DPVAT pagou mais de 434 mil indenizações às vítimas de acidentes de trânsito em 2016

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A Seguradora Líder-DPVAT, responsável pela operação do Seguro DPVAT, pagou, em 2016, mais de 434 mil indenizações de acidentes de trânsito, incluindo casos de morte, invalidez permanente – total e parcial- e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito. O montante totaliza R$ 1,7 bilhão.

Considerando o tipo de vítima, entre motoristas, pedestres e passageiros, os acidentes com motocicletas lideram uma triste estatística: indenizações por morte somaram 16.009 (65%); e invalidez atingiram 275.345 (91%). “O que nos deixa mais consternados é ver que são todos muito jovens”, diz Ismar Torres, diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT, à frente da empresa desde dezembro de 2016. Historicamente, a maioria dos acidentes de trânsito com vítimas ocorre com pessoas que têm entre 18 e 44 anos, a maioria homens (75% dos sinistros).

A falta do uso do capacete, o desrespeito às leis de trânsito (muitos guiam o veículo de duas rodas sem habilitação) e o mau estado de conservação de muitas motocicletas potencializam os acidentes graves. “Acidentes envolvendo motocicletas corresponderam a 76% do total, um número alarmante, levando-se em conta que elas respondem por 27% da frota de veículos automotores em circulação”, reforça Torres.

‘Malha fina’ no combate a fraudes

O número de indenizações pagas em 2016, apesar de ser ainda muito alto, foi 33,4% menor em relação ao exercício anterior. A queda significativa é fruto de um intenso trabalho de combate a fraudes por parte da Seguradora Líder-DPVAT e ações de prevenção de acidentes e de fiscalização do trânsito, como a Lei Seca, radares, uso do cinto de segurança e elevação do valor das multas.

“O aprimoramento de controles e a adoção de critérios mais rigorosos na regulação de sinistros evitaram perdas da ordem de R$ 120,2 milhões com 9.493 tentativas de fraudes”, informa Ismar Torres. Segundo ele, os critérios e auditorias da Seguradora Líder-DPVAT miram sempre “pagar certo a quem é de direito”.

A Seguradora Líder-DPVAT possui uma extensa rede com mais de sete mil pontos de atendimento em todo o país para solicitação de indenizações. O pagamento da indenização, que acontece em até 30 dias a partir da entrada da documentação completa, deve ser solicitado diretamente pelo beneficiário da operação, evitando a intermediação de terceiros.

Recursos para a União – Responsável pelo desenvolvimento de campanhas voltadas para Educação no Trânsito, o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito – recebe 5% de todos os recursos arrecadados pelo Seguro DPVAT, o que correspondeu a repasses de R$ 434,7 milhões, em 2016. Outros 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de custear as despesas com atendimentos realizados em unidades da rede pública, que atingiram R$ 3,9 bilhões no ano. Os 50% restantes é que são efetivamente utilizados para custeio da operação, formação de reservas técnicas e pagamentos de indenização, que somaram R$ 4,3 bilhões no período.

“O número expressivo de acidentes de trânsito com vítimas no país evidencia a relevância do seguro obrigatório. É o maior seguro social que se tem notícia no mundo”, assinala o presidente da Seguradora Líder-DPVAT. Isso porque, segundo ele, por oferecer cobertura abrangente para todas as pessoas vítimas de acidentes de trânsito, por um período de até três anos após o registro do acidente, o Seguro DPVAT é um forte instrumento de proteção social, inclusivo e capaz de atender 100% da população brasileira, especialmente as classes de baixa renda. “Tradicionalmente, as pessoas de pequeno poder aquisitivo são mais vulneráveis a situações de risco, por não terem acesso a outros mecanismos de proteção, como planos de saúde privados, seguros de vida e seguros para veículos automotores”, reitera Torres.

