Sura implementa gestão de sinistro da GFT

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A política de incentivo ao crédito ao consumidor e também a ascensão da “nova classe média” brasileira se caracterizou pelo apetite de aquisição de bens como smartphones, televisores, notebooks, enfim, aparelhos eletroeletrônicos que impulsionaram o comércio varejista. Somado ao crescimento desse mercado, a criatividade e inovação no desenho e comercialização dos produtos pelo varejo tem aberto um forte espaço para a venda de seguros e de serviços pós-venda com prestações que cabem no bolso do comprador: o chamado seguro de garantia estendida.

Este cenário favoreceu o fortalecimento da linha de negócios Affinity na Seguros SURA Brasil, que conquistou contas importantes nos últimos anos, como Riachuelo, ou seja, redes de varejo com forte identificação com o novo mercado consumidor. Para suportar esse quadro de crescimento, a companhia decidiu investir em um projeto de melhorias de sistemas e processos de sinistros com a GFT, companhia de companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, que implementou o Portal Sinistro Affinity.

Do ponto de vista da SURA, o projeto visa prover a área de sinistros com ferramentas gerenciais (dashboard) e indicadores de performance do processo, desde a abertura do sinistro até a liquidação, assim como na gestão dos documentos associados ao seguro, que desoneram o aviso, a regulação, a indenização e a reposição de sinistro. “Espera-se que o dashboard seja um instrumento que subsidie a detecção de eventuais gargalos e atrasos no processo pela gestão de Sinistros Affinity, o que permitirá tomada de decisão com base em indicadores de performance”, resume o superintendente de tecnologia da Seguros SURA, Carlos Bacetti.

Já do ponto de vista do segurado, o Portal Sinistro Affinity tem como objetivo prover ao cliente uma maneira ágil de manter seus dados atualizados, realizar avisos de sinistros e enviar documentos à seguradora, sem a necessidade de ligações em call center ou envio físico de documentos. Além disso, é possível realizar acompanhamento de todo o ciclo de vida do sinistro de forma visual, desde o momento de seu aviso até a reposição do produto. “O portal busca oferecer uma experiência mais agradável num momento delicado em que o cliente da seguradora foi vítima de um roubo ou furto”, acrescenta o business director da GFT, Alessandro Buonopane.

Além do suporte ao crescimento do segmento de Affinity, apoiando-se na transformação digital e reduzindo a carga operacional interna e necessidade do segurado a serviços de call center, o portal trouxe a redução no tempo de resposta e análise de documentações por parte da seguradora, a comunicação clara com o segurado sobre a etapa em que seu sinistro se encontra e a possibilidade de atualização cadastral realizada diretamente pelo segurado. O modelo garante melhor integridade de informações fornecidas e, por fim, o controle da expectativa do segurado por meio de uma linha do tempo voltada exclusivamente à reposição de seu equipamento e previsão de entrega.

Para a GFT, o case, que é o resultado da primeira parceria realizada entre a Seguros Sura e a empresa, tem como o objetivo de oferecer mais comodidade e agilidade ao cliente da seguradora por meio da transformação digital. “O portal está disponível para o público e com isso se torna um cartão de visita para o segurado que precisa do apoio da seguradora em um momento de fragilidade ao avisar a ocorrência de um sinistro”, pontua Buonopane.

“As vantagens competitivas são focadas tanto no segurado, que passa a ter qualidade e agilidade no atendimento recebido e a certeza de que escolheu a seguradora correta para depositar sua confiança, caso passe pela infelicidade de ter seu equipamento sinistrado, quanto para a seguradora, que tem a possibilidade de atender o cliente de forma efetiva em custo operacional e com a tecnologia trabalhando ao nosso favor”, finaliza Bacetti.

ARTIGO: 5 dicas para prevenir fraudes

por Alexandre Botelho, diretor especialista em Prevenção à Lavagem de Dinheiro da AML Consulting.

