Robo Alexa, da Amazon, ajuda clientes da Liberty Mutual durante temporada de furacões

Veja quais as práticas de uma seguradora como a Liberty Mutual, que convive com a temporada de furações nos Estados Unidos, que começa oficialmente no dia 1 de junho e vai até 30 de novembro, ajudando seus clientes a gerenciar riscos.

O objetivo do post é sinalizar aos leitores como o gerenciamento de risco é vital para manter todos seguros, fisicamente e financeiramente, mesmo diante de forças da natureza tão avassaladoras. Mas sempre algo pode ser feito para prevenir e depois tudo deve ser feito para remediar.

Após a passagem do furacão/fim da inundação, a seguradora espera o contato do cliente ou envia equipe aos locais com maior número de clientes?

Nada prova mais o nosso valor para nossos clientes do que nossa resposta após uma catástrofe. Devemos estar prontos com os nossos recursos para responder rapidamente às necessidades de nossos clientes em momentos devastadores – com maior apoio a avisos de sinistros, uma lista de avaliadores talentosos e dedicados e força financeira para que nossos clientes possam retomar suas vidas novamente o mais rápido possível. Imediatamente após a tempestade, os avisos de sinistros começam a ser recebidos diretamente de clientes por meio dos nossos inúmeros meios de contato. Os clientes podem ligar para um número gratuito, fazer um aviso de sinistro on-line e até mesmo iniciar o processo de pedidos usando um dispositivo habilitado para Amazon Alexa.

É montado um posto de atendimento no local?

Para facilitar o processo, nós muitas vezes implantamos uma unidade de resposta de catástrofe móvel para a região afetada. Esta unidade fica situada o mais próximo possível de uma região afetada, dependendo das condições das estradas e das autoridades e, em muitos casos, o departamento de seguros do estado estabelece uma “aldeia segura” como um local centralizado para as empresas instalarem suas unidades. Essas unidades estão em uma localização conveniente para que nossos clientes se encontrem com um avaliador de sinistros, discutam suas solicitações, façam perguntas e até recebam pagamentos iniciais por coisas como despesas de vida adicionais enquanto eles estão deslocados de suas casas.

Usou drones para agilizar?

A Liberty Mutual começou a usar drones para alguns avisos de sinistros de propriedade comercial e pessoal desde que recebeu a aprovação da FAA em agosto de 2016. Do ponto de vista de uma seguradora de residências, estamos entusiasmados com a tecnologia que permite que nossos profissionais ajudem nossos clientes da forma mais segura possível após uma perda. Como uma empresa cuja história está profundamente enraizada em segurança, evitar riscos desnecessários aos nossos avaliadores, contratados ou inspetores, mantendo-os fora de telhados e escadas altas não pode ser ignorado. Além disso, esta tecnologia permite captura de imagens de alta qualidade que ajudam nossa equipe e nossos clientes a entenderem melhor os danos às propriedades.

Allianz Seguros promove lounge Alliadoz durante show do Guns n’ Roses

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Com camisetas personalizadas e atrações exclusivas, a Allianz Seguros recebeu os 200 corretores com maior pontuação da campanha Alliadoz no lounge do show da banda californiana Guns n’ Roses, na última terça-feira, 26.

O evento, que aconteceu no Allianz Parque, contou com a presença de Miguel Pérez Jaime, presidente da seguradora. “Esta é uma oportunidade de agradecermos e reconhecermos a parceria dos corretores. Acredito que nos próximos anos teremos ainda mais parceiros engajados comemorando resultados em um evento como esse”, conta.

Para Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial e Market Management, o evento serviu para preparar o clima para as viagens ao deserto do Atacama e Croácia, próximos prêmios da campanha Alliadoz. “Nosso objetivo é investir cada vez mais nos corretores e, para isso, estamos preparando a companhia para entregar o melhor produto e solução para o cliente final”, pontua.

Já Marcio Caran, corretor da Vida Nova Corretora de Seguros, localizada em São Paulo, ressalta que a parceria e os produtos da seguradora são seus principais diferenciais. “É importante ter no meu portfólio uma marca global como a Allianz e, principalmente, como um grande parceiro meu”, afirma.