Com relação ao futuro da Seguradora Líder, o presidente Ismar destaca a importância de o seguro DPVAT estar cada vez mais voltado ao seu cliente final, ou seja, a vítima de acidente de veículos automotores. “Agilizar, simplificar e estimular o relacionamento direto empresa-cliente, sem necessidade de intermediários; combater as fraudes, de forma cada vez mais integrada com os órgãos de prevenção e com os Ministérios Públicos Federal e Estadual; e desenvolver um amplo programa de apoio às vítimas de acidentes de trânsito são os objetivos principais da Seguradora Líder e do Consórcio DPVAT”, completa.

O Seguro DPVAT em números – 2016:

Acidentes por tipo de veículo

Motos: 330.130 (76% do total)

Automóveis : 83.542 (19%)

Caminhões e pick-ups 12.515 (3%)

Ônibus, micro-ônibus e vans: 7.712 (1,9%)

Ciclomotores (veículos de duas rodas de até 50 cilindradas) 347 (0,1%)

Indenizações por Região/ todos os veículos

Nordeste – 29%

Sudeste – 29%

Sul – 21%

Centro-Oeste – 12%

Norte – 9%

Serviço

O pedido de indenização do Seguro DPVAT pode ser feito gratuitamente em pontos oficiais de atendimento espalhados por todos os municípios brasileiros, como as agências dos Correios. O prazo para entrar com o pedido é de até três anos, contados a partir da data do acidente. A documentação necessária para cada tipo de cobertura está descrita no site www.seguradoralider.com.br e pode ser informada também pelo SAC DPVAT 0800 022 1204, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana.

Site Seguro DPVAT: www.seguradoralider.com.br

SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Todos os dias da semana, 24h por dia

Marsh faz parceria com Courrieros para modelo de entrega sustentável

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Reduzir a pegada de carbono é um dos grandes desafios para as empresas que ainda dependem, quase que integralmente, dos meios de transportes tradicionais, como automóveis e motocicletas, no dia a dia dos negócios. Esses veículos, segundo pesquisas e estudos, respondem por grande parte das emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera do planeta. Diante disso, muitas empresas têm implantado mudanças para equilibrar o uso dos transportes tradicionais com o objetivo de diminuir a emissão de gases poluidores do meio ambiente.

Para minimizar o tamanho de sua pegada de carbono, a Marsh & McLennan Companies firmou parceria com a empresa Courrieros Entregas Ecológicas, especializada em logística urbana expressa que utiliza bicicletas e outros meios de transporte mais sustentáveis. A partir de agora, a companhia conta com um novo modelo de entrega feito por bicicleta. Com a iniciativa, o grupo reduzirá, em apenas um ano, a sua pegada de carbono em aproximadamente uma tonelada de CO2.

Somado a isto, a companhia também quer incentivar a mobilidade através de bicicletas, seguindo a tendência das grandes cidades com a criação de ciclovias para promover um estilo de vida mais saudável, incentivando e inspirando seus colaboradores a pedalarem.

A emissão do gás é uma das principais causas das mudanças climáticas, e mais de um terço da propagação do dióxido de carbono na atmosfera é decorrente da ação humana, em atividades industriais ou de transporte, por exemplo.

De acordo com a Courrieros Entregas Ecológicas, as bicicletas além de ser muitas vezes mais rápidas do que outros meios de transportes – como é o caso das motocicletas hoje muito utilizadas para entregas em grandes centros urbanos – não emitem substâncias nocivas ao meio ambiente. A Courrieros Entregas Ecológicas conta com mais de 70 entregadores e realiza mais de 9 mil entregas mensais em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Pesquisa do Ibope revela satisfação dos usuários com planos de saúde

Fonte: IESS

Pesquisa realizada entre abril e maio de 2017, pelo Ibope Inteligência a pedido do IESS, com o objetivo de captar a avaliação dos usuários de planos de saúde sobre os serviços prestados pelas operadoras no País, gerando importantes indicativos de qualidade para que as operadoras de saúde possam trabalhar em prol da contínua melhoria dos serviços oferecidos. Foram entrevistados homens e mulheres, com 18 anos ou mais nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Manaus e Brasília.

