CNseg apresenta iniciativas do setor segurador durante a COP30 a jornalistas do Pará

 Com o objetivo de apresentar como o setor segurador vem atuando na região e apresentar as atividades que serão implementadas durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizou, nesta quinta-feira (31), um encontro exclusivo com jornalistas que atuam no estado. Cerca de 20 profissionais de mídia impressa, TV, rádio e portais de internet que atuam no Pará estiveram presentes.

A intenção do encontro é mostrar a relevância das contribuições do setor para a sociedade, principalmente em um cenário de agravamento das alterações climáticas, e, dessa forma, aprimorar o debate com a sociedade, especialistas e, principalmente, com os profissionais de imprensa do estado.

A superintendente de comunicação e marketing da CNseg, Carla Simões, destacou a importância de reunir representantes do setor segurador com profissionais de comunicação do estado. “Ter a oportunidade de repassar aos jornalistas do estado do Pará a atuação do setor de seguros e os preparativos que devem nortear as atividades durante a COP30 é muito relevante. Junto aos profissionais de imprensa, podemos esclarecer, de forma mais objetiva, as ações previstas para o setor privado e demais iniciativas conjuntas com políticas públicas, que são consideradas fundamentais para enfrentar a crise climática, proteger vidas, patrimônios e o meio ambiente”, ressaltou.

Para a diretora de sustentabilidade da CNseg, Cláudia Prates, comunicar sobre a atuação do setor ajuda a esclarecer sobre as principais iniciativas que o mercado segurador vem atuando para auxiliar na mitigação climática. “Entre 2014 e 2024, o Brasil teve perdas econômicas dentro da iniciativa privada em torno dos R$ 327 bilhões. E a lacuna de proteção segue aumentando. Diante desse panorama, principalmente com a aproximação da COP30, alguns projetos devem nortear o trabalho do setor segurador, como a criação de um hub de dados climáticos, apoio a ações de taxonomia sustentável e fomentar algum tipo de produto de seguro que possa possibilitar mais investimentos na preservação ambiental”, destacou.

Diálogo com a sociedade

Também participaram do encontro o diretor-executivo da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), Hamilton dos Santos, e o idealizador e sócio do portal especializado Jornalistas&Cia., Eduardo Ribeiro, que parabenizaram a iniciativa da CNseg. Segundo eles, estar próximo da imprensa regional é uma premissa do jornalismo, pois ali é onde a sociedade se faz mais presente, e preocupar-se com esse diálogo regional é muito importante e estreitar essa relação é um legado.

Integrantes do setor segurador do estado do Pará, como o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne), o Sindicato dos Corretores de Seguros do Pará (Sincor-PA) e a Associação Comercial do Pará (ACP), também estiveram presentes.

Casa do Seguro

Durante o encontro, o superintendente executivo da CNseg, Gustavo Brum, ressaltou a iniciativa inédita do setor que será destaque durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima: a Casa do Seguro. “Este será um espaço de representação oficial do setor de seguros, dedicado à promoção do mercado e suas iniciativas relacionadas à agenda de transição climática. Planejado para sediar fóruns de debates, diálogos empresariais, plataformas de conexão e relacionamento, experiências imersivas, cerimônias, bem como apresentações culturais e artísticas, funcionará como a embaixada do seguro na COP30”, informou.

O espaço, localizado ao lado do centro de atividades da COP30, será voltado para os temas que destacam o mercado de seguros, bem como seu papel-chave para o desenvolvimento global sustentável. Alguns eixos nortearão a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros e agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável.

Mitsui Sumitomo Seguros anuncia Renato Mizukami como CFO

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A Mitsui Sumitomo Seguros anuncia Renato Sotelo Mizukami como seu novo Chief Financial Officer (CFO), a partir de agosto de 2025. O executivo chega à companhia com mais de 20 anos de experiência no setor de seguros e financeiro, tendo atuado em posições de liderança em empresas como Chubb, RSA/Sura e Unibanco AIG.

Ao longo de sua carreira, acumulou sólida experiência em todas as disciplinas financeiras – FP&A, contabilidade local e internacional (IFRS/USGAAP), controladoria, tesouraria, investimentos, gestão de capital e riscos, além de impostos e controles internos.

