BR Insurance é a corretora de seguro oficial da Fuga das Ilhas 2017

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A BR Insurance, maior corretora multiprodutos do país, é a corretora de seguro oficial da Fuga das Ilhas 2017, circuito de travessias aquáticas com percursos de 2000 metros, ideal para atletas amadores e profissionais que curtem esporte, turismo e lazer em um único final de semana. Toda a estrutura do evento e os atletas participantes estão protegidos pelo seguro de RC Eventos Esportivos. Os atletas têm cobertura de danos materiais ou corporais decorrentes da própria atividade esportiva durante a corrida, com exceção de doenças, lesões ou traumas pré-existentes.

O seguro também contempla danos corporais e materiais causados a terceiros que estejam prestigiando o evento, incluindo danos em decorrência de tumultos.

A largada da Fuga das Ilhas 2017 acontece no dia 10 de dezembro, às 9h00, na Barra do Sahy, São Sebastião, São Paulo.

A BR Insurance é a corretora de seguros oficial dos principais circuitos de corridas do país, o que consolida sua expertise e referência na cobertura de eventos e gestão de riscos do mercado de entretenimento.

Rádio CNseg: Como usar bem o 13º salário? Presidente da CNseg responde

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A primeira metade do 13º salário já foi depositada na conta do trabalhador, e a segunda tem de ser paga até o próximo dia 20. No programa “Fala Presidente” desta segunda-feira, o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, orienta o ouvinte sobre o que deve priorizar ao receber esses recursos. “A melhor maneira de utilizar o 13º é abatendo dívidas, se tiver”, diz. “Para quem não tem dívida, existem os gastos típicos desta época: compras de Natal, Réveillon, IPTU, IPVA, material escolar. É bom guardar um dinheirinho para fazer face a isso”, alerta. “Sobrando dinheiro, é hora de fazer previdência privada, por exemplo”, recomenda Coriolano.

Outro destaque da semana é a “Entrevista Especial” desta terça-feira com a presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Ângela Costa. Ela fala sobre as vendas de Natal, faz um balanço do comércio fluminense em 2017 – um ano muito difícil para o Estado do Rio, por conta da crise política e econômica local – e aponta perspectivas para 2018. “Depois da tempestade, temos um otimismo moderado”, afirma. “Acho que agora podemos entrar por um caminho que tem algumas luzes de melhoria.”

Já no “Minuto da Capitalização” desta segunda, o diretor executivo da FenaCap, Carlos Alberto Correa, comenta o resultado acumulado do segmento de janeiro a setembro deste ano. A receita total alcançou R$ 15,1 bilhões. O maior destaque foi para a modalidade Incentivo, com R$ 1,6 bilhão de receitas (alta de 38,5%).

Na terça, além da “Entrevista Especial”, o destaque é o quadro “O Seguro na sua Região”, que traz entrevista com João Giuseppe Esmeraldo, presidente do Sindicato das Seguradoras da Bahia, Tocantins e Sergipe. No mesmo dia, entra o “Qual é a Dúvida?”.

Na quarta-feira, o “Inovação e Sustentabilidade” traz novos candidatos ao Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros. Ainda na quarta, é dia do “Conheça os Seguros Gerais”. Na quinta, é a vez dos quadros “Por Dentro da Saúde Suplementar”, “Hora do Consumidor” e “Seguro Internacional”.

Já na sexta-feira, o programa “Entenda os Seguros de Pessoas” abordará o crescimento do Seguro Funeral no país. No mesmo dia, vai ao ar o “Dicas do Consultor”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

JMalucelli lança novo produto para atender mudança da Reforma Trabalhista​

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De acordo com o artigo 899 da CLT, ao recorrer de decisões definitivas em ações judiciais trabalhistas, o empregador até então precisava recolher o valor do depósito recursal, que variava em valor de R$ 9.189,00 até R$ 18.378,00, conforme o tipo do recurso. Porém com a nova legislação trabalhista brasileira, em vigor desde 11/11/2017, agora é possível optar pelo Seguro Garantia nos depósitos recursais ou substituir os depósitos já realizados. Com essa modalidade de seguro, por um custo muito mais baixo que o valor exigido pela legislação, o empregador fica dispensado de imobilizar seu fluxo de caixa com o depósito recursal.