A cada 10 beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar, 8 estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o benefício. O resultado faz parte da nova pesquisa de “Avaliação dos Planos de Saúde” que encomendamos ao Ibope. Em comparação à pesquisa anterior, realizada em 2015, o resultado apresenta um crescimento de 5 pontos porcentuais (p.p.).

O levantamento aponta, também, que 82% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares afirmam que recomendariam (“com certeza” ou “provavelmente”) para um amigo ou parente o plano que possuem, um crescimento de 3 p.p. ante à pesquisa anterior; e 87% declaram a intenção de (“com certeza” ou “provavelmente”) manter o plano atual, alta de 1 p.p. sobre os resultados de 2015.

Os números constatam que os planos de saúde são um elemento-chave na estrutura da saúde do Brasil e o sistema de saúde suplementar é bem avaliado e recomendado pela maioria dos beneficiários.

Veja o estudo aqui

56% das empresas brasileiras oferecem planos de previdência privada para os funcionários

Fonte: Aon

O debate político sobre a reforma da previdência social foi importante para chamar a atenção da opinião pública para um tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. Apesar de a PEC 287 não estar avançando no Congresso Nacional, a discussão foi fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança.

Contudo, vale ressaltar que mesmo que a reforma não avance nessa legislatura, a pauta certamente retornará, justamente por conta de sua importância e impacto no cenário econômico brasileiro. Este é o principal tema de entrave para o ajuste fiscal e crescimento do PIB nos próximos anos.

Com isso, os trabalhadores estão mais atentos do que nunca às questões relacionadas com a aposentadoria. Por isso, muitas empresas estão percebendo que o benefício de previdência privada pode e deve ser utilizado como uma ferramenta para atrair e reter talentos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria de benefícios e capital humano Aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários planos de Previdência Complementar.

“Normalmente, as pessoas só começam a pensar na aposentadoria quando já possuem uma idade mais avançada”, diz Roberta Porcel, líder de Consultoria em Previdência e Serviços Atuariais na Aon Brasil. “O ideal seria fazer um planejamento desde a juventude. As empresas podem ajudar nessa conscientização. A previdência privada garante uma importante proteção adicional aos trabalhadores e um programa de educação previdenciária promovido pelas empresas tem papel fundamental neste contexto”, explica.

Os planos oferecidos pelas empresas podem possuir três formatos distintos. No modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é fixo e o valor do benefício é determinado no momento da aposentadoria. Já para o benefício definido, o valor da aposentadoria é fixo e as contribuições podem variar até chegar ao montante necessário para se aposentar. Para o programa de contribuição variável as duas modalidades são combinadas.

De acordo com a pesquisa da Aon, 46% das empresas oferecem um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido. “O risco de oferecer o benefício definido é maior. Por isso, a prevalência dessa modalidade vem diminuindo ao longo dos anos”, afirma Roberta Porcel.

Além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (PGBL, VGBL e FGB) são comercializados por bancos e seguradoras. Por outro lado, 20% das empresas optam pela previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, também comercializados pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio.

“Houve um aumento expressivo desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta. Isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. Os planos fechados viabilizados por meio de um fundo próprio exigem um CNPJ próprio e toda uma equipe dedicada à administração. Por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso”, detalha Roberta.

Atualmente, 70% das empresas que oferecem planos de previdência complementar escolhem viabilizar a contribuição com um percentual fixo do salário dos colaboradores. Na média, esse valor representa 5,7% da remuneração. “Esse modelo de viabilização é o mais procurado porque é o mais simples. A facilidade de compreensão ainda é um fator determinante na hora de estruturar o plano, no entanto pode não ser o mais estratégico para as empresas”.

Um número menor de empresas (30%) optam por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, geralmente, o teto da previdência social (17%), ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria (13%).

“Essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência complementar. Se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria, o que mostra ser um modelo mais dinâmico. Na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. O objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar”, explica a especialista da Aon.

Seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. Das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%.

Mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o Brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. A previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários.