Um dos principais desafios do mercado de seguros é a identificação de fraudes no momento da aceitação de uma nova cobertura ou diante da regulação de um sinistro: apenas 12% e 10% das fraudes são identificadas nessas fases, respectivamente. A AML Consulting, maior bureau reputacional e líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro, indica o que seguradoras e corretoras de seguros podem fazer para prevenir e combater esses crimes. Confira as 5 dicas da AML Consulting:

1. Conheça o seu cliente

Saiba quem é verdadeiramente o seu cliente. Solicite comprovação de rendimentos se o futuro segurado não definir claramente a sua profissão, pesquise sua situação financeira e esteja atento a eventuais contradições ou inconsistências, evitando-se assim situações de falsa comunicação de roubo, simulação de avarias, troca de condutor e outras situações comuns no ramo de automóveis. Utilize as diretrizes de um programa específico de Know Your Customer (KYC), que pode ser aplicado de forma automatizada e com baixo custo.

2. Treine a sua equipe

É importante que os profissionais estejam preparados para detectar possíveis situações de fraude nos primeiros contatos com o segurado, além de entenderem a importância da precisão das informações fornecidas pelo cliente e do preenchimento correto da proposta. Dessa forma, casos de simulação de morte ou acidente, omissão de doenças preexistentes e falsificação de exames nos seguros de vida podem ser combatidos de maneira mais eficaz.

3. Crie e reavalie as políticas internas

A Circular 344/07 da Superintendência de Seguros Privados – Susep estabelece que as sociedades seguradoras e os corretores de seguros devem desenvolver e aplicar controles internos específicos para a prevenção, detecção e correção de fraudes, com diretrizes claras sobre o assunto. Além das práticas internas, procure participar de eventos promovidos pelo setor, aprimore o seu networking, mantenha-se informado sobre a atuação das demais companhias e acompanhe as novas exigências das regulamentações.

4. Tenha atenção com alguns indicadores

O mercado segurador tem exigido cada vez mais condutas éticas e transparentes, por isso, ao saber que uma das etapas mais vulneráveis é a regulação do sinistro, é essencial ter atenção com alguns pontos, como: dificuldade ou demora no fornecimento de documentos solicitados; desproporção entre causas e efeitos dos sinistros; número excessivo ou ausência de testemunhas; contradições no momento da perícia e ocorrência de sinistro em ambiente familiar.

5. Comunique os órgãos responsáveis

As fraudes em seguros resultam nas mesmas penas previstas para quem comete o crime de estelionato, que são reclusão de até cinco anos e multa. Esse tipo de crime afeta os resultados das empresas do setor, os acionistas e os próprios segurados, afinal, o aumento das fraudes impacta diretamente no valor do seguro e pode torná-lo inviável financeiramente. É preciso comunicar os órgãos responsáveis para que as providências sejam tomadas e os envolvidos nas fraudes sejam exemplarmente punidos.

As fraudes podem ser oportunistas ou premeditadas. Na segunda modalidade, os crimes são cometidos por quadrilhas especializadas e os valores são elevados, por isso, é preciso atenção para identificar outro crime extremamente relevante, que é a lavagem de dinheiro.

A tecnologia não é a mãe de todas as respostas, afirma Henrique Brandão

Henrique Brandão, presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), com 4,6 mil associados, falou sobre inovação com o blog Sonho Seguro. “A tecnologia é ótima e pode ser usada como aliada do corretor de seguros. Mas, nunca irá substituir a relação afetiva, o olho no olho”, afirma.

Como o senhor vê a revolução que as insurtechs tem causado no mundo dos corretores?

Não vejo “revolução”, embora reconheça que haja uma mudança de patamar e de alguns paradigmas. A tecnologia é muito importante. Como presidente do Sindicato, vejo alguma preocupação nas conversas com profissionais mais antigos e de menor porte, que não tem recursos para forte investimento em novas tecnologias. A categoria, em geral, ainda busca compreender quais os rumos que precisa seguir com os avanços tecnológicos. Invariavelmente, respondo que a tecnologia é ótima e pode ser usada como aliada do corretor de seguros.

