Clientes da Liberty Seguros poderão utilizar aplicativos da seguradora sem consumir pacote de dados

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Até dezembro de 2017, os aplicativos Liberty Mobile e Direção em Conta, da Liberty Seguros, poderão ser utilizados sem que o cliente tenha que se preocupar com o consumo de seus planos de dados do celular. A seguradora é a primeira do Brasil a oferecer esse recurso em suas plataformas mobile.

Por meio do Liberty Mobile, que passou por uma recente reformulação de layout e já teve 15 mil downloads em 2017, os clientes podem visualizar todas as coberturas disponíveis na sua apólice, ter acesso aos seus dados pessoais, a situação das parcelas do seu seguro e entrar em contato com a seguradora, além de solicitar aberturas de sinistros. O app também possibilita o envio de documentos e relatos por áudio, de forma simples e rápida.

Outra iniciativa é o Direção em Conta, programa de telemetria que oferece aos usuários uma nova maneira de interagir e consumir seguros. Ao avaliar aspectos como velocidade, estilo de direção, distração, horário da viagem e fadiga do motorista, o aplicativo gera métricas que compõem um score que pode resultar em descontos nos seguros automotivos da Liberty Seguros. Desde o seu lançamento, em maio de 2017, o aplicativo já ultrapassou quatro mil downloads.

“Sabemos que a maioria das pessoas tende a acessar aplicativos quando estão em trânsito ou fora de suas casas, isso pode consumir grande parte de seus planos de dados de internet. Com essa ação, queremos proporcionar uma experiência mais completa aos nossos clientes e incentivar as pessoas a utilizarem nossos aplicativos. Dessa maneira, acompanhamos a tendência do brasileiro de ter tudo a mão pelo celular, sem que ele tenha que gastar mais por essa praticidade”, diz Ana Lúcia D´Amaral, diretora de Tecnologia da Liberty Seguros.

Os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para dispositivos móveis com os sistemas operacionais Android ou iOS.

Envelhecimento da população, taxa de fecundidade em declínio e cenário do mercado de saúde põem em risco a viabilidade econômica do mercado

Comunicado

O futuro dos planos de saúde no Brasil está em xeque. Projeção da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) mostra que – considerando as mesmas taxas de cobertura por faixa etária verificadas em 2016 – haverá um consumidor jovem (0 a 18 anos) para cada beneficiário idoso (59 ou mais anos de idade) do serviço em 2027. Para ter ideia do agravamento desse quadro, em 2000, haviam três jovens para cada idoso; em 2015, essa variação era de dois para um.

“Levando-se em conta o envelhecimento da população, a queda drástica da taxa de fecundidade e a estrutura engessada da oferta de serviços da Saúde Suplementar, há severas ameaças à sustentabilidade do setor. Na forma como funciona hoje, o financiamento entre gerações correrá risco por conta da mudança dessa proporção. Cada vez temos menos gente jovem na assistência à saúde privada para exercer solidariedade com os mais idosos. Diante desse quadro, precisamos atuar em outras frentes para manter viável a assistência privada, como flexibilizar as regras que paralisam o mercado e poder disponibilizar mais produtos e, assim, atender a diversos nichos da população, de acordo com suas características e necessidades”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

A adequada proporção entre jovens e idosos é um dos preceitos que rege a sustentabilidade econômica dos planos de saúde – sistema de mutualismo. A técnica do seguro recomenda que os beneficiários de cada faixa etária arquem solidariamente com a totalidade dos custos de seu respectivo grupo. No entanto, as regras de formação de preços dos planos e seguros de saúde fixaram uma relação entre o preço da primeira faixa etária e da última, de seis vezes. Como a proporção de despesas médias dessas faixas é maior do que seis vezes, é estabelecido implicitamente um apoio financeiro dos menores de 59 anos de idade – pagando uma mensalidade um pouco acima de seus custos para que os idosos não sejam excessivamente onerados, o que seria o caso se compartilhassem as despesas com assistência à saúde apenas entre esse grupo. Dessa forma, os idosos podem manter o plano de saúde, apesar da elevação das despesas médicas com o avanço da idade.

De 1940 a 2015, a esperança de vida ao nascer no Brasil para ambos os sexos passou de 45,5 anos para 75,5 anos, um aumento de 30 anos, segundo o IBGE. Projeções do Instituto mostram que a população com 59 ou mais anos de idade vai triplicar no Brasil e passará de 26,8 milhões (13,0% da população brasileira), em 2016, para 65,9 milhões de pessoas, em 2050 (29,2%). As estimativas são de que a “virada” no perfil da população acontecerá em 2030, quando o número absoluto de brasileiros com 60 anos ou mais de idade irá ultrapassar o de crianças de 0 a 14 anos. Daqui a 13 anos, os idosos chegarão a 41,5 milhões (18% da população) e as crianças serão 39,2 milhões, ou 17,6%.