Sobre a Pesquisa de Benefícios da Aon
A Pesquisa de Benefícios da Aon contou com a participação de 536 empresas, totalizando 2,1 milhões de funcionários. A maior parte da amostragem (65,9%) representa empresas brasileiras. Mas também foram ouvidas multinacionais dos Estados Unidos (12,9%), França (4,2%), Alemanha (2,8%), Japão (1,9%) e outros países (12,3%).

No Brasil, 82,8% das empresas estão localizadas na região Sudeste e 14,6% na região Sul.

O estudo analisou mais de 30 benefícios concedidos pelas empresas, como assistência médica, odontológica, previdência complementar, seguro de vida, check-up, vale-refeição, alimentação, D&O, entre outros. Para mais informações acesse: www.forumdebeneficiosaon.com.br

Corretor apaixonado tem até 30 de junho para mandar sua história

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Nesta quinta-feira (30 de junho), termina o prazo para o corretor enviar sua história para o e-mail thinkers@thinkseg.com , contando porque ele deve ser um “CORRETOR APAIXONADO POR INOVAÇÃO” escolhido pela thinkseg.

A campanha “Corretor apaixonado por inovação” foi iniciada em 17 de abril. Em pouco mais de dois meses, mais de 5 mil corretores fizeram o cadastro na plataforma thinkseg. Muitos deles contaram as iniciativas tomadas no dia a dia dos negócios para se adaptarem às mudanças tecnológicas. Até o encerramento do prazo, em 30 de junho, a thinkseg continuará recebendo as histórias dos corretores apaixonados por inovação para a seleção daquelas mais interessantes.

“Queremos parcerias com corretores interessados em captar o público antenado que baixa APPs no celular para transações bancárias, para deslocamentos na cidade, para pedidos de comida e outros serviços por mobile”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Ao selecionar os primeiros 1 mil corretores apaixonados por tecnologia, a thinkseg vai auxiliá-los a trabalhar dentro do novo modelo de negócio da start-up. O corretor vai aprender a usar o aplicativo thinkseg, a acompanhar os clientes dele no APP, acessar os contratos deles, entre outras funcionalidades. Tudo por meio do portal do corretor no APP.

O formato inovador permite que o corretor fique livre de burocracias operacionais. Com a thinkseg, o corretor não vai perder o tempo dele cotando preços de seguros com diversas seguradoras, negociando pagamento, pedindo assinaturas de propostas e outras pendências. O objetivo da thinkseg é que o corretor dedique seu tempo a sua maior expertise: vender seguro ao cliente. “O ato de vender é maior habilidade dos corretores, trazendo mais pessoas para o mundo do seguro. O corretor apaixonado por inovação, ao ser selecionado pela thinkseg, passa a ser o grande propagador do nosso modelo de negócio”, diz Gregori.

De imediato, o corretor já recebe pontos ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

A cada novo cliente captado, a partir da primeira indicação do corretor, mais pontos o profissional acumula para serem trocados por dinheiro. “O nosso formato inovador de conceder pontos, de diferentes maneiras, vai remunerar o corretor muito bem, de acordo com a performance dele”, diz Gregori.

O corretor apaixonado por tecnologia ainda vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos para poder avisar a sua carteira de indicados (clientes). Toda vez que o produto é contratado, o corretor que fez a indicação ganha pontos, sempre de maneira progressiva para trocá-los por dinheiro ao final de cada mês.

Atualmente, há aproximadamente 3 mil usuários na plataforma thinkseg, interagindo com a plataforma desde a simulação, contratação do seguro até pagamento e acompanhamento dos imprevistos e coberturas pelo mobile, de um jeito simples e muito rápido.

Até hoje, quatro seguradoras participam do marketplace da thinkseg, tais como as seguradoras QBE (seguradora australiana presente em 37 países) ,a Sancor (grupo segurador há 68 anos, com sede na Argentina) e a Bradesco Seguros. Negociações com outras seguradoras estão em andamento. Logo serão divulgadas. “O nosso sistema prevê parcerias de longo prazo e 360 graus com as seguradoras, ajudando-as a trazer uma melhor experiência para o cliente, e não apenas cotações”.

