Lucro das seguradoras cai para R$ 8,7 bi até agosto de 2017

O lucro líquido do mercado segurador totalizou R$ 8,7 bilhões de janeiro a agosto de 2017, abaixo dos R$ 9,4 bilhões registrados em mesmo período do ano anterior, segundo estudo realizado pela consultoria Siscorp das estatísticas enviadas pelas seguradoras para a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O retorno sobre o capital ficou na média de 17%, abaixo dos 21% do ano passado. Os dados revelam que o lucro representa cerca de 15% da arrecadação dos prêmios do setor. O maior ponto fora da curva, com percentual de 55%, vem da unidade do Banco do Brasil.

O clube do bilhão em ganho é formado pelas seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, BB Mapfre, Itaú e Caixa. A líder do ranking de lucro líquido é a Bradesco Seguros, com R$ R$ 2,8 bilhões, valor inferior aos R$ 3,6 bilhões registrados em mesmo período de 2016. A BB Mapfre vem em segundo, com R$ 1,81 bilhão, seguida pela Caixa, com R$ 1,0 bilhão, ultrapassando o Itaú, que reportou ganho de R$ 997 milhões de janeiro a agosto de 2017.
A queda no ganho da Itaú, que já em 2016 perdeu a segunda colocação para a BB e Mapfre, vem da saída do grupo de várias áreas, como a de grande risco, por exemplo.

Já no grupo dos “milhões, algumas mudanças no ranking. A Zurich ocupa a quinta colocação (R$ 486 milhões). A Porto Seguro está na sexta colocação, com R$ 412 milhões. Icatu subiu para sétimo lugar, com R$ 186 milhões, seguido pela SulAmérica, com R$ 174 milhões. Completando o ranking das 10 maiores temos AIG, com R$ 109 milhões, e Tokio Marine, com R$ 100 milhões.

Já o ranking dos prejuízos traz a Generali (R$ 70 milhões), Allianz (R$ 49 milhões), AXA (R$ 45 milhões), Sompo (R$ 14 milhões), MetLife (R$ 7 milhões), MitSui (R$ 6,7 milhões), XL (4,3 milhões), Excelsior ( R$ 3,3 milhões), Sura (R$ 432 mil) e Berkley (R$ 210 mil).

Um detalhe é que no quadro de 2017 a Sompo e a Axa estão com resultado acumulado até julho de 2017 porque não enviaram informações para a Susep até a data de composição dessas estatísticas. Sendo assim, como as duas estão com prejuízo, o acumulado do mercado em 2017 deve ser um pouco menor do que os R$ 8,76 bilhões computados aqui:

Generali entra na disputa do seguro contra ataques cibernéticos

A Generali Global Corporate & Commercial Brasil divulga que passou a ofertar no país o seguro de responsabilidade cibernética e serviços de resposta à violação de dados, por meio da Beazley, líder de mercado em seguros cibernéticos e de resposta à violação de dados.

A cobertura visa cobrir os custos de notificações, gerenciamento de crises, lucros cessantes, perícia forense, custos de investigação, perda de dados, serviços jurídicos e indenização de clientes. Para tal, a Generali GC&C Brasil, em parceria com a Beazley, colocará à disposição uma gama de profissionais especializados, que irão responder à violação de privacidade, informa nota da companhia.

“O seguro cibernético é uma área ainda pouco explorada no Brasil. Essa oferta vem preencher, portanto, mais uma lacuna que os riscos novos e emergentes, como ataques cibernéticos maliciosos e não maliciosos, criaram na era da internet. A apólice vem sendo desenvolvida por dois anos e estamos felizes em disponibilizá-la para as empresas brasileiras”, comentou Werner Stettler, Diretor da Generali Global Corporate & Commercial no Brasil, no comunicado.

