontro da necessidade da população. “Estou muito satisfeito com esse acordo. Tanto o Governo Federal quanto o Governo Estadual entenderam a necessidade da população do estado de Goiás, e trarão maior dignidade e condições de trabalho aos pequenos e médios agricultores”, finaliza.

Cesvi/Mapfre lança solução que possibilita obter o orçamento 47% mais rápido que o convencional

Ter o orçamento do conserto do carro em uma fração de segundo é realmente algo que encanta o cliente. Sim, isso já é realidade. E não se trata de um orçamento feito sem técnica. Pelo contrário. Graças ao investimento contínuo do Centro de Experimentação e Segurança Viária da Mapfre, conhecido como Cesvi/Mapfre, o orçamento de veículos saiu das pranchetas para a tela do smartphone e poderá ser feito com apenas alguns cliques no Smart, a nova funcionalidade do sistema Órion Orçamentos, lançada nesta terça-feira, na sede da empresa em São Paulo.

Segundo Almir Fernandes, diretor executivo do Cesvi/Mapfre, 87% dos orçamentos são assertivos. “Na média, apenas 13% precisam de ajustes em peças com pouca expressividade, como parafuso, bucha ou de acabamento”, explica.

Considerando-se que boa parte das queixas de clientes com as seguradoras se refere à demora no cálculo do orçamento, eis aqui uma boa notícia para quem tem investido muito em encantar o cliente para fidelizá-lo em tempos de forte concorrência. Ter o orçamento em uma fração de segundo ou em um click fará toda diferença. E isso só é possível, pois o banco de dados do centro contém informações sobre quase 14 mil versões de carros, cerca de 10 mil peças distintas, mil variações de colisões e uma base histórica de oito anos de informação.

Chegar a funcionalidade Smart só foi possível graças ao investimento em tecnologia de ponta, pesquisas e estudos realizados pelo Cesvi/ Mapfre desde o seu lançamento, em 1994. O centro, que é o primeiro de pesquisas de reparação automotiva e segurança viária do país, foi criado com o objetivo de produzir e desenvolver estudos relacionados, disseminando uma cultura de prevenção e contribuindo para a redução de acidentes de trânsito. Além disso, atua em treinamentos de capacitação, publicações técnicas, certificações e avaliações que contribuem para o aperfeiçoamento da cadeia automobilística.

Agora, com a revolução tecnológica que tem virado o mundo de pernas para o ar, o Cesvi/ Mapfre lança a funcionalidade Smart, dentro do sistema do Órion Orçamentos. A ferramenta, inédita no Brasil, utiliza uma base de informações com mais de 1 milhão de sinistros para auxiliar na pré-definição do valor de reparo de automóvel e pode ser usada tanto por oficinas quanto por peritos.

“A solução possui um algoritmo extremamente eficiente justamente por ter um histórico tão completo e com a experiência de anos em orçamentos e análise de colisões”, explica o executivo. “Na comparação com a forma tradicional de orçamento, a Smart reduz o tempo do avaliação em 47% e o número de cliques em 42%”, ressalta Fernandes.

Ao selecionar o modelo, o ano do veículo e a região do impacto (se dianteira, traseira ou lateral), o sistema informa, por meio de um algoritmo que analisa dados históricos, um pré-orçamento, sugerindo as peças a serem trocadas e seus custos, tempo de reparo e o valor da mão de obra. A partir disso, o usuário tem a possibilidade de alterar os dados conforme sua expertise e particularidades do sinistro.

Em um momento de empoderamento do consumidor, busca incansável das empresas para encantar e fidelizar o cliente, o lançamento da ferramenta Smart pelo Cesvi/ Mapfre chega em boa hora. E tem mais: o sistema Órion dá mais agilidade e transparência ao processo de regulação de sinistros, o que contribui para o aumento da produtividade das companhias, que desde o ano passado divulgam perdas na carteira de seguro de carro decorrente da queda das vendas pelo fraco desempenho da indústria automotiva, aumento da sinistralidade ocasionado pela maior violência nos centros urbanos e declínio da taxa básica de juros, que remunera os investimentos das seguradoras.

8ª CONSEGURO: A diversidade como diferencial estratégico

Fonte: CNseg

Pesquisa de 2015 da consultoria McKinsey aponta que as empresas que consideram a diversidade no recrutamento entregam resultados 25% melhores do que organizações “não-diversas”. Atenta a isso, a CNseg criou um grupo de trabalho para discutir a questão dentro da Comissão de Recursos Humanos e realizará, em 15/8, no Rio, o Encontro do Setor de Seguros com a Diversidade & Inclusão.

Outro importante evento do mercado segurador que debaterá a questão da diversidade é a 8ª CONSEGURO, realizada, também pela CNseg, de 19 a 21 de setembro, na Barra da Tijuca, na zone Oeste do Rio de Janeiro. Para isso, contará com a participação da mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Djamila Ribeiro, que foi secretária Adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de SP na gestão de Fernando Haddad.

Tendo como título “Diversidade como Diferencial Estratégico”, o painel de Djamira será moderado pela presidente do grupo de trabalho de diversidade da Comissão de RH, Ana Paula de Almeida Santos, que também é diretora Jurídica da Assurant Seguradora.

Este ano, à semelhança do ocorrido na edição anterior, a CONSEGURO ocorrerá simultaneamente a outros tradicionais eventos do setor, dentro do projeto Eventos Reunidos: o 5º Encontro Nacional de Atuários (ENA), a 7ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros, o 11º Seminário de Controles Internos & Compliance, o Seminário de Riscos e Oportunidades Emergentes e o Insurance Service Meeting.