O senhor acredita que a negociação “olho no olho” vai prevalecer?

A máquina nunca irá substituir a relação afetiva, o olho no olho. Máquina alguma tem condições de perceber o que o cliente de fato precisa para proteger o seu patrimônio, a família e os seus negócios. O corretor não pode ficar distante do cliente. O bom profissional não pode simplesmente apostar em um relacionamento frio pelas redes sociais e aplicativos. A tecnologia não é a mãe de todas as respostas.

Como o senhor acha que os corretores têm de se preparar para essa mudança que o consumidor exige num cenários que todos se acostumam a fazer as transações bancárias no celular, a pedir um Uber pelo aplicativo, ver filmes a hora que bem puder e consultar preços de hotéis em um portal de comparação de preço. O senhor concorda que esse novo estilo afeta a forma de comprar seguro também?

Afeta, claro. Há um novo comportamento trazido pelos consumidores mais jovens, que priorizam as ferramentas tecnológicas nos seus relacionamentos pessoais, profissionais e nas compras. Então, em algum momento a tecnologia deverá ser usada nessa relação entre cliente e corretor. Entendo que esses mesmos consumidores não têm como abrir mão de um bom atendimento pessoal, que respeite e atenda suas peculiaridades. Como eu consumo dizer, esses jovens são modernos, mas não são máquinas. O fator humano sempre prevalecerá seja qual for a idade do consumidor ou sua faixa etária e perfil sócio econômico.

Vendas de seguros avançam 10,96% no semestre, para R$ 16,6 bi

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O mercado de seguros de pessoas, que inclui seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registrou R$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2017. O valor, que se refere ao montante pago pelos segurados para contratação de coberturas de seus riscos pessoais, foi 10,96% superior em relação aos R$ 15,03 bilhões nos primeiros seis meses do ano passado, de acordo com dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

No primeiro semestre, de acordo com a federação, o valor das indenizações pagas pelas seguradoras aos segurados (ou aos seus beneficiários) totalizou R$ 4,27 bilhões, 1,6% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida tem maior representatividade no setor com 39,6% do resultado, e registrou R$ 6,61 bilhões em prêmios, correspondendo a um aumento de 5,15% em relação ao primeiro semestre de 2016. Alguns ramos apresentaram alta expressiva, com evolução acima de 20% no total de prêmios quando comparado ao acumulado dos seis primeiros do ano passado. Entre eles, estão o seguro prestamista (21,08%), seguro de vida resgatável (dotais) com 27,96%, viagem (52,93%) e educacional (24,03%).

Os dados do balanço da FenaPrevi mostram que os valores pagos pelos segurados para contratações de coberturas do seguro de vida resgatável (dotal misto e puro) foram 27,96% superiores e somaram R$ 1,40 bilhão, contra 1,09 bilhão contratados nos primeiros seis meses de 2016. O seguro dotal puro garante indenização por sobrevivência, e o dotal misto tem a cobertura por morte e por sobrevivência do segurado.

O seguro viagem também apresentou resultado positivo com R$ 273,66 milhões em prêmios e expansão de 52,93% na comparação com o acumulado de janeiro a junho de 2016. Os benefícios dessa modalidade de proteção são as coberturas de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas, translado médico, podendo também cobrir o extravio ou perda de bagagens dos viajantes em deslocamentos no Brasil ou no exterior.

E o seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, apresentou crescimento nominal positivo de 24,03% e prêmios de R$ 27,34, em relação aos R$ 22,04 milhões do ano anterior. As coberturas do educacional garantem o pagamento de mensalidades da escola no caso de morte ou de invalidez e desemprego daquele que é financeiramente responsável pelo estudante.