Crise acentua desequilíbrio

“O setor de saúde suplementar é intrinsicamente ligado à economia, à geração de emprego e renda. Atualmente, aproximadamente 66% dos vínculos contratuais são de coletivos empresariais, principal forma de aquisição de um plano de saúde por parte dos jovens na vida ativa. O desemprego tem impacto direto no segmento de planos de saúde, mas, independentemente da crise, precisamos encontrar alternativas para facilitar o acesso ao serviço por parte dos mais jovens, para manter o equilíbrio do mutualismo. Hoje, já vivemos o impacto da transição demográfica e os desafios impostos com essas mudanças”, explica a presidente da FenaSaúde.

Os diversos agentes de saúde precisam se adaptar às alterações em curso. As políticas de financiamento dos sistemas de saúde e da infraestrutura requerida também precisam acompanhar essas modificações, que irão requerer regulações adequadas para que tanto o setor público quanto o privado sejam viáveis diante do aumento das despesas médicas e previdenciárias. Exemplo prático é a necessidade de restruturação da infraestrutura física de todos os serviços, principalmente os de assistência à saúde, e de uma nova composição das especialidades profissionais, com mais ênfase em Geriatria.

“O aumento da longevidade é uma conquista da sociedade. Mas, ao mesmo tempo, é inevitável o crescimento por demanda de assistência médica, já que, invariavelmente, os idosos precisam de mais cuidados. Hoje, o setor de Saúde Suplementar é uma opção concreta e segura para os idosos”, avalia Solange Beatriz. Em 2016, o total de beneficiários de planos de saúde com 59 anos ou mais cresceu 1,6% em comparação ao ano anterior, totalizando 6,6 milhões de consumidores. Esse crescimento segue na contramão do mercado, que registrou queda de 2,8% no ano passado.

Segundo projeções do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar), mantida a atual taxa de cobertura média dos planos de saúde para o conjunto dos brasileiros (cerca de 25% da população), a proporção de beneficiários idosos, no estrato de 59 anos ou mais, saltará de 12,3%, em 2015, para 20,5%, em 2030. No mesmo período, em paralelo, haverá um crescimento de 105% no volume de internações de beneficiários com 59 anos ou mais, saltando de 2 milhões para 4,1 milhões ao ano. Outro avanço exponencial se dará nas consultas desse grupo, na ordem de 100,9%: de 43,1 milhões ao ano, em 2015, para 86,6 milhões ao ano, em 2030. O total de exames deve crescer 101,9%, de 204 milhões anuais para 411,8 milhões ao ano, seguido pela alta de 102,3% das terapias (de 25,6 milhões ao ano para 51,8 milhões ao ano).

Associadas à FenaSaúde investem em cuidado integral

Uma iniciativa relevante é da NotreDame Intermédica, com o Programa de Assistência ao Idoso (PAI). Com 10.518 beneficiários inscritos com mais de 60 anos, o cuidado integrado é centralizado no atendimento em Unidades de Prevenção com infraestrutura adequada para o alto risco. O atendimento médico é composto por geriatras com suporte de equipe multiprofissional (enfermagem, nutricionista, psicóloga, fisioterapeuta e fonoaudióloga), que conta ainda com pré-consulta de enfermagem e grupos de apoio para pacientes e familiares. Dentre as ações, sessões de fisioterapia voltadas à prevenção de quedas, com foco no fortalecimento muscular e na reabilitação, além de cuidadores de pacientes com Alzheimer e encontros semanais e quinzenais com especialistas para tratar de diversos temas, como quimioterapia, depressão, ansiedade, memória, atividade física e alimentação.

O resultado do programa é a menor internação devido ao cuidado da equipe multiprofissional, atuando de maneira coordenada nas múltiplas doenças do mesmo paciente. Para ter ideia da melhora no atendimento ao idoso, a taxa de internação vem diminuindo ao longo dos anos. Em 2004, eram, em média, 5,14 pacientes internados por dia a cada mil beneficiários na cidade de São Paulo e na região do ABC. Em 2016, essa taxa caiu para 2,10. Exemplo desse cuidado integrado foi a redução de 40% nos casos de fratura de fêmur, além de uma queda de 23% nas consultas ambulatoriais e 5% nas consultas de pronto-socorro, após o primeiro ano de adesão ao programa.