O app thinkseg está disponível na loja Google Play (android) ou na Apple Store (iphone) para ser baixado no celular. O download é gratuito. Centenas de pessoas já estão dirigindo com a versão Beta do app thinkseg na cidade de São Paulo.

Brasilprev lidera ramo “Vida” e Mapfre “Seguros Gerais” em ranking da América Latina em 2016

O setor de seguros na América Latina contraiu 3,7% em 2016, pelo efeito da desvalorização da maioria das moedas regionais. O volume de negócios total do setor atingiu US$ 145,2 bilhões, traz o estudo anual publicado pela Fundação Mapfre sobre o mercado de seguros da América Latina. O relatório mostra, no entanto, que com a análise concentrada nos dez principais grupos de seguros na região, acumulando 44% da receita do mercado, a comparação com o ano anterior mostra um aumento nos negócios de 3%.

Esta aparente disparidade entre a contração da dimensão total do mercado contra o aumento do tamanho das maiores grupos de seguros revela um ligeiro aumento da concentração, o que se explica principalmente pelo crescimento significativo de seguros de vida no Brasil em 2016 (17,7%), comentam os autores.

O crescimento do seguro de vida no mercado brasileiro crescer de forma significativa de 2002, quando começou a ser comercializado o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), um produto de plano privado de previdência complementar. Este seguro, que é distribuído principalmente através do canal bancário, em 2016 alcançou um volume de prêmios superior a US$ 30 bilhões, o que representa 45% do segmento total de prêmios do ramo vida no mercado latino-americano. O primeiro lugar é ocupado pela Brasilprev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil e Principal Financial Group. Bradesco ocupa a segunda posição, seguida pela espanhola Mapfre.

No ramo Seguros Gerais, o volume de prêmios na América Latina alcançou US$ 78,7 bilhões, 11,3% menos do que no ano anterior. O declínio tem como consequência a desvalorização cambial na maioria das moedas latino-americanas em 2016. Os 25 maiores grupos seguradores do setor não-vida na América Latina acumulam 60% dos prêmios em 2016. O ranking continua liderado pela Mapfre, com market share de 7,6% em 2016, quase o dobro da Porto Seguros, com 4,1%.

O estudo pode ser acessado aqui

Seguro contra ameaças cibernéticas da Zurich já está disponível no mercado brasileiro

Fonte: Zurich

Atenta às vulnerabilidades ocasionadas pelo uso da internet na expansão dos novos hábitos de consumo e comunicação, a Zurich, empresa global que atua em mais de 170 países, já comercializa no Brasil um seguro que protege as empresas contra ameaças cibernéticas. O seguro para riscos digitais oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos. A cobertura é ampla e inclui desde a ameaça de inclusão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço.

De acordo com Glaucia Smithson, Diretora de Seguros Empresariais da Zurich no Brasil, há uma crescente demanda por proteção contra ameaças cibernéticas. “O Zurich Proteção Digital foi desenvolvido para ajudar empresas a minimizar os impactos reputacionais que decorram de uma falha de segurança ou de um acesso não autorizado aos dados da empresa ou até de uma divulgação não autorizada de informação confidencial.”

Globalmente, a Zurich já tem 08 anos de experiência com este produto atuando em países com alta exposição como EUA, Inglaterra e China. “Essa bagagem nos dá suporte para atuarmos no Brasil. Estamos prontos para atender grandes, médias e pequenas empresas dos mais variados segmentos. O risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização dos hackers. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira”, afirma Glaucia.

De acordo com as estatísticas do Global Risk Report 2017, estudo desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e renomadas instituições financeiras e acadêmicas, a fraude ou roubo de dados e ataques cibernéticos são as principais ameaças dentro da categoria de riscos tecnológicos. “A internet, junto com as novas tendências representadas pelo uso do big data, cloud computing e internet das coisas, trazem uma gama sem precedentes de benefícios econômicos e sociais. O grande desafio é gerenciar o risco sem eliminar o potencial de inovação que envolve o uso das tecnologias”, reforça a Diretora da Zurich.