O auxílio funeral também registrou bom crescimento com R$ 274,353 milhões em prêmios, alta de 16,36% em relação aos R$ 343,96 milhões contratados no primeiro semestre de 2016. O auxílio funeral é um dos seguros mais difundidos e com maior penetração entre os consumidores por estar muito ligado ao conforto dos familiares em situações adversas.

De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, registrou menor crescimento no total de prêmios. A arrecadação foi 1,84% superior com R$ 2,64 bilhões, enquanto que no mesmo período de 2016 foram computados R$ 2,59 bilhões.

De acordo com o balanço da FenaPrevi, dos R$ 16,68 bilhões em prêmios pagos pelos segurados no primeiro semestre, São Paulo respondeu por 44,4% do montante pago pelos segurados para contratação de coberturas de seus riscos pessoais. O Rio de Janeiro tem representatividade de 9,2%, seguido por Distrito Federal (8,2%), Rio Grande do Sul (7,9%), Minas Gerais (7,4%) e Paraná (5,5%). Os demais Estados têm representatividade menor, inferior a 3%.

AXA divulga trilha de atividades no Social Media Week

A AXA Brasil, marca número 1 de seguros no mundo segundo a consultoria Interbrand, divulga a trilha de atividades com fintechs, startups com foco em serviços financeiros, que fará parte do Social Media Week 2017. A 9a edição do maior evento de comunicação digital da América Latina conta com a seguradora como patrocinadora master e será realizado entre 11 e 15 de setembro em São Paulo, no campus da pós-graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

“Fizemos um intenso trabalho de curadoria para selecionar startups em diferentes fases de desenvolvimento e que ofereçam serviços financeiros de fato inovadores. Temos desde fintechs que falam de bitcoin, pagamento digital, crowdfunding até cashback. Com nosso envolvimento em eventos como o SMW, acreditamos estar fomentando discussões sobre inovação em fóruns capazes de trazer grandes transformações para o mercado financeiro e de seguros”, comenta Erika Médici, diretora de Marketing e Comunicação da AXA Brasil.

Programação:

Todas as atividades da trilha de fintechs vão acontecer no dia 11 de setembro

9h30 – Marcela Miranda da Trigg

Tema: Trigg – Inovação financeira além do digital

11h – Viviane Sedola da Kickante

Tema: Onde está o dinheiro? Spoiler: nas redes sociais

14h – Leonardo Moraes do papelada

Tema: A morte anunciada das faturas em papel

15h30 – Felipe Sotto-Maior da Vérios Investimentos

Tema: Construindo uma marca autêntica e humana

17h – Ricardo Capucio da Conta.Mobi

Tema: Os empreendedores e a revolução digital

18h30 – Rodrigo Batista da Mercado Bitcoin
Tema: Bitcoin, blockchain e a revolução do mercado financeiro mundial

20h – Sandro Reiss da Geru
Tema: A desburocratização do crédito através de uma nova maneira de fazer empréstimo no Brasil

Além da trilha de atividades com fintechs, a AXA Brasil patrocina o streaming do Social Media Week na internet e o workshop de Design Thinking, facilitado por Marcelo Pimenta.

O Social Media Week é um evento global que ocorre em 20 países ao longo do ano, com debates e conteúdo sobre mídias sociais e comunicação digital. No Brasil, é organizado pela Interney em parceria com a Associação Paulista de Agentes Digitais (Abradi-SP). As atividades do Social Media Week são propostas em uma plataforma aberta e votadas pelo público por meio de uma ferramenta de curadoria crowdsourcing, no link http://socialmedia.8020mkt.com.br/.

SulAmérica é confirmada no índice FTSE4Good

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi confirmada no FTSE4Good, um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade composto de companhias que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança corporativa, conhecidas pela sigla em inglês ESG. O FTSE4Good é aferido pela FTSE (Financial Times Stock Exchange) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. Ele norteia investidores na identificação de empresas que zelam pelas boas práticas de mercado, e ainda é uma referência global para fundos de investimento responsáveis.