Essa nova opção possibilita que as empresas possuam soluções para qualquer momento de um processo judicial trabalhista. Enquanto a ação ainda está em fase de conhecimento, ou seja, onde ainda é possível apresentar recursos, elas podem optar pela Garantia Recursal. Já na fase de execução, quando as partes estão em discussão dos valores de pagamento, é possível dispor de um Seguro Judicial Trabalhista. O mercado de Seguro Garantia vem crescendo ano a ano, movimentando mais de R$ 1,9 Bi entre janeiro e setembro de 2017, resultado 49% maior que o mesmo período do ano anterior. O Seguro Garantia tem sido amplamente aceito no sistema judiciário e estima-se que atualmente 90% dos prêmios emitidos sejam Garantias Judiciais.

Para Ricardo Trunci, Diretor Comercial Nacional da JMalucelli Seguradora – que lança o novo produto para atender a demanda do mercado – “essa mudança gera um enorme potencial de negócio para os corretores, que podem atender com essa modalidade todos os seus perfis de clientes e principalmente para as empresas, e agora podem contar com essa solução na execução dos seus processos trabalhistas, evitando a imobilização de bens e barateando o processo”.

BNP Paribas Cardif do Brasil tem novo presidente

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A BNP Paribas Cardif do Brasil, braço segurador do BNP Paribas e líder na venda de seguros massificados, comunica que Adriano Romano deixa a presidência da subsidiária brasileira. A partir de 1º de janeiro, o executivo passa a integrar o Conselho Administrativo da companhia. Adriano Romano completou 11 anos na BNP Paribas Cardif do Brasil, atuando por cinco anos como presidente, onde foi um dos grandes responsáveis pelo crescimento da empresa no país.

Em seu lugar, assume Alessandro Deodato, há mais de 10 anos no Grupo, que ocupou por seis anos a presidência do BNP Paribas Cardif Chile e que atualmente é o CEO da subsidiária do Peru. Alessandro Deodato assume o cargo no dia 1º de janeiro de 2018.

Saúde suplementar cria empregos em outubro, afirma indicador do IESS

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O total de trabalhadores empregados pela cadeia de saúde suplementar (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e, operadoras e seguradoras de planos de saúde) apresentou novo crescimento, segundo o “Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar”, boletim mensal do IESS. O levantamento aponta que o número de pessoas empregadas formalmente no setor cresceu 1,9% no período de 12 meses encerrado em outubro de 2017, enquanto o total de empregos formais – que considera todo o conjunto econômico nacional – teve retração de 0,8% na mesma base comparativa.

Segundo Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, os dados do relatório mostram que a cadeia de valor da saúde suplementar segue em ritmo de expansão. “O indicador aponta que a cadeia de saúde suplementar é mais estável e resiliente ao momento nacional do que o conjunto da economia do país. Esse é o décimo mês consecutivo a apresentar saldo positivo de emprego”, avalia Carneiro.

No total, a cadeia produtiva da saúde suplementar emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho nacional. O relatório aponta que o saldo em outubro de 2017 foi de 8.611 novas vagas formais de emprego. “O setor continua contratando mesmo com o rompimento de 465 mil vínculos de planos médico-hospitalares entre outubro de 2017 e o mesmo mês do ano passado – retração de 1,0% no total de beneficiários”, aponta Carneiro. Considerando todo o ano de 2017, a cadeia da saúde suplementar apresentou um saldo positivo de 74.687 empregos.

Na análise do mesmo período por subsetor, o segmento de Fornecedores foi o que apresentou maior crescimento, de 2,2% na base comparativa, seguido por Prestadores, com alta de 1,9%, e Operadoras, com expansão de 1,5%, respectivamente. Na cadeia produtiva da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), correspondendo a 2,4 milhões de ocupações, ou 71,5% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 821 mil pessoas, 24,1% do total. As operadoras e seguradoras empregam 151,2 mil pessoas, ou seja, 4,4% da cadeia.

Para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional, o IESS criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009. Em outubro de 2017, o índice para o estoque de empregos da cadeia suplementar foi de 136, mesmo nível do mês anterior. Já o número-índice da economia total subiu pela primeira vez em 10 meses, de 109 para 110.

Liberty Seguros lança seguro RC Ensino para pequenas e médias instituições

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A Liberty Seguros lança o RC Ensino, um seguro de fácil contratação para escolas, creches, faculdades e cursinhos preparatórios, com limites e coberturas predefinidas para facilitar a compreensão e se adequar à necessidade de cada instituição.

Com foco em escolas com um número máximo de 5 mil alunos, o seguro é voltado para o setor educacional e foi formatado para atender demandas de coberturas até 1 milhão de reais.