Com perfil analítico e visão estratégica, Mizukami possui formação em Administração pela Universidade Metodista de São Paulo e MBA em Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É membro do Comitê de Inteligência de Mercado da CNseg desde 2016 e tem atuação internacional com passagens por projetos e treinamentos no Reino Unido, Estados Unidos e América Latina.

“Estamos concluindo um importante momento de reposicionamento estratégico e transformação da nossa atuação no mercado, com foco no segmento corporativo. A partir de agora, vamos intensificar a implementação do nosso plano de crescimento nesse segmento, incluindo uma maior integração com o grupo MSIG como parte da nossa estratégia. A chegada do Renato fortalece esse movimento. Ele traz ao time uma experiência diferenciada para enfrentar esses desafios, com forte capacidade de planejamento, gestão de performance financeira e conexão com o nosso propósito de encorajar pessoas e empresas a transformarem o mundo”, comentou Luis Nagamine, diretor Geral da Mitsui Sumitomo Seguros, em nota.

Grupo HDI anuncia reestruturação nas áreas de grandes riscos e negócios corporativos

Igor di beo HDI

O Grupo HDI anuncia uma reestruturação na vice-presidência de Vida e Ramos Elementares (RE), em linha com o movimento de integração das operações da HDI Global. A mudança tem como objetivo o fortalecimento de uma estratégia sinérgica, técnica e próxima do cliente, com foco nos segmentos de Grandes Riscos e Negócios Corporativos.

Na nova estrutura, Renato Zanella passa a ocupar o cargo de diretor de Grandes Riscos, liderando as áreas técnicas de Patrimoniais, Responsabilidades e Engenharia, que agora se unem sob sua gestão. Ele passa a se reportar diretamente ao vice-presidente de Vida e Ramos Elementares do Grupo HDI, Igor Di Beo, em um movimento que busca integrar expertises técnicas para ganho de eficiência, inovação e maior sinergia nas soluções para clientes de médio e grande porte.

Já Ronaldo Barreto assume como Diretor de Negócios Corporativos, também sob a liderança de Igor Di Beo. Na nova posição, Ronaldo será responsável pela frente comercial, atuando em todo o território brasileiro, hoje com equipe nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com foco em negócios corporativos e na área de Seguro Garantia. Sua missão será fortalecer o relacionamento com corretores e clientes estratégicos, além de ampliar a atuação da companhia no segmento corporativo.

“As mudanças reforçam nosso compromisso contínuo com a excelência operacional, a valorização do conhecimento técnico e o fortalecimento das nossas capacidades comerciais. Estamos estruturando um time ainda mais preparado para atender com agilidade e profundidade às necessidades dos nossos clientes e parceiros, especialmente diante dos novos desafios do mercado corporativo”, afirma Igor Di Beo, vice-presidente do Grupo HDI.

As lideranças técnicas do Grupo HDI também seguem fortalecidas com Thiago Lopes, superintendente de Patrimoniais, e Márcio Medeiros, superintendente de Responsabilidades, que permanecem à frente de suas respectivas áreas, agora sob a gestão de Zanella. Além deles, Ricardo Hernandes Garcia, responsável pela carteira de Transportes da companhia, passa a se reportar a Marcos Siqueira – diretor de transportes e equipamentos do Grupo HDI –, reforçando a integração operacional das linhas, e Marina Elert continua liderando a área de Contas Globais, com reporte direto a Igor Di Beo.

Longevidade e escolhas urbanas: o recado silencioso do público 60+ ao setor financeiro

marcos ferreira

por Marcos Ferreira, CEO da Silver Hub

Dados recentes da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, divulgada pelo IBGE em 2025, mostram um movimento cada vez mais claro entre a população 60+: a preferência por bairros com infraestrutura de qualidade, mobilidade facilitada e maior presença de áreas verdes. Entre os brasileiros com 70 anos ou mais, 93,3% vivem em vias largas, com melhor circulação, e 36,7% estão em áreas com ao menos cinco árvores, o maior índice entre todas as faixas etárias.

Esse comportamento vai além de uma simples escolha residencial. Ele aponta para um público sênior mais exigente e consciente e planejado, que prioriza qualidade de vida, autonomia e segurança, e que impacta diretamente o setor financeiro e segurador.

“A escolha por bairros bem estruturados revela decisões financeiras planejadas e conscientes, que precisam ser compreendidas pelo mercado”, afirma Marcos Eduardo Ferreira, especialista em longevidade e cofundador do Silver Hub, aceleradora voltada ao público sênior. “Esse público não está envelhecendo de forma passiva. Eles estão organizando seus patrimônios, consumindo com consciência e buscando proteção para garantir independência ao longo da vida.”
 