Entendendo o mundo das Insurtechs, segundo a Oliver Wyman

A Oliver Wyman, empresa irmã da Mercer focada em consultoria estratégica, foi responsável por recente relatório que analisa as principais iniciativas para o setor e qualifica seu potencial de mudança e chance de sucesso. A Guy Carpenter, outra empresa irmã especialista em seguros e resseguros, também desenvolveu em 2017 um estudo focado nas oportunidades existentes no segmento.

Veja um resumo publicado pelo grupo na Congresso da Abrapp:

Entendendo o mundo das Insurtechs

Ao analisar o setor, a Oliver Wyman classificou as Insurtechs em três divisões:

Proposição: iniciativas responsáveis por gerar novos produtos ou serviços de seguros, em exemplo, soluções situacionais, colaborativas e de riscos digitais;

Distribuição: empresas que buscam facilitar a venda de produtos e serviços a clientes, tais como plataformas B2C digitais (business to consumer / empresas para clientes) e PCW (price comparison websites / sites de comparação de preços);

Operação: iniciativas ligadas ao aumento da eficiência das companhias de seguro, como gestão de sinistros, subscrição e administração de serviços.
No gráfico abaixo, vemos que, mundialmente, os últimos seis anos foram de franco crescimento para o setor de Insurtechs, com um pico de quase 200 vendas de empresas (number of deals) em 2016 e de US$ 2.8 bi em valores desses negócios no ano de 2015.

Fonte: CBInsights / OW Global Insurtech Report 2017

Possíveis soluções para a previdência

Agora que entendemos o conceito geral de Insurtechs, vamos realizar um exercício de futurologia e pensar nas possibilidades de inovação que podem impactar a previdência complementar nos próximos anos.

Transformar cobertura em proteção personalizada, com uso de inteligência artificial: o conceito por detrás deste segmento de Insurtechs é romper a fronteira da simples cobertura – no caso da previdência, a promessa ou a efetiva concessão de um benefício – para alcançar um novo patamar de proteção ao cliente. Ao incluir orientações personalizadas sobre como melhor usar o seguro e ao propor soluções de parceiros que estejam relacionadas às necessidades dos usuários, esta categoria de Insurtechs busca transformar riscos negativos em promessas positivas, elevando o bem-estar dos mesmos.

Na prática, Entidades que oferecem programas de educação previdenciária já estão pavimentando o caminho para uma abordagem que vai além da concessão do benefício. Nesse sentido, próximos passos em potencial compreendem o uso de inteligência artificial para transformar a educação previdenciária generalista em instruções específicas para cada participante, bem como ampliar o leque de soluções oferecidas pelos planos de previdência através do oferecimento de seguros de invalidez, morte e sobrevivência, de acordo com o perfil de cada participante/assistido e seus respectivos hábitos;

Aprofundar o conhecimento a respeito dos participantes através de Big Data: em conexão ao item anterior, é cada vez mais importante conhecer intimamente os clientes cobertos pelos produtos oferecidos pelo mercado segurador. Mundialmente, a análise de perfis de risco já considera o CEP, os hábitos de utilização de produtos, o perfil familiar e outras variáveis além das tradicionais, como idade e gênero. Para os planos de previdência, a qualidade e profundidade da base cadastral é, sem dúvidas, passo chave para que os riscos sejam melhor dimensionados, agregando eficiência à gestão, e para que as soluções oferecidas sejam mais personalizadas e flexíveis;

Ampliar o uso de canais eletrônicos para busca e relacionamento com “clientes”: nos últimos anos, muitas seguradoras já lançaram mão de portais e aplicativos para atingir seus clientes, permitindo desde a contratação de produtos diretamente pela internet até a gestão de aspectos específicos da apólice.

Por analogia, Entidades poderiam se aproveitar das tecnologias já existentes para facilitar o processo de prospecção de novos clientes (adesão de participantes), gestão do plano, alteração de níveis de contribuição, de tipos de renda, de formatação de novos produtos, de contratação de coberturas adicionais, e muito mais.