O RC Ensino cobre os estabelecimentos contra riscos contingentes de sinistros com veículos terrestres motorizados, fornecimento de alimentos ou bebidas, atividades educacionais ou recreativas realizadas fora das instituições de ensino, danos morais sofridos por alunos e funcionários, entre outros.

Além da cobertura especializada, o RC Ensino é de fácil contratação, pois fica disponível dentro do Cotador Online no site da Liberty Seguros, e as apólices são emitidas online – o que traz agilidade para os segurados.

“A Liberty Seguros investe constantemente na customização de soluções para facilitar a vida dos nossos clientes”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente Técnico e de Produtos da Liberty Seguros. “Trabalhamos para desenvolver seguros que atendam a todos os segmentos, com produtos e serviços adequados, que realmente entendem as particularidades de empresas e instituições educativas”, completa.

InsurTech é tendência para inovação das seguradoras, confirma estudo da Aon

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Com o objetivo de ajudar a estabelecer novas diretrizes para o mercado segurador, a consultoria e corretora de seguros Aon elaborou o relatório global – Oportunidades do Mercado de Seguros (GIMO) lançado globalmente em novembro. O estudo é direcionado ao mercado segurador e tem como objetivo incentivar e direcionar novos produtos e serviços através do apontamento de tendências. Realizado anualmente, o levantamento é um cruzamento de dados de setores importantes da economia, áreas de crescimento e tendências de inovação para as seguradoras. O estudo apontou que as InsurTechs, tecnologias que mudam a forma que os consumidores contratam seguros, serão um facilitador para o setor, e não um obstáculo, como muitas empresas temiam.

Esse segmento está crescendo rapidamente, já tendo recebido aproximadamente US$ 14 bilhões em investimentos até o momento, em mais de 550 startups de todo o mundo. O seu papel pode ser mais relevante do que as seguradoras imaginavam anteriormente, graças à inovação em arquitetura aberta. “Por meio de uma estrutura que oferece os padrões de soluções e a flexibilidade necessária à inovação empresarial, as grandes organizações podem ajudar a potencializar essas inovações”, diz Yves Lima, diretor de Resseguros da Aon Brasil.

O relatório mostrou também que três modalidades de seguro têm um potencial de crescimento maior nos próximos anos: risco cibernético, de catástrofes e doenças infecciosas. Esses segmentos, podem se tornar cada vez mais seguráveis com a cooperação das InsurTechs e de outras empresas de tecnologia e análise. “Essa parceria vai gerar novas oportunidades para que as seguradoras e resseguradoras possam oferecer produtos novos e melhores”, acredita o executivo da Aon.

O estudo também aborda as oportunidades de quebras de paradigmas da economia colaborativa. O aumento da utilização de serviços como o Uber e o Airbnb obriga o setor de seguros tradicional a reconhecer que itens como veículos e residências cada vez mais são utilizados tanto no âmbito comercial quanto pessoal.

Em termos de ruptura de negócios, o relatório destaca que o volume de prêmio oriundo de seguros tradicionais para veículos nos EUA deve cair mais de 40% entre 2015 e 2050, quando veículos autônomos deverão estar totalmente desenvolvidos. Esse processo vai gerar uma nova discussão no mercado segurador. Ao mesmo tempo em que se prevê que menos acidentes ocorram, o estudo adverte que a gravidade de eventuais acidentes poderia aumentar, com uma transferência de responsabilidade, anteriormente dos condutores passando às montadoras e aos fornecedores de software.

“Sabemos que o mercado de seguros está enfrentando dificuldades no ambiente macroeconômico atual, assim, devemos esperar que as líderes do setor promovam mudanças. Já estamos aplicando novas ferramentas tecnológicas para aumentar nossa eficiência em consultoria e corretagem e expandir a participação nos mercados de risco emergentes. Por outro lado, a verdadeira transformação só vai acontecer quando reinventarmos completamente o modelo de gerenciamento de riscos. Nesse novo ambiente, todas as contribuições, ou aquilo que chamamos de inovação em arquitetura aberta, serão fundamentais para nosso real ganho líquido”, afirma Yves Lima.

O relatório também contém análises aprofundadas sobre riscos cibernético, revelando que a abordagem do segmento vai além do seguro tradicional. Além de apontar que uma política adequada de seguro deverá incluir acesso a diversos provedores de serviços para incidentes específicos e serviços adicionais. “Esses serviços, sejam eles prestados diretamente de empresas ou parcerias, deverão oferecer às seguradoras um meio de expandir sua proposta de valor, além da linha de seguro tradicional”, conclui.

