CCS-SP recebe Fenacor e Sincor-SP para debater plataforma digital Zim

Só tenho duas perguntas: quais seguradoras vão aderir? Já perguntei para várias, que disseram não ser uma estratégica aderir a Zim neste momento. Se elas não aderirem, como fica a funcionalidade da plataforma?

Segue release do encontro que poderá responder a essas questões:

Na próxima terça-feira, 7 de novembro, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) receberá em seu tradicional almoço mensal os dirigentes da Fenacor e do Sincor-SP. O tema em pauta será a plataforma digital Zim, que foi lançada pela Fenacor neste mês, durante o seu congresso, em Goiânia (GO), para oferecer aos corretores de seguros uma opção de aplicativo de gestão do negócio junto aos clientes.

De acordo com o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari, a reunião das entidades representativas da categoria tem como objetivo debater e esclarecer as funções e as oportunidades da nova ferramenta. “Desde o seu lançamento, o Zim tem provocado opiniões divergentes entre os corretores. Por isso, o encontro promovido pelo Clube dos Corretores será uma ótima oportunidade para uma conversa transparente com a categoria sobre o tema”, diz.

Programe-se:

Almoço do CCS-SP com a Fenacor e o Sincor-SP

Tema: As funções e oportunidades da plataforma digital Zim

Data e horário: 7 de novembro, às 12h

Local: Circolo Italiano, na Av. Ipiranga, nº 344, 1º andar, Centro, S. Paulo (SP)

Inscrições: pelo e-mail: atendimento@ccssp.org.br ou telefone (11) 3104 0416, com Katia Freitas

Investimento: gratuito para associados. Convidados: R$ 180,00.

Liberty Seguros recebe Prêmio Reclame Aqui da Revista Época

Release

Na noite desta segunda-feira, 30, a Liberty Seguros foi ganhadora pelo segundo ano consecutivo na categoria de seguros do prêmio Época / Reclame Aqui, ranking que homenageia as empresas com a melhor reputação em atendimentos a serviços do Brasil, realizado anualmente pela Revista Época.

Das 200 mil empresas cadastradas no site do Reclame Aqui, 350 foram selecionadas para participar do prêmio – resultado das interações que tiveram com cerca de 15 milhões de consumidores por mês. As empresas indicadas foram divididas em 93 categorias de consumo, como turismo, finanças, eletrônicos, seguros, bebidas, higiene, PET, bebês etc. Este ano, foram computados 5,2 milhões de votos em 40 dias de votação, um recorde entre todas as edições. A Liberty foi eleita a melhor seguradora com 22,925 pontos do total de 57,430 pontos em sua categoria.

“Estamos muito felizes com mais essa vitória da Liberty Seguros, pois nos dedicamos todos os dias para oferecer um atendimento de excelência aos nossos clientes” diz Dennis Milan, diretor de operações e sinistros da Liberty Seguros. “Receber este prêmio pelo segundo ano consecutivo é um indicativo de que estamos no caminho certo para proporcionar a melhor experiência possível para nossos segurados. Agradecemos a dedicação de todos funcionários da Liberty Seguros e a confiança e qualidade de nossos corretores e parceiros de negócio”, completa.

A seguradora tem como parte de sua cultura organizacional o atendimento ao cliente, que está enraizada em toda a organização. Todas as áreas são responsáveis por oferecer uma experiência excepcional para os clientes e corretores. As áreas de produtos contam com equipes de qualidade, já o marketing tem a função de realizar iniciativas para encantar e fidelizar clientes e corretores, e a área de operações e sinistros é responsável pelos serviços e pelo contato direto e diário com os clientes e terceiros. As áreas de backoffice como Financeira, RH, e TI, entre outras, suportam todas as estratégias com foco nos clientes e por fim, as filiais comerciais, que também são responsáveis pelo relacionamento e atendimento dos parceiros de negócios da Liberty: os corretores.

Para mais informações sobre as outras empresas vencedoras, acesse: https://premio.reclameaqui.com.br/indicadas.

Porto Seguro lucra R$ R$ 839 milhões até setembro

A Porto Seguro registrou avanço de 3%, para R$ 4,3 bilhões, nas vendas do terceiro trimestre e de 2% no acumulado do ano, para R$ 12,5 bilhões. No seguro de automóvel, o crescimento de prêmios consolidado de 3% no 3T17, para R$ 2,4 bilhões, favorecido pelos reajustes de preços, enquanto o número de veículos segurados foi reduzido em 5%, impactado pela maior competitividade e menor demanda, totalizando 5.317 bens. No acumulado de janeiro a setembro, as vendas de seguro de carro totalizaram R$ 7 bilhões, alta de 1,4%.