Apesar de algumas Entidades já contarem com portais que permitem a realização de algumas dessas tarefas e de outras inclusive já oferecem aplicativos móveis a seus participantes, há muito a se evoluir na automação dos processos e no leque de funcionalidades que podem ser executadas totalmente online. Aqui, também, devemos observar a pertinência e oportunidade de adequar a legislação vigente para contemplar essa nova oferta de ferramentas ao público.

Empregar sistemas automatizados de gestão operacional e de riscos: com advento da tecnologia, já é possível monitorar em tempo real os principais processos operacionais e os fatores de exposição a riscos, permitindo tomada de ação tempestiva e a potencial economia de dinheiro a partir disso.

Na previdência complementar, já é corriqueiro em outros países o uso de softwares avançados que permitem a visualização em tempo real do nível de solvência de planos, através do cruzamento de informações como o valor dos ativos no mercado e a posição do passivo através da última avaliação atuarial projetada. Tais ferramentas permitem, inclusive, simular o impacto de decisões estruturais como compra e venda de ativos e alteração de premissas, ou mesmo de variáveis externas como oscilações de mercado por nível possível de ocorrência. Como resultado, participantes e assistidos poderão ter acesso a planos melhor geridos, com custos mais baixos e/ou retornos financeiros maiores e mais previsíveis.

Uso da economia comportamental no desenho de planos e soluções de previdência complementar: estudos indicam que pedir aos clientes que assinem uma declaração atestando ser verdadeira a informação que passarão a fornecer em um pedido de indenização de seguro aumenta dramaticamente a fidedignidade e veracidade das informações que fornecem, comparado a pedir que assinem essa declaração apenas no final do formulário.

Pergunte a um casal qual a chance de se divorciarem e dirão que é zero. No entanto, a probabilidade no mundo real é de 40%. Seres humanos são péssimos com probabilidade e riscos, frequentemente ignorando a realidade. As pessoas são menos inclinadas a trapacear quando dizemos a elas que 75% acham desonesto agir de forma errada. Segundo Dan Ariely, especialista em Psicologia Social e estudo do Comportamento Humano, na Duke University, nós somos seres racionais que não raro decidimos de forma irracional.

O contexto afeta a maneira que os seres humanos se comportam, então, é importante a forma como são desenhados os planos e produtos de previdência complementar. Um aplicativo chamado Digit liga a conta corrente do usuário diretamente a sua conta de poupança. Um algoritmo do aplicativo separa sobras de recursos na conta corrente e direciona automaticamente para a poupança, sem intervenção do usuário.

Esse é um pequeno exemplo de nova tecnologia desenvolvida a partir do conhecimento de nosso comportamento humano (não poupamos espontaneamente) . Cada vez mais veremos o uso dos conceitos de economia comportamental ser usado no desenvolvimento de aplicativos e soluções nessa área.

Estas são apenas algumas das possibilidades existentes. Nesta revolução tecnológica pela qual atravessamos, o céu e a criatividade humana parecem ser os limites.

Os investimentos em insurtech, de acordo com dados da CB Insights, somaram nos EUA algo em torno de US$ 4,4 bilhões entre 2010 e 2016. Na região da Ásia-Pacífico os investimentos foram de US$ 1,3 bilhões e na Europa de US$ 400 milhões nesse mesmo período.

Muito mais do que buscar uma modificação dos produtos de seguro, o objetivo principal dos empreendedores por trás das insurtech é transformar a experiência do consumidor, tornando a compra de seguros e os pedidos de indenização, mais fáceis, rápidos e mais transparentes. Foi isso que transmitiu o ano passado a maioria dos palestrantes do maior evento mundial sobre o assunto, a InsureTech Connect Conference, patrocinado pela Oliver Wyman.

Austral Re expande operação na América Latina

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A operação internacional da Austral Re deve somar 15% do prêmio bruto da resseguradora e chegar a cerca de R$ 65 milhões em 2017. Ano passado, o volume vindo do exterior foi de 9% e totalizou R$ 41,6 milhões. Com atividade em dez países da América Latina e negócios pontuais de retrocessão fora da região em programas globais, a Austral Re atua em todas as linhas de negócio com ênfase em contratos automáticos. Os segmentos de riscos patrimoniais, riscos agrícolas e garantias puxaram o crescimento lá fora.