Segundo Marcos, essa nova geração 60+ já rompeu com o estigma de desinformação financeira. São consumidores que dominam canais digitais, valorizam o planejamento de longo prazo, desenvolveram a disciplina de poupar e lidaram com as crises financeiras e, portanto, têm plena consciência da importância de proteger seu padrão de vida. E isso exige uma resposta objetiva de bancos, fintechs e seguradoras.
 

“Não estamos falando mais de produtos genéricos. Estamos falando de soluções personalizadas para este perfil de consumidor, que envolvem seguros e previdência privada combinados e sob medida para que de forma eficiente cubram as necessidades desta fase da vida e facilitem a sucessão, consultorias patrimoniais e até seguros residenciais que acompanhem a fase da vida em que se busca mais conforto e menos riscos”, explica.
 

Para ele, a longevidade impõe desafios também à gestão de riscos e à autonomia financeira. “Quanto mais tempo se vive, mais importante se torna o preparo para enfrentar imprevistos, manter o padrão de vida e assegurar uma velhice ativa, algo que as soluções financeiras precisam acompanhar com urgência”, completa.
 

O especialista destaca ainda que as empresas têm uma oportunidade concreta de liderar essa transformação, desde que estejam dispostos a entender profundamente o novo perfil do consumidor maduro e investir em produtos que reflitam sua realidade e aspirações.

Ecovias Raposo Castello e Bradesco Seguros firmam parceria  

A Ecovias Raposo Castello, do Grupo EcoRodovias, firmou parceria inédita com a Bradesco Seguros para complementar a frota de guinchos de atendimento aos usuários na Rodovia Castello Branco (SP-280). Os novos recursos reforçarão o suporte já oferecido pela concessionária, em operação desde 30 de março. 

Como fruto da parceria, serão disponibilizadas, pela Bradesco Seguros, guinchos adicionais, visando agilizar os atendimentos em acidentes e problemas mecânicos aos usuários da rodovia entre o km 13,2 (Osasco) ao km 54,1 (saída para São Roque), trecho sob concessão da EcoVias. Esta é uma iniciativa inédita para Bradesco Seguros, marcando seu primeiro acordo desse tipo com uma concessionária de rodovias. 

“Temos absoluta confiança em nosso time e no nível de serviços e melhorias que vamos trazer com essa parceria. O endosso de uma empresa referência em seu segmento como a Bradesco Seguros, por meio desse projeto, nos deixa ainda mais engajados em trabalhar pela segurança, tranquilidade e conforto dos viajantes”, diz Igor Barros, diretor superintendente da Ecovias Raposo Castello. 

Para o presidente da Bradesco Auto/RE, Ney Ferraz Dias, a parceria com a Ecovias Raposo Castelloreforça o compromisso da seguradora com a segurança viária e o bem-estar dos motoristas, mesmo ainda não sendo segurados da Bradesco. “Ao reforçar o suporte na Rodovia Castello Branco, contribuímos para tornar o atendimento mais ágil e eficiente em situações de emergência, como panes e acidentes. Essa iniciativa reflete nosso cuidado em estar cada vez mais próximos das pessoas em situação de vulnerabilidade, reestabelecendo sua segurança e bem-estar”. Já o segurado da Bradesco Auto/RE terá ainda mais conveniência, pois seu veículo será levado diretamente a oficina ou local de destino. 

Os guinchos adicionais da parceria serão caracterizados com a identidade visual da Bradesco Seguros e suas equipes treinadas pela seguradora, com apoio da concessionária.   Atualmente, a EcoVias já oferece atendimento aos usuários por meio de dez guinchos (quatro do tipo pesado), seis ambulâncias (três do tipo UTI), quatro motocicletas e oito outras viaturas, incluindo veículos de inspeção de tráfego, distribuídos em cinco bases de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).  

Alper comemora 4º título consecutivo no GPTW da Saúde


por Alper Seguros

Pelo quarto ano consecutivo, a Alper Seguros, uma das maiores corretoras de seguros do Brasil, foi reconhecida como a melhor empresa do setor para se trabalhar no Brasil pelo ranking GPTW Saúde. No entanto, por trás do troféu, existe um método consistente: a aplicação estratégica dos pilares de Cuidado, Desenvolvimento e Celebração. É essa cultura que, segundo a companhia, sustenta o reconhecimento contínuo e o alto engajamento de suas equipes.