Ituran comemora crescimento com produto voltado para driblar crise

A crise ajudou alguemas empresas. Uma delas foi a Ituran. Líder no setor de rastreamento automotivo. o grupo israelense fez parceria com algumas seguradoras e passou a vender um produto para perfis até então excluídos dos portfolios das companhias de seguros. “O produto pode cobrir quase a totalidade de veículos que circulam no Brasil, como carros com até 20 anos de uso e valor de tabela FIPE de até R$ 90 mil”, afirma Roberto Posternak, diretor comercial da Ituran. “Também passamos a ter aceitação de carros blindados, modificados (tunados e rebaixados) e Uber”, acrescenta.

O produto cobre apenas roubo ou furto e custa partir de R$69,00 por mês, com preço fixo por categoria de carro, independente do perfil ou CEP do motorista. Ou seja, se o veículo não for recuperado, o segurado recebe uma indenização de 100% do valor da tabela FIPE do carro. Se o veículo for recuperado, no entanto, e a perda for de 60%, quem perde é o cliente, pois pelas regras da Susep a perda total é considerada quando a recuperação atinge 75% do valor do bem.

O que assusta as seguradoras em produtos como esse é o alto índice de fraude e muitas delas de difícil comprovação. No entanto, Posternak afirma ser um trabalho do dia a dia da empresa detectar indícios de fraudes. “A nossa sindicância sabe quando um pedido de indenização deve ser investigado”, afirma. O maior número de investigações está em casos de furtos simples, conta. “Todos os veículos tem rastreadores. Se ele é desligado, temos no máximo uma hora para localizar, tempo suficiente para as quadrilhas desmontarem o veículo”.

A empresa já tem mais de 500 mil automóveis em sua carteira e, com a ampliação da cobertura, pretende atingir um público ávido por esse tipo de proteção. Certamente o produto, que além de aceitar os excluídos, pode custar até 60% menos do que os seguros tradicionais, combate de forma efetiva o avanço das cooperativas de proteção veicular, combatidas pela seguradoras em diversas campanhas disparadas ao longo de 2017, com o foco de mostrar que proteção veicular não é seguro.

“Graças às parceiras com seguradoras de envergadura mundial, estamos conseguindo a cada momento ampliar ainda mais a cobertura do ICS. O produto já é um sucesso de mercado, apresentando um crescimento nas vendas de mais de 30% por ano. Agora com essas novidades, o cliente pode ter um serviço muito mais completo por um preço que cabe no seu bolso”, explica Posternak. Entre as seguradoras parceiras ele cita Liberty, QBE, HDI e Mapfre. Também não esconde a frustração de ter perdido algumas clientes, que optaram por copiar o seu produto.

A Ituran chegou ao País em 2000, apresenta resultados significativos e índices imbatíveis de eficiência. Desde então, cresce continuamente, contando com mais de 700 mil clientes ativos, 650 funcionários e recuperou mais de 60 mil veículos, o que equivale a um patrimônio aproximado de R$ 2,8 bilhões.

Outro produto que o grupo vem apostando é o aplicativo 55 guinchos. Desenvolvido pela Ituran em Israel e feito sob medida para o Brasil, o dispositivo, além de remover o veículo parado, o app ajuda você, de uma maneira muito simples, a solicitar guincho, troca de pneus, carga de bateria e chaveiro utilizando a localização do reboque mais próximo. “O aplicativo disponibiliza um mapa, na tela do smartphone, que dá coordenadas do trajeto e a localização do prestador do serviço até o cliente – tudo em tempo real. O software é muito simples e fácil de operar e funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana” ressalta.

Soluções de negócios lideram crescimento no setor de Capitalização

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Entre janeiro e setembro de 2017, as empresas de Capitalização registraram uma receita de R$ 15,1 bilhões, montante ligeiramente inferior ao registrado no mesmo período no ano passado, quando a receita global alcançou R$ 15,5 bilhões. “O resultado já sinaliza uma reação positiva do mercado diante da melhora no cenário econômico, influenciada, entre outros fatores, pela manutenção de inflação e juros baixos e pela queda na taxa de desemprego”, diz Marco Antonio Barros, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Segundo ele, na análise da arrecadação, a modalidade Incentivo, uma das soluções de negócios com sorteios, voltada para pessoas jurídicas, se destacou no período.

Os títulos de capitalização – modalidade Incentivo registraram crescimento de 38,5% e R$ 1,6 bilhão em receitas. “A modalidade Incentivo atende de maneira efetiva a novas e crescentes demandas do mercado de promoções comerciais com sorteios, especialmente no segmento do varejo, que experimentou períodos de forte retração nas vendas e enxergou nessa solução uma forma de girar estoques e obter resultados rápidos. Dentro dessa modalidade, os sorteios da capitalização assumem funções distintas: uma de caráter promocional, outra de fidelização, quando usada como um benefício adicional acoplado a produtos como o seguro de vida, por exemplo”, explica o presidente da FenaCap.