Na revisão feita em junho último, a SulAmérica foi confirmada como integrante do índice e conquistou nota geral de 3,7 (numa escala que vai até 5). “Trata-se de mais um importante reconhecimento de nossa atuação das questões ESG na estratégia corporativa, reflexo de um modelo de negócios que busca um crescimento rentável sem deixar de lado as boas práticas sociais, ambientais e de governança”, afirma Tomás Carmona, Superintendente de Sustentabilidade.

Para Carmona, a confirmação do índice impacta positiva e diretamente nos parceiros da SulAmérica. “Buscamos cada dia mais reforçar aos nossos clientes e parceiros que nossas práticas, políticas e procedimentos representam bons valores e, consequentemente, um investimento responsável”.

O tema sustentabilidade na SulAmérica é foco de um comitê de assessoramento ao Conselho de Administração. A seguradora vem se destacando nessa prática e foi a primeira do ramo a empregar a metodologia GRI (Global Reporting Initiative) para reportar indicadores socioambientais, em 2008. A SulAmérica é também uma das signatárias fundadoras e conselheira da iniciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente para Instituições Financeiras (UNEP FI).

A elaboração do índice pela FTSE Russell se vale de dados de domínio público sobre a empresa, tais como os relatórios financeiros ou de sustentabilidade, e é feita de forma independente atendendo a rígidos critérios de seleção que analisam 300 indicadores diversos.

Rádio CNseg: Marcio Coriolano aborda a importância das provisões técnicas para as seguradoras e os consumidores

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, explica no programa “Fala Presidente” desta segunda-feira o que são provisões técnicas e qual a sua importância no mercado segurador, tanto para o equilíbrio financeiro das companhias quanto para os próprios consumidores. “Se a seguradora não tiver calculado de forma correta, não tiver constituído essas reservas, ela pode quebrar”, afirma.

Também hoje, na “Entrevista Especial”, o juiz titular do 2º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, Flávio Citro, aborda o papel do Judiciário nas relações de consumo. Segundo ele, é importante que as empresas conheçam as queixas e reivindicações dos clientes, a fim de reduzir a judicialização. “É preciso orientar o consumidor para que ele procure a empresa e os serviços de atendimento que ela oferece. Caso não tenha sido atendido, procure a ouvidoria”, diz Citro.

Nesta terça-feira, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o professor da Escola Nacional de Seguros Bruno Kelly informa quais seguros devem ser oferecidos aos clientes por promotores de balonismo e esportes radicais. No mesmo dia, no “Qual é a Dúvida?”, ele responde à pergunta de uma ouvinte que deseja ir de carro à Argentina e quer saber sobre a validade ou não do Seguro de Automóvel brasileiro naquele país e como proceder caso ocorra um sinistro.

Na quarta, no programa “Inovação e Sustentabilidade”, a presidente do recém-criado Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros, que integra a Comissão de Sustentabilidade da CNSeg, Ana Paula Santos, fala sobre as ações que vêm sendo desenvolvidas pelo mercado segurador em relação a esse tema. Já no “Entenda os Seguros de Pessoas”, a diretora de Personal Lines da Corretora BR Insurance, Ana Badaró, aborda o crescimento do Seguro Viagem, cuja demanda em julho aumentou 50% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No dia seguinte, o quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar” apresenta uma entrevista com Carolina Cavanha, consultora na Prospectiva Consultoria e coordenadora da área de Healthcare & Life Sciences. Ela fala sobre os impactos da judicialização no setor de saúde suplementar. Ainda na quinta, no “Momento Jurídico”, a diretora de Mediação e Arbitragem do IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros), Ana Tereza Basílio, fala sobre o futuro da arbitragem na resolução de conflitos. Encerrando a semana, sexta-feira, é a vez dos programas “Dicas do Consultor” e “Minuto da Capitalização”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

CEO da Segurize explica conceitos de marketplace em seguros

A Segurize, insurtech brasileira, marcou presença, na última sexta-feira, 18 de agosto, no InsurTech Brasil 2017, evento promovido pelo Conexão Fintech com o objetivo de reunir empresas pioneiras e inovadoras do setor, executivos, investidores e empreendedores que estão na linha de frente dessa transformação global. Na programação, foram abordados temas como a eficiência operacional das seguradoras, o novo consumidor e sua relação com a tecnologia, a revolução nas formas de pagamento, entre outros.