O lucro líquido atingiu R$ 385 milhões no 3T17, correspondendo a um aumento de 88% em relação ao mesmo período do ano anterior e o ROAE alcançou 23,5%. No 9M17, o lucro líquido atingiu R$ 839 milhões, com um aumento de 35% e o ROAE atingiu 17,2%.

No trimestre o resultado foi favorecido pela venda da participação do IRB Brasil Re no valor líquido de R$ 126 milhões. Desconsiderando esse efeito e igualando a base tributária dos períodos (houve benefício fiscal no 2T17 devido a mudança no cronograma de crédito de JCP1), o lucro trimestral seria 27% maior e o lucro acumulado aumentaria em 5% (2017 x 2016).

Segundo o grupo, o mercado já mostra sinais de recuperação, com um aumento nas vendas dos veículos novos em 8% (fonte: Anfavea – acumulado até setembro vs. 2016). Nos outros seguros, os prêmios dos produtos de Saúde, Odontológico, Vida e Transporte apresentaram crescimento de mais de 10% no trimestre.

O índice combinado de seguros reduziu 1,5 p.p. no 3T17, atingindo 96,4%, devido ao decréscimo da sinistralidade em 1,7 p.p., principalmente no seguro de auto das marcas Azul e Itaú, em decorrência dos reajustes de preços realizados. Também, no segmento patrimonial, a sinistralidade foi menor, beneficiada pela baixa incidência de eventos climáticos. Por último, o índice consolidado de despesas administrativas e outras despesas/receitas operacionais permaneceu estável no trimestre.

As receitas das empresas Financeiras e de Serviços subiram 10% no terceiro trimestre, intensificadas essencialmente pela expansão dos negócios de Cartão de Crédito, Financiamento e Telefonia Móvel. O indicador de inadimplência das operações de crédito (> 90 dias) encerrou o trimestre em 4,9%, permanecendo 1,9 p.p. melhor em relação média de mercado.

O resultado financeiro sem considerar a venda das ações do IRB apresentou uma leve redução de 4% no trimestre (vs 3T2016), em consequência da queda do CDI médio em 35%. Contudo, as aplicações financeiras superaram o benchmarking, basicamente devido ao desempenho dos ativos de renda variável e posições atreladas a juros. A rentabilidade trimestral da carteira (ex. previdência) foi de 3,0% (134% do CDI) e de 8,8% (109% do CDI) nos nove primeiros meses do ano.

Chubb lança seguro para riscos cibernéticos

antonio trindade, Chubb
Trindade: serviço descreve em detalhes o atendimento aos sinistros

Release

A Chubb está lançando no Brasil o seguro para riscos cibernéticos. O produto oferece soluções diferenciadas e foi concebido com base na experiência pioneira que a companhia desenvolveu no setor ao longo de 15 anos em diversos países no mundo. Uma das principais novidades é o serviço de pronta resposta em caso de ataque virtual, prestado por uma equipe especializada parceira da companhia. “A rapidez de reação nessas situações, que normalmente acontecem de forma abrupta, é vital para uma gestão adequada dos eventos subsequentes”, afirma Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil.

De acordo com o executivo, o atendimento ao segurado em caso de ataque cibernético concede apoio imediato em múltiplas tarefas, sobretudo na restauração das páginas web e de estruturas de comunicação. “Dessa forma, o seguro garante que as organizações afetadas retornem o mais rápido possível às atividades normais, minimizando perdas financeiras e de mercado”, observa Trindade. Segundo ele, os ataques podem partir de ações mal-intencionadas como malware, hacking, acesso não autorizado a instrumentos digitais e qualquer outro tipo de ação virtual criminosa que possa inibir o acesso às páginas da web.

Conforme Antonio Trindade, a apólice de riscos cibernéticos da Chubb também garante ao segurado a reparação de prejuízos que não puderam ser evitados no ataque, tais como tarefas de recuperação de arquivos e perdas digitais. O seguro ainda cobre perdas pela interrupção de negócios e uma infinidade de impactos a terceiros por conta do ataque, incluindo custos de defesa em caso de responsabilização. “Essa nova proteção é voltada para organizações de qualquer porte, pois as soluções podem ser customizadas em termos de coberturas e valores”, finaliza o Presidente da Chubb Brasil.