“Nosso plano de longo prazo calcula que a operação internacional chegue a 50% da carteira em cinco anos”, adianta Bruno Freire, CEO da Austral Re. A decisão da companhia de ampliar as atividades para o exterior é baseada no potencial econômico e geográfico da América Latina, onde os prêmios de resseguro somaram 17 bilhões de dólares em 2016. 85% deste volume está fora do Brasil.

Freire aposta em tecnologia para o desenvolvimento de novos produtos como um diferencial da resseguradora para conquistar novos mercados, sobretudo nas linhas de Riscos Agrícolas, Garantias, Vida e Saúde. “Queremos estabelecer cada vez uma venda consultiva, tornando o resseguro mais abrangente e menos transacional”, explica o CEO da Austral Re. O processo de internacionalização inclui ainda negócios pontuais de retrocessão fora da região em programas globais.

A Austral Re é parte da holding Austral Participações, fundada pela Vinci Partners para atuar na área de seguros e resseguros. Em 2014, a International Finance Corporation (IFC), que integra o Grupo Banco Mundial, tornou-se acionista de 19,5% da holding.

CFA Society Brazil oferece treinamento para CVM e Susep

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A CFA Society Brazil oferece treinamento inédito para reguladores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Composto por seis aulas de três horas e meia cada, o curso “Fundamentos de Finanças para Reguladores” é ministrado por membros voluntários da CFA Society Brazil, sem qualquer custo para os participantes ou para os órgãos públicos. A primeira edição do curso está sendo realizada no Rio de Janeiro, na sede da Susep. Mais de 45 profissionais daqueles órgãos participam do curso.

Segundo Mauro Miranda, CFA, presidente da CFA Society Brazil, o treinamento foi desenvolvido a partir da demanda dos reguladores pelo aprimoramento do conhecimento de seu corpo funcional a respeito de temas sobre os mercados de capitais e investimentos. “Um dos pilares do trabalho da CFA Society Brazil é o diálogo constante com reguladores. Estamos contentes em poder trabalhar com a CVM e a SUSEP nesta importante iniciativa e continuar nossa missão de promover um alto padrão de excelência educacional e profissional”, explica Miranda.

Entre os temas abordados estão renda fixa, renda variável, derivativos, gestão de carteiras, processos de gestão e política de investimentos. Em pauta no País, ética e compliance também fazem parte do conteúdo do curso.

Caixa busca “noivas” para habitacional, auto e riscos patrimoniais

A Caixa Seguridade Participações iniciou processo para escolha de parceiros estratégicos para atuar na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal com a comercialização de produtos nos ramos de seguros e consórcios, de acordo com fato relevante divulgado nesta terça-feira. O Credit Suisse e o BB Banco de Investimento estão ajudando no processo de encontrar um parceiro para assinar um acordo de exclusividade.

O objetivo é explorar a comercialização de seguros habitacional, de automóveis e riscos patrimoniais e diversos, além de consórcios, no “balcão Caixa”. A busca está sendo realizada com auxílio de assessores financeiros.

O anúncio acontece após o grupo ter divulgado o acordo com a CNP de parceria nas áreas de vida, prestamista e previdência até 2041. No acordo, a seguradora francesa abriu mão da exclusividade que tinha pelo acordo anterior a partir de janeiro de 2018.

XL Catlin fecha parceria com start-up de Inteligência Artificial Cytora



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A Accelerate, equipe interna de inovação da XL Catlin, anunciou hoje que está trabalhando com a Cytora, uma start-up de Insurtech do Reino Unido que usa inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) e dados de fonte aberta para melhorar a forma como as seguradoras quantificam, selecionam e precificam o risco.

A XL Catlin usará a experiência da Cytora na obtenção e análise de dados de múltiplas fontes, combinando-as para criar novas perspectivas de risco. O Motor de Risco da Cytora captura a pegada on-line dos riscos que os clientes estão continuamente enfrentando por meio do rastreamento de dados de sites de empresas, novos artigos e conjuntos de dados governamentais, e faz o processamento usando algoritmos de inteligência artificial para prever reivindicações futuras, perfis de risco atraentes e a qualidade dos riscos. Esses insights ajudarão os atuários ao nível de carteira a identificar novos segmentos rentáveis, bem como os subscritores a melhorar a seleção de riscos e fornecer soluções de risco personalizadas para os clientes.