“Trata-se de um mercado com grande interesse e potencial, e estamos confiantes de que esse novo produto será um sucesso. Nosso objetivo é ajudar os nossos clientes a obter sucesso em seus negócios, agregar valor para além da apólice e serem flexíveis, ágeis e adaptáveis”.

Paul Bantick, Líder do Grupo Focal da Beazley no Reino Unido para Serviços de Tecnologia, Mídia e Negócios, acrescenta: “Estamos entusiasmados com a parceria que formamos com a Generali Global Corporate & Commercial Brasil e em levar nosso seguro cibernético e de resposta à violação de dados ao mercado brasileiro”, comentou.

Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil tem ratings elevados na A.M. Best

A A.M. Best, empresa de classificação de seguros e fonte de informação mais respeitada no mundo, elevou os ratings de Força Financeira (FSR) e de Crédito de Longo-Prazo do Emissor da Allianz Global Corporate & Specialty Resseguros Brasil (AGCS Re Brasil). A perspectiva destas classificações é estável.

“A elevação em nossa classificação de risco é um importante reconhecimento de nossa solidez financeira, o que permite ampliar nossa atuação como centro regional de operações no continente. A confiança de nosso acionista e a dedicação de nossos colaboradores aliada ao anos subsequentes de entregas de resultados positivos no Brasil foram fundamentais para esta conquista”, Angelo Colombo, CEO South America da Allianz Global Corporate & Specialty.

O FSR representa a avaliação da seguradora sobre a capacidade de cumprir suas obrigações com os segurados. Nesta categoria, a AGCS Re Brasil teve rating elevado de “A” (Excelente) para “A+” (Superior), reforçando a segurança de sua atuação. Já na classificação de Crédito de Longo-Prazo do Emissor, que avalia a capacidade de uma companhia de seguros cumprir suas obrigações com o mercado, a empresa subiu de “a” para “aa”, aprimorando ainda mais sua posição como excelente opção de investimento.

Estas elevações nos ratings da A.M. Best reconhecem a forte presença da AGCS Re Brasil no segmento Allianz Global Corporate & Specialty e no grupo Allianz, confirmando sua integração total por meio de estrutura comum de gestão, sistemas e gerenciamento de riscos.

Seguros Sura lança o Confraria, programa para corretores parceiros

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A Seguros Sura lança neste mês o programa Confraria, iniciativa inédita no mercado de seguros no Brasil que tem como objetivo reconhecer um grupo especial de corretores selecionados por meio de três principais análises: histórico e frequência de produção com a Companhia, crescimento e resultado dos últimos três anos.

Ao participar do Confraria, o corretor parceiro de negócios da Seguros SURA terá uma proposta de valor diferenciada na companhia com o objetivo de crescer fortalecendo relações de longo prazo. Esta proposta de valor inclui capacitação (participação em cursos e parcerias com universidades), reconhecimento dos corretores com o intuito de premiar a performance operacional desses parceiros com a seguradora (com convites para eventos, jogos de futebol, etc.) e prestação de serviços que vai aprimorar o atendimento aos clientes por meio de SLA´s diferenciadas em cotações, endossos e sinistros. Outra facilidade é a participação do corretor em grupos de discussão para criação de melhorias em processos.

“Acreditamos muito neste modelo de negócios, que tem como objetivo, além de reconhecer os destaques, oferecer uma proposta que será construída continuamente com nossos parceiros para que eles realmente se sintam especiais e motivados a trabalhar com a Seguros SURA. Vamos entregar para os corretores uma proposta de valor diferenciada e aprofundar parcerias de longo prazo que tanto prezamos”, afirma Cristiano Saab, diretor Geral de Vendas, Canais e Subscrição da Seguros Sura.

Segundo Saab, atualmente a Seguros SURA conta com 30 parceiros dentro do Confraria. “Nosso objetivo é que cada vez mais corretores façam parte deste programa. Estamos trabalhando neste sentido e logo nos uniremos a novos aliados ”, afirma Saab.