Já o projeto de atenção ao idoso da Amil engloba desde o monitoramento da saúde dos pacientes por meio de ligações periódicas a terapias individuais e em grupo, em uma unidade de saúde localizada na Tijuca – bairro com o segundo maior índice de população idosa no Rio de janeiro. Escolhido como um dos projetos do Programa ‘Idoso bem cuidado’, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a iniciativa prevê o atendimento a mais de mil beneficiários maiores de 60 anos. A atuação consiste em concentrar todo o suporte necessário para a atenção ao idoso em um único lugar, onde médicos de família, enfermeiros, agentes comunitários de saúde, psicólogos, fisioterapeutas, geriatras e nutricionistas formam equipes exclusivas que acompanham cada idoso de forma mais próxima e de maneira integrada. Questões como envelhecimento, déficit de memória e luto entram no planejamento das equipes de saúde como temas a serem tratados durante as consultas, os contatos e os encontros realizados. A proposta é que, ao ingressar no programa, o idoso sinta-se parte de um verdadeiro clube, e não apenas em mais uma unidade de saúde – por isso, o local de atendimento leva o nome de Clube Vida de Saúde.

Travelers Seguros disponibiliza cotações online do seguro de responsabilidade civil

Os corretores encontram mais uma facilidade na plataforma online da Travelers Seguros. A partir de agora poderão cotar coberturas também para o seguro de responsabilidade civil para três setores: instituições de ensino, prestações de serviços em locais de terceiros, e estabelecimentos de hospedagem, bares e restaurantes.

“Os corretores expressaram interesse em poder cotar e gerar mais tipos de seguro de uma maneira eficiente, e nós continuamos a expandir os produtos disponíveis em nossa própria plataforma online, para atender as necessidades deles”, afirma Leonardo Semenovitch, presidente da Travelers no Brasil.

A plataforma online da Travelers Seguros também oferece seguros patrimoniais para comércio e serviços de pequeno e médio porte, assim como contratação de responsabilidade civil profissional (E&O) para Empresa Credenciada de Vistoria.

A estratégia da Travelers é ampliar sua gama de serviços online. Atualmente, os corretores já utilizam os serviços de Cotações Online, Extrato de Comissionamento e Apólice Digital através do computador ou de dispositivos móveis, por meio do site institucional: http://www.travelers.com.br/corretores-de-seguros.

Azul Seguros expande seguro popular para todo o Estado de SP

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Pioneira no lançamento do seguro popular, a Azul Seguros, uma empresa Porto Seguro, acaba de expandir a atuação do produto para todo o Estado de São Paulo. “Com a possibilidade da diminuição no preço do seguro em até 30%, o Corretor pode trabalhar com um produto que possui um valor mais atraente sem perder na qualidade no momento do reparo e nos serviços oferecidos, o que pode garantir novos negócios e aumentar a sua carteira de clientes” afirma Felipe Milagres, diretor da Azul Seguros.

De acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), estima-se que 70% dos veículos que circulam no Brasil estão descobertos. Ao lançar esse produto, a Azul Seguros estimula a inclusão securitária, incentiva novas oportunidades de negócio e contribui para a sustentabilidade do setor, pois utiliza peças de desmontagem. A redução de preço se tornou possível porque a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou no ano passado as seguradoras a utilizarem peças de desmontagem em consertos de veículos, oriundas de empresas de desmontagem credenciadas. A modalidade permite ainda a utilização de peças de reposição não originais novas similares às dos fabricantes de veículos.

O serviço de reparo em caso de sinistro poderá ser realizado em oficinas referenciadas ou de livre escolha, com peças fornecidas pela Renova Ecopeças, empresa da Porto Seguro que possui experiência de três anos no segmento de desmontagem de veículos, que garante a procedência e a qualidade. Já em casos de reparos de freios, suspensão, amortecedores e pneus, que são itens de segurança, serão utilizadas peças novas e originais.

Sobre o Azul Seguro Auto Popular – O Azul Seguro Auto Popular é destinado aos automóveis com importância segurada de até R$ 60 mil, com data de fabricação a partir de cinco anos ou mais. O produto, que pode ser parcelado em até 10 vezes iguais, oferece cobertura básica para colisão, roubo, furto, indenização de 80% ou 90% da tabela Fipe, assistência 24 horas e guincho em até 100 km. Há também as coberturas de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF), com indenização de R$ 25 mil; e opcional de Danos Morais e Estéticos Facultativo, com indenização de R$ 5 mil ou R$ 10 mil.