O CEO da insurtech e também do site Buscaprev, Keyton Pedreira, falou sobre o momento de transição tecnológica pelo qual o mercado securitário está passando, os conceitos de marketplace em seguros e como as startups podem revolucionar a relação entre os consumidores, corretores e seguradoras. “Nesse contexto, criamos a Segurize como uma corretora de seguros focada em seguros simplificados, seguindo a legislação da Susep, por meio da qual qualquer cidadão pode indicar pessoas interessadas na contratação de seguros utilizando redes sociais e aplicativos como o Whatsapp. Quando concretizadas em negócios, as indicações viram pontos que podem se transformar em renda extra ou descontos em seguros para o autor da indicação”, explica Pedreira.

Ele conta que, nos próximos meses, a mesma plataforma será oferecida a corretores de seguros com opções gratuitas, para que eles possam competir de igual para igual com grandes players, como a Youse, por exemplo. “Sozinhos, os corretores não conseguem investir em tecnologia. Vamos apoiar e incentivar esses profissionais”, afirma o executivo.

Nessa mesma semana, no dia 15, o CTO da Segurize e do Buscaprev, Renato Cordeiro, participou de painel sobre insurtechs no Fintouch, maior conferência de fintechs do Brasil, que contou com mais de 1.500 participantes. Na Sala Visa, um dos três ambientes do evento, ele contou como o Buscaprev, uma das primeiras insurtechs do mercado brasileiro, compara planos de previdência privada de acordo com o perfil, disponibilidade financeira e necessidade de investimento do internauta, oferecendo também a possibilidade de contratação.

As insurtechs estão promovendo um surpreendente processo de modernização na indústria de seguros, desburocratizando processos e tornando a vida da população mais fácil. Entre as suas principais características, destaca-se: estrutura leve e prática; gestão e controle das atividades empresariais de forma otimizada; foco nas necessidades dos clientes; e sistemas nativamente digitais.

Blockchain já está no dia a dia de operações que envolvem seguros

O blockchain já começa a fazer parte do dia a dia do mercado segurador. A tecnologia se propõem a garantir a segurança das operações com moedas digitais e funciona por uma cadeia de blocos criptografados, o que ajuda a reduzir custos no back office com menor necessidade de infraestrutura, garante Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One.
Ele participou do painel “Blockchain está saindo do estágio experimental?”, realizado no Insurtech Brasil, evento realizado pela Conexão Insurtech, no dia 18 de agosto.

No catálogo da empresa constam clientes de peso, como Youse, já habilitada, e outra em processo de implementação, como HDI, BB Seguros, Via Varejo, Tokio Marine, AXA e Qualicorp. “Hoje, o Blockchain vem sendo experimentado em vários segmentos de mercado.
Na solução de Blockchain da Direct.One, chamada http://certifica.do, uma vez inserido um contrato inteligente (Smart Contract) na rede Ethereum, nenhum usuário pode mais apagá-lo ou modificá-lo, com possibilidade de auditoria pública”, informa.

Segundo Steler, a segurança dos dados durante transações comerciais e financeiras é a principal meta do Blockchain, uma vez que usa uma estrutura digital que propõe transparência nas operações e busca evitar gastos duplos, falsificação e adulteração de informações.

Para dar validade jurídica em âmbito nacional ao processo de Blockchain, a Direct.One desenvolveu em cima da rede Ethereum um sistema baseado tanto na Medida Provisória No 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, texto que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), como na Resolução CNSP 294, difundida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) com as regras para comercialização e formalização de seguros por Meios Digitais e Remotos.