Cobertura e Diferenciais:

O seguro Zurich Proteção Digital oferece cobertura a terceiros e ao segurado e reembolsa custos decorrentes de uma falha de segurança. Está inclusa a cobertura responsabilidade civil, por atos de violação e privacidade, cobre custos de defesa, procedimentos regulatórios, substituição ou recuperação de ativo digital decorrentes de corrupção ou destruição causada por uma falha de segurança. Também ampara prejuízos indenizáveis decorrentes da indisponibilidade de um serviço por ataque de negação de serviço (lucros cessantes) e o valor pago a título de resgate (ameaça cibernética).

Além disso, conta com diferenciais como a cobertura em mais de 20 países (global underwriting expertise), serviço de resposta a incidentes e corpo de sinistros global especializado para prestar suporte ao segurado quando necessário.

AXA e Fia lançam programa para desenvolvimento de colaboradores

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A AXA Brasil, em parceria com a escola de negócios FIA (Fundação Instituto de Administração), está inaugurando a Escola de Negócios AXA, cujo objetivo é o treinamento técnico e de negócios dos colaboradores da empresa, com foco no setor de seguros, tendências do mercado, principais tipos de riscos, canais de distribuição e técnicas de negociação e vendas. A turma inicial da Escola de Negócios AXA conta com 62 colaboradores da área comercial. As aulas já começaram na quarta-feira, 21 de junho, na FIA, em São Paulo.

“Queremos potencializar ainda mais o nosso time de colaboradores com uma bagagem teórica e prática sobre o mercado de seguros, seus riscos, os produtos que oferecemos e como podemos contribuir para a proteção de nossos clientes, proporcionando mais sinergia entre o time AXA e favorecendo a realização de negócios no país”, diz Philippe Jouvelot, Presidente da AXA Brasil e idealizador do projeto.

A equipe Comercial passará pelo treinamento presencial de 20 horas, com aulas ministradas por professores da FIA, especialistas em seguro e suas tendências de mercado. O conteúdo das aulas divide-se em uma parte teórica sobre o negócio do seguro, tipificação dos riscos, produtos AXA, canais de distribuição e precificação, e em uma parte prática sobre técnicas de negociação e vendas e como realizar o cross-selling (venda cruzada) e up selling (venda de maior valor agregado).

Após o módulo presencial, os participantes vão realizar visitas internas a áreas de produtos da AXA e acompanhar todo o processo de análise e elaboração de uma proposta com o time de subscrição da empresa. O intuito é dar uma visão 360º do negócio aos colaboradores que atuam na linha de frente. As atividades do curso se estendem por um período de 90 dias, ao fim do qual os participantes recebem o certificado de conclusão da FIA.

Maior projeto de treinamento da AXA Brasil

A Escola de Negócios AXA é o maior projeto de treinamento coletivo personalizado já realizado pela AXA Brasil. A turma de colaboradores da área comercial, junto com a FIA e o time de subscrição da empresa, vai produzir o conteúdo de um curso e-learning sobre os produtos da empresa, que integra a Escola de Negócios AXA. A ideia é que o curso esteja disponível a todos os colaboradores, em uma plataforma virtual, até o fim do ano.

Em 2016, 95% dos colaboradores da AXA Brasil receberam algum treinamento técnico ou comportamental, com mais de 15 mil horas dedicadas ao desenvolvimento pessoal e profissional. “O crescimento da AXA no Brasil está fundamentado nas pessoas e em seu desenvolvimento; é importante que elas conheçam outros produtos e áreas da empresa, pois isso estimula a mobilidade na companhia e abre novas perspectivas profissionais”, destaca Fabiana Moreira, superintendente da área de Recursos Humanos da AXA Brasil.