Atualmente, o Azul Seguro Auto Popular está disponível para os principais modelos de veículos. Porém, para os automóveis que não estão contemplados na lista de carros de aceitação do seguro popular, os clientes e Corretores podem ficar tranquilos, pois a Azul possui outras opções de produto para atender os mais diversos perfis, como o Azul Leve e o Azul Seguro Auto.

David Colmenares, que estava na Venezuela, deixa a Zurich

Após ocupar o cargo de CEO da Zurich na Venezuela, David Colmenares deixa a empresa para seguir novos rumos profissionais. Brilhante em todas as funções que desempenhou na Zurich desde sua admissão, em 2008, como Chief Claims Officer para a região da América Latina, David atuou, ainda, como Chief Claims Officer General Insurance na região Ásia-Pacífico e Chief of Staff General Insurance, também para América Latina e CEO General Insurance Brazil.

Sincor-RJ realiza palestra sobre a Youse

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Acontece amanhã, dia 19/07, das 9 às 12h, mais um debate no Auditório da entidade com o tema “O que podemos aprender com a Youse?”. Quem vai intermediar o diálogo com os participantes será o Professor da Escola Nacional de Seguros e Sócio da Shelter Corretora de Seguros, Arley Boullosa. O Diretor de Ensino e Tecnologia convoca a categoria para discutir sobre o assunto que ainda gera polêmica no mercado de seguros. Durante a apresentação, um dos pontos a serem comentados será a promessa em relação à devolução de 50% do prêmio pago, em troca de indicação de amigos.

Boullosa explica que existem diversos caminhos para argumentar com o segurado sobre a Youse e não perder a venda. “Meu objetivo é desmistificar a YOUSE. Eles tem muito dinheiro, mas isso não é tudo. Irei mostrar como a startup foi criada e como funciona, as fragilidades de seu principal produto que é o automóvel e como podemos oferecer alternativas para o cliente para enfrentarmos essa concorrência. E vale lembrar também o que podemos aprender com o seu modelo de negócio. A verdade é que nós, corretores, adoramos uma desculpa para ficarmos nos lamentando e parados no mesmo lugar. Foram os bancos, as corretoras online e agora a bola da vez é a Youse. Quero mostrar que mesmo com pouco investimento, podemos ser muito melhores que somos e que não precisamos ter tanta preocupação, mesmo com a Youse gastando milhões de reais por mês. Os corretores são e sempre serão o principal canal de distribuição de seguros. É assim no mundo inteiro e mesmo em mercados maduros.”, alerta.

Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Gama Filho, Arley Boullosa é Professor da Escola Nacional de Seguros por mais de 20 anos. Iniciou sua carreira na Bradesco Seguros, fazendo subscrição de grandes riscos onde ficou por oito anos. Em seguida, se tornou sócio de uma franquia da Unibanco AIG (PAC Copabcabana) e com livre atuação em Niterói. O Executivo Comercial também teve uma franquia da Allianz Seguros, onde atendia 1.200 corretores. Atualmente, é sócio da Shelter Corretora de Seguros e criou a Kuantta Consultoria.

Para se inscrever, é só entrar em contato com o Sincor-RJ através do telefone (21) 3505-5900 ou através do site www.sincor-rj.org.br. Para os corretores associados à participação é gratuita. Já para os não-sócios, a inscrição custa R$ 20,00 por pessoa.

Rádio CNseg: Mercado segurador precisa pensar ´fora da caixa`para atender cada vez melhor, diz Marcio Coriolano

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Pensar “fora da caixa”, isto é, fora dos padrões convencionais, é uma necessidade para o mercado segurador brasileiro. A opinião foi dada pelo presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no programa “Fala Presidente” desta segunda-feira. Para ele, com o consumidor cada vez mais empoderado e exigente, as seguradoras têm que atender a essa expectativa com melhores serviços, não só com bons produtos. Segundo Coriolano, é importante adotar “processos mais amigáveis para o consumidor, mais velocidade para atendê-lo, para que ele possa exercer o seu poder de escolha mais rapidamente”.

Também nesta segunda, na “Entrevista Especial”, o diretor da Terra Brasis Resseguros Rodrigo Botti fala sobre o Mapa de Catástrofes Naturais Brasileiras, elaborado pela empresa e atualizado até 2016. Botti explica que o acesso ao estudo permite às seguradoras desenvolverem novos produtos e tecnologias para os agentes econômicos e a sociedade em geral, propiciando uma proteção melhor contra sinistros provocados pela natureza. “Absorver esses riscos é um dos papéis da indústria de seguros”, afirma Botti.