A área de Riscos Cibernéticos da Chubb está sendo liderada por Rafael Domingues, Diretor de Financial Lines da companhia. “O novo setor, que opera de modo especializado, se encontra à disposição de corretores e clientes que desejam tirar qualquer tipo de dúvida em seguros contra ataques cibernéticos”, afirma o executivo. Segundo ele, as consultas podem ser dirigidas por e-mail para comunicacaochubb@chubb.com

Lucro da SulAmérica cresce 2,1% e chega a R$ 151,4 milhões no terceiro trimestre

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A SulAmérica encerrou o terceiro trimestre de 2017 com alta de 7,6% nas receitas operacionais em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 4,8 bilhões. O lucro líquido no período também apresentou aumento, atingindo a marca de R$ 151,4 milhões, crescimento de 2,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2016.

“Em outubro, celebramos 10 anos de abertura de capital da SulAmérica na bolsa de valores de São Paulo. Desde então, e este trimestre não é exceção, seguimos mantendo um importante ritmo de crescimento sustentável, sem perder o foco na rentabilidade”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “O desempenho da companhia mostra que estamos preparados para capturar oportunidades em diversas linhas de negócios. Permanecemos otimistas com a melhora nos indicadores do cenário macroeconômico, como a redução da taxa de desemprego e o aumento da venda de veículos novos e da produção industrial, que têm relação direta com as nossas operações.”

A base de membros do segmento de planos de saúde e odontológicos continua apresentando crescimento, com bons níveis de retenção e vendas novas. Em relação ao terceiro trimestre de 2016, a alta do número de segurados foi de 3,4%, ultrapassando 3 milhões de beneficiários, e o aumento das receitas operacionais foi de 13,1%, totalizando R$3,6 bilhões. As ações da companhia em gestão de saúde e promoção de bem-estar também têm colaborado para uma sinistralidade controlada no período.

No segmento de seguro de automóveis, houve uma consolidação da recuperação do desempenho da carteira no terceiro trimestre de 2017, impulsionada pela redução de 4,5 pontos percentuais na sinistralidade da carteira, que chegou a 62,9% no período, apesar da elevada frequência de roubo e furto em várias regiões do País. O segmento de ramos elementares também mantém a tendência de melhoria de desempenho, com uma margem bruta de R$ 13,6 milhões no trimestre, alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Considerando somente a carteira de seguros massificados (residencial, empresarial e condomínio), a sinistralidade apresentou forte melhora, de 8,3 p.p., no mesmo período comparativo.

Nas demais linhas de negócios, destaque para o desempenho do segmento de vida e previdência, que apresentou mais de 20% de crescimento de receita. As reservas de previdência privada cresceram 4,9%, atingindo R$ 6,1 bilhões, resultado, principalmente, da rentabilidade dos saldos dos fundos de previdência. Já as receitas operacionais de vida e acidentes pessoais alcançaram R$ 115,7 milhões no trimestre, aumento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2016.

Na capitalização, as reservas aumentaram 2,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano anterior, atingindo R$ 624,1 milhões. Um importante lançamento foi o CapOnline, uma nova plataforma de negócios do SulAmérica Garantia de Aluguel, nosso principal produto nesse segmento. Já a SulAmérica Investimentos também apresentou boa performance, e atingiu o volume recorde de R$ 37 bilhões em ativos sob gestão, crescimento de 14,6% em relação ao mesmo período anterior.

Paulo Henrique Gonçalves é o novo diretor executivo de TI da Allianz Worldwide Partners Brasil

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O novo diretor de TI da Allianz Worldwide Partners Brasil – líder em assistência 24h nos segmentos Automotivo, Viagem, Residencial, Saúde e Vida – foi apresentado este mês. Graduado em Processamento de Dados pela Universidade de São Paulo (USP), especializações em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Educação Executiva – Desenvolvimento de Competências de Liderança pela IESE Business School de Barcelona, Paulo Henrique possui mais de 28 anos de experiência na área de telecomunicações, indústrias automobilísticas e empresas de consultoria, liderando equipes de tecnologia, implantando projetos locais e globais e no desenvolvimento de sistemas.

O novo executivo, antes de chegar à Allianz Worldwide Partners Brasil, atuou nas empresas Telefônica Vivo, Qualicorp, Accenture e Mercedes Benz. Paulo Henrique vai liderar o desenvolvimento das áreas de tecnologia da informação e dará continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido fundamentado em uma cultura de excelência e avanços tecnológicos. Junto à equipe, será responsável pelo planejamento, organização e gerenciamento de toda a área de TI da empresa, atuando na elaboração de projetos, implantação, gestão de processos, desenvolvimento e integração de sistemas e novas tecnologias para a companhia e seus clientes.

Paulo Henrique substitui Luca Gallo, que assumirá o cargo de Diretor Regional de Tecnologia da Informação da Região Américas com coordenação regional, alocado na unidade de negócios da Allianz Worldwide Partners (AWP) USA. Será responsável pelas operações e coordenação da Região Américas.