Rádio CNseg: ´Entrevista Especial´ aborda a educação de crianças, adolescentes e jovens para tornar o trânsito mais seguro

Fonte: CNseg

A “Entrevista Especial” desta segunda-feira ouve o presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho. Ele fala sobre os projetos da instituição na área de segurança no trânsito, que envolvem a educação de crianças, adolescentes e jovens para privilegiar a percepção de riscos e visam à redução do número de acidentes no país. “Tratamos muitas vezes o acidente como uma fatalidade, e ele não é uma fatalidade; é uma sequência de equívocos, erros, imprudências e infrações que o cidadão comete”, afirma Ramalho. “Os acidentes são avassaladores na vida da sociedade: uma pessoa morre a cada 12 minutos no trânsito brasileiro, e uma fica sequelada a cada minuto. Isso tem um custo social, além de emocional, muito grande.”

Também nesta segunda, o programa “Fala Presidente” aborda a solvência das seguradoras em meio à crise econômica por que passa o Brasil. Segundo o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, a solvência é um conjunto de procedimentos que envolve o cálculo adequado das tarifas, a correta aceitação de riscos e a constituição de reservas técnicas. “O mercado brasileiro tem se mostrado bastante solvente em face da crise”, afirma Coriolano.

Na terça-feira, no programa “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Danilo Silveira, fala sobre as precauções que o locador deve tomar antes de colocar um imóvel para aluguel em aplicativos voltados para hospedagem. No mesmo dia, o “Qual é a Dúvida?” esclarece a questão de um ouvinte sobre o mercado segurador.

Na quarta, no quadro “Entenda os Seguros de Pessoas”, o vice-presidente da FenaPrevi, Luciano Snel, aborda o planejamento financeiro, pessoal e familiar, com produtos de previdência e Seguro de Vida. Também na quarta, vai ao ar o programa “Inovação e Sustentabilidade”.

Quinta-feira é a vez do quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar”, que inicia uma série sobre prevenção a doenças nas diversas fases da vida. O entrevistado desta semana é o nutrólogo pediátrico Hélio Rocha, consultor do movimento Obesidade Infantil Não, da Amil, que fala sobre os malefícios da obesidade para as crianças. No mesmo dia, no “Momento Jurídico”, a consultora da CNseg Glória Faria falará sobre riscos cibernéticos

Os programas “Minuto da Capitalização” e “Dicas do Consultor” encerram a programação da semana, na sexta-feira.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Empreender, pensar fora da caixa, inovar e atrair investimento são as metas dos corretores

Mais de 1,2 mil corretores, segundo a produção evento, estão reunidos neste final de semana para debater três temas: mudanças, transição e disrupção, que tiram todos da zona de conforto. “Jamais aceitaremos o desrespeito ao profissional do corretor de seguros”, afirmou Alexandre Camilo, presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP), em seu discurso de abertura do evento que acontece entre 23 e 25 de junho, em um hotel em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo.

O empreendedorismo tem sido a principal bandeira do Sincor-SP, que acredita que empreender é a mola propulsora da sustentabilidade do profissional de vendas nesses tempos em que as tecnologias de inteligência artificial ganha a cada dia mais espaço no mercado segurador por meio de algorrítimos que determinam preços e produtos, além dos robôs programados para atender clientes em suas demandas.

“Somos 100 mil corretores, sendo que cada um emprega em média quatro pessoas. Somos uma potência e temos de nos unir e ganhar força para proteger os indivíduos, as famílias, as empresas”, destacou. Camillo também lançou a campanha “Fale bem. Fale Seguro”. “Conclamo todos para colocar nossas energias numa mudança profunda pessoal, de adaptação a esse momento tão desafiante que a revolução digital nos impõem. Lembre que fomos todos nós que acabaram com a rede de locadoras Blockbuster ao optar por assistir filmes no Netflix. Nós que acabamos com os taxistas ao optarmos pelo usar o aplicativo Uber. Nós que estamos mudando os bancos fisicamente ao usarmos o internet banking. E essa mesma disrupcão acontece em nosso mercado. E precisamos nos organizar. Acreditem em nós. Vamos juntos conquistar o nosso espaço neste setor”, conclamou Camillo.