Segundo ele, foram agregados três itens probatórios para gerar consenso nos documentos emitidos pela empresa: Assinatura Digital com Chave Pública e Privada ICP-Brasil; Carimbo do Tempo com Data e Hora Legal fornecida pelo Observatório Nacional; e registro nos “ledgers” da Ethereum Network com as informações não sigilosas dos contratos para gerar consenso e sistema anti-fraude.

No mesmo painel estava a Mutual Life, uma plataforma mobile que permite às pessoas adquirir a proteção peer-to-peer (P2P). A Mutual.Life tem tudo a ver com a ajuda que a tecnologia tem trazido para aproximar pessoas, facilitando e economizando seu tempo e dinheiro. O objetivo é possibilitar que conhecidos criarem grupos com pessoas riscos semelhantes para compartilharem ganhos e perdas, num processo de mutualismo como o das seguradoras, porém muito mais simples e democrático, segundo explicou Fabricio Matos.

A startup não é seguradora, uma vez que não recebe pagamento dos clientes e nem paga indenização. “A Mutual.Life quer proporcionar uma nova experiência de usuário, eliminando conflitos de interesse entre seguradora e segurado e diminuindo a assimetria de informação entre os participantes”, diz. A tecnologia Blockchain neste processo administrado pela Mutual Life é vital para que o grupo gerencie seus recursos desbloqueando-os apenas por meio do voto da maioria.

48,2% dos sinistros acionados por condomínios ocorre devido a danos elétricos, revela SulAmérica

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Quase metade (48,2%) dos sinistros acionados por condomínios ocorre devido a danos elétricos, segundo levantamento realizado pela SulAmérica, maior seguradora independente do País. Outra ocorrência que também causa dor de cabeça a síndicos e administradores é a quebra de vidros, mármores e granitos, que totaliza 14,1% dos sinistros.

O levantamento feito pela SulAmérica em sua base de clientes do produto SulAmérica Condomínio em 2017 mostra que, diferentemente do que se imagina, os eventos da natureza, tais como vendavais, tornados e granizos, respondem por um em cada dez (9,7%) sinistros. A seguradora aponta ainda que 6,5% dos acionamentos registrados estão relacionados a problemas ocorridos nas garagens dos edifícios, como danos ocasionados por impactos de veículos.

O SulAmérica Condomínio pode ser customizado para atender às necessidades de cada cliente. O produto é composto pela garantia básica de incêndio, queda de raios, explosão, fumaça e queda de aeronaves, e conta com a possibilidade de contratação de cerca de 30 garantias adicionais. Entre elas estão a de danos elétricos, perda de aluguel, desmoronamento, quebra de vidros, colisão de veículos, incêndio e roubo nas dependências dos condôminos, e vida de empregados, além de diversos serviços de assistência 24 horas, tais como encanador, eletricista, chaveiro, vidraceiro, entre outros.

“Os números ressaltam a importância de levar em consideração as garantias adicionais disponíveis em nosso produto no momento de contratar o seguro. A SulAmérica oferece uma gama abrangente de opções para atender às mais diferentes necessidades de nossos clientes”, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados, Eduardo Dal Ri.

Já que cada condomínio tem necessidades específicas, é fundamental o auxílio do corretor no mapeamento das coberturas mais indicadas para cada caso

Dicas – O problema mais comum enfrentando pelos condomínios são os curtos-circuitos provocados, geralmente, por variação de energia e queda de raio, e que afetam televisões e outros equipamentos. Para evitar danos maiores, os condomínios podem adotar medidas preventivas que incluem desde revisão da rede elétrica e sistema de para raios até a manutenção do imóvel.

Em relação aos vidros, presentes em áreas comuns, como bancadas, janelas, vitrines, portas e similares, são diversas situações que podem causar danos. A principal é o descuido no manuseio de objetos, especialmente durante a limpeza. Para evitar, a dica é sempre contratar serviços de pessoal capacitado e licenciado para desempenhar a função, além de treinamento das equipes.