Rádio CNseg: 5º Colóquio de Proteção e Defesa do Consumidor de Seguros é tema do ´Fala Presidente`

Fonte: CNseg

O 5º Colóquio de Proteção e Defesa do Consumidor de Seguros, que se realiza hoje e amanhã em Belo Horizonte e faz parte do Programa de Educação em Seguros, é o tema do “Fala Presidente” desta segunda-feira. Nele, o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destaca as principais atrações do encontro, que reúne representantes do mercado segurador, do governo e de entidades de defesa do consumidor. “O setor de seguros tem particularidades que o tornam muito complexo para a população com o um todo”, diz Coriolano. “Não é à toa que a gente dá uma importância tão grande para este colóquio.”

Outro destaque da semana é a “Entrevista Especial” que vai ao ar amanhã com o chefe da Assessoria Especial de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda, João Manoel Pinho de Mello. Ele fala sobre as medidas que o governo vem tomando para aumentar a produtividade da economia, como a reforma trabalhista e a diminuição do spread bancário. ”Toda essa agenda olha transversalmente a economia para melhorar a produtividade de todos os setores e fazer com que nós possamos produzir mais.”

Nesta segunda, no “Minuto da Capitalização”, o diretor executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, comenta o desempenho do segmento de capitalização até o mês de julho. Corrêa destaca o aumento de 4,9% no valor de prêmios distribuídos em sorteios. “Isso significa R$ 641 milhões de prêmios em dinheiro a clientes sorteados. Equivale a R$ 4,3 milhões por dia útil”, afirma.

Terça-feira, no programa “O Seguro na Sua Região”, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Guaci Llano Bueno, fala sobre os resultados mais recentes do mercado segurador local e sobre as perspectivas para 2018. No mesmo dia, no quadro “Qual é a Dúvida?”, o presidente da Comissão de Garantia Estendida e Afinidades da FenSeg, Marco Garutti, responde à pergunta de um ouvinte sobre se o seguro do celular cobre a queda acidental do aparelho dentro de uma piscina.

Na quarta-feira, o presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Armando Vergílio, aborda no “Conheça os Seguros Gerais” o projeto de lei que proíbe a comercialização da chamada proteção veicular, conhecida como seguro pirata. Nesse mesmo dia, vai ao ar o quadro “Inovação e Sustentabilidade”.

Já na quinta, o “Por Dentro da Saúde Suplementar” transmite a segunda parte do painel que debateu, na 8ª Conseguro, a proteção do consumidor na saúde suplementar. Participam a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a advogada Angélica Carlini, especializada em direito do consumidor, e o diretor da Bradesco Saúde Flávio Bitter. No mesmo dia, o “Momento Jurídico” traz entrevista com o presidente do Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), Gustavo Schmidt, que fala sobre o 1º Congresso Internacional CBMA de Mediação, previsto para 9 e 10 de novembro no Rio de Janeiro. Ainda na quinta, o quadro “Seguro Internacional” revela quanto o mercado global de seguros desembolsou no primeiro semestre do ano em decorrência de eventos climáticos.

Na sexta-feira, fechando a semana, o diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, fala no “Entenda os Seguros de Pessoas” sobre o VGBL-Saúde, um produto que, caso aprovado pelo Congresso, permitirá ao trabalhador usar os recursos acumulados ao longo do tempo especificamente para despesas de saúde na terceira idade. Já no “Dicas do Consultor”, o professor da Escola Nacional de Seguros José Antônio Varanda orienta quem está desempregado a administrar melhor as verbas indenizatórias e a gerir seus gastos enquanto busca uma recolocação no mercado de trabalho.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Plataformas para venda de seguros avançam no setor

Cada dia surge uma nova plataforma para corretores. Até agora as mais conhecidas são Minuto, Bidu, Youse (que passa a ser uma plataforma enquanto o imbróglio para obter a aprovação da Susep para ser uma seguradora não se define), Thinkseg entre outras. Neste mês, a plataforma Zim, uma parceria entre a Wiz, corretora da Caixa, e a Fenacor, ficou em evidência.

Hoje, o jornal Meia Hora destaca a O2OBOTS, que se define como a primeira Insurtech focada no empoderamento dos canais de distribuição de seguros que foi desenvolvida com apoio do braço de investimento da CNseg, a CNsegPar. Ao escrever @segurobot no aplicativo de mensagem do Facebook, o usuário passa a interagir com um robô. A reportagem cita o SeguroBot, uma robô que faz a captação das informações sobre consumidores deixando para o corretor apenas o trabalho de ligar para o cliente e fechar o negócio.