Na terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o gerente-técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária, Renato Campestrini, vai abordar os riscos de dirigir usando o celular. No mesmo dia, no quadro “Qual é a Dúvida?”, o professor da Escola Nacional de Seguros Lauro Faria esclarece dúvida de ouvinte sobre o uso do Seguro Viagem no caso de extravio de bagagem.

Na quarta, no “Entenda os Seguros de Pessoas”, o professor da Escola Nacional de Seguros Maurício Viot explica como se dá o reajuste do Seguro de Vida. No mesmo dia, o superintendente executivo do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar), Luiz Augusto Carneiro, aborda o impacto da incorporação tecnológica na saúde suplementar.

Já nesta quinta-feira, o “Por Dentro da Saúde Suplementar” encerra a série sobre os cuidados com a saúde nas diversas fases da vida. A diretora executiva da Senior Concierge, Márcia Sena, aborda as questões relativas à terceira idade. No mesmo dia, vai ao ar o “Momento Jurídico”.

Encerrando a semana, o “Minuto da Capitalização” traz o presidente da Comissão Atuarial da FenaCap, Bernardo Ferreira Castello, que explica como funciona o sistema de cotas na capitalização. Também na sexta, no quadro “Dicas do Consultor”, o consultor da FenaCap Álvaro Modernell dá orientações sobre quando vale a pena contratar um empréstimo bancário.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em neste link.

Ciberataque extremo pode custar US$ 53 bilhões, revela estudo do Lloyd’s of London

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Um ciberataque de grandes proporções pode causar perdas financeiras de até USD 53 bilhões, de acordo com o cenário descrito em pesquisa recente do Lloyd’s, mercado mundial de seguros e resseguros especializado, e a Cyence, empresa líder em modelagem analítica de riscos cibernéticos.

A pesquisa revela o potencial impacto econômico de dois cenários: um hack malicioso que derruba um provedor de serviços de nuvem com perdas estimadas em até USD 53 bilhões, e uma falha de um sistema operacional crítico administrado por empresas em todo o mundo, podendo gerar perdas de USD 28,7 bilhões.

Os resultados também revelam que, apesar da demanda por seguros contra riscos cibernéticos seguir em crescimento, a maioria dessas perdas não está segurada, o que deixa um déficit de bilhões de dólares em seguros.

Inga Beale, CEO do Lloyd’s, afirma: “Esse relatório nos dá uma noção real do tamanho do estrago que um ataque cibernético poderia causar à economia global”. Assim como alguns dos piores desastres naturais, esses eventos podem causar um impacto grave em empresas e economias, desencadeando inúmeras solicitações de acionamento do seguro e aumentando drasticamente os custos do serviço. As seguradoras precisam considerar essa forma de cobertura contra riscos cibernéticos e assegurar que os cálculos dos prêmios estejam em sintonia com a realidade da ameaça no ambiente digital.

“Incluímos esses cenários para ajudar as seguradoras a obterem um melhor entendimento sobre a sua exposição ao risco cibernético, para que possam melhorar a gestão da exposição de seu portfólio e a precificação do risco, estabelecer limites adequados e expandir seus serviços, com confiança, para essa que é uma classe inovadora e de rápido crescimento”, completa a executiva.

No cenário de interrupção dos serviços de nuvem considerados no relatório, a média das perdas econômicas varia de USD 4,6 bilhões, para um evento grande, até USD 53 bilhões, para um evento de proporções extremas. Essa é a média do cenário, uma vez que devido à incerteza com relação às perdas cibernéticas agregadas, esse valor pode subir até USD 121 bilhões, ou cair para USD 15 bilhões. Enquanto isso, as perdas médias seguradas variam de USD 620 milhões, para uma perda grande, até USD 8,1 bilhões, para perda extrema.

No cenário de vulnerabilidade dos softwares de massa, as perdas médias variam de USD 9,7 bilhões, para um grande evento, até USD 28,7 bilhões, para um evento extremo. As perdas médias seguradas variam de USD 762 milhões até USD 2,1 bilhões.

Já o gap sem cobertura dos serviços de nuvem pode chegar a USD 45 bilhões – ou seja, menos de um quinto (17%) das perdas econômicas realmente possuem cobertura. A defasagem segurada por um valor inferior pode chegar a USD 26 bilhões para o cenário de vulnerabilidade em massa – o que significa que apenas 7% das perdas econômicas estão cobertas.