Os títulos de capitalização – modalidade Tradicional registraram um faturamento de R$ 12,6 bilhões. Dessa modalidade fazem parte o título para Garantia Locatícia, que substitui o fiador nas transações de aluguel comercial e residencial, que arrecadou R$ 958,2 milhões, o que corresponde a 7,55% do volume do tradicional.

Já a modalidade Popular, que permite ao consumidor adquirir um título de capitalização e participar de sorteios a partir de valores muito acessíveis, em torno de R$ 7, arrecadou R$ 828 milhões. Dentro dessa modalidade estão os títulos que dão ao cliente o direito de ceder o valor de resgate para instituições filantrópicas credenciadas, cujas normas de comercialização estão sendo revistas pela Superintendência de Seguros Privados, no âmbito do trabalho de construção do novo marco regulatório do setor.

No período, foram pagos R$ 829 milhões a clientes com títulos sorteados em todo o país. O valor registra uma pequena redução de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado, mas continua expressivo: equivale à entrega de R$ 4,3 milhões em prêmios por dia útil.

O setor injetou na economia R$ 13,6 bilhões, valores relativos a resgates finais e antecipados realizados por clientes. Esse montante foi 8,23% menor se comparado aos nove meses de 2016, indicando que as pessoas começam a deixar suas economias guardadas por mais tempo, o que não se verificou em momentos mais críticos da economia, quando muitos lançaram mão de suas reservas para fazer frente a emergências financeiras, por exemplo. . As reservas técnicas, constituídas pelos recursos dos clientes que estão com títulos ativos, somaram R$ 28,7 bilhões, registrando uma pequena redução de 2,8%. “Esses indicadores são bem positivos: houve redução de resgates antecipados e o volume de títulos ativos se manteve estável, com pequena retração, um reflexo do que ocorreu no primeiro semestre, quando o cenário de incertezas ainda predominava”, avalia Marco Barros.

A Região Centro-Oeste foi a que apresentou desempenho mais positivo no período, com crescimento de 6,58% no faturamento, que atingiu R$ 1,182 bilhão. A Região também registrou o maior crescimento em relação a volume de prêmios entregues. Os clientes de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal receberam cerca de R$ 63,6 milhões em sorteios, um avanço de 28,99% em relação ao mesmo período do ano passado.

Lei de Contrato de Seguro será debatida em evento da Comissão da OAB-SP

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A Comissão de Direito Securitário da OAB-SP promoverá debate sobre o Projeto de Lei de Contrato de Seguro (PLC 29/2017) no dia 7 de dezembro, das 9h30 às 13h, no auditório da CAASP, na Rua Benjamin Constant, nº 75, centro da capital paulista. Diversos especialistas convidados discutirão pontos polêmicos do projeto a partir das conclusões de estudos realizados pela Comissão, desde a sua constituição, em 2010.

O PLC 29/2017, atualmente em discussão no Senado Federal, tem sua origem no PL 3.555, apresentado na Câmara dos Deputados em 2004. Ao longo de 13 anos de tramitação, o projeto passou por diversas alterações, mas ainda não atingiu o consenso no âmbito do mercado de seguros.

Para Debora Schalch, presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP, embora o PL de Contrato de Seguro tenha sido elaborado com o intuito de garantir maior proteção ao consumidor de seguros, isto precisa ser feito com mais equilíbrio, a fim de que o excesso não prejudique um mercado que caminha bem, até mesmo em períodos de crise econômica, como a atual.

Segundo a advogada, o PL trata, por exemplo, os pequenos consumidores de seguros massificados, como automóvel, saúde, residência etc., da mesma forma que os grandes consumidores, como o governo e organizações que compram seguros de garantia, riscos de engenharia, D&O etc. “O projeto não faz distinção entre um e outro. Mas, é preciso haver equilíbrio”, reitera.

O evento também debaterá outros pontos controversos do PLC 29/2017, como a inclusão do resseguro na Lei de Contrato de Seguro, as novas obrigações de seguradoras no processo de regulação de sinistros e as mudanças nas regras de arbitragem em seguros.

A programação do evento prevê a participação de especialistas renomados, como o professor doutor Antonio Carlos Marcato, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, que abordará o projeto sob o enfoque do direito processual.