Em vez de guardar o segredo, a Alper detalha a fórmula que a levou ao topo, oferecendo um roteiro para outras empresas que buscam construir uma cultura organizacional forte e humanizada.

“Acreditamos que um bom lugar para trabalhar é aquele onde as pessoas se sentem cuidadas, ouvidas e valorizadas”, afirma Carolina Lima, Vice-Presidente de Gente e Gestão, Compras e Facilities da Alper Seguros. “É com esse propósito que implementamos uma estratégia de gestão com iniciativas inovadoras e uma cultura forte, centrada nestes três pilares”.

Em resumo, a fórmula de sucesso empregada pela Alper na gestão de sua força de trabalho se baseia em:

Cuidado: o primeiro pilar vai além do ambiente profissional, adotando uma visão de cuidado integral com os colaboradores. Isso se traduz em benefícios que se estendem às famílias e em programas de apoio social, psicológico e clínico. Um exemplo prático dessa filosofia é a parceria com a Kiddle, uma startup que oferece soluções de assistência familiar, atendendo a necessidades individuais de cada profissional.

Desenvolvimento contínuo: a empresa implementou um sistema de gestão de desempenho, com avaliações 360º e Planos de Desenvolvimento Individual (PDI). O pilar é sustentado pelo Alper Academy, um programa de iniciativas de treinamentos técnicos e comportamentais que oferece capacitação contínua para líderes e não líderes. O objetivo é não apenas promover o crescimento individual, mas formar uma base de líderes-mentores, prontos para desenvolver seus times.

Celebração de conquistas: o último pilar da fórmula é a valorização. Seja no fechamento de um grande contrato ou nas pequenas vitórias do dia a dia, a empresa promove um ambiente de celebração e reconhecimento. A cultura inclui eventos internos, celebração de aniversários e festas de fim de ano, e momentos de integração, como almoços e happy hours, que são vistos como essenciais para fortalecer o espírito de equipe e impulsionar a alta performance.
 

“O cuidado está no nosso DNA. Ele que nos impulsiona a seguir desenvolvendo talentos, inovando e alcançando novos patamares, sempre com as pessoas no centro de tudo”, conclui Carolina, reforçando que a fórmula de sucesso da empresa é, na verdade, a essência da identidade da Alper Seguros.

AXA divulga lucro líquido de € 3,92 bilhões no primeiro semestre

A seguradora francesa AXA divulgou lucro líquido de € 3,92 bilhões no primeiro semestre — abaixo dos € 4,02 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior e inferior à estimativa de € 4,25 bilhões projetada pelo consenso da própria companhia. A empresa atribuiu o resultado aquém das expectativas principalmente aos efeitos adversos de variações cambiais.

Apesar da frustração com o lucro líquido, o desempenho operacional foi sólido. A receita do grupo avançou 7% no semestre, e o lucro por ação ajustado cresceu 8%, impulsionados pela expansão dos negócios e pela disciplina operacional. O índice de solvência (Solvency II) permaneceu robusto, em 220%.

“Os resultados reafirmam a força do nosso modelo de negócios diversificado, que vem entregando crescimento previsível e sustentável”, afirmou Thomas Buberl, CEO da AXA. O lucro subjacente do grupo aumentou 6%, refletindo forte desempenho comercial e ganhos de eficiência, com destaque para a expansão de margens no segmento de seguros patrimoniais de varejo.

Os prêmios de seguros patrimoniais (P&C) cresceram 6%, com alta tanto nas linhas pessoais quanto comerciais. Na área de Vida e Saúde, os prêmios subiram 8%, com aceleração nos fluxos líquidos da unidade de Vida e Previdência, resultado de maiores vendas e melhor retenção de contratos.

A AXA destacou ainda o aumento contínuo de margens no segmento de Saúde, apoiado por investimentos em gestão de sinistros e modelos de cuidado mais eficientes. “Estamos investindo em tecnologia e canais de distribuição para fortalecer ainda mais nossos negócios principais”, afirmou Buberl.