Vincent Branch, Executivo Chefe da Accelerate, explica a parceria: “Estamos experimentando uma ampla gama de tecnologias de ponta para explorar o que é possível. Mas não podemos fazer isso sozinhos. Precisamos nos associar com start-ups com ideias semelhantes, como a Cytora, que podem nos ajudar a incorporar essas novas tecnologias para transformar nosso design de produtos, preços, subscrição, reclamações e engenharia de risco para benefício de nossos clientes e corretores “.

Ele acrescentou: “Estamos ansiosos para trabalhar com a Cytora, uma empresa que, em apenas três anos, criou uma excelente reputação em torno de sua capacidade de usar inteligência artificial e aprendizado automático para ajudar a conduzir melhores decisões de negócios”.

Richard Hartley, diretor executivo e co-fundador da Cytora, disse: “A Cytora está transformando a forma como as seguradoras selecionam e classificam o risco, usando inteligência artificial e dados de código aberto. Estamos permitindo que as seguradoras diferenciem os riscos com um nível de granularidade maior que nunca e descubram novos segmentos rentáveis em áreas onde eles têm uma experiência limitada de subscrição.

Nós acreditamos que este é o futuro dos seguros e estamos muito satisfeitos com esta parceria com uma empresa avançada e inovadora como a XL Catlin, que não só compartilha nossa visão, mas também está investindo na realização de ganhos importantes através do uso de dados externos”.



A XL Catlin estabeleceu sua equipe Accelerate em novembro de 2016 para alavancar as oportunidades comerciais decorrentes de novas tecnologias e impulsionar a inovação transformacional, trabalhando em estreita colaboração com o negócio. Esta parceria com a Cytora segue a nomeação de Ashish Umre como Accelerate Partner, Inteligência Artificial.



AIG realiza o sonho do menino João Nicolas

A AIG certamente mudou uma vida ao realizar o sonho de João Nicolas. Por meio do programa Legendários, do Marcos Mion, que comandando o quadro “Um dia inesquecível”, o menino João Nicolas, de 13 anos, contou um pouco da sua história. Ele mora em Paraisópolis, tem um irmão especial e é uma criança que se dedica a ajudar a mãe, o irmão e à família como pode. Seu esporte e divertimento é jogar no time de rúgbi do programa Rúgbi para Todos, na comunidade de Paraisópolis.

Em 2013, o time dos All Blacks esteve na sede do programa Rúgbi para Todos, mas o João Nicolas não pode estar presente. “Ele é um excelente jogador do time e seu sonho era o de assistir a um jogo dos All Blacks, o melhor time do mundo”, conta Lúcio Pedro Mocsányi, superintendente de Comunicação Corporativa da AIG.

A equipe do programa do Marcos Mion identificou o trabalho desta ONG e seu coordenador indicou João Pedro para ser o menino beneficiado. A equipe do programa procurou a AIG, como patrocinadora dos All Blacks, para ajudar na intermediação junto ao time e conseguir ingressos para o disputado clássico All Blacks versus Pumas da Argentina, que se realizou no sábado, dia 30 de setembro em Buenos Aires.

Em Buenos Aires, João Pedro e sua mãe, além de conhecerem a cidade, fazerem sua primeira viagem de avião e assistirem ao jogo dos All Blacks com a equipe da AIG e corretores convidados, ainda tiveram uma experiência única: encontrar com os jogadores dos All Blacks em um evento fechado, com todas as atenções voltadas para João Pedro, onde ele ganhou uma camisa autografada por todos os jogadores, uma bola oficial do time e uma barra de chocolate especial da Nova Zelândia, que homenageio o time campeão.

No encontro, os jogadores brincaram com João, ensaiaram uma jogada de rúgbi com ele e tiraram dezenas de fotos para que João nunca mais esqueça deste dia! Vale fazer a sua parte, sonhar e o restante fica por conta do Universo viabilizar oportunidades como essa, que tornam a vida mais feliz.