Camillo também anunciou que o Sincor-SP obteve autorização doTribunal de São Paulo para criar a Câmara de Mediação e Conciliação do Sincor-SP e também que o tradicional evento anual, o Conec, terá um novo endereço, após mais de uma década ter como palco o Palácio das Convenções Anhembi, em São Paulo. “Será no Centro de Exposição Transamerica. A troca se deu porque crescemos. A expectativa é de que as inscrições ultrapassem 10 mil participantes. No ano passado o Conec 2016 reuniu cerca de 6,4 mil, com grande fila de espera que não podemos atender pela limitação do espaço”, disse.

Além dos profissionais que dominam a venda de seguros no Brasil, estavam presentes lideranças, como Joaquim Mendanha, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, e Alexandre Camilo, entre outros.

“Temos de sair do quadrado. Pensar diferente. Não podemos desprezar os avanços tecnológicos. Temos de investir para seguirmos em frente e manter nossa poderosa força de vendas no Brasil”, afirmou Armando Vergílio, presidente da Fenacor.

O ex-deputado federal citou a crise pela qual passa o Brasil. “Esta é a mais grave crise política, institucional e econômica na história do país e temos a responsabilidade de ajudar as pessoas a passarem por esse cenário com mais resiliência. O corretor de seguros é gente cuidando de gente. Cuidando das conquistas, da saúde e da vida dos brasileiros”, comentou.

Vergílio ressaltou a necessidade de combater empresas que queiram vender proteção que não seja seguro, um produto regulado pela Susep. “Temos de separa o joio do trigo. Não podemos permitir que empresas comecem a atuar dentro da ilegalidade”, disse Vergilio. “Temos convicção das necessidades dos avanços tecnológicos. As insurtechs vão chegar, mas não vão acabar com os corretores de seguros. Se algo vier a acabar com os corretores de seguros, acaba como o setor, pois somos responsável por mais de 85% das vendas de seguros”, afirmou ele em seu discurso.

Mendanha: Inovação com responsabilidade

Atrair investimentos para o setor e popularizar o seguro. Esse é o objetivo da Superintendência de Seguros Privados (Susep), afirmou o titular Joaquim Mendanha. “Tenho andando muito em mercados internacionais e todos os investidores olham para o mercado brasileiro com bons olhos”, disse ele em seu discurso no evento realizado pelo Sincor-SP, em Mogi das Cruzes.

Para atrair investimentos ele garante que a Susep tem avançado em vários pontos que precisam ser lapidados. “Temos trabalhado bastante para manter diálogo com entidades representativas do setor, com a necessária interlocução entre todos. Acredito que nossa maior colaboração se constitui em ações que permitam desenvolvimento de novos produtos, que é o que mais guarda relação com o mote deste evento, que é empreendedorismo”, ressaltou.

Entre as ações já em andamento pela Susep estão a regulamentação do Universal Life, que em breve deve ser lançado e que em sua opinião será um novo marco na história do seguro de vida no Brasil. Mendanha também citou outras ações da Susep, como a nova regulamentação do D&O publicada em maio último, cartilhas educativas, portal de educação financeira e, finalmente, o seguro auto popular, que está na pauta de discussão.

“Mais do que agenda aberta, quero convocar a Fenacor para participar do grupo de trabalho para discutir o papel das cooperativas . A Susep já enviou ao Ministério Público mais de 140 processos e temos mais para mandar. Mas só isso não basta. A Susep está fazendo a parte dela, mas temos de ter um apoio maior da Fenacor no grupo de trabalho para termos um debate transparente para evoluirmos neste assunto”, afirmou.

No tema inovação, o xerife do setor afirmou que está analisando os prós e contras que os novos modelos trazem para tornar a regulamentação mais prudente possível para proteger o consumidor. “Inovação é o futuro, mas temos de tomar atitudes corretas. Não podemos permitir que empresas que não cumprem com a legislação em vigor se estabeleçam, pois ferem o direito dos consumidores”, finalizou.