No aniversário de 50 anos, Unimed promove ações de saúde em todo o País

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Em 2017, a Unimed – maior cooperativa na área de saúde no mundo – completa 50 anos. Para marcar essa data, a Unimed do Brasil, que representa institucionalmente as 348 cooperativas que atuam sob a marca, convida as cooperativas do Sistema a promover uma série de ações nacionais envolvendo meio ambiente, atividades físicas, cultura e alimentação saudável. Uma dessas ações é a abertura de academias gratuitas e ao ar livre em diversas cidades do País.

Com o objetivo de estimular a realização de atividades físicas e ainda oferecer opção de lazer à população local, a Unimed já patrocina mais de 200 academias ao ar livre, implantadas por mais de 40 cooperativas nas cinco regiões brasileiras. A ação está alinhada com a campanha Mude1Hábito, lançada neste ano e que incentiva as pessoas a adotarem práticas mais saudáveis de vida por meio de pequenas mudanças no dia a dia.

Para Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil e presidente da Federação Unimed Ceará, que congrega nove Unimeds locais e disponibiliza 13 academias ao ar livre para o público, a iniciativa é uma ótima opção para quem quer começar a praticar atividade física, principalmente na terceira idade. “Hoje, temos inúmeras comprovações científicas que demonstram que o sedentarismo pode causar ou agravar problemas de saúde. A Unimed está comprometida em promover a conscientização da população sobre a importância da adoção de hábitos saudáveis e as academias ao ar livre permitem que fiquemos mais próximos do cotidiano das pessoas”.

Além das academias, as Unimeds de todo o País estão promovendo ações comemorativas dentro de quatro pilares: meio ambiente, atividades físicas, cultura e alimentação saudável. Entre as ações propostas estão cursos, oficinas, corridas, entre outras.

FenaSaúde divulga dados assistenciais e de beneficiários durante 3º Fórum de Saúde Suplementar

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As estatísticas mais relevantes da produção assistencial e de beneficiários dos segmentos de planos de saúde e exclusivamente odontológicos serão apresentadas durante o 3º Fórum de Saúde Suplementar, dias 05 e 06 de outubro, em São Paulo. As informações irão mostrar um panorama do setor, que, nos dois últimos anos, perdeu 2,5 milhões de beneficiários de planos de saúde e atualmente registra 70,0 milhões de beneficiários na Saúde Suplementar.

“O levantamento da Federação mostra, entre outras informações, que os planos exclusivamente odontológicos alavancam o crescimento do setor em número de beneficiários. Atualmente, são 22,6 milhões de beneficiários, com expansão de 7,6% nos dozes meses anteriores a julho de 2017. Trata-se do maior crescimento desde março de 2013. Atualmente, a participação de beneficiários desse setor é de 32,3% do total do sistema de saúde privado”, destaca Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.

Em relação à produção assistencial de planos de saúde, o aumento de 37,5% na quantidade de consultas de beneficiários de planos de saúde com psicólogos, na comparação entre 2015 e 2016, chama a atenção. Além disso, as internações psiquiátricas registraram aumento de 10,7% no mesmo período, sendo que foi o único tipo de internação que apresentou aumento. “Cada vez mais, os beneficiários vêm procurando ajuda para cuidar da saúde mental, como combater a depressão que, infelizmente, afeta 11,5 milhões de brasileiros, segundo a OMS”, ressalta a presidente da FenaSaúde.

Planos de saúde: experiências internacionais e a realidade brasileira

Além do raio-x do setor, o 3º Fórum de Saúde Suplementar promoverá o debate a partir de experiências nacionais e internacionais sobre os principais desafios do setor: Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME); combate à fraude em saúde; escolhas e comportamentos do consumidor; cobertura e concorrência de mercado; inflação médica; judicialização e legislação.