Caixa e CNP firmam acordo, segundo nota enviada à CVM

A Caixa Seguridade e a CNP Assurances anunciaram terem firmado um memorando de entendimentos, não vinculante, para a formação de uma nova sociedade que atuará nos ramos de seguro de vida, prestamista e previdência privada, com distribuição exclusiva na Caixa Econômica Federal. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Caixa ressalta que um “novo veículo societário” será criado e que a exclusividade na distribuição vigorará de janeiro de 2018 até fevereiro de 2041.

Rádio CNseg: Programação traz encontros especiais gravados durante a 8ª Conseguro

Fonte: CNseg

A Rádio CNseg apresenta esta semana uma programação especial, incluindo três encontros gravados durante a 8ª Conseguro (Conferência Brasileira de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), realizada de 19 a 21 de setembro no Rio de Janeiro.

Nesta segunda-feira, a “Entrevista Especial” exibe a conversa do presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, com o diretor executivo do Eurasia Group para as Américas, Christopher Garman. Nela, Garman fala sobre a situação política e econômica do Brasil, incluindo o fim da recessão. “O momento em que estamos agora é de uma certa volta ao otimismo, mas não com o otimismo tão estrondoso e exagerado como no passado”, diz Garman.

Nesta terça, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da FenSeg, João Francisco Borges da Costa, entrevista o diretor geral da Bradesco Seguros, Marco Antônio Gonçalves. Na conversa, também gravada durante a 8ª Conseguro, os dois debatem o futuro da indústria automobilística, analisando alguns mitos sobre o setor. “Há uma corrente grande no mundo, e também no Brasil, de achar que vai haver uma ruptura na indústria automobilística. Esse é um grande mito que está sendo cada vez mais desfeito. Claramente, há uma evolução da indústria automobilística, e não um modelo desruptivo”, afirma Gonçalves.

Já na quarta-feira, o “Entenda os Seguros de Pessoas” traz a entrevista do presidente da FenaPrevi, Edson Franco, com o pesquisador da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas) Paulo Tafner. Entre outros assuntos, os dois conversam sobre a reforma previdenciária brasileira, comparando-a à já realizada na Grécia. “Assim como os gregos, nós tendemos a adiar o enfrentamento da questão. E quanto mais continuarmos a fazer isso, mais severa, difícil e restritiva terá que ser a reforma”, diz Tafner.

Além dos encontros gravados na Conseguro, a Rádio CNseg traz uma programação com grandes atrações para o ouvinte.

No “Fala Presidente” desta segunda, Marcio Coriolano comenta os dados mais recentes do mercado segurador, que apontaram em julho uma estabilização do crescimento do setor. “O que percebemos é que o segundo trimestre não foi tão forte assim. Houve uma acomodação para 10,3%, até estabilizar em 7,7% agora.”

Amanhã, no quadro “Qual é a Dúvida?”, o professor da Escola Nacional de Seguros (ENS) Bruno Kelly responde à pergunta de uma ouvinte sobre o prêmio no Seguro de Automóvel. Quarta-feira, no programa “Inovação e Sustentabilidade”, o diretor-geral da Terra Brasis Resseguros, Rodrigo Botti, comenta o impacto dos furacões e terremotos na América do Norte e no Caribe sobre o mercado global de seguros. “Normalmente, quando temos anos trágicos como este, o preço do seguro e do resseguro tende a subir”, afirma.

No dia seguinte, no quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar”, o diretor de Regulação da FenaSaúde, Sandro Leal, aborda a cartilha sobre abusos e desperdícios que será lançada durante o 3º Fórum da Saúde Suplementar, previsto para os dias 5 e 6 em São Paulo.

Encerrando a semana, sexta-feira, o “Minuto da Capitalização” traz entrevista com o presidente da Comissão de Tecnologia de Informação da FenaCap, Felipe Ávila Carneiro. Ele falará sobre os impactos do avanço da tecnologia da informação no mercado de capitalização. No mesmo dia, entra o quadro “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.