Como parte da estratégia de retorno ao acionista, a AXA anunciou um programa de recompra de ações de até € 3,8 bilhões, com o objetivo de compensar a diluição decorrente da venda da AXA Investment Managers ao BNP Paribas. A companhia também concluiu a aquisição da Prima, insurtech italiana, com o objetivo de ampliar sua presença no país e fortalecer os canais de venda direta.

“Estamos confiantes na nossa estratégia de longo prazo e comprometidos com sua execução disciplinada”, concluiu o CEO.

Stone lança seguro com cobertura para burnout em parceria com a Akad

acordos em seguros

por Akad/Stone

A Stone lança seguro de vida com suporte a telemedicina e proteção para síndrome de burnout. Estruturada em parceria com a Akad Seguros, a apólice oferece outros benefícios pouco usuais no mercado, com sorteios mensais e cobertura de até R$ 500 mil com limite de idade de até 70 anos.

Serão duas coberturas para a chamada Síndrome do Esgotamento Profissional, ou síndrome de burnout. Em uma delas, o empreendedor estará amparado nos custos com diagnóstico, consultas médicas, medicamentos, psicoterapia e outras terapias alternativas. Em outra, garante acesso a uma indenização caso precise se afastar do trabalho por incapacidade temporária. 

Causadora de sintomas como esgotamento físico e mental em situações relacionadas ao trabalho, a síndrome de burnout passou a ser classificada como questão de saúde pública no Brasil e foi incluída na lista de doenças ocupacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) a partir do início deste ano. A doença já constava como motivo de afastamentos e até de aposentadoria com respaldo do INSS, que viu o número de casos quadruplicar nos últimos dez anos.  

A Akad arquitetou ainda um sistema de contratação simplificado. De acordo com a companhia, os futuros segurados precisarão responder apenas quatro perguntas binárias para concluir o pedido. A apólice sai na hora, com pagamento automático caso o usuário tenha saldo na conta ou cartão de crédito Stone. 

“Estamos trazendo ao mercado um produto com transacionalidade, fundamentado em benefícios que o empreendedor pode usufruir em vida”, afirma Alex Körner, head de Seguros da Stone. “Criamos três opções de pacotes para atender empreendedores com diferentes níveis de faturamento, entregando assim um produto único, acessível e inclusivo”, completa Odete Queirós, head de Parcerias da Akad Seguros.

A apólice para empreendedores da Stone marca a estreia da Akad no segmento de Seguro de Vida. Após obter a autorização da Susep (Superintendência de Seguros Privados) no início do ano passado para atuar no segmento de Seguro de Pessoas, a companhia já vinha comercializando apólices para Acidentes Pessoais. 

Aprimoramentos regulatórios para o fortalecimento e a modernização do setor de Capitalização 

por Natanael Castro, diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) 

Em atuação há 95 anos no Brasil, o setor de Capitalização tem demonstrado resiliência, inovação e relevância econômica, contribuindo não apenas com a formação de reservas, mas também com o financiamento público, a inclusão financeira e o fomento a causas sociais. No entanto, para que continue exercendo seu papel de forma eficiente e compatível com as transformações da sociedade e do mercado, é necessário avançar em importantes pontos de modernização regulatória.

Um desses pontos refere-se ao uso do título de capitalização da modalidade Instrumento de Garantia. Para ampliar a funcionalidade desse instrumento no mercado, é fundamental flexibilizar o percentual de resgate e permitir a redução da vigência mínima exigida em contratos, por exemplo, da primeira fase de licitações públicas. Para essa finalidade, um guia será lançado para orientar empresas, órgãos licitantes, agências reguladoras e demais stakeholders envolvidos em processos de elaboração de editais, concorrências e contratação de PPPs e concessões.

Outro aspecto relevante está na modalidade Tradicional, que possui grande potencial para apoiar o planejamento patrimonial e sucessório das famílias e empresas. A instituição da figura do beneficiário para facilitação do planejamento sucessório será um avanço importante, conferindo agilidade na transferência de recursos em caso de falecimento do titular.

No campo social, merece destaque a Filantropia Premiável, modalidade que tem se mostrado relevante para destinar recursos para as áreas de Saúde e Assistência Social. No entanto, a exigência da certificação CEBAS como única forma de habilitação limita o alcance da modalidade. Ampliar as possibilidades de certificação, reconhecendo também entidades como as OSCIPs, permitirá uma maior capilaridade e impacto social positivo.