No primeiro dia do evento, o painel ‘Experiências e desafios com Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME): EUA e Brasil’ terá a conselheira sênior da Associação Norte-Americana de Planos de Saúde (AHIP), Carmella Bocchino; o presidente da Intermédica NotreDame, Irlau Machado Filho; e o diretor-geral da Bradesco Saúde, Manoel Peres, que irão debater com Jarbas Barbosa, diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); e Edmond Barras, chefe do Serviço de Clínica e Cirurgia da Coluna Vertebral da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

No mesmo dia, o presidente do Conselho de Diretores da National Health Care Anti-Fraud Association (NHCAA), Rick Munson, faz a palestra ‘Cooperação Público-Privada no Combate a Fraudes e Abusos em Saúde’, com as participações dos debatedores Sérgio Ricardo, CEO da Amil; Sidney Klajner, presidente do hospital Albert Einstein; e Claudia Cohn, presidente da Abramed (Associação Brasileira de Medicina de Diagnóstico).

Já no segundo dia, a apresentação de abertura é do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Em seguida, a palestrante Rachel David, CEO da Private HealthCare Australia (PHA), apresenta o painel ‘Cobertura, Concorrência e Escolhas’, com as presenças de Karla Coelho, diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Emmanuel Lacerda, gerente-executivo de qualidade de vida do SESI/CNI e Luiz Augusto Carneiro, CEO do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Por fim, o presidente e CEO do Instituto Norte-Americano de Custos da Saúde Suplementar (HCCI) aborda ‘Custos crescentes da saúde. O que fazer?’, com a participação de Luiz Roberto Cunha, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

FenaPrevi considera positivas mudanças nas regras

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A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), considera positivas as novas regras anunciadas na sexta-feira pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e pelo Conselho Nacional de Seguros Privados para o mercado de previdência complementar aberta. A nova regulação permitirá que as seguradoras lancem produtos ainda mais adequados às necessidades dos consumidores e representa a primeira grande inovação de mercado nos últimos 15 anos, desde a criação dos planos VGBL no país.

Com a autorização para a implementação dos Planos Programados, tanto para PGBL como para VGBL, os participantes terão à sua disposição um leque de opções mais amplo e flexível para planejar a fase de benefícios. Com os Planos Programados, os clientes poderão combinar resgates e recebimento de renda em um mesmo fundo, de acordo com suas necessidades. E poderão fazer alterações nos arranjos disponíveis durante a fase de recebimento do benefício, de acordo com o seu momento de vida.

“A ideia de que o ciclo produtivo se encerra de maneira exata com a aposentadoria, está em rápida transformação”, afirma Edson Franco, Presidente da FenaPrevi. “Hoje as pessoas desaceleram o ritmo de trabalho após a aposentadoria sem, necessariamente, sair de vez do mercado de trabalho. Com isso, os clientes precisam de flexibilidade para decidir como querem receber os benefícios de sua previdência privada, criando fluxos combinados de renda e resgate, o que se torna possível com os novos planos”, diz o executivo

A FenaPrevi acredita que as novas famílias de produtos devem chegar ao mercado a partir do segundo trimestre de 2018. “Temos que aguardar ainda novas circulares para começar as implementações”, informa o executivo.

A novo arcabouço também complementa e dá maior clareza à Resolução 4.444 do Conselho Monetário Nacional quanto à figura do proponente (investidor) qualificado, para o qual poderão ser criados produtos mais flexíveis, com autorização para alocação de até 100% dos recursos de previdência privada em renda variável.

As novas regras também consolidam a autorização para ampliar de 49% para 70% o limite de alocação de recursos em renda variável para todos os demais participantes do sistema. “Trata-se de um avanço que dará maior flexibilidade para as seguradoras desenvolverem produtos para os proponentes que buscam melhor rentabilidade no cenário de juros baixos”, diz Franco.