“Integrada às maiores seguradoras e corretoras de seguros, a plataforma ajuda os usuários a encontrar a melhor solução de seguros de uma forma divertida e mais fácil de usar. Colocamos robôs e inteligência artificial para trabalhar lado-a-lado com os corretores, para oferecer a melhor experiência de compra de seguros da sua vida”, cita Leonardo Rochadel, em sua página no LinkedIn. “Seus clientes utilizam a plataforma de inteligência artificial e robôs para entregar mais valor e segurança para usuários no Brasil e na França.”

Fui fazer um teste. Tem seguro de viagem, residencial, automóvel e odonto. O robô me atendeu imediatamente. E só. Travou. Não consegui ter uma informação sequer. Queria ver quais são as três seguradoras que já operam com a plataforma. Vou continuar tentando… E pedir para amigos testarem também. Depois eu conto.

Estudo da Serasa Experian revela número recorde de micro e pequenas empresas inadimplentes

Eis algo que mostra porque as PMEs não compram seguro. Não é falta de cultura de seguros e sim de dinheiro.

Release Serasa

Em agosto deste ano, 4,8 milhões de MPEs estavam com dívidas atrasadas. As empresas do segmento comercial foram as mais impactadas, com 45,4% do total. Serviço online Recupera PJ facilita a vida do empresário que precisa renegociar contas em atraso
São Paulo, 30 de outubro de 2017 – De acordo com levantamento inédito da Serasa Experian, em agosto de 2016, 4,8 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras estavam no vermelho, 13,2% a mais que o registrado no mesmo mês de 2016. É a maior quantidade já registrada desde março de 2016, base inicial do histórico levantado.

De acordo com os economistas da Serasa, a perda do poder de compra do consumidor, decorrente do desemprego e da situação instável da economia, impactam fortemente as micro e pequenas empresas. As MPEs respondem por 27% do PIB. Por isso, o recorde de inadimplência traz preocupação para o setor. O caminho para os empresários que estão nessa situação passa pela renegociação das contas atrasadas e conseqüente reinserção no mercado de crédito.

Ainda de acordo com a Serasa Experian, do total de 4,8 milhões de MPEs inadimplentes em agosto, 45,4% eram companhias comerciais, 45,3% prestadores de serviços e 8,8% indústrias. A região Sudeste é a que concentra a maior porcentagem de micro e pequenas empresas inadimplentes, com 53,6% do total. Em seguida está o Nordeste, com 16,5%; Sul, com 15,8%; Centro-Oeste, com 8,7% e Norte, com 5,3%.

Em agosto, entre os estados, São Paulo teve o maior número de empresas negativadas, com 32,4% do total. Em seguida Minas Gerais, com 11,1%, e Rio de Janeiro em terceiro, com 8,0%.

Susep divulga circular com novas regras para seguro de RC operações portuárias

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Por meio da Circular nº 559, de 27 de outubro, publicada nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabelece novas regras básicas para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias. Essa circular substitui e altera o normativo anterior, a Circular Susep nº 71 de 1977, que havia sido expedido há 40 anos já que, desde então, ocorreram importantes mudanças em decretos e leis relacionados a seguros

Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, a iniciativa de elaborar um plano padronizado para o RC de hangares integra o rol de ações da autarquia pautado em modelos de supervisão e de regulação proativos. “A busca pela eficiência dos processos de supervisão e de regulação é fundamental para estimular um ambiente favorável ao desenvolvimento, acompanhando a evolução do mercado de seguros”, pontuou.

Já o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, observa que as alterações determinadas pela nova circular vinham sendo discutidas desde 2008 e, agora, estão adaptadas às normas em vigor e a regras internacionais. “Em decorrência da eliminação das disposições tarifárias, determinada pelo Decreto nº 3633/2000, e da obrigatoriedade de submissão de Notas Técnicas Atuariais (NTAs) por parte das seguradoras, houve a necessidade de uma atualização específica para o RC de hangares”, explicou.

Entre as mudanças estabelecidas pela Circular nº 559 destacam-se: a estruturação de condições contratuais que abrangem coberturas e cláusulas comumente aplicadas pelo mercado segurador; a possibilidade das sociedades seguradoras submeterem produtos próprios (planos não-padronizados) contemplando o RC de hangares, desde que sejam respeitadas as normas vigentes e demais disposições previstas na circular; a atualização de valores contratados e juros moratórios; e a alteração da cláusula de pagamento do prêmio.

A íntegra do normativo está disponível na seção ‘Atos Normativos’ do portal da Susep (http://www.susep.gov.br).