Trevor Maynard, responsável pela área de Inovação do Lloyd’s, disse: “As conclusões desse relatório sugerem que perdas econômicas relacionadas a ataques cibernéticos podem ser, potencialmente, tão grandes quanto aquelas causadas por grandes furacões. As seguradoras podem beneficiar-se ao pensar sobre cobertura para ataques cibernéticos nesses termos, e adquirir subsídios específicos para considerar catástrofes cibernéticas Para isso, a coleta e a qualidade dos dados são muito importantes, principalmente quando o risco cibernético está em constante mudança”.

O Lloyd’s trabalhou com a Cyence, coletando dados em nível de internet para fazer a modelagem do risco cibernético e avaliar o impacto financeiro, econômico e no setor de seguros desses cenários.

Arvind Parthasarathi, CEO da Cyence, adicionou: “A Cyence está muito feliz de trabalhar com o Lloyd’s na capacitação do setor de seguros para entender e modelar o risco cibernético. Aproveitando a exclusiva plataforma de risco cibernético da Cyence, estamos animados para ver as seguradoras oferecendo mais capacidade, trazendo produtos inovadores, com maior confiança e criando um mercado de seguros mais sólido e sustentável.”

O estudo pode ser acessado no link

Aliro Seguro inicia sua fase piloto em quatro regiões do estado de São Paulo

A Aliro Seguro, nova marca da Liberty Seguros, inicia hoje, em São José dos Campos, sua fase piloto. A partir desta data, os corretores convidados poderão cotar e emitir apólices da nova marca para novos clientes e renovações vindas da concorrência. As renovações de clientes da Liberty Seguros, que tiverem o perfil da nova marca poderão ser feitas a partir de 18 de setembro. Nas próximas semanas, o projeto estará disponível também nas cidades de Sorocaba, São Paulo e Campinas.

O objetivo dessa fase é garantir que os corretores estejam alinhados à estratégia de lançamento da nova marca. Por isso, as cidades foram escolhidas com base na proximidade com a matriz, nível de produção e variedade de emissões. Além disso, foram convidados corretores que participaram da validação do novo cotador da companhia e também representantes do Conselho de Corretores, que ajudaram a co-criar a Aliro Seguro.

A Aliro Seguro foi criada em conjunto entre a Liberty Seguros e os corretores, que poderão contar com novas oportunidades de negócios. O foco está nas pessoas que buscam seguros mais simplificados e acessíveis, mas que não abrem mão da qualidade ao contratar um serviço ou comprar um produto.

“A colaboração dos corretores nessa fase será fundamental para que o lançamento seja um sucesso e para que a Aliro atenda às necessidades e expectativas do público desde o primeiro dia em que estiver disponível”, diz Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

Maria Helena Darcy reassume ouvidoria da Icatu Seguros

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A partir de 01 de agosto, Maria Helena Darcy será a nova ombudsman da Icatu Seguros. A executiva deixa a diretoria de Pessoas, onde ficou por seis anos como diretora, e volta a responder pela ouvidoria externa e interna da seguradora, área na qual já esteve à frente por 13 anos.

A experiência acumulada na primeira passagem pela ouvidoria levou Maria Helena a ser convidada para assumir a área de recursos humanos da seguradora em 2011. Durante o tempo que ficou à frente do RH da Icatu Seguros, Maria Helena implantou diversos novos projetos e consolidou as políticas internas da empresa. A Icatu Seguros figura, por três anos consecutivos, no ranking GPTW das melhores empresas para se trabalhar com matriz no Rio de Janeiro.

Agora, Maria Helena reassume a ouvidoria com objetivo de garantir que clientes e parceiros comerciais continuem a ter um canal de negociação isento e que funcionários, estagiários, terceiros e aprendizes possam contar com uma assistência informal e neutra.

Vale destacar que a executiva implantou a primeira Ouvidoria do mercado segurador, em junho de 1998, e foi a primeira ombudsman brasileira a ser certificada pela Internacional Ombudsman Association (IOA), maior associação internacional da profissão. Já a Icatu Seguros foi a primeira seguradora no Brasil a estruturar a área de ouvidoria, em 1998, seis anos antes da Circular CNSP 110 recomendar às empresas terem este serviço.

Maria Helena Darcy é formada em História pela PUC-RJ e pós-graduada em História e Cultura na Université de Paris VII, na França.