Em relação à modalidade de Incentivo, amplamente utilizada em ações promocionais por empresas, ainda existem entraves que dificultam sua evolução. Para tornar essa modalidade mais acessível, há necessidade de ampliar a dispensa de documentação a empresas fiscalizadas por outros órgãos do poder público, igualar o tratamento jurídico e tributário em relação às autorizações da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e permitir sorteios por meios próprios.

Adicionalmente, a modalidade de Compra Programada, embora conceitualmente inovadora, ainda enfrenta barreiras para sua comercialização no mercado. Sua reformulação é necessária, com a flexibilização do modelo existente, de modo que possa ser mais bem adaptada às estratégias comerciais das empresas e às necessidades dos consumidores.

Em síntese, a modernização da estrutura normativa do setor de Capitalização é fundamental para que o setor continue cumprindo sua função econômica e social de forma eficiente, segura e inovadora. Os ajustes propostos contribuem para o fortalecimento da atividade, favorecem o ambiente de negócios, ampliam as opções disponíveis aos consumidores e reforçam o papel do setor como instrumento de desenvolvimento sustentável.

Cuidar da mente é viver mais: a saúde mental na construção de uma vida longa

O aumento da longevidade no Brasil é uma realidade marcante. Entre 2010 e 2022, o número de idosos no país cresceu quase 60%, segundo o último Censo. A expansão desse grupo etário exige atenção especial não apenas à saúde física, mas também à saúde mental, que desempenha um papel crucial na qualidade de vida. Manter a mente saudável ao longo de cada etapa da vida é essencial para alcançar a velhice com bem-estar e plenitude.

Recentemente, o Grupo Bradesco Seguros, em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva e o médico Alexandre Kalache, especialista no estudo do envelhecimento, lançou o Índice de Longevidade Pessoal (ILP). Esse estudo inédito analisou a saúde mental e outros fatores que influenciam o bem-estar, entrevistando 1.058 brasileiros de diferentes idades, gêneros e classes sociais. Entre os aspectos investigados, cinco foram identificados como essenciais para a saúde mental: desfrutar a vida, lazer e atividades prazerosas, controle de sentimentos negativos, autoestima e concentração nas tarefas cotidianas.

Os resultados mostraram que 57% dos entrevistados afirmam aproveitar bastante as oportunidades de desfrutar da vida, um dado positivo. No entanto, a frequência de momentos de lazer, fundamental para a inclusão social e a alegria, apresentou resultados preocupantes: apenas 29% relataram ter muitas chances de realizar atividades prazerosas, enquanto 25% disseram ter muito pouca ou nenhuma oportunidade de lazer. Estudos como os realizados pela UNESP já confirmaram que atividades ao ar livre, a socialização e o estímulo à criatividade melhoram significativamente o bem-estar emocional, especialmente entre idosos, prevenindo o isolamento e reforçando a sensação de pertencimento.

A satisfação consigo mesmo e a frequência de pensamentos negativos também estão entre os aspectos avaliados. Metade dos entrevistados afirmou estar bastante ou extremamente satisfeita com a própria vida, com destaque para pessoas com estabilidade financeira e para as acima de 50 anos. Sobre a ocorrência de sentimentos negativos, 63% dos participantes disseram enfrentar ocasionalmente sensações como ansiedade, depressão, mau humor e desespero, enquanto 26% relataram lidar com frequência ou sempre com esses sentimentos.

Um dado preocupante do estudo é que mulheres, jovens e pessoas de classes sociais mais baixas apresentaram os piores resultados nos indicadores de saúde mental. Participantes das classes D e E e jovens entre 18 e 29 anos foram os mais afetados, enquanto aqueles pertencentes às classes A e B, e com nível superior, mostraram os melhores índices. Isso reforça a necessidade de iniciativas para ampliar o acesso a recursos como terapia, atividades culturais e programas de suporte à saúde emocional.

A mensagem que emerge do estudo é clara: trabalhar a saúde mental ao longo da vida é fundamental para se alcançar uma velhice plena e saudável. Construir hábitos que promovam o equilíbrio emocional, manter o desejo de aprender, cultivar relacionamentos e preencher os dias com atividades prazerosas são práticas essenciais. Envelhecer com qualidade não é apenas uma questão de genética ou sorte, mas o resultado de escolhas conscientes feitas ao longo de toda a trajetória de vida. Cuidar da saúde mental não é um luxo, mas uma necessidade para quem deseja ter uma vida longa, saudável e cheia de significado.