Quando as novas modalidades estiverem disponíveis, os participantes poderão transferir seus recursos para os novos planos fazendo a portabilidade dos recursos. “Acreditamos que as novas famílias de PGBL e VGBL Programados terão grande atratividade e terão forte peso na composição das carteiras de previdência complementar no país”, diz Franco.

Atualmente a previdência complementar aberta tem R$ 707,91 bilhões em ativos administrados e 13,66 milhões de participantes. No primeiro semestre deste ano, o sistema captou R$ 54,4 bilhões em novos depósitos. A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Liberty Seguros reúne corretores pelo Brasil para lançarem em conjunto a Aliro Seguro

Durante o mês de setembro, a Liberty Seguros realizou seis eventos regionais para corretores, onde lançou oficialmente sua nova marca, a Aliro Seguro, com produtos que já podem ser comercializados em todo Brasil. São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Sorocaba, Recife e Rio de Janeiro receberam os encontros que, ao todo, reuniram 700 corretores.

Desenvolvida a partir de um trabalho colaborativo com corretores e extensas pesquisas com consumidores brasileiros, a Aliro Seguro apresentou seus dois primeiros produtos: o Aliro Seguro Auto M, que conta com coberturas completas para indenização integral e parcial, além de garantir a cobertura a terceiros; e o Aliro Seguro Auto P, que oferece coberturas exclusivamente para indenização integral, além de garantir a cobertura a terceiros. Ambos os seguros terão assistência 24h em todo Brasil, com reboque, chaveiro, socorro mecânico e taxi para retorno a domicílio. As assistências são ofertadas em pacotes P e M, onde o cliente pode optar pela variedade de serviços disponíveis. Eles se encaixam exatamente no perfil dos clientes que buscam seguros simplificados e acessíveis e oferecem mais oportunidades de negócio.

“Além da análise do mercado e tendências de consumo, a parceria com os corretores foi fundamental para a construção da Aliro”, diz Carlos Magnarelli, CEO do Grupo Liberty Seguros no Brasil. “Nosso foco com a nova marca é oferecer um seguro auto descomplicado e acessível para estes consumidores, mantendo a confiança e a qualidade do Grupo Liberty Seguros”, destaca.

Resseguro movimenta R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2017, alta de 18%

A Terra Brasis divulgou hoje uma prévia dos resultados das resseguradoras no primeiro semestre deste ano. Entre os destaques, a resseguradora local cita que o volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 5,43 bilhões, aumento de 10% em comparação aos R$ 4,92 bilhões do mesmo período de 2016. Líquido, foi de R$ 4,3 bilhões, alta de 18%. Deste volume, R$ 3,92 bilhões (72% do total) foi colocado em resseguradoras locais, um crescimento também de 10%.

As resseguradoras locais também aceitaram riscos do exterior (bruto de comissão) estimados em R$ 1,06 bilhões contra R$ 706 milhões no mesmo período do ano anterior, um crescimento de 50%. Já o resseguro emitido pelas locais (bruto de comissão) foi de R$ 4,98 bilhões, um crescimento de 16% em relação ao período anterior. A sinistralidade bruta das locais ficou em 61% contra 72% do mesmo período do ano anterior. O Combined Ratio ficou em 95%, uma melhora em comparação aos 99%.

Os maiores crescimentos foram registrado por Axa, Austral e BTG, como mostra a tabela:

Helio Novaes deixa MDS

A Agência Estado conta que o CEO da corretora de seguros MDS, Helio Novaes, está de saída. Ele estava no comando da empresa, pertencente à MDS Holding, resultado da joint-venture do grupo português Sonae com a Suzano, há sete anos, desde que sua corretora, a Quorum, foi adquirida pelo Grupo. Antes, o executivo teve passagem pela SulAmérica. Procurada, a MDS Brasil confirmou a saída de Novaes. Informou ainda que a diretoria da corretora passará a se reportar diretamente ao atual presidente do Conselho de Administração da MDS Brasil e CEO do grupo MDS, José Manuel Dias da Fonseca.